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Showing content with the highest reputation since 27-06-2006 in all areas
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Os honorários não são tabelados, pormenor que presumo que deve saber... dois mil euros para o projeto de licenciamento + cerca de dois mil euros para as especialidades, para quem trabalha a partir da casa, sem custos adicionais (rendas ou imi´s, luz, água, informática variada, colaboradores, estas tretas todas sobre a forma de custos) é um preço que garante margem de lucro assaz, se for praticado tipo patrão a frente de uma empresa, o preço é diferente para mais geralmente embora existam gabinetes, que cobram 700 euros por um projeto de arquitetura, tipo copy paste, pega na moradia que fizeste ali em Peniche e cola em Torres Vedras, troca janelas, muda uma coisitas ao jeito do cliente e como inteligência é coisas que não abunda por estas bandas, o patrão diz, "Estou-lhe a fazer um desconto", o cliente responde "Obrigada", é assim que ganha 700 euros numa semana apenas no projeto de arquitetura... eu para fazer porcaria, merdas horrorosas, por favor ao próximo, prefiro não fazer, é preferível fazer uma moradia de 10 em 10 anos, mas que fique bem feita e cobrar 6000 Euros ao cliente, mas incluímos, Arquitetura + Especialidades + Assistência Técnica na Obra + Plano de Segurança e Saúde + Caderno de Encargos + Orçamentos, tudo com contrato, escrito a assinado... porquê as porcarias que se faz, por preços de Merda, nunca valem o sacrifício, tipo: Vou olhar para aquele mono o resto da minha vida, cujo autor fui eu, mas que foi feito ao gosto do cliente? É deprimente! Quanto é suposto um arquitecto cobrar para ir à Câmara pedir e preencher um formulário para saber o que pode ser feito em termos de projecto, num dado terreno? Isto pode ser preço de custo, além de ir passear à CM local, as taxas obviamente ficam por conta do cliente (PIP). As despesas de deslocamento, alimentação, portagens, são calculadas à parte? Deverá ser cobrado um valor à hora quando se trata de trabalhos pontuais p.ex. requesição de documentos para o dono de obra? Portagens e deslocação = 0.3 Euros/Km, era o que pagavam para Avaliações Imobiliárias para empresas privadas em 2010 (agora simplesmente não pagam nada), se trabalhasse para o estado a custa do dinheiro dos contribuintes, aí escuso de falar, seria gozar ainda mais com a cara dos Portugueses... que ainda se levantam, para ir votar! E, no caso de um novo projecto para uma moradia, depois de estimados os custos da obra, i.é, tendo um primeiro orçamento em mãos para o custo estimado da obra, que percentagem devemos levar para o projecto de arquitectura? Faseado de que forma. Não há regras, mas o bom senso obriga a que a maior fatia seja na fase de licenciamento + especialidades (que engloba orçamento e caderno de encargos). A "nossa fatia do bolo é equiparável às restantes especialidades? Hoje em dia os engenheiros, com os programas de estruturas, já perdem a sensibilidade para os cálculos, existem projetos de especialidades, cujos pilares são de forma indistinta todos iguais, acredito mesmo, que nem as armaduras mudam de pilar para pilar, qualquer Arquitecto percebe se a carga não é a mesma em todos os pilares, porque razão os pilares não poderão ser mais finos de forma a poupar betão caso a caso conforme a solicitação de cargas, eles ainda pensam, que nós nas pescamos nada disso... nem com meios informáticos as vezes conseguem escamotear pilares nas paredes, o que é frustrante, num projeto simples sem SADI e AVAC, não há razão para que a nossa ponderação não seja superior a deles. Em relação aos projectos de estabilidade, incêndios, águas e esgotos, térmica e acustica, somos apenas mais uma especialidade? Ou como coordenadores destas especialidades e diretores técnicos da obra podemos e devemos cobrar mais? Cobrar o quê, fazer um projeto de Arquitetura, sempre se pressupôs as especialidades e repectiva compatibilidade, se tudo estiver bem feito, não haverá problemas (raras vezes). Nota, não pode fazer Direção Técnica de Obra ou Fiscalização e ser o Autor de Projeto, a Ordem não deixava (Necessito de confirmar no novo estatuto, mas penso que contínua igual) e penso que continua a não deixar, coisas que estes estúpidos nas CM´s as vezes não percebem. Isto era a mesma coisas que fazer projeto para uma Câmara e depois ir aprová-los internamente como funcionário da mesma. Apenas como diretor de obra, ganha o seu salário de diretor de obra, a partir da empresa de construção, garanta o cumprimento do projeto de acordo com o aprovado na CM e dentro do budget. Mas você vende casas, tipo gaja gira e comunicativa com outdoors pendurados nas fachadas? Eles gabam-se muito do verdinho que ganham... cá em Portugal as pessoas não se medem em altura física, capacidades e conduta, é pela conta bancária e o carro que ostentam pago ou não. Já ouviu falar dos PQ e dos PAI? Esqueça isso da Remax, andou na melhor escola do País de Arquitetura para vender casas?3 points
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Shanghai
ananeto and one other reacted to Elio Branco for a topic
O escritório onde trabalho está neste momento com 2 vagas para junior arquitecto. Mais informações endereçar questões para: eliombz@gmail.com2 points -
Proposta
Vampir0 and one other reacted to JCSMARTINS for a topic
Olá a todos! Acompanho este fórum há algum tempo, mas acho que esta é a minha primeira intervenção. E faço-a na qualidade de 'cliente' também, porque é isso que sou actualmente pois tb estou a iniciar o projecto de uma moradia, para a qual decidi que seria melhor recorrer à contratação de um Arquitecto. E acreditem que muita gente me disse para nao o fazer, que ia pagar mais e tal, e que no fim o resultado era o mesmo... enfim, a conversa do costume. Bem ou mal, assim não entendi, porque valorizo as competências dos profissionais qualificados, que pelo menos dedicaram tempo e esforço das suas vidas para aprender as coisas... Não se limitaram à auto-aprendizagem baseada na cópia de outros trabalhos, sem querer, no entanto, menosprezar o trabalho de quem o faz. O tema do preço, embora importante, foi tratado com prioridade menor. Vejo aqui uma pessoa, a apresentar uma espécie de programa preliminar do que pretende, onde anexa uma foto, e que recebe respostas com criticas à foto apresentada, etc. Como cliente, decerto que a Liliana não pretende uma cópia da casa em questão, no entanto há pormenores nela que gosta, por isso a colocou aqui. Se o gosto é mau ou não, de qualquer ponto de vista, é sempre discutivel. Eu também mostrei fotos de coisas que gostava, e sei que muitas delas serão má opção para o meu caso particular, mas o que espero do Arquitecto não é que me faça uma cópia de uma casa ou que misture pormenores de várias só porque eu disse que gostava disto e daquilo... Espero antes que tenha a creatividade suficiente para traduzir um modelo de casa agradável e com qualidade, depois de conhecer quem a vai habitar, dos gostos e estilo que o cliente pretende, da luz que gosta de ter, do espaço que gosta de sentir, da temperatura que gosta de sentir, do ruido que gosta de ouvir, do dinheiro que pretende ou pode gastar, etc. Espero também que possa questionar opções por mim tomadas que possam ser inadequadas do ponto de vista de execução/custos. Espero interacção,acompanhamento, reponsabilização e garantias, o que é mais dificil de encontrar nuns meios que noutros, e sabem do que falo. Serei um melhor cliente porque espero isto de um Arquitecto, do que uma pessoa que espera apenas que lhe façam uma cópia de algo que viu, mesmo que seja uma completa aberração ? Eu acho que não ... Se o arquitecto tiver a competência suficiente para demonstrar que a pessoa está a caminhar na direcção errada, e se o trabalho é assim tão mau, então assuma-se isso perante o cliente e recuse-se o trabalho. Deixe-se para os outros, porque senão vai fazer parte do leque e depois perde a moral para criticar. Eu sei, a realidade é diferente, e as vezes a vontade/necessidade de facturar fala mais alto... As pessoas são diferentes, e muitas vezes nem fazem ideia do que querem... Viram coisas apenas ... Acham que gostam ... É tudo muito frágil na fase inicial de um projecto ... A gestão de espectativas tem de ser bem feita, por parte de quem vai fazer o projecto. E as vezes não é assim tão dificil... Penso que alguns comentários são colocados aqui em forma de critica não por causa do conteudo do post inicial em causa, mas sim pelo sentimento generalizado do estado das coisas, ao nivel da Arquitectura em portugal. Mas não é só a arquitectura ... Quase tudo neste país tem coisas mal feitas, concorrências desleais, etc ... Continuem com este forum de qualidade! Não se esqueçam que ele tb é bom para clientes que não percebem nada de arquitectura. Um abraço a todos!2 points -
complexo de piscinas cobertas em betão
Aaliz and one other reacted to Som e Acustica for a topic
Uma correçao apenas. O facto da parede ter diferentes profundidades, como sugere, torna a parede num difusor acústico. Um difusor acústico continua a ser reflector. Mas espalha o som pela sala. É bastante usado em salas de uso musical como auditórios para manter a sala viva, e no entanto livre de defeitos acústicos. Pode ver vários tipos de difusores e as suas especificações técnicas em : http://www.someacustica.com/someacustica/index.php?page=difusores-2 Numa piscina o objetivo é reduzir a reverberação, logo é fundamental a colocação de material absorvente. Embora na maior parte dos casos os materiais leves sejam mais absorventes, o que define a absorçao porosa (porque existem vários tipos de absorsores) é o fluxo de resistividade e não a densidade. Mas isto era um tópico de dava "pano para mangas" e muitas formulas matemáticas. Eu concordo consigo, mas o meu alerta era igualmente relativo à la de rocha e não à madeira... a madeira nao absorve som, quem absorve é a la de rocha que com execesso de humidade ou em contacto com a água nao conjuga muito bem, pelo menos dos exemplos que vi. Pode-se sempre pensar em usar espuma acústica conjugado com as placas de madeira, mas a unica que conheço e que é eficaz contra a humidade (Quash) tem uma absorção acústica muito fraca. Existem neste momento soluções de material absorvente que já são resistentes ao fogo e à humidade (ver http://www.someacustica.com/someacustica/index.php?page=espacos-publicos) que não precisam de la de rocha ou espumas acústicas. Essa anulação de fase que refere só acontece em algumas frequências, enquanto noutras o som é amplificado. Alias isso é comum ocorrer em paredes lisas (efeito comb filtering observado em estúdios de música) e nao em difusores acústicos.2 points -
Reputacao
AnaS and one other reacted to nunomiguelneto for a topic
yah... nao devia ser azul como a minha ;)2 points -
Reputacao
m a r g a r i d a and one other reacted to Ivo Sales Costa for a topic
eu n sei como tenho 6... tá boua tá.2 points -
Eu quando perguntei, será que isto ainda está em vigor, não sabia que alguns dias depois: Portaria nº 219/2016 Isto iria ser revogado, fica a nota.1 point
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Cada faculdade pede específicas diferentes, por norma é Geometria Descritiva. O curso de arquitectura, como outros artísticos requer muito trabalho, é um opção difícil, mas é possível trabalhar e estudar. Para consultares as disciplinas de cada curso, só consultando com as faculdades, existem várias que oferecem o curso e todas elas oferecem diferentes planos de curso. Aqui podes consultar alguma informação: '?do=embed' frameborder='0' data-embedContent>>1 point
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Proximidade Aluno - Professor
3manu3l reacted to ArqRicardo for a topic
Sou aluno de Arquitetura e nao posso concordar com isso. Tenho todo o tipo de professores, mas todos se preocupam connosco, bem quase todos. Agora aqueles aluno que nao querem saber minimamente das aulas (como sabemos) eles nao querem saber. Mas quanto aos alunos empenhados acho que os professores (os meus) são bastante interessados e preocupam-se connosco. Espero ter respondido a tua questão.1 point -
Dia Nacional Do Arquitecto
Ana Rijo reacted to O Prof Godin for a topic
Eu, que sou mais velho…há quem diga sénior…mas eu prefiro velho, porque sénior é alguém de sucesso…e sucesso em arquitectura, salvo os ditos "filhos de Deus" ou de "deuses menores", não existe…sou do tempo da velha Associação dos Arquitectos, dos diplomados e da (des)Ordem como todos os que eu conhecia lhe chamavam…sobretudo os mais velhos ainda do que eu…desOrdem dos arquitectos é o que hoje existe…tentacular, tenta escravizar os associados, pedindo-lhes dinheiro e mais dinheiro, ameaçando de penhora se não pagar…meteram-se na avaliação do ensino da arquitectura…fazem projectos…cursos…exames…promovem-se a si próprios e ninguém sabe exactamente o que é ou representa a dita Ordem… protegem os arquitectos nas várias vertentes do exercício da arquitectura ?…não…dizem que só na prática profissional…ajudam os arquitectos desempregados ?…não…não faz parte das suas competências…defendem os jovens arquitectos de serem explorados pelos arquitectos seniores ?…não…gostam desta situação dos 500 euros por mês a recibos verdes, sem férias ou Natal…então para que serve esta treta designada Ordem dos arquitectos, se não há trabalho…os ditos Grandes, mandam-nos emigrar…não vá a gente incomodar "alguém"…O dia do Arquitecto é uma fraude formal, para enxovalhar todos aqueles que não conseguem viver da arquitectura…temos o exemplo de Helena Roseta, que nunca exerceu arquitectura e se perdeu nos meandros da política, chegando ao ponto de em determinada eleição haver uma lista única, onde se fundiram todos os interesses pessoais…continua a espantar na sua presença permanente na televisão onde até assusta o seu conhecimento prévio das desgraças deste país…portanto a Ordem está como o País…quer mais dinheiro, contrata os grandes escritórios de advogados de Lisboa para perseguir os seus membros…politizada e corrupta, é hoje uma extensão do poder estabelecido e conivente com ele…assim só fazendo o "reset", apagar tudo e começar de novo…uma nova instituição que represente efectivamente os arquitectos e não determinados grupos, lobys, interesses ou pessoas, escolas…talvez esteja a pedir de mais, pois isto que afirmei aplica-se a todo o poder estabelecido, que quer perpetuar-se no poder…seja estado…sejam partidos políticos…sejam pessoas individuais…a minha ideia é que tal como os gregos disseram em determinado momento…é a própria vida que tem de mudar…portanto hoje é dia triste, para velhos, novos e futuros arquitectos…1 point -
Acabei o curso faz já 6 anos, nunca tive um emprego como arquitecta, estava inscrita na ordem tive de suspender este mês por estar desempregada e ser já insustentável, mas paguei durante todo este tempo para nada, passando por empregos temporários há dois anos que me encontro sem nenhum. O que pretendo da Ordem dos Arquitectos é facilidades em formação, para desempregados ou sem possibilidades de a ter; tambem gostaria de mais informação e oportunidades de ofertas de emprego; e a exigência das empresas darem oportunidades para os que não têm experiência, nem que os próprios ateliers tenham que dar formação não remunerada para depois no seguimento disso darem o tal emprego, impossível de adquirir. Será pedir muito? ( o próprio estágio de um ano através da ordem dos arquitectos é pouco para o que costumam pedir nas ofertas vai entre os 3 a 5 anos....)1 point
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http://www.revistadiagonal.com/articles/analisi-critica/larazondelclientecurutchet-lecorbusier/1 point
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O Urbanismo Depois da Crise, de Alain Bourdin
g.a. reacted to Márcio Ferreira for a topic
http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM7DnOg%2F6BbXS3VKphfAZkWZ&width=150 O Urbanismo Depois da Crise de Alain Bourdin Edição/reimpressão: 2011 Páginas: 121 Editor: Livros Horizonte ISBN: 9789722417068 Sinopse O Dubai coleccionava records: o maior hotel do mundo, a maior torre, a maior concentração de gruas... No fim de 2009, o Dubai e a sua jóia da coroa, a sociedade pública Dubai World, dificilmente escaparam à falência com uma dívida estimada em 59 mil milhões de dólares! Esta queda simbolizou o fim de um ciclo no desenvolvimento urbano e na forma de "fazer cidade", no urbanismo.1 point -
Arq. Viana de Lima
Bruno_Rosa reacted to AMestre for a topic
fico muito triste por descobrir que alguns dos nossos melhores arquitectos são simplesmente desconhecidos da maioria do publico. é este o caso do arquitecto Viana de Lima, falecido no ano 1991. Apesar de ter trabalhado directamente como colaborador do Le Corbusier, ter sido um dos principais divulgadores da arquitectura moderna no nosso pais desenvolvendo grandes projectos de arquitectura, a sua obra está muito pouco estudada. Quando tentei descobrir mais sobre este nome, a unica coisa que descobri foi um livro publicado pela fundação calouste gulbenkian. um unico livro sobre um grande nome... é pena!1 point -
A Invenção da Paisagem - de Anne Cauguelin
asimplemind reacted to Márcio Ferreira for a topic
A Invenção da Paisagem de Anne Cauguelin http://imagens.webboom.pt/imagem?amb=capaprod&id=173398&width=130 Preço: EUR 9,90 Editor: Edições 70 Colecção: Arte & Comunicação ISBN: 9789724414041 Ano de Edição/ Reimpressão: 2008 N.º de Páginas: 152 Encadernação: Capa mole Sinopse A noção de paisagem e a sua realidade apreendida são de facto uma invenção - um objecto cultural sedimentado, tendo a sua função própria, a de garantir permanentemente os quadros da percepção do tempo e do espaço. Ela foi pensada e construída como um equivalente da natureza; assim, graças à paisagem, teríamos um olhar verdadeiro sobre as propriedades da natureza.1 point -
Foreign Office Architects Yokohama International Port Terminal Este terminal de cruzeiros tem uma a vantagem de colocar os navios na perpendicular em relação a margem, o Siza fez um com o mesmo esquema para a Grécia, penso que aplicado em Lisboa ajudaria a evitar o forte impacto que vão ter uns quantos navios de 3000 passageiros em fila, isso sim uma autentica muralha opaca.1 point
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OBRIGADO PORTUGUESE (sim o user)
asimplemind reacted to nunomiguelneto for a topic
o dreamer ja disse tudo o que eu quereria ou puderia dizer!1 point -
Sh*t Box - The Brown Corporation
Arqmmendes reacted to Against for a topic
(As coisas que eu encontro...) Portanto, a mim das coisas que mais me faz confusão nessa onda de festivais de verão, acampar e por aí fora, é a questão das I.S.. Pois bem, alguém já pensou nisso, e antecipou o problema, resolvendo-o de uma forma no mínimo peculiar: The Brown Corporation criou uma sanita em versão origami (quase). No site, disponibilizam as informações todas, montagem e utilização! A caixa vem com 10 sacos que são substituídos após cada utilização, e que são biodegradáveis! Tudo para sermos amigos do Al Gore! Depois de cada utilização, a Sh*t Box transforma-se num stool (lol...) Prático ou é preferível enfrentar o terror das I.S. dos festivais?1 point -
e engracado porque nesses aspecto este topico tem sido mantido provavelmente mais pelas pessoas que veem aqui para falar mal, do que pelas pessoas que realmente estao interessadas no mesmo. tanta discussao, sobre se aquilo abana ou nao, sobre o impacto que tera na cidade, que e pretencioso, que e grande, que e um ovni, que e isto, que e aquilo... o que me assusta nao sao os comentarios, mas a Sizodependencia inerente nos mesmos, a ideia de que se nao fizeres como o Mestre, nao vales nada. Isto e uma obra Comercial e vale enquanto tal, vende uma imagem, que por sinal nao e nada ma. O prazo de vida? nao sei, certamente nao e uma obra para durar 100 anos, mas nem tudo na arquitectura e para toda a vida...1 point
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Não podes depreender que dou mais importância á empresa que ao software. Dou importância a ambos, não escolho ignorar a empresa só porque esta goza de má imagem. Só mudaria no dia em que o Archicad não me resolvesse os problemas. Não sou daquelas pessoas que saltam de faixa em faixa numa bicha só porque têm a ilusão que a faixa dos outros anda mais depressa. Não posso dizer que o Archicad é o melhor, nem nunca o fiz. Tem sido o Rui que tem feito apreciações comparativas entre softwares, não eu. O Blender é um óptimo exemplo de um mau exemplo. Ninguém que trabalha a sério usa o Blender, para enorme infelicidade dos utilizadores de mac, que assim são forçados a utilizar a plataforma Windows (felizmente nós temos o Archicad, multiplataforma). Difícilmente trabalharia com um software open source. Quero pagar pela minha ferramenta de trabalho, e saber a que porta bater se as coisas correrem menos bem. Finalmente, e correndo o risco de me repetir, não faz o meu género dizer que o Archicad é o melhor do mundo. Não o disse, não o digo, não o direi. Posto isso, e com a ressalva devida que a incerteza do futuro nos merece, nunca trocaria o Archicad pelo Revit. Gosto do meu Volkswagen, e nunca o trocaria por um Renault.1 point
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Fotografias
WoodWard reacted to Rake de Rama for a topic
exacto, quando mais rapido for a velocidade do obturador, mas nitidas vao ser a fotografias e quanto mais lento for a velocidade do obturador tudo o que estiver em movimento, vai parecer cremoso, especialmente se o motivo for a água, pois vao ficar fravados na pelicula mais momentos.1 point -
Muito interessante o site!:(1 point
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Reputacao
3CPO reacted to Leonor Cício for a topic
não me admira nada só por curiosidade, o meu nome Cício já apareceu variadíssimas vezes em filmes relacionados com a máfia. como aqui http://www.imdb.com/character/ch0043648/1 point -
Reputacao
nunomiguelneto reacted to AnaS for a topic
olha mas a publicidade fez bem... a bocado tinha 0 pontos agora tenho 8 lolol ;)1 point -
Bem... Andava eu pelo o fórum... quando olha para o meu perfil que aparece cada vez que faço um post. Como também já devem ter visto esta lá este bonequinho... ... para adicionar reputação ao utilizador. É lógico que não se pode votar em nós próprios... mas eu acabei por ficar curioso para ver o que acontecia se eu carrega-se "no meu bonequinho"... E deu isto: http-~~-//img403.imageshack.us/img403/1371/duhos0.gif DAH :icon_pistoles: Gostei do Dah!... :icon_pistoles:1 point
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Territorios Inteligentes
manuel.melo reacted to shakilrahim for a topic
não é só uma abordagem geográfica, histórica, social ou economica, mas a suas consequências na actividade projectual. comprei-o na fnac a coisa de um ano1 point -
D.L. 163/2006_acessibilidades
Pedro Barradas reacted to vOid for a topic
Olá a todos. Li por alto este extenso tópico, pelo que peço desculpas se por acaso estiver a repetir questões já colocadas e respondidas anteriormente. Na minha opinião pessoal, legislação sobre acessibilidades é obviamente necessária. Mas o DL 163/2006 tem inúmeros problemas de aplicabilidade prática e peca por excesso. Algumas situações "concretas": Uma casa localizada num terreno de montanha, com 30m de distância à via pública e quase 15m de diferença de cota relativamente a esta. De acordo com o 163, deverá existir um percurso acessível desde a via pública até à entrada da habitação, não sendo possível criar o mesmo com rampas ou de nível, os meios mecânicos devem ser instalados de raíz! "A questão coloca-se em se se considera o espaço exterior do lote como um espaço integrante do edifício (parte exterior sujeita a arranjos exteriores) aplicando-se o disposto no ponto 2.1 ou se se considera este espaço exterior como integrando a parte privada do fogo, tendo então de cumprir o ponto 3.3.7 (considerando-se que a porta de entrada/saída é a porta de entrada no lote). No primeiro caso deverá cumprir o disposto na capítulo 4 e no segundo caso terá apenas de cumprir o especificado nas secções 4.7 e 4.8. Em qualquer dos casos considerados terá sempre de cumprir o especificado na secção 4.8, incluindo a línea 3) do ponto 4.8.2, pelo que terá de ser instalado de raiz um meio alternativo às escadas (não sendo possível uma rampa terá de ser instalado um meio mecânico)" (resposta que recebi quando questionei o Instituto Nacional para a reabilitação sobre este assunto - vejam também análise extensa deste tema no blog acessibilidade Portugal aqui onde se chega à mesma conclusão). Numa habitação, não sendo possível ou desejável a localização da cozinha e / ou i.s. acessíveis (e, eventualmente de um quarto, dependendo da lotação) no mesmo piso da entrada, ou todas no mesmo piso, tem que ser instalado de raíz um meio mecânico: "O percurso entre a porta entrada/saída e os compartimentos atrás referidos deverá verificar o ponto 3.3.7, e consequentemente a alínea 3) do ponto 4.8.2, sendo portanto obrigatório a instalação de raiz de um meio mecânico de elevação caso o desnível não possa ser vencido por rampa." (resposta que recebi quando questionei o Instituto Nacional para a reabilitação sobre este assunto). Parece-me que estas exigências são contrárias a um princípio que me parece acertado, que é o de garantir que as habitações poderão, em caso de necessidade, ser facilmente adaptadas para se tornarem acessíveis, e que se cai no típico exagero nacional, em que passamos do vazio legislativo directamente para a posição de país com a legislação mais "avançada" do mundo sobre esta matéria...1 point -
[Votação] Quais os temas que lhe despertam mais interesse num site de Arquitectura?
Arq.to reacted to JCAMIRANDA for a topic
eu votei ,mas o voto e secreto , por isso não digo no que votei ,mas com o que vou dizer e facil de ver no que votei . A arquitectura em Portugal , tem de se deixar levar pelo factor ( C) , e fazer o que esta correcto , e não fechar os olhos a muitas coisas que depois nos levam a esta situação em que se encontra . Acho que tem qur ser ouvir e ser ouvido , se juntar-mos a teoria com a practica de certeza que o resultado e exelente . Vou citar as palavras de dois arquitectos da nova geração de arquitectos em Portugal ( NUNO GRANDE & PEDRO GADANHO ) : A arquitectura portuguesa esta desesperadamente necessitada de uma critica consistente e abrangente ..., procurar não defeni-la com segurança, e pratica-la com risco .1 point -
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Bem está aqui um tutorial que criei está manhã para o fórum de arquitectura, em 3d Max Studio [ATTACH]2772[/ATTACH] Abraço.1 point
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Miradouro e Bar em além-rio - Mértola
3CPO reacted to Pedro Barradas for a topic
Caros, segue projecto desenvolvido em 1999, pela minha empresa, construido em 2000/2001. Relativamente à autoria, pertenceu à equipe que participou neste concurso, na qual eu fiz parte... e do qual vou manter em anonimato. Assim: O Além-Rio, outrora pequena aldeia satélite e actualmente zona urbana em expansão da vila de Mértola, apresenta uma posição invejável em termos cénico-paisagísticos, da qual se pode contemplar um dos melhores cenários do Centro Histórico. O miradouro localiza-se em Além-Rio, margem Esquerda do Guadiana, na encosta que confronta a “Vila Velha”, sobranceiro ao rio. O projecto cria um espaço de miradouro sobre o rio, para local de convívio e lazer, e um segundo espaço desnivelado, de esplanada com um pequeno quiosque/bar, por forma a animar o espaço público aproveitando as potencialidades únicas do local, procedendo a um ajuste paisagístico valorizando a intervenção arquitectónica. De acordo com o programa apresentado e em observância com o caderno de encargos e os limites de custo pré-estabelecidos para a obra, o projecto incidiu nos seguintes items: · Modelação do terreno; · Execução de muros de contenção de terras com aparelho de xisto; · Execução de um espaço de miradouro; · Execução de uma plataforma desnivelada para acolhimento do quiosque/bar e esplanada. · Execução do quiosque/bar transportável; · Criação de espaços de estacionamento para veículos automóveis: · Execução de acesso de nível à plataforma de esplanada; · Instalação de mobiliário urbano na zona de miradouro; · Arranjo paisagístico. · Construção de pavimentos lancis e escadas · Instalação de sistema de iluminação; Secção 1/50 / Fotos 1 / Fotos 2 / Foto 31 point -
http://www.arquitectura.pt/membros/ricardo/paineisfinais.pdf Este trabalho foi desenvolvido no decorrer do Velux Internacional Award 2006 ( http://193.163.166.98/com/a/ ) com o tema "light of tomorrow" era pedido que se estudasse a relaçao da luz com a arquitectura sob várias perspectivas, e dando total liberdade no resultado a apresentar, podendo variar entre uma tese escrita ou um projecto de arquitectura.Como era a nivel mundial e tinha de ser em ingles, o texto foi pensado directamente não tendo feito tradução, mas penso que não havera problema.O trabalho foi desenvolvido por: Ricardo Faia (arq.), Andre Carvalho (arq.), Silvia Pinto (desig.), Joao Caetano (desig.), e renders da autoria de Ruben Valente, e foi acompanhado pelos professores Rui Seco e Nelson Mota. Obrigado à Connecty porque sempre se mostraram prontos a ajudar a qualquer hora na colocação deste post e a tirar duvidas.1 point
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Apeteceu-me experimentar o nova versão do V - Ray 1.5, fiz um render por layers para edição em Photoshop. Carros em RPC, pessoas/árvores em *.jpg de planos ocultos. Céu e "lens flare" no vidro em Photoshop. Foi um projecto académico que carecia de render no 3DS Max. Críticas e comentários a tudo e mais alguma coisa são Bem Vindos. http://i2.photobucket.com/albums/y8/lllRAKlll/Forum%20Arquitectura/perspectiva1.jpg1 point
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O que se fez no Dia da Arquitectura
Pedro Barradas reacted to vitor nina for a topic
Dreamer, Creio que essa solução não é prática. Aceita o princípio que se aumentas a área de vidro (mais perdas térmicas) tens que aumentar a eficácia do isolamento (reduzir as perdas) noutro lado para compensar... isto não é complicado de conseguir... Da mesma forma que aumentar a área de vidro a Sul não é o mesmo que colocar vidros a Norte. Vê a casa SOLAR XXI (INETI) onde existe uma fachada com bastantes envidraçados a Sul e com poucos a norte. No entanto está termicamente optimizada porque apresenta um conjunto de soluções não consumidoras de energia eléctrica (ou que permitem reduzir significativamente o seu consumo) para garantir elevados níveis de conforto: iluminação zenital, ventilação cruzada, aquecimento com painéis solares, vidros fotovoltaicos que simultâneamente servem para captação de electricidade, para aquecimento (por efeito de parede de Trombe - Inverno) e de chaminé natural para arrefecimento (Verão). Não entendas de forma alguma que eu sou partidário do "cortar" no vidro; sou é adepto de se pensarem nas consequências de todas as soluções arquitectónicas e construtivas. TiCo, Gosto muito da casa dos "manos" Mateus, não obstante partilhar as reservas que tu apontas relativamente ao rodapé e aos remates dos focinhos da escada, mas isso é de somenos importância. O que para mim é verdadeiramente importante é que esta é uma casa diferente, com uma visão original (invulgar, será mais correcto) da forma de utilizar o espaço, bem integrada na envolvente e de desenho sóbrio (menos é mais), por isso acho que é cinco estrelas. Mais, acho que esta é uma das poucas casas em que a arquitectura ultrapassa o mero edifício...e poucas são aquelas em que sinto que isso acontece (mas isso é outra história). A arquitectura é pimba não é por ter telhas cerâmicas. Quanto ao Fernando Távora recordo bem a casa de Ofir (com telhado cerâmico) ou ainda de forma mais marcante o edifício da estalagem da Serreta, na Terceira (não me lembro do nome do arquitecto), com um telhado imponente, como sendo dois exemplos que marcam (e dos quais eu gosto muito) a arquitectura Nacional, quer se queira quer não. Mas isso não quer dizer que se faça hoje arquitectura com as formas plásticas dos anos 60 e 70. Tenho muitas dúvidas, contrariamente ao que dizes, que a arquitectura pimba seja mais barata, racionaliza os consumos energéticos ou tenha uma linguagem mais nacional (e racional) do que a arquitectura dos caixotes. Aliás a casa em Janas dos Arqs João Santa Rita e Filipa Moura, sendo um exemplo de arquitectura moderna (caixotes) ganhou o prémio da eficiência energética da DGE em 2003; a sua sobriedade ornamental, sem nhoquices do tipo socos, sancas, frizos (os elementos característicos da arq. pimba) de certeza que a tornam uma construção mais barata e com mais qualidade do que as casas neo-rococós do sec. XXI. ... Ao que isto chego, TiCo, eu sou engenheiro e tu arquitecto e és tu quem me falas de "caixotes" e "casas para a fotografia"? - Tá tudo ao contrário...1 point -
Fica aqui um tutorial simples de como fazer uma arvore em pouco tempo e utilizando as ferramentas do 3dsmax. Link1 point
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Vidros geradores de energia em Hong Kong
Arq.to reacted to André Moraes for a topic
muito interessante até para o uso a nível estético. esses painéis são caros pelos materiais utilizados, monopólio ou falta de interesse de mercado?1 point -
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Arq. Viana de Lima
Bruno_Rosa reacted to Rui Resende for a topic
AMestre, também a mim me entristece que aqueles que hoje começam a estudar arquitectura não tenham formas eficientes de aceder à obra do arqutiecto Viana de Lima, por via de publicações e maior divulgação. Estudo arquitectura vai para 5 anos, e é difícil encontrar quem realmente conheça parte da obra do arquitecto, quanto mais o encare como uma possível referência ou um modelo de trabalho. Este arquitecto foi um dos mais entusiastas divulgadores e animadores do movimento Moderno em Portugal, e a ele pertence a autoria de alguns dos mais interessantes edifícios deste período entre nós. Só por aí, o lugar dele na história da nossa arquitectura contemporânea deveria estar mais "desempoeirado". No entanto, não é de facto verdade que seja um arquitecto "simplesmente desconhecido". Eu conheço-o, no meu contexto académico ele é ainda um arquitecto relativamente divulgado, por força de professores que contactaram com ele, alguns mesmo trabalharam com ele. E já por diversas vezes recorri a ele (obra) como referência. Já tive a oportunidade de visitar vários edifícios de sua autoria ou co-autoria, tais como o tribunal de St Maria da Feira, a Faculdade de Economia do Porto, a habitação unifamiliar na Foz do Douro (a qual fui gentilmente autorizado pelos donos a visitar), vários edifícios de habitação colectiva no Porto, onde destaco o edifício de gaveto localizado junto à câmara municipal, e o bloco da rua Costa Cabral (se não estou em erro). Existe na biblioteca da minha fac (FAUP) uma publicação relativamente completa relativa à obra dele (deverá ser a mesma de que falas). Evidentemente não é suficiente este livro para se conhecer a obra do mestre, mas este associado a um esforço por visitar as obras constitui já uma muito boa aproximação. Já agora refiro ainda a participação de Viana de Lima no projecto do hotel que Oscar Niemeyer projectou para a Madeira, nos anos 60, se não estou em erro, no qual o papel do arqutiecto português foi bastante mais acentuado do que o que se possa pensar... Claramente ali encontramos um "Niemeyer" em todos os aspectos, claramente o edifício contou com o traço inconfundível do mestre brasileiro, ao nível da volumetria, implantação, linguagem, etc. etc. A curva do hotel não engana, assim como a volumetria do casino que se socorre de formas derivadas da hipérbole; e por fim o que a mim ainda me fascina mais naquele complexo, que tb já tive a oportunidade de visitar, que é a capacidade de montar um todo coerente a partir de uma aparente colocação aleatória de elementos arquitectónicos. Tudo isto é Niemeyer, mas o que normalmente não é conhecido, é que o brasileiro nunca esteve na ilha da Madeira, nunca viu ao vivo aquele terreno, aquele local, e que o arquitecto de obra foi precisamente o Viana de Lima, e que todo o desenho de pormenor relativo ao edifício foi realizado pelo ateliê do portuense. Para quem conhece um pouco da obra do arquitecto, percebe ao visitar o hotel da Madeira alguns momentos muito Viana de Lima, como por exemplo (refiro este por ser visível em qq foto) a forma como ele resolve o desenho das juntas de construção, numa espécie de ziguezague que ele já tinha utilziado no edifício junto aos Aliados e que transforma um elemento normalmente indesejado de necessidade técnica num elemento de composição que consegue ajudar à unidade. Acho que da análise deste tipo de questões muitas vezes de pormenor é que pode resultar uma maior percepção do porquê do arq. Viana de Lima ser de facto um mestre. Já agora acabo por recomendar o livro onde vem descrita esta participação de VL no projecto da Madeira com o O.Niemeyer, aliás toda a relação de grande amizade e proximidade entre estes dois mestres (a tal ponto que o escritório de Lima no Porto era o que Niemeyer utilizava por empréstimo sempre que por alguns períodos mais ou menos prolongados necessitava trabalhar na Europa). O livro chama-se "O nosso Niemeyer", é sobretudo acerca do Hotel na Madeira. Não é um bom livro do potno de vista da informação técnica (desenhos) do edifício, mas é um bom livro de história(s) relativo a esse projecto e a outros assuntos.1 point -
Legislação - Licenciamento de 1 Pavilhão Industrial
Arq.to reacted to vitor nina for a topic
Caro Cardo, Como sabes a legislação que regula as operações urbanísticas entronca no DL 555/99 com a redacção que lhe é dada pelo 177/2001. Este é o normativo mestre e com o qual se articulam (ou pelo menos se deveriam articular) todos os demais diplomas referentes aos licenciamentos regidos por legislação especial, nomeadamente aqueles que incidem sobre a edificação de alguns tipos de estabelecimentos industriais e comerciais específicos, de que são exemplos o comércio retalhista de grande superfície ou as unidades hoteleiras. Não sendo certo o destino a dar ao edifício que estás a projectar, apenas se poderá presumir estar-se perante o licenciamento de uma “edificação industrial de carácter polivalente”. Parece-me, pois, que seria esta uma possível designação a utilizares, dado traduzir razoavelmente bem a natureza daquilo que é pretendido implementar. Sendo de carácter genérico não creio que haja legislação específica que o enquadre, excepto o já citado DL 177/2001 e os planos de ordenamento territorial em vigor (PDM, plano de urbanização, plano de pormenor, alvará de loteamento, regulamento municipal de edificações, etc). O melhor, no entanto, é esclareceres o assunto junto da própria Câmara. Um abraço1 point -
Na casa de Helenita, mal cabem os braços abertos...
Arq.to reacted to Cinaminaminamina for a topic
só faltava aí pessoal a sambar! sem duvida que é super interessante saber mais um pouco como é que os habitantes fazem uso da habitação...perante um caso destes enfim admirável!1 point -
Bem... Fabuloso Sem dúvida que me faz lembrar os meus primeiros anos de faculdade quando andava pelas ruas a absorver formas e cores por onde quer que fosse passando. Ao passear pelos chamados bairros clandestinos encontrava algumas vezes destes deslumbramentos. Corpos que nascem e se formam face as necessidades de quem neles habita. Este é o tipo de projecto que mesmo que o sonhemos e imaginemos, logo o adulteramos por ser impossível... é só sonho. Afinal parece que talvez não...1 point
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[Sugestão] Tutoriais vray
Arq.to reacted to asimplemind for a topic
o reflexo na bola é uma sala com uma janela. Pode ser o que quisermos, temos de criar um novo material com essa textura e aplicá-lo ao ambiente do 3d. Assim todos os objectos estão dentro desse ambiente e se são reflectores vão reflectir esse ambiente. qto aos materiais, és tu que os crias. Tens de seleccionar vray material e depois tratas tu dos parametros e texturas1 point -
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World Cup
Bruno_Rosa reacted to Gonçalo Cardoso Dias for a topic
curiosamente eu até estou muito calmo. Está a ser um jogo muito táctico...1 point -
Olá! CHamo-me Márcio, acabei o curso de Design, na Faculdade de Arquitectura, e actualmente estou sem ocupação (leia-se desempregado) embora vá fazendo uns trabalhinhos como freelancer de vez em quando :grin: A minha especialidade é modelação 3D, rendering e 1 bocadinho de animação (não sou pro!), tratamento de imagem, projecto, e algo que não tem nada a ver, sou também técnico de hardware Abraços para todos8)1 point
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Bienvenues sur notre Forum d'Architecture!
Arq.to reacted to asimplemind for a topic
Bienvenue a toute le monde francophone et aussi les gens qui veulent parler français! Ce forum de discussion est situe en Portugal et la majorité de ses membres sont portugaises mais comme vous voyez ici vous pouvez parler et discuter en Français avec toutes les membres du Forum. Nous esperons qui vous aimez bien d'être ici et nous attendons des très bonnes discussions d'architecture! bien a vous! João Sousa1 point
