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  1. Peter

    Reputacao

    olha!! já que falam... eu não tenho nenhum!? desapareceram os que tinha ohhhhhhhh
    4 points
  2. XXXXX

    Honorários

    Os honorários não são tabelados, pormenor que presumo que deve saber... dois mil euros para o projeto de licenciamento + cerca de dois mil euros para as especialidades, para quem trabalha a partir da casa, sem custos adicionais (rendas ou imi´s, luz, água, informática variada, colaboradores, estas tretas todas sobre a forma de custos) é um preço que garante margem de lucro assaz, se for praticado tipo patrão a frente de uma empresa, o preço é diferente para mais geralmente embora existam gabinetes, que cobram 700 euros por um projeto de arquitetura, tipo copy paste, pega na moradia que fizeste ali em Peniche e cola em Torres Vedras, troca janelas, muda uma coisitas ao jeito do cliente e como inteligência é coisas que não abunda por estas bandas, o patrão diz, "Estou-lhe a fazer um desconto", o cliente responde "Obrigada", é assim que ganha 700 euros numa semana apenas no projeto de arquitetura... eu para fazer porcaria, merdas horrorosas, por favor ao próximo, prefiro não fazer, é preferível fazer uma moradia de 10 em 10 anos, mas que fique bem feita e cobrar 6000 Euros ao cliente, mas incluímos, Arquitetura + Especialidades + Assistência Técnica na Obra + Plano de Segurança e Saúde + Caderno de Encargos + Orçamentos, tudo com contrato, escrito a assinado... porquê as porcarias que se faz, por preços de Merda, nunca valem o sacrifício, tipo: Vou olhar para aquele mono o resto da minha vida, cujo autor fui eu, mas que foi feito ao gosto do cliente? É deprimente! Quanto é suposto um arquitecto cobrar para ir à Câmara pedir e preencher um formulário para saber o que pode ser feito em termos de projecto, num dado terreno? Isto pode ser preço de custo, além de ir passear à CM local, as taxas obviamente ficam por conta do cliente (PIP). As despesas de deslocamento, alimentação, portagens, são calculadas à parte? Deverá ser cobrado um valor à hora quando se trata de trabalhos pontuais p.ex. requesição de documentos para o dono de obra? Portagens e deslocação = 0.3 Euros/Km, era o que pagavam para Avaliações Imobiliárias para empresas privadas em 2010 (agora simplesmente não pagam nada), se trabalhasse para o estado a custa do dinheiro dos contribuintes, aí escuso de falar, seria gozar ainda mais com a cara dos Portugueses... que ainda se levantam, para ir votar! E, no caso de um novo projecto para uma moradia, depois de estimados os custos da obra, i.é, tendo um primeiro orçamento em mãos para o custo estimado da obra, que percentagem devemos levar para o projecto de arquitectura? Faseado de que forma. Não há regras, mas o bom senso obriga a que a maior fatia seja na fase de licenciamento + especialidades (que engloba orçamento e caderno de encargos). A "nossa fatia do bolo é equiparável às restantes especialidades? Hoje em dia os engenheiros, com os programas de estruturas, já perdem a sensibilidade para os cálculos, existem projetos de especialidades, cujos pilares são de forma indistinta todos iguais, acredito mesmo, que nem as armaduras mudam de pilar para pilar, qualquer Arquitecto percebe se a carga não é a mesma em todos os pilares, porque razão os pilares não poderão ser mais finos de forma a poupar betão caso a caso conforme a solicitação de cargas, eles ainda pensam, que nós nas pescamos nada disso... nem com meios informáticos as vezes conseguem escamotear pilares nas paredes, o que é frustrante, num projeto simples sem SADI e AVAC, não há razão para que a nossa ponderação não seja superior a deles. Em relação aos projectos de estabilidade, incêndios, águas e esgotos, térmica e acustica, somos apenas mais uma especialidade? Ou como coordenadores destas especialidades e diretores técnicos da obra podemos e devemos cobrar mais? Cobrar o quê, fazer um projeto de Arquitetura, sempre se pressupôs as especialidades e repectiva compatibilidade, se tudo estiver bem feito, não haverá problemas (raras vezes). Nota, não pode fazer Direção Técnica de Obra ou Fiscalização e ser o Autor de Projeto, a Ordem não deixava (Necessito de confirmar no novo estatuto, mas penso que contínua igual) e penso que continua a não deixar, coisas que estes estúpidos nas CM´s as vezes não percebem. Isto era a mesma coisas que fazer projeto para uma Câmara e depois ir aprová-los internamente como funcionário da mesma. Apenas como diretor de obra, ganha o seu salário de diretor de obra, a partir da empresa de construção, garanta o cumprimento do projeto de acordo com o aprovado na CM e dentro do budget. Mas você vende casas, tipo gaja gira e comunicativa com outdoors pendurados nas fachadas? Eles gabam-se muito do verdinho que ganham... cá em Portugal as pessoas não se medem em altura física, capacidades e conduta, é pela conta bancária e o carro que ostentam pago ou não. Já ouviu falar dos PQ e dos PAI? Esqueça isso da Remax, andou na melhor escola do País de Arquitetura para vender casas?
    3 points
  3. Elio Branco

    Shanghai

    O escritório onde trabalho está neste momento com 2 vagas para junior arquitecto. Mais informações endereçar questões para: eliombz@gmail.com
    2 points
  4. JCSMARTINS

    Proposta

    Olá a todos! Acompanho este fórum há algum tempo, mas acho que esta é a minha primeira intervenção. E faço-a na qualidade de 'cliente' também, porque é isso que sou actualmente pois tb estou a iniciar o projecto de uma moradia, para a qual decidi que seria melhor recorrer à contratação de um Arquitecto. E acreditem que muita gente me disse para nao o fazer, que ia pagar mais e tal, e que no fim o resultado era o mesmo... enfim, a conversa do costume. Bem ou mal, assim não entendi, porque valorizo as competências dos profissionais qualificados, que pelo menos dedicaram tempo e esforço das suas vidas para aprender as coisas... Não se limitaram à auto-aprendizagem baseada na cópia de outros trabalhos, sem querer, no entanto, menosprezar o trabalho de quem o faz. O tema do preço, embora importante, foi tratado com prioridade menor. Vejo aqui uma pessoa, a apresentar uma espécie de programa preliminar do que pretende, onde anexa uma foto, e que recebe respostas com criticas à foto apresentada, etc. Como cliente, decerto que a Liliana não pretende uma cópia da casa em questão, no entanto há pormenores nela que gosta, por isso a colocou aqui. Se o gosto é mau ou não, de qualquer ponto de vista, é sempre discutivel. Eu também mostrei fotos de coisas que gostava, e sei que muitas delas serão má opção para o meu caso particular, mas o que espero do Arquitecto não é que me faça uma cópia de uma casa ou que misture pormenores de várias só porque eu disse que gostava disto e daquilo... Espero antes que tenha a creatividade suficiente para traduzir um modelo de casa agradável e com qualidade, depois de conhecer quem a vai habitar, dos gostos e estilo que o cliente pretende, da luz que gosta de ter, do espaço que gosta de sentir, da temperatura que gosta de sentir, do ruido que gosta de ouvir, do dinheiro que pretende ou pode gastar, etc. Espero também que possa questionar opções por mim tomadas que possam ser inadequadas do ponto de vista de execução/custos. Espero interacção,acompanhamento, reponsabilização e garantias, o que é mais dificil de encontrar nuns meios que noutros, e sabem do que falo. Serei um melhor cliente porque espero isto de um Arquitecto, do que uma pessoa que espera apenas que lhe façam uma cópia de algo que viu, mesmo que seja uma completa aberração ? Eu acho que não ... Se o arquitecto tiver a competência suficiente para demonstrar que a pessoa está a caminhar na direcção errada, e se o trabalho é assim tão mau, então assuma-se isso perante o cliente e recuse-se o trabalho. Deixe-se para os outros, porque senão vai fazer parte do leque e depois perde a moral para criticar. Eu sei, a realidade é diferente, e as vezes a vontade/necessidade de facturar fala mais alto... As pessoas são diferentes, e muitas vezes nem fazem ideia do que querem... Viram coisas apenas ... Acham que gostam ... É tudo muito frágil na fase inicial de um projecto ... A gestão de espectativas tem de ser bem feita, por parte de quem vai fazer o projecto. E as vezes não é assim tão dificil... Penso que alguns comentários são colocados aqui em forma de critica não por causa do conteudo do post inicial em causa, mas sim pelo sentimento generalizado do estado das coisas, ao nivel da Arquitectura em portugal. Mas não é só a arquitectura ... Quase tudo neste país tem coisas mal feitas, concorrências desleais, etc ... Continuem com este forum de qualidade! Não se esqueçam que ele tb é bom para clientes que não percebem nada de arquitectura. Um abraço a todos!
    2 points
  5. Uma correçao apenas. O facto da parede ter diferentes profundidades, como sugere, torna a parede num difusor acústico. Um difusor acústico continua a ser reflector. Mas espalha o som pela sala. É bastante usado em salas de uso musical como auditórios para manter a sala viva, e no entanto livre de defeitos acústicos. Pode ver vários tipos de difusores e as suas especificações técnicas em : http://www.someacustica.com/someacustica/index.php?page=difusores-2 Numa piscina o objetivo é reduzir a reverberação, logo é fundamental a colocação de material absorvente. Embora na maior parte dos casos os materiais leves sejam mais absorventes, o que define a absorçao porosa (porque existem vários tipos de absorsores) é o fluxo de resistividade e não a densidade. Mas isto era um tópico de dava "pano para mangas" e muitas formulas matemáticas. Eu concordo consigo, mas o meu alerta era igualmente relativo à la de rocha e não à madeira... a madeira nao absorve som, quem absorve é a la de rocha que com execesso de humidade ou em contacto com a água nao conjuga muito bem, pelo menos dos exemplos que vi. Pode-se sempre pensar em usar espuma acústica conjugado com as placas de madeira, mas a unica que conheço e que é eficaz contra a humidade (Quash) tem uma absorção acústica muito fraca. Existem neste momento soluções de material absorvente que já são resistentes ao fogo e à humidade (ver http://www.someacustica.com/someacustica/index.php?page=espacos-publicos) que não precisam de la de rocha ou espumas acústicas. Essa anulação de fase que refere só acontece em algumas frequências, enquanto noutras o som é amplificado. Alias isso é comum ocorrer em paredes lisas (efeito comb filtering observado em estúdios de música) e nao em difusores acústicos.
    2 points
  6. nunomiguelneto

    Reputacao

    yah... nao devia ser azul como a minha ;)
    2 points
  7. eu n sei como tenho 6... tá boua tá.
    2 points
  8. Disponibilizamos uma listagem de Ateliers / Gabinetes de Arquitectura Nacionais. Esperamos actualizar esta lista com a ajuda dos membros que se mostrem disponiveis para tal. Listar gabinete ou atelier Se deseja listar o seu gabinete/atelier ou modificar a sua listagem por favor envie uma mensagem privada para Connecty identificando a sua empresa e com o contacto de marketing do gabinete. Para alterações será necessário verificação da empresa. Nota: Para este tópico serão apenas considerados Ateliers ou gabinetes de arquitectura com registo empresarial e com web site com contacto. Não serão considerados para a listagem páginas em construção, freelancers ou de estudantes. Formato de Inserção: [Nome do Atelier] - [Link para o site] Ordem Alfabética Ateliers Nacionais: 0-9 16 Arq - www.16arq.pt 38n9w Arquitectura e Urbanismo - 38n9w - arquitectura e urbanismo 4+ Arquitectos - 4+Arquitectos, Lda 92, Arquitectos - 92' Arquitectos da arquitectos - da arquitectos A A. 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António Bilelo - www.antoniobilelo.com António Campelo - www.arquitectocampelo.blogspot.com António Carvalho Arquitectura e Urbanismo, Lda - www.antoniocarvalho-au.com António Garcia - António Garcia António Portugal & Manuel M Reis, Arquitectos - www.aportugal-mreis.com APA - Atelier Público - Arquitectos Arquitecto Castro - www.arquitectocastro.com Archifobia - Archifobia - www.archiphobia.com ArchiStaff - Archistaff Arkibyo, Arquitectura e Urbanismo - Arkibyo Arquitectura e Urbanismo ArqAbreu - www.arqabreu.com Arquigest - ArquiGest Arquitectos Pioledo - Arquitectos Pioledos Arquitectos Associados - A.As - Arquitectos Associados Arquitronica Lda - www.arquitronica.pt Arquiporto - www.arquiporto.pt ArquiProjectos - ArquiProjectos Arquitraço - Arquitraço - Atelier de Arquitectura Arquitrave - www.arquitrave-arquitectos.pt Arquitectura Acessível - www.arquitecturaacessivel.com Arquitectura Pdesign - Untitled Document ArqLink - ARQLINK . Projectos e Construção, Lda Arqwork - Arqwork Arquitectura - arquitectos Arqu's, Gabinete de Arquitectura - www.arqus.pt Aripa - Aripa - Intro ARTEeTECTÓNICA - ARTEeTECTÓNICA - Arquitectura e desenho Lda. Arte mobel - Arte Mobel Artradi - Artradi.com Arx Portugal - www.arx.pt Asymmetric Studio - Asymmetric Studio AT93 - AT.93 Atelier de Arquitectura e Engenharia, Lda. 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Gil - Arquitectos Carlos Nuno Lacerda Lda - CNLL - Arquitectura Carlos Prata - www.carlosprata.com Célia Anica - Célia Anica - Arquitectura Cirurgias Urbanas - Cirurgias Urbanas Arquitectos Cidades Invisíveis - Cidades Invisíveis - www.cidadesinvisiveis.pt Cláudio Vilarinho - Cláudio Vilarinho - www.claudiovilarinho.com CLCS Arquitectos - CLCS Arquitectos CMARQ - CMARQ - Projectos de Arquitectura CNLL Arquitectura - CNLL - Arquitectura Companhia de Arquitectura e Design - CAD - Companhia de Arquitectura e Design Concepsys - Concepsys - Estudos e Projectos de Arquitectura, Lda. - arquitectos Conceptual - Conceptual arquitectos, Consultoria e Projecto, Lda Contacto Atlântico - Contacto Atlantico Arquitectura Contemporânea Lda - Contemporânea Lda CPU Consultores - www.cpu.pt CVDB - www.cvdbarquitectos.com D Daniel Pereira Mateus - Daniel mateus Draft 21 - Draft 21 E Eduardo Araújo & Nuno Lascasas Arquitectos, Lda. - Eduardo Araújo & Nuno Lascasas Arquitectos E-Studio - E-studio: extrastudio arquitectura urbanismo e design lda Estudio ADN - www.estudioadn.com Embaixada - Embaixada - Arquitectura Engeribas - Engeribas-Arquitectura Engenharia Lda - Arquitectos - Portugal Elsa David, Arquitecta - Elsa David Arquitecta Espaço A3 - Espaço A3 - arquitectura personalizada Estudio Urbano - Estudio Urbano - www.estudiourbano.com Entre Planos - Entre Planos Ezzo - Ezzo - www.ezzo.pt F Fernando Jorge - Fernando Jorge - arquitecto Fernando Robles - Fernando Robles Arquitectura Fernando Xavier & Filhos II - FXB2 Arquitectura e Engenharia FFCB Arquitectos - FFCB - Arquitectos Associados Filipe Oliveira Dias - Filipe Oliveira Dias, Arquitecto - Frontpage Fortifeio - Fortifeio - Arquitectura e Derivados Fragmentos de Arquitectura - Fragmentos de Arquitectura Francisco Portugal e Gomes - Francisco Portugal Gomes Arquitecto Frederico Valsassina, Arquitectos - Frederico Valsassina Arquitectos FusionCCLL - FusionCCLL G Gárgula Atelier de Arquitectura - Gárgula Atelier de Arquitectura Garceza Arquitectos - Garceza Arquitectos Geostar - Geostar - Website da Geostar G I A D - G I A D Arquitectos GJP Arquitectos - www.gjp.pt Graphos Arquitectos Associados - Graphos - Arquitectos Associados Glo-Office - Glo-Office go/a arquitectos - GO/A Arquitectos Gonçalves da Costa Arquitectos - Gonçalves da Costa Arquitectos Gonçalo Byrne - Gonçalo Byrne Arquitectos Graça Correia, Arqts, Lda - http://www.correiaragazzi.com GRCA - GRCA Arquitectos Grupo 3, Arquitectos - Grupo3 - Arquitectos Guilerme Machado Vaz - www.guilhermemachadovaz.com Guedes Viinikainen - www.guedes-viinikainen.com H Harchi - Harchi Henrique Torres Arquitectos - Henrique Torres Arquitectos HWCA, Arquitectura - HWCA-ADM Arquitectura I Ideias Do Futuro - Ideias do Futuro Ideoma - www.ideoma.pt IHT Atelier - http://www.iht.pt Imagine Virtual - Imagine Virtual INbuilding - INbuilding - Arquitectura e Engenharia Indiferenças Arquitecturas - Indiferenças Arquitecturas Inoxidar - Inoxidar Arquitectos Inês Lobo - Inês Lobo . 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Lis54 Arquitectura e Urbanismo - Lis54 - Arquitectura e Urbanismo Lugar do Plano - www.lugardoplano.pt Luís Granja, Arq. - www.luisgranja.com M M3P - M3p - www.m3p.pt Machado Perry & Bragança - Machado Perry e Bragança Arquitectos Mais metro menos metro - Mais metro menos Metro - Arquitectos Manuel F. C. Ramos Chaves - Ramos Chaves Arquitectos Manuel Ventura & Associados, Arquitectos - www.mventura.com Marco A. Guilherme Fernandes - Marco A. Guilherme Fernandes - Arquitecto Marco António Martins Arquitecto - www.marcoantonioarq.com.sapo.pt Mário Duarte - www.marioduarte.blogspot.com Mário Martins - Mário Martis - www.mariomartins.com MC Arquitectos - MC Arquitectos MCRP Arquitectos - www.mcrparquitectos.com Menos é mais - Menos é Mais MetroUrbe - Metourbe Miguel Mertens - Miguel Mertens - Arquitectos, Lda. 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Pedro Mendes Arquitectos - Pedro Mendes Arquitectos, lda Pedro Rodrigues - Arquitectura Global - Pedro Rodrigues Preis - Pedro Reis Arquitecto - Preis Pedro Reis Arquitecto Penas+villa arquitectos - www.penasmaisvilla.com Pentaedro - Pentaedro Pereira Miguel Arquitectos - Pereira Miguel Arquitectos - www.pm-arq.com Piso 1 Arquitectos - Piso 1 Arquitectos Pitágoras Arquitectos - http://www.pitagoras.pt Plan Arquitectos Associados - www.planassociados.pt plano 21 - Plano21 plano b - Plano b Plura - Plura - atelier_criativo PMC - PMC Ponto Cúbico Arquitectos - www.pontocubico.pt Pormenor Arquitectura - Pormenor Arquitectura Posto9 - Posto 9 - Arquitectos Lda Praxis Arquitectos - Praxis Arquitectos Project Room - Project Room - Arquitectura e Engenharia| Projectório - Projectório Promontório Arquitectos - Promontório Arquitectos Providencia Arquitectos - Providência Arquitectos PSS Arquitectura - www.pss-arquitectura.pt Q Q-UR - Q-UR-Qualidade Urbana-Planeamento e Gestão de Sistemas Urbanos, Lda R Raulino Oliveira Silva - www.raulinosilva.blogspot.com ReD - ReD - Marta Malé-Alemany e Jose Pedro Sousa Regino Cruz Arquitectos - Regino Cruz Arquitectos Reverso - www.reverso.com.pt Ricardo Costa Arquitectos - www.arqricardocosta.carbonmade.com Ricardo Carvalho e Joana Vilhena - www.ricardocarvalhoejoanavilhena.com Ricardo Peralta Arquitectos - Ricardo Peralta - Arquitectos, lda. 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Sofia Salema & Pedro Guilherme, arquitectos Lda - http://www.evora.net/sspg/ Solé-Atelier, Lda - http://www.sole-atelier.com/ Sousa Santos Arquitectos - Sousa Santos Arquitectos Stefano Riba - Stefano Riva Arquitecto Stretch Move Arquitectos - Stretch Move Arquitectos SuaKay - SuaKay Arquitectos SL Paisagistas - SL Paisagistas T Tambstudio - www.tambstudio.com Tekhne - Tékhnê Arquitectura Ternullomelo Arquitectos - www.ternullomelo.com Tiago Filipe Santos - www.tiagofilipesantos.com Tiago Matos & Ricardo Pereira - Tiago Matos & Ricardo Pereira, Arquitectos, Lda. 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Para alterações será necessário verificação da empresa. Atenção: Os comentários aqui dispostos serão removidos quando adicionados nova informação de Atelieres.
    1 point
  9. Boa noite. Gostaria que os mais entendidos nesta matéria me conseguissem dar umas luzes. É o seguinte, num terreno com 1700 m2 em zona residencial nível 2 ( índice de implantação maximo de 40%) pretendo construir uma habitação bifamiliar (por exemplo uma no RC outra no 1piso) É possível? E se for moradias geminadas? Tenho de proceder a algum projecto de loteamento e dividir o terreno em 2 lotes? Desde já agradeço a quem possa ajudar a esclarecer as minhas duvidas.. Cumprimentos
    1 point
  10. Resumindo e concluindo......continuamos a ser reféns dos Engenheiros, pois com a obrigatoriedade de entrega do tal Termo junto com o Projeto de Arquitetura, não conseguimos "ser autónomos" em relação ao Nosso Projeto ARQ...! Maravilhoso mundo este...
    1 point
  11. O nosso atelier está a praticar o preço de 4000 euros + iva para Projeto de Arquitectura + Especialidades de Engenharia Civil para Moradias Uni Familiares. Sabemos que vos irá chocar este preço e é mesmo o que temos praticado por força do mercado e para não estarmos parados. Trata-se de projeto de licenciamento apenas. Acompanhamento técnico de obra, Projeto de Execução, Medições, Autos, FIscalização, etc., não está incluido. Temos plena consciencia de que o projeto de arquitectura em fase de licenciamento é insuficiente para execução de obra, dái incluirmos os principais pormenores e pormenores de fachada a escalas de 1/50, 1/20 e 1/10 com dois cortes a escala 1/50. Sempre disponiveis para qualquer esclarecimento.
    1 point
  12. 2010 não foi o ano da reabilitação, assim como 2011 e 2012, 2013 não o será também certamente...
    1 point
  13. Transcrição do link http://www.arquitect...m?no=303081,287 que pode ser encontrado no site www.arquitectos.pt: "A Autoridade da Concorrência tem vindo a sancionar as ordens profissionais pela utilização de tabelas de honorários vinculativas ou indicativas para os actos profissionais. A entrada em vigor do Código de Contratos Públicos - e da subsequente Portaria 701-H/2008 de 29 de Julho - implicou a revogação das Instruções para o Cálculo de Honorários referentes aos Projectos de Obras Públicas, que servia de referência para o cálculo de honorários de muitos dos actos profissionais dos arquitectos. Assim sendo, cada arquitecto pode e deve estabelecer a sua própria tabela de honorários, respeitando o Estatuto, o Regulamento de Deontologia e demais disposições regulamentares da OA." Sei que a Ordem dos Arquitectos formou uma equipa para discutir, debater e tentar criar uma Tabela de Honorários. Peço à nossa Ordem que não abandone esta ideia e consiga uma Tabela de Honorários "Legal", capaz de clarificar o setor, assim como o acesso ao mesmo.
    1 point
  14. Acho que tens duas maneiras de o fazer... 1º através da criação de um objecto. 2º utilizar a ferramenta "solid element operations". espero ter ajudado.
    1 point
  15. Diz que é solução para REVESTIMENTO?!?... certo? Ora se é para revestimento, considera-se o acabamento da superfície. Não se está a contar com eventuais requisitos de outros substratos da composição de paredes, tectos e pavimentos. E já pensaste nos requisitos que devem ter os revestimentos para uma cela prisional? quais são? que te parece que sejam?
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  16. Auto nivelante de resina expoxy??? Pode ser da cor que quiseres, dependendo do pigmento! experimenta da SIKA Floor, por exemplo
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  17. Mark

    Motivação e Arquitectura

    Segundo o Siza "arquitectura sem prazer e um inferno" neste momento tou a trabalhar no estrangeiro pra uma grande empresa com bastante sucesso ao nivel do velume de negocios e concordo cada vez mais com o Siza. Infelizmente nesta firma (porque de facto n se trata de um atlier mas de uma maquina de fazer dinheiro), os projectos resumem-se a colagem de cliches e da ultima proposta q saiu na ultima revista. Vou quase todos os dias pra casa com um no na garganta, n porque os projectos sejam muito maus mas pk podiam ser muito melhores e todos os q trabalham aqui sabem disso mas os "poderes" superiores (os patroes, clientes e alguns colegas) assim nos condenam. Nao existe qualquer cultura de educar o cliente para que ele possa tomar as decisoes correctas, a estrategia passa antes por satisfazer os seus desejos de modo q ele assine o proximo cheque. A unica motivacao, pra alem de monetaria (sim o ordenado n e mau), e pensar q algum dos projectos q passam pelas minhas maos sejam um pouco menos mau, e passando os dias na ilusao de um dia trabalhar num atlier em q o q mais importa n seja o velume de negocios mas sim, que o mais pequeno detalhe tenha algum valor. Ate la vou trabalhando neste "inferno". Ja agora, se alguem quiser partilhar as suas experiencias, tou curiouso por saber como passam as coisas em Portugal, ou mesmo noutros paises. se puderem deixar o vosso testemunho agradeco. Obrigado
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  18. X-acto

    Saídas Profissionais...

    perdão entre nao receber nada e receber 2 ordenados minimos, realmente houve subida na remuneração, já o titulo mantém-se: arquitecto estagiário!
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  19. Against

    Psyco - Smile Cup

    Finalmente um sítio para por as bolachinhas!! Eu pessoalmente tenho sempre a chatice de nunca saber onde por os cookies quando bebo o chá das 5... Ah, e não podem convidar alguém para uma chávena de chá, agora é só meia! Smile
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  20. Tudo depende do que se entende por excêntrico, se o excêntrico da casa do Cristiano Ronaldo, se o excêntrico de algumas das casas da Quinta do Lago, se o excêntrico de simplesmente diferente (fora do "centro"), etc.
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  21. pinTas

    O outro lado de Fátima

    como é costume todos os anos no verão, dei um salto até Fátima. E este ano decidi tirar umas fotos para colocar aqui. as fotos são do recinto do santuário de Fátima, que está neste momento a sofrer uma "pequena" alteração. de um lado existe a conhecida Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima. fonte: http://www.santuario-fatima.pt/portal/index.php?id=1346 (só agora me lembrei que podia ter tirado fotos ao interior, mas se alguém tiver e quiser colocar...na boa!) do outro lado está em construção a futura Igreja da Santíssima Trindade. fonte: http://www.agencia.ecclesia.pt/pub/37/noticia.asp?jornalid=37&noticiaid=6859 fotos do estado actual as panorâmicas não estão nada de jeito, mas...foi o que se conseguiu.
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  22. sinceramente, estive na expo, e o pavilhão de Portugal não me despertou qualquer interesse. acredito também, que dadas as limitações não se podia fazer mais, mas....
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  23. boa tarde... Lamento não ter respondido ás questões levantadas mais cedo, mas estou cheio de trabalho, uma vez que o prazo para a entrega está a aproximar... Agradeço a ajuda disponibilizada, e quão importante é ouvir as opiniões dos outros... Vou tentar responder ás questões levantadas por Aaliz... O caracter que propus para este complexo seria de lazer, não dando muita importancia ao caracter competitivo, mas sem o colocar inteiramente de parte...Isto porque a piscina tem 25x12,5m, o que permite apenas competições regionais, mas não tem bancada para o efeito. Sendo de lazer, decidi dotar este espaço com um tanque que possibilita-se a realização de competições, e o espaço destinado a bancada poderia ser colocado, ora no patio interior, ora no exterior... Essa questão da bancada foi um grande "problema" para resolver, devido a certas incongruencias que possam existir na leitura do projecto, mas a realidade é que não existe...Posso dizer que quero impor um costume, em que se retorna ao espaço piscina para habitar, usufruir, e não tanto para assitir.Pretendia que fosse algo comunitário (faço referencia ás termas romanas pelo caracter social e ludico desses espaços), familiar, de convivio. Relativamente aos blocos de partida, eles estão desenhados, apenas disimulados com a esteriotomia do pavimento... Como disse, o caracter do complexo piscinas é de lazer, mas tem as infra-estruturas para qualquer tipo de utilização, com excepção de saltos e polo aquático. Tentarei o quanto antes colocar o projecto todo aqui, mas espero que comprendam que nesta altura é complicado...falta um mês para terminar... No entanto, e relativamente á minha intenção de desenhar todo o edificio em betão, gostaria de manter essa mesma imagem...e para isso pensei em duas opções conjugadas...Primeiro, as interiores seria feitas em betão celular, dito leve, e em segundo, a cofragem seria desenhada de modo a ter uma superficie com algumas saliencias na parede....A cofragem seria em reguas de madeira, mas com espessuras diferentes, de modo a criar "vazios" na parede contínua...Será que é suficiente para defender a minha ideia? Abraço...
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  24. Por Enio Leite Foi numa manhã, mais precisamente no dia 19 de agosto de 1839, que a fotografia se tornou de domínio público em território francês. O anúncio oficial foi feito na Academia de Ciências e Artes de Paris, pelo físico François Arago, que explicou para uma platéia espantada os detalhes do novo processo desenvolvido por Louis Jacques Daguerre. O físico apresentava e doava ao mundo o daguerreótipo. Naquele momento o acto parecia uma mágica. Uma caixa escura, ferramenta capaz de captar e fixar numa superfície o mundo “real”. Dizem as lendas que em seguida à cerimônia várias pessoas saíram as ruas em busca de uma máquina de fazer daguerreótipos e essa vontade de produzir imagens nunca mais cessou. Daguerre não perdeu tempo. Antes de doar seu invento a França já havia patenteado o mesmo nas Ilhas Britânicas, Estados Unidos e nos quatro cantos do mundo. “De hoje em diante, a pintura está morta” declarava o pintor Paul Delaroche. Nos círculos mais conservadores e nos meios religiosos da sociedade, “a invenção foi chamada de blasfêmia, e Daguerre era condecorado com o título de “Idiota dos Idiotas””. O pintor Ingres, ainda que utilizasse os daguerreótipos de Nadar para executar seus retratos, menosprezava a fotografia, como sendo apenas um produto industrial, e confidenciava: “a fotografia é melhor do que o desenho, mas não é preciso dizê-lo”. Baudelaire, um dos mais expressivos representantes da cultura francesa, negava publicamente a fotografia como forma de expressão artística, alegando que “a fotografia não passa de refúgio de todos os pintores frustrados”, e, sarcasticamente, celebrava a fotografia “como uma arte absoluta, um Deus vingativo que realiza o desejo do povo - e Daguerre foi seu Messias. Uma loucura, um fanatismo se apoderou destes novos adoradores do sol”. Com estas declarações, Baudelaire refletia o impacto causado pela fotografia na intelectualidade européia da época”. Um artigo publicado no jornal alemão Leipziger Stadtanzeiger, ainda na última semana de agosto de 1839, ajuda a compreender melhor este confronto:”Deus criou o homem à sua imagem e a máquina construída pelo homem não pode fixar a imagem de Deus. É impossível que Deus tenha abandonado seus princípios e permitido a um francês dar ao mundo uma invenção do Diabo”.(Leipziger Stadtanzeiger ,26.08.1839, p.1) A nova concepção da realidade conturbou o mundo cultural e artístico europeu. Como entender que a fotografia viesse para ficar, a não ser em substituição das tradicionais formas de representação? Já se havia gasto vãs sutilezas em decidir se a fotografia era ou não arte, mas preliminarmente, ainda não se perguntara se esta descoberta não transformava a natureza geral da arte e da cultura. A nova invenção teve importância mais filosófica do que científica. Nasceu dentro do germe da sociedade industrial e a partir desta data o mundo nunca mais seria o mesmo. Enio Leite é diretor da Focus Escola de Fotografia - http://www.escolafocus.net
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  25. Está a ser debatido aquilo ser bonito ou feio. Aqui, estou a lançar a questão do porquê a Ordem enviar comunicados sobre esta situação, quando esta é corriqueira na nossa actividade; comigo já aconteceu um par de vezes. Devia era ter ido para engenheiro, pelo menos não tinha políticos a votarem se a minha ponte iria cair...
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  26. Andam por aí uns palhaços nas empresas grandes (Eng.), que atiram umas c*********, atendem uns telefones e metem os dados no cype, nem desenham as estruturas que eles próprios calculam... o que é doentio.
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  27. Esse, meu caro, é o âmago da questão...
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  28. "O Fernando Távora contava a estória do senhor da mercearia ou café, que o conhecia desde há muito tempo, e tratava-o sempre por engenheiro, até que um dia o Távora interpelou-o e disse-lhe que era arquitecto, ao que o senhor respondeu que sabia que ele era arquitecto mas como tinha muita consideração por ele tratava-o por engenheiro." Design como profissional, escultura/fotografia como passatempo.
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  29. nota-se que és portista! e o boavista não conta!?? * estamos a reportar há época em que se fez os estádios. Concordo que deveria ter sido feito um estádio municipal, para sporting, benfica e belenenses,no entanto o Alvalade XXI foi pensado muito antes de de saber se vinha o Euro2004. Foi pena não ter sido o 1º projecto a ser construido, porque este é muito feio Apesar de gostar do projecto do Souto Moura, o Estádio AXA, considero o vosso estádio o mais bonito e funcional. nota: o orçamento deste ultrapassa os dois da segunda circular!!
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  30. Olá! A todos os que estiveram presentes na visita e que viram a construção de todas as perspectivas aki vai uma que provavelmente só as gaivotas conhecem. Desculpem enviar só uma foto, mas amanha no fim do dia já devo ter tempo para colocar o resto. Abraço
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  31. por acaso sou de perto da cidade em questão... algumas pontes encontram-se concluidas e outras não(bares/ pique-nique) há menos de 1 ano atrás. quanto aos arquitectos, eu conheço uma dupla de arquitectos paisagistas portugueses que participaram numa das partes do projecto(em termos de percurso na proximidade da piscina municipal e estádio) a ponte para os miudos, daquilo que vi(e muito ainda nao tava construido deste percurso à beira-rio) é das mai concorridas! quanto ao atelier(e acho que não foram os MVRDV, mas sim um dos elementos do grupo) acho-o muito interessante. para mim uma boa aposta. nós portugueses devemos ter influências e marcos no nosso caminho. e devemos,também, perceber como os projectos de grandes ateliers tem virtudes e deficiências in loco. se podemos ter a oportunidade de ter um "apontamento" deste atelier no nosso país. então que seja bem vindo. só assim seremos uma civilização da aldeia global, e só assim também nós poderemos ir para o exterior mostrar um pouco do que é nosso... abraço
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  32. JVS

    O Ultimo Filme que Vi

    Eh triste... acabou em grande. A juventude tem destas coisas... perdem-se na droga e morrem... quando nao morrem caem no abismo... forever.
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  33. Apoiado! :icon14: (P.S. Só um aparte, se alguem ve uma mensagem que nao gosta, e logo tirar na reputaçao, se gostam, nao fazem nada... )
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  34. JAG

    Reputacao

    Atenção... a Leonor... quer começar a lixar o pessoal... :nervos:
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  35. m a r g a r i d a

    Reputacao

    mas...mas....mas.....mas eu sou menina..... :.(
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  36. 3CPO

    Reputacao

    Se clicarem no meu, aparecem umas fotos de umas meninas todas giras... ;)
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  37. AnaS

    Reputacao

    ainda nem me tinha apercebido de que existem esses pontos de reputação!!
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  38. quem te disse? era bom haver algo oficial.... Se vão sair entre hoje e amanhã muito bem. Mas de qualquer das formas nunca irei ficar satisfeito nem com um enorme pedido de desculpa e uma grande justificação (que acredito que não haja)
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  39. Algo que sem duvida cada vez mais questiona a "arquitectura vindoura", é a forma de como as "pessoas" personalizam e adaptam o espaço ás suas exigências, gostos e modos de estar / apropriação do espaço... A dualidade ás vezes gerada entre o gesto arquitectonico e o que as pessoas pertendem como o seu proprio espaço (" a sua casa "), muitas vezes cria conflitos e levanta novas problemáticas na forma como os arquitectos geram e manobram tais espacialidades...isto numa era de constante mudança e novas tecnologias. Tais questões foram levantadas num exercicio, no qual vos exponho a resolução, tendo como base tais premissas e uma cada vez mais necessária a sustentabilidade. Este exercicio estava englobado num outro que consistia na criação duma "nova cidade" na zona de carcavelos - junto a farbrica da Legrand... Depois de projectada a cidade, (tema 02), era pedido que fosse gerado uma zona "pública de exposição das habitações" com a inclusão de um modulo que seria a base da habitação do tema cidade (tema 03 ). Aqui fica para ja o resultado " final " do modulo em makete onde as principais premissas presentes, foi a mutabilidade espacial e a sustentabilidade, pois xegava a ser apreoveitado " caixas de ovos " para se construirem paineis sanduiche servindo da mesma forma para isolamento acustico e ate climatérico, mas mais tarde vo deixar aki cortes e plantas, para voces perceberem o trabalho... Gostava que comentassem, sobre a resolução do mesmo, para ja ficam as fotos da makete 1.20, mais tarde irei incluir os rigorosos...
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  40. Nem todos os edifícios têm de carregar com o letreiro do "Look at me, i´m a monument"... bem sei que nas universidades muitas vezes é isso que ensinam, mas ainda bem que nem todos procuram esse protagonismo... Desconheço completamente o projecto, mas concordo que tem muito de imagem corporativa, o que a meu ver é bom.
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  41. mais do que conceitos, explicações rebuscadas ou ideias mirabolantes, acho que o arquitecto, antes de começar a projectar e a decidir certas coisas deveria ter sempre presente que, é para o ser humano que vamos estar a fazer alguma coisa, isto é, é para o "comum mortal" que essa obra se destina e não para super entendidos em arquitectura, que possam ter uma visão mais artística e poética da intervenção. pessoas essas que, não tendo a formação que todos nos temos ao longo da vida, se irão questionar com o porquê de certos "marmarranchos". pessoas essas que, podem gostar do interior ou do exterior do edifício, sentirem-se bem mas não saberem explicar, normalmente também se preocupam mais com a funcionalidade. "comuns mortais" que não sabem, não se lembram ou não querem saber de memorias descritivas, conceitos, ideologias ou vertentes... volto a referir, são essas o nosso publico alvo, são essas as que vão posteriormente habitar o edifício.. assim sendo, perguntar o porquê de vez enquando aparecerem obras "desumanizadas" difíceis de entender, simplesmente o porquê de serem assim? esta é claro a minha humilde opinião :)
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  42. Sputnik

    A Poética Do Espaço

    E continuamos com os nossos domingos de poesia... Para falar de poética do espaço, não serviria simplesmente descrever ou referenciar-nos num espaço concreto. O que o filósofo faz é utilizar-se das descrições de espaços feitas por grandes poetas - é a forma mais justa de transmitir o sentimento poético. "O poeta conta que desde a sua infancia tinha desejado inutilmente possuir uma casa de campo com um jardinzinho e que, agora, com a idade de setenta anos, resolvera dá-los de presente a si mesmo, com a sua própria autoridade de poeta e sem nenhuma despesa. Começara por ter a casa, depois, aumentando o gosto pela posse, acrescentara o jardim, depois o bosquezinho etc. Tudo isto só existia na sua imaginação; mas bastava para que essas pequenas posses quiméricas adquirissem realidade aos seus olhos. Falava delas, desfrutava-as como coisas verdadeiras; e a sua imaginaão era tão forte que eu não ficaria admirado se o visse preocupado com a sitação da sua vinha durante as geadas de Abril ou Maio."
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  43. Por acaso encontrei isso aqui perdido no meu computador! :)
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  44. Bem thiago, eu estudo na Faup e posso portanto falar com (alargado) conhecimento de causa. Não, não é assim tão radical, não, não precisas de te tornar um sizinha. E como prova de que isso é verdade, basta estudar ou verificar ainda que superficialmente a obra dos arquitectos que saem formados na faup (nem todos têm obra publicada mas muitos têm). Facilmente verificas que são obras completamente distintas, baseadas em princípios distintos e diferenciados. A base comum? Uma base académica comum, um método de ensino e de abordagem ao projecto que já se provou inúmeras vezes funcionar. O texto a seguir pode ser longo mas se realmente te interessa vale a pena ler, espero conseguir esclarecer: Aquilo a que hoje se chama escola do Porto aparece, poder-se-á dizer, da acção primeiro do mestre Carlos Ramos, mas sobretudo da mente de um outro mestre chamado Fernando Távora. Este, que teve uma formação fortemente influenciada pelo modernismo e pelas discussões do CIAM (chegou a participar, conheceu o Le Corbusier e outros mestres), a determinada altura, e à semelhança do que ia acontecendo com outros arquitectos na Europa e no mundo (o Corbu incluído, a Lina Bobardi no Brasil, por exemplo), começou a questionar a validade absoluta que os CIAM e que os arquitectos modernistas fundamentalistas pretendiam passar. O modernismo faliu, mas teve influência. E o que entre nós o arq.Távora faz é idealizar uma forma de fazer arquitectura que simultaneamente aproveitasse o que de bom o experimentalismo do modernismo tinha tido com alguma forma de fazer arquitectura até então mais ou menos desconhecida que fosse de raiz portuguesa, que fosse realmente de Portugal, e de nenhum sítio mais. Neste ponto FT opõe-se à ideia então defendida de "casa portuguesa" defendida pelo arquitecto Raúl Lino e apoiada pelo regime então no poder, porque correspondia a um estilo "português suave" que tinha que ver com uma ideia de brandos costumes e corporativismo que interessavam (posso dizer que escrevo isto numa casa de 1955 fortemente influenciada no seu desenho por essa moradia tipo). O Távora escreve no princípio dos anos 50 (ano a confirmar) um texto chamado "o problema da casa portuguesa" onde descreve a sua posição contrária em relação a tudo isto. Para ele, a tal raiz portuguesa estaria na arquitectura vernacular, de cariz popular, produzida espontaneamente por todo o país. Foi então (juntamente com outros notáveis da arquitectura portuguesa de então) um dos maiores entusiastas e participantes no inquérito à arquitectura popular portuguesa, um levantamento em exaustivo e rigoroso de toda a arquitectura popular existente, de norte a sul do país. Esse documento resultante é ainda hoje um monumento inabalável à grande pequena arquitectura anónima e uma fonte inesgotável de aprendizagem para quem estiver disposto a aprender. A arquitectura do Távora reflecte todo este esforço, toda esta análise, e dele são os primeiros exemplos de arquitectura portuguesa que funde o que de mais moderno se produzia com o que de mais português existia. Conclusões retiradas: - não há uma arquitectura popular portuguesa, há muitas, sempre variada, sempre diferente, no Algarve ou em Trás-os-montes; - Entre as características comuns a todas as diversificadas arquitecturas, encontra-se sempre uma enorme sensibilidade ao território, à topografia, ao efeito que o construído causa - uma tendência irrepreendida para a integração, em oposição ao realce do construído (não é isto sinónimo de arquitectura "camaleónica" ao contrário do que muitas interpretações erradas podem concluir) - relacionada com a anterior, uma arquitectura pouco monumental, que se impõe muito pouco (aliás isto é visível até na arquitectura erdudita que fomos produzindo) Assim sendo, singifica que a análise do território no máximo número de vertentes possíveis, histórica, geográfica, etc. e sobretudo, a COMPREENSÃO do território onde se intervém é permissa fundamental, e uma tendência é um gosto por redescobrir e no fundo, porque não dizer, redesenhar a arquitectura que pela sua durabilidade, espontaneidade e funcionalidade sempre se provou uma mais valia para os territórios onde se implanta (a tal arq popular). Este último parágrafo, em si, não corresponde a nenhuma ideia predefinida de arquitectura. Corresponde a uma ATITUDE perante o projecto, perante a arquitectura. E é isso que escola do Porto significa: uma atitude. Essa, sim, foi traduzida por mestre Távora num método de trabalho e, pedagicamente, num método de ensino. Esse é o método que, com actualizações, deturpações e alterações vem sendo ensinado desde então na agora faup (antiga esbap). Em geral, todos os professores que hoje ensinam, tiveram como mestres ou influências Távora ou aqueles que se juntaram a ele nesta ideia que se provou digna, de arquitectura. Esse método baseava-se numa relação muito pessoal e importante com o desenho como ferramente fundamental para o apuramento do olhar, e de percepção de todas as características que referi em cima. Isto é a escola do Porto, segundo Rui Resende, sem por uma vez falar no nome do maior arquitecto português do século XX que é, quem tiver coragem de ver vai perceber, Álvaro Siza Vieira.
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  45. Texto Justificativo da Proposta " É importante explicar um conceito de arquitectura, não restrito à sua defesa popular como arte de construir, mas como acto de projectar que pretende comunicar uma ideia de cultura e sociedade. Da praxis arquitectura remete directamente para a antecipação de um ideia que ambiciona articular-se nas palavras de Jaques Herzog, o projecto constitui-se como um mundo imaginário e nas de Zampi, o papel do arquitecto é criar novos modos de viver. " A proposta apresentada ambiciona articular-se com este pensamento ao criar espaços diferentes e novas vivências, criar espaços com uma identidade muito própria, fundamentalmente por ser tratar de uma escola de ensino integrado. Contrariar a monotonia da ortogonalidade, pretendendo que o aluno crie uma imagem do seu espaço de ensino, e se identifique com o mesmo. O tipo de espaço proposto provoca o confronto directo entre alunos dos vários ciclos. O espaço de ensino está distribuído por núcleos a partir de um pátio central comum a todos os níveis de ensino. Cada núcleo de ensino está organizado em função de um pátio exterior, estes tem um carácter mais reservado a cada ciclo de ensino correspondente com a possibilidade de poderem usufruir dos restantes para actividades colectivas, estes pátios exteriores são também organizadores de funções inerentes ao programa. No seguimento destes princípios geradores do desenvolvimento da proposta apresentada foram estabelecidos novos valores que definem espacialmente os diferentes caracteres de espaço que o programa estabelece, os espaços de circulação são percorridos em declives, estes declives ou inclinações de percurso foram definidos a partir de dois princípios fundamentais que dizem respeito à sua percentagem de inclinação nunca excedendo os 6% e para salvaguardar as alturas de pé-direito definidas pelo programa (no caso do polidesportivo), a partir desta regra primeira, estas inclinações procuram adaptar-se à morfologia do terreno para permitir a sua integração com o seu exterior. Assim é assegurada a diferenciação espacial dos espaços do programa. A uma cota inferior desenvolve-se o espaço de ensino, as salas de aula e restantes espaços desenvolvem-se a cotas diferentes estas são geradas pela cota que corresponderá à sua porta de entrada, à medida que se vai percorrendo o espaço no sentido ascendente vai-se ao encontro de espaços como o centro de recursos, mediateca, bufete, e por ultimo o refeitório, a esta cota mais elevada encontram-se os espaços sociais e de convívio que permitem o contacto visual para o polidesportivo que se desenvolve a uma cota inferior e que é acedido a partir de um semi-circulo criado pelo desfasamento de planos, este semi-circulo segue o mesmo raciocínio dos pátio exteriores, o seu desenho irá ser circunscrito no pavimento por diferenciação de pavimentos. Assim como os acessos à escola seguem esta leitura visual, acontecem em desfasamentos de planos e o pavimento do seu interior forma um semi-circulo que completa o desenho do desfasamento do plano no pavimento, como que anunciando um outro espaço para alem deste momento. Ao nível de cobertura da escola desenvolve-se o espaço público que é servido por três volumes de equipamentos e serviços de apoio. O espaço público está organizado por vários percursos pedonais orgânicos com dimensões reduzidas, conduzindo o utente a espaços de maior desafogo onde se localizam os equipamentos e serviços, sugerindo assim uma maior permaneciam no local. Estes percursos são uma vez mais orientados pela localização dos pátios que são delimitados por áreas ajardinadas, estes espaços verdes assumem uma barreira sensitiva de aproximação aos pátios. A estrutura viária proposta irá servir a escola e também a estação de metro de francos, os espaços de circulação pedonais paralelos a esta surgem com a intenção de virem a ter caracteres diferentes, existe assim um espaço directamente relacionado com a linha de metro e um outro com a escola, este que acompanha a estação de metro a partir de dois momentos de estrangulação da malha urbana do outro lado da via de metro, abre e proporciona assim um espaço de desafogo sendo servido pontualmente dos dois percursos pedonais nos pontos mais curtos entre a linha de metro e a via proposta. Nuno Correia | Nº 3830 | Arquitectura V | Docente Sérgio Antão | 5º E | Julho de 2006 Implantação Planta cota 76.10 Planta cota 78.30 Planta cota 79.50 Planta de cobertura (espaço público) Cortes 1.2.3. Cortes 4.5.6. Cortes 7.8.9.10 Cortes 11.12.13.14. http://img216.imageshack.us/img216/5341/2ve4.jpg
    1 point
  46. Dreamer

    Siza Vieira

    "Gajos" desses não precisam de publicidade, nem de mostrar o trabalho... já há muita gente interessada em fazê-lo... Devem ser poucos os gabinetes que "angariam" clientes pela net e/ou listas telefónicas (pelo menos essa é a realidade que conheço)... É sempre o amigo do amigo, ou o primo de alguém para quem se fez alguma coisa... Quem "recorre" aos nomes grandes já sabe muito bem onde os encontrar... e não precisa de se esforçar muito para encontrar exemplos do seu trabalho... Acho que deve ser uma questão de prioridades... se previligiam gastar uns cobres em horas de trabalho, ou numa empresa de webdesign...
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  47. Rosalina... por experiência própria, não hà nada melhor que ires à livraria do LNEC, compras o livro "Curso sobre medições na construção civil", preparas a tua folha de excel com o conteúdo e regras previstas no manual, adicionas mais alguns artigos (relacionados com arrnjos exteriores e afins...) pois o livro está preparado mais para construção de edificios. Obrigas os outros colaboradores (eng.os) a seguirem a metodologia e assim cumpres as "normas LNEC" e dás grande banhada ao resto do pessoal, que verdade seja dita, fazem, mas não sabem... Os programa automáticos... bom não gosto, acabamos por não saber o que estamos a fazer... eu pessoalmente não admito omissões aos projectos de execução (pelo menos tento, LOLOL). Claro está, não esquecer de complementar com boas CTG e CTE´s. Os cursos do IEFP... não me parece q aprendas nada de extraordinário.... tenho na empresa um Medidor/orçamentista e teve de reaprender tudo de novo...
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  48. :s era das cookies! agora isto já funciona! =D obrigado!
    1 point
  49. Vampir0

    freehand

    No Adobe Acrobat Professional tens essas opções todas...
    1 point
  50. O que tens de perceber sobre o conceito é que é algo que tu tens de apresentar a quem te avalia, sejam professores, seja o teu cliente, seja o grande publico, e quando fazes isso não podes demonstrar fragilidades, porque tas a falar do fio condutor do teu projecto\criação. E se demonstras hesitações em relação a isso acabas por estar a demonstrar hesitações a todo o teu trabalho.
    1 point
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