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Showing content with the highest reputation since 27/06/2006 in all areas

  1. Peter

    Reputacao

    olha!! já que falam... eu não tenho nenhum!? desapareceram os que tinha ohhhhhhhh
    4 points
  2. XXXXX

    Honorários

    Os honorários não são tabelados, pormenor que presumo que deve saber... dois mil euros para o projeto de licenciamento + cerca de dois mil euros para as especialidades, para quem trabalha a partir da casa, sem custos adicionais (rendas ou imi´s, luz, água, informática variada, colaboradores, estas tretas todas sobre a forma de custos) é um preço que garante margem de lucro assaz, se for praticado tipo patrão a frente de uma empresa, o preço é diferente para mais geralmente embora existam gabinetes, que cobram 700 euros por um projeto de arquitetura, tipo copy paste, pega na moradia que fizeste ali em Peniche e cola em Torres Vedras, troca janelas, muda uma coisitas ao jeito do cliente e como inteligência é coisas que não abunda por estas bandas, o patrão diz, "Estou-lhe a fazer um desconto", o cliente responde "Obrigada", é assim que ganha 700 euros numa semana apenas no projeto de arquitetura... eu para fazer porcaria, merdas horrorosas, por favor ao próximo, prefiro não fazer, é preferível fazer uma moradia de 10 em 10 anos, mas que fique bem feita e cobrar 6000 Euros ao cliente, mas incluímos, Arquitetura + Especialidades + Assistência Técnica na Obra + Plano de Segurança e Saúde + Caderno de Encargos + Orçamentos, tudo com contrato, escrito a assinado... porquê as porcarias que se faz, por preços de Merda, nunca valem o sacrifício, tipo: Vou olhar para aquele mono o resto da minha vida, cujo autor fui eu, mas que foi feito ao gosto do cliente? É deprimente! Quanto é suposto um arquitecto cobrar para ir à Câmara pedir e preencher um formulário para saber o que pode ser feito em termos de projecto, num dado terreno? Isto pode ser preço de custo, além de ir passear à CM local, as taxas obviamente ficam por conta do cliente (PIP). As despesas de deslocamento, alimentação, portagens, são calculadas à parte? Deverá ser cobrado um valor à hora quando se trata de trabalhos pontuais p.ex. requesição de documentos para o dono de obra? Portagens e deslocação = 0.3 Euros/Km, era o que pagavam para Avaliações Imobiliárias para empresas privadas em 2010 (agora simplesmente não pagam nada), se trabalhasse para o estado a custa do dinheiro dos contribuintes, aí escuso de falar, seria gozar ainda mais com a cara dos Portugueses... que ainda se levantam, para ir votar! E, no caso de um novo projecto para uma moradia, depois de estimados os custos da obra, i.é, tendo um primeiro orçamento em mãos para o custo estimado da obra, que percentagem devemos levar para o projecto de arquitectura? Faseado de que forma. Não há regras, mas o bom senso obriga a que a maior fatia seja na fase de licenciamento + especialidades (que engloba orçamento e caderno de encargos). A "nossa fatia do bolo é equiparável às restantes especialidades? Hoje em dia os engenheiros, com os programas de estruturas, já perdem a sensibilidade para os cálculos, existem projetos de especialidades, cujos pilares são de forma indistinta todos iguais, acredito mesmo, que nem as armaduras mudam de pilar para pilar, qualquer Arquitecto percebe se a carga não é a mesma em todos os pilares, porque razão os pilares não poderão ser mais finos de forma a poupar betão caso a caso conforme a solicitação de cargas, eles ainda pensam, que nós nas pescamos nada disso... nem com meios informáticos as vezes conseguem escamotear pilares nas paredes, o que é frustrante, num projeto simples sem SADI e AVAC, não há razão para que a nossa ponderação não seja superior a deles. Em relação aos projectos de estabilidade, incêndios, águas e esgotos, térmica e acustica, somos apenas mais uma especialidade? Ou como coordenadores destas especialidades e diretores técnicos da obra podemos e devemos cobrar mais? Cobrar o quê, fazer um projeto de Arquitetura, sempre se pressupôs as especialidades e repectiva compatibilidade, se tudo estiver bem feito, não haverá problemas (raras vezes). Nota, não pode fazer Direção Técnica de Obra ou Fiscalização e ser o Autor de Projeto, a Ordem não deixava (Necessito de confirmar no novo estatuto, mas penso que contínua igual) e penso que continua a não deixar, coisas que estes estúpidos nas CM´s as vezes não percebem. Isto era a mesma coisas que fazer projeto para uma Câmara e depois ir aprová-los internamente como funcionário da mesma. Apenas como diretor de obra, ganha o seu salário de diretor de obra, a partir da empresa de construção, garanta o cumprimento do projeto de acordo com o aprovado na CM e dentro do budget. Mas você vende casas, tipo gaja gira e comunicativa com outdoors pendurados nas fachadas? Eles gabam-se muito do verdinho que ganham... cá em Portugal as pessoas não se medem em altura física, capacidades e conduta, é pela conta bancária e o carro que ostentam pago ou não. Já ouviu falar dos PQ e dos PAI? Esqueça isso da Remax, andou na melhor escola do País de Arquitetura para vender casas?
    3 points
  3. Elio Branco

    Shanghai

    O escritório onde trabalho está neste momento com 2 vagas para junior arquitecto. Mais informações endereçar questões para: eliombz@gmail.com
    2 points
  4. JCSMARTINS

    Proposta

    Olá a todos! Acompanho este fórum há algum tempo, mas acho que esta é a minha primeira intervenção. E faço-a na qualidade de 'cliente' também, porque é isso que sou actualmente pois tb estou a iniciar o projecto de uma moradia, para a qual decidi que seria melhor recorrer à contratação de um Arquitecto. E acreditem que muita gente me disse para nao o fazer, que ia pagar mais e tal, e que no fim o resultado era o mesmo... enfim, a conversa do costume. Bem ou mal, assim não entendi, porque valorizo as competências dos profissionais qualificados, que pelo menos dedicaram tempo e esforço das suas vidas para aprender as coisas... Não se limitaram à auto-aprendizagem baseada na cópia de outros trabalhos, sem querer, no entanto, menosprezar o trabalho de quem o faz. O tema do preço, embora importante, foi tratado com prioridade menor. Vejo aqui uma pessoa, a apresentar uma espécie de programa preliminar do que pretende, onde anexa uma foto, e que recebe respostas com criticas à foto apresentada, etc. Como cliente, decerto que a Liliana não pretende uma cópia da casa em questão, no entanto há pormenores nela que gosta, por isso a colocou aqui. Se o gosto é mau ou não, de qualquer ponto de vista, é sempre discutivel. Eu também mostrei fotos de coisas que gostava, e sei que muitas delas serão má opção para o meu caso particular, mas o que espero do Arquitecto não é que me faça uma cópia de uma casa ou que misture pormenores de várias só porque eu disse que gostava disto e daquilo... Espero antes que tenha a creatividade suficiente para traduzir um modelo de casa agradável e com qualidade, depois de conhecer quem a vai habitar, dos gostos e estilo que o cliente pretende, da luz que gosta de ter, do espaço que gosta de sentir, da temperatura que gosta de sentir, do ruido que gosta de ouvir, do dinheiro que pretende ou pode gastar, etc. Espero também que possa questionar opções por mim tomadas que possam ser inadequadas do ponto de vista de execução/custos. Espero interacção,acompanhamento, reponsabilização e garantias, o que é mais dificil de encontrar nuns meios que noutros, e sabem do que falo. Serei um melhor cliente porque espero isto de um Arquitecto, do que uma pessoa que espera apenas que lhe façam uma cópia de algo que viu, mesmo que seja uma completa aberração ? Eu acho que não ... Se o arquitecto tiver a competência suficiente para demonstrar que a pessoa está a caminhar na direcção errada, e se o trabalho é assim tão mau, então assuma-se isso perante o cliente e recuse-se o trabalho. Deixe-se para os outros, porque senão vai fazer parte do leque e depois perde a moral para criticar. Eu sei, a realidade é diferente, e as vezes a vontade/necessidade de facturar fala mais alto... As pessoas são diferentes, e muitas vezes nem fazem ideia do que querem... Viram coisas apenas ... Acham que gostam ... É tudo muito frágil na fase inicial de um projecto ... A gestão de espectativas tem de ser bem feita, por parte de quem vai fazer o projecto. E as vezes não é assim tão dificil... Penso que alguns comentários são colocados aqui em forma de critica não por causa do conteudo do post inicial em causa, mas sim pelo sentimento generalizado do estado das coisas, ao nivel da Arquitectura em portugal. Mas não é só a arquitectura ... Quase tudo neste país tem coisas mal feitas, concorrências desleais, etc ... Continuem com este forum de qualidade! Não se esqueçam que ele tb é bom para clientes que não percebem nada de arquitectura. Um abraço a todos!
    2 points
  5. Uma correçao apenas. O facto da parede ter diferentes profundidades, como sugere, torna a parede num difusor acústico. Um difusor acústico continua a ser reflector. Mas espalha o som pela sala. É bastante usado em salas de uso musical como auditórios para manter a sala viva, e no entanto livre de defeitos acústicos. Pode ver vários tipos de difusores e as suas especificações técnicas em : http://www.someacustica.com/someacustica/index.php?page=difusores-2 Numa piscina o objetivo é reduzir a reverberação, logo é fundamental a colocação de material absorvente. Embora na maior parte dos casos os materiais leves sejam mais absorventes, o que define a absorçao porosa (porque existem vários tipos de absorsores) é o fluxo de resistividade e não a densidade. Mas isto era um tópico de dava "pano para mangas" e muitas formulas matemáticas. Eu concordo consigo, mas o meu alerta era igualmente relativo à la de rocha e não à madeira... a madeira nao absorve som, quem absorve é a la de rocha que com execesso de humidade ou em contacto com a água nao conjuga muito bem, pelo menos dos exemplos que vi. Pode-se sempre pensar em usar espuma acústica conjugado com as placas de madeira, mas a unica que conheço e que é eficaz contra a humidade (Quash) tem uma absorção acústica muito fraca. Existem neste momento soluções de material absorvente que já são resistentes ao fogo e à humidade (ver http://www.someacustica.com/someacustica/index.php?page=espacos-publicos) que não precisam de la de rocha ou espumas acústicas. Essa anulação de fase que refere só acontece em algumas frequências, enquanto noutras o som é amplificado. Alias isso é comum ocorrer em paredes lisas (efeito comb filtering observado em estúdios de música) e nao em difusores acústicos.
    2 points
  6. nunomiguelneto

    Reputacao

    yah... nao devia ser azul como a minha ;)
    2 points
  7. eu n sei como tenho 6... tá boua tá.
    2 points
  8. Caros Membros Chamo-me Gustavo Portocarrero e sou arqueólogo. Defendi uma tese de doutoramento intitulada Braga na Idade Moderna: Paisagem e Identidade, sobre a evolução da identidade de Braga ao longo da Idade Moderna (séculos XV-XVIII), através da análise das mudanças que tiveram lugar na paisagem urbana. O trabalho também chama a atenção para a importância da geografia sagrada no estudo das cidades da Idade Moderna. Pela sua abordagem, trata-se de um trabalho inovador no âmbito dos estudos históricos sobre cidades portuguesas e que pode ser de interesse para todos os arquitectos que trabalhem com centros históricos. Os interessados na sua leitura podem fazer o download do seu pdf no seguinte site: https://www.academia.edu/7315864/Braga_na_Idade_Moderna._Paisagem_e_Identidade Cumprimentos Gustavo Portocarrero
    1 point
  9. Alta e baixa de S. Martinho finalmente unidas por elevador Está finalmente aberta ao público uma das mais importantes obras da segunda fase de requalificação da vila de S. Martinho do Porto. Na passada sexta-feira, dia 10, e após sucessivos adiamentos, o Ascensor do Outeiro, um elevador panorâmico que liga as zonas alta e baixa da vila balnear, foi finalmente inaugurado, numa cerimónia que contou com o secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, João Ferrão, e à qual acorreram algumas dezenas de pessoas, que quiseram, sem demoras, experimentar o novo equipamento. A partir de agora, indivíduos com dificuldade de mobilidade, grávidas, idosos e adultos com carrinhos de bebé têm facilitado o acesso desde a Rua Vasco da Gama (a famosa rua dos cafés) até ao Largo Comendador José Bento da Silva, onde está um miradouro com vista privilegiada sobre a baía e sobre o casario da vila. Com cerca de vinte metros de altura, a nova estrutura envidraçada, de arquitectura contemporânea, faz a ligação entre quatro pisos polivalentes. O piso –1 destina-se a espaços de arrumos e sanitários públicos femininos e masculinos. No 0 há um espaço aberto onde se pode ver todo o edifício e existe uma caixa multibanco. Já no piso 1, o da entrada, vai funcionar o posto de turismo e uma zona de acesso à Internet, dando ainda acesso à escada pública de ligação ao Largo José Bento da Silva e a um bar com esplanada, na Rua da Bela Vista. No piso 2 existe um espaço multifuncional, com mobiliário amovível, que pode acolher actividades culturais. A funcionar todos os dias entre as 10h00 e as 21h00, o novo equipamento tem capacidade para carregar uma tonelada, transportando até um máximo de 13 pessoas por viagem, que é gratuita. Por tudo isto, o dia da inauguração do ascensor foi para o presidente da Câmara de Alcobaça, Gonçalves Sapinho, “um dia grande”. Afirmando que a autarquia está a trabalhar em prol da população, Sapinho recuperou algumas das obras já concluídas, como a despoluição da baía e a construção da Estação de Tratamento de Águas Residuais, bem como a requalificação da marginal. Mas ainda há mais para fazer, como a entrada em funcionamento da Estação de Tratamento de efluentes suinícolas, o que deverá acontecer dentro de dois anos, e a resolução do problema do assoreamento da baía que será estudado em breve. Já o secretário de Estado, João Ferrão, considerou que o novo elevador é um “equipamento inteligente, porque ao mesmo tempo que é multifuncional, promove a mobilidade para todos”. Crente de que a estrutura terá um grande impacto na vila, tanto ao nível dos residentes como dos turistas, afirmou que o dia da inauguração se tratou do “primeiro dia do resto da vida de S. Martinho”. Num quadro mais amplo, o novo elevador enquadra-se na requalificação do litoral, que conta com o empenhamento do Governo e das autarquias. “Para termos orgulho no nosso país temos que contribuir para a sua requalificação”, referiu, acrescentando que “este projecto é sinal de que o país está a caminhar no bom sentido”. Quem também marcou presença na cerimónia de inauguração do Ascensor do Outeiro foi o presidente da Comissão Instaladora da Entidade Regional de Turismo de Leiria/Fátima, Miguel Sousinha, o adjunto do Governador Civil de Leiria, Jorge Gonçalves e o presidente da Junta de Freguesia de S. Martinho, Manuel Antunes Pereira, bem como membros do executivo camarário, outros autarcas e entidades. Adjudicado por 823,268 euros, o Ascensor do Outeiro acabaria por custar 942 mil euros, comparticipados por Fundos Comunitários. O aumento dos custos deveu-se a a alguns imprevistos e a trabalhos a mais. Na empreitada, da autoria dos arquitectos Falcão de Campos e Gonçalo Byrne, integram-se ainda as obras de requalificação do Largo José Bento da Silva. As obras que se seguem Ainda no âmbito da mobilidade em S. Martinho do Porto, a autarquia vai avançar com a ligação da Calçada D. Pedro V à Estrada Nacional 242. De acordo com Gonçalves Sapinho, quando as obras estiverem concluídas, a vila balnear passará a contar com uma larga avenida paralela à marginal e à linha férrea por onde se vai circular nos dois sentidos e que vai disponibilizar estacionamento para cerca de 400 automóveis. “Isto não resolve todos os problemas de circulação e estacionamento de S. Martinho, mas resolve alguns”, afirmou o autarca. A construção de um novo Centro de Saúde é aguardada há vários anos na vila e a autarquia já teve um terreno negociado, mas indicações vindas de Lisboa, que afirmavam que o terreno era pequeno demais para a estrutura, levaram à anulação da compra. Agora, Gonçalves Sapinho diz que está tudo encaminhado. “Estamos no bom caminho, já temos terreno e temos projecto”, garantiu. À margem da inauguração do elevador panorâmico, o autarca adiantou ainda que a mesma dupla de arquitectos, Falcão de Campos e Gonçalo Byrne, tem a seu cargo um projecto para a cidade de Alcobaça. Trata-se da remodelação da zona entre o Mercado Municipal e o Tribunal, em frente aos Paços do Concelho, um projecto que deverá ser entregue à autarquia no início da próxima semana, mas da qual o edil não adiantou mais pormenores. in http://www.gazetacaldas.com/Desenvol.asp?NID=23607
    1 point
  10. Para vocês qual é o "melhor" software de desenho de arquitectura? (É que eu e o AutoCAD não nos damos muito bem...) *
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  11. O meu nome é Gonçalo Almeida, sou Mestre em Arquitectura de Planeamento Urbano e Territorial desde de 2011, pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa. Procuro estágio profissional para acesso à Ordem dos Arquitectos. Possuo facilidade em trabalhar em equipa e adapto-me a diferentes contextos de trabalho, demonstrando sempre elevado espírito de iniciativa e de criatividade. Tenho disponibilidade imediata. Contactos: goncalompalmeida@gmail.com Atenciosamente, - - Gonçalo Almeida
    1 point
  12. Feliz aniversário....
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  13. Fonte: Architectural Record
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  14. Honorários para a prestação de serviços por arquitectos e engenheiros - Instruções Alemãs Publica-se a tradução do documento que entrou em vigor em Agosto de 2010, relativo aos honorários aplicáveis na Alemanha para serviços de Arquitectura e Engenharia. O seu conteúdo e estrutura poderão constituir-se como referência de âmbito europeu. Outros dois documentos são disponibilizados: – o relatório de interpretação do documento por Pedro Ravara, vogal do CDN e – 10 boas razões a favor de um regulamento de honorários para arquitectos e engenheiros. Pedro Ravara refere que o espírito das instruções Alemãs não difere muito do das nossas antigas Instruções Para o Cálculo dos Honorários referentes aos Projectos de Obras Públicas (aprovadas pela Portaria de 7 de Fevereiro de 1972 e alteradas pela Portaria de 22 de Novembro de 1974, publicada em Diário de Governo, n.º 2, II.ª série, de 3 de Janeiro de 1975, e Portaria publicada no Diário da República, n.º 53, de 5 de Março de 1986) considerando-se, apesar de tudo, o acréscimo de responsabilidades do projectista, principalmente no âmbito da obra, bem como a inclusão de tipos de projectos que nas Instruções não estavam contemplados como os que se referem a projectos de planeamento, urbanismo ou loteamentos. Quanto aos objectivos das “instruções Alemãs”, Pedro Ravara sublinha: (1) a integração da Directiva Europeia da Concorrência entre Estados; (2) a promoção de uma justa e regulada competitividade entre os profissionais de projecto; (3) a promoção de uma margem de manobra para negociação de honorários, mesmo tabelados; (4) a separação dos honorários do custo da obra, de forma a poder haver uma revisão em alta dos honorários durante a fase de elaboração do projecto, quando há ganhos significativos em termos do custo da obra, por opções de projeto, sem que haja perdas de qualidade e performance em obra. Para ver mais: http://www.arquitectos.pt/?no=2020493248,154
    1 point
  15. No teu caso, poderias seleccionar Lagos (capital económica da Nigéria) porque apesar de ter sido fundada pelos portugueses, é a cidade africana herdeira de uma das culturas autênticas mais importantes de África (yoruba, criadora da religião dos Orishas, orixás no Brasil), senão a mais significativa. Além disso, recordo-me de algures ter visto que eles usavam a estrutura da tartaruga como guia para definir um mapa urbano. E as outras duas seriam o Cairo, como cidade representante da África islâmica e, talvez a Cidade do Cabo (ou Luanda, Maputo, etc.) como cidade do período colonial. E sobre qualquer destas cidades encontrarás terabytes de informação na internet.
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  16. No presente é sempre difícil definir quais as principais tendências da arquitectura. Geralmente é mais fácil olhar para tráz, percebendo-se melhor qual o rumo que a arquitectura tomou. Por exemplo, Durante grande parte do sec. XX, Le Corbusier e Frank Lloyd Wright eram vistos como totalmente dissonantes e opostos, nos meios académicos da altura. Actualmente, a apesar de terem seguido tendências distintas, são vistos como 2 vultos do modernismo internacional. O tempo acabou por mostrar que tinham mais afinidades que discrepâncias. Em relação à sustentabilidade, não me parece que seja uma tendência da arquitectura. É um conceito que se pode aplicar a quase tudo: Construção, economia, industria, gestão, ambiente, política, .......
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  17. lllARKlll

    Ul / fautl

    Não, um 20 na FAUTL é um 10 na Lusíada... e eu não estou a gozar consigo, muito menos a exagerar... Aliás, eu não minto, quando digo que toda a geração de Arquitectos Portugueses com algum prestígio, foram formados na Lusíada, todos sem excepção... senso comum. (Errrr)
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  18. imoprojectos

    Texturas

    aproveito para deixar um dos meu ultinos trabalhos. Criticas sao bem vindas, sou desenhador e pretendo melhorar a minha qualidade para prestar serviços a arquitecto com a melhor qualidade possivel.
    1 point
  19. Quando exerci a actividade (de desenhador) cobrava 8,22€ / hora, mas não me regi segundo qq tipo de tabela para chegar a esse valor, era um valor “por alto” do usualmente cobrado pelos colegas.
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  20. Já foram feitas várias comparações com medicina, na dificuldade de entrada na faculdade...e depois referiram o facto de sair verde da faculdade. Ora, ai na medicina temos um exemplo perfeito, a minha irma é médica, e como a totalidade dos colegas, á saida da faculdade não estam preparados para fazer uma intervenção cirurgica, nem uma série de procedimentos tidos como banais... O processo de aprendizagem, continua, para a especialidade, no entanto são médicos e recebem um valor base. Mas lá está, não têm de andar a negociar valores, pois estão estipulados... Já tive varias discussões saudaveis com muitos colegas sobre, estagiar em grandes ateliers e provavelmente trabalhar que nem um cão, ou trabalhar num atelier mais pequeno e receber, e ter um horario decente. As respostas nunca são uniformes... No entanto quando a margarida diz que é preciso exigir minimos concordo, por mais vontade e admiração que tivesse por um arquitecto, trabalhar das 9:00 as 23:00 ou mais, não é vida, é escravidão... Como em portugal é um país onde proliferam os chicos espertos, tb defendo que deviam ser estabelecidos valores minimos...
    1 point
  21. pevmac

    Lusíada ou Lusófona?

    A "melhor Universidade"...conceito curioso...a melhor universidade é aquela em que tu sabes que te sentirás melhor...é aquela onde tens parzer ao ires, sabendo que tens os melhores colegas...é aquela onde os professores realmente se empenham para te ensinarem algo, e no final sabem o teu nome, sabem o que vales...a melhor universidade é aquela que tu olhas os panfletos, percorres os anos e cadeiras, e pensas: "É mesmo isto!"...a melhor universidade é aquela que tu queres mesmo ir...a melhor universidade vai preparar-te para a vida...Por minha experiência, passei por EVT (ESE Portalegre - matricula e praxes), Escultura e Pintura (FBAUL - apenas matrícula), Arquitectura (Lusíada LX - 2 anos), e termino agora Arquitectura (ISMAT - grupo Lusófona, com as equivalências e as alterações que o Bolonha introduziu...)...o resultado? Para mim, valorizou-me o facto de conhecer realidades distintas, de ter de trabalhar em construção civil, e de ter alguns interregnos nos estudos que, se por um lado atrasaram a minha formação, por outro deram-me conhecimentos que não se adquirem sem a prática laboral (fiz de tudo...medições e orçamentos, desenho assistido por computador, preparação de obra, orçamentação, preparação, execução e, inclusivé, colocação em obra de alumínios, cantarias e canalizações, e fiscalização municipal, no âmbito de obras...), mas a conclusão que chego é que a melhor universidade é aquela em que tu, ao passar algum tempo, tomas consciência que é a tua "casa"! Cumprimentos a todos,e boas "arquitecturas"!
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  22. a.s* _ atelier de santos Residências Universitárias das Laranjeiras _ Ponta Delgada . 1998-2007 O complexo das Residências Universitárias das Laranjeiras situa-se a Nascente de Ponta Delgada, junto a uma antiga zona industrial, sobranceira a terrenos agrícolas abandonados. O crescimento da cidade verificado nas últimas décadas faria prever rápidas e profundas alterações em toda a área, transformando-a num subúrbio mono-funcional pelo que a construção do complexo residencial, pela sua escala e pelas funções que abriga, constituiria uma oportunidade em definir uma estrutura urbana que possibilitasse a implementação de uma regra, permitindo constituir-se como um catalizador de futuras intervenções, transformando-se ela própria num pólo de actividades. As residenciais albergam 300 estudantes universitários que se dividem pelos quatro edifícios longitudinais, paralelos entre si, implantados perpendicularmente ao principal eixo viário de ligação ao centro de Ponta Delgada. Por sua vez, paralelamente à estrada é ordenado um conjunto de faixas – como que de pequenos recortes na paisagem se tratassem – dispostos com orientação norte/sul, que cruzam os 4 blocos, organizam os espaços exteriores do complexo, e desenham a transição entre as áreas públicas e as zonas privadas destinadas aos seus habitantes. Um quinto edifício – a entrada principal do complexo – procura complementar toda a área exterior das residências, desenhando uma esplanada, um miradouro e um solário, ao mesmo tempo que abriga um bar, uma cantina e a sala de convívio para os estudantes. O projecto de espaços exteriores, torna-se tema central na estratégia de intervenção, permitindo que as áreas existentes entre os blocos das residênciais ganhem uma dimensão pública eminentemente funcional. As longas faixas de “recortes na paisagem”, dispostas segundo uma regra que procura destacar uma frente urbana ao complexo – que garante simultaneamente a existência de uma espécie de jardim no seu interior –, proporcionam a criação de pequenos espaços singulares no interior do perímetro. A sua sequência de implantação hierarquiza usos, adequando-os à sua posição relativa no complexo: paralela à estrada implanta-se a Faixa de Estacionamento Automóvel e a Faixa de Passeio Urbano (destinadas ambas ao passar quotidiano dos habitantes da área) e sequencialmente, a Faixa de Arvoredo (estabelecendo uma fronteira visual para o interior do complexo, e atenuando a visão perpectica longitudinal sobre os edifícios residenciais), a Faixa de Percurso Central (destinada à distribuição interna e à ligação entre os vários edifícios das residências), a Faixa de Acontecimentos (onde são implantadas funções complementares: Laranjal, Campo de Jogos, Jardim/Labirinto dos Namorados, Estacionamento de Bicicletas, etc.) e por fim, acompanhando uma canada (caminho rural) existente, a Faixa de Prado (um enorme relvado propício ao repouso). Dado tratar-se de uma obra de carácter social, os recursos disponíveis apontam para soluções construtivas e tipológicas simples – o que aliás é apontado pela natureza programática do projecto; daí a opção do recurso à modularidade (construtiva e espacial) para a edificação dos quatro blocos residenciais. Agredecemos a colaboração de a.s* _ atelier de santos.
    1 point
  23. Pois, Ricardo, não sei como é aí em Marte, mas aqui, no planeta Terra, nós não damos essas liberdades aos artistas. Aqui, a vida de artista é dura, sofrida....excepção feita num pequenino país chamado Portugal onde, por tradição e cultura, os contribuíntes é que se lixam para promover a mãe de todas as artes.
    1 point
  24. Caros colegas, Não posso dizer que concorde ou discorde de vós a 100%... uma coisa vos digo, há possibilidade e mesmo a necessidade de (re)pensar as zonas interiores do nosso país, é essencial isso para o nosso desenvolvimento económico. Se analisarmos alguns investimentos estrangeiros feitos em Portugal percebemos isso, percebemos também que têm sido eles a ter visões estratégicas de ocupação do território que nós, enquanto país, não tivemos. Percebemos também que apesar de estratégicas essas intervenções pecam por serem "egocêntricas" (à falta de melhor termo) e acabam por não fazer cidade, não fazer urbanidade, mas poderão faze-lo se houver condições para tal. Chama-se a isso ordenamento de território. Há formas e formas de ver e pensar as cidades, há formas e formas de pensar o desenvolvimento deste pequeno pedaço de terra à beira mar plantado... mas não considero que nos possamos apoiar num único modelo, uma única forma de pensar a cidade, como dizes e bem, o Porto é uma grande cidade...à escala nacional, à escala europeia uma cidade e à escala mundial... Noutro tópico citaste o Barata, eu vou tomar a liberdade de citar o Távora, "Temos de ir do geral para o particular, e depois fazer o processo inverso...", não podemos cair na asneira de pensar o todo sem o particular, ou vice-versa. Abraços,
    1 point
  25. ruivenda

    Cad em Mac

    Bem... Soluções há muitas, e basta procurares no amigo Google por CAD para MAC e encontras uma lista até bem extensa. No entanto, verdade seja dita, mesmo sendo MAC user, continuo a usar o windows para as tarefas de CAD e BIM, já que só uso ferramentas da Autodesk (AutoCAD, Revit e 3ds MAX). Substituto para o MAX já arranjei e não me arrependo - o Cinema 4D substitui bem o MAX. Já no CAD e no BIM a coisa muda de figura, é que não há concorrência decente para os produtos Autodesk. No entanto podes sempre usar o Archicad e/ou o Vectorworks nativamente em MAC, sendo que são as tuas melhores opções, se queres abandonar totalmente o windows. Tanto o Archicad como o Vectorworks embora não funcionem nativamente com os dwg's têm suporte ao dwg que é claro um formato universal. Por isso tanto num como no outro podes importar e exportar neste formato sem problemas. A dificuldade poderá ser a mudança, principalmente para quem já está muito "viciado" no AutoCAD, mas isso com o tempo cura-se e criam-se outros vicios...
    1 point
  26. Estava pesquisar na net e encontrei estes videos, aproeitem para dar uma vista de olhos neles, eceem a vossa opiniao:) parte 1 parte 2 parte 3 parte 4 parte 5
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  27. muito bem! Isso será em Coimbra certo?
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  28. Bem, sendo ainda este tipo de evento a título experimental, apenas iremos realizar uma palestra no dia referido. De qualquer forma penso que no final desta semana ou início da próxima poderei colocar mais informações pois ainda estou a contactar algumas das pessoas. Até lá apenas posso confirmar a ausência de Fernando Guerra, tendo sido escolhido por sua vez o Fotógrafo de Arquitectura e membro deste fórum, João Morgado. Espero assim inovar e trazer novas mentes a um tema que tem estado fechado para muitos dos interessados.
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  29. Realmente a história de que em caso de naufrágio o capitão é ultimo a sair do barco é mesmo um mito... embora começar a falar (comentar) arquitectura...boa
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  30. Renders iniciais - WaterCube: Construção: Espero que gostem...
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  31. dj_cc

    O ArchiCAD 12 está aí

    miguel é de louvar as tuas atitudes de partilha de conhecimentos com os mais novatos pois hoje em dia nem toda a gente está disposta a faze-lo, nem mesmo quase a pagar, quanto mais "à borlix". por isso continua o teu excelente trabalho quer por este forum, quer pelos teus excelentes blogs sobre archicad e BIM. abraços
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  32. AnaS

    E depois da arquitectura?

    Apesar de nao estudar arquitectura, aqui vai a minha opinião: sempre quis ser um monte de coisas ! enfim .e coisas que não têm nada a ver!!! ... educadora de infancia, arquitecta, pediatra, pintora, escritora, militar, .... acabei em Psicologia !
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  33. caro rui fernandes, como a lei é uma matéria complexa e após me ter reafirmado através da sua resposta q na câmara admitiam (mesmo e sem sombra de dúvida) a possibilidade de requerer a divisão do terreno sem processo de loteamento, e em mais de dois lotes, fiquei a pensar no assunto e julgo ter encontrado o enquadramento deste caso no site do ministério público, no entanto, pelo que entendo, aplica-se apenas a prédios rústicos, onde a leitura de prédio é o termo atribuido legalmente á descrição predial de um terreno na conservatória . Não sei se será este o caso pois tal como esclarece o diploma o seu âmbito é: O Estado promove a execução de operações de emparcelamento integral quando elas constituam base indispensável para: a) A execução de programas integrados de desenvolvimento agrícola regional; O ordenamento do espaço agrícola e a reconversão cultural; c) A reestruturação da propriedade rústica e da empresa agrícola afectadas pela realização de grandes obras públicas, nomeadamente auto-estradas, caminhos de ferro, barragens e aeroportos. e segue nos art.ºs : 1 Artigo 10.º Melhoramentos fundiários de carácter colectivo Os melhoramentos fundiários que pela sua natureza determinem a compartimentação do perímetro e condicionem o novo loteamento devem estar definidos quando se iniciar o período de reclamação para fixação das bases do projecto. 2 Artigo 12.º Traçado dos novos prédios Fixadas as bases do projecto de emparcelamento nos termos do artigo anterior, é estabelecido o novo loteamento de acordo com os critérios seguintes: a) A concentração da área dos terrenos de cada proprietário no menor número possível de prédios, cuja superfície, forma e acesso favoreçam as condições técnicas e económicas da respectiva exploração; A aproximação, tanto quanto possível, dos novos prédios das actuais sedes das explorações ou a criação de novos centros de lavoura com o acordo dos interessados; c) O aumento, sempre que possível, da área dos prédios integrados em explorações de dimensão insuficiente, com recurso à incorporação de terrenos da reserva de terras. 3 Artigo 13.º Reclamação do projecto 1 - Terminada a elaboração do projecto, é este submetido à apreciação dos interessados, que podem apresentar reclamações e recursos nos termos dos artigos 37.º e seguintes. 2 - Para o efeito, são expostos os seguintes elementos do projecto: a) Plano cartográfico do novo loteamento e dos melhoramentos fundiários previstos; Indicação numérica da equivalência de valor entre os novos prédios e os anteriores; c) Representação cartográfica das superfícies sobre as quais ficam a incidir ónus, encargos e posições contratuais transferidos dos anteriores prédios ou constituídos por força do n.º 2 do artigo 35.º; d) Projectos de melhoramentos fundiários e rurais de carácter colectivo com incidência nas condições de exploração dos terrenos ou nas condições sociais e económicas das populações da zona. o site q consultei é: http://www.pgdlisboa.pt/pgdl/leis/lei_busca_assunto_diploma.php?buscajur=loteamento&artigo_id=&pagina=1&ficha=1&nid=641&tabela=leis na legislação: EMPARCELAMENTO E FRACCIONAMENTO DE PRÉDIOS RÚSTICOS Decreto-Lei n.º 103/90, de 22 de Março versão actualizada (Decreto-Lei n.º 59/91, de 30 de Janeiro) ver artºos 10º, 12º e 13º.
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  34. falando do dubai, todos nos temos esse sonho, o abandono da cidade, e transformção em ruínas...não me parece, argos, que "aguentes" fazer a arquitectura que lá pedem nós portugueses, não sabemos fazer parques de diversôes, hoteis de charme, casas neo-qualquer coisa, tudo banhado a ouro sobre dinheiro do petrolio e sheiques (como se escreve isto?) que te mandam abater se o ouro for mal colocado a UE citizen is something to be
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  35. 3CPO

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    Já viram o que é que acontece quando me dão nota positiva? Vá, vão lá experimentar... :)
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  36. Against

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    Eu quero pontinhos!!! Já estou como diz a m a r g a r i d a, têm que zelar pelas meninas da equipa! :icon_chick:
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  37. arklab

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    sem querer estragar a conversa de "amigos"...o que é que aconteceu à reputação......!??? somos brindados com cartões !? ou são luzes de semáforo !??...:nerd: .....sendo a última hipótese, a minha luz deveria estar amarela....!!!??:nervos:
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  38. JAG

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    Pronto... já está... :rambo: Agora quero ver o que vem em troca... ;)
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  39. O mais interessante destes projectos é todo o conceito em volta deles. No Polis de Leiria focou-se o facto de o rio ser bastante desprezado pela cidade, sendo uma vala de águas sujas que dividia a cidade em 2. Todo o projecto Polis teve como objectivo revitalizar todas as áreas anexas ao rio e é neste contexto que surgem estas pontes pedonais. Convido desde já todos a visitarem Leiria e fazerem o percurso beira rio e igualmente as suas pontes.
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  40. Segundo o site da TATE MODERN (http://www.tate.org.uk/), mais particularmente neste link (http://www.tate.org.uk/modern/transformingtm/default.shtm), é possível acompanhar o desenvolvimento do projecto e perceber suas as razões. Segundo o site, esta é a versão actual do projecto. Eliminou-se o jogo volumétrico de corpos que surgiu nas primeiras imagens ficou o volume base que estava previsto ser em vidro.
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  41. Habitação humanizada editor: LNEC data da publicação: 2007 preço: € 55,00 n.º páginas: 590 formato: 21,0 x 29,5 ISBN 978-972-49-2120-4
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  42. Ivo Sales Costa

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    Tou a ver isto a encher-se de 'beija-rabos' para ver se ganham reputação.... Pode ser uma boa medida em termos de haver um controlador de comportamentos, vamos ver.
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  43. Muito interessante! Mas falta lá o preto :p
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  44. Seguem em anexo os desenhos técnicos [Plantas e Alçados]:
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  45. Ringo

    Mona Lisa grávida?

    Mona Lisa grávida? Tecnologia tridimensional foi utilizada para analisar a célebre obra O sorriso misterioso de Mona Lisa é o de uma mulher que acabou de dar à luz, assegura o perito francês Bruno Mottin, do Centro de Investigação e Restauro do Museu do Louvre, em Paris. A esta surpreendente conclusão chegou uma equipa de cientistas canadianos, que utilizou tecnologia tridimensional numa nova investigação sobre o quadro de Leonardo da Vinci. Na explicação dada por Mottin, o vestido da mulher imortalizada por Leonardo da Vinci está coberto por um fino véu transparente, usado na Itália de princípios do século XVI pelas mulheres grávidas ou que acabavam de dar à luz. Este pormenor - o véu - esteve até ao presente "oculto" sob uma camada de verniz. Fissura estável O recurso aos 'scanners' permitiu também analisar em pormenor o cabelo - que originalmente estava preso a um coque - e a postura, que era levemente diferente. "Tudo isto são coisas que nunca foram vistas até agora, porque a pintura sempre foi considerada muito escura e de difícil análise", afirmou Mottin. O quadro está a ser objecto de diversos estudos. O que agora levaram a cabo cientistas do Conselho Nacional de Investigações do Canadá mostrou também que ele se apresenta num delicado estado de conservação, mas não sofrerá grandes danos se for tratado adequadamente. "O painel de madeira em que a obra foi pintada - advertem os cientistas - é sensível à temperatura e às variações climáticas. No entanto, se as actuais condições de manipulação se mantiverem, não há risco de degradação". A pesquisa revelou igualmente que a fissura de 12 centímetros na metade superior do quadro "parece estável e não se agravou ao longo dos anos". Mistérios persistem Apesar de concludente quanto a várias facetas ocultas do mais célebre quadro mundial, permanecem ainda várias dúvidas, relacionadas sobretudo com o modo como a imagem foi criada. A técnica de pintura esfumada de Leonardo Da Vinci faz com que os especialistas não cheguem a conclusões. "Ela é pintada com camadas muito finas e extremamente planas, e, ainda assim, os detalhes dos cachos de cabelo, por exemplo, são muito distintos", adianta o pesquisador John Taylor, que refere também que "a técnica é algo que nunca vimos antes". Mona Lisa, ou Gioconda, a jovem mulher de meio sorriso enigmático que Da Vinci fez imortal, tem sido identificada como Lisa Gherardini, a mulher de um mercador florentino chamado Francesco de Giocondo. A pintura foi encomendada a Da Vinci entre 1503 e 1506, mas, no final, o artista, por motivos nunca revelados, resolveu ficar com ela. Com o tempo, decidiu alterar o quadro diversas vezes. Fonte: JN /29-09-2006
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  46. pinTas

    Amâncio "Pancho" Guedes

    mulher habitável? valha-me deus....lol
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  47. Aqui vai 2 trabalhos de tempo livre! http://features.cgsociety.org/gallerycrits/221395/221395_1154003283_submedium.jpg http://features.cgsociety.org/gallerycrits/221395/221395_1154003247_submedium.jpg
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  48. Já experimentei num pc que não os meus habituais e tambem fica em loading! E pedi a uma colega de trabalho para entrar na conta dela pelo meu pc, e ela conseguiu não deu problema algum!!! Será que é algum problema com a password, alguem que me apanhou a conta? Se fosse isso ele daria erro ou ia para o a pagina principal e não para a minha conta, penso eu! Que coisa mais estranha Ou então não gosta de mim Recusa.se a trabalhar para mim :PP
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  49. 3CPO

    World Cup

    Com ou sem "fight" e pitons "embutidos" nas pernas...? Preparem-se para o fairplay... 8) Boa sorte Portugal...
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  50. Boas Aqui fica um tutorial simplista com algumas dicas para gerar um wallpaper usando o 3DStudio MAX7. Os tópicos principais: 1. Definir as dimensões e as proporções do render para se adaptar ao desktop 2. Colocar e posicionar uma câmara adequada a um wallpaper Primeiro, começamos por definir o tamanho inicial do render para 400 x 300 pixéis, é uma dimensão pequena o suficiente para fazer um render rápido e com a proporção do desktop. Tecla F10. Depois, vamos activar o modo Show Safe Frame, um limite que podemos activar em qualquer viewport no 3DStudio, clicando com o botão direito do rato em cima do nome do viewport. Seguidamente, colocamos uma câmara. Na secção Create > Cameras > Free, e clicamos num ponto qualquer na vista Top. É importante que façamos a câmara na vista de topo, pois a câmara vai ficar perpendicular a essa vista e, se queremos desenhar algo na horizontal, o mais lógico é colocar a camara a apontar para baixo. Em outras circunstâncias podemos bem criar uma câmara nas outras vistas. Se a câmara for criada na vista em perspectiva, o efeito será o mesmo que se for criada na vista Top. Após sairmos do modo de criação da câmara, clicamos com o botão direito em cima da função Select and Move. No quadro que aparece, indicamos as coordenadas X e Y da câmara, para esta ficar na origem do sistema (0,0,0) e assim ficamos com o cenário centrado. Não é estritamente necessário, mas é util quando pretendemos posicionar objectos mais tarde relativamente à origem. Eu coloquei a câmara a 2000 unidades no eixo Z para ficar afastada dos restantes objectos do espaço, e também para poder apanhar no render os elementos necessários ao wallpaper. Agora, vamos substituir a vista em perspectiva pela vista da câmara que criámos. Com o botao direito do rato em cima do nome Perspective, no viewport, vamos ao menu Views > Camera01 (se tiverem atribuído um nome à câmara, ele aparece aqui). Se não tiverem ainda activado o modo Show Safe Frame, podem fazê-lo agora, e desactivá-lo igualmente. Quando o objectivo é fazer um wallpaper, convém ter esta opção activada, para termos uma noção mais precisa do que vai ser renderizado. A partir de agora, o único limite é a imaginação. Eu criei várias esferas (geometria Geosphere) na vista Top, pelo que ficaram todas com o centro no plano horizontal XY. Quase sempre é necessário desenhar objectos mesmo para fora dos limites das margens, pois se houver materiais com reflexões, ou objectos a projectar sombras, poderá afectar o resultado final. Mais vale desenhar a mais do que a menos. No meu cenário, activei a opção Ortographic Projection nas definições da câmara, e alterei o valor Target Distance para 1800 unidades. Outros wallpapers poderão ficar melhor com uma câmara que gera uma perspectiva, e não uma vista ortogonal como a que eu fiz. No meu caso, resolvi seleccionar as esferas com a ferramenta de selecção de objectos (tecla H), e agrupei-as no menu Group > Group. Outra opção interessante e que nos pode ajudar a visualizar melhor o espaço tridimensional fica na secção Display. Mudei a definição de Display Color > Wireframe para Material Color. Assim vemos a estrutura dos objectos com a cor do respectivo material, em vez da cor aleatória que o programa gera quando desenhamos os objectos. Para finalizar o meu wallpaper, coloquei um texto com o meu nome, e o mesmo material das esferas, e um modificador Bevel para dar uma extrusão com arestas biseladas ao texto. O material que atribuí às esferas é um simples material Raytrace, com alguma reflexão e mapa de relevo (Bump). Quando estamos prontos para gerar a imagem final, voltamos à caixa das definições do render (Render Scene, tecla F10), e alteramos as dimensões do render para 1600 x 1200 pixéis, ou outra dimensão que prefiram. Se fizerem o render apenas com 1024 x 768, vai resultar uma imagem de pouca qualidade se a aumentarem para desktops maiores, daí eu fazer com um tamanho relativamente grande (podia fazer tambem 2048 x 1536 pixéis). Para finalizar, o Render: (ficou básico, mas penso que perceberam a ideia)
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