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Arquitectura.pt


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    --- Prefiro não dizer ---

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    Arquitectura

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  1. Pstttt... tem a certeza que vasculhou bem o DRE... Veja isto: https://dre.pt/application/file/a/619673 Portaria nº 138/2005 de 2 de Fevereiro P.S. A ordem deu esta informação nos manuais de apoio no final do estágio, legislação e informação. Cumprimentos
  2. XXXXX

    Dwf

    Salva o ficheiro cad numa versão anterior/mais antiga, vai experimentado, versão, após versão imprimir em DWF... Muda de caneta/plot style, uma determinada cor pode estar a imprimir em determinada caneta... Por fim, muda de impressora Dwf, para uma mais recente ou antiga. Salvo erro, primeira imprimes em DWF e só depois quando recorres a assinatura digital é que ele passa para DWFx. P.S. Nunca tentei imprimir diretamente em DWFx!
  3. Software? 170 Euros para a Ordem, para poder assinar como Arquiteto, que já engloba um seguro de RC! 300 Euros para CMVM para poder assinar como Perito Avaliador! (300 euros por ano?) 260 Euros para o seguro profissional RC da Atividade de Perito Avaliador! 100 Euros para seguro de acidentes de trabalho por conta própria. 830 euros, voam da conta, por ano, assim... Para arquiteto, se pedirmos 2000 euros por um projeto, as pessoas acham muito... Para avaliador, se ganharmos 45 euros num processo banal já é muito
  4. 6 euros à hora não é nada, mas temos que começar por baixo... era isto que eu ganhava no 1º ano como Arquiteto e sim, pertenci à geração dos 1000 euros a recibos verdes!
  5. Falarem-lhe que iria ser diretora de obra? Foi a entrevista? Isto deve ser para projetista, mas para dar assistência técnica na obra. Não pode ser diretora de obra e projetista/autora da construção em simultâneo! Acho que alguma empresas não percebem isso... Poderá acontecer, ser diretora de obra de uma empresa e a mesma ser a projetista, mas mesmo assim, terão que ser assinados por técnicos diferentes. Com a falta de caráter e sentido ético que marca os profissionais em Portugal, eu já nem digo nada, muitas câmaras municipais deste país, tem isso de tal forma viciado que eu já
  6. Eu acho que faz todo o sentido aguardar, dado que o ónus do não fracionamento terá que ser inscrito na conservatória, na nova área/artigo/nº da certidão do registo predial.
  7. Em última instância será sempre a CM a decidir, mas por experiência própria, destaque será para construir, na parte destacada, uma habitação, ou in extremis, um edifício/moradia em PH limitada pelo número de fogos por Ha... e refiro novamente in extremis. Não acho que seja possível destacar para lotear/fazer loteamento na parte destacada. Este prédio misto, tem os 7 artigos todos na mesma CRP? Um notário será de ajuda salutar neste caso, eles tem uma experiência já consagrada a registar este tipo de situações, antes de ir a uma CM pedir um PIP ou afim, ia a um notário. Já a
  8. "A Sustentabilidade dos Materiais de Construção", livro, que deveria ser condição sine qua non, em qualquer lista bibliográfica das cadeiras de Materiais em Arquitetura é Muito Bom, aborda isso, fala com desconfiança do Granito, como pedra emissora de Radão (Radiotiva) e em certas condições, dependendo do granito e das taxas de renovação do ar, uma pedra perigosa, quando combinada com altas emissividades de radão e baixa renovação do ar... tudo começa com a desconfiança, depois a confirmação de um facto e termina em legislação +/- específica a proibir determinados materiais em determinadas con
  9. Nunca trabalhei com o vectorworks, notem, ele consegue exportar diretamente para *.dwg, sem trabalho adicional nos ficheiros resultantes? É que existem câmaras que querem layers em *.pdf, isto só se consegue, passando para *.dwg e depois para *.pdf, o que é chato, se o vetorworks conseguir exportar diretamente para *.pdf com as layers, isto seria uma grande ajuda...
  10. Eu... eu... também, também... tenciono.... talvez... |||| INFORMO QUE NÃO ESTAREI PRESENTE DE FORMA VOLUNTÁRIA! ||||
  11. Sinto-me compelido a intervir, com uma resposta prática, pragmática, tipo all in one. Preços de Custo Médios, aos quais se deve adicionar + 8% a 10% para Custos Indiretos (x 1.08 ou x 1.10): Garagens ....... 325 €/m² para coisas em torno dos 20m² Cave para garagens com desaterro..... 250 €/m² para coisas em torno dos 400m² Cave para garagens sem desaterros ...... 200 €/m² para coisas em torno dos 400m² Habitação multifamiliar ....... 550 €/m² para cima para coisas em torno dos 130m² Habitação Multifamiliar isolada ....... 650€/m² para cima para coisas em torno do
  12. Mas, mas, mas... cobertura inclinada, que coisa tão out-of-date e contra o instituído pelas generalidade das escolas de Arquitetura deste País... mas... eu dou-lhe uma ajuda... sem pretensões cavalheirescas... Recomenda-se aplicar telha entre os 36% a 100%, sendo respetivamente 16º a 45º em graus, ou seja, a partir dos 16º telha de encaixe duplo, dos 18º encaixe simples e dos 20º de canudo ou romana... estes limites mínimos recomendam-se a ir nas três respetivas categorias até aos 33º! P.S. Extraído das sebentas...
  13. Fiz um find pela palavra "inclinação", só encontro isto: "Nas coberturas das edificações correntes, com inclinação não inferior a 20º nem superior a 45º, apoiadas sobre estruturas de madeira, poderão empregar-se, sem outra justificação, as secções mínimas seguintes ou suas equivalentes em resistência e rigidez, desde que não se excedam as distâncias máximas indicadas (...)"
  14. Legalize aquela porra para a satisfação pessoal da CM local... e começe a pagar IMI sobre o mesmo se aplicável a armazém/indústria.
  15. Esquecam as áreas para avaliações fiscais...(VPT) nomeadamente utilizadas para efeitos de garantias hipotecárias, vistorias, auto construção e determinação do VPT, servem apenas, strictu sensu para estes efeitos, surgiu um normativo a uns anos, já aqui publicado num post meu, que tinha a impossível tarefa de normalizar estes conceitos para projeto a nível nacional, mas como a tarefa é sempre usurpada pelos planos de domínio municipal, caímos na estupidez de dar importância ao normativo, dado que o que impera é o que está no regulamento municipal respetivo... Decreto Regulamentar nº 9/2009
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