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Arquitectura.pt


vitor nina

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About vitor nina

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Meio Profissional

  • Instituição/empresa onde trabalha
    profissional liberal
  1. Consulta a ANQUIP (Universidade de Aveiro). Eles estão a fazer cursos dentro dessa área.
  2. DonoObra, 1 - Tubos PVC com Ø63 não existem na série de esgoto; existem apenas para condução de água em pressão, pelo que aí houve um lapso do projectista. 2 - A drenagem de esgoto tem a ver com três variáveis básicas: diâmetros dos tubos, inclinação e percentagem da secção ocupada pelo líquido no seu interior. Assim, quando fala que existem 6 ligações a um ramal de Ø90 isso pouco diz sobre se está bem ou mal. Se nenhuma dessas ligações for um retrete, estiver garantida a inclinação mínima de 1% e desde que no conjunto de ligações não haja mais de 4 banheiras, seguramente que o esgoto e
  3. A editora dos livros do Dr. Ernesto Veiga de Oliveira e do Fernando Galhano, em particular a da arquitectura tradicional portuguesa, era a D. Quixote. A última edição é dos meados dos anos 90 e, possivelmente, será já difícil de arranjar.
  4. Este tipo de assunto é do âmbito da engenharia e não da arquitectura e de facto eu também sou da mesma opinião que deve separar a parede da piscina da parede da garagem. Ter 0.50 m de terra a encher o espaço entre os dois paramentos não tem qualquer problema. Complemento, ainda, que a parede da piscina, sendo em betão armado, não precisa de ser "reforçada", pois ela deve ter sido dimensionada para aguentar as pressões hidróstáticas de per se.
  5. Procura na correspondente Comissão de Coordenação Regional ou na ARH.
  6. Explica-me, por favor, se isto me é dirigido, pode ser? É que não me parece que haja ligação com o que escrevi na minha penúltima mensagem, por isso fiquei na dúvida a quem se dirige a ironia. Obrigado, antecipadamente :p
  7. Caro arqui, Perdoa-me a franqueza, mas falas do que não sabes: Resistência térmica dum material não tem nada, mas mesmo nada, a ver com capacidade de reter energia; O RCCTE não fala em "capacidade máxima de regulação de temperatura pelo efeito de massa" porque esse conceito não existe, nem faz qualquer sentido. A menos que eu esteja enganado, explica-me o que é que isso quer dizer, o que significa, quais as variáveis que nele intervêem, o que é que o condiciona e de que maneira se pode quantificar. Explica-me lá o que são temperaturas diferidas (pressuponho que seja este o
  8. Não tratamos a água, nem os materiais pétreos como isolantes porque estes materiais não são isolantes. A classificação dum material em isolante ou não isolante depende de apresentar uma baixa ou alta condutibilidade térmica, respectivamente, cujo valor está regulamentado no RCCTE. As pedras e a água têm condutibilidades térmicas muito superiores a esse valor. Agora que a água e as pedras podem ser reguladores térmicos, isso podem. Os materiais não têm inércia térmica - têm capacidade calorífica, o que é diferente; os edifícios é que podem apresentar inércia térmica forte, média e leve (e e
  9. Ando a recolher informação sobre o projecto BedZed para um trabalho académico que estou a desenvolver no âmbito duma pós-graduação em construção sustentável que estou a frequentar. Infelizmente não me será possível estar no evento da Quercus, pelo que agradecia a qualquer dos colegas que eventualmente nele venha aparticipar, se me poderá facultar o PDF referente à intervenção do Arq Bill Dunster. O meu mail é: vitor.nina@clix.pt Obrigado.
  10. Porque, relativamente ao papercrete, não existem standards aferidos por laboratórios credenciados que definam as propriedades da sua fabricação (dimensões, composição, tolerâncias, processo de fabrico, controle de qualidade, natureza dos materiais que lhe estão na génese, paletização, manuseio no transporte, aplicação, cuidados de segurança, impactos ambientais, etc, etc) e do seu comportamento ( resistência mecânica expectável, resistências térmicas passíveis de serem conseguidas, resistências químicas, compatibilidade com elementos de outras naturezas, nomeadamente argamassas, colas, solvent
  11. Caro PedroPachecoPereira, Conforme facilmente perceberá, não gosto de ser tomado por parvo. É uma coisa que me aborrece. Aquilo que o Pedro está neste momento a fazer é armar-se em "esperto" ao representar o papel de andar a nadar na ignorância da sustentabilidade dos materiais de construção para, de forma insinuosa, promover um livro que não sendo ainda do meu conhecimento, pelo background técnico de pelo menos um dos seus autores, será, concerteza, bastante interessante. É que se agora aparece no angélico papel de ignaro, noutro forum, aí o temos a falar de cátedra, conforme o demonstra
  12. A mim parece-me que o Lichado tem razão. Essa da Conservatória é, então, de bradar aos céus.
  13. Há cerca de 5/6 anos procedi à adição dum piso num edifício dum empreendimento onde na altura trabalhava. Como a estrutura do edifício inicial não estava preparada para suportar uma construção tradicional, fomos forçados a optar por opções em construção leve, desde o pavimento (viroc, apoiado em estrutura metálica), as paredes (viroc fixado a estrutura metálica com Pladur no interior, sendo o Viroc isolado em sistema ETICS) e cobertura, também VIROC sobre estrutura metálica com tecto interior em pladur, com isolamento térmico no interior (creio eu, pois não tenho a certeza disso). As paredes i
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