Jump to content

Leaderboard

Popular Content

Showing content with the highest reputation since 27/06/2006 in Posts

  1. Peter

    Reputacao

    olha!! já que falam... eu não tenho nenhum!? desapareceram os que tinha ohhhhhhhh
    4 points
  2. XXXXX

    Honorários

    Os honorários não são tabelados, pormenor que presumo que deve saber... dois mil euros para o projeto de licenciamento + cerca de dois mil euros para as especialidades, para quem trabalha a partir da casa, sem custos adicionais (rendas ou imi´s, luz, água, informática variada, colaboradores, estas tretas todas sobre a forma de custos) é um preço que garante margem de lucro assaz, se for praticado tipo patrão a frente de uma empresa, o preço é diferente para mais geralmente embora existam gabinetes, que cobram 700 euros por um projeto de arquitetura, tipo copy paste, pega na moradia que fizeste ali em Peniche e cola em Torres Vedras, troca janelas, muda uma coisitas ao jeito do cliente e como inteligência é coisas que não abunda por estas bandas, o patrão diz, "Estou-lhe a fazer um desconto", o cliente responde "Obrigada", é assim que ganha 700 euros numa semana apenas no projeto de arquitetura... eu para fazer porcaria, merdas horrorosas, por favor ao próximo, prefiro não fazer, é preferível fazer uma moradia de 10 em 10 anos, mas que fique bem feita e cobrar 6000 Euros ao cliente, mas incluímos, Arquitetura + Especialidades + Assistência Técnica na Obra + Plano de Segurança e Saúde + Caderno de Encargos + Orçamentos, tudo com contrato, escrito a assinado... porquê as porcarias que se faz, por preços de Merda, nunca valem o sacrifício, tipo: Vou olhar para aquele mono o resto da minha vida, cujo autor fui eu, mas que foi feito ao gosto do cliente? É deprimente! Quanto é suposto um arquitecto cobrar para ir à Câmara pedir e preencher um formulário para saber o que pode ser feito em termos de projecto, num dado terreno? Isto pode ser preço de custo, além de ir passear à CM local, as taxas obviamente ficam por conta do cliente (PIP). As despesas de deslocamento, alimentação, portagens, são calculadas à parte? Deverá ser cobrado um valor à hora quando se trata de trabalhos pontuais p.ex. requesição de documentos para o dono de obra? Portagens e deslocação = 0.3 Euros/Km, era o que pagavam para Avaliações Imobiliárias para empresas privadas em 2010 (agora simplesmente não pagam nada), se trabalhasse para o estado a custa do dinheiro dos contribuintes, aí escuso de falar, seria gozar ainda mais com a cara dos Portugueses... que ainda se levantam, para ir votar! E, no caso de um novo projecto para uma moradia, depois de estimados os custos da obra, i.é, tendo um primeiro orçamento em mãos para o custo estimado da obra, que percentagem devemos levar para o projecto de arquitectura? Faseado de que forma. Não há regras, mas o bom senso obriga a que a maior fatia seja na fase de licenciamento + especialidades (que engloba orçamento e caderno de encargos). A "nossa fatia do bolo é equiparável às restantes especialidades? Hoje em dia os engenheiros, com os programas de estruturas, já perdem a sensibilidade para os cálculos, existem projetos de especialidades, cujos pilares são de forma indistinta todos iguais, acredito mesmo, que nem as armaduras mudam de pilar para pilar, qualquer Arquitecto percebe se a carga não é a mesma em todos os pilares, porque razão os pilares não poderão ser mais finos de forma a poupar betão caso a caso conforme a solicitação de cargas, eles ainda pensam, que nós nas pescamos nada disso... nem com meios informáticos as vezes conseguem escamotear pilares nas paredes, o que é frustrante, num projeto simples sem SADI e AVAC, não há razão para que a nossa ponderação não seja superior a deles. Em relação aos projectos de estabilidade, incêndios, águas e esgotos, térmica e acustica, somos apenas mais uma especialidade? Ou como coordenadores destas especialidades e diretores técnicos da obra podemos e devemos cobrar mais? Cobrar o quê, fazer um projeto de Arquitetura, sempre se pressupôs as especialidades e repectiva compatibilidade, se tudo estiver bem feito, não haverá problemas (raras vezes). Nota, não pode fazer Direção Técnica de Obra ou Fiscalização e ser o Autor de Projeto, a Ordem não deixava (Necessito de confirmar no novo estatuto, mas penso que contínua igual) e penso que continua a não deixar, coisas que estes estúpidos nas CM´s as vezes não percebem. Isto era a mesma coisas que fazer projeto para uma Câmara e depois ir aprová-los internamente como funcionário da mesma. Apenas como diretor de obra, ganha o seu salário de diretor de obra, a partir da empresa de construção, garanta o cumprimento do projeto de acordo com o aprovado na CM e dentro do budget. Mas você vende casas, tipo gaja gira e comunicativa com outdoors pendurados nas fachadas? Eles gabam-se muito do verdinho que ganham... cá em Portugal as pessoas não se medem em altura física, capacidades e conduta, é pela conta bancária e o carro que ostentam pago ou não. Já ouviu falar dos PQ e dos PAI? Esqueça isso da Remax, andou na melhor escola do País de Arquitetura para vender casas?
    3 points
  3. Elio Branco

    Shanghai

    O escritório onde trabalho está neste momento com 2 vagas para junior arquitecto. Mais informações endereçar questões para: eliombz@gmail.com
    2 points
  4. JCSMARTINS

    Proposta

    Olá a todos! Acompanho este fórum há algum tempo, mas acho que esta é a minha primeira intervenção. E faço-a na qualidade de 'cliente' também, porque é isso que sou actualmente pois tb estou a iniciar o projecto de uma moradia, para a qual decidi que seria melhor recorrer à contratação de um Arquitecto. E acreditem que muita gente me disse para nao o fazer, que ia pagar mais e tal, e que no fim o resultado era o mesmo... enfim, a conversa do costume. Bem ou mal, assim não entendi, porque valorizo as competências dos profissionais qualificados, que pelo menos dedicaram tempo e esforço das suas vidas para aprender as coisas... Não se limitaram à auto-aprendizagem baseada na cópia de outros trabalhos, sem querer, no entanto, menosprezar o trabalho de quem o faz. O tema do preço, embora importante, foi tratado com prioridade menor. Vejo aqui uma pessoa, a apresentar uma espécie de programa preliminar do que pretende, onde anexa uma foto, e que recebe respostas com criticas à foto apresentada, etc. Como cliente, decerto que a Liliana não pretende uma cópia da casa em questão, no entanto há pormenores nela que gosta, por isso a colocou aqui. Se o gosto é mau ou não, de qualquer ponto de vista, é sempre discutivel. Eu também mostrei fotos de coisas que gostava, e sei que muitas delas serão má opção para o meu caso particular, mas o que espero do Arquitecto não é que me faça uma cópia de uma casa ou que misture pormenores de várias só porque eu disse que gostava disto e daquilo... Espero antes que tenha a creatividade suficiente para traduzir um modelo de casa agradável e com qualidade, depois de conhecer quem a vai habitar, dos gostos e estilo que o cliente pretende, da luz que gosta de ter, do espaço que gosta de sentir, da temperatura que gosta de sentir, do ruido que gosta de ouvir, do dinheiro que pretende ou pode gastar, etc. Espero também que possa questionar opções por mim tomadas que possam ser inadequadas do ponto de vista de execução/custos. Espero interacção,acompanhamento, reponsabilização e garantias, o que é mais dificil de encontrar nuns meios que noutros, e sabem do que falo. Serei um melhor cliente porque espero isto de um Arquitecto, do que uma pessoa que espera apenas que lhe façam uma cópia de algo que viu, mesmo que seja uma completa aberração ? Eu acho que não ... Se o arquitecto tiver a competência suficiente para demonstrar que a pessoa está a caminhar na direcção errada, e se o trabalho é assim tão mau, então assuma-se isso perante o cliente e recuse-se o trabalho. Deixe-se para os outros, porque senão vai fazer parte do leque e depois perde a moral para criticar. Eu sei, a realidade é diferente, e as vezes a vontade/necessidade de facturar fala mais alto... As pessoas são diferentes, e muitas vezes nem fazem ideia do que querem... Viram coisas apenas ... Acham que gostam ... É tudo muito frágil na fase inicial de um projecto ... A gestão de espectativas tem de ser bem feita, por parte de quem vai fazer o projecto. E as vezes não é assim tão dificil... Penso que alguns comentários são colocados aqui em forma de critica não por causa do conteudo do post inicial em causa, mas sim pelo sentimento generalizado do estado das coisas, ao nivel da Arquitectura em portugal. Mas não é só a arquitectura ... Quase tudo neste país tem coisas mal feitas, concorrências desleais, etc ... Continuem com este forum de qualidade! Não se esqueçam que ele tb é bom para clientes que não percebem nada de arquitectura. Um abraço a todos!
    2 points
  5. Uma correçao apenas. O facto da parede ter diferentes profundidades, como sugere, torna a parede num difusor acústico. Um difusor acústico continua a ser reflector. Mas espalha o som pela sala. É bastante usado em salas de uso musical como auditórios para manter a sala viva, e no entanto livre de defeitos acústicos. Pode ver vários tipos de difusores e as suas especificações técnicas em : http://www.someacustica.com/someacustica/index.php?page=difusores-2 Numa piscina o objetivo é reduzir a reverberação, logo é fundamental a colocação de material absorvente. Embora na maior parte dos casos os materiais leves sejam mais absorventes, o que define a absorçao porosa (porque existem vários tipos de absorsores) é o fluxo de resistividade e não a densidade. Mas isto era um tópico de dava "pano para mangas" e muitas formulas matemáticas. Eu concordo consigo, mas o meu alerta era igualmente relativo à la de rocha e não à madeira... a madeira nao absorve som, quem absorve é a la de rocha que com execesso de humidade ou em contacto com a água nao conjuga muito bem, pelo menos dos exemplos que vi. Pode-se sempre pensar em usar espuma acústica conjugado com as placas de madeira, mas a unica que conheço e que é eficaz contra a humidade (Quash) tem uma absorção acústica muito fraca. Existem neste momento soluções de material absorvente que já são resistentes ao fogo e à humidade (ver http://www.someacustica.com/someacustica/index.php?page=espacos-publicos) que não precisam de la de rocha ou espumas acústicas. Essa anulação de fase que refere só acontece em algumas frequências, enquanto noutras o som é amplificado. Alias isso é comum ocorrer em paredes lisas (efeito comb filtering observado em estúdios de música) e nao em difusores acústicos.
    2 points
  6. nunomiguelneto

    Reputacao

    yah... nao devia ser azul como a minha ;)
    2 points
  7. eu n sei como tenho 6... tá boua tá.
    2 points
  8. XXXXX

    Destaque vs loteamento

    Eu quando perguntei, será que isto ainda está em vigor, não sabia que alguns dias depois: Portaria nº 219/2016 Isto iria ser revogado, fica a nota.
    1 point
  9. Cada faculdade pede específicas diferentes, por norma é Geometria Descritiva. O curso de arquitectura, como outros artísticos requer muito trabalho, é um opção difícil, mas é possível trabalhar e estudar. Para consultares as disciplinas de cada curso, só consultando com as faculdades, existem várias que oferecem o curso e todas elas oferecem diferentes planos de curso. Aqui podes consultar alguma informação: '?do=embed' frameborder='0' data-embedContent>>
    1 point
  10. Alta e baixa de S. Martinho finalmente unidas por elevador Está finalmente aberta ao público uma das mais importantes obras da segunda fase de requalificação da vila de S. Martinho do Porto. Na passada sexta-feira, dia 10, e após sucessivos adiamentos, o Ascensor do Outeiro, um elevador panorâmico que liga as zonas alta e baixa da vila balnear, foi finalmente inaugurado, numa cerimónia que contou com o secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, João Ferrão, e à qual acorreram algumas dezenas de pessoas, que quiseram, sem demoras, experimentar o novo equipamento. A partir de agora, indivíduos com dificuldade de mobilidade, grávidas, idosos e adultos com carrinhos de bebé têm facilitado o acesso desde a Rua Vasco da Gama (a famosa rua dos cafés) até ao Largo Comendador José Bento da Silva, onde está um miradouro com vista privilegiada sobre a baía e sobre o casario da vila. Com cerca de vinte metros de altura, a nova estrutura envidraçada, de arquitectura contemporânea, faz a ligação entre quatro pisos polivalentes. O piso –1 destina-se a espaços de arrumos e sanitários públicos femininos e masculinos. No 0 há um espaço aberto onde se pode ver todo o edifício e existe uma caixa multibanco. Já no piso 1, o da entrada, vai funcionar o posto de turismo e uma zona de acesso à Internet, dando ainda acesso à escada pública de ligação ao Largo José Bento da Silva e a um bar com esplanada, na Rua da Bela Vista. No piso 2 existe um espaço multifuncional, com mobiliário amovível, que pode acolher actividades culturais. A funcionar todos os dias entre as 10h00 e as 21h00, o novo equipamento tem capacidade para carregar uma tonelada, transportando até um máximo de 13 pessoas por viagem, que é gratuita. Por tudo isto, o dia da inauguração do ascensor foi para o presidente da Câmara de Alcobaça, Gonçalves Sapinho, “um dia grande”. Afirmando que a autarquia está a trabalhar em prol da população, Sapinho recuperou algumas das obras já concluídas, como a despoluição da baía e a construção da Estação de Tratamento de Águas Residuais, bem como a requalificação da marginal. Mas ainda há mais para fazer, como a entrada em funcionamento da Estação de Tratamento de efluentes suinícolas, o que deverá acontecer dentro de dois anos, e a resolução do problema do assoreamento da baía que será estudado em breve. Já o secretário de Estado, João Ferrão, considerou que o novo elevador é um “equipamento inteligente, porque ao mesmo tempo que é multifuncional, promove a mobilidade para todos”. Crente de que a estrutura terá um grande impacto na vila, tanto ao nível dos residentes como dos turistas, afirmou que o dia da inauguração se tratou do “primeiro dia do resto da vida de S. Martinho”. Num quadro mais amplo, o novo elevador enquadra-se na requalificação do litoral, que conta com o empenhamento do Governo e das autarquias. “Para termos orgulho no nosso país temos que contribuir para a sua requalificação”, referiu, acrescentando que “este projecto é sinal de que o país está a caminhar no bom sentido”. Quem também marcou presença na cerimónia de inauguração do Ascensor do Outeiro foi o presidente da Comissão Instaladora da Entidade Regional de Turismo de Leiria/Fátima, Miguel Sousinha, o adjunto do Governador Civil de Leiria, Jorge Gonçalves e o presidente da Junta de Freguesia de S. Martinho, Manuel Antunes Pereira, bem como membros do executivo camarário, outros autarcas e entidades. Adjudicado por 823,268 euros, o Ascensor do Outeiro acabaria por custar 942 mil euros, comparticipados por Fundos Comunitários. O aumento dos custos deveu-se a a alguns imprevistos e a trabalhos a mais. Na empreitada, da autoria dos arquitectos Falcão de Campos e Gonçalo Byrne, integram-se ainda as obras de requalificação do Largo José Bento da Silva. As obras que se seguem Ainda no âmbito da mobilidade em S. Martinho do Porto, a autarquia vai avançar com a ligação da Calçada D. Pedro V à Estrada Nacional 242. De acordo com Gonçalves Sapinho, quando as obras estiverem concluídas, a vila balnear passará a contar com uma larga avenida paralela à marginal e à linha férrea por onde se vai circular nos dois sentidos e que vai disponibilizar estacionamento para cerca de 400 automóveis. “Isto não resolve todos os problemas de circulação e estacionamento de S. Martinho, mas resolve alguns”, afirmou o autarca. A construção de um novo Centro de Saúde é aguardada há vários anos na vila e a autarquia já teve um terreno negociado, mas indicações vindas de Lisboa, que afirmavam que o terreno era pequeno demais para a estrutura, levaram à anulação da compra. Agora, Gonçalves Sapinho diz que está tudo encaminhado. “Estamos no bom caminho, já temos terreno e temos projecto”, garantiu. À margem da inauguração do elevador panorâmico, o autarca adiantou ainda que a mesma dupla de arquitectos, Falcão de Campos e Gonçalo Byrne, tem a seu cargo um projecto para a cidade de Alcobaça. Trata-se da remodelação da zona entre o Mercado Municipal e o Tribunal, em frente aos Paços do Concelho, um projecto que deverá ser entregue à autarquia no início da próxima semana, mas da qual o edil não adiantou mais pormenores. in http://www.gazetacaldas.com/Desenvol.asp?NID=23607
    1 point
  11. Para vocês qual é o "melhor" software de desenho de arquitectura? (É que eu e o AutoCAD não nos damos muito bem...) *
    1 point
  12. Acho que tens duas maneiras de o fazer... 1º através da criação de um objecto. 2º utilizar a ferramenta "solid element operations". espero ter ajudado.
    1 point
  13. Fonte: Architectural Record
    1 point
  14. Honorários para a prestação de serviços por arquitectos e engenheiros - Instruções Alemãs Publica-se a tradução do documento que entrou em vigor em Agosto de 2010, relativo aos honorários aplicáveis na Alemanha para serviços de Arquitectura e Engenharia. O seu conteúdo e estrutura poderão constituir-se como referência de âmbito europeu. Outros dois documentos são disponibilizados: – o relatório de interpretação do documento por Pedro Ravara, vogal do CDN e – 10 boas razões a favor de um regulamento de honorários para arquitectos e engenheiros. Pedro Ravara refere que o espírito das instruções Alemãs não difere muito do das nossas antigas Instruções Para o Cálculo dos Honorários referentes aos Projectos de Obras Públicas (aprovadas pela Portaria de 7 de Fevereiro de 1972 e alteradas pela Portaria de 22 de Novembro de 1974, publicada em Diário de Governo, n.º 2, II.ª série, de 3 de Janeiro de 1975, e Portaria publicada no Diário da República, n.º 53, de 5 de Março de 1986) considerando-se, apesar de tudo, o acréscimo de responsabilidades do projectista, principalmente no âmbito da obra, bem como a inclusão de tipos de projectos que nas Instruções não estavam contemplados como os que se referem a projectos de planeamento, urbanismo ou loteamentos. Quanto aos objectivos das “instruções Alemãs”, Pedro Ravara sublinha: (1) a integração da Directiva Europeia da Concorrência entre Estados; (2) a promoção de uma justa e regulada competitividade entre os profissionais de projecto; (3) a promoção de uma margem de manobra para negociação de honorários, mesmo tabelados; (4) a separação dos honorários do custo da obra, de forma a poder haver uma revisão em alta dos honorários durante a fase de elaboração do projecto, quando há ganhos significativos em termos do custo da obra, por opções de projeto, sem que haja perdas de qualidade e performance em obra. Para ver mais: http://www.arquitectos.pt/?no=2020493248,154
    1 point
  15. ninobino

    Housing on the Edge

    eu também...!!!
    1 point
  16. Decidi hje mostrar-vos 3 casos de arquitectura em habitação social no Porto, onde os arquitectos exploraram e com bons resultados formas de habitar a baixos custos e com qualidade de vida. Paradoxalmente ao que se costuma ver de arquitectura recente, estas obras, já com algumas dezenas de anos foram projectadas com um objectivo: habitações a baixo custo que podem trazer uma mais valia aos habitantes e à cidade. O que é certo é q ao fim destes anos todos, conseguimos ver que estes projectos resultaram, não só por estarem devidamente conservados, mas por também terem permitido uma boa integração das pessoas que lá vivem com o meio urbano envolvente. O primeiro exemplo pertence ao Arq. Mário Bonito, toma como designação "Cooperativa o Lar Familiar" e data de 1950. O segundo exemplo é do Arq. Fernando Távora, "Bairro de Ramalde" e data de 1951-1960 O terceiro exemplo pertence ao Arq. Francisco Pereira da Costa, toma por nome de "Edifício de habitação e comércio" e data de 1953. A sua remodelação foi feita em 2001 por Lourenço Rocchi. ------------------------------------------------------------------------------ Partindo destes exemplos, pretendia assim tentar abrir o debate para a problemática da habitação social. Porque é que hoje em dia se destroem reservas agrícolas para se alojar milhares de pessoas em bairros sem o mínimo de qualidade a nível urbano e ambiental? Porque é que a arquitectura tende a não resolver esta problemática e ainda a intensifica mais criando casos de exclusão social e de alienação? Porque é que não pegamos nos exemplos anteriores e não os estudamos para que possamos perceber de que modo é que trazem uma mais valia à cidade? Gostava que todos reflectissemos um pouco :bash2:
    1 point
  17. Quando exerci a actividade (de desenhador) cobrava 8,22€ / hora, mas não me regi segundo qq tipo de tabela para chegar a esse valor, era um valor “por alto” do usualmente cobrado pelos colegas.
    1 point
  18. essa situação referida pela kaz é o estágio profissional ou o inovjovem conferidos pelo IEFP de duração de 12 meses, mas sem ser por aí, não arranjas de maneira nenhuma essa condição de pagamento o estagiário de arquitectura, na verdade, é mestre (integrado com Bolonha). após o estágio deve receber bem mais do que 2x o ordenado mínimo (segundo a tabela de técnicos superiores dos gabinetes públicos) com subsidio de almoço, seguro e outras regalias como subsidio de férias, por exemplo (coisas que na maioria dos gabinetes privados nem sabem o que isso é!) a grande questão aqui é que, dá me ideia (posso estar errada) que o pessoal encosta-se demasiado à sombra da bananeira: "aaahhh....trabalhar até as 23h? está bem. desde que ao menos possa cheirar o mesmo ar que o arquitecto respira então eu aceito!" "trazer almoço de casa? sem problema..como umas sandes durante 30 minutos e pronto!" "seguro?! o que é isso?" e outras pérolas que fazem com que cada vez tenha menos pena do pessoal que se submete a estas coisas. esperam que a OA faça alguma coisa, mas enquanto esta não regula a situação vão-se encostando...lamentando...ficando tristes e depressivos, mas não entendem que são eles os principais culpados de tal precariedade! ora esse nosso colega, arquitecto lino dias... que já está nessa situação há 10 anos, será que já não estava na altura de querer mais da vida??
    1 point
  19. Este tópico é destinado à colocação de dúvidas sobre construção e assuntos relacionados com maquetas. :D
    1 point
  20. pevmac

    Lusíada ou Lusófona?

    A "melhor Universidade"...conceito curioso...a melhor universidade é aquela em que tu sabes que te sentirás melhor...é aquela onde tens parzer ao ires, sabendo que tens os melhores colegas...é aquela onde os professores realmente se empenham para te ensinarem algo, e no final sabem o teu nome, sabem o que vales...a melhor universidade é aquela que tu olhas os panfletos, percorres os anos e cadeiras, e pensas: "É mesmo isto!"...a melhor universidade é aquela que tu queres mesmo ir...a melhor universidade vai preparar-te para a vida...Por minha experiência, passei por EVT (ESE Portalegre - matricula e praxes), Escultura e Pintura (FBAUL - apenas matrícula), Arquitectura (Lusíada LX - 2 anos), e termino agora Arquitectura (ISMAT - grupo Lusófona, com as equivalências e as alterações que o Bolonha introduziu...)...o resultado? Para mim, valorizou-me o facto de conhecer realidades distintas, de ter de trabalhar em construção civil, e de ter alguns interregnos nos estudos que, se por um lado atrasaram a minha formação, por outro deram-me conhecimentos que não se adquirem sem a prática laboral (fiz de tudo...medições e orçamentos, desenho assistido por computador, preparação de obra, orçamentação, preparação, execução e, inclusivé, colocação em obra de alumínios, cantarias e canalizações, e fiscalização municipal, no âmbito de obras...), mas a conclusão que chego é que a melhor universidade é aquela em que tu, ao passar algum tempo, tomas consciência que é a tua "casa"! Cumprimentos a todos,e boas "arquitecturas"!
    1 point
  21. Dreamer

    Asfalto solar

    "Como é que ninguém se lembrou disto antes?" é a expressão que normalmente me vem à cabeça quando vejo alguma boa ideia. E foi este o caso. O asfalto é preto, escuro vá, todos nós já vimos como numa tarde quente de Verão as estradas irradiam calor suficiente para deformar a nossa percepção da paisagem, e alguns já tivemos a infeliz ideia ou estúpida necessidade de andar descalço por cima de asfalto nessas situações (não é nada agradável)... No Worcester Polytechnic Institute (WPI), a pedido de Michael Hulen, uma equipa está a desenvolver uma tecnologia que permita fazer o aproveitamento energético (electricidade e aquecimento) em estradas e parques de estacionamento, colocando geradores térmicos embutidos no pavimento. Uma das grandes vantagens deste sistema é que não é necessário reservar mais território para a implementação de geradores solares, já que o que não falta por aí são estradas e parques de estacionamento. Mais informações aqui: Link: http://www.sciencedaily.com/releases/2008/08/080812135702.htm
    1 point
  22. Caros colegas, Não posso dizer que concorde ou discorde de vós a 100%... uma coisa vos digo, há possibilidade e mesmo a necessidade de (re)pensar as zonas interiores do nosso país, é essencial isso para o nosso desenvolvimento económico. Se analisarmos alguns investimentos estrangeiros feitos em Portugal percebemos isso, percebemos também que têm sido eles a ter visões estratégicas de ocupação do território que nós, enquanto país, não tivemos. Percebemos também que apesar de estratégicas essas intervenções pecam por serem "egocêntricas" (à falta de melhor termo) e acabam por não fazer cidade, não fazer urbanidade, mas poderão faze-lo se houver condições para tal. Chama-se a isso ordenamento de território. Há formas e formas de ver e pensar as cidades, há formas e formas de pensar o desenvolvimento deste pequeno pedaço de terra à beira mar plantado... mas não considero que nos possamos apoiar num único modelo, uma única forma de pensar a cidade, como dizes e bem, o Porto é uma grande cidade...à escala nacional, à escala europeia uma cidade e à escala mundial... Noutro tópico citaste o Barata, eu vou tomar a liberdade de citar o Távora, "Temos de ir do geral para o particular, e depois fazer o processo inverso...", não podemos cair na asneira de pensar o todo sem o particular, ou vice-versa. Abraços,
    1 point
  23. Estava pesquisar na net e encontrei estes videos, aproeitem para dar uma vista de olhos neles, eceem a vossa opiniao:) parte 1 parte 2 parte 3 parte 4 parte 5
    1 point
  24. Bem, sendo ainda este tipo de evento a título experimental, apenas iremos realizar uma palestra no dia referido. De qualquer forma penso que no final desta semana ou início da próxima poderei colocar mais informações pois ainda estou a contactar algumas das pessoas. Até lá apenas posso confirmar a ausência de Fernando Guerra, tendo sido escolhido por sua vez o Fotógrafo de Arquitectura e membro deste fórum, João Morgado. Espero assim inovar e trazer novas mentes a um tema que tem estado fechado para muitos dos interessados.
    1 point
  25. Realmente a história de que em caso de naufrágio o capitão é ultimo a sair do barco é mesmo um mito... embora começar a falar (comentar) arquitectura...boa
    1 point
  26. com certeza não estás à espera que eu diga que nesse caso já gostava.. e apesar de não acreditar muito que fosse possível, se alguma vez o fizessem a minha opinião mantinha-se com uma agravante, é que a obra desses é seguida há muitos anos por toda a gente, seria um cancro na sua obra como foi o Estoril-Sol para o byrne, que claramente foi feito por uns putos lá do atelier.
    1 point
  27. ruivenda

    3ds Max 2009

    É verdade... O novo MAX 2009 melhorou bastante, e os materiais que acompanham o programa são já de grande qualidade. Outro software que tem crescido muito e evoluido bastante, especialmente por ser multi-plataforma e por ter um interface inovador, aliado a uma simplicidade de uso, é o MODO. Aparentemente a Autodesk anda de olho neste software também para ir às compras. Vale a pena espreitar este software. A grande vantagem dele é reconhecer os formatos "nativos" da Autodesk e ser muito barato comparativamente à concorrência. Não quero aqui lançar mexas para a fogueira nem tar a especular outros produtos, mas este é um com o qual me cruzei e do qual tenho tido agradáveis surpresas. Fica o registo...
    1 point
  28. dj_cc

    O ArchiCAD 12 está aí

    miguel é de louvar as tuas atitudes de partilha de conhecimentos com os mais novatos pois hoje em dia nem toda a gente está disposta a faze-lo, nem mesmo quase a pagar, quanto mais "à borlix". por isso continua o teu excelente trabalho quer por este forum, quer pelos teus excelentes blogs sobre archicad e BIM. abraços
    1 point
  29. caro rui fernandes, como a lei é uma matéria complexa e após me ter reafirmado através da sua resposta q na câmara admitiam (mesmo e sem sombra de dúvida) a possibilidade de requerer a divisão do terreno sem processo de loteamento, e em mais de dois lotes, fiquei a pensar no assunto e julgo ter encontrado o enquadramento deste caso no site do ministério público, no entanto, pelo que entendo, aplica-se apenas a prédios rústicos, onde a leitura de prédio é o termo atribuido legalmente á descrição predial de um terreno na conservatória . Não sei se será este o caso pois tal como esclarece o diploma o seu âmbito é: O Estado promove a execução de operações de emparcelamento integral quando elas constituam base indispensável para: a) A execução de programas integrados de desenvolvimento agrícola regional; O ordenamento do espaço agrícola e a reconversão cultural; c) A reestruturação da propriedade rústica e da empresa agrícola afectadas pela realização de grandes obras públicas, nomeadamente auto-estradas, caminhos de ferro, barragens e aeroportos. e segue nos art.ºs : 1 Artigo 10.º Melhoramentos fundiários de carácter colectivo Os melhoramentos fundiários que pela sua natureza determinem a compartimentação do perímetro e condicionem o novo loteamento devem estar definidos quando se iniciar o período de reclamação para fixação das bases do projecto. 2 Artigo 12.º Traçado dos novos prédios Fixadas as bases do projecto de emparcelamento nos termos do artigo anterior, é estabelecido o novo loteamento de acordo com os critérios seguintes: a) A concentração da área dos terrenos de cada proprietário no menor número possível de prédios, cuja superfície, forma e acesso favoreçam as condições técnicas e económicas da respectiva exploração; A aproximação, tanto quanto possível, dos novos prédios das actuais sedes das explorações ou a criação de novos centros de lavoura com o acordo dos interessados; c) O aumento, sempre que possível, da área dos prédios integrados em explorações de dimensão insuficiente, com recurso à incorporação de terrenos da reserva de terras. 3 Artigo 13.º Reclamação do projecto 1 - Terminada a elaboração do projecto, é este submetido à apreciação dos interessados, que podem apresentar reclamações e recursos nos termos dos artigos 37.º e seguintes. 2 - Para o efeito, são expostos os seguintes elementos do projecto: a) Plano cartográfico do novo loteamento e dos melhoramentos fundiários previstos; Indicação numérica da equivalência de valor entre os novos prédios e os anteriores; c) Representação cartográfica das superfícies sobre as quais ficam a incidir ónus, encargos e posições contratuais transferidos dos anteriores prédios ou constituídos por força do n.º 2 do artigo 35.º; d) Projectos de melhoramentos fundiários e rurais de carácter colectivo com incidência nas condições de exploração dos terrenos ou nas condições sociais e económicas das populações da zona. o site q consultei é: http://www.pgdlisboa.pt/pgdl/leis/lei_busca_assunto_diploma.php?buscajur=loteamento&artigo_id=&pagina=1&ficha=1&nid=641&tabela=leis na legislação: EMPARCELAMENTO E FRACCIONAMENTO DE PRÉDIOS RÚSTICOS Decreto-Lei n.º 103/90, de 22 de Março versão actualizada (Decreto-Lei n.º 59/91, de 30 de Janeiro) ver artºos 10º, 12º e 13º.
    1 point
  30. 3CPO

    Reputacao

    Não... fui eu que votei. O meu voto é mais poderoso que os restantes... :(
    1 point
  31. Leonor Cício

    Reputacao

    não me admira nada só por curiosidade, o meu nome Cício já apareceu variadíssimas vezes em filmes relacionados com a máfia. como aqui http://www.imdb.com/character/ch0043648/
    1 point
  32. Against

    Reputacao

    Eu quero pontinhos!!! Já estou como diz a m a r g a r i d a, têm que zelar pelas meninas da equipa! :icon_chick:
    1 point
  33. AnaS

    Reputacao

    Connecty sim, acho que com os numeros fica melhor!! ;)
    1 point
  34. arklab

    Reputacao

    sem querer estragar a conversa de "amigos"...o que é que aconteceu à reputação......!??? somos brindados com cartões !? ou são luzes de semáforo !??...:nerd: .....sendo a última hipótese, a minha luz deveria estar amarela....!!!??:nervos:
    1 point
  35. Arq.to

    Reputacao

    Experimentem clicar no meu para ver o que acontece, depois digam-me o que aparece!
    1 point
  36. Segundo o site da TATE MODERN (http://www.tate.org.uk/), mais particularmente neste link (http://www.tate.org.uk/modern/transformingtm/default.shtm), é possível acompanhar o desenvolvimento do projecto e perceber suas as razões. Segundo o site, esta é a versão actual do projecto. Eliminou-se o jogo volumétrico de corpos que surgiu nas primeiras imagens ficou o volume base que estava previsto ser em vidro.
    1 point
  37. Habitação humanizada editor: LNEC data da publicação: 2007 preço: € 55,00 n.º páginas: 590 formato: 21,0 x 29,5 ISBN 978-972-49-2120-4
    1 point
  38. AD/11 grupo de arquitectura y diseño - Oficinas CIME - 03-10-08 00:00 El edificio se emplaza en el barrio tradicional de Analco, y aunque su intención no es abrirse al exterior, en una búsqueda de integración contextual, solicitada por el comité de dictaminación del centro histórico, tiene una predominancia del macizo sobre el vano e intenta dialogar con los trazos que sugieren los elementos vecinos en la composición de la fachada, la cual de manera respetuosa plantea un lenguaje congruente con su lugar y tiempo, usando los mismos materiales del interior. Ler artigo...
    1 point
  39. 3CPO

    Reputacao

    Mesmo mudando de IP?
    1 point
  40. Ivo Sales Costa

    Reputacao

    Tou a ver isto a encher-se de 'beija-rabos' para ver se ganham reputação.... Pode ser uma boa medida em termos de haver um controlador de comportamentos, vamos ver.
    1 point
  41. Sputnik

    A Poética Do Espaço

    E continuamos com os nossos domingos de poesia... Para falar de poética do espaço, não serviria simplesmente descrever ou referenciar-nos num espaço concreto. O que o filósofo faz é utilizar-se das descrições de espaços feitas por grandes poetas - é a forma mais justa de transmitir o sentimento poético. "O poeta conta que desde a sua infancia tinha desejado inutilmente possuir uma casa de campo com um jardinzinho e que, agora, com a idade de setenta anos, resolvera dá-los de presente a si mesmo, com a sua própria autoridade de poeta e sem nenhuma despesa. Começara por ter a casa, depois, aumentando o gosto pela posse, acrescentara o jardim, depois o bosquezinho etc. Tudo isto só existia na sua imaginação; mas bastava para que essas pequenas posses quiméricas adquirissem realidade aos seus olhos. Falava delas, desfrutava-as como coisas verdadeiras; e a sua imaginaão era tão forte que eu não ficaria admirado se o visse preocupado com a sitação da sua vinha durante as geadas de Abril ou Maio."
    1 point
  42. Muito interessante! Mas falta lá o preto :p
    1 point
  43. Bem está aqui um tutorial que criei está manhã para o fórum de arquitectura, em 3d Max Studio [ATTACH]2772[/ATTACH] Abraço.
    1 point
  44. Seguem em anexo os desenhos técnicos [Plantas e Alçados]:
    1 point
  45. a.s* _ atelier de santos Residências Universitárias das Laranjeiras _ Ponta Delgada . 1998-2007 [Continuação do texto anterior] O módulo definidor da solução é a unidade habitacional mínima: um quarto duplo, de planta rectangular (2.6 x 6 m), com os seus topos transparentes. O topo sul constituiria a frente exterior do quarto, sendo o topo norte destinado ao acesso interno. A meio do quarto são dispostos dois volumes – contendo instalações sanitárias, zona de banhos, armários e estantes – que dividem a restante área disponível em zona de estudo (a norte, aberta para um corredor de acesso envidraçado, o que permite a iluminação natural deste espaço), e um espaço destinado ao repouso (a sul, aberto para a paisagem). A separação das duas áreas é assegurada pelas portas dos armários: quando abertas, encerram o corredor de ligação entre zona de estudo e zona de repouso, repondo a necessária intimidade a esta última, que tinha sido anulada pela não existência de qualquer barreira visual entre o corredor e o quarto. Tendo em conta a necessária economia de meios, seria óbvio que este módulo assumiria preponderância no que respeita à morfologia dos blocos residenciais fazendo com que a imagem dos edifícios resultasse da mera associação dos módulos (dos quartos) que a compõem. Nesse sentido ao módulo base são introduzidas pequenas variações: varandas, portadas, o desnivelamento da zona de repouso em relação à zona de estudo ou até a separação física entre elas. Estas variações corresponderiam não apenas a diferenciações de usos e de espaços, mas também, sobretudo, a variações formais, o que garantiria que a associação entre módulos e suas variações protagonizassem por si só diferenças morfológicas aos quatro blocos residenciais. Desse modo, por mera associação modular, obtivemos quatro edifícios residenciais semelhantes, mas que procuram soluções morfológicas diferenciadas entre si, como resposta a uma procura de variabilidade urbana de conjunto, reflexo da localização relativa de cada edifício, mas também da proximidade com outros elementos. Assim, de sul para norte, temos o Edifício Destemido (aquele que confronta todos aqueles que se aproximam vindos do Centro da Cidade), o Edifício 2 (porque é o segundo bloco residencial), o Edifício Desportista (dada a proximidade do Campo de Jogos, e a extensão dos seus corredores internos) e o Edifício Maciço (por ser aquele que alberga mais alunos). Cada um dos 4 blocos de residências organiza a quase totalidade do seu programa funcional junto à fachada sul libertando o alçado norte para as circulações internas, que podem desse modo ser totalmente abertas para o exterior. Consegue-se assim que os utentes de cada um dos blocos cruzem a totalidade das faixas de “paisagem” localizadas no exterior., à medida que se deslocam pelo interior dos edifícios. Dá-se oportunidade aos estudantes de escolher habitar o bloco e a vista do quarto que mais lhe agrada, bem como da própria vista do quarto já que cada módulo funciona como uma espécie de enquadramento sobre as (diferentes) faixas de paisagem. Desse modo é possível viver num quarto do Edifício Desportista, tendo vista sobre o Arvoredo, habitar o Edifício Maciço com uma vista sobre o Prado, ou dormir num quarto com vista para o estacionamento no Edifício 2. Qualquer outra conjugação é possível de se obter. O Edifício Central contrapõe a toda a malha estrutural rectilínea uma outra geometria, quase aleatória, quase natural, como quase artificial é o conjunto de laranjeiras plantadas em frente a este (e que recordam o grande laranjal aí existente até finais do séc. XVIII), fixando-se à topografia, alterando-a, e implantando-se profundamente no cruzamento entre os blocos construídos e as faixas exteriores. Ficha Técnica Residências Universitárias das Laranjeiras (1º Classificado em Concurso Público) Cliente: Serviços de Acção Social da Universidade dos Açores Localização: Bairro das Laranjeiras, Ponta Delgada, S. Miguel, Açores Programa: 150 quartos duplos, cantina e refeitório, sala de convívio, serviços de apoio Área de Construção: 6500m2 Área de implantação: 10000 m2 Data de projecto: 1998/2001 Data de Construção: 2002/2003 (1.º fase), 2004/2007 (2.º fase) Coordenação: Pedro Machado Costa, Célia Gomes / a.s* Créditos Fotográficos: FG+SG - Fotografia de arquitectura Agredecemos a colaboração de a.s* _ atelier de santos.
    1 point
  46. Neste Tutorial 7, vou explicar os princípios inerentes à aplicação e edição de materiais, tais como: 1. Tipos de materiais e usos específicos 2. Tipos de mapas e suas aplicações 3. Criar materiais realistas Para começar, aqui fica uma imagem de como deverá aparecer um editor de materiais por definição: Primeiro precisamos reconhecer as diferenças entre os tipos de materiais. Aqui enumero os principais, mas não todos. Blend O material Blend serve para fundir 2 outros materiais, numa mesma superfície (mesmo material ID). Exemplo: parede de tijolo pintadas de cor uniforme e textura de tijolo em algumas áreas da parede. Composite Usando uma mistura complexa baseada em cores, consegue fundir até 10 materiais num só material. Útil em casos de render esporádicos. Double Sided Material que exibe 2 materiais diferentes na mesma superfície, um material em cada lado. Exemplo: fotografia com imagem de um lado, e papel branco do outro. Ink 'n Paint Material especial que simula um cartoon, ou esboço a carvão, etc.. Exemplo: render sem aspecto de render, nem aspecto realista, para ilustração. Matte/Shadow Um dos materiais únicos no 3D Studio, o material Matte/Shadow tem a particularidade de receber sombras de outros objectos, sem no entando ser renderizado ele próprio, deixando ver o fundo do render. Exemplo: sombra de um objecto virtual pretendida sobre um objecto que existe na imagem de fundo. Multi/Sub-Object Especial para se adicionarem vários materiais a um só objecto, com faces pré-divididas em diversos Material IDs. Exemplo: material único aplicado a um objecto com parede, tecto e chão, com 1 sub-material para a textura de parede, 1 sub-material para o rodapé, 1 sub-material para o tecto, 1 sub-material para o chão, etc. Raytrace O material com qualidade de rendering superior. Exemplo: copo de vidro com reflexões, água detalhada, metal com alto nível de pormenor. Standard O material pré-definido, e com usos bastante alargados. Exemplo: paredes, chão, vidros básicos, materiais orgânicos, madeiras, etc.. Top/Bottom Material que exibe 2 materiais diferentes no mesmo objecto, dependendo da orientação cima/baixo do mesmo. Exemplo: chaleira metálica, com área queimada no fundo. Para alternarmos o tipo de um material seleccionado, carregamos no botão que está localizado em baixo e à direita da amostra de materiais. Este botão mostra sempre o nome do tipo do material seleccionado. Se repararem na secção Shader Basic Parameters, verão algumas opções. Explico algumas: Caixa Blinn Contém uma lista de tipos de shaders. Cada um deles vai receber a iluminação de forma diferente, sendo o Blinn e o Anisotropic os mais usados. Wire Remove toda a superfície do objecto e renderiza apenas nas arestas da malha. Pode-se especificar a espessura desta ramificação na secção Extended Parameters. Face Map Se seleccionada, o material é aplicado a cada face do objecto indivualmente, não requerindo assim o modificador UVW Map para orientar a textura. 2-Sided Útil para objectos importados de outros programas, quando existem faces voltadas na direcção oposta à que se pretende ver. Isto porque no 3D Studio, todas as malhas (objectos) são constituídos por faces de 1 lado apenas; quando pretendemos renderizar de ambos os lados, ou quando o lado invisível não está voltado na direcção correcta, pode-se editar a face com o modificador Edit Mesh e inverter a respectiva normal; em alternativa, activa-se esta opção no material aplicado ao objecto. Faceted Aplicado a objectos com superfícies curvas, vai ignorar a suavidade e renderizar apenas as faces da malha, ficando com aspecto facetado. Em objectos de faces planas, não tem diferença. Na secção Blinn Basic Parameters (Blinn aqui pois é o shader seleccionado na lista em cima), terão as opções mais visíveis do material, como a sua cor, opacidade (transparência, no material Raytrace), nível de brilho, auto-iluminação, entre outros aspectos. Ambient [Cor] Difuse [Cor] Specular [Cor] Estas 3 opções controlam a luminosidade do objecto. Ambient controla a coloração na sombra, Difuse, a cor real, e Specular, a cor nas zonas iluminadas. Abaixo, temos a secção Specular Highlights: Specular Level Intensidade das zonas iluminadas. Glossiness Um valor grande afecta a área iluminada, tornando-a mais pequena. Soften Suaviza o contraste entre as zonas iluminadas e sombreadas. Com excepção dos materiais que englobam outros materiais (Multi/Sub-Object, Top/Bottom, Composite, Blend), todos os materiais-base têm um conjunto de mapas a que correspondem os níveis de determinada especificação. São eles: Ambient Color Difuse Color Specular Color Difuse Level Specular Level Glossiness Anisotropy Orientation Self-Illumination Opacity Filter Color Bump Reflection Refraction Displacement Sublinhei os mapas mais usados, e também mais importantes na maior parte da elaboração de materiais minimamente realistas. Difuse Color Mapa onde colocamos a imagem directa da textura do material. Basicamente, a imagem que vemos no material, é neste mapa que especificamos. Specular Level Mapa onde definimos os níveis de brilho. São tidos em conta apenas os níveis de cinza para este mapa, pelo que imagens a preto e branco serão mais elucidativas quanto ao resultado final. Opacity = A opacidade pode ser defenida em percentagem % ou através de uma imagem ou mapa. Se for usada uma imagem ou mapa, a percentagem indicada será relativa aos níveis dados pela imagem. Bump = Básico mas muito eficaz. Também o Bump usa apenas os níveis de cinza da imagem aplicada. Como já disse, a cada um destes mapas pode ser aplicada uma imagem, ou um mapa procedural. Imagens podem ser desde GIF, BMP, JPG, PNG, TIF, TGA (as duas últimas podem ter até canal alfa para a opacidade de uma textura, por exemplo), e muitos outros formatos, incluindo mesmo AVI, MOV, e outros ficheiros de vídeo (exemplo: textura do ecrã de uma televisão, para criar um filme em vez de um render) Já os mapas procedurais, são mapas genéricos com uma quantidade considerável de opções, tais como cor, escala, proporção, rotação, e muitos outros parâmetros dependentes de cada tipo de mapa. Aqui fica igualmente uma listagem dos tipos de mapas. Seleccionei apenas 4, mas muito úteis, mapas especiais: Bitmap O mapa que nos permite escolher uma imagem entre os nossos ficheiros Fallof Mapa que permite alteração de cor através da distância ou ângulo relativamente ao ponto de vista, ou relativamente ao objecto. Tem ainda uma versatilidade muito grande, pois pode ser aplicado a qualquer mapa de um material, (Difuse, Opacity, Reflection, etc.) Noise Outro mapa incrivelmente fácil e simples de usar, mas com enorme potencial. Cria variações de 2 cores como um formigueiro. Pode ter qualquer escala, e aplicado no mapa Bump para simular o pequeno relevo de uma parede pintada, ou aplicado aos mapas Opacity e Bump de um vidro para simular vidro martelado... Tiles Podia não ter seleccionado mais nenhum, mas sempre achei interessante o mapa Tiles. Permite fazer uma grande variedade de mapas, desde simples azulejos, tijolo grande e pequeno, mosaico de cozinha, wc, etc. Não se deixem enganar pela simplicidade aparente! Um outro pormenor fascinante nos diversos tipos de mapas é que podemos usar sub-mapas dentro de qualquer outro mapa. Como exemplo disto, podemos aplicar um mapa Noise, e numa das suas manchas, aplicar um mapa Bitmap. Isto vai fazer com que o material exiba uma imagem numa das cores do Noise. ______________________________ Exemplos práticos Depois da teoria vou explicar agora com alguns exemplos. Para começar, desenhei um plano, uma geoesfera, um cubo, e um cone. Vou atribuir um material Raytrace à esfera e dar uma reflexão de 20%. Clico na caixa de verificação ao lado do rectângulo com a cor preta, e insiro o valor 20. Para terem 1 noção da quantidade que vai ser reflectida/transparecida pelo material, podem usar o botão Background (3º ícone a contar do topo do lado direito, com malha axadrezada). Podem renomear o material clicando onde diz xx - Default, onde xx é o número do material gerado pelo 3D Studio. Outra opção interessante é a previsualização em maior dimensão. Um duplo clique em qualquer thumbnail de material aumenta-o para o dobro, e essa janela pode ser aumentada ainda mais, ou reduzida. Para aplicar o material aos objectos, pode-se simplesmente arrastar a esfera do material para cima do objecto, ou tendo o objecto seleccionado, com o material activo, carreguem no botão Assign Material to Selection (3º botão a contar do lado esquerdo, em baixo das amostras de materiais) Ao cubo, vou adicionar o tipo de mapa Tiles no mapa Difuse Color. O pre-definido do mapa são 4x4 quadrados, mas eu quero apenas 3x3 para simular um cubo de Rubik Cliquem no botão do mapa Difuse Color, que deverá ter o nome Map #x ( Tiles ). Em Horiz. Count e Vert. Count insiram os valores de 3. Para voltar à lista de mapas e opções do material, usem o botão que entretanto ficou activado, a seta preta Go to Parent que fica imediatamente acima do botão com o nome do mapa Tiles (onde estava o nome Standard relativo ao material, passou a estar o nome do mapa actualmente activo no editor) Reparem que as amostras de material podem ter 3 estados: 1. Material aplicado a algum objecto no ficheiro - cantos realçados a cinza 2. Material aplicado a (pelo menos) um objecto seleccionado - cantos realçados a branco 3. Material não usado no ficheiro - sem triângulos nos cantos Ainda no material do cubo, vou fazer o Specular Level e o Glossiness (mapa também associado ao nível de brilho) dependerem do mapa principal da textura (Tiles). Clicando no botão do mapa Tiles, arrasto-o para o botão dos mapas que referi. O programa pede o tipo de cópia, e selecciono Instance. Para não ter tão fraca luz, vou dar o valor de 50 no mapa Glossiness. O problema agora é que cada face no cubo de Rubik tem 1 cor diferente; para facilitar a tarefa vou simular um cubo já arrumado com os pequenos cubos coloridos ajustados e ordenados. Terei de usar um material Multi/Sub-Object. Com o material do cubo seleccionado, altero o tipo de material, ao que o programa pergunta o que pretendo fazer com o material que já está naquele slot. Vou manter o material (2ª opção). Ao criar o material Multi/Sub-Object, apaguei 4 sub-materiais com o botão Delete nas opções desse material, pois só pretendo 6 - um por cada face do cubo. Basta depois criar cópias do material no slot 1, e alterar as cores dos 6 sub-materiais na secção de configuração do mapa Tiles. O resultado deverá ser algo parecido com esta lista colorida: Para que possam copiar as cores dos pequenos quadradinhos coloridos, para o rectângulo da cor no mapa Tiles, podem clicar com o botão direito em cima dessa amostra de cor, e escolher a opção Copy; na amostra de cor de destino, façam o mesmo e escolham Paste. Nota: os 6 sub-materiais do cubo ficaram atribuídos automaticamente às 6 faces, pois o objecto Box desenhado no 3D Studio está pré-definido com 6 Material IDs diferentes nas suas faces. Se se tratasse de um outro objecto qualquer, teria de ser usado o modificador Edit Mesh para atribuir os Material IDs manualmente. Falta ainda o material do cone, que vai ser um Ink 'n Paint cor de rosa, com as opções que realcei. Finalmente, o plano de fundo, configuro-o com 1 material Matte/Shadow. Não se esqueçam também de alterar a cor de fundo para branco (tecla 8 - menu Rendering > Environment). Fiz o render e o resultado foi: Notem os contornos da esfera demasiado escuros e pouco realista. Vou adicionar o tipo de mapa Fallof no mapa Reflect do material Raytrace, e deverá aparecer a seguinte configuração (abri a caixa do Map Navigator à parte, botão das duas esferas em cima do botão grande do tipo de mapa, lado direito): E o resultado foi o seguinte: Termino este tutorial, pois já expliquei bastante, e espero que vos sirva de algo Ficheiro materiais.max: materiais_max.zip (23 KB )
    1 point
  47. Rosalina... por experiência própria, não hà nada melhor que ires à livraria do LNEC, compras o livro "Curso sobre medições na construção civil", preparas a tua folha de excel com o conteúdo e regras previstas no manual, adicionas mais alguns artigos (relacionados com arrnjos exteriores e afins...) pois o livro está preparado mais para construção de edificios. Obrigas os outros colaboradores (eng.os) a seguirem a metodologia e assim cumpres as "normas LNEC" e dás grande banhada ao resto do pessoal, que verdade seja dita, fazem, mas não sabem... Os programa automáticos... bom não gosto, acabamos por não saber o que estamos a fazer... eu pessoalmente não admito omissões aos projectos de execução (pelo menos tento, LOLOL). Claro está, não esquecer de complementar com boas CTG e CTE´s. Os cursos do IEFP... não me parece q aprendas nada de extraordinário.... tenho na empresa um Medidor/orçamentista e teve de reaprender tudo de novo...
    1 point
  48. Bem... Fabuloso Sem dúvida que me faz lembrar os meus primeiros anos de faculdade quando andava pelas ruas a absorver formas e cores por onde quer que fosse passando. Ao passear pelos chamados bairros clandestinos encontrava algumas vezes destes deslumbramentos. Corpos que nascem e se formam face as necessidades de quem neles habita. Este é o tipo de projecto que mesmo que o sonhemos e imaginemos, logo o adulteramos por ser impossível... é só sonho. Afinal parece que talvez não...
    1 point
  49. Aqui vai 2 trabalhos de tempo livre! http://features.cgsociety.org/gallerycrits/221395/221395_1154003283_submedium.jpg http://features.cgsociety.org/gallerycrits/221395/221395_1154003247_submedium.jpg
    1 point
  50. Boas Aqui fica um tutorial simplista com algumas dicas para gerar um wallpaper usando o 3DStudio MAX7. Os tópicos principais: 1. Definir as dimensões e as proporções do render para se adaptar ao desktop 2. Colocar e posicionar uma câmara adequada a um wallpaper Primeiro, começamos por definir o tamanho inicial do render para 400 x 300 pixéis, é uma dimensão pequena o suficiente para fazer um render rápido e com a proporção do desktop. Tecla F10. Depois, vamos activar o modo Show Safe Frame, um limite que podemos activar em qualquer viewport no 3DStudio, clicando com o botão direito do rato em cima do nome do viewport. Seguidamente, colocamos uma câmara. Na secção Create > Cameras > Free, e clicamos num ponto qualquer na vista Top. É importante que façamos a câmara na vista de topo, pois a câmara vai ficar perpendicular a essa vista e, se queremos desenhar algo na horizontal, o mais lógico é colocar a camara a apontar para baixo. Em outras circunstâncias podemos bem criar uma câmara nas outras vistas. Se a câmara for criada na vista em perspectiva, o efeito será o mesmo que se for criada na vista Top. Após sairmos do modo de criação da câmara, clicamos com o botão direito em cima da função Select and Move. No quadro que aparece, indicamos as coordenadas X e Y da câmara, para esta ficar na origem do sistema (0,0,0) e assim ficamos com o cenário centrado. Não é estritamente necessário, mas é util quando pretendemos posicionar objectos mais tarde relativamente à origem. Eu coloquei a câmara a 2000 unidades no eixo Z para ficar afastada dos restantes objectos do espaço, e também para poder apanhar no render os elementos necessários ao wallpaper. Agora, vamos substituir a vista em perspectiva pela vista da câmara que criámos. Com o botao direito do rato em cima do nome Perspective, no viewport, vamos ao menu Views > Camera01 (se tiverem atribuído um nome à câmara, ele aparece aqui). Se não tiverem ainda activado o modo Show Safe Frame, podem fazê-lo agora, e desactivá-lo igualmente. Quando o objectivo é fazer um wallpaper, convém ter esta opção activada, para termos uma noção mais precisa do que vai ser renderizado. A partir de agora, o único limite é a imaginação. Eu criei várias esferas (geometria Geosphere) na vista Top, pelo que ficaram todas com o centro no plano horizontal XY. Quase sempre é necessário desenhar objectos mesmo para fora dos limites das margens, pois se houver materiais com reflexões, ou objectos a projectar sombras, poderá afectar o resultado final. Mais vale desenhar a mais do que a menos. No meu cenário, activei a opção Ortographic Projection nas definições da câmara, e alterei o valor Target Distance para 1800 unidades. Outros wallpapers poderão ficar melhor com uma câmara que gera uma perspectiva, e não uma vista ortogonal como a que eu fiz. No meu caso, resolvi seleccionar as esferas com a ferramenta de selecção de objectos (tecla H), e agrupei-as no menu Group > Group. Outra opção interessante e que nos pode ajudar a visualizar melhor o espaço tridimensional fica na secção Display. Mudei a definição de Display Color > Wireframe para Material Color. Assim vemos a estrutura dos objectos com a cor do respectivo material, em vez da cor aleatória que o programa gera quando desenhamos os objectos. Para finalizar o meu wallpaper, coloquei um texto com o meu nome, e o mesmo material das esferas, e um modificador Bevel para dar uma extrusão com arestas biseladas ao texto. O material que atribuí às esferas é um simples material Raytrace, com alguma reflexão e mapa de relevo (Bump). Quando estamos prontos para gerar a imagem final, voltamos à caixa das definições do render (Render Scene, tecla F10), e alteramos as dimensões do render para 1600 x 1200 pixéis, ou outra dimensão que prefiram. Se fizerem o render apenas com 1024 x 768, vai resultar uma imagem de pouca qualidade se a aumentarem para desktops maiores, daí eu fazer com um tamanho relativamente grande (podia fazer tambem 2048 x 1536 pixéis). Para finalizar, o Render: (ficou básico, mas penso que perceberam a ideia)
    1 point
×
×
  • Create New...

Important Information

We have placed cookies on your device to help make this website better. You can adjust your cookie settings, otherwise we'll assume you're okay to continue.