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Showing content with the highest reputation since 06/27/2006 in Posts

  1. Peter

    Reputacao

    olha!! já que falam... eu não tenho nenhum!? desapareceram os que tinha ohhhhhhhh
    4 points
  2. XXXXX

    Honorários

    Os honorários não são tabelados, pormenor que presumo que deve saber... dois mil euros para o projeto de licenciamento + cerca de dois mil euros para as especialidades, para quem trabalha a partir da casa, sem custos adicionais (rendas ou imi´s, luz, água, informática variada, colaboradores, estas tretas todas sobre a forma de custos) é um preço que garante margem de lucro assaz, se for praticado tipo patrão a frente de uma empresa, o preço é diferente para mais geralmente embora existam gabinetes, que cobram 700 euros por um projeto de arquitetura, tipo copy paste, pega na moradia que fizeste ali em Peniche e cola em Torres Vedras, troca janelas, muda uma coisitas ao jeito do cliente e como inteligência é coisas que não abunda por estas bandas, o patrão diz, "Estou-lhe a fazer um desconto", o cliente responde "Obrigada", é assim que ganha 700 euros numa semana apenas no projeto de arquitetura... eu para fazer porcaria, merdas horrorosas, por favor ao próximo, prefiro não fazer, é preferível fazer uma moradia de 10 em 10 anos, mas que fique bem feita e cobrar 6000 Euros ao cliente, mas incluímos, Arquitetura + Especialidades + Assistência Técnica na Obra + Plano de Segurança e Saúde + Caderno de Encargos + Orçamentos, tudo com contrato, escrito a assinado... porquê as porcarias que se faz, por preços de Merda, nunca valem o sacrifício, tipo: Vou olhar para aquele mono o resto da minha vida, cujo autor fui eu, mas que foi feito ao gosto do cliente? É deprimente! Quanto é suposto um arquitecto cobrar para ir à Câmara pedir e preencher um formulário para saber o que pode ser feito em termos de projecto, num dado terreno? Isto pode ser preço de custo, além de ir passear à CM local, as taxas obviamente ficam por conta do cliente (PIP). As despesas de deslocamento, alimentação, portagens, são calculadas à parte? Deverá ser cobrado um valor à hora quando se trata de trabalhos pontuais p.ex. requesição de documentos para o dono de obra? Portagens e deslocação = 0.3 Euros/Km, era o que pagavam para Avaliações Imobiliárias para empresas privadas em 2010 (agora simplesmente não pagam nada), se trabalhasse para o estado a custa do dinheiro dos contribuintes, aí escuso de falar, seria gozar ainda mais com a cara dos Portugueses... que ainda se levantam, para ir votar! E, no caso de um novo projecto para uma moradia, depois de estimados os custos da obra, i.é, tendo um primeiro orçamento em mãos para o custo estimado da obra, que percentagem devemos levar para o projecto de arquitectura? Faseado de que forma. Não há regras, mas o bom senso obriga a que a maior fatia seja na fase de licenciamento + especialidades (que engloba orçamento e caderno de encargos). A "nossa fatia do bolo é equiparável às restantes especialidades? Hoje em dia os engenheiros, com os programas de estruturas, já perdem a sensibilidade para os cálculos, existem projetos de especialidades, cujos pilares são de forma indistinta todos iguais, acredito mesmo, que nem as armaduras mudam de pilar para pilar, qualquer Arquitecto percebe se a carga não é a mesma em todos os pilares, porque razão os pilares não poderão ser mais finos de forma a poupar betão caso a caso conforme a solicitação de cargas, eles ainda pensam, que nós nas pescamos nada disso... nem com meios informáticos as vezes conseguem escamotear pilares nas paredes, o que é frustrante, num projeto simples sem SADI e AVAC, não há razão para que a nossa ponderação não seja superior a deles. Em relação aos projectos de estabilidade, incêndios, águas e esgotos, térmica e acustica, somos apenas mais uma especialidade? Ou como coordenadores destas especialidades e diretores técnicos da obra podemos e devemos cobrar mais? Cobrar o quê, fazer um projeto de Arquitetura, sempre se pressupôs as especialidades e repectiva compatibilidade, se tudo estiver bem feito, não haverá problemas (raras vezes). Nota, não pode fazer Direção Técnica de Obra ou Fiscalização e ser o Autor de Projeto, a Ordem não deixava (Necessito de confirmar no novo estatuto, mas penso que contínua igual) e penso que continua a não deixar, coisas que estes estúpidos nas CM´s as vezes não percebem. Isto era a mesma coisas que fazer projeto para uma Câmara e depois ir aprová-los internamente como funcionário da mesma. Apenas como diretor de obra, ganha o seu salário de diretor de obra, a partir da empresa de construção, garanta o cumprimento do projeto de acordo com o aprovado na CM e dentro do budget. Mas você vende casas, tipo gaja gira e comunicativa com outdoors pendurados nas fachadas? Eles gabam-se muito do verdinho que ganham... cá em Portugal as pessoas não se medem em altura física, capacidades e conduta, é pela conta bancária e o carro que ostentam pago ou não. Já ouviu falar dos PQ e dos PAI? Esqueça isso da Remax, andou na melhor escola do País de Arquitetura para vender casas?
    3 points
  3. Elio Branco

    Shanghai

    O escritório onde trabalho está neste momento com 2 vagas para junior arquitecto. Mais informações endereçar questões para: eliombz@gmail.com
    2 points
  4. JCSMARTINS

    Proposta

    Olá a todos! Acompanho este fórum há algum tempo, mas acho que esta é a minha primeira intervenção. E faço-a na qualidade de 'cliente' também, porque é isso que sou actualmente pois tb estou a iniciar o projecto de uma moradia, para a qual decidi que seria melhor recorrer à contratação de um Arquitecto. E acreditem que muita gente me disse para nao o fazer, que ia pagar mais e tal, e que no fim o resultado era o mesmo... enfim, a conversa do costume. Bem ou mal, assim não entendi, porque valorizo as competências dos profissionais qualificados, que pelo menos dedicaram tempo e esforço das suas vidas para aprender as coisas... Não se limitaram à auto-aprendizagem baseada na cópia de outros trabalhos, sem querer, no entanto, menosprezar o trabalho de quem o faz. O tema do preço, embora importante, foi tratado com prioridade menor. Vejo aqui uma pessoa, a apresentar uma espécie de programa preliminar do que pretende, onde anexa uma foto, e que recebe respostas com criticas à foto apresentada, etc. Como cliente, decerto que a Liliana não pretende uma cópia da casa em questão, no entanto há pormenores nela que gosta, por isso a colocou aqui. Se o gosto é mau ou não, de qualquer ponto de vista, é sempre discutivel. Eu também mostrei fotos de coisas que gostava, e sei que muitas delas serão má opção para o meu caso particular, mas o que espero do Arquitecto não é que me faça uma cópia de uma casa ou que misture pormenores de várias só porque eu disse que gostava disto e daquilo... Espero antes que tenha a creatividade suficiente para traduzir um modelo de casa agradável e com qualidade, depois de conhecer quem a vai habitar, dos gostos e estilo que o cliente pretende, da luz que gosta de ter, do espaço que gosta de sentir, da temperatura que gosta de sentir, do ruido que gosta de ouvir, do dinheiro que pretende ou pode gastar, etc. Espero também que possa questionar opções por mim tomadas que possam ser inadequadas do ponto de vista de execução/custos. Espero interacção,acompanhamento, reponsabilização e garantias, o que é mais dificil de encontrar nuns meios que noutros, e sabem do que falo. Serei um melhor cliente porque espero isto de um Arquitecto, do que uma pessoa que espera apenas que lhe façam uma cópia de algo que viu, mesmo que seja uma completa aberração ? Eu acho que não ... Se o arquitecto tiver a competência suficiente para demonstrar que a pessoa está a caminhar na direcção errada, e se o trabalho é assim tão mau, então assuma-se isso perante o cliente e recuse-se o trabalho. Deixe-se para os outros, porque senão vai fazer parte do leque e depois perde a moral para criticar. Eu sei, a realidade é diferente, e as vezes a vontade/necessidade de facturar fala mais alto... As pessoas são diferentes, e muitas vezes nem fazem ideia do que querem... Viram coisas apenas ... Acham que gostam ... É tudo muito frágil na fase inicial de um projecto ... A gestão de espectativas tem de ser bem feita, por parte de quem vai fazer o projecto. E as vezes não é assim tão dificil... Penso que alguns comentários são colocados aqui em forma de critica não por causa do conteudo do post inicial em causa, mas sim pelo sentimento generalizado do estado das coisas, ao nivel da Arquitectura em portugal. Mas não é só a arquitectura ... Quase tudo neste país tem coisas mal feitas, concorrências desleais, etc ... Continuem com este forum de qualidade! Não se esqueçam que ele tb é bom para clientes que não percebem nada de arquitectura. Um abraço a todos!
    2 points
  5. Uma correçao apenas. O facto da parede ter diferentes profundidades, como sugere, torna a parede num difusor acústico. Um difusor acústico continua a ser reflector. Mas espalha o som pela sala. É bastante usado em salas de uso musical como auditórios para manter a sala viva, e no entanto livre de defeitos acústicos. Pode ver vários tipos de difusores e as suas especificações técnicas em : http://www.someacustica.com/someacustica/index.php?page=difusores-2 Numa piscina o objetivo é reduzir a reverberação, logo é fundamental a colocação de material absorvente. Embora na maior parte dos casos os materiais leves sejam mais absorventes, o que define a absorçao porosa (porque existem vários tipos de absorsores) é o fluxo de resistividade e não a densidade. Mas isto era um tópico de dava "pano para mangas" e muitas formulas matemáticas. Eu concordo consigo, mas o meu alerta era igualmente relativo à la de rocha e não à madeira... a madeira nao absorve som, quem absorve é a la de rocha que com execesso de humidade ou em contacto com a água nao conjuga muito bem, pelo menos dos exemplos que vi. Pode-se sempre pensar em usar espuma acústica conjugado com as placas de madeira, mas a unica que conheço e que é eficaz contra a humidade (Quash) tem uma absorção acústica muito fraca. Existem neste momento soluções de material absorvente que já são resistentes ao fogo e à humidade (ver http://www.someacustica.com/someacustica/index.php?page=espacos-publicos) que não precisam de la de rocha ou espumas acústicas. Essa anulação de fase que refere só acontece em algumas frequências, enquanto noutras o som é amplificado. Alias isso é comum ocorrer em paredes lisas (efeito comb filtering observado em estúdios de música) e nao em difusores acústicos.
    2 points
  6. nunomiguelneto

    Reputacao

    yah... nao devia ser azul como a minha ;)
    2 points
  7. eu n sei como tenho 6... tá boua tá.
    2 points
  8. Olá boa tarde, Deparei-me com uma questão sobre a qual não encontro uma resposta clara: as alhetas que podemos encontrar na face inferior, perto da aresta exterior, das consolas em betão armado, como por exemplo em varandas, tem exactamente que função? Serve como pingadeira? É uma junta de indução de fendas ou apenas uma junta de dilatação? Não sei. Alguém me pode ajudar? Obrigado desde já.
    1 point
  9. 2010 não foi o ano da reabilitação, assim como 2011 e 2012, 2013 não o será também certamente...
    1 point
  10. Acho que tens duas maneiras de o fazer... 1º através da criação de um objecto. 2º utilizar a ferramenta "solid element operations". espero ter ajudado.
    1 point
  11. daniela portela

    Telas finais

    As alterações que houve devem ser registadas em desenhos de vermelhos e amarelos e dar entrada em aditamento, só depois entram as Telas Finais, ou em simultâneo. Se no orçamento que o arquitecto lhe deu inicialmente, incluia as Telas, então não tem nada que pagar a mais por nada. Caso o orçamento seja omisso a esse nível, esse trabalho poderá ser cobrado, pois é um trabalho que envolve custo de deslocação, visita a obra e material e tempo gasto. Tudo depende do que acordou inicialmente (se isso estava incluido ou não). Eu normalmente descrevo todos os passos do projecto e é assim que uma proposta de honorários deve ser redigida.
    1 point
  12. Termal Bath Arquitectura: Peter Zumthor Local: Vals, Suiça Ano: 1996 Mountain, stone, water - building in the stone, building with stone, into the mountain, building out of the mountain, being inside the mountain - how can the implications and the sensuality in the association of these words be interpreted, architecturally? The whole concept was designed by following up these questions; so that it all took form step by step. With the only thermal spring in Graubünden, the Therme Spa is a stunning landmark built from 60 000 stone slabs of Valser quarzite for you to luxuriate and rediscover the ancient benefits of bathing in. The combinations of light and shade, open and enclosed spaces and linear elements make for a highly sensuous and restorative experience. Below the pool deck is a wellness centre where you can have treatments focusing on relaxation and pampering. [ame="http://www.youtube.com/watch?v=w7v-wozHSO8"]YouTube - Architecture! Peter Zumthor - The Thermae of Stone (1/3)[/ame] Peter Zumthor - The Thermae of Stone (1/3) [ame="http://www.youtube.com/watch?v=qwV-tFVTRT8"]YouTube - Architecture! Peter Zumthor - The Thermae of Stone (2/3)[/ame] Peter Zumthor - The Thermae of Stone (2/3) [ame="http://www.youtube.com/watch?v=4HPxczKAYn4"]YouTube - Architecture! Peter Zumthor - The Thermae of Stone (3/3)[/ame] Peter Zumthor - The Thermae of Stone (3/3) Link: http://www.therme-vals.ch GoogleEarth:
    1 point
  13. Este tópico é destinado à colocação de dúvidas sobre construção e assuntos relacionados com maquetas. :D
    1 point
  14. É possivel fazer o download de todos os cartazes finalistas, em pdf, no site oficial dos empreendedores. projecto para o museu munch em Oslo projecto para a biblioteca Deichman em Oslo Vejam também os finalistas do concurso Slussen para Estocolmo que conta com nomes com BIG, Jean Nouvel e Foster aqui: stockholm.se visto primeiro em: http://ideiainteligente.blogspot.com/2009/04/nya-slussen.html http://charneira.blogspot.com/2009/04/concursos-em-oslo-oslo-competitions.html P.S. no blog charneira podem sacar todos os cartazes pdf compilados em 4 ficheiros zip.
    1 point
  15. Arquivo: Edição de 02-04-2009 Economia Dirigentes da Ordem dos Arquitectos do Médio Tejo renovam mandato A lista constituída pelos arquitectos Rui Serrano, Pedro Costa, Ricardo Cabrita, Ana Barral e Telma Silva e suplentes José Tavares e Carlos Duque foi eleita sexta-feira, 27 de Março, para mais um mandato à frente do secretariado do Núcleo do Médio Tejo da Ordem dos Arquitectos (AO). A equipa agora reeleita, e que esteve na base da criação do Núcleo, com sede em Abrantes, pretende prosseguir com o trabalho desenvolvido e que se centrou no “reafirmar da importância da Arquitectura na região do Médio Tejo”. A tomada de posse tem lugar a 17 de Abril, na Biblioteca Municipal de Torres Novas. Na ocasião será lançada a sexta edição da publicação trimestral “Papel de Parede” e inaugurada a exposição “Gente da Casa.” in http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=385&id=52422&idSeccao=5776&Action=noticia
    1 point
  16. Para todos os colegas mas principalmente para os "maquetistas": Junto aqui algumas das fotos enviadas pela minha anterior colega do Atelier de Moscovo, Arq.Tatiana Efimova http://www.tovrest.net/index010-5.html (tambйm especializada em Templos Religiosos) e professora da disciplina de maquetes na Escola Superior de Artes Teatrais (aonde se ensinam cursos para artistas e trabalhadores especializados de teatro). Todas as maquetas para a minha anterior firma eram desenhadas no atelier e depois eram efectuadas por estes estudantes a convite da professora mas sempre pagas pelo atelier!!!...Nao й como aqui (Portugal), querem tudo muito barato ou entao sem pagar!!! Esta maqueta foi efectuada com madeira, cartгo, pasta de papel, cordel, etc... Que tal esta esta maquete??? Chamo a atenзгo de que estes alunos nao estгo a tirar nenhum curso de arquitectura, simplesmente de trabalhadores especializados para o teatro e afins. Zina :lovearquitectura: Poderгo ver os meus sites em: http://www.zinaidabatrakova.fw380.com http://zinaidabatrakova.planetaclix.pt/index.html (Traduзгo verbal)
    1 point
  17. Novidades do Arquitectura.pt O Arquitectura.pt está a passar por grandes mudanças e acaba hoje de sair de um estado de experiência com as novas configurações instaladas. Ao mesmo tempo estamos a preparar algumas outras novidades e serviços em modo stealth. A tempo oportuno vamos divulgar, entretanto vamos construindo a maior comunidade de arquitectura nacional. Divulgem e acima de tudo participem para que o Arquitectura.pt possa crescer com qualidade, informação e respeito. Notícias diárias Empenhado em trazer diariamente a Arquitectura até aos utilizadores do fórum o Arquitectura.pt inclui agora notícias diárias de várias fontes como o Archinect, Building Design, FAUP, Maaik, Newsvine, Inhabitat e Notícias Arquitectura. Podcasts Como a arquitectura não é só para lêr, o Arquitectura.pt têm agora diversos Podcasts para que também se possa ouvir arquitectura. Podcast é uma tecnologia recente que permite divulgar ou ouvir audio através de software com ajuda de um simples RSS. Para ouvir um podcast ou incluir um no Arquitectura.pt siga o tutorial:http://www.arquitectura.pt/forum/showthread.php?t=2134 Se têm um Ipod ou o iTunes adicione este feed ao seu leitor: iTunes feed: http://www.arquitectura.pt/forum/external.php?type=rss2&forumids=90 Ferramenta de verificação de erros O fórum do Arquitectura.pt suporta agora verificação de erros no Internet Explorer. Para verificar os erros no Firefox é necessário instalar o Google Toolbar. Com a barra do Google ao introduzir o texto ao responder a mensagens ele verificará automaticamente por erros de escrita. Faça download do Firefox com o Google Toolbar Múltiplas citações Se quer citar outros utilizadores pode citar agora mais que uma mensagem e mesmo mensagens fora dos tópicos a que está a responder. 1. Clique nas mensagens que quer citar premindo um botão semelhante ao da imagem. Para desactivar a citação basta clicar de novo. 2. Ao responder a uma mensagem com o editor avançado de mensagens, um aviso aparece e indica que foram selecionadas várias mensagens e se pretende citá-las. Clique no primeiro link e serão incluidas todas as mensagens que selecionou. 3. Edite a sua resposta, e guarde a mensagem, as citações serão dispostas nestes formato. Nota: Esta funcionalidade apenas está disponível quando utilizado o editor avançado de mensagens. Marcar fórum como lido Para evitar a leitura desnecessária dos fóruns já lidos basta agora fazer um duplo clique no fórum para ficar marcado como lido. 1. Clique duas vezes na imagem ou icone do fórum a azul para marcar como lido. Links para citações Se citou uma mensagem de um outro utilizador um link será incluido para a mensagem original. Clique no balão ao lado do nome do utilizador e será redireccionado para a mensagem original. Nova lista de amigos/ignorados No seu perfil encontra agora várias novidades, uma delas é um editor da lista de amigos mais fácil e automático. O novo editor permite adicionar e eliminar amigos ou utilizadores ignorados para ser mais fácil adicionar ou eliminar utilizadores das minhas listas. Com estas listas criadas pode permitir apenas que os utilizadores amigos lhe enviem mensagens privadas ou evitar ver as mensagens criadas pelos utilizadores ignorados. Em Perfil > Lista de Amigos/Ignorados. Guardar preferências de pesquisa Selecione as suas preferências habituais de pesquisa e grave-as. Foram feitas neste mês 14045 pesquisas no fórum, a pensar nos membros que procuram procuram habitualmente no fórum Arquitectura.pt que sabem que é sempre necessário modificar as configurações de pesquisa sempre que se utiliza a pesquisa avançada, guardar as preferências habituais vai tornar a tarefa muito mais fácil. Sistemas de avisos e infracções O sistema de Avisos e Infracções é uma nova implementação para fazer lembrar aos utilizadores das regras do Arquitectura.pt. Sempre que for violada uma regra o utilizador receberá um aviso ou infracção. Um aviso é representado a amarelo torrado e uma infracção e vermelho em todas as mensagens do utilizador. Os avisos não terão qualquer atenuante ao utilizador, apenas se o utilizador for reincidivo em 5 avisos será proposta uma infracção que poderá levar a perder pontos onde será retirado benefícios ao utilizador ou mesmo a expulsão dependendo da gravidade da infracção. Pesquisa de Mensagens ou Tópicos Na pesquisa rápida é possível pesquisar mensagens ou tópicos com maior precisão. Referências Wikipédia Sempre que for necessário fazer uma referência na Wikipédia, no editor avançado já existe uma opção para adicionar sem esforço e sem procurar o termo com o Arquitectura.pt. 1. No editor avançado clique no botão e dentro das tags Wikipédia [wikipédia][/wikipedia] introduza o termo. 2. Exemplo: [wikipédia]Apple[/wikipedia] vai dar este resultado na sua mensagem: 3. Ao enviar a sua mensagem certifique-se que o termo está bem escrito e que vai parar ao termo correcto no site da Wikipédia. Arquitectura.pt Mapas Com 120 locais indicados em mapas o Arquitectura.pt Mapas é um serviço inovador exclusivamente português que indica através de geo-localização locais, monumentos, eventos, escolas e faculdades. Adiciona o teu ponto ponto de referência no mapa neste link. Melhoramentos nas assinaturas Agora nas assinaturas é possível adicionar imagens directamente sem usar outros serviços como o Imageshack. O editor de assinaturas faz agora cumprir as regras para evitar que as assinaturas deformem as mensagens dos utilizadores e para que outros exagerem na publicidade. Em Perfil >Editar Assinatura Verificação de Imagem (Captcha) Para evitar o abuso de spam ou o registo indevido de pessoas mal intencionadas, o sistema possuí agora várias verificações com imagens e caractéres. Esta tecnologia de nome Captcha (Completely Automated Public Turing test to tell Computers and Humans Apart)pretende destinguir robôs de humanos. Nota: Sempre que tiver dificuldade em lêr alguma destas imagens clique novamente nela, uma nova será gerada. Correcção de bugs e erros Foram corrigidos alguns erros que apareciam nos eventos, na sua listagem, e ao comentar eventos, problemas nas imagens e acessos negados ou restrictos. Receber mensagens privadas apenas de amigos Com o editor de lista amigos pode apenas permitir utilizadores da sua lista de amigos enviar-lhe mensagens privadas. Nas opções pode activar essa propriedade. Em Perfil > Editar Opções Atenção: Esta opção vai negar todas as mensagens privadas excepto as dos administradores, esta opção não é aconselhável por poder evitar o envio de mensagens importantes por parte de outros utilizadores. Reputação mais fácil de dar A reputação é um meio de favorecer um utilizador pelo tópico ou mensagem que agradou. Da mesma maneira a reputação pode ser usada para retirar pontos aos utilizadores, se o utilizador atingir um número de reputação significativo pode perder beneficios no Arquitectura.pt. Para dar reputação a um utilizador: 1. Clique num botão semelhante a este em cada mensagem do utilizador . 2. Clique em Eu aprovo para dar 1 (um ponto) ponto de reputação ou "Eu desaprovo" para retirar um ponto de reputação. Se necessitar justifique a com algum comentário sobre o ponto dado ou retirado. Nota: Para evitar eventuais abusos do sistema o Arquitectura.pt apenas permite dar ou retirar um ponto por utilizador depois de cumprir determinadas tarefas. Avisos de Inbox de mensagens privadas cheias Se a sua caixa de entrada está a ficar entupida o Arquitectura.pt agora avisa-o atavés de e-mail, para evitar que deixe de receber mensagens e um maior controle das suas mensagens e mensagens privadas. Pop-up para anexos Todos os tópcios com anexos têm agora um pop-up para visualizar e fazer o download sem necessidade de entrar no tópico. Resumo de Downloads de anexos Se a ligação cair ou o computador falhar por alguma razão, é possível resumir os anexos do fórum. Desta maneira mesmo com um contratempo o Arquitectura.pt vai ser capaz de descobrir onde terminou o download e continuar a partir daí sem perda de dados. Atenção: Para utilizar esta característica necessita de um browser que suporte resumo de downloads como o Firefox Links e banner de referência Através de um link de referência pode espalhar o Arquitectura.pt e obter beneficios com isso. No seu perfil pode ver as instruções de como inserir o link de referência no blog, no site e em e-mails. RSS O Arquitectura.pt contém uma melhor performance no RSS e fornecimento de dados externos. Alguns RSS ainda não estão disponíveis a todos os membros. RSS geral: http://www.arquitectura.pt/forum/external.php?type=rss2 RSS para o iTunes: http://www.arquitectura.pt/forum/external.php?type=rss2&forumids=90 Mais performance e estabilidade O Arquitectura.pt será mudado para um servidor ainda maior para garantir a armazenagem dos dados e ficheiros que se espera receber. O Arquitectura.pt têm 200 visitantes diários, e com um média de registos de 3 utilizadores por dia. O Arquitectura.pt tornou-se um dos maiores sites de arquitectura em apenas 2 meses e meio, com visitantes e registos de entidades como: Wikipédia Portuguesa Ministerio do Ambiente e Recursos Naturais Beijing FibrLINK networks Co., LTD. Câmara Municipal Barcelos Imprensa Nacional Casa da Moeda Empresa Pública Navegação Aerea Coba - Cons. para Barragens e Plan. , SA Ministro das Finanças Banco BPI, S.A. Atelier de Arquitectura baseado em Dublin IGIF Ministerio Saude CTA - Centro Tecnico Aeroespacial Armstrong Burton Companhia de Seguros Império Banco Espirito Santo Petrogal - Petroleos de Portugal, S.A Reitoria da Universidade Técnica de Lisboa Câmara Municipal de Cantanhede Câmara Municipal de Oeiras Câmara Municipal de Sintra Auto-Estradas de Portugal Gabinete Troufa Real Universidade do Porto (Fa.up) Universidade de Coimbra (Darq.uc) Câmara Municipal do Porto Câmara Municipal de Lisboa SA Arquitectos Obrigado a todos por nos ajudar a crescer e a tornar o Arquitectura.pt uma referência. A equipa do Arquitectura.pt
    1 point
  18. Dreamer

    Asfalto solar

    "Como é que ninguém se lembrou disto antes?" é a expressão que normalmente me vem à cabeça quando vejo alguma boa ideia. E foi este o caso. O asfalto é preto, escuro vá, todos nós já vimos como numa tarde quente de Verão as estradas irradiam calor suficiente para deformar a nossa percepção da paisagem, e alguns já tivemos a infeliz ideia ou estúpida necessidade de andar descalço por cima de asfalto nessas situações (não é nada agradável)... No Worcester Polytechnic Institute (WPI), a pedido de Michael Hulen, uma equipa está a desenvolver uma tecnologia que permita fazer o aproveitamento energético (electricidade e aquecimento) em estradas e parques de estacionamento, colocando geradores térmicos embutidos no pavimento. Uma das grandes vantagens deste sistema é que não é necessário reservar mais território para a implementação de geradores solares, já que o que não falta por aí são estradas e parques de estacionamento. Mais informações aqui: Link: http://www.sciencedaily.com/releases/2008/08/080812135702.htm
    1 point
  19. Ai meninos.... que mesquinhice de assunto. muito gosta o português do seu belo individualismo, escondido de toda agente, o orgulhosamente sós continua, agora, na escala individual, porra.... que retrogridade, que mesquinhez, que treta de problema....
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  20. Novo album Edifício de habitação e comércio, Moura _ Aires Mateus :)
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  21. Isto realmente existe gente para tudo.. Em termos legais e objectivos o que podemos ou devemos fazer?
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  22. Como o Pedro disse no final do seu 1º comentário, este tópico tem o objectivo de nos fazer rir um bocado. Quanto ao sistema de reputação, é óbvio que não é perfeito, tem as suas falhas, a menos que muitos votassem em muitas mensagens para termos uma amostra maior e consequentemente menos sujeita a potênciais manipulações que como o "amigo" referiu, podem acontecer. Ainda assim, para mim é um mero ponto de avaliação que tem a importância que tem, ou que não tem. Cada um dá-lhe o valor que entender, mas mais importante do que isso é a nossa opinião própia dos membros deste espaço e ao fim de algum tempo já se vai conhecendo a personalidade de cada um, pelo menos a personalidade virtual, já que a real nem sempre é mostrada.
    1 point
  23. Acharia louvável que o Conselho Directivo Regional Sul da OA tivesse vindo a público em defesa deste projecto se tal fosse prática corrente. Curioso notar que a argumentação apresentada se refere apenas à legitimidade (ou falta dela) de procedimentos administrativos, algo que qualquer advogado poderia fazer, nada referindo quanto à qualidade arquitectónica do projecto. A defesa que a OA faz do projecto assenta em argumentos jurídicos, enquanto que o ataque público que tem sido feito assenta em argumentos estéticos e de inserção urbana e, sobre estes que são matéria intrínseca da arquitectura, a Ordem dos Arquitectos nada diz... Não acredito que os dirigentes da OA não saibam de alguns outros casos de discricionariedade dos que diariamente se passam por todo o país, e não dou por eles virem a público denunciar essas situações. Infelizmente a Ordem só é para todos quando toca a pagar quotas...
    1 point
  24. Termas Geométricas Arquitectura: German del Sol Local: Parque Nacional de Villarrica, Villarrica, Chile Fase de Projecto: 2002 - 2004 Fase de Construção: 2005 Fotografias: Guy Wenborne Links: http://germandelsol.cl/ http://www.termasgeometricas.cl/ GoogleEarth:
    1 point
  25. engenharia é uma boa aposta, pois como se costuma dizer "uma mão lava a outra" mas se tens assim tanta dificuldade na matemática, provavelmente andarás a marcar passo na faculdade de engenharia.... na minha opinião, irá depender das tuas capacidades, força de vontade e do tipo de vida que queiras
    1 point
  26. "O Fernando Távora contava a estória do senhor da mercearia ou café, que o conhecia desde há muito tempo, e tratava-o sempre por engenheiro, até que um dia o Távora interpelou-o e disse-lhe que era arquitecto, ao que o senhor respondeu que sabia que ele era arquitecto mas como tinha muita consideração por ele tratava-o por engenheiro." Design como profissional, escultura/fotografia como passatempo.
    1 point
  27. nota-se que és portista! e o boavista não conta!?? * estamos a reportar há época em que se fez os estádios. Concordo que deveria ter sido feito um estádio municipal, para sporting, benfica e belenenses,no entanto o Alvalade XXI foi pensado muito antes de de saber se vinha o Euro2004. Foi pena não ter sido o 1º projecto a ser construido, porque este é muito feio Apesar de gostar do projecto do Souto Moura, o Estádio AXA, considero o vosso estádio o mais bonito e funcional. nota: o orçamento deste ultrapassa os dois da segunda circular!!
    1 point
  28. Para subir na reputação! Quem foram os arquitectos desta casa? Para os que se fascinam facilmente uma pista: - ninho!
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  29. 3CPO

    Reputacao

    Já viram o que é que acontece quando me dão nota positiva? Vá, vão lá experimentar... :)
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  30. JAG

    Reputacao

    Atenção... a Leonor... quer começar a lixar o pessoal... :nervos:
    1 point
  31. 3CPO

    Reputacao

    Se clicarem no meu, aparecem umas fotos de umas meninas todas giras... ;)
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  32. TiCo

    Reputacao

    Vou amuar...
    1 point
  33. AnaS

    Reputacao

    ainda nem me tinha apercebido de que existem esses pontos de reputação!!
    1 point
  34. Arq.to

    Reputacao

    Para já só os membros da equipa vêm a reputação, os outros não. Clica nesta imagem . Cada pessoa apenas pode tirar ou dar 1 ponto de reputação, e a primeira vez que o faça a alguém não pode retirar sem primeiro distribuir 20 pontos, depois pode dar/retirar à pessoa que inicialmente deu os pontos. O objectivo é fazer com que as pessoas com maior reputação, tenham acesso e benefícios, como mais espaço em disco, mais permissões no seu perfil, na criação do seu portfolio e blog.
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  35. Bem, primeiro tenho a dizer que me sinto muito contente por ser o primeiro estudante da UBI a postar aqui um trabalho (pelo menos do primeiro ano ) e também me sinto orgulhoso e quase que emocionado por postar este trabalho aqui no fórum...Porque acompanho este fórum desde o o meu 11º ano, ou seja, desde há muito que conto com a ajuda deste fórum para "entrar no mundo da arquitectura" o que me fez aumentar a paixão e desejo de exercer essa arte, se é que me percebem ...e agora que consegui entrar para o curso sinto que posso tornar-me um membro activo do fórum através de actos como este: o de postar trabalhos meus, que, mesmo sendo de gosto discutivel , pode ajudar outras pessoas, como este fórum já me ajudou a mim... Desculpem esta introdução, mas sentia que era algo que devia dizer...lool Passando ao trabalho, trata-se de um exercicio que consistia em "trabalhar" a arquitectura de uma forma pura, ou seja, pretendia-se desenvolver o edificio sem preocupações com o ser executável ou não. Trabalhar a imaginação separar-nos do conceito pre-concebido da arquitectura que nós temos, eram os objectivos... Foi-nos dado uma área, que consistia no conjunto de duas salas do pólo de engenharias da UBI e o corredor adjacente, e nesse espaço teríamos que intervir de forma a criar um percurso que fosse ao encontro dos pontos "fortes" daquele espaço, tais como: a luz, a paisagem, especificidades do espaço, etc..., No meu caso optei por dar mais importância á paisagem (a covilhã tem essa vantagem ) e aos jogos de luz sombra... Como podem vêr pelas fotos trata-se de um edificio extremamente pequeno e nada complicado, que é "marcado" pelo volume vertical desfragmentado e em volta dele funciona o percurso pretendido em forma de serpentina, para criar uma ideia de confusão, era esta a minha "desculpa" para o exercicio O percurso vai-se abrindo para a paisagem através de rasgos, e no volume vertical (onde termmina o percurso) a sua desfragmentação cria jogos de luz que variam consoante a altura do dia, não tornando o percurso sempre igual... Bem, chega de paleio, vamos ás fotos ...critiquem se faz favor...
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  36. a.s* _ atelier de santos Residências Universitárias das Laranjeiras _ Ponta Delgada . 1998-2007 [Continuação do texto anterior] O módulo definidor da solução é a unidade habitacional mínima: um quarto duplo, de planta rectangular (2.6 x 6 m), com os seus topos transparentes. O topo sul constituiria a frente exterior do quarto, sendo o topo norte destinado ao acesso interno. A meio do quarto são dispostos dois volumes – contendo instalações sanitárias, zona de banhos, armários e estantes – que dividem a restante área disponível em zona de estudo (a norte, aberta para um corredor de acesso envidraçado, o que permite a iluminação natural deste espaço), e um espaço destinado ao repouso (a sul, aberto para a paisagem). A separação das duas áreas é assegurada pelas portas dos armários: quando abertas, encerram o corredor de ligação entre zona de estudo e zona de repouso, repondo a necessária intimidade a esta última, que tinha sido anulada pela não existência de qualquer barreira visual entre o corredor e o quarto. Tendo em conta a necessária economia de meios, seria óbvio que este módulo assumiria preponderância no que respeita à morfologia dos blocos residenciais fazendo com que a imagem dos edifícios resultasse da mera associação dos módulos (dos quartos) que a compõem. Nesse sentido ao módulo base são introduzidas pequenas variações: varandas, portadas, o desnivelamento da zona de repouso em relação à zona de estudo ou até a separação física entre elas. Estas variações corresponderiam não apenas a diferenciações de usos e de espaços, mas também, sobretudo, a variações formais, o que garantiria que a associação entre módulos e suas variações protagonizassem por si só diferenças morfológicas aos quatro blocos residenciais. Desse modo, por mera associação modular, obtivemos quatro edifícios residenciais semelhantes, mas que procuram soluções morfológicas diferenciadas entre si, como resposta a uma procura de variabilidade urbana de conjunto, reflexo da localização relativa de cada edifício, mas também da proximidade com outros elementos. Assim, de sul para norte, temos o Edifício Destemido (aquele que confronta todos aqueles que se aproximam vindos do Centro da Cidade), o Edifício 2 (porque é o segundo bloco residencial), o Edifício Desportista (dada a proximidade do Campo de Jogos, e a extensão dos seus corredores internos) e o Edifício Maciço (por ser aquele que alberga mais alunos). Cada um dos 4 blocos de residências organiza a quase totalidade do seu programa funcional junto à fachada sul libertando o alçado norte para as circulações internas, que podem desse modo ser totalmente abertas para o exterior. Consegue-se assim que os utentes de cada um dos blocos cruzem a totalidade das faixas de “paisagem” localizadas no exterior., à medida que se deslocam pelo interior dos edifícios. Dá-se oportunidade aos estudantes de escolher habitar o bloco e a vista do quarto que mais lhe agrada, bem como da própria vista do quarto já que cada módulo funciona como uma espécie de enquadramento sobre as (diferentes) faixas de paisagem. Desse modo é possível viver num quarto do Edifício Desportista, tendo vista sobre o Arvoredo, habitar o Edifício Maciço com uma vista sobre o Prado, ou dormir num quarto com vista para o estacionamento no Edifício 2. Qualquer outra conjugação é possível de se obter. O Edifício Central contrapõe a toda a malha estrutural rectilínea uma outra geometria, quase aleatória, quase natural, como quase artificial é o conjunto de laranjeiras plantadas em frente a este (e que recordam o grande laranjal aí existente até finais do séc. XVIII), fixando-se à topografia, alterando-a, e implantando-se profundamente no cruzamento entre os blocos construídos e as faixas exteriores. Ficha Técnica Residências Universitárias das Laranjeiras (1º Classificado em Concurso Público) Cliente: Serviços de Acção Social da Universidade dos Açores Localização: Bairro das Laranjeiras, Ponta Delgada, S. Miguel, Açores Programa: 150 quartos duplos, cantina e refeitório, sala de convívio, serviços de apoio Área de Construção: 6500m2 Área de implantação: 10000 m2 Data de projecto: 1998/2001 Data de Construção: 2002/2003 (1.º fase), 2004/2007 (2.º fase) Coordenação: Pedro Machado Costa, Célia Gomes / a.s* Créditos Fotográficos: FG+SG - Fotografia de arquitectura Agredecemos a colaboração de a.s* _ atelier de santos.
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  37. Bem estou a desenvolver uma sala moderna em 3d Max Studio, aqui vou postando algumas fases do trabalho http://img222.imageshack.us/img222/4016/01fm0.jpg
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  38. Link: http://www.estado.com.br/editorias/2006/07/18/cid-1.93.3.20060718.29.1.xml
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  39. Neste Tutorial 7, vou explicar os princípios inerentes à aplicação e edição de materiais, tais como: 1. Tipos de materiais e usos específicos 2. Tipos de mapas e suas aplicações 3. Criar materiais realistas Para começar, aqui fica uma imagem de como deverá aparecer um editor de materiais por definição: Primeiro precisamos reconhecer as diferenças entre os tipos de materiais. Aqui enumero os principais, mas não todos. Blend O material Blend serve para fundir 2 outros materiais, numa mesma superfície (mesmo material ID). Exemplo: parede de tijolo pintadas de cor uniforme e textura de tijolo em algumas áreas da parede. Composite Usando uma mistura complexa baseada em cores, consegue fundir até 10 materiais num só material. Útil em casos de render esporádicos. Double Sided Material que exibe 2 materiais diferentes na mesma superfície, um material em cada lado. Exemplo: fotografia com imagem de um lado, e papel branco do outro. Ink 'n Paint Material especial que simula um cartoon, ou esboço a carvão, etc.. Exemplo: render sem aspecto de render, nem aspecto realista, para ilustração. Matte/Shadow Um dos materiais únicos no 3D Studio, o material Matte/Shadow tem a particularidade de receber sombras de outros objectos, sem no entando ser renderizado ele próprio, deixando ver o fundo do render. Exemplo: sombra de um objecto virtual pretendida sobre um objecto que existe na imagem de fundo. Multi/Sub-Object Especial para se adicionarem vários materiais a um só objecto, com faces pré-divididas em diversos Material IDs. Exemplo: material único aplicado a um objecto com parede, tecto e chão, com 1 sub-material para a textura de parede, 1 sub-material para o rodapé, 1 sub-material para o tecto, 1 sub-material para o chão, etc. Raytrace O material com qualidade de rendering superior. Exemplo: copo de vidro com reflexões, água detalhada, metal com alto nível de pormenor. Standard O material pré-definido, e com usos bastante alargados. Exemplo: paredes, chão, vidros básicos, materiais orgânicos, madeiras, etc.. Top/Bottom Material que exibe 2 materiais diferentes no mesmo objecto, dependendo da orientação cima/baixo do mesmo. Exemplo: chaleira metálica, com área queimada no fundo. Para alternarmos o tipo de um material seleccionado, carregamos no botão que está localizado em baixo e à direita da amostra de materiais. Este botão mostra sempre o nome do tipo do material seleccionado. Se repararem na secção Shader Basic Parameters, verão algumas opções. Explico algumas: Caixa Blinn Contém uma lista de tipos de shaders. Cada um deles vai receber a iluminação de forma diferente, sendo o Blinn e o Anisotropic os mais usados. Wire Remove toda a superfície do objecto e renderiza apenas nas arestas da malha. Pode-se especificar a espessura desta ramificação na secção Extended Parameters. Face Map Se seleccionada, o material é aplicado a cada face do objecto indivualmente, não requerindo assim o modificador UVW Map para orientar a textura. 2-Sided Útil para objectos importados de outros programas, quando existem faces voltadas na direcção oposta à que se pretende ver. Isto porque no 3D Studio, todas as malhas (objectos) são constituídos por faces de 1 lado apenas; quando pretendemos renderizar de ambos os lados, ou quando o lado invisível não está voltado na direcção correcta, pode-se editar a face com o modificador Edit Mesh e inverter a respectiva normal; em alternativa, activa-se esta opção no material aplicado ao objecto. Faceted Aplicado a objectos com superfícies curvas, vai ignorar a suavidade e renderizar apenas as faces da malha, ficando com aspecto facetado. Em objectos de faces planas, não tem diferença. Na secção Blinn Basic Parameters (Blinn aqui pois é o shader seleccionado na lista em cima), terão as opções mais visíveis do material, como a sua cor, opacidade (transparência, no material Raytrace), nível de brilho, auto-iluminação, entre outros aspectos. Ambient [Cor] Difuse [Cor] Specular [Cor] Estas 3 opções controlam a luminosidade do objecto. Ambient controla a coloração na sombra, Difuse, a cor real, e Specular, a cor nas zonas iluminadas. Abaixo, temos a secção Specular Highlights: Specular Level Intensidade das zonas iluminadas. Glossiness Um valor grande afecta a área iluminada, tornando-a mais pequena. Soften Suaviza o contraste entre as zonas iluminadas e sombreadas. Com excepção dos materiais que englobam outros materiais (Multi/Sub-Object, Top/Bottom, Composite, Blend), todos os materiais-base têm um conjunto de mapas a que correspondem os níveis de determinada especificação. São eles: Ambient Color Difuse Color Specular Color Difuse Level Specular Level Glossiness Anisotropy Orientation Self-Illumination Opacity Filter Color Bump Reflection Refraction Displacement Sublinhei os mapas mais usados, e também mais importantes na maior parte da elaboração de materiais minimamente realistas. Difuse Color Mapa onde colocamos a imagem directa da textura do material. Basicamente, a imagem que vemos no material, é neste mapa que especificamos. Specular Level Mapa onde definimos os níveis de brilho. São tidos em conta apenas os níveis de cinza para este mapa, pelo que imagens a preto e branco serão mais elucidativas quanto ao resultado final. Opacity = A opacidade pode ser defenida em percentagem % ou através de uma imagem ou mapa. Se for usada uma imagem ou mapa, a percentagem indicada será relativa aos níveis dados pela imagem. Bump = Básico mas muito eficaz. Também o Bump usa apenas os níveis de cinza da imagem aplicada. Como já disse, a cada um destes mapas pode ser aplicada uma imagem, ou um mapa procedural. Imagens podem ser desde GIF, BMP, JPG, PNG, TIF, TGA (as duas últimas podem ter até canal alfa para a opacidade de uma textura, por exemplo), e muitos outros formatos, incluindo mesmo AVI, MOV, e outros ficheiros de vídeo (exemplo: textura do ecrã de uma televisão, para criar um filme em vez de um render) Já os mapas procedurais, são mapas genéricos com uma quantidade considerável de opções, tais como cor, escala, proporção, rotação, e muitos outros parâmetros dependentes de cada tipo de mapa. Aqui fica igualmente uma listagem dos tipos de mapas. Seleccionei apenas 4, mas muito úteis, mapas especiais: Bitmap O mapa que nos permite escolher uma imagem entre os nossos ficheiros Fallof Mapa que permite alteração de cor através da distância ou ângulo relativamente ao ponto de vista, ou relativamente ao objecto. Tem ainda uma versatilidade muito grande, pois pode ser aplicado a qualquer mapa de um material, (Difuse, Opacity, Reflection, etc.) Noise Outro mapa incrivelmente fácil e simples de usar, mas com enorme potencial. Cria variações de 2 cores como um formigueiro. Pode ter qualquer escala, e aplicado no mapa Bump para simular o pequeno relevo de uma parede pintada, ou aplicado aos mapas Opacity e Bump de um vidro para simular vidro martelado... Tiles Podia não ter seleccionado mais nenhum, mas sempre achei interessante o mapa Tiles. Permite fazer uma grande variedade de mapas, desde simples azulejos, tijolo grande e pequeno, mosaico de cozinha, wc, etc. Não se deixem enganar pela simplicidade aparente! Um outro pormenor fascinante nos diversos tipos de mapas é que podemos usar sub-mapas dentro de qualquer outro mapa. Como exemplo disto, podemos aplicar um mapa Noise, e numa das suas manchas, aplicar um mapa Bitmap. Isto vai fazer com que o material exiba uma imagem numa das cores do Noise. ______________________________ Exemplos práticos Depois da teoria vou explicar agora com alguns exemplos. Para começar, desenhei um plano, uma geoesfera, um cubo, e um cone. Vou atribuir um material Raytrace à esfera e dar uma reflexão de 20%. Clico na caixa de verificação ao lado do rectângulo com a cor preta, e insiro o valor 20. Para terem 1 noção da quantidade que vai ser reflectida/transparecida pelo material, podem usar o botão Background (3º ícone a contar do topo do lado direito, com malha axadrezada). Podem renomear o material clicando onde diz xx - Default, onde xx é o número do material gerado pelo 3D Studio. Outra opção interessante é a previsualização em maior dimensão. Um duplo clique em qualquer thumbnail de material aumenta-o para o dobro, e essa janela pode ser aumentada ainda mais, ou reduzida. Para aplicar o material aos objectos, pode-se simplesmente arrastar a esfera do material para cima do objecto, ou tendo o objecto seleccionado, com o material activo, carreguem no botão Assign Material to Selection (3º botão a contar do lado esquerdo, em baixo das amostras de materiais) Ao cubo, vou adicionar o tipo de mapa Tiles no mapa Difuse Color. O pre-definido do mapa são 4x4 quadrados, mas eu quero apenas 3x3 para simular um cubo de Rubik Cliquem no botão do mapa Difuse Color, que deverá ter o nome Map #x ( Tiles ). Em Horiz. Count e Vert. Count insiram os valores de 3. Para voltar à lista de mapas e opções do material, usem o botão que entretanto ficou activado, a seta preta Go to Parent que fica imediatamente acima do botão com o nome do mapa Tiles (onde estava o nome Standard relativo ao material, passou a estar o nome do mapa actualmente activo no editor) Reparem que as amostras de material podem ter 3 estados: 1. Material aplicado a algum objecto no ficheiro - cantos realçados a cinza 2. Material aplicado a (pelo menos) um objecto seleccionado - cantos realçados a branco 3. Material não usado no ficheiro - sem triângulos nos cantos Ainda no material do cubo, vou fazer o Specular Level e o Glossiness (mapa também associado ao nível de brilho) dependerem do mapa principal da textura (Tiles). Clicando no botão do mapa Tiles, arrasto-o para o botão dos mapas que referi. O programa pede o tipo de cópia, e selecciono Instance. Para não ter tão fraca luz, vou dar o valor de 50 no mapa Glossiness. O problema agora é que cada face no cubo de Rubik tem 1 cor diferente; para facilitar a tarefa vou simular um cubo já arrumado com os pequenos cubos coloridos ajustados e ordenados. Terei de usar um material Multi/Sub-Object. Com o material do cubo seleccionado, altero o tipo de material, ao que o programa pergunta o que pretendo fazer com o material que já está naquele slot. Vou manter o material (2ª opção). Ao criar o material Multi/Sub-Object, apaguei 4 sub-materiais com o botão Delete nas opções desse material, pois só pretendo 6 - um por cada face do cubo. Basta depois criar cópias do material no slot 1, e alterar as cores dos 6 sub-materiais na secção de configuração do mapa Tiles. O resultado deverá ser algo parecido com esta lista colorida: Para que possam copiar as cores dos pequenos quadradinhos coloridos, para o rectângulo da cor no mapa Tiles, podem clicar com o botão direito em cima dessa amostra de cor, e escolher a opção Copy; na amostra de cor de destino, façam o mesmo e escolham Paste. Nota: os 6 sub-materiais do cubo ficaram atribuídos automaticamente às 6 faces, pois o objecto Box desenhado no 3D Studio está pré-definido com 6 Material IDs diferentes nas suas faces. Se se tratasse de um outro objecto qualquer, teria de ser usado o modificador Edit Mesh para atribuir os Material IDs manualmente. Falta ainda o material do cone, que vai ser um Ink 'n Paint cor de rosa, com as opções que realcei. Finalmente, o plano de fundo, configuro-o com 1 material Matte/Shadow. Não se esqueçam também de alterar a cor de fundo para branco (tecla 8 - menu Rendering > Environment). Fiz o render e o resultado foi: Notem os contornos da esfera demasiado escuros e pouco realista. Vou adicionar o tipo de mapa Fallof no mapa Reflect do material Raytrace, e deverá aparecer a seguinte configuração (abri a caixa do Map Navigator à parte, botão das duas esferas em cima do botão grande do tipo de mapa, lado direito): E o resultado foi o seguinte: Termino este tutorial, pois já expliquei bastante, e espero que vos sirva de algo Ficheiro materiais.max: materiais_max.zip (23 KB )
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  40. Boas Com este 4º tutorial, vou explicar os princípios básicos de exportar linhas 2D e objectos 3D no AutoCAD, e importá-los no 3D Studio MAX 8. Os mesmos princípios servirão para versões anteriores do programa. Para começar, é bom que tenham algum conhecimento das operações básicas no AutoCAD (editar linhas, sólidos, etc.), pois este será um tutorial de dificuldade intermédia. Os pontos-chave neste tutorial serão: 1. Exportar/importar objectos de diversas formas 2. Seleccionar opções de importação 3. Corrigir falhas na importação 4. Editar as linhas 2D e criar objectos com elas 5. Aplicar modificadores e opções mais avançadas. Vou usar um ficheiro de AutoCAD que criei para o efeito; vocês poderão usar qualquer ficheiro que tenham para exportar para o 3D Studio, ou poderão fazer o download do meu ficheiro no seguinte link: castelo_dwg.zip (18 KB, formato 2004) Para terem uma ideia do aspecto do ficheiro no AutoCAD, aqui fica uma axonometria e 3 vistas ortogonais: Verde: linha composta por várias linhas simples (segmentada) Azul: linha única fechada (polyline fechada) Laranja: geometria simples Vermelho: geometria complexa Existem essencialmente 2 formas de passar um ficheiro do AutoCAD para o 3D Studio MAX: 1. No 3D Studio, usamos o menu File > Import, e seleccionamos o ficheiro DWG. Escolhemos algumas opções, e o ficheiro é importado. Os ficheiros DWG 2007 não são abertos pelo 3D Studio MAX 8; terão de ser gravados como uma versão anterior, 2004 por exemplo (File > Save As > File of type = 2004) 2. No AutoCAD, abrimos o ficheiro, e usamos o menu File > Export e seleccionamos 3ds na lista. Depois no 3D Studio, usamos o mesmo método para importar, mas seleccionamos o ficheiro 3ds. Este método resulta até à versão 2006 inclusive do AutoCAD; a versão 2007 não exporta para 3ds (ridículo?). Como estou a usar o AutoCAD 2007, terei de usar o método 1. Após importar o ficheiro DWG, surge um quadro com opções. Não vou mexer muito nelas por agora, apenas vou seleccionar os elementos a importar, por Layer: E surgem depois no viewport como estavam no AutoCAD: A partir deste passo, o único limite é a imaginação; mas como se se trata de um projecto fictício, vamos tentar encaminhá-lo nesse sentido. O castelo simplista precisa de um piso onde assentar, por isso é o que vamos fazer. Contudo, como eu já disse, a forma verde exterior, é uma linha aberta e como tal, não vai permitir grandes operações a gerar objectos aparentemente sólidos, ou de geometria fechada. Podia facilmente fechá-la no AutoCAD com o comando pedit, mas para evitar a chatisse de importar novamente (o que seria num ficheiro de proporções maiores), vou fechar a linha no 3D Studio. O método consiste em unir os diversos vértices que se encontram isolados uns dos outros, apesar de estarem coincidentes. Na lista de Modificadores, aplicamos o Edit Spline (pode ser usado o próprio Modificador natural do objecto Editable Spline porém, podemos querer desfazer ou corrigir alguma alteração, pelo que convém sempre adicionar um Modificador nestes casos). Após adicionarmos o Modificador, seleccionamos os vértices todos, e carregamos no botão Weld, na secção do Modificador. Agora posso aplicar o Modificador Extrude à linha verde. Seguidamente, apliquei outro Modificador Extrude à linha interior azul, com um valor superior ao da extrusão verde. Pretendo com isto gerar um vazio no interior da muralha. Seleccionamos a forma verde, e no separador Create > Geometry > Compound Objects, escolhemos o botão Boolean. Depois carregamos no botão Pick Operand B, e seleccionamos a forma azul. O resultado deve ser algo parecido com isto: Não se esqueçam de gravar o ficheiro de vez em quando... Agora resolvi mover para trás o conjunto das formas no interior, pois a rampa estava demasiado próxima da muralha. E vou usar agora um pequeno exercício de edição de malha. Seleccionamos os 2 objectos, a rampa laranja e a forma vermelha, e aplicamos o Modificador Edit Mesh. O 3D Studio vai aplicar em simultâneo o mesmo modificador aos 2 objectos; quer isto dizer que, para alterarmos as definições do modificador num dos objectos, basta seleccionarmos um qualquer objecto que tenha o mesmo Modificador partilhado, como neste caso. as alterações serão reflectidas em todas as formas que tiverem esse Modificador. Para esta operação, usei a vista lateral (a vista frontal também serviria perfeitamente) para seleccionar os vértices a mover para baixo; depois de seleccionados, movem-se como qualquer objecto no viewport. Depois desta alteração, vou agora criar uma abertura na parede frontal, para criar um portão. Na perspectiva, criei uma Box cujo único factor importante são as divisões que se situam normais (perpendiculares) à parede. Coloquei 16, não serão necessárias muitas mais. Seguidamente, fiz uma Instance desse objecto (Shift + Arrastar, escolher Instance na caixa que aparece). Neste caso restringi o arrastar ao eixo Y para que as duas formas fiquem alinhadas. Apliquei depois o Modificador FFD 4x4x4, para editar a forma global do portão, e dar-lhe uma curvatura no topo. Seleccionei na vista frontal, os 2 grupos de vértices superiores direitos e esquerdos, e movi-os para baixo. Isto apenas com a selecção Control Points no Modificador, e não com os vértices do objecto. Novamente na perspectiva, movi um dos objectos alterados para o meio da parede, até a englobar de um lado ao outro (pode-se confirmar na vista de cima). Criei outro objecto Boolean, a partir da mesma forma verde, e indiquei o Operand B como a forma que centrei com a parede. O resultado é óbvio: Agora, não poderei usar o objecto que ficou, pois pretendo um portão mais fino que o buraco feito na parede; se editar a forma que ficou e faze-la mais fina, quer pelo Modificador FFD 4x4x4, quer pelo Edit Mesh (no histórico de modificadores), a cópia embutida na parede vai emagrecer também; então, faz-se nova cópia da forma que sobrou, mas escolhendo a opção Copy. Esta coloca-se no centro da parede, e fica o portão feito, ainda que uma peça só. Já não será mais precisa a forma que serviu para criar a cópia do portão, por isso pode ser apagada. Adicionei um plano para fazer de base, como inicialmente tinha previsto: Para terminar este tutorial, apliquei umas cores básicas nos materiais, adicionei uma Skylight, activei o filtro Light Tracer (Rendering > Render > Advanced Lightning, ou tecla 9). No próximo tutorial, usarei este mesmo ficheiro para adicionar alguns objectos mais complexos, aplicar materiais, e definir algumas propriedades avançadas de texturas Ficheiro MAX do castelo castelo_max.zip (25.8 KB )
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  41. Bem thiago, eu estudo na Faup e posso portanto falar com (alargado) conhecimento de causa. Não, não é assim tão radical, não, não precisas de te tornar um sizinha. E como prova de que isso é verdade, basta estudar ou verificar ainda que superficialmente a obra dos arquitectos que saem formados na faup (nem todos têm obra publicada mas muitos têm). Facilmente verificas que são obras completamente distintas, baseadas em princípios distintos e diferenciados. A base comum? Uma base académica comum, um método de ensino e de abordagem ao projecto que já se provou inúmeras vezes funcionar. O texto a seguir pode ser longo mas se realmente te interessa vale a pena ler, espero conseguir esclarecer: Aquilo a que hoje se chama escola do Porto aparece, poder-se-á dizer, da acção primeiro do mestre Carlos Ramos, mas sobretudo da mente de um outro mestre chamado Fernando Távora. Este, que teve uma formação fortemente influenciada pelo modernismo e pelas discussões do CIAM (chegou a participar, conheceu o Le Corbusier e outros mestres), a determinada altura, e à semelhança do que ia acontecendo com outros arquitectos na Europa e no mundo (o Corbu incluído, a Lina Bobardi no Brasil, por exemplo), começou a questionar a validade absoluta que os CIAM e que os arquitectos modernistas fundamentalistas pretendiam passar. O modernismo faliu, mas teve influência. E o que entre nós o arq.Távora faz é idealizar uma forma de fazer arquitectura que simultaneamente aproveitasse o que de bom o experimentalismo do modernismo tinha tido com alguma forma de fazer arquitectura até então mais ou menos desconhecida que fosse de raiz portuguesa, que fosse realmente de Portugal, e de nenhum sítio mais. Neste ponto FT opõe-se à ideia então defendida de "casa portuguesa" defendida pelo arquitecto Raúl Lino e apoiada pelo regime então no poder, porque correspondia a um estilo "português suave" que tinha que ver com uma ideia de brandos costumes e corporativismo que interessavam (posso dizer que escrevo isto numa casa de 1955 fortemente influenciada no seu desenho por essa moradia tipo). O Távora escreve no princípio dos anos 50 (ano a confirmar) um texto chamado "o problema da casa portuguesa" onde descreve a sua posição contrária em relação a tudo isto. Para ele, a tal raiz portuguesa estaria na arquitectura vernacular, de cariz popular, produzida espontaneamente por todo o país. Foi então (juntamente com outros notáveis da arquitectura portuguesa de então) um dos maiores entusiastas e participantes no inquérito à arquitectura popular portuguesa, um levantamento em exaustivo e rigoroso de toda a arquitectura popular existente, de norte a sul do país. Esse documento resultante é ainda hoje um monumento inabalável à grande pequena arquitectura anónima e uma fonte inesgotável de aprendizagem para quem estiver disposto a aprender. A arquitectura do Távora reflecte todo este esforço, toda esta análise, e dele são os primeiros exemplos de arquitectura portuguesa que funde o que de mais moderno se produzia com o que de mais português existia. Conclusões retiradas: - não há uma arquitectura popular portuguesa, há muitas, sempre variada, sempre diferente, no Algarve ou em Trás-os-montes; - Entre as características comuns a todas as diversificadas arquitecturas, encontra-se sempre uma enorme sensibilidade ao território, à topografia, ao efeito que o construído causa - uma tendência irrepreendida para a integração, em oposição ao realce do construído (não é isto sinónimo de arquitectura "camaleónica" ao contrário do que muitas interpretações erradas podem concluir) - relacionada com a anterior, uma arquitectura pouco monumental, que se impõe muito pouco (aliás isto é visível até na arquitectura erdudita que fomos produzindo) Assim sendo, singifica que a análise do território no máximo número de vertentes possíveis, histórica, geográfica, etc. e sobretudo, a COMPREENSÃO do território onde se intervém é permissa fundamental, e uma tendência é um gosto por redescobrir e no fundo, porque não dizer, redesenhar a arquitectura que pela sua durabilidade, espontaneidade e funcionalidade sempre se provou uma mais valia para os territórios onde se implanta (a tal arq popular). Este último parágrafo, em si, não corresponde a nenhuma ideia predefinida de arquitectura. Corresponde a uma ATITUDE perante o projecto, perante a arquitectura. E é isso que escola do Porto significa: uma atitude. Essa, sim, foi traduzida por mestre Távora num método de trabalho e, pedagicamente, num método de ensino. Esse é o método que, com actualizações, deturpações e alterações vem sendo ensinado desde então na agora faup (antiga esbap). Em geral, todos os professores que hoje ensinam, tiveram como mestres ou influências Távora ou aqueles que se juntaram a ele nesta ideia que se provou digna, de arquitectura. Esse método baseava-se numa relação muito pessoal e importante com o desenho como ferramente fundamental para o apuramento do olhar, e de percepção de todas as características que referi em cima. Isto é a escola do Porto, segundo Rui Resende, sem por uma vez falar no nome do maior arquitecto português do século XX que é, quem tiver coragem de ver vai perceber, Álvaro Siza Vieira.
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  42. Texto Justificativo da Proposta " É importante explicar um conceito de arquitectura, não restrito à sua defesa popular como arte de construir, mas como acto de projectar que pretende comunicar uma ideia de cultura e sociedade. Da praxis arquitectura remete directamente para a antecipação de um ideia que ambiciona articular-se nas palavras de Jaques Herzog, o projecto constitui-se como um mundo imaginário e nas de Zampi, o papel do arquitecto é criar novos modos de viver. " A proposta apresentada ambiciona articular-se com este pensamento ao criar espaços diferentes e novas vivências, criar espaços com uma identidade muito própria, fundamentalmente por ser tratar de uma escola de ensino integrado. Contrariar a monotonia da ortogonalidade, pretendendo que o aluno crie uma imagem do seu espaço de ensino, e se identifique com o mesmo. O tipo de espaço proposto provoca o confronto directo entre alunos dos vários ciclos. O espaço de ensino está distribuído por núcleos a partir de um pátio central comum a todos os níveis de ensino. Cada núcleo de ensino está organizado em função de um pátio exterior, estes tem um carácter mais reservado a cada ciclo de ensino correspondente com a possibilidade de poderem usufruir dos restantes para actividades colectivas, estes pátios exteriores são também organizadores de funções inerentes ao programa. No seguimento destes princípios geradores do desenvolvimento da proposta apresentada foram estabelecidos novos valores que definem espacialmente os diferentes caracteres de espaço que o programa estabelece, os espaços de circulação são percorridos em declives, estes declives ou inclinações de percurso foram definidos a partir de dois princípios fundamentais que dizem respeito à sua percentagem de inclinação nunca excedendo os 6% e para salvaguardar as alturas de pé-direito definidas pelo programa (no caso do polidesportivo), a partir desta regra primeira, estas inclinações procuram adaptar-se à morfologia do terreno para permitir a sua integração com o seu exterior. Assim é assegurada a diferenciação espacial dos espaços do programa. A uma cota inferior desenvolve-se o espaço de ensino, as salas de aula e restantes espaços desenvolvem-se a cotas diferentes estas são geradas pela cota que corresponderá à sua porta de entrada, à medida que se vai percorrendo o espaço no sentido ascendente vai-se ao encontro de espaços como o centro de recursos, mediateca, bufete, e por ultimo o refeitório, a esta cota mais elevada encontram-se os espaços sociais e de convívio que permitem o contacto visual para o polidesportivo que se desenvolve a uma cota inferior e que é acedido a partir de um semi-circulo criado pelo desfasamento de planos, este semi-circulo segue o mesmo raciocínio dos pátio exteriores, o seu desenho irá ser circunscrito no pavimento por diferenciação de pavimentos. Assim como os acessos à escola seguem esta leitura visual, acontecem em desfasamentos de planos e o pavimento do seu interior forma um semi-circulo que completa o desenho do desfasamento do plano no pavimento, como que anunciando um outro espaço para alem deste momento. Ao nível de cobertura da escola desenvolve-se o espaço público que é servido por três volumes de equipamentos e serviços de apoio. O espaço público está organizado por vários percursos pedonais orgânicos com dimensões reduzidas, conduzindo o utente a espaços de maior desafogo onde se localizam os equipamentos e serviços, sugerindo assim uma maior permaneciam no local. Estes percursos são uma vez mais orientados pela localização dos pátios que são delimitados por áreas ajardinadas, estes espaços verdes assumem uma barreira sensitiva de aproximação aos pátios. A estrutura viária proposta irá servir a escola e também a estação de metro de francos, os espaços de circulação pedonais paralelos a esta surgem com a intenção de virem a ter caracteres diferentes, existe assim um espaço directamente relacionado com a linha de metro e um outro com a escola, este que acompanha a estação de metro a partir de dois momentos de estrangulação da malha urbana do outro lado da via de metro, abre e proporciona assim um espaço de desafogo sendo servido pontualmente dos dois percursos pedonais nos pontos mais curtos entre a linha de metro e a via proposta. Nuno Correia | Nº 3830 | Arquitectura V | Docente Sérgio Antão | 5º E | Julho de 2006 Implantação Planta cota 76.10 Planta cota 78.30 Planta cota 79.50 Planta de cobertura (espaço público) Cortes 1.2.3. Cortes 4.5.6. Cortes 7.8.9.10 Cortes 11.12.13.14. http://img216.imageshack.us/img216/5341/2ve4.jpg
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  43. E quando alguém como eu, que não consigo editar as mensagens, quer ver ou fazer o download de algo que desapareceu?
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  44. Se existir algum passo mais simples e eficaz... Esperamos melhores sugestões... Abraços
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  45. Rosalina... por experiência própria, não hà nada melhor que ires à livraria do LNEC, compras o livro "Curso sobre medições na construção civil", preparas a tua folha de excel com o conteúdo e regras previstas no manual, adicionas mais alguns artigos (relacionados com arrnjos exteriores e afins...) pois o livro está preparado mais para construção de edificios. Obrigas os outros colaboradores (eng.os) a seguirem a metodologia e assim cumpres as "normas LNEC" e dás grande banhada ao resto do pessoal, que verdade seja dita, fazem, mas não sabem... Os programa automáticos... bom não gosto, acabamos por não saber o que estamos a fazer... eu pessoalmente não admito omissões aos projectos de execução (pelo menos tento, LOLOL). Claro está, não esquecer de complementar com boas CTG e CTE´s. Os cursos do IEFP... não me parece q aprendas nada de extraordinário.... tenho na empresa um Medidor/orçamentista e teve de reaprender tudo de novo...
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  46. bem... após já la ter passado umas vezes desde que cheguei de erasmus e de ter estado a reflectir um pouco vou expressar aqui os meus pensamentos sobre o assunto. Quando a vi pela primeira vez, depois de ter estado a ler posts no forum e de ter ouvido e lido noticias com comentarios de cidadãos do porto, fiquei radiante. Tinha uma imagem altamente negativa do que seria o novo aspecto da avenida, fomentada por todos os comentarios que li, mas na realidade aquilo que vi e aquilo que experimentei não tem praticamente nada a ver com a ideia que tinha formado. O que tinhamos antes? Uma avenida edificada em finais do séc. XIX com uma imensidão de grandes edifícios nos mais variados estilos, desde os revivalismos barrocos, neoclassicos até às primeiras linhas modernistas, toda ela feita de forma a reflectir o explendor da unica avenida da cidade e o ponto central do poder monarquico. O ambiente da avenida e praça era traçado pelo pavimento em basalto com os desenhos alusivos aos descobrimentos e às colónias feito como um enorme mosaico que só a mestria de alguns permitia que tal fosse possível. Os jardins e as árvores davam mais riqueza a este ambiente tornando-o um pouco bucólico e símbolo da cidade através da estátua equestre de D. Pedro IV apontando para o brasil. O que é que ao fim destes anos todos tínhamos naquele lugar? Uma avenida cada vez mais densamente atravessada por pessoas, carros e autocarros, os passeios com altos e baixos, pedras que desapareciam, jardins pouco cuidados, a estátua de D. Pedro em vez de voltada para o brasil estava com o seu dedo indicador quase a tocar o vidro do palácio no fundo da avenida. Uma faixa central pouco convidativa à deslocação de pessoas, mas mais usada para repousar, mesmo no frenesim de taxis, autocarros e carros a acelerar para apanhar os últimos centésimos de amarelo no semáforo. Tinhamos uma avenida que em dias de festa (s.joão ou vitória do porto) não conseguia conter o enorme fluxo de pessoas que aí se deslocavam, mesmo com as suas enormes dimensões. O que se passa a seguir? Era necessário revitalizar a baixa, fazer passar o metro por de baixo da avenida, dar uma imagem e uma função à avenida ao nível das cidades europeias. O que temos agora? O que se vê hoje em dia e, que para mim é de forte interesse em termos arquitecturais e urbanisticos é uma avenida notoriamente urbana, bem regrada, feita para as pessoas, os automóveis e o metro e que, permite de uma forma absolutamente incrivel visualizar todos os grandiosos edifícios que formam a fachada da avenida e que até então nunca tínhamos a percepção, mesmo eu que já a atravessei vezes sem conta, nunca tinha visto a riqueza arquitectural dos edifícios da avenida como agora se apresenta. Mais, só quem nunca esteve noutras cidades europeias é que não compreende o interesse e as vantagens da remodelação de uma avenida como esta, com as dimensões que esta tem. O facto da faixa central estar livre permite que as pessoas não andem só pelos passeios laterais, mas que façam o seu percurso pela faixa central, permitindo estar no eixo entre a camara e a estátua equestre e visualizando coisas até então nunca antes vistas. Ao descer temos a percepção da Sé do Porto que se lança no ceu, temos os enfiamentos das ruas transversais à avenida que mantêm a riqueza arquitectural exposta na avenida, temos a noção de estar num espaço urbano, rico em história e que priviligia o fluxo de pessoas permitindo que o tráfego de automóveis siga de forma contida e regrada. Esta nova avenida faz-me lembrar o centro de Copenhaga: um espaço destinado ao comércio tradicional e às pessoas, onde a mais variedade de eventos sociais podem ter lugar nesse espaço se que para isso seja necessária a criação de estruturas. A nova avenida dos aliados é um espaço não só funcional mas de criação. É um espaço de expressão artística, social, é um espaço urbano no verdadeiro sentido do termo. A nova configuração da avenida permite albergar toda a variedade de acontecimentos que acontecem regularmente e que não podem passar despercebidos pois fazem parte da cultura urbana do porto. Mas como é obvio e visivel a todos, sendo esta uma intervenção de carácter radical, há coisas que me chocam um pouco, por exemplo. A Fonte que criaram junto à camara para mim é uma absoluta tristeza, não faz sentido nenhum nem sequer trás nada de novo ao espaço. Quando passamos de carro temos a percepção de haver um buraco enorme lá, não se vê água. Quando estamos ao lado, parece que estamos numa espécia de mini-barragem que eu tenho dificuldades de acreditar que possam ter sido os dois mestres da arquitectura portuense a desenhá-la... Penso que as árvores novas que colocaram trarão nos próximos anos muito mais vida à praça e demonstram que pode haver bastante frescura mesmo só utilizando árvores. As duas estátuas que estão a meio da avenida a meu ver neste momento perderam todo o sentido. Estão nuas e sem carácter. Penso que no mínimo à volta das estatuas deveria haver um pequeno jardim de flores ou algo que lhes desse mais vida... Agrada-me bastante as cadeiras e mesas que puseram junto à fonte. Para mim são das coisas mais interessantes da praça e é notoriamente uma provocação dos arquitectos e um apelo a uma sensibilidade urbana. Continuo sem entender porque é que a estatua equestre de d. pedro IV não foi voltada ao contrario, dando coerencia ao projecto, como tinha sido pensada. Não sei se foi a voz do povo ou falta de iniciativa... Desculpem este post extenso mas senti vontade de exprimir o que pensava sobre o assunto
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  47. boas, sou eu sou, o gajo que põem as velhas malucas, o gajo que quando passa na 25de abril até o Cristo Rei bate palmas! lolol que manda parar o metro e ele...NAO PARA! que tem um taxista amarelo em todas as paragens de Lisboa! estica-se o dedo e tau, o gajo para mesmo ali. ahahah agora a sério. sou o pedro, não gosto de brincadeiras, estudo na Moderna 2ºano a transitar para o 3ª, sou um gajo sério, sou mais velho que o Soares, pronto não tão velho, pronto tou lá perto lol, e calço o 42. espero contribuir, naqueles rasgos de seriedade que ás vezes(e muito raramente) me dão para melhorar o forum(nem que seja só um bocadinho...mas muito pequenino mesmo).
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  48. Rui Resende

    Conceitos Projectuais

    eu não acho também que um edifício comercial (no sentido em que está a ser feito para ser vendido) se possa guiar completamente por princípios literários ou por um texto ou uma obra de arte, etc. mas acredito que o efeito que todas essas coisas produzem na mente de quem projecta se possa reflectir no resultado do projecto. Às vezes a relação é completamente literal mas também não considero isso especialmente interessante e, lá está, não acontece em edifícios completamente inseridos no mercado imobiliário (esta história fez-me lembrar a igreja de nossa senhora da Graça em Évora, com aquela fachada que é uma enorme paráfrase de uma grande quantidade de imagens literárias clássicas e que, já agora, é o mais próximo que existe de um "templo de Diana" em Évora, ao contrário do que normalmente se pensa quando se chama de antigo templo romano de templo de Diana). pois eu acho que escrever os livros é só um dos meios possíveis para transmitir poesia. A escrita não é especificidade da poesia. É possível produzir poesia por outros meios. Seja por pintura ou música (alguém conhece uma forma musical chamada poema sinfónico? ) ou arquitectura... Poesia não é uma quadra ou uns versos brancos. E eu acho que a arquitectura pode, e isto é repetidamente provado nas obras de vários mestres e não só, ser um meio de transmissão de uma certa forma poética de ver as coisas... Em relação a esse monstro que a arquitectura contemporânea chama de conceito, acho que tem uma história bem mais comprida do que a contemporaneidade deixa passar. Penso que desde há bastante tempo que a "ideia forte" que deverá gerar um projecto está presente em muitas obras de arquitectura, se calhar até mais presente que hoje em dia, e na maioria dos casos aplicada com mais lógica. Conceito aparece como uma dia que deverá abraçar todo o projecto, não com a perspectiva de castrar o que se possa fazer em cada momento mas talvez criar uma rede de segurança que o impeça de cair nos maus caminhos da incoerência e da falta de unidade. Aparece então como (mais um) auxiliar de processo para o arquitecto, que como todas as ferramentas, necessita ser bem manejada. Se isso for conseguido, é possível conseguir uma boa ajuda para a qualidade final, espacial e mesmo funcional dos edifícios. Caso contrário, quando o conceito é a única coisa que ressalta no final do projecto, assemelha-se claramente a um capricho senão irreflectido, pelo menos ingénuo do arquitecto. Por exemplo, uma ágora grega, obedece claramente a um conceito, que se repete em todas elas, se se quiser uma expressão melhor, um "partido formal", que mais que a condicionar, impede que a ágora caia em falhas funcionais que de outra maneira aconteceriam. Todas as ágoras foram pensadas para todos os locais específicos, e isso é completamente perceptível pelas relações com a paisagem, topografia, elementos marcantes do terreno, etc. que encontramos em todas. No entanto, também por detrás de todas há uma ideia bem definida, um "conceito", que se aplica e que garante o bom funcionamento e a coerência de todas elas. É desta forma que eu vejo o problema, e é nesta perspectiva que explorar essa ideia de conceito me parece positivo. No entanto, também acredito que não é necessária essa ideia forte para explorar com eficiência uma obra de arquitectura. Aliás aí lembro-me logo de um dos meus arquitectos favoritos, o mexicano Luis Barragan, cuja obra é para uma prova de que não são precisos grandes "gestos", grandes ideias globais que definam todas as paredes que vamos construir para produzir arquitectura realmente bela. Todas as casas do Barragan são completamente poesia feita arquitectura, são SÓ beleza. Mas lá está, o Barragan praticamente só projectou habitação (e jardins), nunca projectou uma ágora, ou uma catedral, ou um projecto com uma escala desse tipo. Espero que tenha servido, a opinião.
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  49. 3CPO

    World Cup

    Com ou sem "fight" e pitons "embutidos" nas pernas...? Preparem-se para o fairplay... 8) Boa sorte Portugal...
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  50. Chris5441

    Eu

    Olá Margarida Polho Olá Marcio Némezis Olá restantes utilizadores O meu nome é Christopher, tenho 23 anos e moro na margem sul... Estudo na Faculdade d arquitectura no 2º ano de Arquitectura do Design (nao m perguntem o pq do arquitectura antes do design) após ter frequentado 2 anos em Arquitectura (normal). E após esta introduçao super enfadonha.... espero q bons momentos se avizinhem viva a festa e a comunidade artistica....
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