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Showing content with the highest reputation since 27/06/2006 in Posts

  1. Peter

    Reputacao

    olha!! já que falam... eu não tenho nenhum!? desapareceram os que tinha ohhhhhhhh
    4 points
  2. XXXXX

    Honorários

    Os honorários não são tabelados, pormenor que presumo que deve saber... dois mil euros para o projeto de licenciamento + cerca de dois mil euros para as especialidades, para quem trabalha a partir da casa, sem custos adicionais (rendas ou imi´s, luz, água, informática variada, colaboradores, estas tretas todas sobre a forma de custos) é um preço que garante margem de lucro assaz, se for praticado tipo patrão a frente de uma empresa, o preço é diferente para mais geralmente embora existam gabinetes, que cobram 700 euros por um projeto de arquitetura, tipo copy paste, pega na moradia que fizeste ali em Peniche e cola em Torres Vedras, troca janelas, muda uma coisitas ao jeito do cliente e como inteligência é coisas que não abunda por estas bandas, o patrão diz, "Estou-lhe a fazer um desconto", o cliente responde "Obrigada", é assim que ganha 700 euros numa semana apenas no projeto de arquitetura... eu para fazer porcaria, merdas horrorosas, por favor ao próximo, prefiro não fazer, é preferível fazer uma moradia de 10 em 10 anos, mas que fique bem feita e cobrar 6000 Euros ao cliente, mas incluímos, Arquitetura + Especialidades + Assistência Técnica na Obra + Plano de Segurança e Saúde + Caderno de Encargos + Orçamentos, tudo com contrato, escrito a assinado... porquê as porcarias que se faz, por preços de Merda, nunca valem o sacrifício, tipo: Vou olhar para aquele mono o resto da minha vida, cujo autor fui eu, mas que foi feito ao gosto do cliente? É deprimente! Quanto é suposto um arquitecto cobrar para ir à Câmara pedir e preencher um formulário para saber o que pode ser feito em termos de projecto, num dado terreno? Isto pode ser preço de custo, além de ir passear à CM local, as taxas obviamente ficam por conta do cliente (PIP). As despesas de deslocamento, alimentação, portagens, são calculadas à parte? Deverá ser cobrado um valor à hora quando se trata de trabalhos pontuais p.ex. requesição de documentos para o dono de obra? Portagens e deslocação = 0.3 Euros/Km, era o que pagavam para Avaliações Imobiliárias para empresas privadas em 2010 (agora simplesmente não pagam nada), se trabalhasse para o estado a custa do dinheiro dos contribuintes, aí escuso de falar, seria gozar ainda mais com a cara dos Portugueses... que ainda se levantam, para ir votar! E, no caso de um novo projecto para uma moradia, depois de estimados os custos da obra, i.é, tendo um primeiro orçamento em mãos para o custo estimado da obra, que percentagem devemos levar para o projecto de arquitectura? Faseado de que forma. Não há regras, mas o bom senso obriga a que a maior fatia seja na fase de licenciamento + especialidades (que engloba orçamento e caderno de encargos). A "nossa fatia do bolo é equiparável às restantes especialidades? Hoje em dia os engenheiros, com os programas de estruturas, já perdem a sensibilidade para os cálculos, existem projetos de especialidades, cujos pilares são de forma indistinta todos iguais, acredito mesmo, que nem as armaduras mudam de pilar para pilar, qualquer Arquitecto percebe se a carga não é a mesma em todos os pilares, porque razão os pilares não poderão ser mais finos de forma a poupar betão caso a caso conforme a solicitação de cargas, eles ainda pensam, que nós nas pescamos nada disso... nem com meios informáticos as vezes conseguem escamotear pilares nas paredes, o que é frustrante, num projeto simples sem SADI e AVAC, não há razão para que a nossa ponderação não seja superior a deles. Em relação aos projectos de estabilidade, incêndios, águas e esgotos, térmica e acustica, somos apenas mais uma especialidade? Ou como coordenadores destas especialidades e diretores técnicos da obra podemos e devemos cobrar mais? Cobrar o quê, fazer um projeto de Arquitetura, sempre se pressupôs as especialidades e repectiva compatibilidade, se tudo estiver bem feito, não haverá problemas (raras vezes). Nota, não pode fazer Direção Técnica de Obra ou Fiscalização e ser o Autor de Projeto, a Ordem não deixava (Necessito de confirmar no novo estatuto, mas penso que contínua igual) e penso que continua a não deixar, coisas que estes estúpidos nas CM´s as vezes não percebem. Isto era a mesma coisas que fazer projeto para uma Câmara e depois ir aprová-los internamente como funcionário da mesma. Apenas como diretor de obra, ganha o seu salário de diretor de obra, a partir da empresa de construção, garanta o cumprimento do projeto de acordo com o aprovado na CM e dentro do budget. Mas você vende casas, tipo gaja gira e comunicativa com outdoors pendurados nas fachadas? Eles gabam-se muito do verdinho que ganham... cá em Portugal as pessoas não se medem em altura física, capacidades e conduta, é pela conta bancária e o carro que ostentam pago ou não. Já ouviu falar dos PQ e dos PAI? Esqueça isso da Remax, andou na melhor escola do País de Arquitetura para vender casas?
    3 points
  3. Elio Branco

    Shanghai

    O escritório onde trabalho está neste momento com 2 vagas para junior arquitecto. Mais informações endereçar questões para: eliombz@gmail.com
    2 points
  4. JCSMARTINS

    Proposta

    Olá a todos! Acompanho este fórum há algum tempo, mas acho que esta é a minha primeira intervenção. E faço-a na qualidade de 'cliente' também, porque é isso que sou actualmente pois tb estou a iniciar o projecto de uma moradia, para a qual decidi que seria melhor recorrer à contratação de um Arquitecto. E acreditem que muita gente me disse para nao o fazer, que ia pagar mais e tal, e que no fim o resultado era o mesmo... enfim, a conversa do costume. Bem ou mal, assim não entendi, porque valorizo as competências dos profissionais qualificados, que pelo menos dedicaram tempo e esforço das suas vidas para aprender as coisas... Não se limitaram à auto-aprendizagem baseada na cópia de outros trabalhos, sem querer, no entanto, menosprezar o trabalho de quem o faz. O tema do preço, embora importante, foi tratado com prioridade menor. Vejo aqui uma pessoa, a apresentar uma espécie de programa preliminar do que pretende, onde anexa uma foto, e que recebe respostas com criticas à foto apresentada, etc. Como cliente, decerto que a Liliana não pretende uma cópia da casa em questão, no entanto há pormenores nela que gosta, por isso a colocou aqui. Se o gosto é mau ou não, de qualquer ponto de vista, é sempre discutivel. Eu também mostrei fotos de coisas que gostava, e sei que muitas delas serão má opção para o meu caso particular, mas o que espero do Arquitecto não é que me faça uma cópia de uma casa ou que misture pormenores de várias só porque eu disse que gostava disto e daquilo... Espero antes que tenha a creatividade suficiente para traduzir um modelo de casa agradável e com qualidade, depois de conhecer quem a vai habitar, dos gostos e estilo que o cliente pretende, da luz que gosta de ter, do espaço que gosta de sentir, da temperatura que gosta de sentir, do ruido que gosta de ouvir, do dinheiro que pretende ou pode gastar, etc. Espero também que possa questionar opções por mim tomadas que possam ser inadequadas do ponto de vista de execução/custos. Espero interacção,acompanhamento, reponsabilização e garantias, o que é mais dificil de encontrar nuns meios que noutros, e sabem do que falo. Serei um melhor cliente porque espero isto de um Arquitecto, do que uma pessoa que espera apenas que lhe façam uma cópia de algo que viu, mesmo que seja uma completa aberração ? Eu acho que não ... Se o arquitecto tiver a competência suficiente para demonstrar que a pessoa está a caminhar na direcção errada, e se o trabalho é assim tão mau, então assuma-se isso perante o cliente e recuse-se o trabalho. Deixe-se para os outros, porque senão vai fazer parte do leque e depois perde a moral para criticar. Eu sei, a realidade é diferente, e as vezes a vontade/necessidade de facturar fala mais alto... As pessoas são diferentes, e muitas vezes nem fazem ideia do que querem... Viram coisas apenas ... Acham que gostam ... É tudo muito frágil na fase inicial de um projecto ... A gestão de espectativas tem de ser bem feita, por parte de quem vai fazer o projecto. E as vezes não é assim tão dificil... Penso que alguns comentários são colocados aqui em forma de critica não por causa do conteudo do post inicial em causa, mas sim pelo sentimento generalizado do estado das coisas, ao nivel da Arquitectura em portugal. Mas não é só a arquitectura ... Quase tudo neste país tem coisas mal feitas, concorrências desleais, etc ... Continuem com este forum de qualidade! Não se esqueçam que ele tb é bom para clientes que não percebem nada de arquitectura. Um abraço a todos!
    2 points
  5. Uma correçao apenas. O facto da parede ter diferentes profundidades, como sugere, torna a parede num difusor acústico. Um difusor acústico continua a ser reflector. Mas espalha o som pela sala. É bastante usado em salas de uso musical como auditórios para manter a sala viva, e no entanto livre de defeitos acústicos. Pode ver vários tipos de difusores e as suas especificações técnicas em : http://www.someacustica.com/someacustica/index.php?page=difusores-2 Numa piscina o objetivo é reduzir a reverberação, logo é fundamental a colocação de material absorvente. Embora na maior parte dos casos os materiais leves sejam mais absorventes, o que define a absorçao porosa (porque existem vários tipos de absorsores) é o fluxo de resistividade e não a densidade. Mas isto era um tópico de dava "pano para mangas" e muitas formulas matemáticas. Eu concordo consigo, mas o meu alerta era igualmente relativo à la de rocha e não à madeira... a madeira nao absorve som, quem absorve é a la de rocha que com execesso de humidade ou em contacto com a água nao conjuga muito bem, pelo menos dos exemplos que vi. Pode-se sempre pensar em usar espuma acústica conjugado com as placas de madeira, mas a unica que conheço e que é eficaz contra a humidade (Quash) tem uma absorção acústica muito fraca. Existem neste momento soluções de material absorvente que já são resistentes ao fogo e à humidade (ver http://www.someacustica.com/someacustica/index.php?page=espacos-publicos) que não precisam de la de rocha ou espumas acústicas. Essa anulação de fase que refere só acontece em algumas frequências, enquanto noutras o som é amplificado. Alias isso é comum ocorrer em paredes lisas (efeito comb filtering observado em estúdios de música) e nao em difusores acústicos.
    2 points
  6. nunomiguelneto

    Reputacao

    yah... nao devia ser azul como a minha ;)
    2 points
  7. eu n sei como tenho 6... tá boua tá.
    2 points
  8. XXXXX

    Destaque vs loteamento

    Unidade mínima de cultura, é a medida padrão, que atesta que um indivíduo, tem um mínimo de capacidades para intervir, trabalhar e viver em sociedade, paulatinamente introduzida na região oeste de Portugal em meados da década de 80, por um conhecido Psiquiatra de Torres Vedras, o epíteto tem origem explícita nas três palavras que o compõe, "unidade mínima de cultura", Torres Vedras foi escolhida para cidade piloto, dada a propensão que os locais tinha para se mascarar de concubinas, beber álcool e celebrar o carnaval ostensivamente desde a tenra idade, costume este, visto pelo vizinhos da Capital, como um misto de idiotice aos quais os saloios se dedicavam... hoje mais do que nunca, ser da geração da unidade mínima de cultura, é ser designado de idiota, daí a necessidade de muitos Torrienses fugirem para a Capital, numa de: "Sou filho de saloios, mas pugno para matar a hereditariedade!" Eu que sou da geração de 80, só muito tardiamente fugi para a Capital... anos a fazer figura de idiota... Mas existem outras definições afins, cito esta, no *.jpg: Será que isto ainda está em vigor?
    1 point
  9. XXXXX

    Este é para o Lobby do PVC!

    Pedreiros, empreiteiros, malta com 30 anos de experiência em obra, que defende o PVC com veemência... think again!
    1 point
  10. Resumindo e concluindo......continuamos a ser reféns dos Engenheiros, pois com a obrigatoriedade de entrega do tal Termo junto com o Projeto de Arquitetura, não conseguimos "ser autónomos" em relação ao Nosso Projeto ARQ...! Maravilhoso mundo este...
    1 point
  11. Caros Membros Chamo-me Gustavo Portocarrero e sou arqueólogo. Defendi uma tese de doutoramento intitulada Braga na Idade Moderna: Paisagem e Identidade, sobre a evolução da identidade de Braga ao longo da Idade Moderna (séculos XV-XVIII), através da análise das mudanças que tiveram lugar na paisagem urbana. O trabalho também chama a atenção para a importância da geografia sagrada no estudo das cidades da Idade Moderna. Pela sua abordagem, trata-se de um trabalho inovador no âmbito dos estudos históricos sobre cidades portuguesas e que pode ser de interesse para todos os arquitectos que trabalhem com centros históricos. Os interessados na sua leitura podem fazer o download do seu pdf no seguinte site: https://www.academia.edu/7315864/Braga_na_Idade_Moderna._Paisagem_e_Identidade Cumprimentos Gustavo Portocarrero
    1 point
  12. Eu, que sou mais velho…há quem diga sénior…mas eu prefiro velho, porque sénior é alguém de sucesso…e sucesso em arquitectura, salvo os ditos "filhos de Deus" ou de "deuses menores", não existe…sou do tempo da velha Associação dos Arquitectos, dos diplomados e da (des)Ordem como todos os que eu conhecia lhe chamavam…sobretudo os mais velhos ainda do que eu…desOrdem dos arquitectos é o que hoje existe…tentacular, tenta escravizar os associados, pedindo-lhes dinheiro e mais dinheiro, ameaçando de penhora se não pagar…meteram-se na avaliação do ensino da arquitectura…fazem projectos…cursos…exames…promovem-se a si próprios e ninguém sabe exactamente o que é ou representa a dita Ordem… protegem os arquitectos nas várias vertentes do exercício da arquitectura ?…não…dizem que só na prática profissional…ajudam os arquitectos desempregados ?…não…não faz parte das suas competências…defendem os jovens arquitectos de serem explorados pelos arquitectos seniores ?…não…gostam desta situação dos 500 euros por mês a recibos verdes, sem férias ou Natal…então para que serve esta treta designada Ordem dos arquitectos, se não há trabalho…os ditos Grandes, mandam-nos emigrar…não vá a gente incomodar "alguém"…O dia do Arquitecto é uma fraude formal, para enxovalhar todos aqueles que não conseguem viver da arquitectura…temos o exemplo de Helena Roseta, que nunca exerceu arquitectura e se perdeu nos meandros da política, chegando ao ponto de em determinada eleição haver uma lista única, onde se fundiram todos os interesses pessoais…continua a espantar na sua presença permanente na televisão onde até assusta o seu conhecimento prévio das desgraças deste país…portanto a Ordem está como o País…quer mais dinheiro, contrata os grandes escritórios de advogados de Lisboa para perseguir os seus membros…politizada e corrupta, é hoje uma extensão do poder estabelecido e conivente com ele…assim só fazendo o "reset", apagar tudo e começar de novo…uma nova instituição que represente efectivamente os arquitectos e não determinados grupos, lobys, interesses ou pessoas, escolas…talvez esteja a pedir de mais, pois isto que afirmei aplica-se a todo o poder estabelecido, que quer perpetuar-se no poder…seja estado…sejam partidos políticos…sejam pessoas individuais…a minha ideia é que tal como os gregos disseram em determinado momento…é a própria vida que tem de mudar…portanto hoje é dia triste, para velhos, novos e futuros arquitectos…
    1 point
  13. O meu nome é Gonçalo Almeida, sou Mestre em Arquitectura de Planeamento Urbano e Territorial desde de 2011, pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa. Procuro estágio profissional para acesso à Ordem dos Arquitectos. Possuo facilidade em trabalhar em equipa e adapto-me a diferentes contextos de trabalho, demonstrando sempre elevado espírito de iniciativa e de criatividade. Tenho disponibilidade imediata. Contactos: goncalompalmeida@gmail.com Atenciosamente, - - Gonçalo Almeida
    1 point
  14. http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM7DnOg%2F6BbXS3VKphfAZkWZ&width=150 O Urbanismo Depois da Crise de Alain Bourdin Edição/reimpressão: 2011 Páginas: 121 Editor: Livros Horizonte ISBN: 9789722417068 Sinopse O Dubai coleccionava records: o maior hotel do mundo, a maior torre, a maior concentração de gruas... No fim de 2009, o Dubai e a sua jóia da coroa, a sociedade pública Dubai World, dificilmente escaparam à falência com uma dívida estimada em 59 mil milhões de dólares! Esta queda simbolizou o fim de um ciclo no desenvolvimento urbano e na forma de "fazer cidade", no urbanismo.
    1 point
  15. No presente é sempre difícil definir quais as principais tendências da arquitectura. Geralmente é mais fácil olhar para tráz, percebendo-se melhor qual o rumo que a arquitectura tomou. Por exemplo, Durante grande parte do sec. XX, Le Corbusier e Frank Lloyd Wright eram vistos como totalmente dissonantes e opostos, nos meios académicos da altura. Actualmente, a apesar de terem seguido tendências distintas, são vistos como 2 vultos do modernismo internacional. O tempo acabou por mostrar que tinham mais afinidades que discrepâncias. Em relação à sustentabilidade, não me parece que seja uma tendência da arquitectura. É um conceito que se pode aplicar a quase tudo: Construção, economia, industria, gestão, ambiente, política, .......
    1 point
  16. lllARKlll

    Ul / fautl

    Não, um 20 na FAUTL é um 10 na Lusíada... e eu não estou a gozar consigo, muito menos a exagerar... Aliás, eu não minto, quando digo que toda a geração de Arquitectos Portugueses com algum prestígio, foram formados na Lusíada, todos sem excepção... senso comum. (Errrr)
    1 point
  17. AMestre

    Arq. Viana de Lima

    fico muito triste por descobrir que alguns dos nossos melhores arquitectos são simplesmente desconhecidos da maioria do publico. é este o caso do arquitecto Viana de Lima, falecido no ano 1991. Apesar de ter trabalhado directamente como colaborador do Le Corbusier, ter sido um dos principais divulgadores da arquitectura moderna no nosso pais desenvolvendo grandes projectos de arquitectura, a sua obra está muito pouco estudada. Quando tentei descobrir mais sobre este nome, a unica coisa que descobri foi um livro publicado pela fundação calouste gulbenkian. um unico livro sobre um grande nome... é pena!
    1 point
  18. a.s* _ atelier de santos Residências Universitárias das Laranjeiras _ Ponta Delgada . 1998-2007 O complexo das Residências Universitárias das Laranjeiras situa-se a Nascente de Ponta Delgada, junto a uma antiga zona industrial, sobranceira a terrenos agrícolas abandonados. O crescimento da cidade verificado nas últimas décadas faria prever rápidas e profundas alterações em toda a área, transformando-a num subúrbio mono-funcional pelo que a construção do complexo residencial, pela sua escala e pelas funções que abriga, constituiria uma oportunidade em definir uma estrutura urbana que possibilitasse a implementação de uma regra, permitindo constituir-se como um catalizador de futuras intervenções, transformando-se ela própria num pólo de actividades. As residenciais albergam 300 estudantes universitários que se dividem pelos quatro edifícios longitudinais, paralelos entre si, implantados perpendicularmente ao principal eixo viário de ligação ao centro de Ponta Delgada. Por sua vez, paralelamente à estrada é ordenado um conjunto de faixas – como que de pequenos recortes na paisagem se tratassem – dispostos com orientação norte/sul, que cruzam os 4 blocos, organizam os espaços exteriores do complexo, e desenham a transição entre as áreas públicas e as zonas privadas destinadas aos seus habitantes. Um quinto edifício – a entrada principal do complexo – procura complementar toda a área exterior das residências, desenhando uma esplanada, um miradouro e um solário, ao mesmo tempo que abriga um bar, uma cantina e a sala de convívio para os estudantes. O projecto de espaços exteriores, torna-se tema central na estratégia de intervenção, permitindo que as áreas existentes entre os blocos das residênciais ganhem uma dimensão pública eminentemente funcional. As longas faixas de “recortes na paisagem”, dispostas segundo uma regra que procura destacar uma frente urbana ao complexo – que garante simultaneamente a existência de uma espécie de jardim no seu interior –, proporcionam a criação de pequenos espaços singulares no interior do perímetro. A sua sequência de implantação hierarquiza usos, adequando-os à sua posição relativa no complexo: paralela à estrada implanta-se a Faixa de Estacionamento Automóvel e a Faixa de Passeio Urbano (destinadas ambas ao passar quotidiano dos habitantes da área) e sequencialmente, a Faixa de Arvoredo (estabelecendo uma fronteira visual para o interior do complexo, e atenuando a visão perpectica longitudinal sobre os edifícios residenciais), a Faixa de Percurso Central (destinada à distribuição interna e à ligação entre os vários edifícios das residências), a Faixa de Acontecimentos (onde são implantadas funções complementares: Laranjal, Campo de Jogos, Jardim/Labirinto dos Namorados, Estacionamento de Bicicletas, etc.) e por fim, acompanhando uma canada (caminho rural) existente, a Faixa de Prado (um enorme relvado propício ao repouso). Dado tratar-se de uma obra de carácter social, os recursos disponíveis apontam para soluções construtivas e tipológicas simples – o que aliás é apontado pela natureza programática do projecto; daí a opção do recurso à modularidade (construtiva e espacial) para a edificação dos quatro blocos residenciais. Agredecemos a colaboração de a.s* _ atelier de santos.
    1 point
  19. ruivenda

    3DS Max 2009

    Eu também atingi um bom nivel de produção 3d e render em max sozinho, sendo auto-didacta... Mas se dominar 10% do software é muito... Daí eu dizer que ou se tem um bom professor que domine a coisa a 100% ou perto, ou dificilmente se chegará a esse nivel... Os resultados mostrados em cima estão bons sim... Mas consegues fazer muito melhor, mas muito melhor num software como o 3ds max ou qualquer outro ja aqui mencionado... Deixo aqui um link para alguns dos meus trabalhos 3d de renderização/modelação - os projectos são do arquitecto a que a página faz referência - a modelação/renderização dos projectos é da minha autoria em colaboração com o Ricardo Carvalho.... http://www.mfarquitectos.com/ Os resultados também não são maus e eu dificilmente direi que eu domino o software em todo o seu potencial... Sei os básicos. O minimo indispensável para conseguir os resultados aí mostrados, nada mais do que isso.... Ainda tenho muito para aprender e para explorar....
    1 point
  20. sinceramente, estive na expo, e o pavilhão de Portugal não me despertou qualquer interesse. acredito também, que dadas as limitações não se podia fazer mais, mas....
    1 point
  21. muito bem! Isso será em Coimbra certo?
    1 point
  22. arklab

    Reputacao

    o boneco está parecido....sr. muita reputação!!! abaixo a reputação....acima a reputação......
    1 point
  23. Foreign Office Architects Yokohama International Port Terminal Este terminal de cruzeiros tem uma a vantagem de colocar os navios na perpendicular em relação a margem, o Siza fez um com o mesmo esquema para a Grécia, penso que aplicado em Lisboa ajudaria a evitar o forte impacto que vão ter uns quantos navios de 3000 passageiros em fila, isso sim uma autentica muralha opaca.
    1 point
  24. o dreamer ja disse tudo o que eu quereria ou puderia dizer!
    1 point
  25. mais uma vez obrigado //ARQ// pela tua participação, e pela tua opiniao ...obrigado
    1 point
  26. (As coisas que eu encontro...) Portanto, a mim das coisas que mais me faz confusão nessa onda de festivais de verão, acampar e por aí fora, é a questão das I.S.. Pois bem, alguém já pensou nisso, e antecipou o problema, resolvendo-o de uma forma no mínimo peculiar: The Brown Corporation criou uma sanita em versão origami (quase). No site, disponibilizam as informações todas, montagem e utilização! A caixa vem com 10 sacos que são substituídos após cada utilização, e que são biodegradáveis! Tudo para sermos amigos do Al Gore! Depois de cada utilização, a Sh*t Box transforma-se num stool (lol...) Prático ou é preferível enfrentar o terror das I.S. dos festivais?
    1 point
  27. e engracado porque nesses aspecto este topico tem sido mantido provavelmente mais pelas pessoas que veem aqui para falar mal, do que pelas pessoas que realmente estao interessadas no mesmo. tanta discussao, sobre se aquilo abana ou nao, sobre o impacto que tera na cidade, que e pretencioso, que e grande, que e um ovni, que e isto, que e aquilo... o que me assusta nao sao os comentarios, mas a Sizodependencia inerente nos mesmos, a ideia de que se nao fizeres como o Mestre, nao vales nada. Isto e uma obra Comercial e vale enquanto tal, vende uma imagem, que por sinal nao e nada ma. O prazo de vida? nao sei, certamente nao e uma obra para durar 100 anos, mas nem tudo na arquitectura e para toda a vida...
    1 point
  28. Não podes depreender que dou mais importância á empresa que ao software. Dou importância a ambos, não escolho ignorar a empresa só porque esta goza de má imagem. Só mudaria no dia em que o Archicad não me resolvesse os problemas. Não sou daquelas pessoas que saltam de faixa em faixa numa bicha só porque têm a ilusão que a faixa dos outros anda mais depressa. Não posso dizer que o Archicad é o melhor, nem nunca o fiz. Tem sido o Rui que tem feito apreciações comparativas entre softwares, não eu. O Blender é um óptimo exemplo de um mau exemplo. Ninguém que trabalha a sério usa o Blender, para enorme infelicidade dos utilizadores de mac, que assim são forçados a utilizar a plataforma Windows (felizmente nós temos o Archicad, multiplataforma). Difícilmente trabalharia com um software open source. Quero pagar pela minha ferramenta de trabalho, e saber a que porta bater se as coisas correrem menos bem. Finalmente, e correndo o risco de me repetir, não faz o meu género dizer que o Archicad é o melhor do mundo. Não o disse, não o digo, não o direi. Posto isso, e com a ressalva devida que a incerteza do futuro nos merece, nunca trocaria o Archicad pelo Revit. Gosto do meu Volkswagen, e nunca o trocaria por um Renault.
    1 point
  29. vá lá pessoal vamos lá deixar as conversas de nível pessoal aqui no tópico! Façam-nas em MP. Não vamos fazer disto mais um offtopic! ajudem um bocadinho o fórum a crescer intelectualmente, e restrinjam os vossos comentários ao assunto do tópico... vá lá.... pleeeeassseee :D
    1 point
  30. Rake de Rama

    Fotografias

    exacto, quando mais rapido for a velocidade do obturador, mas nitidas vao ser a fotografias e quanto mais lento for a velocidade do obturador tudo o que estiver em movimento, vai parecer cremoso, especialmente se o motivo for a água, pois vao ficar fravados na pelicula mais momentos.
    1 point
  31. É mesmo uma lufada de ar fresco... A ideia de "virar" a vivência da casa para um pátio enterrado que simultaneamente distribui a luz pelos espaços é muito agradável. Mesmo as entradas de luz restantes através de "formas orgânicas", quase como "rachas" naturais do terreno, devem iluminar de uma forma muito singular ao longo do dia. A experiência de habitação desta casa deve ser muito relaxante, até pela sua localização geográfica. e como retiro espiritual deve cumprir a sua função muito bem.
    1 point
  32. arklab

    Reputacao

    já desconfiava....Dona Leonor!! "Don Ciccio: I see you took the name of the town. What was your father's name?""
    1 point
  33. Arq.to

    Reputacao

    A reputação não desapareceu, os valores que viam era os pontos dados a outros a reputação é sempre representada por essas luzes, mas vamos mudar os valores para números logo que que possa.
    1 point
  34. JAG

    Reputacao

    Bem... Andava eu pelo o fórum... quando olha para o meu perfil que aparece cada vez que faço um post. Como também já devem ter visto esta lá este bonequinho... ... para adicionar reputação ao utilizador. É lógico que não se pode votar em nós próprios... mas eu acabei por ficar curioso para ver o que acontecia se eu carrega-se "no meu bonequinho"... E deu isto: http-~~-//img403.imageshack.us/img403/1371/duhos0.gif DAH :icon_pistoles: Gostei do Dah!... :icon_pistoles:
    1 point
  35. não é só uma abordagem geográfica, histórica, social ou economica, mas a suas consequências na actividade projectual. comprei-o na fnac a coisa de um ano
    1 point
  36. pois aqui está uma verdadeira base de dados de materia prima portuguesa muito bem documentada http://e-geo.ineti.pt/bds/ornabase/default.aspx
    1 point
  37. eu votei ,mas o voto e secreto , por isso não digo no que votei ,mas com o que vou dizer e facil de ver no que votei . A arquitectura em Portugal , tem de se deixar levar pelo factor ( C) , e fazer o que esta correcto , e não fechar os olhos a muitas coisas que depois nos levam a esta situação em que se encontra . Acho que tem qur ser ouvir e ser ouvido , se juntar-mos a teoria com a practica de certeza que o resultado e exelente . Vou citar as palavras de dois arquitectos da nova geração de arquitectos em Portugal ( NUNO GRANDE & PEDRO GADANHO ) : A arquitectura portuguesa esta desesperadamente necessitada de uma critica consistente e abrangente ..., procurar não defeni-la com segurança, e pratica-la com risco .
    1 point
  38. Pedro Barradas

    Reputacao

    Os pontos de reputação... têm funcionado noutros foruns... portanto penso q aqui também funcionará... ajudará a atestar a credibilidade do membro (especialmente para quem vem de fora)
    1 point
  39. Delly

    Uma casa e um mercedes...

    Com um tópico destes "Uma casa e um mercedes..." como se chegou a uma excelente reflexão. O Arq. Rui Campos Matos é o mesmo autor do Como construir a sua moradia sem ter que aturar um arquitecto Parabéns RS
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  40. Caros, segue projecto desenvolvido em 1999, pela minha empresa, construido em 2000/2001. Relativamente à autoria, pertenceu à equipe que participou neste concurso, na qual eu fiz parte... e do qual vou manter em anonimato. Assim: O Além-Rio, outrora pequena aldeia satélite e actualmente zona urbana em expansão da vila de Mértola, apresenta uma posição invejável em termos cénico-paisagísticos, da qual se pode contemplar um dos melhores cenários do Centro Histórico. O miradouro localiza-se em Além-Rio, margem Esquerda do Guadiana, na encosta que confronta a “Vila Velha”, sobranceiro ao rio. O projecto cria um espaço de miradouro sobre o rio, para local de convívio e lazer, e um segundo espaço desnivelado, de esplanada com um pequeno quiosque/bar, por forma a animar o espaço público aproveitando as potencialidades únicas do local, procedendo a um ajuste paisagístico valorizando a intervenção arquitectónica. De acordo com o programa apresentado e em observância com o caderno de encargos e os limites de custo pré-estabelecidos para a obra, o projecto incidiu nos seguintes items: · Modelação do terreno; · Execução de muros de contenção de terras com aparelho de xisto; · Execução de um espaço de miradouro; · Execução de uma plataforma desnivelada para acolhimento do quiosque/bar e esplanada. · Execução do quiosque/bar transportável; · Criação de espaços de estacionamento para veículos automóveis: · Execução de acesso de nível à plataforma de esplanada; · Instalação de mobiliário urbano na zona de miradouro; · Arranjo paisagístico. · Construção de pavimentos lancis e escadas · Instalação de sistema de iluminação; Secção 1/50 / Fotos 1 / Fotos 2 / Foto 3
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  41. http://www.arquitectura.pt/membros/ricardo/paineisfinais.pdf Este trabalho foi desenvolvido no decorrer do Velux Internacional Award 2006 ( http://193.163.166.98/com/a/ ) com o tema "light of tomorrow" era pedido que se estudasse a relaçao da luz com a arquitectura sob várias perspectivas, e dando total liberdade no resultado a apresentar, podendo variar entre uma tese escrita ou um projecto de arquitectura.Como era a nivel mundial e tinha de ser em ingles, o texto foi pensado directamente não tendo feito tradução, mas penso que não havera problema.O trabalho foi desenvolvido por: Ricardo Faia (arq.), Andre Carvalho (arq.), Silvia Pinto (desig.), Joao Caetano (desig.), e renders da autoria de Ruben Valente, e foi acompanhado pelos professores Rui Seco e Nelson Mota. Obrigado à Connecty porque sempre se mostraram prontos a ajudar a qualquer hora na colocação deste post e a tirar duvidas.
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  42. Apeteceu-me experimentar o nova versão do V - Ray 1.5, fiz um render por layers para edição em Photoshop. Carros em RPC, pessoas/árvores em *.jpg de planos ocultos. Céu e "lens flare" no vidro em Photoshop. Foi um projecto académico que carecia de render no 3DS Max. Críticas e comentários a tudo e mais alguma coisa são Bem Vindos. http://i2.photobucket.com/albums/y8/lllRAKlll/Forum%20Arquitectura/perspectiva1.jpg
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  43. Dreamer, Creio que essa solução não é prática. Aceita o princípio que se aumentas a área de vidro (mais perdas térmicas) tens que aumentar a eficácia do isolamento (reduzir as perdas) noutro lado para compensar... isto não é complicado de conseguir... Da mesma forma que aumentar a área de vidro a Sul não é o mesmo que colocar vidros a Norte. Vê a casa SOLAR XXI (INETI) onde existe uma fachada com bastantes envidraçados a Sul e com poucos a norte. No entanto está termicamente optimizada porque apresenta um conjunto de soluções não consumidoras de energia eléctrica (ou que permitem reduzir significativamente o seu consumo) para garantir elevados níveis de conforto: iluminação zenital, ventilação cruzada, aquecimento com painéis solares, vidros fotovoltaicos que simultâneamente servem para captação de electricidade, para aquecimento (por efeito de parede de Trombe - Inverno) e de chaminé natural para arrefecimento (Verão). Não entendas de forma alguma que eu sou partidário do "cortar" no vidro; sou é adepto de se pensarem nas consequências de todas as soluções arquitectónicas e construtivas. TiCo, Gosto muito da casa dos "manos" Mateus, não obstante partilhar as reservas que tu apontas relativamente ao rodapé e aos remates dos focinhos da escada, mas isso é de somenos importância. O que para mim é verdadeiramente importante é que esta é uma casa diferente, com uma visão original (invulgar, será mais correcto) da forma de utilizar o espaço, bem integrada na envolvente e de desenho sóbrio (menos é mais), por isso acho que é cinco estrelas. Mais, acho que esta é uma das poucas casas em que a arquitectura ultrapassa o mero edifício...e poucas são aquelas em que sinto que isso acontece (mas isso é outra história). A arquitectura é pimba não é por ter telhas cerâmicas. Quanto ao Fernando Távora recordo bem a casa de Ofir (com telhado cerâmico) ou ainda de forma mais marcante o edifício da estalagem da Serreta, na Terceira (não me lembro do nome do arquitecto), com um telhado imponente, como sendo dois exemplos que marcam (e dos quais eu gosto muito) a arquitectura Nacional, quer se queira quer não. Mas isso não quer dizer que se faça hoje arquitectura com as formas plásticas dos anos 60 e 70. Tenho muitas dúvidas, contrariamente ao que dizes, que a arquitectura pimba seja mais barata, racionaliza os consumos energéticos ou tenha uma linguagem mais nacional (e racional) do que a arquitectura dos caixotes. Aliás a casa em Janas dos Arqs João Santa Rita e Filipa Moura, sendo um exemplo de arquitectura moderna (caixotes) ganhou o prémio da eficiência energética da DGE em 2003; a sua sobriedade ornamental, sem nhoquices do tipo socos, sancas, frizos (os elementos característicos da arq. pimba) de certeza que a tornam uma construção mais barata e com mais qualidade do que as casas neo-rococós do sec. XXI. ... Ao que isto chego, TiCo, eu sou engenheiro e tu arquitecto e és tu quem me falas de "caixotes" e "casas para a fotografia"? - Tá tudo ao contrário...
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  44. AMestre, também a mim me entristece que aqueles que hoje começam a estudar arquitectura não tenham formas eficientes de aceder à obra do arqutiecto Viana de Lima, por via de publicações e maior divulgação. Estudo arquitectura vai para 5 anos, e é difícil encontrar quem realmente conheça parte da obra do arquitecto, quanto mais o encare como uma possível referência ou um modelo de trabalho. Este arquitecto foi um dos mais entusiastas divulgadores e animadores do movimento Moderno em Portugal, e a ele pertence a autoria de alguns dos mais interessantes edifícios deste período entre nós. Só por aí, o lugar dele na história da nossa arquitectura contemporânea deveria estar mais "desempoeirado". No entanto, não é de facto verdade que seja um arquitecto "simplesmente desconhecido". Eu conheço-o, no meu contexto académico ele é ainda um arquitecto relativamente divulgado, por força de professores que contactaram com ele, alguns mesmo trabalharam com ele. E já por diversas vezes recorri a ele (obra) como referência. Já tive a oportunidade de visitar vários edifícios de sua autoria ou co-autoria, tais como o tribunal de St Maria da Feira, a Faculdade de Economia do Porto, a habitação unifamiliar na Foz do Douro (a qual fui gentilmente autorizado pelos donos a visitar), vários edifícios de habitação colectiva no Porto, onde destaco o edifício de gaveto localizado junto à câmara municipal, e o bloco da rua Costa Cabral (se não estou em erro). Existe na biblioteca da minha fac (FAUP) uma publicação relativamente completa relativa à obra dele (deverá ser a mesma de que falas). Evidentemente não é suficiente este livro para se conhecer a obra do mestre, mas este associado a um esforço por visitar as obras constitui já uma muito boa aproximação. Já agora refiro ainda a participação de Viana de Lima no projecto do hotel que Oscar Niemeyer projectou para a Madeira, nos anos 60, se não estou em erro, no qual o papel do arqutiecto português foi bastante mais acentuado do que o que se possa pensar... Claramente ali encontramos um "Niemeyer" em todos os aspectos, claramente o edifício contou com o traço inconfundível do mestre brasileiro, ao nível da volumetria, implantação, linguagem, etc. etc. A curva do hotel não engana, assim como a volumetria do casino que se socorre de formas derivadas da hipérbole; e por fim o que a mim ainda me fascina mais naquele complexo, que tb já tive a oportunidade de visitar, que é a capacidade de montar um todo coerente a partir de uma aparente colocação aleatória de elementos arquitectónicos. Tudo isto é Niemeyer, mas o que normalmente não é conhecido, é que o brasileiro nunca esteve na ilha da Madeira, nunca viu ao vivo aquele terreno, aquele local, e que o arquitecto de obra foi precisamente o Viana de Lima, e que todo o desenho de pormenor relativo ao edifício foi realizado pelo ateliê do portuense. Para quem conhece um pouco da obra do arquitecto, percebe ao visitar o hotel da Madeira alguns momentos muito Viana de Lima, como por exemplo (refiro este por ser visível em qq foto) a forma como ele resolve o desenho das juntas de construção, numa espécie de ziguezague que ele já tinha utilziado no edifício junto aos Aliados e que transforma um elemento normalmente indesejado de necessidade técnica num elemento de composição que consegue ajudar à unidade. Acho que da análise deste tipo de questões muitas vezes de pormenor é que pode resultar uma maior percepção do porquê do arq. Viana de Lima ser de facto um mestre. Já agora acabo por recomendar o livro onde vem descrita esta participação de VL no projecto da Madeira com o O.Niemeyer, aliás toda a relação de grande amizade e proximidade entre estes dois mestres (a tal ponto que o escritório de Lima no Porto era o que Niemeyer utilizava por empréstimo sempre que por alguns períodos mais ou menos prolongados necessitava trabalhar na Europa). O livro chama-se "O nosso Niemeyer", é sobretudo acerca do Hotel na Madeira. Não é um bom livro do potno de vista da informação técnica (desenhos) do edifício, mas é um bom livro de história(s) relativo a esse projecto e a outros assuntos.
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  45. Caro Cardo, Como sabes a legislação que regula as operações urbanísticas entronca no DL 555/99 com a redacção que lhe é dada pelo 177/2001. Este é o normativo mestre e com o qual se articulam (ou pelo menos se deveriam articular) todos os demais diplomas referentes aos licenciamentos regidos por legislação especial, nomeadamente aqueles que incidem sobre a edificação de alguns tipos de estabelecimentos industriais e comerciais específicos, de que são exemplos o comércio retalhista de grande superfície ou as unidades hoteleiras. Não sendo certo o destino a dar ao edifício que estás a projectar, apenas se poderá presumir estar-se perante o licenciamento de uma “edificação industrial de carácter polivalente”. Parece-me, pois, que seria esta uma possível designação a utilizares, dado traduzir razoavelmente bem a natureza daquilo que é pretendido implementar. Sendo de carácter genérico não creio que haja legislação específica que o enquadre, excepto o já citado DL 177/2001 e os planos de ordenamento territorial em vigor (PDM, plano de urbanização, plano de pormenor, alvará de loteamento, regulamento municipal de edificações, etc). O melhor, no entanto, é esclareceres o assunto junto da própria Câmara. Um abraço
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  46. só faltava aí pessoal a sambar! sem duvida que é super interessante saber mais um pouco como é que os habitantes fazem uso da habitação...perante um caso destes enfim admirável!
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  47. o reflexo na bola é uma sala com uma janela. Pode ser o que quisermos, temos de criar um novo material com essa textura e aplicá-lo ao ambiente do 3d. Assim todos os objectos estão dentro desse ambiente e se são reflectores vão reflectir esse ambiente. qto aos materiais, és tu que os crias. Tens de seleccionar vray material e depois tratas tu dos parametros e texturas
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  48. Rui Resende

    World Cup

    foi substituído pelo Paulo Ferreira O que eu acho é que, fossem quais fossem os problemas da equipa, que os tinha, o resultado é bom. E não estou a dizer isto naquela perspectiva bacoca do tipo "oh somos tão coitadinhos tão fraquinhos que pronto já não foi mau". Não acho que de facto temos uma grande selecção neste momento, e podíamos, se as coisas tivessem corrido de outra forma, passado a França e estar agora na final. Mas não passamos, perdemos, acabou. Mas o mundo (do futebol) não acaba aqui. Agora é seguir pa frente e perceber que só podemos ganhar um Mundial se daqui a 4 anos voltarmos a lá estar. Ou seja: uma meia-final é um bom resultado mas é preciso repeti-lo. A França jogou 3 meias finais e perdeu nas 3 antes de conseguir ser campeã mundial em 1998. E jogou 3 meias finais numa série de vários mundiais em que não conseguiu chegar tão longe. Mas a regularidade acaba por dar frutos e pronto, num acabaram por ganhar, e se calhar domingo repetem a proeza. Não há milagres, embora o Scolari pareça que os consegue. O que há é trabalho. E o que houve também nestes anos na selecção foi trabalho. E isso também se reflecte. Eu estou contente porque se repararmos Desde o Euro2000 estamos presentes em todas as competições (2euros e 2 mundiais) e no meio da cagada de 2002 temos uma final perdida e duas meias finais. A isso começo a chamar de regularidade. Seguindo assim, com esse profissionalismo, o título vai aparecer. Naturalmente e sem milagres. Ah e já agora acho que o Figo jogou ao longo do Mundial com um nível que eu já não lhe via há vários anos. E desta vez foi um capitão a sério. Também acho que deviam ter apostado no Nuno Gomes, mas pronto, foi opção, talvez má, mas se corresse mal com o Gomes também agora tavamos a dizer o mesmo. E também tenho uma visão positiva destas demonstrações de patriotismo durante estes eventos. É que mostra que apesar de tudo as pessoas querem gostar de Portugal, querem ter motivos para se orgulharem, claro que depois são todos dum civismo fantástico (!!!) fogem todos aos impostos, todos procuram a baixa, etc., mas pensem do ponto de vista desse português que usa a bandeira em dia de selecção... em que outra altura de qualquer outro evento que diga algo ao grande público é que há a oportunidade de realmente nos sentirmos iguais ou melhores aos outros povos? O futebol também tem este papel, e se serve para estimular um pouco a noção de país que cada um tem, então eu tenho tudo a favor. Como dizia o Orwell "o futebol é a continuação da guerra por outros meios" (SporTV a mais... ). O mal não é o futebol português de selecção estar bom, é tudo o resto estar mal, é isso que temos de mudar, não vamos cair na mediania típica de querer nivelar tudo por baixo, do tipo "o futebol só pode estar bem e com as pessoas a festejar quando tudo o resto estiver também bem". E já agora gostava que reflectissem um pouco sobre o tão falado civismo dos povos "mais avançados" da Europa em relação à nossa mais que badalada falta dele a partir do que aconteceu nos nosso jogos com a Holanda e na sequência do jogo da Inglaterra. Ou seja, qual é o sentido de se criticar com uma dureza imensa o português por cuspir no chão ou atravessar a passadeira no vermelho quando o sr.holandês , que faz tudo isso como um cão amestrado toma atitude de lesionar um jogador adversário par apoder mais facilmente tentar ganhar um jogo de futebol... Ou qual é o sentido de mandar vir com o mesmo português pelos palavrões que diz quando está na estrada quando o sr.inglês é incapaz de perder sem ter de partir tudo no local antes de vir embora. É que eu fiquei a pensar. E acho que é uma boa oportunidade para percebermos que os nossos defeitos graves e são nossos, mas os outros também os têm, iguais ou piores. E daí talvez, apenas talvez, aprendermos a respeitar um pouco mais o nosso país, e o que é nosso. E se calhar já estamos aí a dar um pequeno passo em frente.
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