Lichado
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E viva o Simplex. Agora já percebemos melhor a questão da avaliação dos professores. Vamos passar mais tempo a escrever papeis do que a dar atenção à obra. Hoje é o dia em que os advogados dão consultas gratuitas. Devia haver um dia para se poder agredir, ou pelo menos insultar pessoalmente, os indivíduos, a quem pagamos o ordenado, e que se dedicam a inventar estas coisas...
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No Allplan é simples, basta criar um ficheiro ASCII, com a extensão "pal", com uma cor em cada linha. Os primeiros campos são o nome da cor, os seguintes os valores RGB. Tão simples como isto: mar Farbpalette mar Auszug aus der Keim Farbpalette mar Die sind 20% der Farbpalette mar Die Vollversion erhalten sie unter mar www.colordigital.de mar mar Farbpalette Keim 0 9217_(47_h_64) 229 226 217 Keim 0 9225 153 137 133 Keim 0 9229 191 177 175 Ou isto: ### RAL CLASSIC DEMO ### Variante HP DesignJet 800 (HPGL) ### ### Copyright dtp studio und RAL e.V. ### ### ### RAL CLASSIC DEMO HP DesignJet 800 (HPGL) RAL 1000 Grünbeige 225 210 150 RAL 1001 Beige 225 195 150 RAL 1002 Sandgelb 225 195 105 RAL 1003 Signalgelb 255 195 030 RAL 1004 Goldgelb 240 195 000 RAL 1005 Honiggelb 210 175 000 RAL 1006 Maisgelb 240 180 015
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Suponho que é a criação de um ficheiro do tipo *.pal (color file), que o Allplan carrega quando se pretende uma determinada cor
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As grandes cadeias têm gabinetes já rotinados na coisa
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O Allplan incorpora facilmente paletes, em ficheiros do tipo *.pal. Vem já com paletes da Marmorit, NCS, Brillux, Caparol, Herbol, Kein, RAL, entre outras, pelo que deverá ser simples criar uma palete da sua marca e disponibilizá-la aos utilizadores.
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Já agora, gostaria de saber mais sobre que tipo de materiais pretende promover, e se o que pretende é mesmo um plug-in (o que implica uma certa interactividade ou parametrização) ou criar uma biblioteca de materiais. Se são revestimentos, pode passar por criar apenas um conjunto de bitmaps, ou uma biblioteca de materiais para serem usados em programas do tipo 3D Studio ou Cinema 4D (esta é a situação mais simples). Para programas de CAD, facilmente se cria uma biblioteca com desenhos em DXF. Para BIM, pode-se ir mais além, associar-se a medições e orçamentos, aplicação parametrizada, ligações a pormenores tipo, nível de detlahe dependente da escala ou da fase do projecto, etc...
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1-Autocad 2-Todos os que eu conheço 3-Contactar a Mestreclique, a Infor, a Techlimits e a Micrograf (neste último caso, boa sorte)
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O 121 do RGEU foi o ganha-pão de muita gente. E para manter o status-quo, tem sido plasmado nas diversas versões do RJUE, do 445/91 à 60/2007. Dá sempre jeito a muita gente manter uma certa descricionaridade e arbitrariedade na coisa. Como dizia o outro, vocês sabem do que eu estou a falar. Como resolver a coisa? Há quem lhes coloque na cama a cabeça de um cavalo. Costuma resultar...
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Em teoria, deves mencionar quais os diplomas e instrumentos de planeamento aplicáveis ao projecto em causa, e que são cumpridos, o DL 163/2006 é um deles. Na prática, se estiveres a projectar, por exemplo, um hipermercado, ficas com um termo de responsabilidade parecido com um livro do Saramago. Varia conforme a Câmara (e ainda querem eles avançar com a regionalização). Resumindo: Sim.
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Pois, o novo wizard de organização de projecto foi pensado para os novos utilizadores. Mas acredito que não seja lá muito intuitivo. Para os mais antigos, já estamos tão habituados à estrutura anterior que não usamos a nova. Mas acho mesmo que o importante é um software trabalhar da forma que nos dá mais jeito. Nisso tiro o chapéu ao Allplan, não conheço ninguém que o use da mesma forma. Não posso falar dos restantes, conheço-os mal, por isso é que às vezes faço perguntas. É pena que não haja ainda aqui ninguém versado no Vectorworks
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Pois, o Allplan tem duas hipóteses de início, ou fica com as canetas do modelo, ou tudo com a mesma caneta. Ou então muda-se apenas na vista. Definitivamente, não gosto do sistema. Sei lá, velhos hábitos...
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esqueçam, é falta de prática. tem lá uma opção que permite alterar as linhas apenas na vista
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Tenho andado a experimentar as vistas associativas no Allplan, ainda não estou lá muito convencido. Há a questão da espessura das linhas. se eu tiver as paredes, em planta, com espessura de 0.50, nos alçados também vão ficar com essa espessura. Ou então terei de alterar as definições de canetas sempre que imprima plantas ou alçados. Também há a questão das linhas que deverão aparecer a traço interrompido (pisos que fiquem abaixo da linha do terreno). Como é que isto é gerido no Revit ou no Archicad?
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RGEU: Comércio e serviços: 3.0m
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O normal com uma versão nova. Aparece tudo “desarrumado”, a primeira coisa é voltar a pôr tudo como gosto. Primeira alteração de nota, a organização dos ficheiros: agora aparece um “wizard”, tipo Revit, com o esquema do edifício, em que se definem logo os pisos, e cria logo os filesets com os ficheiros tipo (plantas, alçados, cortes, etc.). Será mais para os novos utilizadores, os outros já desenvolveram os seus próprios modelos de organização, embora me pareça interessante a cota dos vários pisos se actualizar quando um dos pisos inferiores é actualizado. Pessoalmente, não gosto de olhar para um edifício à priori como uma série de pisos empilhados (embora seja isso o que acontece, na maior parte das vezes), e raramente necessito apenas um ficheiro para cada piso, estudo várias hipóteses, e só mais à frente começo a criar os filesets para os ficheiros finais. Mas parece-me bem que se criem novas ferramentas que tornem a organização do projecto mais intuitiva, desde que não me tirem (e não tiraram) as anteriores. Tem mais wizards, permite que alguém chegue de novo a um atelier e comece logo a projectar, sem ter de se preocupar sequer em procurar pelos comandos. Tenho lá um novo colaborador, há menos de um mês, nunca tinha sequer ouvido falar do Allplan, e já consegue trabalhar se forma autónoma. O PDF a 3D também me parece uma óptima ferramenta para comunicar com o cliente. Ainda estou a explorar, depois comento mais novidades, à medida que as fôr usando. Já agora, e na sequência de conversas neste fórum, experimentei bimerizar um dos projectos do atelier e, para já, são estas as minhas conclusões: Para os edifícios correntes nas áreas suburbanas, que não passam da escala do licenciamento, não vale a pena. É mais rápido ter apenas a geometria tridimensional correcta, extrair os cortes e alçados para 2D e aprimorar a coisa. Para pequenas obras (moradias unifamiliares, pequenos condomínios, remodelações de interiores), em que há projecto de alterações é mais produtivo, de facto. Acho mais “natural” no projecto os revestimentos serem colocados aparte das lajes e paredes, são elementos autónomos, podemos estudar cada compartimento individualmente, usar revestimentos diferentes na mesma parede, quer na vertical, quer na horizontal. Para projectos com mais de 1000 m² por piso, não me parece. Parece-me mais fácil de gerir uma planta à escala 1/50, com anotações nos elementos arquitectónicos, em que me basta alterar a descrição da anotação no caderno de encargos, ou a trama de um corte construtivo. Até porque as medições e orçamentos são outsourcing, apenas tenho de ter automatizados os mapas de vãos e de acabamentos. E há ainda outra questão. É que temos várias fases de projecto, e a cada uma delas corresponde a entrega formal de peças escritas e desenhadas ao cliente. Portanto, fazemos o estudo prévio, criamos as peças desenhadas automáticas, entregamos ao cliente, avançamos para o projecto base, alteramos o edifício (afinal leva mais um piso, ou o passeio é mais largo) e já não temos no projecto as peças que entregámos na fase anterior, uma vez que, alterado o modelo, também as peças desenhadas se actualizaram… Ou seja, em vez de termos apenas um projecto, teremos de ter um projecto para cada fase. Mas, enfim, não evoluímos apenas a arquitectura que concebemos, os métodos de organização e de gestão do projecto, o uso da informática, também os afinamos ao longo do nosso percurso profissional, há sempre coisas a aprender com os colegas. Agora, estou com algum interesse no Myoffice, sobretudo se conseguir facilitar a parte da atribuição de custos a cada projecto. A ver vamos.
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Requerimento tácito nunca existiu. A expressão Deferimento Tácito desapareceu com as Autorizações. Foi susbtituída por qulaquer coisa como "se a entidade não se pronunciar no prazo de 20 dias, considera-se o seu parecer como favorável". Uma vez que as entidades externas não têm competências para deferir ou indeferir projectos de arquitectura, apenas emitir pareceres, vinculativos ou não, a expressão "deferimento tácito" é usada no sentido lato. Para os licenciamentos, mantém-se o processo kafkiano do 555/99
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Se quem promoveu a consulta foste tu, basta anexares ao processo o comprovativo de que este deu entrada na entidade na data X, e anexares uma declaração do requerente em como, até à data Y, não recebeu qualquer resposta, requerendo que o mesmo parecer seja considerado favorável, ao abrigo dos nº 4 e 5 do artº 13 da Lei 60/2007.
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Populismo, no seu pior. E, partindo do princípio que não será fácil convencer o proprietário do terreno a fazer lá um jardim, em vez do edifício, será que a CML tem dinheiro para a expropriação? Tendo em conta o que já têm a pagar ao Belmiro, por causa da revogação ilegal das torres do Colombo, será que irão buscar o dinheiro aumentando as rendas das casas municipais "oferecidas" aos amigos?
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Olhe que não, olhe que não... Os layouts saem do Allplan sem informação de layers. Portanto, serão abertos em DWG Trueview, ou qualquer outra aplicação, sem essa informação. E o que eu não compreendo é o seguinte: Pelo que julgo saber, a CM Lisboa exige o projecto em formato digital E em papel. Portanto, para que nos serve o sistema informático a nós, projectistas? Do ponto de vista ecológico, não só não se diminui a quantidade de papel, e ainda se acrescenta plástico!
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Posso ainda acrescentar que o Allplan é uma solução transversal, ou seja, não é um BIM em que o arquitecto desenha o edifício e depois vai importando os projectos de especialidades que cada engenheiro faz no seu software. O Allplan permite que toda a equipa projectista trabalhe sobre o mesmo edifício virtual, no mesmo software, uma vez que tem módulos específicos para cada especialidade. Já agora, gostava de saber como se partilha um projecto por vários utilizadores numa rede, nos outros BIM. Um demonstrador de Revit uma vez disse-me que era possível, mas depois não chegámos a aprofundar o tema.
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é a tradição lusa de pôr o carro à frente dos bois... A última versão de alteração ao RGEU já tinha referência aos PE, e às peças que o devem instruir. O legislador deve ter pensado "quando for alterado o RGEU já não precisamos de alterar esta lei. Até lá é o salve-se quem puder...
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Aqui, http://www.allplan-news.com/eng/a3_museum.pdf, as potencialidades do BIM. Tenho de reconhecer que, pelos vistos, há ambientes em que a coisa funciona e num edifício de dimensões consideráveis. O resultado não é das minhas preferências, em termos arquitectónicos, mas pelos vistos funcionou em termos construtivos. A entrevista deste senhor, http://www.allplan-news.com/eng/a3_sobek.pdf, também revela alguns pontos que partilho, nomeadamente no que diz respeito à relação arquitecto/engenheiro. Penso que seria uma mais valia se, desde as faculdades, houvesse logo uma colaboração estreita estudantes de arquitectura/ estudantes de engenharia. Este também tem a sua piada, http://www.allplan-news.com/eng/a3_bregenz.pdf. Aqui, http://www.allplan-news.com/eng/a2_5boats_e.pdf um projecto feito com colaboração entre Microstation e Allplan. Neste, http://www.allplan-news.com/eng/080128_PDF_Alpenbad_UK.pdf acho interessante a evolução de um estudo formal até ao projecto. Este tipo de intervenções, http://www.allplan-news.com/eng/080118_PDF_Bauherrenpreis_UK.pdf espero que comece também a tornar-se mais frequente em Portugal. Há uma coisa interessante nalguns destes projectos, que é a possibilidade que a tecnologia hoje permite de equipas em países distintos participem no mesmo projecto (acho que o Buzzsaw serve para isso). Agora, não sei se isto foi tudo 100% BIM, como o museu, ou alguns deles tiveram outras abordagens. Felizmente temos alta tecnologia a rodos ao nosso dipor. Mas já construímos catedrais, sem computadores, il disegno é la cosa mentale.
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É normal, ainda hoje descubro coisas no RGEU... Eu também recomendo o projecto de execução, mas muitas vezes este é olhado como uma ingerência do arquitecto na obra deles. E há uns quantos que já reclamam dos honorários, porque o primo deles pagou 1500€ pelo projecto da moradia, com especialidades incluídas. Mas a coisa há-de mudar. Só pode. Quanto às diferenças entre Allplans, não sei bem, até à versão 2006 era ao módulo. Penso que a 100 é equivalente ao Autocad LT, a 700 é uma das que temos, com Arquitectura, Topografia, Planeamento Urbano, Vias, Paisagismo, Animação, Modelação 3D, Ripados, Edição de Bitmaps e mais uns quantos nice to have. Temos mais uns equivalentes ao Allplan 300, que tem a parte de Arquitectura e Modelação 3D, e não tem render avançado. Ainda vem com hardlock, que eu gosto muito, acho que a versão 2009 é que já não vai ter.
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Quase tão genial como chamar Archicaca ao programa de que você é fanático
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Não. não julgo que o mundo seja minimamente uniforme. Sei que a realidade dos ateliers por onde tenho passado, e os que gravitam nesta zona é uma, mas também sei que existem muitas outras. Sei que os ateliers que conseguem encomenda pública trabalham com projecto de execução. E os que trabalham com grandes grupos imobiliários também. E sei de outros, cujo trabalho conheço, que não se podem dar ao luxo, da maneira que anda o mercado, de interromper o seu fluxo de trabalho durante uma semana que seja. E outros ainda, que compraram Archicad e voltaram ao Autocad LT. Se tira frases minhas do contexto, pode brincar com elas à vontade. Não será muito honesto, mas pode. E não, não tenho clientes dispostos a pagar projecto de execução se a isso não forem obrigados. Mesmo que as derrapagens orçamentais ultrapassem sempre, e em muito, o seu valor. Só acontece com a encomenda pública, que raramente aparece. Quanto ao seu discurso de autovitimização, só lhe posso dizer que a expressão Allbosta é sua. Miguel Barroso: A obrigatoriedade de projecto de execução vem no nº 4 do Artº 80 da Lei 60/2007. Aliás, sei de ateliers que intimam autarquias a exigir o projecto de execução aos requerentes, ao abrigo da nova lei; sendo que se trata de projectos feitos por gabinetes sem capacidade para tal, abrindo aos melhor preparados novas frentes de trabalho. Quiçá o cliente que lhe pediu projecto de execução relativo a projecto de outro autor não seria um caso desses
