Lichado
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Aplica-se da mesma forma que o RGEU, O 163/2006, o da higiene e segurança no trabalho, etc... O proprietário responsabiliza-se em como o estabelecimento cumpre tudo e mais umas botas
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Eu estive a ver os requisitos da CML, e não se limitam ao DWF. Querem um DWF único (faz-se) e com as coisas separadas por layers. Os DWF executados a partir dos layouts do Allplan, saem com tudo na mesma layers. Então e agora, se quiser fazer projectos para a CML, tenho de deitar o Allplan para o lixo e comprar softawre Àqueles Cujo Nome Nós Não Pronunciamos?
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E a Autoridade para a Concorrência não diz nada?
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Lá isso exportam. Mas há conversão (hatches, estilos de cotas e textos, etc.) e, embora a geometria esteja correcta, não temos uma peça em papel rigorosamente igual ao suporte informático. Para o Sig é irrelevante. Mas, se a câmara exige declaração (e algumas exigem) em como as peças em papel estão rigorosamente iguais às digitais, como é?
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Por outro lado, se o edifício não for da 3ª e 4ª categoria de risco, não vai à ANPC, fica à responsabilidade do técnico autor do projecto de SCIE, penso eu de que...
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Não sou quem tem de os ter, é o cliente... Só um? Concordo plenamente com a Margarida... evitar -> Evitar os tecnicos da camara, -> os técnicos da câmara onde custuma -> costuma
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Lamento, mas não te consigo ajudar, não conheço bem o VW. Já contactaste a empresa que te vendeu o software?
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Tens a certeza que estás a dar a cota Z correcta aos elementos não paramétricos?
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Por isso é que eles fazem como querem. Já tive um cliente que levou a tribunal, não a câmara, mas o próprio técnico. Acalmou-se logo. Quanto mais a gente se agacha... falaste Por onde eu trabalho já se deixaram disso, agora vem lá sempre com cruzinhas, cumpre, não cumpre, e devidamente justificado de facto e de direito
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Até sei de quem tenha a casa pronta, certificados e tudo, e não pede a licença de utilização. Paga menos IMI e IMT (em vez de vender a casa, vende um terreno que, por acaso, até lá tem uma escultura de 2 pisos e 6 assoalhadas)
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Aprovação do condomínio. As percentagens estão no Código Civil. Embora o teu caso seja uma zona cinzenta. Por um lado, a garagem é uma zona comum. Por outro lado, aquele espaço, físico é teu. Mas o seu encerramento pode ter implicações nas partes comuns, nomeadamente, na ventilação, na perda de visibilidade ou de condições de iluminação dos espaços contíguos, etc... O mais seguro é mesmo pedir a autorização aos vizinhos.
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Apenas ao condomínio, mais notificação à câmara
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O Maxwell Render é um motor de render, como o V-Ray, tanto funciona com o Max como com o C4D, ou outros. Não tenho porque tinha de trocar as máquinas do atelier para aquilo funcionar a uma velocidade decente (ia precisar mesmo de uma render farm), além de não haver apoio técnico em Portugal. A radiosity do C4D já é muito boa. Mais amostras de C4D com Maxwell Render, em www.purerender.com
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Na Purerender não acham isso assim tão óbvio. E não me lembro de ver material melhor feito em Max. A Dreamworks também não acha, usa Cinema4D para cenários, Maya para animação de personagens (e mais umas quantas coisas, a maior parte delas criadas pela própria Dreamworks). Não sei onde leste isso, mas eu uso Cinema4D, acho-o mais do que suficiente para o que preciso (se me oferecessem um Max, garanto-te que não o deitava para o lixo) mas não me parece que valha a pena estar agora a aprender Max
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Também não estou a ver como podes dizer que o Max é o melhor do mercado, sem conheceres todos os outros. E aqui ninguém diz mal do Max. O que acontece é que, para as necessidades de um arquitecto, há outros produtos capazes de chegar a resultados excelentes por uma fracção do preço. Nós não produzimos jogos, ou longas metragens de animação, e até passamos bem sem inverse kinematics. Precisamos, sobretudo, de uma ferramenta que nos ajude a "vender" o nosso projecto. E, para isso, há coisas no mercado bem mais baratas que o Max...
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Foi anuncado agora, com pompa e circunstância. Sem novidades no RJUE. Mas, vejamos o de 2008. Quase um ano depois, que análise fazemos do Simplex 2008, materializado, no que nos toca, na Lei 60/2007, entrada em vigor em Março? De positivo, o alargamento dos procedimentos abrangidos pela Comunicação Prévia, com melhor possibilidade de coordenção de projectos. De boas intenções, à espera de melhores dias, a desmaterialização dos processos. O papel continua, mais, sempre mais (pesem um processo de há 2 anos e pesem um recente). E mais responsabilidades para os arquitectos, assumindo o cumprimento de de centenas de normas, artigos, regulamentos, ainda à espera de um código da construção que unifique os procedimentos. Ah, se os médicos também tivessem de fazer um projecto, assinar um termo de responsabilidade e sujeitá-lo à aprovação de uma qualquer entidade antes de poderem proceder a uma cirurgia...
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O Decreto-Lei não diz que tem de haver uma instalação sanitária acessível. Diz que tem de haver uma instalação sanitária completa, que tem de ser possível, se necessário, instalar barras de apoio na sanita e na banheira, ou duche, e que deve ser possível a manobra de uma cadeira de rodas a 360º. É isto o que está lá escrito. O resto são conjecturas.
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As condições que devem cumprir as IS das habitações estão discriminadas no ponto 3.3.4. Diz lá que tem de haver um bidé. Diz lá que tem de ser possível (não é obrigatória a instalação de origem) a instalação de barras de apoio para sanitas e banheiras (ou duches), alínea 4). Diz que as zonas de manobra e faixas de circulação devem cumprir o 2.9.19. O ponto 2.9.19 só refere o espaço necessário à manobra de uma cadeira de rodas a 360º. Nem se quer refere a necessidade de espaços livres frontais e laterais para a sanita, quanto mais para o bidé. Temos de ver o espírito da legislação. Uma coisa é a acessibilidade em edifícios públicos, ou que recebem público, outra é a habitação. E neste caso, o que parece claro, é que o objectivo do legislador não é que as habitações sejam desenhdas de raíz para pessoas que andam de cadeiras de rodas mas que, em caso de necessário, seja possível adptá-las facilmente às necessidades do habitante (que tanto pode passar por deficiências a nível motor, como visuais ou auditivas). Daí que não seja necessário colocar logo as barras, ou a plataforma elevatória em edifícios com dois pisos, mas proporcionar condições para a sua instalação, em caso de necessidade. Podem colocar as questões em http://acessibilidade-portugal.blogspot.com/, as respostas costumam vir muito bem fundamentadas. Infelizmente, continuamos a ter uma série de reizinhos instalados na administração pública, que ditam o seu "eu acho que é assim e pronto". No tempo do Eça, o assunto resolvia-se com bengaladas. Felizmente agora somos mais civilizados.
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Porque razão a Ordem dos Arquitectos não tem um Forum no seu site?
Lichado replied to arq.s's topic in Arquitectura
Porque havia o perigo das pessoas irem lá ver o que os arquitectos pensam sobre a ordem -
O Decreto-Lei tem as definições, o âmbito de aplicação, os requisitos dos técnicos, etc. A portaria tem a regulamentação técnica. São complementares, portanto. Relativamente a Outubro de 2007, mudou, praticamente, tudo.
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Ui. Isso depende de tanta coi$a. À partida, de acordo com o DL 80/2006, tem de levar paineis solares. De acordo com o mesmo diploma, o aparelho mais eficiente é um termoacumulador eléctrico com 100mm de isolamento térmico, e o menos eficiente é um esquentador a gás
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Há a Caderneta das Finanças, indica em que ano foi registada determinada construção. Se estiver omisso, também há o Instituto Cartográfico do Exército, pode ser pedida fotografia aérea do local, com determinada data. E há ainda a hipótese de pedir uma declaração do empreiteiro, comprovando a data da obra. Como já referi, eles querem é taxa$. Se a construção se mantiver ilegal, ninguém ganha (taxas camarárias, IMI, certificado energético, acústico, etc.)
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Tenho feito umas quantas. Há câmaras que, nas cores convencionais, exigem que os elementos a legalizar venham a azul. Quando está tudo feito (ou seja não há obras a realizar), justifico na Memória Descritiva a ausência de calendarização e estimativa de custo. Têm aceite. Depois exigem só o livro de obra para emissão da licença de construção, mais o termo de responsabilidade do director da obra. Que depois preenche no mesmo dia a abertura e o fecho, e junta telas finais com declaração de como a obra está de acordo com o projecto. Mas como temos o país mais regionalizado do mundo (são 303 regiões administrativas, masi coisa menos coisa) tudo depende da autarquia em questão. Às vezes, o mais complicado é demonstrar que aquilo já estava construído antes da entrada em vigor de certa e determinada legislação (por exemplo, o DL163/2006). Normalmente, a câmara quer é as taxa$.
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As migrações demoram sempre, e quanto mais tempo temos de um software mais demoramos para passar para outro. Quando passei para Allplan, ainda passei uns tempos a fazer a parte 2D (implantações e loteamentos) em Autocad. Agora já sou mais rápido em 2D no Allplan
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A parede de Trombe também funciona no Verão. Se evitares a incidência solar diurna no vidro, tens a massa térmica a captar a energia interior, dissipando-a durante a noite, para o exterior. A arquitectura solar passiva exige pessoas activas
