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Arquitectura.pt


Lichado

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  1. Parece que a administração pública continua apaixonada pela Autodesk. Eu tenho o mesmo problema com o Allplan. Tenho de converter para Autocaca, abrir no Design Review e depois gravar como DWFx. Fica uma m€rda, mas cumpre com os requisitos das câmaras que exigem DWFx. Na de Lisboa sempre são mais flexíveis, aceitam o DWFx sem layers, feito a partir de software decente, desde que se junte também uma versão limpa de tramas, textos, cotas, etc.. Só nos resta aguardar pela queixa dos não alinhados à Comissão Europeia, já que a autoridade para a concorrência...
  2. Isso é como perguntar qual a melhor berlina do segmento premium, Audi, BMW ou Mercedes?
  3. Nunca experimentei o bife da Lusitânea, portanto não posso concluir que é melhor do que a sola que me serviram durante anos na tasca aqui do lado?
  4. A Autodesk já descontinuou o AEC, o AutoArq e prepara-se para fazer o mesmo ao ADT. Quando tiverem investido formação em Revit e a Autodesk vier dizer "pronto, esqueçam lá isso, agora vamos impingir-vos este XPTO, que é muito melhor, já que estamos fartos de perder na Europa para a Nemetschek..." vão perceber porque fujo deles como da peste...
  5. A lei já foi mudada. Agora já não é preciso licenciamento para colocar painéis. E geradores eólicos até 1.5m de diâmetro.
  6. Não conheço os outros, para poder comparar. Não uso muito, porque o Allplan liga directamente ao Cinema 4D. Mas funciona bem e até tem animação de câmara. Também permite estudos solares e até dá para retirar as sombras em 2D, para se fazer uns alçados e cortes todos pipis.
  7. No Allplan gosto da versatilidade em adequar o programa ao tipo de trabalho. Posso fazer tudo em BIM, com cortes e alçados automáticos, ou meio BIM, extraindo os cortes, alçados e perspectivas em 2D, e depois afinando-os, ou posso fazer tudo em 2D, como se fosse apenas um programa de CAD. A pormenorização também pode ser feita apenas em 2D. A modelação 3D é excelente e liga-se directamente ao Cinema 4D. Exporta 3D em pdf, o que é óptimo para impressionar os clientes. Há quem não goste do interface. É muito menos exigente em termos de hardware do que o Revit, por exemplo. E muito intuitivo para
  8. Sinceramente, é como estar a discutir Ferrari vs Porsche vs Aston Martin. Mais coisa, menos coisa, fazem todos o mesmo e todos têm os seus fanboys. Depende mais do utilizador do que do software em si. Archicad e Allplan (e também vale a pena dar uma vista de olhos ao Vectorworks) têm a grande vantagem de não ser Autodesk. Melhor mesmo é fazer um testdrive para verificar qual o que se adapta melhor a si.
  9. Allplan 2009. É como o Revit mas em bom e sem ter de aturar as prepotências da Micrograph e da Autodesk
  10. Ou não se explicou bem na câmara ou o gajo confundiu a obra prima do mestre com a prima do mestre de obras. Você não quer unir duas fracções, mas sim licenciar uma actividade que vai funcionar em 2 fracções distintas, a conservatória aqui não é tida nem achada. Precisa da autorização dos condóminos (2/3 ou 50%, agora não me lembro bem, mas não são todos) porque vai partir partes comuns (a parede entre duas fracções). Mas o que tem de pedir é uma mudança de utilização para a actividade que pretende, abrangendo as duas fracções; até porque, um dia que o arrendatário se vá embora, cada senhorio v
  11. Pois, eu gosto do Allplan porque posso desenhar ou construir, ou as duas em simultâneo
  12. E na câmara de Silves exige-se comprovativo de como o DTO não faz parte dos quadros do empreiteiro. E entretanto, o nosso bastonário deve andar pelo Haiti, ou pela Madeira ou pelo Chile, que nunca mais o vi e não sei se alguém sabe do seu paradeiro
  13. É mais fácil cumprir leis quando elas não são ambíguas
  14. Rita, eu ouvia essa sua conversa quando apareceu o CAD. Conheço mal Revit ou Archicad, mas com o Allplan consegue fazer tudo o que faz o autocad, da forma como faz no autocad, com a diferença de poder transformar as suas linhas ou sólidos em objectos paramétricos (ou vice-versa) em qualquer altura. Mas, depois de dominar qualquer um deles, vai ver que o Autocad lhe vai parecer uma coisa arcaica. É como comparar um 2CV com um LandCruiser. Ambos andam fora de estrada e, com um bom condutor, chegam aos mesmos sítios. Mas um deles é mais rápido e mais confortável, só que, no caso do CAD/BIM custa
  15. Pois parece-me que o Inci andou com o carro à frente dos bois. A Lei 31/2009 define qualificações genéricas (arquitecto, engenheiro, engenheiro técnico ou arquitecto paisagista) e remeteu as qualificações específicas para a portaria 1379/09. O artigo 22 refere-se à instrução de processos e não a definir qualificações. Aliás, a única coisa que se poderia concluir da alínea d) do nº 4 é que, se o Director de Obra pertencer aos quadros do empreiteiro, terá de apresentar comprovativo. Fosse, de facto, intenção do legislador o DTO pertencer aos quadros da empresa e, certamente, onde diz "designado
  16. o designado está lá, o assalariado não
  17. O autocad não faz paredes, faz faces ou sólidos. Penso que, neste caso, o melhor será construir as paredes com faces. Um layer para a face exterior e outro para a face interior. Ou então, com regiões (não gosto muito de as usar, até à versão 2004 eram muito pouco práticas)
  18. Ora cá está: Diz então o Dr. Gonçalo Menéres Pimentel (pág. 34 do caderno da OA sobre o assunto): "(...) ao contrário do que chegou a estar previsto em anteprojecto de diploma, o director da obra não tem de estar integrado nos quadros da empresa de construção que o designa (...)". Se alguém tiver parecer jurídico no sentido oposto (já se sabe que os pareceres jurídicos são como os fatos do alfaiate, é sempre possível arranjar um que nos assente bem), agradeço que o poste aqui.
  19. O Archicad não conheço muito bem, mas o Autocad conheço. E não há nada que faça em Autocad que não consiga fazer no Allplan. Já o contrário...
  20. Na minha opinião, esse artigo não se refere à construção, mas ao projecto. Faz mais sentido que seja deontologicamente incorrecto um arquitecto avaliar o seu próprio projecto numa entidade licenciadora. Quanto às outras questões aqui levantadas, amanhã vou dar uma vista de olhos no parecer do Meneres Pimentel (ao menos esse é jurista).
  21. Obrigado pela resposta. Não é uma questão de ir contra a câmara. Eu alertei o cliente para a necessidade do projecto. O cliente disse-me que o instalador lhe referiu que isso não seria necessário, pelo que tentei pesquisar se isso teria algum fundamento. Também lhe pedi que questionasse o instalador sobre esse assunto, estou à espera.
  22. Tenho estado a tratar da instalação de um restaurante, que vai levar um monta-pratos. A câmara está a exigir projecto de instalações electro-mecânicas, de acordo com a alínea h) do nº 5 do artº 11 da Portaria 232/08. Ora, o cliente diz que o sr. dos elevadores lhe disse que os monta-cargas e monta-pratos não precisa. Alguém sabe qual a legislação que incide sobre isso? É que o DL 320/02 só se refere à obrigatoriedade de manutenção.
  23. Também me começa a cansar o minimalismo e a arquitectura para a foto. E este artigo é muito bom: http://www.spectator.co.uk/essays/5686593/the-death-of-shabby-chic.thtml
  24. Teres um Mac para correres Autocad é como teres trocado um Panda 4X4 por um Defender e continuares a usá-lo só para estacionar em cima dos passeios. Aproveita para mudar de Autocad para um software decente (tipo Vectorworks ou Archicad).
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