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Lichado

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  1. E, normalmente, querem o jardim no terreno do vizinho. Quando o terreno é nosso, já pensamos doutra forma
  2. Não pode cobrar porquê? Como podes ver, a CMS cobra 0,50 €/m². E do quê me protege o facto de eu ter de escrever o número do processo nas centenas de páginas que pode ter um projecto de alterações (a CM Sintra exige 3 colecções), incluindo as especialidades?
  3. É feio gozar com os pobrezinhos. Experimenta gravar a imagem para o teu PC. Já descobri o formulário no site da CM Sintra: http://www.cm-sintra.pt/Anexo/633464460146629545Obras%20de%20edifica%C3%A7%C3%A3o%20-%20Licenciamento%20e%20comunica%C3%A7%C3%A3o%20pr%C3%A9via.pdf Pág 10, em baixo. E já agora, vejam lá a pag. 7. Se estivermos a intervir num edifício que já tenha número de processo atribuído, além de numerarmos e rubricarmos todas as folhas, ainda temos de escrever, em cada uma delas, o número do processo! E viva o Simplex
  4. Isso leva a outras questões, sobre o que é a actividade regular das entidades públicas e, portanto, deverá estar abrangida pelos nossos impostos e o que são serviços prestados que deverão ser taxados. À partida, considero que a análise de projectos deverá ser incluída na primeira, enquanto que a construção de edifícios, pelos encargos adicionais que implica ao munícípio, deverá ser taxada. E depois, se a análise de projectos é considerada um serviço, também poderemos questionar o seu monopólio por parte das autarquias, o DL 445/91 já previa a formação de empresas cerfificadoras de projectos de arquitectura. Já acontece com projectos das especialidades o cliente poder escolher a empresa que lhe vai certificar o projecto (também podemos escolher a empresa que nos inspecciona o automóvel, embora aqui os preços não sejam liberalizados), em função do preço, da rapidez, etc. Aqui o problema do projecto de arquitectura é que a sua aprovação introduz de imediato uma mais valia sobre a propriedade...
  5. Eu consigo ver bem. Um pouco desfocado, mas legível. Será do browser?
  6. Que as câmaras andam com falta de dinheiro, já percebemos. Que chamem Edifício de Impacto Semelhante a Loteamento, para poderem cobrar taxas de compensações urbanísticas, a tudo o que seja maior que um galinheiro, também, e mais taxas só para apreciarem o projecto, enfim, agora, começarem também a cobrar o estacionário é que eu não estava à espera: http://distoninguemfala.blogs.sapo.pt/7991.html O que se seguirá?
  7. Sem êxito. Ainda me sugeriram que o problema era das fontes, mas não me parece. Acho que vou ter mesmo de rodar o desenho todo. Ou imprimir a partir do model space :rolleyes:
  8. Varia. Normalmente, as câmaras aceitam cópia dos recibos das redes de infraestruturas (água, electricidade, gás, telefones) e declarações de técnicos habilitados relativas à estabilidade e pedido de isenção de térmico e acústico.
  9. Pardon me, as I'm off to play the grand piano. Quando eu acho que um tópico não é suficientemente digno da minha excelsa opnião, abstenho-me de mandar posts a insultar os intervenientes. Mas pronto, quando não se bebe chá em pequenino... Já conheci técnicos camarários incomodados pelo facto de, quando se fazem alterações numa fracção, presentarem-se telas finais apenas dessa fracção, o que impede que, a longo prazo, a câmara tenha as telas finais completas de todo o edifício. Agora, com o novo RJUE, as pessoas nem precisam de entregar peças desenhadas das alterações interiores! As câmaras vão ficar sem saber como são as casas por dentro! O drama! O horror! A tragédia! Quando dizem que é preciso controlo, referem-se a quê? Décadas de regulamentos, RGEU's, PDM's e afins, resultaram em quê? O controlo serve sobretudo para sustentar o negócio da venda da facilidade. Para que alguns criem a sua capelinha e agora, ou isto é como eu, que sou iluminado, quero, ou não assino. Já agora, banco e bancário, posso escolhê-los. Ou até escolher não ter. E nunca ouvi nenhum a comentar os saldos dos clientes.
  10. Os responsáveis pela obra são responsabilizados pelo facto do cliente ter dado a um espaço um uso diferente do indicado no projecto? Não me parece. Até há pessoas que dormem nas salas, comem nos quartos e fazem sala nas cozinhas. A vida é mais forte do que os regulamentos. Quanto aos chips, se não forem opcionais, oponho-me, claro....
  11. Por falar em "control freaks"... Não é por apresentar apenas alçados que uma licença de utilização para habitação permite que se faça depois lá dentro um aviário e uma pocilga. E não é por apresentar as plantas, com compartimentos que dizem arrumos que aquilo depois não passa a ser quarto, ou escritório ou o curral das cabras. O desenho do interior deveria ficar entre o arquitecto e o seu cliente. Mas claro, há sempre quem fique stressado por alguém algures estar a fazer alguma coisa fora do seu controlo. Calculo os Xanaxes que o pessoal da ASAE deve tomar só a pensar que deve haver pessoas que, nas suas casas, usam a mesma faca para cortar o peixe e o bife...
  12. Já tenho pensado várias vezes nesta questão. Na minha opinião, qualquer projecto deveria ser instruído apenas com a planta de implantação e os alçados. Enviar plantas do interior da minha casa é como convidar para lá entrar pessoas que não conhecemos de lado nenhum. Porque é que tudo quanto é funcionário de uma autarquia tem de ficar a saber se eu uso bidé ou não, se a cozinha é maior do que a sala, se tenho suites, etc.? Já tenho ouvido muito comentário jocoso sobre os meus clientes, da parte de quem não tem nada que opinar sobre as opções de vida que, queiramos ou não, ficam estampadas no projecto da moradia. Ah, pensarão logo os "control freaks" de plantão, então e como é que a gente sabe se esses malandros não andam para lá a pôr corredores com menos de 1,10m? Ou mesmo quichinetes? Pois, isso leva-nos a outras considerações. Se a Ordem dos Arquitectos não funcionasse tanto como o Clube do Bolinha, e começasse a pugnar mais pelos interesses da Arquitectura, já os arquitectos poderiam chegar ao nível de um cirurgião, de quem depende a vida das pessoas, e não constam que tenham de submeter à Câmara do hospital onde trabalham, projecto da cirurgia, para ser analisado por um colega (ou mesmo um médico de outra especialidade) com metade da sua experiência e que nunca na sua carreira pegou num bisturi.
  13. Eu só me interesso por outros softwares se aquele que tenho não fizer, de uma forma expedita, o que preciso que faça. Tenho alguma curiosidade pelos outros (e ainda bem que existem outros, para contrariar a política de eucalipto da Micrograf), e se estiverem presentes nalguma feira até vou lá pedir uma demonstração, mas nem me dou ao trabalho de instalar a demo. Mas pronto, também há quem goste de automóveis e continue a comprar as revistas da especialidade, mesmo quando não pense trocar de carro nos próximos anos. De qualquer forma, qualquer coisa que queiram saber sobre o Allplan, na óptica (parece que agora se escreve ótica) do utilizador, estou ao vosso dispor.
  14. Não sei porque dizes que o ambiente é rígido. O interface é totalmente personalizável. Podes mesmo não ter lá informação nenhuma, só área de trabalho, e usar apenas o rato e atalhos de teclado (eu costumo usar assim). De qualquer forma, penso que a opção não é mudar entre BIM's. Se eu estivesse habituado a trabalhar no Vectorworks, Archicad, Arris ou Revit, só mudaria para Allplan se estivesse mesmo muito insatisfeito com o representante, ou o preço das licenças novas fosse muito inferior ao de uma actualização do que quer que fosse que eu tivesse. A questão da mudança põe-se, quanto a mim, de CAD para BIM, aí é que a escolha do novo software é mais importante, uma vez que não se muda apenas de programa, muda-se também todo o processo de projecto do atelier
  15. Recebi uma amostra num mail sarcástico, já nem sei onde ele anda, com os Gato Fedorento
  16. Numa versão mais recente não acontece. Nem no Projecad. Só que aqui os únicos Acads que temos são 2000 (e acho que anda para aí uma caixa do ADT, algures)
  17. A disposição dos interiores é que é um espectáculo. Se eu fizesse uns interiores daqueles na faculdade, chumbava. Dantes um bom fotógrafo dava sempre um bom projecto. Agora é com a Arqui300
  18. Às vezes tenho de desenterrar alguns projectos do sarcófagos, e editá-los no velho Autocad 2000. E acontece que, por vezes, tenho a vista não ortogonal com o WCS e textos, cotas e linhas alinhados com a vista. Quando passo para o Paperspace, para montar a folha, rodo a vista, aparece tudo certinho. Vou imprimir e pimba, os textos todos com rotações esquisitas, mais textos espalhados pela folha toda. Podia importar tudo para Allplan, mas são intervenções tão pequenas no desenho (na maior parte do caso são processos caducados em que apenas é necessário alterar alguns textos) que não vale a pena. Alguém conhece este bug do Acad 2000?
  19. Eu adaptei-me muito rapidamente ao Allplan porque já tinha trabalhado em Arris, e o sistema de gestão de ficheiros é muito semelhante, além de que o apoio e resposta às minha dúvidas iniciais foi excelente. A filosofia dos planos dá-lhe muita versatilidade no 3D, sobretudo em elementos arquitectónicos. Na modelação pura (operações boleanas e manipulação de sólidos) acho-o mais robusto que o Autocad. Em termos de superfícies, penso que só agora com a versão 2008 é que a coisa melhorou. Mesmo a 2D, gosto mais do que do Autocad, sobretudo na parte hatches, são muito mais fáceis de manipular e personalizar, bem como tipos de linhas (as horas que passei à volta da trigonomtria só para gerar hatches tipo telha), nas cópias múltiplas (sem precisar de array) e áreas. As polilinhas não são tão boas. A nova versão, até agora só vi um "must have", os corrimãos, e dois "nice to have", fachadas cortina e PDF a 3D. De resto, é como tudo, não é perfeito mas despacha muito trabalho
  20. Na parte do interface não me posso pronunciar, trabalho com ele há tanto tempo que já me parece natural. Além de que uso quase sempre em FullScreen, pelo que já nem o vejo. Só conheço o interface do Revit, e não me parece melhor, apenas diferente. Quanto à gestão de projecto, acho-a excelente, e os meus colegas apreenderam-na rapidamente. Está tudo bem arrumado, cada projecto tem os seus ficheiros que se podem ainda organizar por filesets. É fácil várias pessoas trabalharem no mesmo projecto ao mesmo tempo sem confusões sobre qual a última versão. Penso que na modelação a 3D tem coisas em que o prefiro ao Autocad, mas há coisas do Autocad (sobretudo ao nível das superfícies) que gostaria de ter no Allplan. Os preços começam nos 750€ do Allplan 100 e vão até aos 6000€ para o 700 (salvo erro) e ainda há descontos para jovens arquitectos. A versão 300 penso que fica pelos 3500€. Não me perguntem o que inclui cada versão, que a minha cabeça não dá para tanto.
  21. O Allplan chegou cá via Fernandes Técnica, há coisa de 10 anos. Depois passou para a Techlimits e agora, em virtude da alteração da política da Nemetschek, com essas compras todas de software, está a ser criada uma nova rede de distribuidores, na dependência da Nemetschek España. Penso eu de que... Ainda não lhes perguntei foi o preço dos novos, o meu upgrade vai ficar pelos 1000 €
  22. Finalmente, novo representante do Allplan em Portugal. É a MestreClique. Se estiverem inscritos na Ordem há menos de 5 anos têm 25% de desconto (se não disserem que vão da minha parte, também). Ainda não sei vou fazer o upgrade para o 2008. É como trocar de carro logo que sai um modelo novo. Mas a melhor interoperabilidade com o Cinema 4D talvez o justifique. E os PDF a 3D para encher o olho ao cliente também devem ser interessantes. A ver vamos
  23. Pois, a CM Lisboa também quer disso. Então e quem tenha software que não imprima os DWF com layers? E que legitimidade tem uma Câmara de exigir DWF? O DWF é um formato ISO? Ou alguém lhes terá assoprado aos ouvidos que o DWF indica o software e a versão usadas para executar o projecto? O que eles querem sei eu...
  24. Já experimentaste o turbosquid? Ou as amostras gratis em RPC?
  25. Está a ser debatido aquilo ser bonito ou feio. Aqui, estou a lançar a questão do porquê a Ordem enviar comunicados sobre esta situação, quando esta é corriqueira na nossa actividade; comigo já aconteceu um par de vezes. Devia era ter ido para engenheiro, pelo menos não tinha políticos a votarem se a minha ponte iria cair...
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