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Arquitectura.pt


BrunoMarcelino

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  1. Tens razão, muito bem visto. É, sem duvida, um bom modo de abordar e possivelmente classificar as obras. Obrigado.
  2. Peço desculpa Margarida, mas a minha vida profissional não me permite estar constantemente no fórum. Para sua informação este trabalho ainda está numa fase inicial e não vou já tirar conclusões. Lamento que pense que me limito a ler e a fazer copy paste, se fosse verdade era fácil para mim colar aqui seja o que for. Asimplemind, obrigado pelos textos, alguns já os tinha lido aqui. O teu ponto de vista e as referências que usaste são muito úteis. Considero que o texto de Loos que referiste é um exemplo a seguir para um tema destes. Já o tinha abordado e aprofundado. Obrigado. O debate que suscitei no fórum será um modo de obter diferentes perspectivas sobre o assunto, pois apresentar-se-á apenas como fase introdutória do trabalho. A minha intenção é dividir a análise da relação da Arquitectura com a Paisagem por “sub-temas” e a esses atribuir uma obra ou arquitecto: - Materialidade: Arqº Paulo David e a obra da Casa das Mudas e Piscinas. - Conceptualidade (relação do conceito da obra com o edifício): Arqº Nuno Lopes e a obra Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos na Ilha do Faial - Relação com a Envolvente: Arqº César Portela e o Cemitério de Finisterra Estes são considerados, para mim, elementos essenciais que auxiliam nesta relação da Arquitectura com a Paisagem. Não sei se os conceitos se encontram bem denominados mas estas são algumas obras que gostaria de referir. O debate que propus aqui no fórum seria para ter diferentes perspectivas de obras e sub-temas que poderia analisar para a introdução do trabalho. Agradecia os vossos conselhos de obras e outros temas a considerar. Obrigado.
  3. Já vi o depósito de teses, mas queria um debate aqui no forum para ficar com vários pontos de vista.
  4. Boa tarde, Encontro-me a fazer um trabalho de Mestrado sobre a relação da Arquitectura com a Paisagem e gostaria do vosso auxílio quanto a obras de referência. O que procuro são obras arquitectónicas nacionais e internacionais que poderão ou não estar intrinsecamente relacionadas com a Paisagem / Envolvente, assim como, exemplos “históricos” que me ajudarão a dar uma nota introdutória ao tema. Após consultar o fórum e perceber a vossa “bagagem arquitectónica” acho que seria interessante saber a vossa opinião sobre o tema, já que também é uma problemática constante da Arquitectura hoje em dia. Aguardo sugestões e opiniões sobre o tema.
  5. Boas. Gostaria que me ajudassem....procuro umas cadeiras de auditório para aplicar em max e nada encontro nos sites de 3d. Alguém terá algumas amostras? Urgente. Obrigado
  6. Relação com o exterior?!!!! Onde?! Acho realmente a proposta bastante interessante... mas atenção aos comentários, creio que deverá existir uma reflexão antes de se fazerem criticas infelizes como esta. Cumprimentos
  7. Cubo Modular Bruno Marcelino, Pedro Matias Cubo Modular Tendo como de ponto referência o pavilhão HA 45 – 11 de Julian Opie, o Cubo Modular, ao contrário do pavilhão permite uma maior liberdade no acto de habitar um espaço, onde o indivíduo não fica excluído da sua estrutura escultórica – arquitectónica. Confere-se assim a possibilidade de ser um reunir de ideias e de usos, com uma adaptação flexível/ágil, autónoma/independente e desdobrável/desenroláveis. O projecto apresenta uma estrutura simples onde o limite entre o interior e o exterior é muito difuso e imperfectível. Por vezes, o exterior aparenta confundir-se com o interior, tornando possível o seu visionamento por diferentes ângulos. Contudo esses ângulos ocultos podem ver vistos de outros pontos de vista – sem isto reproduzir uma experiência totalmente nova. Sobre o que é possível de visualizar, pode-se de certa maneira afirmar, que não há nada para ver, excepto a transparência e o seu vazio. O Cubo Modular, como objecto volúmico, autónomo, próximo de uma estrutura industrial, descreve um silêncio contido, onde a exploração do espaço e da posição do corpo pode ocupar o tempo e a duração aos seus limites. Esta peça de arquitectura pretende complementar o mundo pós-moderno livre de preconceitos e de modos de vida alternativos. Pode-se constatar em simultâneo como uma “zona de espectáculo” ou espaço expositivo. Tais variedades de usos e de formas deve-se ao facto, dos 27m3 serem compostas por um cubo de 3m de aresta, formado por 24 tubos metálicos com 1,5m cada. A outra materialidade constituinte do volume são lonas que projectam a imagem Arquitectura.pt, sendo que este último elemento protege o espaço conforme as necessidades e usos pretendidos. Devido ao seu carácter móvel e leve, o projecto poderá ser um pólo de atracção em certos eventos, principalmente de Verão, pois permite uma variedade de formas e cores pela conjugação das lonas, possibilitando até o seu uso como tendas de campismo. Admitindo-se assim, fazer uma apropriação temporária urbana, poder-se-á, em alguns casos, chegar ao limite, através da fragmentação do cubo. Tal novo conceito de habitar pode ser comercializado num Saco, albergando os 24 Tubos Metálicos e as 5 Lonas, pois os seus encaixes são feitos de modo simples e resistentes. Em suma, propõe um novo ideal do conceito de habitar, onde existe uma maior ligação entre o arquitecto e o artista. Neste contexto, o espaço nem sempre é físico mas sim escultural, composto, construído, líquido, mental e visual, definidos no fluxo contextual e com a nossa própria experiência. Os espaços são susceptíveis a ideias livres, inabitados onde o que lhe dá forma é a imaginação.
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