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gibag

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  1. Vasco, A discução é sempre útil. Para mais num fórum. Os "pequenos" problemas que anteriormente consideraste mais prioritários implicam alteração de uma cultura estabelecida. Numa palavra, utópico. Marco, Há pessoas que não mudam o seu pensamento com a idade ou maturidade. Até podem extremar as suas posições. Depende... Gupyna, Estou certo que ninguém, pelo menos em determinadas alturas, recuse oportunidades de fazer pouco e ganhar muito, por mais profissional que seja. O ser humano é mesmo assim, nem tu nem ninguém foge a regra. O facilitismo existe em toda a parte, nem me chego a incomodar com isso.
  2. Estou a meter-me porque parece-me que há aqui varios equivocos: Os jovens não saem de casa dos pais porque têm comida, roupa lavada, e casa limpa de borla. E o tal estilo de vida que falam, para ser diário, só para quem não precisa de trabalhar ou trabalha poucas horas por dia. Os centros históricos estão vazios à noite (contrariamente a Espanha) porque o pessoal fica em casa a ver a novela ou o futebol.
  3. há aqui uma grande diferença entre aquilo que nos é apresentado neste tópico e a utilização de sistemas modulares. No 1º caso, existe um nº limitado de opções que são colocadas ao cliente, e este escolhe. Não existe um exercício conceptual de arquitectura. Nos sistemas modulares trazem obviamente limitações construtivas e estéticas mas não põem em causa aquilo que nos distingue como arquitectos. O tratamento das formas e espaço adaptado ao local e ao uso. Isto não é uma questão de estilo. Se o futuro da arquitectura é isto arrangem-lhe outro nome porque arquitectura, não é.
  4. O caso aqui exposto consegue ir direitinho ao desejo dos consumidores. Pode-se fazer um paralelo com a compra de automóvel. Escolhe-se um modelo, depois a versão mais adequada, os extras, cores, estofos etc. É triste ver a arquitectura entrar neste esquema.
  5. O problema desta nossa classe é a falta de união com causas comuns. Existe uma cultura de mal-dizer entre colegas de profissão que não se encontra em mais nenhuma, ao ponto de muitos não se importarem que eng. e desenhadores continuem a tomar conta dos projectos porque certamente serão melhores que a maior parte dos arquitectos.
  6. Grande argumento para a necessidade de revogação do tal 73/73... A revogação deste decreto não vai enriquecer nenhum arquitecto, mas vai obrigar os projectos a passar pelas mãos dos arquitectos, e mesmo que grande parte não tenha boa formação, sempre são arquitectos...
  7. O 73/73 não é uma falsa questão. É outra questão. Mas já agora diz-nos lá qual é, para ti, a verdadeira questão neste caso.
  8. O Revivalismo que conheço enquanto corrente estilística, aconteçeu no final do sec. XIX e inicio do sec. XX. No meu ponto de vista: Uma visão nostálgica do passado com uma crise de criatividade na arquitectura. Nesta altura os eng. foram os inovadores e criativos com a construção metálica. Os arquitectos perdiam-se em mistelas decorativas.
  9. arqsoc, participar em concursos só te vai dar experiencia de projecto de execução se o ganhares e tiveres de desenvolver. Caso contrário ficas-te sempre por um estudo prévio mais ou menos desenvolvido e boas simulações 3D.
  10. Dá-me impressão que o edifício foi projectado como se fosse um museu e não uma escola superior, em relação às soluções construtivas. Tenho alguma experiência em projectos de equipamentos públicos e parece-me acertado quando o Pedro refere a questão da durabilidade dos edifícios. Um edifício desta natureza vai ter um tráfego intenso, muito uso ,pouco cuidado por parte dos utentes e manutenção questionável. Para além daquilo que já foi referido, a falta de rodapés, lambrim, soco, etc irá a breve prazo deixar marcas e sulcos nas paredes, difíceis de resolver. Prevejo muitas alterações ao edifício dentro de poucos anos sujeridas pela administração da escola, e aí é que vai ser complicado gerir estas situações com os projectistas.
  11. JCSMARTINS, a sua intervenção não deve passar em branco. .
  12. Liliana poderá seguir o caminho que bem entende mas quando fala em "projecto de vida" não admita "perder alguma qualidade". Isto já é muito batido mas, se estiver muito doente vai ao médico, não a farmácia.
  13. A maior parte dos desenhadores que conheço faz projectos idênticos. A receita é muito simples e os ingredientes são sempre os mesmos. A comparação com a música pimba do Argos está bem apanhada, mas como sabemos, o povo gosta.
  14. Vem do imaginário colectivo da casa das princesas dos contos de fadas.
  15. A Liliana jé deve ter o e-mail cheio de propostas....
  16. Tenho muitos contactos com algumas câmaras e a informação que tenho é que a maioria dos projectos de arquitectura são assinados por engenheiros. Mas de facto, não é na assinatura que está a qualidade. A maior parte das habitações unifamiliares não são projectadas nem por arquit. nem por eng. mas sim por desenhadores. São eles os autores da estética dominante das casinhas por este país fora. E mais, a maior parte deles entrega a assinatura a eng. e porqué? 1º O eng. geralmente não questiona questões estéticas/formais/funcionais. Não dão chatices. 2º Já que eles tem de assinar as especialidades aproveitam a embalagem e assinam logo tudo. Muito prático. A revogação deste decreto não vai enriquecer nenhum arquitecto, mas vai obrigar os projectos a passar pelas mãos dos arquitectos, e mesmo que a maioria não tem boa formação, como diz Assimplemind, sempre são arquitectos...
  17. 73/73, este decreto, que foi criado com caracter "provisório" a espera de um maior n.º de arquitectos, está a fazer 36 anos, quando o mercado está a transbordar de arquitectos. Esta situação impressiona-me mais (negativamente) que muitas casinhas-pato-bravo que andam por aí...
  18. com a restante Europa. Kwhyl, conheces algum lugar neste mundo onde a arquitectura é globalmente de boa qualidade. O ideal todos queremos, mas temos de nos concentrar em cada pequeno passo senão arriscamo-nos a não dar nenhum.
  19. Caros colegas para chegar ao 80 tem de se passar pelo 8. Para chegar longe têm de se dar também os pequenos passos. Já vi que a revogação do 73/73 é aqui pouco valorizada, mas é um passo fundamental, nem que seja pela equidade
  20. Se estas propostas existem é porque têm aceitação. Concerteza que não falta pessoal que, com pouco que fazer, não se importa de fazer um projecto que até lhes pode dar emprego e ser concretizado. O problema é que esta questão dos abusos laborais não é vista como tal pela maioria do pessoal estagiario ou jovem arquitecto. Senão ja teria havido revoltas ou no mínimo, indignações mais explícitas.
  21. Vai a este tópico: (há muitos sinónimos) http://www.arquitectura.pt/forum/f123/dryvit-12621.html
  22. Qualquer dia será mais fácil perguntar que arquitectos é que não usam Capotto.
  23. A criação de forums de arquitectura não tem um carácter de exclusividade, penso eu. Concordo com o teu ponto de vista, mas se este deixar de ser "independente" depressa surgirá ou surgirão outros com estas características.
  24. Acredito que para ser um Siza, ou outra figura proeminente, implica muito sacrifício e dedicação, mas não ao ponto de ser escravo, ou pagar para ser escravo. Para os jóvens que procuram estágio. Não ganham nada em ir para um gabinete famoso para tirarem fotocópias. Não procurem nos locais da moda, e desconfiem dos gabinetes que prometem demais. Já agora, as grandes figuras da arquitectura, têm uma dedicação total à arquitectura. Tudo o resto fica para trás. Muitas vezes são infelizes e esquecem-se de viver... será que ainda querem ser Sizas??
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