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Arquitectura.pt


L I L I A N A

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  1. Realmente não consigo entender a azia que este assunto cria em algumas pessoas. Se estão com uma sondagem quanto a honorários (e vê-se a disparidade de opiniões e valores) qual o problema de terem mais um instrumento de trabalho, que é a opinião (e que vale o que vale) de possíveis clientes? Quero acreditar que algumas respostas venham de alguns recém licenciados ou ainda não licenciados, pois aí a experiência do mercado de trabalho ainda é pouco. Olhem ao redor que é para amanhã não se encontrarem desiludidos.
  2. Penso que pode estar a querer comparar situações que não têm comparação. Refere-se a casos que têm tabela "à porta", no caso dos arquitectos penso ser quase impossível uma situação dessas. Mas não deixo de continuar a achar interessante a confrontação entre o que o cliente pensa que pode ser o justo valor e está disposto a pagar e, o que se considera o pagamento do justo valor do vosso trabalho.
  3. Seria interessante criarem um tópico com os valores que os possíveis clientes estariam dispostos a pagar por um projecto de arquitectura e de execução. E depois comparar os dados.
  4. Vou intervir pela última vez no forum. O que referi no post inicial foi o que me apresentaram. Ou não se gosta de ver o que se passa ou passa-se demasiado tempo a olhar para o próprio umbigo. Não me vou referir a arquitectos. Um bom profissional é aquele que consegue ir de encontro ao seu cliente, estimulando-o, não o condicionando, para o que pensa ser o melhor produto, apresentando as várias alternativas com as respectivas vantagens e desvantagens. Eu se for pasteleiro e lhe disser que o pastel de belém é que é bom, que é o que melhor se adequa à sua vivência, ao seu gosto, que na fotografia
  5. Por lapso acabei por não escrever de quem é essa frase. Pertence ao provedor da Ordem dos Arquitectos
  6. Michaeloureiro Não pretendo ofender ninguém quando referi os "500 ou 1000" pois se há coisa que valorizo imenso é o trabalho e dedicação. "O projecto de um edifício e muito especificamente de uma moradia, é um produto de criação artística, sujeito a direitos de autor sem esquecer, por parte dos arquitectos, que esse direito não se sobrepõe ao direito do cliente à satisfação e ao bem estar." Sabe de quem é esta frase?
  7. Olá Argos, Não pense que a discussão é pessoal. O assunto para mim está resolvido. Só mais duas ou três coisas. Se reparar bem no meu post inicial digo "A moradia que pretendo construir e com que me identifico é do tipo dito “tradicional”", o entre aspas não é de agora. Também digo o seguinte: "Vou inserir uma fotografia de uma moradia dentro do estilo de construção com que me identifico. Não pretendo cópias nem plágios!!". Agora a outra parte. Quando inicia um projecto para a construção de uma moradia, o que é que se vai ouvindo de amigos, família? Contrata um desenhador, pois os arquitectos
  8. Não quero estar a entrar nesta onda de palavra puxa palavra. Pois quero é agradecer e, isto é que me importa valorizar, as palavras de alguns membros e também a amabilidade dos mails recebidos relativos ao post feito.
  9. Pois é Argos, você não quer ensinar como é que se faz arquitectura, você quer impor a sua arquitectura. Até agora o único a falar de imagem foi você. Quem é que quer viver de imagem? É óbvio e, considero eu, exigível, que a vida não se faça de consenso. Agora de respeito e de educação sim. Que me parece que você e mais alguns elementos aqui têm alguma dificuldade em aceitar. Não querem aceitar trabalhar de encontro aos gostos e necessidades do "povo", ok, a decisão é vossa e assumam-na. A seguir não se venham é queixar de colegas, empresas, engenheiros, desenhadores e até curiosos que vos tira
  10. Pois cá está. Os mesmos iluminados de sempre, os supra-sumos da arquitectura, não portuguesa, pois Portugal é muito pequeno para o seu imenso saber, superioridade e principalmente o seu ego. Gostava de ver os vossos trabalhos. Mas como educação não é uma coisa que se ensine na universidade, ou se tem ou não. Gostava de ter visto as vossas reacções se tivesse referido qual o arquitecto responsável pelo projecto e qual a localização do mesmo, a perspectiva de análise decerto seria completamente diferente!!!! Tive um professor que dizia que às vezes se utilizava a técnica da ventoinha, “atira-se
  11. Olá, É a primeira que vez que participo no fórum, espero não vir a fazer asneira!! Pretendo construir uma moradia a norte de Coimbra em um terreno com aproximadamente 2000m2, com uma largura máxima de 45m e mínima de 35m e com uma pequena inclinação. A orientação do terreno é no sentido Nascente – Poente, tendo uma boa exposição solar. A moradia que pretendo construir e com que me identifico é do tipo dito “tradicional”., com uma área máxima (e total) de construção de aproximadamente 400-420m2 e um custo estimado de 175.000 a 190.000€. Deverá ter dois pisos, com a seguinte distribuição: Piso 1
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