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Arquitectura.pt


Emanuel Saraiva

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About Emanuel Saraiva

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    Frequentador
  • Birthday 11/07/1979

Meio Profissional

  • Instituição/empresa onde trabalha
    ARQELITE. arquitetcura e engenharia, Lda
  1. Estava eu numa tarde de trabalho num dia normal. Onde numa daquelas pausas que existem durante o dia fui ver o meu e-mail. Abri o mail de um colega meu onde o mesmo dizia assim. "Amigo descobri o site deste paraquedista...faz projectos completos de licenciamento a 2000€ !! " http://www.casaperfil.com/?gclid=CMqk3sGKkZoCFQqenAodhjBLRQ Sinceramente nem sei o que dizer....mas...inacreditável mesmo.... como é possivel banalizarem as coisas a este ponto.
  2. Estava eu numa tarde de trabalho num dia normal. Onde numa daquelas pausas que existem durante o dia fui ver o meu e-mail. Abri o mail de um colega meu onde o mesmo dizia assim. "Amigo descobri o site deste paraquedista...faz projectos completos de licenciamento a 2000€ !! " http://www.casaperfil.com/?gclid=CMqk3sGKkZoCFQqenAodhjBLRQ Sinceramente nem sei o que dizer....mas...inacreditável mesmo.... como é possivel banalizarem as coisas a este ponto.
  3. Referente a realidade do nosso quotidiano apercebi-me que o arquitecto tem uma função primordial na “educação” dos clientes. O arquitecto por vezes é julgado apenas como um meio de transição de ideias pré – definidas por parte dos clientes. Os clientes vêm com ideias pré - definidas que por vezes dificultam o desenvolvimento do trabalho. Contudo, é importante conhecer bem o cliente em todos os aspectos, tal como o programa e as exigências propostas, para dar a melhor resposta aos objectivos pretendidos. Ter uma base teórica e esclarecedora é fundamental no desenvolvimento do projecto proposto. Por vezes é complicado explicar às pessoas, sem as ferir, que na grande maioria dos casos os cânones que elas tem na sua memória são meras paixões passageiras, gostos pouco fundamentados e na maior parte dos casos transmitidos através de imagens “Autocolantes”. As suas opções baseiam-se essencialmente nos temas monumentais “classicismo” e nos elementos decorativos, que por vezes temos de lhes explicar que nos dias de hoje surgem por uma falta de inspiração, dai irem buscar formas ao passado, contudo resulta dos problemas de superfície plástica e volumétrica, nunca de arquitectura. As suas preocupações estão no exterior da “caixa”, a caixa pode ser trabalhada, esculpida, decorada, pode constituir uma obra-prima, mas continua a ser um invólucro. Pergunto eu o interesse está no embrulho, ou no conteúdo? Ou num conjunto de factores onde um está dependente do outro e daí resultar o produto final? O “gosto” – é importante fazermos uma ligeira reflexão sobre esta questão. É necessário perceber a evolução dos tempos, dos gostos e dos estilos. O gosto é uma parte da natureza racional de cada um e não se muda pelo exercício, mas pela educação, as mudanças no gosto acompanham as mudanças na perspectiva global do mundo. No mito da cabana é apresentada a função primaria de um edifico, o de habitar um espaço que nasce de uma necessidade. O estilo não existe, temos um produto bruto sem linguagem, sem intenções, que cumpre escrupulosamente a sua função. Posteriormente então o que faz o homem pensar em elementos que na perspectiva de um observador serão fúteis? O desenho da “ Casa “ unifamiliar, como peça única de conforto e bem estar para o Homem, foi sempre uma das investigações mais importantes da arquitectura. Entender as necessidades do ser humano como núcleo da sociedade, e criar para ele espaços de máxima qualidade arquitectónica, é possivelmente um dos desafios mais ambiciosos da disciplina. O processo de desenho exige um alto nível de compromisso por parte do arquitecto, já que se trata de indagar dentro da intimidade dos membros de uma família: entender como comem, como dormem, como ocupam os seus tempos livres...Valorizar todos estes aspectos e contextualizá-los dentro das particularidades de cada encomenda é uma das situações mais interessantes com que um arquitecto se depara. Arquitectura como resposta á sociedade actual. Não se deve banalizar esta arte que controi o nosso mundo, que define a nossa maneira de viver / Habitar. Faz parte das nossas vidas enquanto seres vivos, transcede a materialidade humana vive para lá do lógico, do real e da razão. Nasce, vive e permanece em constante desafios, sobre a sua verdadeira essência. É questionada pela sua vericidade e pela sua razão de existir, permanece imortal atravêz da sua presença não só fisica mas espiritual. Não se ve mas sente-se quando a sua mensagem é trasmitida. Não banalizem a "Arte" no geral, procurem viver a vida, senti-la e ama- la. Á quem viva e á quem apenas exista.
  4. Cuidado com as imagens. As imagens dissimulam a nocção do espaço.Não tenham pressa em resolver o projecto de uma forma coerente "analizada","pensada", "estudada", isso é fundamental. ja dizia alberto compo baeza, " ...é como o arroz pouco tempo fica cru muito tempo empapa..." Não tenham pressa em mostrar o resultado final antes de encaixotarem os vossos porjectos, tentem viver os espaços, tentem compreender o sentido do lugar a poética do espaço. Vivam neles e decrevam o que sentem. Qualidade de vida é primordial para um mundo melhor e mais justo..... ZGANDULO lê bruno zevi, refente á simetria. Continuação de um bom trabalho.
  5. Concordo com o que foi dito....sinceramente não podemos "apenas" estar preocupados e limitados unicamente exclusivamente só com o invólucro, isso é o resultado final de um conjunto de factores que foram estudados e analizados antes de chegar ao produto final. Parece me que o "Pedro Ricardo" está "preocupado" apenas com o embrulho da prenda e não com a própria prenda em sim. A verdadeira essência da arquitecura não reside unica e exclusivamente no seu "aspecto exterior". Por favor mais informação, "...desde a sua nascença até á conclusão final..."
  6. "A arte de escutar é como uma luz que dissipa a escuridão da ignorância." Dalai Lama
  7. Td bem marco1 aceito tudo perfeitamente como ja se devem ter apercebido, as criticas são sinónimo de evolução seja a que nivel forem e são sempre bem vindas. Por vezes estamos "bloqueados" numa ou noutra situação que nos fascina mais no projecto onde por vezes devido a esse facto surgem lacunas "timidas".
  8. As vossas "opiniões" são sempre bem vindas só assim podemos ir aprendendo constantemente ao longo da nossa vida, mais com uns menos com outros. Contudo se uma opinião fosse dona da "razão", bastava fazer um protótipo e generalizava-se a "ideia". Mas como costumo dizer "cada casa é um caso". É facil criticar sem dúvida pois a arquitetcura é uma arte suscetível a todas as criticas. Daí a liberdade de expressão. Nós falando como "arquitecto" procuramos sempre o caminho mais correcto e mais sensato a nosso ver para "darmos" alguma qualidade ao espaço. Pois se estamos nesta profissão e somos profissionais da mesma temos sem duvida que "amar" esta disciplina. Não vejo os "objectos" como uma mera marca de imagem de cada arquitecto mas sim como um resultado final de uma análise de um estudo, ideias, tempo, dedicação compreensão e paixão. Foram citadas palavras como "...Balizar por baixo...Padrõezinhos...". A minha pergunta é será que estamos a banalizar ou a seguir um caminho correcto para a nossa sociedade? não é isso que nós "arquitectos" lutamos todos dias? Afirmações sem ter o minimo de conhecimento da realidade e confirmar como verdade, sem ter a certeza..."é crime". As paredes em pedra não são um mero "kitsch" como se afirmou mas sim "uma memória" deixada para afirmar um passado existente nesse mesmo local. Não sao mera construção, nem houve uma demolição total da ruina, deixou-se vestigios. Depois de uma análise profunda conclui-se que existiriam paredes "mestras" que faria algum sentido deixar uma "marca". A maquete virtual não tem qualquer qualidade sem dúvida, também considero o sketchup um programa "abonecado" como costumo dizer. Contudo dá para perceber a volumetria e como funcionam alguns volumes, planos, cheios e vazios. Neste caso deu para voces perceberem "alguma coisa", apesar de haver algumas lacunas diferentes do resultado final. So usei este programa porque não tinha conhecimentos suficientes relativamente a outro. Neste momento começei a trabalhar em Revit. Mais um vez obrigado pelos comentários. Abraços
  9. Deveria ser sempre interessante e cativante para os membros do arquitectura.pt a colocação de trabalhos sejam eles a nivel académico ou professional. Nao devemos ter "medo" de ser criticados de modo algum é sempre bem vinda a critica, desde que seja fundamentada com argumentos validos. Por vezes a critica surge por um juizo de "valores pessoal" e "intrasmissível", e ai sim torna-se susceptível a criticas. A exposição dos trabalhos expostos é sempre limitada pois por vezes as imagens, desenhos, esquissos ou maquetes "nunca" são suficientes para um esclarecimento total do projecto. A essência do lugar, nunca é sentida em imagens dai a análise ser um pouco limitada. Para um critica ser bem fundamentada temos que conhecer "minimamente" o local, programa, exigências e as condicionantes. A arquitectura tem q ser sentida tem q nos tocar no nosso intimo, fazer estremecer a nossa emoção o nosso sentimento, assim referia "Alberto Campo Baeza". Todos os nossos sentidos fazem parte de uma análise do lugar. Tais sentidos que numa análise apenas fundamentada em imagens e desenhos se torna limitada e escassa. [ATTACH]4962[/ATTACH] Ruina [ATTACH]4963[/ATTACH] Vista da ruina Obrigado pelas criticas expostas são sempre bem vindas como referi acima. E ja agora parabéns aos fundadores do site, pelo trabalho realizado. Espero brevemente continuar a expor os trabalhos realizados.
  10. Deveria ser sempre interessante e cativante para os membros do arquitectura.pt a colocação de trabalhos sejam eles a nivel académico ou professional. Nao devemos ter "medo" de ser criticados de modo algum é sempre bem vinda a critica, desde que seja fundamentada com argumentos validos. Por vezes a critica surge por um juizo de "valores pessoal" e "intrasmissível", e ai sim torna-se susceptível a criticas. A exposição dos trabalhos expostos é sempre limitada pois por vezes as imagens, desenhos, esquissos ou maquetes "nunca" são suficientes para um esclarecimento total do projecto. A essência do lugar, nunca é sentida em imagens dai a análise ser um pouco limitada. Para um critica ser bem fundamentada temos que conhecer "minimamente" o local, programa, exigências e as condicionantes. A arquitectura tem q ser sentida tem q nos tocar no nosso intimo, fazer estremecer a nossa emoção o nosso sentimento, assim referia "Alberto Campo Baeza". Todos os nossos sentidos fazem parte de uma análise do lugar. Tais sentidos que numa análise apenas fundamentada em imagens e desenhos se torna limitada e escassa. Ruina Vista da ruina Obrigado pelas criticas expostas são sempre bem vindas como referi acima. E ja agora parabéns aos fundadores do site, pelo trabalho realizado. Espero brevemente continuar a expor os trabalhos realizados.
  11. Respondendo a algumas duvidas relativamente a proposta apresentada começo por dizer que a volumetria "teve" eventualmente que ser mantida como forma original, visto o terreno estar insirido em reserva agricola nacional A sua forma plana e os volumes simples resultam funcionais para o edificio ao mesmo tempo que respeitam a envolvente e contribuem, por meio da sua contenção, para ordenar o frequente caótico espaço seja rural ou urbano. Surge como uma segunda natureza "como refere Fernando Tavora". Resulta de um estudo profundo desde o conceito ao enquadramento da envolvente, organização funcional, conforto, qualidade plastica e espacial, estrutura, materiais sitema de construção, detalhe construção, aspectos biofisicos. Os elementos verticais em pedra onde marcam uma horizontalidade na paisagem representam a existencia, a "marca" de que houve algo pré-existente. Contudo a preservação de ruinas é sempre um resultado de uma analise profunda, não somos "obrigados " a preservar algo que depois de uma analise verifica-se a inexistência de qualquer qualidade. Em portugal ainda se tem aquela ideia que o antigo é que tem qualidade, mas isso é susceptivel a criticas e a uma análise profunda sobre o "objecto". o Plano que marca a "ruptura" do volume principal tem como função principal marcar a distinção entre espaços "Zona publica", "Zona privada",quer seja no interior ou exterior, reforça tambem a noção de entrada, funcionando como um eixo de deslize para quem entar no espaço e resulta como um elemento "Decorativo", com um significado histórico. A localização da piscina esta estrategicamente colocada, visto a maneira de viver do "cliente", contudo está inserida na zona social "área de lazer" e tira o melhor partido da incidência solar, usufruindo assim das melhores horas de calor. Zeitgeist "espírito do tempo" a arquitectura tem q ter essa qualidade, sermos verdadeiros seja no conceito no processo construtivo e mesmo nos materiais. o nosso caro colega Mies andou a sua vida á procura da "essência da verdade", em livros de filosofia, se queremos dar alguma qualidade ao nosso espaço "fisico" temos que seguir essa linha de pensamento. A história é feita de "objectos" com valor real na sua actualidade,
  12. Respondendo a algumas duvidas relativamente a proposta apresentada começo por dizer que a volumetria "teve" eventualmente que ser mantida como forma original, visto o terreno estar insirido em reserva agricola nacional A sua forma plana e os volumes simples resultam funcionais para o edificio ao mesmo tempo que respeitam a envolvente e contribuem, por meio da sua contenção, para ordenar o frequente caótico espaço seja rural ou urbano. Surge como uma segunda natureza "como refere Fernando Tavora". Resulta de um estudo profundo desde o conceito ao enquadramento da envolvente, organização funcional, conforto, qualidade plastica e espacial, estrutura, materiais sitema de construção, detalhe construção, aspectos biofisicos. Os elementos verticais em pedra onde marcam uma horizontalidade na paisagem representam a existencia, a "marca" de que houve algo pré-existente. Contudo a preservação de ruinas é sempre um resultado de uma analise profunda, não somos "obrigados " a preservar algo que depois de uma analise verifica-se a inexistência de qualquer qualidade. Em portugal ainda se tem aquela ideia que o antigo é que tem qualidade, mas isso é susceptivel a criticas e a uma análise profunda sobre o "objecto". o Plano que marca a "ruptura" do volume principal tem como função principal marcar a distinção entre espaços "Zona publica", "Zona privada",quer seja no interior ou exterior, reforça tambem a noção de entrada, funcionando como um eixo de deslize para quem entar no espaço e resulta como um elemento "Decorativo", com um significado histórico. A localização da piscina esta estrategicamente colocada, visto a maneira de viver do "cliente", contudo está inserida na zona social "área de lazer" e tira o melhor partido da incidência solar, usufruindo assim das melhores horas de calor. Zeitgeist "espírito do tempo" a arquitectura tem q ter essa qualidade, sermos verdadeiros seja no conceito no processo construtivo e mesmo nos materiais. o nosso caro colega Mies andou a sua vida á procura da "essência da verdade", em livros de filosofia, se queremos dar alguma qualidade ao nosso espaço "fisico" temos que seguir essa linha de pensamento. A história é feita de "objectos" com valor real na sua actualidade,
  13. Gostaria de ouvir Opiniões acerca deste projecto que realizei recentemente, no atellier: ARQELITE - Arquitectura e Engenharia Lda. Albufeira. DESCRIÇÃO E JUSTIFICAÇÃO DA PROPOSTA PARA A EDIFICAÇÃO Tendo em conta o estado degradado em que se encontra a moradia, conforme se pode constatar nas fotos, optou-se pela remodelação total da moradia, ficando a mesma beneficiada com a referida remodelação. Para melhor elucidação se anexa os desenhos pintados com as cores convencionais, bem como os desenhos definitivos para melhor apreciação. A moradia após a remodelação será constituída por um T4 e disporá das seguintes divisões: R/chão: Entrada coberta, distribuição, cozinha, despensa, lavandaria, sala, sala de refeições, três quartos, quatro instalações sanitárias e terraços cobertos. 1º. Andar; Um quarto, uma instalação sanitária e um terraço coberto. INDICAÇÃO DA NATUREZA E CONDIÇÕES DO TERRENO O terreno é de natureza árido, com algumas árvores de grande porte, as quais serão mantidas, o terreno tem uma ligeira inclinação a Norte. [ATTACH]4928[/ATTACH][ATTACH]4929[/ATTACH] INSERSÃO URBANA E PAISAGISTICA DA EDIFICAÇÃO Tendo em atenção à zona envolvente em que está inserido o prédio, enveredou-se por uma solução tendo em conta vários factores como sejam: As legítimas pretensões do proprietário, a perfeita adaptação ao terreno, a melhor orientação panorâmica, sem menosprezar a volumetria e localização existente, enveredou-se para um conceito verdadeiro para a época, obviamente que a côr branca tem a sua quota principal, mas não se prescindiu para alguns revestimentos o emprego de pedra, bem como a utilização de perfis metálicos. IMAGENS DE PROJECTO: [ATTACH]4932[/ATTACH] [ATTACH]4931[/ATTACH] [ATTACH]4930[/ATTACH] MAQUETES VIRTUAIS: [ATTACH]4933[/ATTACH] [ATTACH]4934[/ATTACH] Obrigado e aguardo comentários,
  14. Gostaria de ouvir Opiniões acerca deste projecto que realizei recentemente, no atellier: ARQELITE - Arquitectura e Engenharia Lda. Albufeira. DESCRIÇÃO E JUSTIFICAÇÃO DA PROPOSTA PARA A EDIFICAÇÃO Tendo em conta o estado degradado em que se encontra a moradia, conforme se pode constatar nas fotos, optou-se pela remodelação total da moradia, ficando a mesma beneficiada com a referida remodelação. Para melhor elucidação se anexa os desenhos pintados com as cores convencionais, bem como os desenhos definitivos para melhor apreciação. A moradia após a remodelação será constituída por um T4 e disporá das seguintes divisões: R/chão: Entrada coberta, distribuição, cozinha, despensa, lavandaria, sala, sala de refeições, três quartos, quatro instalações sanitárias e terraços cobertos. 1º. Andar; Um quarto, uma instalação sanitária e um terraço coberto. INDICAÇÃO DA NATUREZA E CONDIÇÕES DO TERRENO O terreno é de natureza árido, com algumas árvores de grande porte, as quais serão mantidas, o terreno tem uma ligeira inclinação a Norte. [ATTACH]4928[/ATTACH][ATTACH]4929[/ATTACH] INSERSÃO URBANA E PAISAGISTICA DA EDIFICAÇÃO Tendo em atenção à zona envolvente em que está inserido o prédio, enveredou-se por uma solução tendo em conta vários factores como sejam: As legítimas pretensões do proprietário, a perfeita adaptação ao terreno, a melhor orientação panorâmica, sem menosprezar a volumetria e localização existente, enveredou-se para um conceito verdadeiro para a época, obviamente que a côr branca tem a sua quota principal, mas não se prescindiu para alguns revestimentos o emprego de pedra, bem como a utilização de perfis metálicos. IMAGENS DE PROJECTO: [ATTACH]4932[/ATTACH] [ATTACH]4931[/ATTACH] [ATTACH]4930[/ATTACH] MAQUETES VIRTUAIS: [ATTACH]4933[/ATTACH] [ATTACH]4934[/ATTACH] Obrigado e aguardo comentários,
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