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Arquitectura.pt


gibag

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  1. Se fosse um projecto "real" haveria muito para dizer desde o estudo geotécnico até a assistencia técnica á obra. Neste caso, quando a contenção de infiltrações é muito complicada podes optar por colocar caixa de ar ventilada nas paredes problematicas e no pavimento de modo que a eventual humidade e suas consequencias (eflorescencias, etc.) fiquem contidas nas respectivas caixas de ar.
  2. Ocasionalmente faço trabalho 3D. e no início também me deparei com esta questão. tenho feito o seguinte: Dou um preço para o modelo 3D sem imagens. Só o modelo.( que não serve de nada ao cliente, mas serve para ele perceber como é que isto funciona) depois dou um preço unitario por imagem. isso porque o preço de 2 imagens não é o dobro do preço de 1 imagem, porque o que dá mais trabalho é fazer o modelo, depois é sempre a andar... Ou seja o cliente acaba por perceber que o mínimo que terá de pagar será o modelo+ 1 imagem, e que neste caso compensa pedir várias.
  3. No meu ponto de vista a arquitectura de vanguarda não representa um estilo ou sequer uma corrente. Esta arquitectura pode-se definir como uma arquitectura que está a frente do seu tempo pelas características inovadoras que possui, que podem passar pelo conceito conceptual, processos construtivos, funcionalidade, tecnologia integrada, etc... Ou seja arquitectura de vanguarda não tem um tempo definido. existe hoje, existia há 10 anos, há 50 anos e há 500 anos. As obras de vanguarda podem de facto ser pioneiras de uma nova corrente, ou não. Mas isto só o tempo o dirá Quando surgui a arquitectura modernista, era vista como moderna (um pouco no sentido de vanguardista) numa altura em que se viam ainda revivalismos a crescer. Neste caso o nome ficou e acabou por designar esta corrente. Poderá acontecer o mesmo com o "vanguardismo" ? talvéz, mas neste caso vamos ter que arranjar outro termo para a arquitectura vanguardista que virá...
  4. Não consiguo achar esta imagem apelativa, mas a culpa até pode ser do projecto. So vou falar daquilo que parece melhorável. Sugeria o seguinte: - O mozaico maior da parede não reflecte nada? assim perde realismo. mesmo que seja mate deve refletir alguma coisa. - A pastilha parece rectangular, não sei se propositado. - As juntas no pavimento não tem profundidade e são demasiado largas - O espelho parece reflectir a 100%. Na realidade andam entre 90 e 95% - Os metais: Guardas, toneiras, etc estão demasiado claros não parecem cromados, parecem prata.
  5. Desconhecia o termo padieira, pelo menos aqui em Lisboa:), O lintel é mais utilizado na perspectiva estrutural, para sustentar o vão.
  6. Tocaste no ponto certo, geralmente em portugal os projectos são baratos, feitos rapidamente e pouco definidos. (não é comum pedirem-nos projectos de execução, com o argumento de serem muito caros) e por melhor que esteja um projecto de licenciamento, um construtor dá-lhe sempre a volta a seu favor. Resultado: As indefinições são como mel para os empreiteiros. É aí que eles extraem o máximo lucro e o dono de obra nada pode fazer porque as coisas não estão devidamente definidas e pormenorizadas. Espero que as mentalidades um dia se alterem porque entre pagar mais 5mil € para ter um projecto de execução que dá as devidas garantias e ter de pagar mais 50 mil € durante a obra por indefinições de projecto, é facil tirar conclusões. Sei que em países do Norte da Europa é dado todo o tempo necessário para desenvolver e discutir os projectos, e depois a obra é executada dentro dos prazos e orçamentos previstos.
  7. Este tópico, já se está a dispersar. Os classificados tem um lugar próprio neste forum. Em qualquer caso acho que o Hugo Cruz ficou esclarecido com as primeiras respostas.
  8. O que conseguiram, são migalhas (senão já estariam caladinhos). è sabido que o grande objectivo deles é acabar com as cotas na avaliação porque é isso que toca no bolso. Em vez de subir de 3 em 3 anos vão demorar em média 10 anos.
  9. Agora num tom mais sereno... Ja tive a oportunidade de salientar em vários comentários meus a importância da dignificação da nossa profissão, que passa em 1º lugar pelo respeito profissional entre nós. que por vezes também faz falta aqui.... Se queremos fazer valer o nosso estatuto de Arquitectos, não vamos lá com arruaças e a gritar palavras de ordem na rua. O caso dos professores é sintomático, foram por esta via, não conseguiram nada de significativo e passaram de uma classe respeitada pela opinião pública para uma classe enchovalhada. Já os engenheiro resolvem tudo discretamente a um nivel mais elevado. Para finalizar, Gupyna este teu apelo ao inconformismo exacerbado não se viu na tua resposta ao Hugo Cruz. É caso para dizer: faz o que eu te digo e não faças o que faço.
  10. Que conversa é esta!! Explica-me lá o qual a relação do meu comentário citado com o teu 1º parágrafo. 1º O meu comentário não serve de base para a tua resposta 2º Demonstras falta de respeito pelos teus colegas. 3º Não me conheces 4º Não conheces o meu currículo Se te integras num mundo de arquitectos submissos que baixam as calças e não sabem impôr a sua profissão. Tu lá sabes.
  11. Eu compreendo a correcção de Dreamer, líder de equipa e com mais de 4000 mensagens, espera-se naturalmente bom senso nesta situação. Penso realmente que nestas situações não devemos tomar uma posição agressiva, pois podemos parecer demasiado arrogantes o que nos afasta ainda mais da sociedade da qual dependemos. Há 5 anos atrás não diria isto, mas a experiência ensina-nos estas coisas.
  12. É muito importante para a dignificação da nossa profissão ser rigoroso com estas questões e nunca prometer uns esquiços e desenhos de borla, porque isto baixa automaticamente a nossa qualidade do ponto de vista do cliente e este vai sentir-se à vontade para exigir aquilo que bem entender. O ideal é fazer um contrato logo de inicio, mas sei que isto afasta logo uma série de potenciais clientes.
  13. Para cada ponto de fuga convergem todas as linha paralelas entre si, num cubo, por exemplo, temos três direcções de linhas paralelas: As 4 arestas verticais e as 8 arestas horizontais,4 em cada direcção. Portanto 3 direcções distintas para 3 pontos de fuga. mas nada como um desenho para explicar isto.
  14. Se entendi bem é o seguinte: Antes de mais, o enunciado ficava mais correcto em vez de "chão", "pavimento" Vamos ao que interessa... O que distingue estes vãos dos outros que não chegam ao pavimento, é que em vez de ter duas linhas finas em vista, Uma pelo interior e outra pelo exterior, tem apenas a do exterior porque pelo interior não há desnível, portanto não se representa linha. Mas existem excepções. Se representas a estereotomia dos pavimentos (ex. cozinha) háverá uma linha pelo interior a limitar o pavimento da soleira. Atenção esta é a regra geral, mas pode haver outras opiniões.
  15. Com um desenho seria bem mais fácil... mas o enunciado refere se é numa planta, corte ou alçado??
  16. Quem tem os conhecimentos certos e uma parte do mercado na mão, não vai abdicar dele e se conseguir produzir o trabalho com mão de obra barata, vai continuar a faze-lo. Esta é a realidade de grande parte dos gabinetes. Alterar isso, considero impossível, faz parte da mentalidade humana. Mas pode melhorar. Nos gabinetes da eng. normalmente os funcionários são mais bem pagos e têm contratos decentes.
  17. e continuam os recibos verdes mal pagos e trabalho precârio, e afinal, continuamos com o sistema que se vive actualmente. Acho muito bem vindas as ideias novas. O problema é que a mentalidade de "dar a volta à situação" é que não muda.
  18. Nunca tinha visto Graffitis "3D". Chegaram a um estado de evolução tal, que já não se conseguem ler. O último Faz-me lembrar o universo gráfico da Zaha Adid.
  19. Teoricamente pode ter o seu interesse, mas na prática acontecia o seguinte: Um determinado gabinete com muito trabalho atingia rapidamente o seu limite de cotas e depois teria que recusar trabalho? Não me parece! Continuavam a fazer projectos normalmente e pediam a colegas arquitectos menos sortudos para assinar os restantes por tuta e meia.
  20. Arq_Castro, não me parece que o caminho da OA seja enveredar pelo sindicalismo, como é o caso dos prof. Que eles se mobilizam, não há dúvida, mas não dá grandes resultados e até está a virar a opinhão pública contra eles. Expõem-se demasiado e está demasiado politizado. Acho que o caminho é o das outras fortes ordens profissionais. Defendem os seus associados a níveis elevados e directamente com poder decisor, sem dar muito nas vistas. Em relação à ausencia de regras para basear os honorârios, parece-me que não nos vai favorecer, devido à uma recente experiência que tive: Apresentei uma proposta de honorarios baseado nas tabelas para um projecto que me foi solicitado. É uma obra com alguma dimenssão e apresentei as contas com um desconto final de 30%. Foi aceite e a equipa começou a trabalhar. Entretanto surgem novos elementos na entidade promotora que consideraram o preço elevado e queriam rever esta situação. Após algumas reuniões pesadas, baseamos a nossa argumentação na dita tabela, que para todos os efeitos é um documento legal e muito explícito e objectivo. No final, concluímos que se não fosse a tabela, dificilmente justificavamos os honorârios apresentados, pelo menos na perspectiva deles. Resumindo, sem a tabela vai ser mais difícil justificar os honorârios que pedimos.
  21. Márcio, naquilo que me diz respeito, não estou a dar lições, se bem que pessoalmente gosto de tirar lições de grande parte dos comentários que leio (lições no sentido de aprender, porque também para isso serve o forum). Sinceramente não vejo porque um arranha-ceus no meio de outros arranha-ceus não poderá ser ecológico. Ecológico não implica estar rodeado de "ambiente" verde. Está também relacionado com as questões da reciclagem dos materiais utilizados, na poupança energética, na utilização de energias alternativas, na procura de conforto por meios naturais, etc...
  22. Aqui está um exemplo interessante de arquitectura/arranjo urbanístico, Uma proposta simples, bem resolvida e provavelmente com custos reduzidos. Não deixa de ser curioso verificar a descaracterização da arquitectura envolvente com cêrceas, linguagens e cores diferentes, edifícios degradados, estendais à vista etc..
  23. Que me lembre não. Nem precisas de ter, basta-te escolher os caixilhos que já existem em DWG e criar o pormenor. os condicionalismos que me ocorrem são: - o sistema de abertura poderá ser de abrir para dentro, de correr, basculante ou oscilobatente. - Ter muita atenção às infiltrações de humidade, sobretudo no peito ou soleira - Se for um vão fixo torna-se muito mais fácil de resolver Já agora faz uma consulta nas empresas de caixilharias para ver se existe um sistema expecífico para o efeito que pretendes. Sei que caixilhos para colocar à face interior existem, fazem o remate do vão e o resultado é interessante.
  24. É isso mesmo. Uma reentrancia na verga, ombreiras e soleira do vão com a dimenssão do perfil. Só há um senão. Não podem abrir para fora...
  25. Estas opiniões tão clarividentes espantam-me. Pergunto-me se realmente analizaste a essência do projecto como dás a entender. Eu apenas vi uma breve descrição do edifício e 3 imagens virtuais....
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