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Arquitectura.pt


gibag

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  1. Sim. Não é um barómetro de qualidade para quem leva caro, mas é para quem leva barato. Um arquitecto que leva barato está automaticamente a desvalorizar o seu trabalho e retirar qualidade ao mesmo, ou então é pouco experiente. Muitos clientes não confiam muito nos projectistas que levam muito barato. E no meu ponto de vista, com razão.
  2. Quem é mau pagador, será sempre, e só sob pressão abrem o bolso, quando abrem. Já me passaram muitos clientes e quando são certinhos, nem é preciso falar do assunto. Sinceramente, eu penso que é uma maneira de te calar. Se rescindes agora perdes 7 meses, se mais tarde perdes mais. Mas atenção, eu não te quero infuenciar. Faz o que a tua consciencia te mandar. (Atenção já te avisaram antes sobre o imposto que vais pagar sobre dinheiro que não recebeste.) Arranja 2 gorilas:fight: e marca uma reunião com ele, se te perguntar quem são, dizes que são teus sócios, mas que não falam muito...:s
  3. Vi esta semana, não está ao nível do mítico trainspotting, mas é um grande filme. As últimas perguntas do concurso é que não me pareceram tão difíceis para o $$ que estava em causa.
  4. gibag

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    Gajas boas Estou a brincar.... A primeira página precisa de mais imagems, está pobre graficamente e não dá vontade de entrar pelas páginas seguintes.
  5. gibag

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    Kwhyl, Não fiques surpreendido com arquitectos autores de trabalhos com a referida estética. No Norte de Portugal não será muito frequente, mas de Coimbra para baixo estão por toda a parte e não acredito que sejam todas assinadas por engenheiros. Eu conheço um gabinete de arquitectura que opta assumidamente por esta receita (telheitos salientes, molduras coloridas a volta dos vão, colunas pseudo dóricas, etc...) mas o seu objectivo é apenas económico e a qualidade arquitectónica não lhes diz muito. É possível actualizar a casa tradicional portuguesa, sem cair nesta receita habitual. Já tive clientes que se mostraram adeptos deste estilo, mas neste caso JPMR, considero que é quase sempre possível mostrar-lhes que as soluções podem ser outras, e acabam mesmo por se entusiasmar com a casa que poderão ter, achando mesmo as suas primeiras ideias despropositadas. É tudo uma questão de conversar com os clientes. Boa sorte para os próximos projectos.
  6. Apenas um lapso: menor latitude = maior inclinação solar ex: Equador latitude 0, meio dia, no equinócio, são 90º de inclinação solar e incidência nula em paredes verticais.
  7. Com mair orçamento faz-se uma arquitectura mais cara. A boa arquitectura pode ser pobre ou rica.... Isto nem sequer é a minha opinião. É um facto.
  8. Património: Bens da família verificados Casa do chefe do Urbanismo de Mesquita Machado vale um milhão de euros Vida de luxo em Braga Mário Louro, chefe da Divisão do Planeamento Urbanístico na Câmara de Braga, tem uma vida de luxo. A casa onde mora, com vista para o rio Cávado, é uma construção de sonho. A "constatação" foi feita pelas autoridades policiais no âmbito de uma investigação às suspeitas de enriquecimento ilícito que recaíam sobre vários autarcas bracarenses. A PJ pediu o levantamento do segredo bancário e acedeu às contas do arquitecto, alvo de uma das denúncias que entrou na PJ. Mas por falta de disponibilidade de meios acabou por não ser feito o cruzamento do património com os processos em que o técnico superior teve intervenção enquanto responsável pela gestão do Urbanismo. Fica também por explicar qual o rendimento que lhe permitiu adquirir a casa. Em dez anos na autarquia (entre 1992 e 2002) recebeu 331 mil euros de salário bruto. Um valor bastante inferior ao preço da casa (sem o terreno), que custa seguramente mais de um milhão de euros. A moradia mereceu uma menção nos prémios FAD de Arquitectura e é presença assídua em revistas especializadas em casas e decoração. Mário Louro entrou na Câmara em 1985 e em 2002 passou a chefe de Divisão de Planeamento Urbanístico. O arquitecto é responsável pela elaboração de vários projectos, como o Parque Urbano do Picoto. PAI TEM APLICAÇÕES FINANCEIRAS Jerónimo Louro, pai de Mário Louro, tem várias aplicações financeiras. Os diversos extractos bancários cuja cópia foi pedida pela Polícia Judiciária – depois de ter sido levantado o segredo bancário – dão conta de que o familiar do chefe de departamento do Urbanismo fazia frequentes depósitos a prazo, cujos juros eram cobrados normalmente de três em três meses. Ao longo das milhares de folhas do processo não há qualquer informação relativa à profissão de Jerónimo Louro, nem tão-pouco o motivo para os elevados depósitos. As contas não foram sujeitas a qualquer perícia. JET-SKI E HARLEY-DAVIDSON A 21 de Julho de 1990 Mário Louro registou na Repartição Marítima de Esposende um jet--ski Kawasaki classe F, que avaliou em 400 contos, algo como dois mil euros actuais. O veículo, que Mário Louro optou por baptizar de ‘Karapau’, junta-se a outro jet-ski, oferecido pelo seu pai. Foi comprado em 200o e passou-o ao filho três anos depois. Apesar de constar como um conhecido admirador de aeromodelismo, o arquitecto tem igualmente paixões mais térreas. Prova disso é a posse de uma motorizada Harley-Davidson vermelha, datada do ano de 1997. PORMENORES 8 ANOS PARA ARQUIVAR Em Novembro de 2008, e passados oito anos sobre o início da investigação, o Ministério Público decidiu arquivar o caso e não pronunciar nenhum visado. Alegou que não se consegue afirmar que foi este ou aquele quem corrompeu e determinar quem foi corrompido, ou sequer se terá havido corrupção. MATERIAIS CAROS Mário Louro vive numa moradia que ele próprio desenhou, situada na freguesia de Palmeira, no extremo norte do concelho de Braga. Com vista privilegiada para o rio Cávado e um vasto terreno, a casa foi construída em cimento branco – um dos materiais mais caros, acessível apenas a algumas carteiras bem recheadas Liliana Rodrigues/Sérgio Pereira Cardoso/Tânia Laranjo
  9. Não vamos distorcer o que disse, porque está tudo aqui registado. - Em relação às latitudes eu não questionei o intervalo que indicaste, eu afirmei que a gama de climas neste intervalo é extremo. É um facto e não é necessaria uma pesquisa aprofundada para descobrir isso. - Eu não disse que este sistema era desadequado em Portugal, disse sim que não era perfeitamente adaptado. Pode ser adaptado com as devidas condições que se traduzem em mais aplicações tecnicas e construtivas. Esta é a questão que levanto. Se consideras que é perfeitamente adaptavel e eu não, temos opiniões diferentes, o que é aceitavel e por vezes saudável. Confias plenamente nas tuas fontes. Tens todo o direito. Não podes é afirmar que ter um espírito crítico e experimental é conversa da treta sobretudo quando não corresponde aos teus dogmas e não conheces a formação e a experiência de quem está do outro lado. É da investigação e do espírito crítico fundamentado que se surge a inovação e o aperfeiçoamento. E isto não são tretas. Não é cheira-me, nem o penso que. Recordo-te que o arq. Francisco Moita, arq. João Mariz Graça e o eng. Helder Gonçalves que citas, não se basearam apenas em fontes para desenvolver os seus trabalhos. A experiencia por vezes não é quantificável, e de facto não tenho quantificado a minha, mas isto não impede que se questionem as situações em causa. Já percebi que estás actualmente envolvido nestas matéria e que deves ter em mente uma grande variedade de publicações nesta área. Não duvido que as fontes são de extrema importância na argumentação, mas uma discução apenas baseada em citações acaba numa submisão teórica da qual eu não fico refém. Se bem que útil, é provável que esta conversa fique por aqui.
  10. A questão das latitudes está relaçionado com a inclinação da incidência solar por forma a atingir eficientemente as paredes, e não com o clima. Entre estas latitudes encontramos desde climas próximos dos polares até o clima desertico entre o 28º e 32º . Se este sistema é perfeitamente adaptados para todos estes climas , só posso concluir que este sistema tem um caracter divinal e que há quem o adore...
  11. O título não tem a ver com o conteúdo. Quem lé o titulo fica com a ideia que "arquitectura" é uma licenciatura cara ou que só existe em privadas. Em relação ao assunto, um arquitecto que tem no seu círculo de conhecimentos/familiares ligações com promotores, empreiteiros, poder local, poder central etc... tem vantagens óbvias se as quiser e souber aproveitar. Para aqueles que a partida já têm muitas posses, podem desde logo abrir um gabinete e trabalhar mais por gosto do que por necessidade. Mas isto é mesmo assim. Sempre foi. São as regras do jogo. Nem todos são afortunados e quem não é, ou vai a luta ou desiste e segue outro caminho.
  12. Tudo bem, mas é isso que tem de se pesar. Se realmente conpensa encher uma solução de sistemas de gestão que acabam por desvirtuar a sua função. Daí que esta solução seja mais adequada nos paises frios com algum sol ou zonas montanhosas onde toda a energia acumulada é bem vinda em qualquer altura do ano. wationsfils, Construtivamente é possível. Em primeiro lugar, está virado a sul? Menos de metade da área da parede é trombe. e esta parece estar hiperventilada e não chega a existir caixa de ar aquecida entre o vidro e a parede. Tenho dúvidas sobre o seu funcionamento nestas condições. Mas pede mais opiniões.
  13. Contradição: Se fosse perfeitamente adequado não precisava de ser mediante determinadas condições (palas, lâminas, etc.), e poderia ser aplicado na sua forma genuina.
  14. Esta solução não é propriamente destinada a países como o nosso, senão terás de contrariar a energia térmica acumulada em excesso durante mais de metade do ano gastando ainda mais energia. Isto acaba por desvirtuar uma solução dita ecológica...
  15. Isto não tem nada a ver com assinar alvarás, Quantas vezes o pessoal tem de explicar isso. Estas empresas pura e simplesmente precisam (assim a lei o dita) de ter um arq. ou eng. vinculado à empresa. nada mais. ninguém assina nada. E obviamente que isto não é um emprego que sustenta a vida de ninguém. É apenas um extra que não ocupa tempo nem espaço. Um arquitecto pode continuar a sua actividade normal sem que isto tenha qualquer influência.
  16. Denuncia o caso ao INCI. Pode ser que depois de milhares de queixam, alterem alguma coisa Fiscalização, não é propriamente aquilo que melhor funciona em portugal..... Se conseguires resultados avisa aqui o pessoal.
  17. Se não pagam há 8 meses já devias ter rescindido há muito tempo. não tenhas ilusões. Estas empresas tem autorizações anuais que são dadas em Janeiro ou Fevereiro. Ou seja, eles já a tem pra todo o ano de 2009 mesmo que rescindas agora. Só no final do ano se voltam preocupar com isto, contigo ou com outro que vier. Este vínculo é apenas burocrático, não implica tarefa nenhuma em especial, é apenas uma obrigação da empresa em ter alguém (eng. ou arq.) assossiado a responsabilidade da sua actividade. Conheco muita gente que tem este vínculo, eu também já tive, e nenhum prestou qualquer tarefa prática para as respectivas empresas. Estas geralmente também nunca pedem nada.
  18. É difícil neste momento apontar responsabilidades, mas tendo em conta que a obra não estava ainda concluída, se bem bem perto disso, A área afecta à obra e que corresponde ao estaleiro está sob a responsabilidade do empreiteiro. Neste caso o empreiteiro tem de cumprir todas as normas(que devem existir) de segurança no estaleiro, nommeadamente no acondicionamento de rezíduos e desperdícios da obra. Ou seja, nesta fase não consigo descortinar qualquer responsabilidade no projectista ele só passa a ser responsável depois da obra concluída e nos casos que as opções projectuais constituem um potencial ou efectivo perigo.
  19. Teminei o curso em 1999, quando começou a ser obrigatório o estágio académico no 6º ano. Na altura não foi difícil e geralmente eram pagos, pouco mas eram. A realidade agora é bem diferente, quando entrei havia 3 cursos públicos (Lisboa, Porto e coimbra) e penso que duas privadas Lusiadas (Lisboa e Porto). Houve um descontrolo absoluto na abertura de novos cursos e o mercado não consegue absorver todos. Entretanto a ordem que não agiu na altura e procura agora "dificultar" o acesso á ordem aos recem licenciados. Os jovens licenciados não podem agora pagar pelos erros do passado e devem ser integrados como arquitectos, mas há que pensar em limitar o n.º de vagas de arquitectura, porque não é só com legislação que isto se resolve e não é revogando o 73/73 que surge trabalho para todos. A ordem dos médicos sempre foi muito insisiva na limitação de vagas (as vezes até demais) mas o facto é que quando saem das faculdades não são eles que procuram emprego, são os empregos que os procuram a eles.
  20. :foto: obrigado Bom Trabalho
  21. Pra resolver problemas de interpretação Escolha múltipla Apto mas não pode pode mas não está apto apto e pode não pode nem está apto pode mas não deve pode e deve não pode nem deve deve mas não pode :foto:
  22. Para a CAM, nota de honorârios e recibo
  23. :foto:.... Foi rápido. Resta saber quanto vale este UC
  24. Em Lisboa a CAM é um organismo á parte com tel. e morada expecífica. Nos outros município não sei... Há um decreto, ou portaria que define os valores. Não sei qual é mas pesquisa pelo NRAU ou liga para a CAM de Beja. Eu telefonei e disseram-me. Também me vou informar, talvéz tenha avido aumentos em Janeiro Já agora quem encontar esta portaria, coloquem-na aqui SFF.
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