gibag
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Fernando, Assim que a ficha é aprovada pela CAM, mando um recibo verde com retenções e IVA e algumas semanas depois depositam no NIB que forneci. Para já tudo correu normalmente e faço isso há 1 ano e meio.
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A primeira é sempre a mais difícil. 1º lé as instruções de aplicação do NRAU. que estão em PDF no site. Aqui tiras as dúvidas quase todas e sabes o que deves ou não fazer e quais os critérios de avaliação. Normalmente não voltam a contactar e para pagar cada CAM tem o seu sistema. Para lisboa é preciso registar actividade com o Município e depois entregar recibo verde com o valor. Na tua área reservada na net podes seguir a evolução do processo. O valor é 72€ por vistoria, mas se forem 2 no mesmo prédio os valores são diferentes. Conselhos que posso dar: levar boa maquina fotográfica e tirar muitas fotos referentes a todos os aspectos a analizar. Eu não preencho a ficha no local, prefiro em casa através das fotos e mais concentrado. Não te esqueças de nada porque não podes lá voltar Tempos: entre 30min a 1h na vistoria e outro tanto para o preenchimento da ficha Muita atenção as instalações de gás. Nos casos que é obrigatório o certificado de inspecção.
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Pelos vistos não percebeste, se leres alguns comentários anteriores com atenção (excluindo do Seraph mas que tem todo direito a expressar a sua opinião) percebes que qualquer pessoa pode fazer um estudo prévio... Não há aqui ferida nenhuma nem palavras proibidas, penso eu. O discurso do vocés isto e nós aquilo não leva a lado nenhum. Boa sorte para o teu Estudo Prévio.
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Isto, de facto, é o que a Ordem diz, mas não tem qualquer valor legislativo ou seja, não é lei. O que a lei diz está no 73/73, como estamos farto de saber. Mais uma coisa. O estudo prévio não se consubstancia num licenciamento nem pode servir de base para uma empreitada. É apenas uma apresentação de intenções e ideias, que não implicam mais do que isso. Portanto na minha perspectiva, pode ser executado por não arquitectos. não podem é dar o salto para as fases subsequentes, onde existe responsabilidade técnica. Numa pesrpectiva ética, não faz muito sentido elaborar um estudo prévio para um cliente, este aprova-o, sabendo que não lhe poderá dar continuidade. Senão entramos de novo em "esquemas"
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Em Lisboa passa pelo Parque Expo e CCB. Neste fórum encontras muitas obras na "arquitectura nacional" que podem ter interesse.
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Isto é um forum de engate ......boa.....:foto:
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Portaria n.º 701-H/2008 de 29 de Julho Marco, Esta recente portaria, e também a anterior, prevé que a assistencia a obra faz parte dos compromissos dos projectistas quando iniciam o projecto. É uma questão pertinente porque sabemos que muitos projectistas se baldam nesta fase. Mas o facto, e o que está na lei, é que temos de dar essa assistencia sempre que necessária sem cobrar mais por isso. Mas isso não impede que se contrate uma assistencia mais permanente e intensiva com o Arquitecto, pena é que quando isso acontece é um engenheiro que fica com esse papel...
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Gosto do sentido de humorXD Já agora não me chames de gigab, que não sou um computador... Quanto ao resto tudo bem, vens desenvolver o que referi no meu post das 10h05.
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Agros, Os grandes promotores com projectos de grande escala não são levados por bons angariadores. Aqui, o preponderante são as redes de conhecimentos e relações profissionais nestes círculos muito herméticos. Um promotor que pretende desenvolver um grande empreendimento irá contratar os seus projectistas de confiança com quem se relaciona. Se estes o desiludirem, não vai lançar nenhum concurso público nem tão pouco solicitar entrevistas com gabinetes de projectistas. Irá perguntar aos seus pares do seu círculo de conhecimentos quem é que lhe aconselham para desenvolver o projecto. Ou então contrata um gabinete de topo (com nome sonante).
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Essa não percebi Argos, a mim parece-me que quem é bom a angariar clientes não precisa de procurar emprego, fica com os clientes para ele e já tem emprego....
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Tenho que pagar ao arquitecto por me ter feito o estudo prévio???
gibag replied to Marco Silva's topic in Arquitectura
Não é assim tão simples Vanda, O Código dos Direitos de Autor incide sobre projectos e obras de arquitectura mesmo que inacabados. Portanto um cliente ao desvincular-se de um arquitecto e contratar outro para continuar o projecto, das duas uma, ou obtem autorização do primeiro para continuar o projecto original ou faz outro projecto novo. Os clientes normalmente, desconhecem esta situação. -
Palácio Nacional da Pena em 2º !!! Uma amalgama de referencias estilisticas fora de tempo e de contexto em 2º, num forum de arquitectura. Alguém me explica como??
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Tendo em conta que na sequência do envio de um currícuo vem a entrevista, os critérios de apresentação e comunicação serão então avaliados. A entrevista é mais completa que o video porque permite interacção e dialogo. Em relação à importância da apresentação e comunicação, depende de quem contrata. Existem gabinetes que só querem mão-de-obra silenciosa, porque não é suposto sair da frente do monitor. Outros precisam de apoio para saídas e reuniões, convém uma boa apresentação. Outros precisam de alguém que também assista à obra. Aí a comunicação e experiencia são fundamentais. Outros querem "Gajas boas", não sei porqué.... Resumindo..... depende do objectivo do contratante.
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Com maquete e 3D talvéz se justifique. Atenção aos direitos de autor para o caso de fazeres o Estudo Prévio e o cliente se desvincular a seguir. O teu Estudo Prévio não pederá ser "copiado" por outro a menos que o autorises.
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Em relação à imagem tenho 3 situações a apontar: - No mozaico das paredes, a primeira fiada a contar de cima está cortada. Só quando não há alternativas é que se faz isso. A olho, parece-me que metes 4 sem cortes. - No mozaico do pavimento as juntas estão sobredimensionadas. - Sou da opinião que ver o exterior pela janela seria positivo, criava alguma descompressão e para efeitos de marketing esses pormenores interessam sempre. Em relação às orientações, quando o enquadramento paisagistico é interessante, o ideal é virado a Norte porque o sol não provoca contra-luz e ilumina a paisagem a nossa frente durante todo o dia, potenciando as cores, formas e profundidade. Actualmente existem soluções que permitem colocar vãos em qualquer posição sem que tenham consequências negativa ao nível térmico. Tudo depende da filosofia do projecto.
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Voltando ao projecto, Tenho em boa conta o trabalho de Souto Moura mas pelas imagens apresentadas, está longe daquilo a que nos habituou. Souto Moura opta por aquele volume branco, saliente e com envidraçado recolhido. Esta solução é muito fotogénica mas já foi mais que explorada e utilizada nos últimos 15 anos. Sinceramente, já enjoa... É uma espécie de receita para o projecto ter um ar contemporáneo. Em relação as rampas, actualmente com a legislação das acessibilidades tem de ser, ou isso ou um elevador.
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Esta recorda-me Ronda no sul de Espanha, Cidade eregida a beira de uma falésia ingreme com quase 200 metros. http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://www.johnhbradley.com/photos/032903ronda/dscn4696.jpg&imgrefurl=http://www.johnhbradley.com/pictures2.asp%3Fvar%3D032903ronda&usg=__0bIYbh_QdoA6nhdBH0VVJmDW0vE=&h=640&w=480&sz=108&hl=pt-PT&start=115&sig2=W-oeymyqBiNuGvAhzSfJOw&tbnid=tv9hir4VRkQuJM:&tbnh=137&tbnw=103&ei=P0yASd_TIdCs-gbW1bTFBA&prev=/images%3Fq%3Dronda%2Bspain%26start%3D100%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DN
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Contrariamente a generalidade dos comentários aqui inseridos, não faço uma conexão tão obvia entre o vanguardimo com a arquitectura efémera. Poderá haver projectos que refletem essas duas realidades (efémera e vanguardista). No entanto, a Arquitectura efémera não contempla a "durabilidade" temporal e soluções construtivas permanentes, que podem ser amplamente exploradas na âmbito da arquitectura vanguardista. A arquitectura efémera pode colar-se a qualquer corrente arquitectónica, podendo ser até bastante convencional.
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dá andar a recusar trabalho...:foto:
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Não tinha muito que fazer, no momento. é o que
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Kwhyl. Estás a meter tudo mo mesmo saco. Para ti quem faz 3d, trabalha para um escritório e ganha pouco por lá. Eu não trabalho em nenhum escritório e licenciei-me há 9 anos, e haverá muitos noutras situações. piores e melhores. Cada caso é um caso. Em termos de orçamento eu não desco abaixo de um determinado limite para todo o tipo de trabalho que exerço, não só com o 3D. Não só pela dignidade, mas sobretudo pela qualidade.
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Desafiadora da gravidade e negação da hortogonalidade como sempre. Muitos projectos, muito marketing e (relativamente) pouca obra realizada.
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Em duas horas e meia, eu chamo-lhe talento...
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(sem conhecer o Projecto, mas andaria por aí) Para o exterior 700€= 550+75+75 Para as interiores um modelo expecífico para cada compartimento 750€=250x3 Tudo 1450€ Não sendo este o meu mercado típico de trabalho, tem vindo a aparecer, se o cliente acha caro, prefiro não fazer. é um trabalho minucioso e desgastante. E não te esquecas que normalmente os clientes gostam de fazer experiencias no final.
