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Arquitectura.pt


gibag

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  1. Sim, pensei no factor preço, mas a médio/longo prazo pode compensar.
  2. Gostaria de saber qual a vossa opinião quanto à colocação de rodapé em resinas fenólicas, em contraponto com madeira lacada, quanto à durabilidade/manutenção em locais com muito tráfego. Confesso que não conheço exemplos com esta solução, daí as minhas dúvidas.
  3. Se não fossem as 2 árvores iguais...
  4. Como tudo o que é subjectivo, ou tudo o que se encontra no meio, tudo depende da interpretação do observador. falando apenas do natural/artificial: para mim, toda a construção é artificial, mesmo que feita com materiais locais, enterrada no subsolo e revestida de vegetação. A construção por si, implica a utilização de materiais e sistemas, que por mais rudimentares que sejam, vizam a criação, transformação ou alteração de espaços.
  5. OK. Como disse, Não incidi muito sobre o autor. Uma coisa é certa. Teve uma longa vida, viveu num contexto que lhe era favorável, e soube muito bem apoveitar isso. Foi um digno representante da arquitectura modernista em Portugal.
  6. Eu fiquei com a ideia que a sua quebra de produtividade depois da gulbenkian foi intencional, tendo optado por uma vida mais serena e discreta. O meu trabalho incidiu mais na obra (estacas), e pouco no autor. A mim custa-me ver o bairro degradado e ter sido invadido pelas marquises, apesar do valor aquitectónico e prémio internacional de arquitectura que teve.
  7. Engraçado, também fiz um trabalho sobre o Athouguia e as Estacas no mestrado. A Arq. Ana Tostões publicou muita coisa sobre esta temática.
  8. X-acto Acabo de descobrir que és Ainda bem, porque este fórum é muito pouco equilibrado a este nível. Para tentar concluir esta fuga-de-tema. O que acontece em muitos casos e que também me aconteceu, é o dono de obra que decide alterações durante a obra que comprometem esses aspectos. E acredita que é vulgar e pouco podemos contra isso. Normalmente um projectista não se arrisca a não cumprir as disposições legais em projecto. é demasiada responsabilidade, penso eu. PS1. O corte inglés é privado PS2. desde que a Casa da Música tenha um acesso alternativo para deficientes, cumpre. Voltando ao tema. boas saídas profissionais, se não se ficarem pelas modas e alargarem o leque, não faltam saídas.
  9. O Maior inconvenientes desses sitemas é a fraca resistência mecânica. Os isolamentos utilizado e o reboco delgado que os recobre ficam facilmente com marcas dos toques e pancadas. Se o foamglass garante mais resistência é uma mais valia, sobretudo se o edifício se situa numa zona propícia ao contacto em r/ de chão. O senão é o preço, como já foi referido. Placas WEDI, não conheço, mas vou ver se descubro. Consulta outros tópicos mais antigos onde este tema já foi amplamente abordado.
  10. Estou a fugir ao tema mas essa parte é interessante. Insinuas que não cumprem. 1º. A legisação relativa as acessibilidades é aplicavel a todos os edifícios. O facto dos projectos não passarem pela câmara não é motivo para não cumprir. 2º. se não estou enganado a legislação sobre as acessibilidades surgiu em 1997. Obviamente as estações de metro anteriores a esta data não estavam obrigadas a cumprir o que não existia. mas devem quando possivel resolver esta situação posteriormente. Repito quando possível. 3.º esta legislação prevê as situações de grande complexidade ou ligadas ao património que comprometem as acessibilidades. 4.º Eu não sei se a casa da Música cumpre. Não faço observações dessas a "olho". Mas se de facto não cumpre, devia. E a culpa não é concerteza por estar dispensado do olho clínico do licenciamento camarário.
  11. X-acto Insistes em responder a questões que não levanto. Não disse que era necessário licenciamento da arquitectura nem falei em promoção imobiliária. Não adianta colorares-me do outro lado da barricada. Não estou aqui para defender ou promover nenhuma instituição e há 10 anos que entrego projectos em câmaras. Não vou aqui discutir quem é que cumpre, quem tem carta branca ou quem é que sofre mais.
  12. X- acto e ARK. Volto a repetir: licenciamentos das especialidades. projectos de àguas, esgotos, gás, electricidade, telecomunicações, segurança contra incêndios, etc... Estão sujeitos a aprovação/validação/licenciamento ou como lhe queiram chamar, por entidades credenciadas ( Smas, EDP, telecom, ISQ, IGESPAR, etc..) Se continuam a achar que não, então esses edifícios devem funcionar sem as respectivas redes e sistemas.
  13. E não estás ?? Eu não me atrevo a generalizar como no comentário anterior. A mim interessa-me a minha experiencia. Estes aspectos "trabalho a sério, esforçado, prazos para cumprir, nervos à flor da pele", estão relacionados com a responsabilidade e o brio profissional de cada indivíduo seja no público ou no privado. Em relação ao grosso da qualidade imperar no privado, estou em total acordo. É uma questão PROPORCIONAL. Em 100 projectos, talvés 2 ou 3 tenham sido projectados no sector público. Os projectos do poder central, sujeitam-se a toda a legislação aplicável e aos respectivos licenciamentos das especialidades.
  14. Querem uma resposta funamentada? aqui vai. Falando do poder central. Existe uma série de entidades de ministérios onde se faz projecto. Quando acabei o curso fui a procura delas e não me fiquei pelo preconceito, e não andei atrás dos gabinetes da "moda" para fingir que fazia projectos Fui parar a um serviço de estudos e projectos onde se aprende e trabalha a sério. Projectos de execução de edifícios públicos. Adjudicações fora? Apenas algumas expecialidades. Desde os primeiros riscos ao acompanhamento de obras, era tudo feito lá. Ao fim de 3 meses já tinha projectos à minha responsabilidade. Conseguem esta aprendizagem e responsabilidade em gabinetes privados e em estágio? Não brinquem comigo. Este gabinete, já não existe com as fusões que tem havido, mas continuam a existir locais com essas características. Eles não fazem publicidade, é preciso procurar. Quanto às câmaras, Narayan, Tenho colegas que lá só fazem projectos. Não há apenas arquitectos nos serviços de apreciação, contrariamente ao que se pensa.
  15. Uma das exposições da ExperimentaDesign 09 vai deciorrer na SNBA (Lapse in Time). É uma boa oportunidade para ver o edificio recentemente remodelado. http://www.snba.pt/
  16. Esperas um "não" e queres dar a volta a situação com o deferimento tácito ?
  17. Isto mostra uma coisa: Os arquitectos, enquanto classe profissional, têm pouca poder, pouca influência e pouco "jeito" para se movimentar.
  18. Apoiado pelo desenho vou pensando em várias escalas, no conceito, na funcionalidade, nos requisitos técnicos e construtivos, na estabilidade, na legislação, na relação com as pessoas, na relação com a envolvente, na relação com factores bioclimáticos, e muito mais... e aos poucos os desenhos tornam-se mais claros e conclusivos. Comigo é tudo muito simultâneo com outros colegas afirmaram. É uma espécie de brainstorming com o lápis na mão.
  19. Aqui está o nosso papel neste panorama. E seguindo esta premissa, grande parte do edificado construído, talvez nem deveria ter varandas, por serem totalmente desapropriadas.
  20. Mr. Arch Tenho algumas observações a fazer ao seu texto. Os motivos da criação de marquises estão longe de se resumir a zonas de tratamento de roupa ou arrumações. Grande parte são simplesmente prolongamentos dos espaços confinantes sem funções específicas para além de aumentar área útil. Não nos esqueçamos que muitas paredes delimitadoras de varandas foram demolidas e do interior dificilmente se percebe que existia aí uma varanda. (O que se vai fazer com estes?) Discordo da sua observação sobre as salas de grande dimensão. Como já referi anteriormente, se a sala for ampla será menos provável que o utente se sinta tentado a fechar a varanda. As insinuações de mau gosto dos políticos e funcionários públicos parecem-me um lavar-de-mãos sobre a responsabilidade, que de facto é de todos. Já agora, Percaridade Perciso Projectar-mos Pensá-se
  21. Fechar varandas tem a meu ver 2 motivos: 1º Aumentar área util do apartamento 2º Varandas descaracterizadas sem fruição possível (espaço diminuto, poluição, ruido, contemplação nula ou desinteressante.) O nosso papel (arquitectos) é fundamental na prevenção deste fenómeno, já que nos edifícios existentes pouco ou nada podemos fazer, além de aprender com os erros cometidos. Tenho verificado nalguns novos edifícios soluções objectivas para evitar este fenómeno e que têm resultado. Aumentar a área dos compartimentos com varanda. Em tempos faziam-se salas com 12/15m2 e fechar a varanda sempre dava para desafogar o espaço. Não criar varandas onde não cabem confortavelmente duas cadeiras. Protecção transparente. Evitar muros. Se me sento para descontrair quero ver mais do que apenas parte do céu. E principalmente. Não criar varandas em locais ou orientações desapropriadas e desagradáveis, só servirão para acumular lixo.... ou fazer marquises.
  22. Tem pouca importancia na procura de emprego e não tem nenhuma importância durante a actividade profissional.
  23. Fala sim. Ficha n.º 5 - Altura da edificação. é referido como sendo sinónimo.
  24. É lichado, mas tens razão. Apesar de (penso eu) estar no conhecimento geral que a cércea terminava nas platibandas dos edifícios ou topo das fachadas, mesmo com telhado numa cota superior, este recente DR 9/2009 define-a como altura máxima.
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