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  1. Convenhamos. A mentira era fraquita, embora bem disposta. Cá pra mim fruto dum imaginativo "deficiente capilar ?!? mas isto escreve-se nalgum sítio", mas os comentários ... e ainda houve quem caísse ... e argumentasse ?!? Chhhhh ...
  2. Rjafonso, o melhor realmente é contactar a Câmara, no entanto e se o seu lote está em Reserva Agrícola essa circunstância limita fortemente qualquer operação imobiliária, como aquela que pretende fazer (construir 2 casas). Nestas áreas pretende-se preservar as actividades agrícolas locais, sendo que o uso habitacional se destina principalmente aos proprietários dessas explorações. A limitação da área de construção pelo indíce de 0,05, a área mínima de 6000m2 e de apenas um fogo por parcela, são medidas de ordenamento do território para reduzir a pressão imobiliária sobre estas zonas. A sua ide
  3. Do ponto de vista do licenciamento Telas Finais são um "velho" expediente que tem basicamente 2 finalidades: 1 - registo das alterações ocorridas durante a construção, que não tenham implicações legais no processo já licenciado (ver RJUE); 2 - arquivo das peças desenhadas e eventual reprodução (daí o "transparente", não deformável) quando solicitado aos serviços camarários. Ou seja, neste caso não se trata do processo de obra, mas sim das peças desenhadas equivalentes às do processo de licenciamento (plantas, cortes e alçados em escala adequada e com a informação exigida). No contexto de Ob
  4. Apesar de o tópico ter vindo a incidir particularmente sobre a habitação, venho trazer aqui a questão da aplicabilidade do DL 163 a estabelecimentos de restauração. Em consulta informal deu para perceber que o meu entendimento e do colega da câmara não coincidem de todo, pelo que venho recolher contributos de outras experiências. 1 - Trata-se de uma ampliação interior de 30m2, para área de público (total 80m2), num estabelecimento licenciado, que obriga à reformulação parcial da actual escada de serviço para acesso ao piso superior (áreas de pessoal). O edifício tem mais de 80 anos e está lo
  5. Já há muita coisa em projecto e em comercialização. Sobretudo nos EUA. http://fabprefab.com/fabfiles/containerbayhome.htm
  6. Maximus Como não achou o anterior post "feliz", vamos ver se me sai melhor este. Primeiro, acho muitíssimo bem as pessoas preocuparem-se com o espaço onde querem viver, e sobre isso recolher informação sobre o "habitar" ou a "casa", visitar edifícios e habitações, correr mostras e exposições, repensar as suas necessidades, sonhar um pouco e ... fazer esboços. Segundo, este Forum, não é só para arquitectos, mas é sobre Arquitectura! E portanto quando você participa o mais certo é receber post's de pessoas que pensam e trabalham em arquitectura, e que já fazem ou farão disso a sua profissã
  7. Não sei se será pertinente, mas então se o Maximus se propõe contactar um arquitecto, faz sentido haver uns quantos colegas a dar contributos previamente? Até pode ser um pouco confuso ou não? É que se fosse no nosso atelier, possivelmente precisariamos de muitos mais dados para uma abordagem esclarecedora sobre o assunto. E faríamos uma proposta de trabalho ! A situação do ponto de vista deontológico é até um pouco delicada e abre um precedente (os Moderadores poderão manifestar-se), sobre a possibilidade ou não, de através do Forum se fazerem consultas técnicas de terceiros sobre projectos
  8. Volto ao assunto. Com a eliminação das tabelas e fórmulas de cálculo de honorários, como chegar a valores? Obviamente cada gabinete fará as suas contas ... e dará uns tiros no escuro até acertar com os valores do(s) mercado(s) de projecto, mas depois de perder uns quantos trabalhos. A questão é saber por que patamar é que se vai nivelar o mercado. O privado, o público, o rural, o industrial, o comercial, o do Alentejo, o de Lisboa .... Numa profissão em que o início de carreira, a precaridade, o gabinete de vão de escada, os estagiários a saldo e a concorrência de outros profissionais já di
  9. Condições especiais relativas à estética das edificações CAPÍTULO ÚNICO -Art. 121.º "As construções em zonas urbanas ou rurais, seja qual for a sua natureza e o fim a que se destinem, deverão ser delineadas, executadas e mantidas de forma que contribuam para dignificação e valorização estética do conjunto em que venham a integrar-se.Não poderão erigir-se quaisquer construções susceptíveis de comprometerem, pela localização, aparência ou porpoções, o aspecto das povoações ou dos conjuntos arquitectónicos, edifícios e locais de reconhecido interesse histórico ou artístico ou de prejudicar
  10. Também me parece de validar os 3m, mesmo que não esteja explicitado na legislação. É o padrão para edifícios de serviços que recebam público. Na DGSS (Direcção Geral da Segurança Social), existe um guião técnico de 1996 que pode ser útil: http://www1.seg-social.pt/preview_documentos.asp?r=17187&m=PDF Quanto à passagem elevada, falo por experiência própria, mesmo garantindo um pé-direito generoso, sempre superior a 5m (quase 2 pisos), as câmaras são muito avessas a soluções desse tipo, pelo impacto visual, pela possível repetição e a pela questão da ocupação (aérea) de espaço público, q
  11. Não sei se o tema já veio a tópico mas como a portaria foi publicada em 01/08/2008, durante as férias ... pode ter passado ao lado, a mim passou-me. É um aspecto muito sensível da nossa actividade, acho que vai trazer alguns sobressaltos, sobretudo na encomenda pública. A OA não fez grande barulho ...pelo menos comparando com o 73/73 in http://www.oasrn.org/mensageiro.php?id1=282 A Portaria n.º 701-H/2008 de 29 de Julho, que aprova o conteúdo obrigatório do programa e do projecto de execução, bem como os procedimentos e normas a adoptar na elaboração e faseamento de projectos de obras p
  12. Agradeço a precisão. Não sou especialista. No entanto a alusão tinha a ver com princípio técnico utilizado - inerte, ligante, água, compactação > base estável, que tem semelhanças com o processo de execução do solo-cimento, sendo que nesse caso o inerte é o solo local, seleccionado ou melhorado, de preferência com elevado teor de areia ±70%. Efectivamente o conceito de solo-cimento é muito mais abrangente do que as aplicações rodoviárias recentes. Genericamente abrange todas as misturas de cura húmida e compactação com recurso à adição de solos, como por exemplo na construção de adobes, ou
  13. Todas as pesquisas e denúncias podem ser legítimas, mas relativamente à identificação do "plágio" em Arquitectura, continuo com grandes dúvidas, a menos que se trate de uma cópia fiel, integral e sem adaptações. Numa actividade em que a divulgação do produto "Projecto" é indispensável, abundante e está disponível para todos ... como evitar que os modelos, a linguagem, os conceitos não sejam reproduzidos ? Como delimitar a fronteira entre a cópia e o "parecido com"? Em Arquitectura, "copiar uma ideia" ou "copiar o conceito" só se esclarece quando materializado num objecto, ou pelo menos num
  14. O JVS abriu-me a curiosidade e procurei uns portos de rio e estuário, com terminais de cruzeiro. A escala destes navios é perfeitamente surpreendente quando confrontada com as cidades onde acostam. Dá para perceber que o terminal se não for bem desenhado pode ser uma espécie "apeadeiro" para apanhar um Jumbo. As situações são muito diversas. A mais parecida com Lisboa talvez seja Liverpool, tem o rio e o mar bem perto. Roterdão activou recentemente o terminal de cruzeiros que estava desactivado desde 1970. Londres (as fotos eram desinteressantes), criou um novo terminal no Porto de Tilbury, u
  15. Sou novo por aqui e o tópico até parecia prometer, afinal ... Fiquei com a impressão de ter caído no meio de um debate "manhoso" na assembleia municipal da terra. A tratarmo-nos assim, os detractores da Arquitectura e dos Arquitectos nem precisam fazer nada. Lamentável. Ainda não há projecto, ainda não há concurso, se não houver contributos positivos não dá para fechar o tópico ? Eu, modestamente, lanço uma questão: O modelo corrente de "zona ribeirinha" tem padronizado as soluções em fiadas de bares, esplanadas e restaurantes virados de plantão para a água ou em intermináveis percursos
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