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guigigantetiago

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  1. Entenda-se a Habitação, não enquanto “a casa” ou “o lar”, mas como espaço criado na sua generalidade para Habitar. Trata-se, acima de tudo, da conceptualização possível do Acto de Habitar Contemporâneo, associado a áreas mínimas e temáticas cuja actualidade é indiscutível. Em causa está a defesa de uma tipologia, onde ao público em geral, com pouco acesso e conhecimento das reposnsabilidades e trabalho de um arquitecto, parece ser necessário apresentar possíveis aplicações práticas na actualidade. No entanto, a ideia de Habitação mínima não se pode limitar a esse conceito. É necessário procura
  2. Creio que os jovens preferem ficar em casa dos pais, dada a diminuta oferta na habitação no que diz respeito a casa acessíveis e em parâmetros que os satisfaçam... e são esses mesmo jovens que sim, têm um estilo de vida equiparável a estilos europeus. Não é necessário ter dinheiro para visitar galerias, exposições, ir a um bar com os amigos... o que fica caro são as deslocações aos locais onde a oferta cultural se encontra, tendo que ir de automóvel, colocando os carros nos parques pagos, dada a diminuta oferta de estacionamento gratuito nos centros ou mesmo nos ditos "shoppings"... No que d
  3. O actual contexto mundial, aliado a números recentes no que diz respeito ao panorama actual da Habitação em Portugal, parece ser motivo mais que evidente para uma nova oportunidade de explorar alternativas, num processo estancado de normas e modelos de há mais de 30 anos. A casa flexível, tecnológica, sustentável, ecológica y, sobretudo, exequível e economicamente acessível é uma directriz que pede investigação e imaginação, na procura de novas respostas que a tornem numa realidade, quanto antes. Quais as alternativas possíveis a habitação desse tipo, existentes em Portugal? Qual a oferta im
  4. "realidade 1: vamos progressivamente tentado aproximando-nos da Europa. Queremos que as nossas cidades sejam quanto mais europeias possam e não pensamos que, se calhar podemos construir uma modelo mais português." O modelo português poderá passar pela "tradição, talvez das melhores que nos separam da Europa...casas grandes, vivemos em espaços grandes, arejados, com boa vista e luz..." No entanto, quando se fala de Habitação Mínima, não se poderia pensar em Habitáculos como os criados por Kisho Kurokawa, na 'Nakagin Capsule Tower' (1972). Tais áreas seriam incompatíveis com a própria cultura p
  5. Na tentativa de alargar um pouco a discussão, não apenas a Arquitectos ou interessados na área, foi criada a página http://minimum-dwelling.webs.com/ , na qual se espera que o Habitante/Utilizador da habitação, alvo primordial da Arquitectura, possa intervir com as suas opiniões.
  6. Entrevista ao geógrafo Álvaro Domingues, no programa "Portugal em Directo", de 14 de Abril de 2009. Disponível na integra em http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=19455&idpod=24250&formato=wmv&pag=recentes&escolha=
  7. Gary Chang, Gary's Cahng apartment, 32m2. Hong Kong (versão de M_1998)
  8. O tema proposto deve-se à condição actual da habitação, entendida num contexto de crise, tanto económica como de valores. A temática da Habitação Mínima encontra-se balizada temporalmente por pesquisas históricas referentes à ideia de Existenzminimum, desenvolvida no design e arquitectura alemães nos anos 30, afirmada no II CIAM de Frankfurt, no ano de 1929, sob o tema do “mínimo para a existência”. Tais pesquisas, entre outras, viriam a ter reflexos na habitação social modernista de todo o século XX (Portugal e SAAL incluído). Desse modo e até ao presente tempo, a discussão na quantidade
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