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Dreamer

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  1. Fotografias da envolvente nunca vi, mas descobri a localização da casa via google earth. É toda aquela "faixa" clara que vai de uma rua à outra. Ficam aqui duas imagens: ...e o ficheiro com a localização no google earth:
  2. Realmente não consegue perceber muito pouco pelo que é apresentado. Mas assim à primeira vista, parece realmente uma grande confusão arquitectónica, aliada a um elevado grau de impermeabilização do solo.
  3. Após ler este artigo, só me dá vontade de questionar a quem de direito, para que é que se legisla?... Link: http://jn.sapo.pt/2008/05/20/porto/multas_falta_acesso_para_deficientes.html
  4. Igespar ainda não recebeu projecto da TCN para Bolhão alfredo cunha Cedência do direito de superfície do Bolhão à TramCroNe só será assinada após a aprovação do projecto Carla Sofia Luz O projecto para a reconversão do mercado do Bolhão, no Porto, não deu entrada no Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar). A arquitecta Paula Silva, da Direcção Regional da Cultura do Norte que trabalha em articulação com o Igespar, garantiu, ontem de manhã, que, "oficialmente, ainda não existe um projecto" para o edifício, tendo-se realizado apenas uma "reunião exploratória". No encontro, o instituto informou a TramCroNe que a preservação do edificado e a manutenção das funções do mercado são condições "essenciais" para a viabilização de uma proposta de requalificação do Bolhão. No dia em que Pedro Neves, director-executivo da TCN Portugal, afirmou que a empresa está disponível para alterar a sua proposta para o Bolhão, Paula Silva esclareceu que o processo de análise pelo Igespar está em fase embrionária. "Foram apresentados alguns desenhos pela empresa e nós indicámos os princípios essenciais para o projecto de conservação e de requalificação do Bolhão, decorrentes da lei de base do património. É preciso preservar o edificado na sua essência e as funções do mercado. O Bolhão tem de continuar a existir enquanto mercado", sublinhou a arquitecta, após a audição pelo deputado Fernando Jesus, na qualidade de redactor do futuro relatório da Comissão de Poder Local no Parlamento, que analisa a petição de 50 mil pessoas contra a privatização do Bolhão. Considerando que é "preferível que o projecto seja bem elaborado" e demore mais tempo a ser executado, Paula Silva explica que este processo não tem um tratamento de excepção, embora o "facto de ser um imóvel classificado" obrigue a uma "atitude de cautela e de atenção". Já está agendada uma segunda reunião. Deixando claro que a TramCroNe não fará "qualquer projecto que não tenha o apoio da Câmara e do Igespar", Pedro Neves explicou o conceito da solução vencedora ao deputado Fernando Jesus, assinalando o acordo celebrado com a Associação de Comerciantes do mercado. A solução da empresa, que coloca as bancas do mercado no último piso, manterá todas as lojas no exterior, mas as rendas serão revistas. Só os vendedores no interior do mercado que queiram permanecer após as obras não verão a sua mensalidade subir muito. "As rendas que hoje os comerciantes do interior pagam [5,45 euros por metro quadrado] vão manter-se, actualizadas com a inflacção", esclareceu Pedro Neves, que não receia um "chumbo" do Igespar à proposta da empresa. O contrato de cedência do direito de superfície do imóvel só será assinado após a aprovação do projecto. A expectativa da TramCroNe é que a obra inicie este ano. "Se nos deixarem, avançamos já. Se nos disserem que há outros parâmetros a analisar e que entram em conflito com este projecto, estamos abertos a colher sugestões", continua, assinalando, porém, que qualquer solução definitiva terá de ser economicamente sustentável. "Tem que ser um projecto que interesse ao investidor privado e à banca que irá financiá-lo". Insistindo na disponibilidade para acomodar alterações à proposta actual, Pedro Neves questiona a vontade de algumas pessoas em parar este processo "Quando é feita uma petição e nós dizemos que estamos de acordo com os quatro pontos da petição e queremos fazer deles o nosso compromisso, por que é que essas pessoas continuam a dizer que são contra?" Link: http://jn.sapo.pt/2008/05/20/porto/igespar_ainda_recebeu_projecto_tcn_p.html
  5. Mercado do Bolhão ideias para o futuro da cidade alfredo cunha Lígia Paz, Doutoranda na Universidade de Barcelona Recentemente e pelas piores razões, a discussão sobre o futuro do Mercado do Bolhão ganhou um novo impulso. De um lado, o projecto de reconversão promovido por um grupo holandês e apoiado pelo actual executivo municipal; do outro, um activo grupo de cidadãos que desejam preservar o património arquitectónico e cultural que o Bolhão representa. Esta dualidade tem-se concentrado no edificado e nos usos inerentes ao espaço comercial que o mercado representa, deixando frequentemente de lado algumas principais questões que integram o futuro deste espaço. Um dos problemas que tem vindo a enfrentar ao longo dos últimos anos está intimamente relacionado com o consumo local e, por conseguinte, com a progressiva desertificação da Baixa do Porto. Não só tem havido uma descida acentuada das pessoas que aí habitam, como também uma profunda e notória degradação da habitação disponível nesta zona da cidade. Actualmente, os planos do Executivo camarário parecem indicar uma preferência por uma reconversão de luxo, incentivando a transformação do actual parque habitacional degradado por um caro, exclusivo, e acessível a poucos - como é, aliás, o caso do próprio projecto recentemente apresentado para o interior do mercado do Bolhão. A aceleração da especulação imobiliária é já notória em diversas zonas da Baixa, e a substituição de uma população maioritariamente pobre e envelhecida irá rápidamente dar lugar a uma exclusiva classe social de elevado poder de compra. Esta questão é essencial em toda a problemática do mercado do Bolhão. É importante promover a variedade de pessoas, usos, comércios; que se promova a diversidade de estratos etários e sociais. Apenas esta multiplicidade poderá garantir que o centro da cidade se desenvolva de uma forma saudável e acessível a todos. Com isto, o comércio local, no qual se insere o Bolhão, só terá a ganhar. O aumento do número de pessoas a viver na Baixa será benéfico em diversos aspectos, nos quais se incluem a diminuição do fluxo de tráfego (e suas consequências ambientais); o aumento de qualidade de vida para os seus habitantes; a preservação do património local. O mercado da Boquería, em Barcelona, tem sido apontado como um dos possíveis exemplos a seguir. À semelhança do Bolhão, a Boquería localiza-se no centro da cidade; mas,ao contrário do Porto, o centro de Barcelona é densamente povoado, dispõe de excelentes condições de acessibilidade por transporte público, e prima por um completo leque de ofertas culturais e comerciais de todo o tipo e para todos os gostos. Além disso, o governo da cidade chamou a si a responsabilidade pela revitalização e desenvolvimento articulados da rede de mercados municipais. É importante referir que em Barcelona não há apenas o mercado da Boquería; há 40 mercados espalhados pelos diversos bairros. A proximidade de um comércio de qualidade alargado tem benefícios directos na vida dos seus consumidores, bem como para todos os habitantes da cidade. Encontrando potencial para repensar o modelo dos mercados do século XXI, a Câmara de Barcelona impulsionou uma estratégia abrangente para preservar e de-senvolver estes espaços de comunicação e comércio. É então graças à inteligência do Executivo municipal que os mercados se aliam às variadas festas tradicionais, usam painéis solares, são palcos de espectáculos diversos. Veículos para a integração multicultural, aliam-se a restaurantes, lançam livros de receitas, promovem a cooperação com organizações de fomento da coesão social, comercializam os produtos autóctones, e mais um sem-número de actividades. Os mercados de Barcelona comprovam apenas que é possível concretizar um modelo que satisfaça as necessidades das diferentes pessoas que vivenciam o espaço urbano novos e velhos, estudantes, reformados e empregados, turistas e residentes, ricos e pobres. E é exactamente no reconhecimento e adaptação a esta fantástica diversidade que o modelo se torna economicamente viável. É também neste tipo de investimento nos espaços cívicos que se avalia a qualidade da gestão municipal de uma cidade. Link: http://jn.sapo.pt/2008/05/20/porto/mercado_bolhao_ideias_para_o_futuro_.html
  6. Só para acrescentar que nos Regulamentos Municipais também se encontra informação sobre "pé-direito" máximo.
  7. Dreamer

    Ridiculo

    Os telejornais de hoje em dia são absolutamente saturantes, principalmente quando se chega a falar durante mais de 30 min. sobre o mesmo assunto, seja o futebol, ou a Maddie, com uma carrada de especialistas na matéria, entrevistas de rua ridículas, etc... Quanto a mim, não deviam passar do 30/45 min. por telejornal, um pouco como o "Jornal 2", onde se deveria resumir ao essencial a informação...
  8. Quanto a conferência em si, apesar dos contratempos, quanto a mim valeu a pena. Como foi dito no local, espero que nos próximos anos esta excelente iniciativa continue aliada ao programa do Imaginarius, aquele que creio ser o maior festival de teatro de rua do país.
  9. A propósito da recente visita ao nosso país para a participação na conferência que aconteceu no passado dia 17, em Santa Maria da Feira (desenhar espaço público, pensar contexto urbano, construir cidade: 17-05-08), coloco aqui uma entrevista dada pelo próprio a Pedro Barreto no ano 2000, por altura da apresentação do livro “Mies Van Der Rohe”, por Yehuda E. Safran. http://arch.virose.pt/dialogues/yehudadialeng1.html
  10. Bem vindo cyberball Infelizmente isso que dizes ainda acontece por este Portugal fora e não apenas aí nos Açores...
  11. Levanta-se neste artigo uma questão interessante. De que forma é que a ética tem se tem manifestado, ou não, no universo da arquitectura política.
  12. University Residence in the Azores by A.S* Atelier de Santos a.s* - Atelier de Santos was established in 1997 by Célia Gomes and Pedro Machado Costa. It is a collective of architects based in Lisbon. Their Central Library of the Azores University was nominated for the Mies van der Rohe European Architecture Prize and selected for the FAD Architecture Prize in 2004. Their work has been widely published and exhibited both locally and internationally, namely in the Venice Architecture Biennale, in the Iberoamercian Biennale of Architecture and Urbanism and at the Architectural Association in London. Portugal is still a traditional and conservative European country. So despite the many respected and well-known professionals working there, it’s no wonder that Portuguese architecture is not innovative and young architects barely have the opportunity or the will to prove their real value. One either follows a traditional approach as taught in universities or one looks for global influences and starts exploring his own route out . Pedro Machado Costa and Célia Gomes from a.s* belong to this last group of architects. The University Residence is an important part of this professional search. A competition was held in 1998 but it took almost nine years to develop the project on São Miguel island in Azores. It is an industrial area in the periphery of the capital, Ponta Delgada, something between old industrial premises and low-quality suburban housing. The project is the result of a balanced approach between building and landscape. The client requirements (accommodation for 300 students and related facilities) meant allocating functions around four buildings that hover above a sequence of park strips with different personalities. The Car Parking Strip and the Urban Stroll Strip are connectors; the Green Strip is the visual frontier; the Central Park Strip manages internal distribution; and the Events Strip is the place where things happen: orange grove, playing field, garden and lovers’ labyrinth, cycle rack and in the end, the rural path also known as Canada and the Meadow Strip, a multi-purpose green area. This combination of the dream and the realism is indeed something new in Portugal. It represents a fresh approach to architecture there, where tradition is fused with contemporaneity. Without doubt, the architecture of a.s* continuously explores new avenues for professional practice, setting a turning point with this project for the younger generation of Portuguese architects. Generally, the Universidade dos Açores has shown itself to be one of the local young architects' best clients: In the late '90s, with financial help from the European Union, the school administration called for a series of international competitions to design the building complexes of its growing campuses. Unconsciously, the administration's ground breaking ambitions led it to select emerging practitioners to realize the work, leading to a campus that is fast becoming a showcase of modern Portuguese architecture. Link: http://2modern.blogs.com/2modern/architecture/
  13. Eu estava mesmo atrás de ti É como dizes, a parte das perguntas foi muito limitada pela primeira pergunta que foi feita e pelo tempo que não deu margem para se ir um pouco mais longe... Eu próprio senti-me tentado em desenvolver uma questão, um pouco como a tua, à volta da problemática dos novos modelos urbanos nestas economias emergentes, dando como exemplo aquele projecto, creio que do koolhas, para o Dubai, que se baseia no modelo de uma cidade romana, passando pela questão da influência da imagem pela imagem, levantada como tema pelo Souto Moura, nestes campos. Seria também interessante juntar-se a questão da influência dos diferentes modelos políticos no contexto do desenvolvimento urbano e de que forma isso influencia o espaço público. Digamos que havia muito mais por onde se explorar, mas o tempo não foi muito...
  14. De alguns os artigos que li sobre este infeliz acidente, este foi talvez o que mais me chamou mais a atenção, por nele se perceber um pouco do que era esta escola de arquitectura e como ela foi evoluindo ao longo dos anos, até culminar neste infeliz acidente. Link: http://www.eikongraphia.com/?p=2439
  15. Estás em alta parabéns :clap:
  16. Realmente este é um projecto que se descata pela positiva. Confesso que apenas o conheço visto "da VCI" e algumas outras imagens, mas desde o primeiro dia, ainda em construção, senti que era algo diferente e bem mais interessante do que a envolvente próxima.
  17. Muito sinceramente, estava mais à espera de uma conversa sobre a temática, do que uma apresentação de projectos. Em relação ao Yehuda Safran, realmente foi interessante e um pouco afastado desse mero apresentar de projectos, quase entrando no âmbito de uma aula de teoria de arquitectura. Quanto ao Souto Moura, apresentou uma vertente diferente dos projectos, centrando-se e enquadrando os seus projectos no "título" do evento ‘desenhar espaço público, pensar contexto urbano, construir cidade’. Devo dizer que quando aconteceu aquele problema com o computador e consequentemente com a apresentação do Souto Moura, ainda esperei que como ele sugeriu, se desenvolvesse mais a conferência em volta de uma conversa, o que quanto a mim, dada a temática, poderia ter sido um melhor caminho para se fazer uma reflexão mais profunda sobre o espaço público. A ausência do Siza devido a doença foi um ponto menos positivo, mas compreensível. Nota mais para a afluência de público, até porque terá falhado um pouco na divulgação. Talvez por essa afluência se perceba a falha na escolha do local, já que foram muitos os que ficaram de pé e/ou em locais onde não era visível a tela de projecção.
  18. Há uma forma de as fotografias serem avaliadas nesses 2 dias... mas sinceramente espero que, para bem da pouca credebilidade que este concurso para já transmite, estes prazos sejam igualmente revistos...
  19. Avelelas, falta saber o porquê de esses países não evoluirem e se essa mão-de-obra é realmente o motor potenciador desse desenvolvimento... Quanto a mim, qualquer estado, ou união de estados, deve caminhar para a auto-sustentabilidade do ponto de vista energético. Hoje em dia, o mundo ocidental e as potências emergentes, gastam mais do que o que produzem, arrisco-me a dizer que a todos os níveis... o estilo de vida ocidental, ou se preferirem "americanizado", que tanto se quer implementar por esse mundo fora, é incomportável à escala planetária nos moldes em que o conhecemos. Não sou contra a globalização, mas assusta-me um pouco o rumo que as coisas estão a tomar... A propósito disto, sem ter qualquer relação directa a não ser a divergência gritante nas prioridades da nossa sociedade, lembrei-me agora de que o mundo gasta mais silicone e em viagra do que em investigação científica para a cura da doença de Alzheimer, ou seja, daqui a uns anos homens e mulheres vão estar bem "munidos", mas sem saber muito bem o que fazer...
  20. Conferência integrada no programa do Imaginarius, evento de referência do teatro de rua em Portugal. Mais informação: http://www.imaginarius.pt
  21. Dreamer

    Ridiculo

    Apesar de tudo, no Myanmar as coisas não estão nada bem, mas os noticiários também não lhe dão grande relevo... podia ser uma excelente oportunidade de a comunidade internacional precionar definitivamente a junta militar que governa o país...
  22. O arquitecto Manuel Correia Fernandes num artigo sobre este tema. Link: http://jn.sapo.pt/2008/05/16/porto/mau_mais.html
  23. Para quem nunca se deu ao trabalho de abrir um, a verdade atrás dos nossos ratos: Para quem acha que os nossos transportes púbicos são muito maus: Para quem quer saber o que o espera quando chega ao fim do mundo: (chega-se lá e não se tem para onde ir... nem para trás..) Paa quem gosta de pontes: (Localizada em Langkawi, Malaysia, uma das pontes mais impressionantes do mundo) Para quem gosta de desportos radicais: Para quem se interroga sobre o local onde foi parar o padre que resolveu ir dar uma volta preso a uma grande qualtidade de balões: Para quem... (será para todos nós?):
  24. Dreamer

    Ridiculo

    Desde o Tsunami no Indico que uma catastrofe que não cause pelo menos 100 mil mortos, passa nos noticiário assim...
  25. Bem vindo :)
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