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Governo dá 400 milhões a Lisboa e 1 milhão ao Porto leonel de castrohttp-~~-//thumbs.sapo.pt/?pic=http-~~-//jn.sapo.pt/2008/05/22/16278157.jpg&H=250&W=250&errorpic=http-~~-//jn.sapo.pt/images/lusomundo/jn/errorpic.gif Para a Baixa do Porto, o Governo entrou com um milhão de euros para repor 60% do capital da Porto Vivo Carla Sofia Luz A reabilitação da Baixa do Porto recebeu cerca de um milhão de euros do Governo, enquanto a recuperação da frente ribeirinha de Lisboa, entre o Cais do Sodré, a Ribeira das Naus e Santa Apolónia, em Lisboa, deverá obter um financiamento governamental de 400 milhões. As contas são feitas pelo presidente da Câmara portuense, Rui Rio, que condena o distinto empenhamento da Administração Central em dois processos de requalificação urbana a Norte e a Sul do país. "A requalificação da Baixa do Porto não é mais relevante do que 800 metros de frente ribeirinha de Lisboa? Para o Porto, a única comparticipação até à data foi a reposição em 60% do capital da Porto Vivo - Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU), que foi de cerca de um milhão de euros. Não encerra qualquer crítica à Câmara de Lisboa, que fez o que lhe compete. O Governo é que tem de possuir sentido nacional e olhar o país como um todo", critica Rui Rio, sublinhando a diminuta participação da Administração Central no processo de reabilitação de toda a Baixa da Invicta. Mas, a Norte, um financiamento de 400 milhões de euros serviria para pagar 80% das obras da segunda fase de expansão da rede do metro (orçada em 500 milhões de euros), tal como foi proposta pelos estudos de Paulo Pinho e de Álvaro Costa, especialistas em Mobilidade e professores da Faculdade de Engenharia do Porto. Ontem fez um ano que foi assinado o memorando entre o Governo e a Junta Metropolitana e, para já, decorre o concurso público para a construção da linha entre o Dragão e Venda Nova, Rio Tinto, em Gondomar. Questionado pelo JN, Rui Rio calcula que serão investidos, nos próximos anos, "quase 10 mil milhões de euros" na região de Lisboa, o que "ultrapassa 5% do Produto Interno Bruto nacional", somando, além do investimento na frente ribeirinha, o financiamento do novo aeroporto de Lisboa, da linha Lisboa/Madrid do TGV e a nova travessia sobre o Tejo. "É preocupante que os grandes investimentos nacionais estejam a ser canalizados para um local exclusivo do país. Nada diria se esses 10 mil milhões de euros fossem repartidos pelo país e investidos em áreas mais atrasadas, em termos de desenvolvimento, do que as áreas metropolitanas do Porto e de Lisboa. Não há correspondência de investimentos desta grandeza no país, nomeadamente no Porto", especifica o autarca portuense. Certo de que as verbas canalizadas do Orçamento de Estado para estas obras, classificadas como investimentos de interesse nacional, Rui Rio não pode dizer o mesmo quanto aos fundos do Quadro Estratégico de Referência Nacional. "Há um desgoverno na afectação de dinheiros públicos. O que estão em causa são verbas comunitárias, retiradas a outras regiões do país, designadamente ao Norte", sublinha o presidente da Câmara do Porto, convencido de que o Executivo socialista "está a perder a oportunidade de reequilibrar o país" com a aplicação dos futuros fundos comunitários. Link: http://jn.sapo.pt/2008/05/22/porto/governo_400_milhoes_a_lisboa_milhao_.html
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Previsto para 2010?... cá as previões dizem pouco...
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Estas imagens parecem retiradas directamente de um filme de ficção científica...
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Como é possível... com Vila Nova de Gaia passa-se algo semelhante... se os PDM´s têm de ser revistos de 10 em 10 anos, quem não cumpre, independentemente dos interesses que muitas vezes se movem na rectaguarda, deve ser penalizado...
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Acrescentava a todos aqueles "se tu te imaginas", que se imaginas tudo isso e tudo o que vem a trás e te imaginas feliz apesar de tudo, vai em frente...
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Lisboa | Complexo Multifuncional Metropolis | CPU Arquitectos
Dreamer replied to JVS's topic in Arquitectura
Tem calma que ninguém te fez mal... Esse projecto era na margem sul e quanto a mim não passou, como outros, de uma especulação para avaliar a opinião geral... e como a opinião foi negativa nem sequer se ponderou avançar, até porque certamente implicava muitas mudanças legais... Já agora diz-me lá quais foram essas razões de *****?... e porque é que para ti esse projecto era bom?... -
Basicamente devias ler estes tópicos... Ajuda e Sugestões ...particularmente estes. Regras e condições de utilização do fórum Arquitectura.pt [Ajuda] Como anexar imagens aos tópicos?
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José Costa diz que a nova ponte é inevitável O constrangimento do canal rodoviário da Ponte da Arrábida para a passagem da segunda linha do metro rumo a Gaia não convence José Costa. O director da Faculdade de Economia do Porto (FEP) entende que essa opção, contida no estudo de Paulo Pinho sobre a segunda fase de expansão da rede do Metro, deve ser reequacionada, ao contrário do especialista em Mobilidade, António Babo, e do geógrafo Rio Fernandes que admitem a possibilidade. Desafiado pela Empresa do Metro a emitir um parecer sobre o estudo, realizado por Paulo Pinho (docente na Faculdade de Engenharia do Porto), defende que não haverá condições políticas para penalizar, de forma "tão significativa", o trânsito rodoviário. José Costa considera que, mesmo com a conclusão da Circular Externa Regional do Porto, surgirão novos utentes da Ponte da Arrábida. "Só impondo restrições se conseguirá evitar que ocorra a substituição de utentes", argumenta o director da FEP, convencido de que a construção de uma nova travessia sobre o rio Douro será inevitável. "A única diferença é saber em qual delas vai passar o metro", sentencia. Apesar de favorável à criação da linha circular que, na sua opinião, trará mais utentes à rede do metro e ajudará à revitalização da Baixa portuense, José Costa tem dúvidas sobre a utilização do túnel ferroviário entre S. Bento e Campanhã. O uso do túnel pelo metro impossibilitará que as linhas suburbanas da CP, oriundas do Norte, cheguem a S. Bento. "O abandono desta solução permitiria estudar uma solução alternativa de fecho da linha a Sul do rio Douro", sublinha. O director da FEP aplaude, ainda, o objectivo de evitar-se ligações radiais de longa distância (como a linha da Póvoa), mas alerta para a pressão dos "eleitos locais dos municípios mais periféricos que tudo farão" para ter uma ligação por metro. Link: http://jn.sapo.pt/2008/05/21/porto/jose_costa_que_a_nova_ponte_e_inevit.html
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Linha circular deve estender-se a Gaia http-~~-//thumbs.sapo.pt/?pic=http-~~-//jn.sapo.pt/2008/05/21/16268315.jpg&H=250&W=250&errorpic=http-~~-//jn.sapo.pt/images/lusomundo/jn/errorpic.gif Estudo de Paulo Pinho defende a passagem de uma nova linha do metro pela Ponte da Arrábida Carla Sofia Luz< Acriação de uma linha circular subterrânea e automática, que cruze as principais estações da rede do metro no interior do concelho do Porto, é uma das novidades do estudo sobre a segunda fase de expansão do metro. Quatro especialistas, consultados pela empresa, defendem que vá até Gaia. Olhando para este documento, de autoria de Paulo Pinho (docente na Faculdade de Engenharia do Porto), são unânimes contra a futura Linha da Boavista. Em vez do metro, querem o eléctrico. A Empresa do Metro solicitou pareceres sobre o estudo de Paulo Pinho ao arquitecto Manuel Correia Fernandes, ao geógrafo Rio Fernandes, ao director da Faculdade de Economia do Porto, José Costa, e ao professor na Faculdade de Engenharia, António Babo. Embora favoráveis ao conceito de uma linha circular, os especialistas manifestam reservas quanto ao traçado. Se José Costa possui dúvidas quanto à utilização do túnel ferroviário entre as estações de S. Bento e de Campanhã (ler caixa), já Manuel Correia Fernandes admite que a circular seja rasgada tal como foi proposta, mas argumenta que a ligação por Gaia "não considerada" poderá ser "uma mais-valia operacional e funcional". "A ideia sedutora e consensual de criação de uma "VCI ferroviária" deverá passar pelo aprofundamento do debate em torno do seu melhor desenho na cidade compacta e multimunicipal que queremos servir, com aparente vantagem de um alargamento do perímetro de forma a incluir todo o Centro Histórico voltado para o rio Douro", considera Rio Fernandes, no parecer enviado à Metro a que o JN teve acesso. António Pérez Babo sugere o desenho de duas circulares uma interna e outra externa. Ambas passariam pelo município gaiense. Duas circulares Certo de que a "circular interna" não deve colocar em causa a chegada dos comboios suburbanos à estação de S. Bento nem deve estar condicionada pela satisfação do corredor entre a Rotunda da Boavista e a Cordoaria - tarefa que seria cumprida pelo eléctrico (ver infográfico) - António Babo argumenta que essa ligação deveria aproximar os centros das cidades de Gaia e do Porto. Assim, o anel aproveitaria parte do traçado da futura segunda linha para Gaia, mas, tal como defende Paulo Pinho, o metro não seguiria por uma nova travessia, mas pela Ponte da Arrábida. A circular ligaria Campanhã, Combatentes, Arca d'Água, Casa da Música, Gólgota, Arrábida, Devesas e General Torres, regressando a Campanhã. A partir das Devesas, a segunda linha de Gaia deveria rumar a Laborim, a Vila D'Este, ao Monte da Virgem e ao Hospital Santos Silva, a partir do interface da Quinta do Cedro. A circular externa teria, como ponto de partida, a nova linha entre a Senhora da Hora e o Hospital de S. João, servindo S. Mamede de Infesta. Partindo de Campanhã, teria por destino Oliveira do Douro, a Avenida da República e Devesas, em Gaia. António Babo não tem dúvidas de que se justificará, no futuro, uma linha transversal neste concelho, entre a área da Barrosa (onde se encontra o Gaiashopping e hipermercados), em Coimbrões, com o "eixo urbano-industrial da EN222". A lista de prioridades de António Babo inclui o prolongamento da Linha Amarela do Hospital de S. João até Pedrouços e uma nova linha rumo a Gondomar por Valbom. A outra ligação ao concelho ficaria na Venda Nova. Contudo, tal como os outros especialistas, sublinha que o pecado maior do estudo de Paulo Pinho é não ter considerado outros modos de transporte público, para além do metro, nomeadamente o eléctrico. Assinalando que fazer linhas de eléctrico modernas é mais barato (fica por 1,5 milhões por quilómetro) do que de metro, António Babo elege três traçados prioritários Cantareira - Avenida da República, em Matosinhos; Palácio da Bolsa - S. Bento - Campo 24 de Agosto - Areosa; e Castelo do Queijo - Rotunda da Boavista - Hospital de Santo António, passando por Júlio Dinis e pelo Palácio. Todos os especialistas apontam o eléctrico moderno para servir a Avenida da Boavista, em detrimento do metro. Temendo que a implantação do metro comprometa a imagem da avenida, José Costa pensa que se justifica uma análise comparativa entre a solução actual e a opção do eléctrico moderno, ligando à futura "linha circular ou à Casa da Música e complementar da linha, junto à marginal do rio Douro". Link: http://jn.sapo.pt/2008/05/21/porto/linha_circular_deve_esten_derse_a_ga.html
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Venham mais vozes Gomes Fernandes, Arquitecto O Governo quer fazer da frente ribeirinha lisboeta um "projecto de regime", empenhando verbas e capital político no assunto à boa maneira do que foi feito na Expo 98 ou no Centro Cultural de Belém. É bom que seja entendido que a capitalidade europeia de Lisboa é essencial para a afirmação do país na Europa comunitária de que fazemos parte, mas daí a que se centralizem os grandes projectos e consequentes investimentos na sua cabeça político-administrativa vai, ou deve ir, alguma distância. Portugal não é só Lisboa e o resto "paisagem", assim como um país não se resume nem se pode rever só na sua capital, sobretudo, quando tal visão e consequentes tentações são a expressão directa dum centralismo fora de contexto e sem enquadramento europeu. Por isso, andou bem Francisco Assis, primeiro vereador do PS na Câmara do Porto, ao vir lembrar ao Governo, do seu Partido, que a cidade pela qual foi eleito para essa função, também tem uma frente ribeirinha para tratar e um projecto orientador para o efeito. Ou seja, veio colocar-se ao lado do presidente da Câmara, adversário político mas presidente eleito pela maioria dos portuenses, numa questão essencial, que é lembrar ao Governo a pouca atenção que tem dado ao Porto. Acertada postura que só peca por escassa e tardia, mas que é um sinal de que há questões em que o interesse da cidade e da região se deve colocar acima das divergências partidárias. Seria bom que houvesse um mais alargado entendimento na exigência de atenção política para o Porto por parte da Administração Central, quer dizer do Governo, e que PSD e PS, pelo menos, olhassem a cidade com vistas largas e horizontes amplos e consertassem projectos estruturantes e a prazo, independentemente das alternativas no exercício do poder. Um exemplo Assis chegou a falar na sua campanha na proposta de "um polis para os bairros camarários", ideia bem pensada e com "pernas para andar", mas não sei porque razão, passado esse período eleitoral, deixou cair o assunto e não mais voltou a falar nele. Custa-me aceitar que tenha sido por não ter conquistado a Câmara, pois isso seria uma visão menor da política que não faço a injustiça de lhe atribuir. Agora avança com outra ideia do interesse da cidade, a do apoio do Governo à recuperação e reabilitação da frente ribeirinha do Douro, o que alguns terão visto como uma corajosa exigência mas de implicações partidárias e até ficarão melindrados por ele a ter feito, outros, como aqui a crónica, a apoiam e reforçam, por inteligente e estratégica, para além de oportuna. Goste-se ou não de Rui Rio ele tem sido um voz inconformada com a situação subalterna a que o Governo tem remetido o Porto em relação a Lisboa, veja-se o arrastamento da segunda fase do Metro, a indecisão sobre a questão do aeroporto Sá Carneiro, o tempo que demorou a "montar" a SRU, a falta da Autoridade Metropolitana de Transportes e outras pequenas questões avulsas mas que, tudo somado reflectem uma atitude mental e política que não deveria ser denunciada só pelo presidente da Câmara portuense e por figuras da sociedade civil fora dos partidos. O PS/Porto, nestas matérias e noutras de interesse político regional, tem andado "a dormir", por incapacidade cultural ou desinteresse de compreender a importância disto para a cidade e a Região, deixando Rui Rio "capitalizar" sem muito esforço, porque os portuenses, mesmo não estando partidariamente com ele, reconhecem-no como "voz" inconformada e reivindicativa. Francisco Assis poderia e deveria ter-se feito ouvir mais, até por ser inteligente e bem preparado política e intelectualmente, daí que não deve deixar-se ficar, muito menos calar a voz que agora falou para ser ouvida. Claro que exigências deste tipo ao Governo nada têm de pessoal ou discordante com a "carta de princípios" do PS em relação ao Porto e ao Norte, pelo contrário, são uma via para que este partido se afirme e amplie a sua capacidade de influências na cidade e Área Metropolitana do Porto. Não o entender é recuar defensivamente no terreno e isso, na altura da verdade eleitoral, terá o seu preço amargo. Penso que Assis o entendeu e, não sendo ao que tudo indica o próximo "challanger" de Rio, tem a visão de perceber que, tal como Régio, é altura de dizer "não vou por aí", até porque não leva a lado nenhum. gomes.fernandes@europlan.pt Link: http://jn.sapo.pt/2008/05/21/porto/venham_mais_vozes.html
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"Quando elaboro um projecto pretendo corrigir a natureza"
Dreamer replied to m a r g a r i d a's topic in Arquitectura
Margarida, a entrevista está completa?... parece que acaba assim de um momento para o outro, sem a lógica do fim... -
Lisboa | Complexo Multifuncional Metropolis | CPU Arquitectos
Dreamer replied to JVS's topic in Arquitectura
O mundo é a cores... não te vou responder a isso porque depende do que se for fazer em qualquer desses casos... -
RCHL6, antes de mais sê bem vinda. Podes utilizar a ferramenta de pesquisa, porque esse assunto já foi aqui mais do que uma vez debatido. Estando a especular, pelo que escreveste vejo-te como uma pessoa com notas altas, a quem a sociedade parece continuar a impor a ida para um curso com uma média de acesso alta. Como decerto sabes, arquitectura e medicina são duas coisas completamente diferentes. Certamente por nunca ter passado por isso, não percebo como é que alguém pode equacionar a ida para um dos dois, porque à partida a decisão devia estar tomada, e a decisão deve recair nas amptidões e desejos do aluno e não no que a sociedade continua a impôr... Se tiveres uma média alta, parabéns, porque ao contrário de muitos, podes-te dar ao luxo de "escolher" de entre grande parte/todas das possibilidades, aquela que mais te agrada, aquela que te diz mais. O meu humilde conselho, de alguém que já passou pelo curso de arquitectura, é que se realmente gostas de arquitectura e te imaginas a fazer arquitectura, não tenhas dúvidas e segue em frente, se é a sociedade a impôr-te isso, esquece, porque se arquitecto não é tão fácil como parece, não é apenas desenhar umas coisas bonitas, etc... da mesma forma falo de medicina, porque se te sentires incomodada com, por exemplo, sangue, nem sequer devias ponderar isso, mas se isso não te afecta e te imaginas como tal, força... No fundo o que quero dizer é que não é só o desenho que faz o arquitecto, mas também é, as dificuldades do curso variam muito de pessoa para pessoa, etc... se te imaginas a fazer umas noitadas em frente ao estirador/monitor enquanto os teus colegas vão se divertir, se te imaginas a ir a qualquer lado e passar o tempo a pensar na "arquitectura" desse espaço, se te imaginas a correr o risco de fazer o estágio de graça, se te imaginas a correr o risco de trabalhar como "macaco de CAD", se te imaginas a correr o risco de ganhar muito menos do que essa mesma sociedade acha que o arquitecto ganha, se te imaginas com dificuldades para arranjar trabalho, se te imaginas nas obras no meio da lama, no fundo se te imaginas como arquitecta, força... ...mas se não te imaginas assim, se não te imaginas médica e o que realmente gostas é de outra coisa, segue esse desejo porque acredita que vais ser muito mais feliz do que viver contrariada... Vou-te indicar alguns tópicos à pressa para leres: "Arquitectura é prazer e inferno" - Álvaro Siza Vieira Temos um arquitecto por 580 habitantes [Curiosidade] Qual é a parte mais chata na Arquitectura? Importância de desenho e geometria descritiva em arquitectura [Ajuda] Curso de arquitectura caro e cansativo?? Arquitectura ainda vale a pena?! Um pouco preocupado ! Podes procurar por mais conversas e boa sorte...
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É um acto louvável, mas não tanto. Todos sabemos a especulação que anda em volta dos quartos nas cidades universitárias... Não estou a dizer que será o caso, bem pelo contrário. Falando genericamente apenas me parece que este é um negócio com uma margem de crescimento e rentabilidade que ainda pode ser explorado e por isso vejo-o apenas como isso, um negócio.
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Lisboa | Complexo Multifuncional Metropolis | CPU Arquitectos
Dreamer replied to JVS's topic in Arquitectura
A portela tem muito que se lhe diga... vai ser alvo de uma especulação terrível... resta saber se as autoridades vão ter mãos para segurar estes interesses e realmente fazer algo em prol da cidade... algo que beneficie a qualidade de vida de todos os cidadãos de Lisboa... -
Lisboa | Complexo Multifuncional Metropolis | CPU Arquitectos
Dreamer replied to JVS's topic in Arquitectura
Sim... estou a ver cidades como Almeirim, Mirandela, ou Santa Maria da Feira a necessitarem urgentemente de um arranha-céus para enfiarem grande parte da sua população lá dentro... lembremo-nos que provavelmente 40% das cidades portuguesas têm menos de 10mil habitantes... Portuguese, não se pode querer um arranha-céus apenas por ser arranha-céus todo bonitinho em vidro, há que pensar em muitas outras coisas, inclusivamente, em quem vai ocupar esse espaço e se esse espaço contruído é realmente necessário para a cidade... repara que Porto e Lisboa, as duas maiores zonas metropolitanas, têm os seus centros históricos quase desertos, com imensos edifícios abandonados, ou sub-aproveitados... quanto a mim, primeiro deve-se começar por aí, pela recuperação e revitalização destes centros... Repara que eu não sou contra a construção em altura, apenas acho que se devem primeiro criar condições para ela existir... -
Porto | Complexo Habitacional | Adalberto Dias
Dreamer replied to asimplemind's topic in Arquitectura
Portuguese, a boa arquitectura é muito mais do que arranha-céus por serem apenas arranha-céus, edifícios "espanpanantes" e afins... e um edifício nunca pode ser, digamos, mais ou menos bom por ser "mais um" numa cidade... se não compreendes isto, atrevo-me a citar o asimplemind, "nem vale a pena responder..." -
Mas se for considerado como habitação colectiva, como se contabilizam o número de fogos? Quanto a mim faz algum sentido que seja considerado como serviços, mas não sei como funciona legalmente.
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Porto | Complexo Habitacional | Adalberto Dias
Dreamer replied to asimplemind's topic in Arquitectura
Portuguese... os teus raciocínios assustam-me... :nervos: se é torre é bom, se não é, mesmo que aches o projecto "standard", "ao menos faz mais uma construção"... -
Lisboa | Complexo Multifuncional Metropolis | CPU Arquitectos
Dreamer replied to JVS's topic in Arquitectura
Portuguese... desse centralismo de querer levar tdoo que é sede para a capital, todos já ouvimos falar... como já te disse num outro tópico, Portugal nâo é só Lisboa... mas infelizmente parece que há muitos quequerem que assim seja... -
Estou neste momento a desenvolver um projecto de ampliação de uma unidade industrial e estou com algumas dúvidas em relação à legislação a consultar, essencialmente no que aos balneários e instalações sanitárias diz respeito. Tenho em minha posse um parecer antigo (e é dizer pouco, é de 86) sobre uma outra unidade industrial, que neste campo remete para a Portaria n.º 53/71 de 3 de Fevereiro (Regulamento Geral de Segurança e Higiene no trabalho para edifícios industriais). Documento via DRE: http://www.dre.pt/pdfgratis/1971/02/02800.pdf Instalações sanitárias - NP - 1572. Cacifos - NP - 1116. Confesso que não sei que tipo de documentos são estes dois últimos. A minha dúvida principal é se esta portaria ainda está em vigor e em caso negativo, qual é a actualizada? Devo salientar que na secção "apoio à prática" da OASRN, não consta como estando revogado. Pergunto isto para saber com que quantidade de bases de chuveiro , sanitas e lavatórios tenho de contar para determinado número de funcionários. A título de referência, esta portaria indica estes valores: - uma base de chuveiro para cada 10 operários; - uma sanita para cada 15 mulheres; - uma sanita para cada 25 homens; - um urinol para cada 25 homens; - um lavatório para cada 10 operários. Outra questão prende-se com os cacifos, que sendo obviamente individuais, diz que cada um tem de ter a dimensão mínima de 0,30m x 0,40m x 1,70m, ou seja, invalida que dois cacifos possam ser sobrepostos, como acontece nos ginásios. Dependendo do número de funcionários previstos, isto pode dar áreas enormes só em cacifos, o que como é óbvio é um entrave... tem mesmo de ser assim?... Obrigado desde já por qualquer ajuda que me possam dar. Se a informação aqui colocada for relevante, proponho-me desde já a fazer mover este tópico para a secção de legislação, ou comprometo-me desde já a criar um tópico nesse fórum com o objectivo e divulgar essa informação.
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Incêndio atinge sede da Orquestra Filarmônica de Berlim
Dreamer replied to 3CPO's topic in Arquitectura
Bem... infelizmente isto dos incêndios anda mesmo em alta... -
Deparei-me na internet com este pesquisador imobiliário. Neste momento não sou um potencial comprador, nem sequer tive tempo para avaliar bem o site, mas parece-me que tem como principal mais valia, o facto de juntar a informação de várias imobiliárias. Fica o registo: http://www.casas.com.pt/
