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Os Temas Actuais e Importantes na Arquitectura Nacional e Internacional
Dreamer replied to JVS's topic in Arquitectura
Daniel, sinceramente não percebo o porquê dessa critica que me é dirigida. Como disse e bem, estes dois fóruns em concreto têm características diferentes e destinam-se a um público-alvo distinto, talvez acabem por se complementar porque através deles percebe-se muito daquilo que a arquitectura é para o nosso país, nas duas vertentes... e com um pouco de atenção percebe-se o que vai bem e mal num ou no outro. Confesso que sinto alguma tristeza por ver comentários como aqueles, comentários que apelam pura e simplesmente a uma vontade estética que os membros apreciam, mas nem é isso que está em causa, porque quanto a mim o problema é pensar-se nisso sem ponderar muito bem o que se está a dizer, mas talvez o real problema esteja mais "deste lado", na forma como os arquitectos ao longo dos anos têm passado (ou não) a "mensagem" ao grande público. Não sei quem são os autores de tais comentários, quais os precursos profissionais ou académicos, nem isso realmente interessa, porque aquela é muitas vezes a opinião do "senso comum" nacional e talvez seja com isso que temos de nos preocupar. Coloquei as citações que coloquei como resposta a algo, não foi descontextualizado, e a motivação foi mostrar que não era aquele tipo de conversa que pela minha parte desejo ver no arquitectura.pt... penso que aqui não se deve tratar esses temas com essa leviandade, com essa ligeireza... mas é apenas a minha opinião, nada mais... ...como diz e bem, quem não gosta, evita-o... -
Passagem de TGV prevê demolição de 200 casas Gaia Câmara exige mais troços enterrados, nova ponte sobre o rio Douro e estação em Laborim Carla Sofia Luz A passagem do TVG em Gaia determinará a demolição de cerca de 200 casas. Os dois corredores, apontados pela RAVE, cruzam oito freguesias e a maioria do trajecto é feito à superfície. A Câmara recusa que o concelho seja dividido a meio. O vice-presidente da Autarquia, Marco António Costa, não tem dúvidas de que os traçados preliminares da linha de alta velocidade Lisboa-Porto são um "atentado à integridade territorial" de Gaia e à "qualidade de vida da população". Os corredores possuem 400 metros de largura e 13,8 quilómetros de extensão, sendo que menos de cinco quilómetros serão em túnel e só três em viaduto (ver infográfico). Ambos os traçados passam pelas freguesias de Santa Marinha, Oliveira do Douro, Mafamude, Vilar do Paraíso, Canelas, Serzedo e Grijó. A solução A prevê, ainda, a passagem por Gulpilhares, enquanto a solução B segue por Perosinho. O ruído é uma preocupação. O TGV cruzará algumas zonas densamente povoadas à superfície e cortará a rede viária. "O traçado tornar-se-á num obstáculo físico à integradade territorial do concelho. Preferíamos que fosse privilegiada a circulação em túnel. Estamos a falar de freguesias onde residem 60% dos moradores do núcleo urbano do município", atenta Marco António Costa, acompanhado nas críticas pelos presidentes das freguesias afectadas (que participaram na reunião com a RAVE) e pelos partidos de Oposição. A par da defesa de mais troços enterrados, o vice-presidente considera que o TGV deve ter uma paragem condigna em Gaia. A estação deverá ficar no futuro interface de Laborim, onde existirá um terminal rodoviário de transportes públicos e uma estação de metro, entre outras valências. "Por que razão é que a estação não é repensada para fazer o investimento naquela zona? A aproximação do Porto obriga-o a circular a uma velocidade muito baixa. Penso que, por isso, não haveria objecção numa paragem em Laborim", sublinha o autarca, lembrando que aquele interface servirá, também, os concelhos a Sul de Gaia, como Santa Maria da Feira e S. João da Madeira. Outra preocupação reside no aproveitamento da Ponte de S. João para a alta velocidade. Não se conforma com o tratamento desigual de Gaia e do Porto em relação a Lisboa. "É inaceitável que o Porto fique sempre pelo remedeio, enquanto Lisboa recebe as novas obras e as soluções de fundo. O que mais precisa o rio Douro é de mais pontes de ligação entre o Norte e o Sul", acrescenta. A nova travessia deveria ter uma componente rodoviária. Há outro aspecto em que Gaia recusará ser tratada como um município de segunda e exige igual tratamento ao do Porto e ao de Lisboa. "No que toca aos reestabelecimentos da rede viária e aos impactos negativos na vida da população, exigimos a mesma qualidade que é garantida no Porto e em Lisboa. Nós não somos contra o desenvolvimento, porém não aceitamos que seja feito contra o respeito pela comunidade", explica o autarca, que mantém a expectativa quanto à disponibilidade da RAVE para corrigir o traçado. Em breve, a Câmara constituirá uma comissão técnica, que integrará as juntas de freguesia, para estudar medidas que minorem os impactos negativos do TGV no concelho. Independentemente das negociações com a RAVE, esse documento será apresentado durante o período de consulta pública do estudo de impacto ambiental da construção da linha. Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=VilaNova de Gaia&Option=Interior&content_id=961650
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Anémona gigante já tem rede nova Inês Schreck A Câmara de Matosinhos invocou o "estado de necessidade" para intervir na degradada escultura, inaugurada em 2004, no centro da Praça da Cidade de S. Salvador. A autora Janet Echelmen poderá vir a compensar o Município com outra obra de arte. Depois das relações entre a Autarquia e a artista norte-americana terem esfriado, por força de uma providência cautelar interposta em tribunal pela Câmara para intervir na rede da anémona, o conflito parece estar em vias de ser sanado. A Autarquia avançou, mesmo sem autorização judicial, invocando uma figura do Direito denominada "estado de necessidade". Removeu a estrutura original e ontem repôs uma réplica, concebida num material diferente, mais resistente, com garantia de cinco anos e mais barato. A nova rede custou 170 mil euros. A primeira ficou por 940 mil euros (valor que incluiu a estrutura que a sustenta e o projecto de Janet Echelmen). O efeito é o mesmo. Renitente no início, ao fim de "meses de conversações", a escultora norte-americana acabou por ceder e aceitar a reparação da sua obra, criada para assinalar a importância da actividade piscatória no concelho. A nova rede foi montada segundo o molde da antiga (porque a autora só enviou os desenhos tardiamente), num processo seguido por técnicos da equipa de Janet Echelmen, vindos dos Estados Unidos. A Câmara está, agora, a tentar negociar com a artista uma espécie de compensação pelos gastos com a substituição de uma rede que durou pouco mais de dois anos. O "negócio" poderá passar pela criação de um nova escultura para a cidade. "Temos um princípio de acordo com a autora para que esta assuma algumas responsabilidades do que não correu bem neste processo", afirmou Guilherme Pinto. O presidente da Câmara de Matosinhos não quis desvendar o conteúdo do mesmo, mas adiantou que Janet Echelman "não irá pagar o prejuízo, mas irá compensar o Município com algo no mesmo valor". Quando o acordo for anunciado, a autora "faz questão de estar presente", destacou Guilherme Pinto. Além de uma rede nova, será reparado, nos próximos dias, o sistema de iluminação da escultura. Os focos, protegidos por vidros e escondidos na relva, sob a anémona, são constantemente vandalizados. Este é outro dos problemas que a Autarquia pretende resolver de vez e uma das soluções poderá ser a instalação de uma câmara de videovigilância ligada à Polícia, adiantou o presidente da Câmara. Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Matosinhos&Option=Interior&content_id=961660
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Dubai+Moscovo | Torre Dinâmica | David Fisher
Dreamer replied to Márcio Ferreira's topic in Arquitectura
Essa efeito visual é muito empulado pelo marketing que se quer fazer, levando atrás os orgãos de comunicação social. De todos os vídeos que vi, os pisos estavam sempre em rotação, quase sempre em momentos coordenados para se criar essa interessante imagem que referes, quase como se supostamente existisse um programa prévio de movimento geral do edifício, fluído e grassioso. Não vejo o edifício dessa forma, porque cada proprietário vai mover o seu piso como e quando pretender, alguns quando vazios vão ficar parados por maiores ou menores períodos... em vez de movimentos dinâmicos, o edifício tenderá a ser uma amálgama de pisos descoordenados. Vejo tudo isto como uma imensa campanhã de marketing valorizando em demasia uma característica que será sempre um extra quanto a mim desnecessário... -
É uma temática complicada porque como dizes, uns fazem, outros não... não conheço livros sobre este assunto, e quanto a mim as diferenças são essencialmente nos processos de trabalho de cada um...
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Sentes-te em casa? hehehe... :)
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Percebo perfeitamente, quem é que não gosta de umas boas farras, mesmo depois de passar uns bons anos da adolescência?... o problema é quando passa dos limites, mas essa é outra questão...
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Amadora | Dolce Vita Tejo Amadora | RTKL+Promontório Arquitectos
Dreamer replied to JAG's topic in Arquitectura
Bem visto. hehehe... considero-me um sonhador mas que não poucas vezes cai "lá de cima"... -
Amadora | Dolce Vita Tejo Amadora | RTKL+Promontório Arquitectos
Dreamer replied to JAG's topic in Arquitectura
Em inglês é portuguese... não portugese... ...mas chega de offtopic. -
Maior plano urbano do país nasce em Laborim (Vila Nova de Gaia)
Dreamer replied to Dreamer's topic in Arquitectura
Metro segue até Santo Ovídio Carla Sofia Luz A Linha Amarela vai estender-se até Santo Ovídio, em Gaia. Há muitos anos que está previsto o prolongamento até à rotunda no topo da Avenida da República. A obra será lançada agora. A Empresa do Metro abriu o concurso público. A intervenção, orçada em 23 milhões de euros e que inclui a construção do interface Vasco da Gama no cruzamento da EN222 com a avenida, junto à nova estação de D. João II, deverá começar no início do próximo ano. Os trabalhos prolongar-se-ão por 16 meses (até 2010). As composições circularão à superfície na avenida, usando a passagem desnivelada sob a placa da rotunda onde hoje circulam os automóveis. A futura estação ficará sob a Rotunda de Santo Ovídio redesenhada - passará a ser oval - e terá luz natural. O arquitecto Rogério Cavaca, em colaboração com os projectistas da Empresa do Metro, desenhou uma plataforma fechada com 20 metros de largura e dois cais mais espaçosos do que é habitual. A Linha Amarela é a ligação da Metro com maior número de passageiros. Com acessos pedonais e de elevador (a partir da rotunda), terá ainda pequenas clarabóias no tecto branco para a entrada de luz natural. Com o metro a circular pela passagem desnivelada, foi encontrada uma nova solução para os automóveis. Como noticiou o JN, será rasgado um túnel rodoviário de acesso à auto-estrada, com 275 metros de comprimento, sob a plataforma ferroviária. O novo troço da linha a construir é de cerca de 500 metros - farão alguns metros de carris para a inversão das composições. Será executada ainda a segunda via de ligação entre as estações de João de Deus e de D. João II. A obra incluirá o interface de Vasco da Gama. A estimativa da empresa é que, ao fim de sete meses de trabalho, a estação intermodal metro/autocarros fique concluída. A maior alteração viária surge, exactamente, na envolvente à estação de D. João II. Os veículos deixarão de circular na Avenida da República, no sentido descendente, entre a Fundação Couto e a Avenida de Vasco da Gama e a EN222. Ao lado do edifício da fundação, surgirá uma nova rua com sentido único Poente/Nascente. Será rasgada ainda outra rua paralela à Avenida da República que ligará a nova artéria, junto à fundação, à Avenida de Vasco da Gama e à EN222. Os dois arruamentos e parte da Avenida de Vasco da Gama terão três faixas de rodagem e sentido único. Assim, as centenas de autocarros que rumam ao Porto deixarão de percorrer a Avenida da República. Seguirão pela nova rua, junto à Fundação Couto e contornarão o quarteirão. Já na Avenida da República, os transportes públicos terão duas vias exclusivas: uma para deixar os passageiros e outra de circulação ascendente, para, se o destino final for o Porto, dar novamente a volta ao quarteirão e seguir pela VL9. O interface será coberto por uma pala em aço. Os condutores que pretendam descer a Avenida da República também terão de contornar o mesmo quarteirão entre a Fundação Couto e a Avenida de Vasco da Gama. Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=959918 -
Fantástico render :clap:
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Amadora | Dolce Vita Tejo Amadora | RTKL+Promontório Arquitectos
Dreamer replied to JAG's topic in Arquitectura
...ou não... -
A minha sugestão vai para a posta barrosã... fantástica... PS: para os amantes do mundo automóvel usualmente também é possível adimirar umas belas "peças" estacionadas nos locais menos prováveis...
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No Abocanhado não é só a arquitectura e a paisagem que justificam a visita :)
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Bolhão de Rui Rio será apenas mais um shopping center 17.06.2008, Patrícia Carvalho A Câmara do Porto quer transformar o Mercado do Bolhão num shopping center e o facto só ainda não está consumado porque um movimento cívico se opôs a isso. Esta é a visão do ex-presidente socialista da câmara Fernando Gomes, transmitida, ontem de manhã, ao relator da Comissão do Poder Local da Assembleia da República (AR), Fernando Jesus, sobre o processo do Bolhão. Na audição realizada no Governo Civil do Porto, Gomes disse ainda que a autarquia deu passos errados e não deveria ter feito "uma rejeição tácita" de um projecto aprovado por unanimidade em 1998. Referindo-se ao projecto do arquitecto Joaquim Massena, pelo qual o município pagou um milhão cento e cinquenta mil euros, Fernando Gomes afirmou: "Há um documento legitimamente aprovado pelos representantes do Porto, unanimemente, é ele que continua válido até ser formalmente rejeitado." Para o antigo autarca do Porto, o executivo de Rui Rio deveria ter rejeitado, formalmente, esta proposta, apresentando razões para tal, antes de avançar para um novo concurso público. Lembrando a demolição do Palácio de Cristal, avisou: "Não queiramos repetir esse erro que hoje lamentamos". O socialista referiu não ser contra as parcerias público-privadas, desde que o mercado fosse mantido como tal. "Não acho legítimo descaracterizar completamente um espaço como aquele. Se fosse possível conciliar o mercado com algumas melhorias e aliar os privados ao projecto [de Massena], acho que sim. Mas o que está aqui em causa é completamente diferente, é transformar o Bolhão num shopping center", defendeu. Para o antigo autarca o projecto de Massena seria para manter "tal e qual", com excepção de alguma actualização. Gomes também classificou como "um erro" avançar com um novo concurso sem consultar o Instituto de Gestão do Património. "Eu consultaria o Igespar antes de me meter em aventuras", disse. Fernando Jesus quer ouvir de novo o Igespar e o vereador do Urbanismo antes de elaborar o relatório para a AR. Pequeno destaque em caixa com fundo que tambem pode servir de legenda para a fotografia do lado esquerdo Link: http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fpage%3D19%26dt%3D20080617%26id%3D13402253%26c%3DB%26web%3DEI
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Ninja Arithmetic XXXV http://architecture.myninjaplease.com/?p=3202 'porosity bench' - steven holl architects
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A ponte S. João é realmente um excelente trabalho no desenho de uma estrutura de betão, tanto ao nível plástico como material. Quanto a mim a ponte do Infante peca exactamente por esse lado plástico e na relação com as encostas, porque enquanto exercício estrutural, como disse antes, parece-me uma solução interessante usar-se o arco abatido, se bem que como o asimplemind bem frisou, o facto de ser quebrado dá-lhe um ar mais pesado.
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Aconteceu-me uma vez na faculdade, não me lembro em que ano, nem da disciplina, chegar lá preparado para tudo menos para o facto de a frequência ter sido no dia anterior :\ depois acabei por fazer a disciplina no exame final... mas não deixou de ser caricato...
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AEP no "Rosa Mota" causa surpresa Carla Sofia Luz A Câmara Municipal de Matosinhos ficou surpresa com a parceria da Associação Empresarial de Portugal na proposta de reconversão do Pavilhão Rosa Mota, no Porto, em multiusos e em centro de congressos. O presidente da Autarquia, Guilherme Pinto, confessa a sua apreensão perante a possibilidade de criação na cidade do Porto de um equipamento que estava previsto no projecto da Exponor XXI. "Vejo com preocupação que algumas peças desse projecto sejam materializadas noutros locais", sublinhou, ao JN, o autarca, referindo-se, em particular, ao centro de congressos contemplado na proposta da AEP, presente no concurso público para a requalificação do Pavilhão Rosa Mota, lançado, no ano passado, pela Empresa Municipal Porto Lazer. "Dificilmente, haverá condições para a existência de dois centros de congressos na Área Metropolitana. Está a retirar-se uma competência que estava previsto que viesse para Matosinhos", considera Guilherme Pinto. Com a recente mudança na liderança da AEP - José António Barros sucedeu a Ludgero Marques - volta a equacionar-se o futuro do parque de exposições em Matosinhos. A nova presidência da associação ainda não tem uma posição fechada sobre a matéria. Num encontro recente entre a AEP e a Autarquia (uma sessão de cumprimentos da nova liderança), o autarca deixou claro que, para o Município, "quer o aprofundamento do parque de exposições, quer a manutenção do projecto da Exponor XXI, seriam opções aceitáveis". No entanto, Guilherme Pinto não está disponível para permitir a "especulação imobiliária" nos actuais terrenos da Exponor, financiando, assim, a construção pela AEP de um novo parque de exposições no Europarque, em Santa Maria da Feira. Embora compreenda a necessidade de modernização do actual parque de exposições (criando, sobretudo, mais capacidade para estacionamento), o presidente da Autarquia entende que "não faz sentido tirar a Exponor da zona de grande tráfego, nomeadamente afastá-la do Porto de Leixões e do Aeroporto de Sá Carneiro". O receio municipal é que a situação de indefinição se perpetue. "O que se pede à AEP é que não tarde muito, porque aquele território não pode ficar para sempre na expectativa, sem sabermos quando é que os projectos irão manterializar-se", conclui. Recorde-se que o projecto da Exponor XXI foi apresentado há dois anos por Ludgero Marques. Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Matosinhos&Option=Interior&content_id=959442
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Esse possível isolamento da Irlanda é simplesmente ir contra e relegar para um segundo plano uma opinião que boa ou má, é a do povo, e é o povo que forma a UE, não os políticos... O povo irlandês é tão importante quanto qualquer outro e se todos os líderes concordaram que legalmente é necessário a ractificação por todos os países e se há um que não o faz, ir para uma tentativa de pressão por isolamento não será (pelo menos por mim) aceitável... só faltava agora a UE encarar a Irlanda como a "nossa" Cuba...
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Quanto a isso também não tenho dúvidas, e para esses jovens o mais importante era a greve e não ter aulas... Apenas me revolta o facto de inicialmente se comprometerem a uma coisa e no fim acabar-se com outra... até porque o Sócrates disse, por outras palavras, que a sua carreira estaria marcada pela aprovação e ractificação ou não do tratado... Aqui procurei dar um lado mais cómico da situação embaraçosa em que a UE se está a meter, mas isso é uma questão bem mais séria...
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Os dois anos do Arquitectura.pt com prendas para todos
Dreamer replied to Arq.to's topic in Arquitectura
Parabéns a nós, a todos nós, que fazemos deste espaço o que ele é :clap: -
Para isso é que existe a secção de ajuda e suporte (Ajuda e Sugestões): [Ajuda] Como anexar imagens aos tópicos? ou [Ajuda] Alojamento de imagens - Imageshack
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Fernando Gomes critica rejeição tácita de projecto Carla Sofia Luz O ex-presidente da Câmara do Porto Fernando Gomes lamentou esta segunda-feira que Rui Rio tenha rasgado o projecto de Joaquim Massena para o Bolhão. O socialista entende que a proposta continua válida até ser rejeitada pelos órgãos municipais. Embora considere que o Rui Rio tem "legitimidade democrática" para optar pela privatização da gestão do mercado, o antigo autarca defende que a coligação PSD/PP deve assumir a rejeição do projecto de Massena, aprovado por unanimidade em 1998, nos órgãos municipais. Não o fazendo, trata-se de uma "rejeição tácita" e um desrespeito pelas decisões dos anteriores executivos. "O projecto de Joaquim Massena é válido até que haja uma deliberação que o anule. Não é um documento de consulta", argumentou Fernando Gomes, condenando a actuação da actual liderança municipal na audição, realizada pelo deputado socialista Fernando Jesus (na qualidade de redactor da Comissão de Poder Local do Parlamento sobre a petição contra a privatização do mercado). "É como se não existissem deliberações antes de 2001. É uma atitude muito pouco democrática e de grande desprezo pelas deliberações municipais anteriores". Gomes sucedeu a Oliveira Dias - o vereador que tutelou o processo de reabilitação do Bolhão no seu mandato - nas audições de Fernando Jesus. Mas contradisse o seu antigo vereador, que, na semana passada, deu a garantia de que foi equacionada a privatização do mercado nos anos 90. Gomes afiançou que nunca pensou em seguir esse modelo. "A privatização do mercado nunca foi discutida nos órgãos municipais", sustenta, admitindo, porém, que a hipótese tenha sido contemplada pelo ex-vereador: "Quando equacionou o concurso público, terá pensado ele próprio nesse caminho. Não o considero legítimo. Entendo que deve ser um serviço público. Para espaços privados, já existem os hipermercados", adiantou. Não significa que Fernando Gomes recuse parcerias público-privadas: "São muito úteis, mas a componente privada não deve ser hegemónica nem maioritária", assinalou. Tendo deixado a liderança da Câmara em 1999 num momento em que a Expo 98 havia consumido os fundos do II Quadro Comunitário de Apoio (QCA), a expectativa era que a obra do Bolhão fosse comparticipada com verbas do III QCA ou pela Capital Europeia da Cultura em 2001, o que não aconteceu. Para Gomes, foi um "enorme erro", pois hoje já não se colocaria o problema da "descaracterização do mercado". Fernando Jesus pretende ouvir, de novo, o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) e o actual vereador do Urbanismo da Câmara, Lino Ferreira. O deputado só redigirá o relatório quando o IGESPAR tiver uma posição sobre o projecto da TCN. Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=958652
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Essa funcionalidade já existe: No entanto, na versão anterior do fórum existia uma funcionalidade que permitia através de dois cliques no ícone do fórum respectivo, assinalar como lidos apenas os tópicos referentes a esse fórum. Na minha opinião essa possibilidade poderia ser reposta no actual modelo.
