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Dreamer

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Everything posted by Dreamer

  1. Vou ver se vou lá noutro dia e a outra hora para estar lá pessoal diferente e ver isso.
  2. Arklab, sendo assim, quando se fizerem concursos para novas sedes da OA, devia-se pensar em abrí-los aos designers, "patos bravos" e afins...
  3. Quando ouço esta expressão não sei bem o que pensar, ou melhor, não consigo perceber o que é que o cliente pretende. Já foram dados aqui alguns exemplos, mas talvez seja melhor a deinhac mostrar aquilo que pretende para se ter uma melhor ideia. Quanto à questão inicial, porque não contacta gabinetes de arquitectura dessa zona e marca uma reunião para perceber o tipo de trabalho que desenvolvem?
  4. E foi isso que eu fiz... antes de comprar falhei-lhes dos descontos, mas depois de ver qualquer coisa no computador, disseram-me que não tinham informação de nada... :\
  5. Ao ler isto lembrei-me logo do projecto do arranjo da viela do anjo do qual já se falou aqui em tempos. Voltando ao tema, sou da opinião de que não se deve mover uma população só porque sim e até dá geito a alguns, basta lembrarmo-nos do que aconteceu nos arredores de Lisboa à bem pouco tempo e pensar que essas pessoas são desalojados (para um canto) da EXPO... porque não interessava que numa feira de vaidades se mostrasse o que de pior tem o país... Como já disse, há pessoas no bairro que gostam de lá viver e lutam por uma vida melhor. As generalizações são sempre perigosas e injustas. A solução podia passar por uma reconversão do bairro, fazendo regressar às à zona da ribeira quem pretendesse e realojando quem pretendesse, em novas unidades inseridas na malha urbana que esse tal privado vier a conceber, agora falta saber se apareceriam privados interessados no negócio se fossem estes os moldes.
  6. Não é o bairro que é problemático, mas sim uma parte, principalmente centrada na torre mais a norte. Ao falar assim acaba por se catalogar todos os habitantes do bairro da mesma forma, o que não e todo verdade, há inclusivamente reportagens de pessoas que gostam de lá viver... pessoas como todos nós...
  7. Comprei hoje os meus e sem problemas, por isso a informação de estarem esgotados, pode se referir só para alguns locais. Já agora, comprei na FNAC do Gaiashopping, por isso devem estar disponíveis pelo menos em todas as FNAC´s. Outra questão foi o suposto desconto para inscritos na OA e estudantes, que lá disseram não ter conhecimento.
  8. REGEU, acessibilidades, PDM´s, Regulamentos Municipais, entre alguns outros que se enquadram ou podem enquadrar...
  9. Uma das vantagens dessa dimensão de rolo é que se podem fazer impressões de 2 módulos de altura, pelo comprimento que se quiser ou 3 módulos de largura, o que cobre já uma boa percentagem do tamanho de folhas que é usual usar-se para projectos de pequena média dimensão.
  10. Antes de mais bem vindo Pedro Ricardo. Não percebo o que é isso de legislação básica, até porque não à apenas uma lei/decreto-lei/regulamento/etc a reger a construção de habitações unifamiliares.
  11. Realmente é um pouco estranho até porque as perspectivas aparentam ser de locais muito próximos. Quem se lembra das primeiras imagens que apareceram deste projecto, lembra-se dessa segmentação vomumétrica em todo o edifício, creio que sem aquelas linhas aparentes que aparecem na primeira imagem. Talvez isso fosse só um estudo conceptual do espaço e agora se tenha optado por um desenho mais consensual e integrado na imagem do museu, a segunda imagem.
  12. À pouco foi a baixo :\ mas já voltou ;)
  13. Casa das Histórias e Desenhos Paula Rego - Cascais, Portugal Câmara Municipal de Cascais Souto Moura Arquitectos, Lda Dados Gerais 2 178 m2 3 341 250.00 € Descrição O edificio do futuro Museu "Casa das Histórias e Desenhos" da pintora Paula Rego é constituido por dois pisos, um piso técnico situado em cave e um piso térreo onde se desenvolvem as actividades relacionadas com as áreas expositivas. Do exterior do edificio sobressaem diversos volumes que constituem as coberturas das diversas salas. Dois destes volumes são em forma da chaminé com cerca de 16.0m de altura com estrutura executada em betão armado. Do ponto de vista dos serviços de engenharia o edificio constitui um interessante desafio para a aplicação das mais recentes técnicas e sistemas, sublinhando-se o SEAI (serviço de extinção automática de incêndio) da sala de reserva de colecção equipado com agente extintor IG55 (Proinerte). O Proinerte extingue o incêndio de forma limpa, não impedindo a visão e, consequentemente não dificultando a procura de caminhos de evacuação nem gerando situações de pânico. Link: http://www.afaconsultores.pt
  14. Museu dos Coches, Belém - Lisboa Paulo Mendes da Rocha, Arquitectos Lda Dados Gerais 25 303 m2 35 000 000.00 € Descrição O Novo Complexo para o Museu dos Coches a construir em Belém é constituído, para além do edifício principal (Pavilhão de Exposições), por um Edifício Anexo, por um Silo Automóvel e por uma Ponte Pedonal que estabelece a ligações entre os 3 edifícios. O Pavilhão de Exposições, que se destina a albergar as salas de exposições dos coches, é composto por uma estrutura elevada a 4,50m do solo com dimensões em planta de 126x48m e 12m de altura. O Edifício Anexo garante o apoio necessário ao funcionamento do museu, incluindo zonas destinadas a Escritórios, Restauração e ainda um Auditório. As áreas de Escritórios e Restauração localizam-se em 2 “passadiços” elevados com 46x14m e 46x10m respectivamente, suportados por uma estrutura de betão periférica também elevada com 46x46m apoiada em apenas 4 pilares. O Auditório situa-se ao nível do piso térreo. A Ponte Pedonal e as respectivas rampas de acesso estabelecem o percurso de 180m entre os dois edifícios e o silo destinado ao estacionamento de automóveis. Link: http://www.afaconsultores.pt
  15. [attach]4364[/attach] Casa Schnitzer-Bruch, Mühlgraben - Austria A materialidade é completamente diferente, mas na estrutura do balanço podem-se encontrar algumas semelhanças. No fundo acaba por ser uma forma inteligente para resolver visualmente a altura necessária da viga no seu ponto mais longíquo. Pode não ser solução para o teu caso, mas concerteza que servirá para te dar ideias para resolveres essa questão.
  16. Uma grande varanda torna-se o centro da casa, enquanto os restantes espaços se distribuem pelo interior mais encerrado. A casa volta-se inevitavelmente para o vale, mas a intensa relação entre o interior e o exterior não se fica meramente por aí, a ligação visual é directa, mas fisicamente o acesso ao exterior não é possível, transformando a varanda num espaço previligiado de contemplação da natureza. A casa esconde-se atrás dessa natureza, atrás do muro que a define, revelando-se aos poucos...
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