Dreamer
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Peter, sabes se vão ser apresentadas?
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Desconheço esse programa, mas com o REVIT não há esse problema.
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Arklab, e o que pensas tu sobre isso?
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pormenorização (capelas, clarabóias)
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[attach]4444[/attach] implantação plantas (piso 0, piso 1) alçados (este, norte, oeste, sul) [attach]4451[/attach] marcação dos cortes cortes (corte b, corte c)
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León City Morgue - BAAS This building is fronted with an expansive lawn and a lake thus blending in with the natural environment and the nearby residential area. The waiting room looks out onto an ivy-covered ledge surrounded by birches, and is made of varnished wood. Carpeting and indirect lighting create a comfortable atmosphere. Vigil rooms are illuminated with natural light coming from courtyards with water which suggest peace, quiet and privacy. The only visible façade – the rooftop - reflects the magnificent sky of León, giving an analogy to death. Link: Baas Arquitectes, estudio de arquitectura barcelona
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Noruega | Casa Triangular | Jarmund+Vigsnæs AS Architects MNAL
Dreamer replied to Dreamer's topic in Arquitectura
[attach]4429[/attach] implantação plantas (piso 0, piso 1) alçados -
Noruega | Casa Triangular | Jarmund+Vigsnæs AS Architects MNAL
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Triangle House/ JVA This house is situated with views towards the sea between the branches of the surrounding pine-forest. The permitted aerial building lines define the plan and even the heights of the roofline. While the exterior views are singularly framed by the window openings, closely related to individual spaces, the interior is treated in a more fluent way with overlapping sequences of space and light in section and plan. This duality of focal and flow is the theme of the building. The exterior cladding of wooden panels is related to guideline of the window openings. The interior is clad with OSB-boards, the floors are cast in concrete and partly covered with sisal mats. The bathrooms are paneled with brushed aluminum panes and mirrors. A vast collection of books will cover the walls and soften the acoustics. The owners claim that they sleep very well in this house. Link: Triangle House / JVA | Arch Daily
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Leiria | Pontes Pedonais sobre o rio Lis | MVRDV ARCHITEKTEN
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Na minha última visita a Leiria, à 2 anos, creio, passei precisamente por essa ponte-parque infantil. Desconhecia os autores, mas gostei bastante do conceito. Na altura estava ainda fechada à circulação, provavelmente por ainda não estar terminada, mas tinha todo o ar de estar acabada. Tenho algumas fotos tiradas lá, quando puder coloco cá. -
Pontes Pedonais sobre o rio Lis Da autoria do atelier MVRDV, as pontes pedonais sobre o rio Lis são o primeiro projecto deste atelier em Portugal, que tem no seu portfolio empreendimentos como o Wozoco Housing, em Amesterdão, e o Pavilhão da Alemanha na Exposição Mundial de Hannover 2000. Neste projecto colaborou ainda a empresa Afassociados, consultores de engenharia, S.A. Permitindo diversas ligações entre áreas urbanas diversificadas da cidade, o projecto das pontes pedonais sobre o rio Lis envolve a construção de 5 pontes: • Ponte do Jardim de Santo Agostinho (Ponte Balcão) • Ponte do Convento de Santo Agostinho (Ponte Bar) • Ponte do Parque das Olhalvas (Ponte Pique-nique) • Ponte do Mercado Municipal (Ponte Parque Infantil) • Ponte do Parque de São Romão (Ponte Sofá) Numa segunda fase, será ainda construída a Ponte dos Três Arcos, situada junto ao Jardim da Vala Real, estando o respectivo projecto concluído, tendo sido desenvolvido pelos mesmos projectistas. Ponte do Jardim de Santo Agostinho (Ponte Balcão) Ponte do Convento de Santo Agostinho (Ponte Bar) Ponte do Parque das Olhalvas (Ponte Pique-nique) Ponte do Mercado Municipal (Ponte Parque Infantil) Ponte do Parque de São Romão (Ponte Sofá)
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Quarteirão dos Aliados vai ter habitação e estacionamento
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Link: http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fpage%3D20%26dt%3D20080720%26id%3D13837721%26c%3DB%26web%3DEI -
Link: http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fpage%3D20%26dt%3D20080720%26id%3D13837721%26c%3DB%26web%3DEI
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Link: http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fpage%3D18%26dt%3D20080716%26id%3D13786719%26c%3DB%26web%3DEI
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Localização (antiga EFANOR): Link: http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=c6b6a1e5a679e0a336caf6b47428df5b
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CDU defende construção de novo bairro no Aleixo Porto Vereador Rui Sá apresenta hoje proposta na reunião do Executivo MARTA NEVES O vereador da CDU na Câmara do Porto, Rui Sá, qualificou de "pecado capital" a proposta de Rui Rio em mandar demolir o Bairro do Aleixo, apresentando, hoje, em reunião do Executivo uma proposta alternativa. Numa conferência de Imprensa, realizada, ontem, na sede do PCP, no Porto, o vereador comunista considerou descabida a proposta de Rui Rio em "expulsar os moradores do bairro do Aleixo para outros locais, não lhes reconhecendo o direito de continuarem a viver num local privilegiado (em termos de vistas) da cidade, considerando que esse mesmo local se deve destinar a condomínios de luxo só ao alcance das classes economicamente mais favorecidas". Tendo consciência que com a aprovação da proposta de Rui Rio "o mais provável é que os moradores do bairro do Aleixo sejam expulsos para um terreno situado junto ao bairro de Lordelo ou para o bairro do Leal", Rui Sá é da opinião que isso só "demonstra a perfeita insensibilidade social, em que os inquilinos municipais são peças que a coligação PSD/CDS move pela cidade ao sabor das suas conveniências". Nesse sentido, o autarca defende a elaboração de um projecto de construção de um novo bairro municipal nos terrenos do bairro do Aleixo, em que seja privilegiada "a construção horizontal, a ligação à envolvente e a possibilidade da construção faseada e articulada com o processo de demolição das actuais torres". Na proposta apresentada por Rui Sá, o vereador sugere também o "realojamento noutros bairros municipais da cidade de todos os moradores do bairro do Aleixo que pretendam, no imediato abandonar o bairro", levando à diminuição de fogos a construir. Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=970290
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Câmara do Porto aprova terça-feira requalificação do Aleixo A Câmara do Porto vai aprovar terça-feira o plano de requalificação do Bairro do Aleixo, que prevê a criação de um fundo de investimento imobiliário com parceiros privados para o aproveitamento daquele terreno sobranceiro ao rio Douro. O plano, apresentado por Rui Rio em meados de Julho, tem a aprovação assegurada pelos votos da maioria PSD/CDS no executivo municipal, mas o vereador comunista, Rui Sá, pretende apresentar uma proposta alternativa que mantenha os moradores no bairro, apesar de também admitir a demolição das actuais torres. Numa reacção inicial à proposta da autarquia, Rui Sá tinha considerado "preocupante" que se entenda que "os moradores dos bairros sociais não têm direito a viver nas encostas sobre o Douro", numa alusão à localização do bairro. Esta proposta do vereador comunista é semelhante à que o anterior presidente socialista da autarquia, Nuno Cardoso, fez em 2001 e que também defendia a demolição das cinco torres e a manutenção dos moradores no bairro, a par da construção de habitação privada. O Bairro do Aleixo, que conta com cinco torres, cada uma com 13 pisos e onde moram cerca de 1.300 pessoas, é um dos mais problemáticos do Porto, sendo um dos mais conhecidos locais de tráfico de droga na cidade. O 'Aleixo', como é vulgarmente conhecido, começou a ser construído em 1974 para alojar pessoas provenientes da zona da Ribeira, mas a sua localização privilegiada sempre suscitou ao longo dos anos a questão do seu aproveitamento para fins imobiliários. O Plano de Requalificação do Bairro do Aleixo prevê a realização de um concurso público para a escolha de um parceiro privado para a criação de um Fundo Especial de Investimento Imobiliário (FEII), no qual a autarquia deverá assumir uma participação entre os 10 e os 30 por cento. O FEII receberá o Bairro do Aleixo, mas também um conjunto de propriedades da autarquia que inclui edifícios antigos devolutos situados entre o bairro e a margem do Douro e terrenos com capacidade de construção e edifícios devolutos situados no centro histórico da cidade. Nos termos da proposta apresentada por Rui Rio, o parceiro privado poderá construir nos actuais terrenos do Bairro do Aleixo, devendo assegurar previamente o realojamento dos habitantes, em habitação social nova ou em edifícios recuperados pertencentes ao FEII. Para Rui Rio, esta é a única hipótese viável para solucionar "a chaga social que é o Bairro do Aleixo", considerando que "seria errado" reabilitar as actuais torres. "Aquelas torres são demasiado grandes, exigiriam um investimento maciço e daqui a meia dúzia de anos tudo voltaria ao mesmo", afirmou o autarca, na apresentação do plano, admitindo que o bairro poderá estar demolido e os seus moradores realojados até 2013. A proposta da autarquia conta, no entanto, com a oposição da Associação de Promoção Social da População do Bairro do Aleixo (APSBA), que pretende apresentar nos próximos dias uma providência cautelar para impedir a demolição do bairro. Contra a intenção da Câmara do Porto está também o Bloco de Esquerda, que acusou Rui Rio de necessitar de medidas de grande impacto para "esconder o fracasso das suas bandeiras eleitorais". Diferente foi a reacção inicial do PS, a principal força de oposição no executivo municipal, tendo o vereador Francisco Assis considerado "correctos" os princípios em que se baseia a proposta da maioria que lidera a autarquia portuense. A aguardar a decisão do executivo municipal estão algumas das principais empresas de construção civil, tendo a Edifer admitido estar "naturalmente interessada" em participar no FEII, enquanto a MonteAdriano considerou a iniciativa "interessante". Quanto à Mota/Engil, o presidente da construtora, Jorge Coelho, já admitiu que está a analisar a questão, remetendo para mais tarde uma decisão final da empresa. Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=970080
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Providência cautelar contra demolição do Aleixo Os moradores das torres do Aleixo, no Porto, só avançam com a já anunciada providência cautelar para travar a demolição daquele bairro depois da câmara fazer uma abordagem formal do assunto, disse à Lusa o advogado Tiago Machado. "Até agora temos apenas um anúncio da medida por parte do presidente da Câmara do Porto. Achamos que devemos esperar por uma decisão do executivo para podermos alicerçar a providência cautelar", sustentou o advogado que representa a Associação de Promoção Social da População do Bairro do Aleixo (APSBA). "Só então é que existirá o acto administrativo que queremos contestar", sublinhou. Com a anunciada providência cautelar, os moradores do Aleixo pretendem impedir a Câmara Municipal do Porto de celebrar quaisquer contratos visando a demolição do bairro e o realojamento dos moradores. A autarquia reúne-se terça-feira, em sessão privada, onde deverá analisar o projecto para uma parceria com privados que permita a demolição do bairro, composto por cinco torres de 13 pisos cada, e o realojamento dos seus 1.300 moradores. Rui Rio anunciou quarta-feira que pretende concretizar a medida até 2013. A presidente da APSBA, Rosa Teixeira, disse à Lusa que vai reunir os moradores do bairro "para estarem presentes" terça-feira, à porta da Câmara Municipal, quando o executivo analisar o projecto. Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=970070
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Ninguém aqui está a defender uma implantação rígida dos modelos bem sucedidos do passado, nomeadamente no que a bairros sociais diz respeito. Estamos num tempo diferente, em que os menos favorecidos são diferentes, a realidade urbana é diferente, a economia é diferente, e quase tudo é diferente. Nem sequer é a questão de ser mais ou menos Corbusiano, de defender soluções no papel que não resultam na realidade, apenas se defende um repensar destas políticas sociais, para não cairmos em novos erros. Acho que todos somos da opinião de que se tem de fazer alguma coisa no bairro do Aleixo, até porque a cidade já esteve tempo de mais de costas voltadas para este espaço. Em todo este processo, enquanto ser humano preocupa-me o que vai acontecer à população que lá reside, para onde vai ser novamente deslocada e em que moldes, preocupa-me saber se se vai realmente pensar no bem estar dessas pessoas, ou se apenas as estamos a arrumar para um outro canto da cidade. Enquanto arquitecto e cidadão, preocupa-me o que vai acontecer naquele pedaço de cidade, porque uma cidade é feita de espaços públicos e não de altos muros, mas quanto a isto, temos de esperar para ver... Ricardo Loureiro, não me considero erudito, mas se divides o universo humano nesses moldes, então prefiro ser um "erudito" com opinião e com princípios, do que um ser que se resigna às opções do poder sem sequer as questionar...
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R|L, uma coisa é um condomínio, onde cada condómino contribui com uma percentagem equivalente à sua parcela, outra coisa é o regime de arrendamento. Creio que os bairros sociais regem-se pelo modelo de arrendamento, em que o senhorio, neste caso a edilidade, tem também o dever de zelar pelas áreas comuns, por isso talvez estejam também a pecar por aqui, mas isto são questões de promenor. Falas do edifício de escritórios do Siza como exemplo, mas condomínio fechado é esse conjunto logo a norte, esses quatro edifícios ladeados por muros de 3/4m. Concerteza que já subiste essa rua e aquilo que se sente nesse percurso é um enclausuramento contrangedor e aqui o edifício do "Siza e companhia" sofre do mesmo mal, mas isso seria discussão para um outo tópico. Ainda antes do SAAL, os bairros camarários são exemplos de integração na cidade e valorização do espaço público, sendo hoje alguns deles, como é o caso do da Marchal Gomes da Costa, zonas nobres e muito procuradas, sem ser necessário aparecerem investidores imobiliários para criar empreendimentos de luxo. Do ponto de vista a vida urbana, o modelo do bairro do Aleixo, com todos os seus defeitos, funciona bem melhor do que um qualquer condomínio fechado. Os problemas foram uma base de trabalho deficiente e uma política errada. Ainda que por maus motivos, o bairro do Aleixo tem capacidade para atrair pessoa de fora, pessoas que podem percorrer os espaços do bairro, tirar partido dos seus espaços púbicos, etc. Friso que não defendo, como é óbvio, os motivos por trás deste movimento urbano, apenas pretendo um ponto de vista sobre um modelo urbano, que também foi "aplicado" noutras zonas da cidade com resultados diferentes, e que com defeitos, também pode ter virtudes. Bem sei que não tenho soluções, apenas uma opinião como qualquer outra. Para soluções é preciso estudar o caso e isso fica para quém de direito.
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Márcio, não me leves a mal, mas então como é que defendes a demolição do bairro? Os habitantes usam o espaço, vivem-no,uma parte ergue fronteiras psicológicas em volta daquele espaço, é como se fosse uma outra cidade, a cidade que (quase) ninguém quer. Se há quem gosta de lá viver, mesmo naquelas condições e sem ter relação nenhuma com as ilegalidades que os envolvem, então desse ponto de vista preocupemo-nos com os restantes e o bairro pode continua a existir... em prol da diversidade urbana...
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Concurso para a criação da nova imagem da ordem dos arquitectos
Dreamer replied to Pedro Barradas's topic in Arquitectura
Quanto a mim, cada macaco no seu galho... ou então não se defende a qualificação superior, o 73/73, os actos profissionais e tudo o que vem atrás... A pensar assim, por alguém ter vocação para desenhar umas plantas num qualquer programa informático, podia exercer arquitectura, quando arquitectura é muito mais do que isso... com o design passa-se o mesmo, este concurso não é só para um logotipo e um logotipo não é só um desenho... -
Londres | Ampliação do Tate Museum | Herzog & de Meuron
Dreamer replied to Dreamer's topic in Arquitectura
Segundo o site da TATE MODERN (http://www.tate.org.uk/), mais particularmente neste link (http://www.tate.org.uk/modern/transformingtm/default.shtm), é possível acompanhar o desenvolvimento do projecto e perceber suas as razões. Segundo o site, esta é a versão actual do projecto. Eliminou-se o jogo volumétrico de corpos que surgiu nas primeiras imagens ficou o volume base que estava previsto ser em vidro. -
Pessoalmente não consigo imaginar essa cidade dos condomínios fechados... mas se conseguires diz-me como funciona...
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Não são os condimínios fechados uma forma de segregação da cidade?... será possível alguma cidade, ou parcela de cidade, funcionar como cidade com condomínios fechados?... Acho que o João não põe a questão na qualidade dos edifícios, mas a solução do ponto de vista urbano. Quanto a mim o problema não é apenas o realojamento, mas todo um conjunto de factores que já foram mais ou menos focados aqui.
