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Dreamer

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  1. Todos os anos a magazine Wallpaper brinda-nos com a lista daqueles que são por eles considerados os melhores novos arquitectos de todo o mundo. Este anos são destacados dois arquitectos portugueses, Pedro Mariguesa e Pedro Rogado. Para ver em: http://www.wallpaper.com/architecture/architects-directory-2008/2474
  2. Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=969133
  3. Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=969166
  4. Link: http://dn.sapo.pt/2008/07/18/cidades/autarcas_receptivos_a_moradores_alei.html
  5. Msilva, não deixa de ter alguma razão, mas se calhar esse imaginário a que se refere centra-se mais nas pequenas escolas primárias de um tempo já longínquo. No entanto estava a referir-me a algumas que têm aparecido nestes últimos 20 anos, que apesar de terem uma imagem identitária, nada são comparado com a imagem que guardamos dessas mais antigas. Quanto a mim a arquitectura deve ter sempre presente o local e adequar-se a ele, e isso invalida logo à partida um único projecto escolar que se multiplica por todo o território, indiferente à envolvente, à realidade local, à arquitectura da região, etc... até pode trazer benefícios financeiros, mas perde-se a identidade do local que muitas vezes passa a ser, como muito bem disse, a própria escola...
  6. Se todas as partes ficarem a ganhar, particularmente as mais frágeis, apoio a iniciativa, agora temos de aguardar pelos desenvolvimentos...
  7. Sinceramente não percebo o porquê da crítica que é usual se fazer quando um arquitecto estrangeiro vem projectar algo a Portugal... ...então e os portugueses não vão projectar "lá fora"?... será que cada um de nós arquitectos só deveria projectar para a sua área de influência, quiçá apenas para as redondesas do nosso gabinete?... ...não gostar do projecto é uma coisa, mas este tipo de críticas gratuítas não acrescentam nada...
  8. Bem vinda deinhac, sugerir que deixa-se o seu contacto (e-mail) para que os potenciais interessados a possam mais facilmente contactar.
  9. Casa em Maiorca - Juan Herreros Arquitectos Este projecto converte uma estrutura existente, que servia para abrigar os pastores, numa pequena habitação. Na base encontra-se o mesmo conceito, uma pequena estrutura, um pequeno refúgio.
  10. Sistema de controlo de inundações - Saitama, Japão Para evitar problemas durante a época dos tufões, na cidade de Saitama, no Japão, em 1992, começou-se a contruir um gigantesco sistema de controlo de inundações. Apesar de a estrutura estar aberta aos turistas, provavelmente deve encerrar na época dos furcões. Link: http://www.inhabitat.com/2008/07/17/new-submission-33/
  11. Ninja Arithmetic XXXVIII Whirlpool, Copenhagen http://architecture.myninjaplease.com/?p=3329
  12. Devo ser dos poucos que nunca visitou o actual museu dos coches, mas a avaliar pelas fotografias na internet, a sala dos atigos picadeiros também tem o seu valor. Não quero com isto fazer algum juízo de valor entre o edifício actual e as futuras instalações, apenas pretendo constatar um facto.
  13. Fala-se na possibilidade de uma parte das novas habitações sociais serem recuperações na ribeira, de onde saíram muitas dessas famílias. Por esse lado até pode ser positivo, assim como a ideia de não concentrar todos num novo bairro, mas ninguém consegue afastar a sombra da especulação imobiliária que paira sobre este negócio... Pelo bairro só passei de carro, a pé nunca passei por lá, apenas nas imediações. Como o tatlin diz e bem, parece ser em volta da torre norte que se concentram os maiores problemas, mas convém dizer-se também que eles espalham-se pela envolvente, um pouco por todos os baldios e que existem vigilantes nas proximidades, normalmente no cruzamento de vias que se situa logo a norte, onde ficava até à alguns anos a única entrada para o bairro. O facto de só ser possível o atravessamento à bem pouco tempo pode ser uma das principais razões que explique o gueto em que se foi tornando. Fora isso, é óbvio que entre aquelas gentes à muitos que não têm nenhuma relação com os negócios que se concentram à sua porta e que acabam também elas por ser vítimas de toda esta situação... o estado de degradação do espaço é óbvio, dos interiores pouco sei, mas tanto quanto é dado a ver, não se encontram em muito bom estado... resumindo, não sei se a demolição será a situação ideal, apenas penso que os moldes em que se tem tratado este assunto não são os mais correctos... A edilidade tem um problema entre mãos e o dinheiro para o resolver não deve abundar, daí procurarem o apoio de um privado, tirando partido do potencial imobiliário desta zona para tentar fazer alguma coisa alegadamente a custo zero...
  14. Uma localização fantástica, um potencial urbano imenso... uma situação actual que carece de um gesto... mas talvez não aquele que está a ser feito... Como o aimplemind disse, a máquina está a rolar e é esperar para ver se naquele local não vai nascer mais um condomínio fechado de luxo. Vem o dr. Rui Rio dizer que a câmara não vai gastar um cêntimo... pudera... quem é o grupo económico que não está interessado na capacidade construtiva daquele local em troca de umas habitações de raiz/recuperadas noutros locais não tão atractivos da cidade?... queria ver se o interesse era o mesmo se pelo menos uma percentagem destas famílias tivesse de ser realojada no futuro empreendimento neste local... Espero com alguma ansiedade para ver o que vai acontecer neste local...
  15. Precisamente, são dois sistemas aligeirados.
  16. Talvez assim se justifique alguma coisa, mas então porque razão tem o processo de ir inicialmente para a secção regional (e realmente foi)?... não faria mais sentido, evitando-se perdas de tempo desnecessárias, fazê-lo ir directamente?... Saliento que não tenho a certeza destes factos, já que apenas foram relatados por alto.
  17. Não te estarás a refereir a laje aligeirada?
  18. Este é um projecto que data de 2003 e que entre avanços e recúos, ainda não se sabe o seu destino. As últimas informações públicas, datadas de Outubro de 2006, num artigo do JN, davam conta de uma proposta de arquivamento do processo na Câmara Municipal do Porto, por o processo estar parado há cerca de um ano e meio desde que havia sido emitido o parecer negativo pela direcção regional do Porto do Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR). Só que a decisão foi alterada pela Direcção Nacional do IPPAR, que, em Agosto de 2005, deu aval ao projecto do arquitecto Filipe Oliveira Dias para o edifício do antigo Colégio Internacional do Porto, na frente do Parque do Cidade. Mas, um ano depois, o IPPAR ainda não tinha informado a Autarquia. Depois de esclarecida esta questão e à data do artigo no JN, os promotores continuavam com a intenção de investir na cidade do Porto. Entretanto o projecto parece continuar na gaveta e o edifício cada vez mais degradado...
  19. Kasa da Praia Situado na frente marítima do Parque da Cidade do Porto, este edifício já foi posto de transformadores e de rectificadores de mercúrio para fornecimento de energia aos eléctricos da cidade, já foi Colégio Luso Internacional do Porto e vai ser agora, no âmbito das intervenções públicas da Sociedade Casa da Música - Porto 2001, a Kasa da Praia. Este edifício vai albergar bares e restaurantes de apoio à praia e ao parque e servirá toda a cidade e seus visitantes. Vai ser ponto de encontro e referencial de qualidade no Norte do país, tal como o já são em Lisboa a Kapital, o Kremlin, o Kais. O projecto, da autoria conjunta de Filipe Oliveira Dias e Mário Moura, responde a este objectivo reabilitando e requalificando o edifício num diálogo saudável de respeito e contemporaneidade que a sua singularidade e visibilidade desde logo sugere. A concepção transpira desenho e simplicidade, luz e equilíbrio. A Kasa da Praia é da praia, do parque, do mar e de quem passeia, é um farol que referencia e convida. O mais importante a destacar é o espírito da obra. Trata-se de reabilitar um edifício não classificado, que já teve, ao longo dos anos, pelo menos dois usos totalmente diversos, com adaptações e acrescentos radicais, e dois longos períodos de quase total abandono, com intensa degradação. Acresce que se trata de uma edificação com materiais pobres da época, que, perpassada pela salinidade dos ventos marítimos, lhe retiraram qualquer capacidade de sobrevivência. Todavia, o Edifício da Praia faz parte da história e da imagem da cidade e é neste contexto que deve ser preservado. Mas tal só será possível se lhe for dado um novo uso, actual, adequado, seguro e, sobretudo, garantido, isto é, que tenha êxito durante um novo largo período da vida do Porto. A reabilitação projectada respeita a imagem da cidade, considera as exigências do novo uso e garante uma actividade plena de sucesso, de que o Porto carece. Vale a pena referir alguns aspectos construtivos. Antes de mais, para afirmar que o edifício, após reconstrução, manterá, com todo o rigor, a sua melhor imagem, na volumetria principal, caixilharias, socos, remates, etc. Os cidadãos do Porto reconhecerão, sem a menor hesitação, o edifício que guardam na sua memória e que, na sua juventude, viram do eléctrico ao ir à Foz e, simultaneamente, perceberão que, neste caso, novamente o edifício serve a cidade. Link: http://www.filipeoliveiradias.pt/html/pt/projectos/ficha.asp?P_cod_projecto=140
  20. Este projecto Vai ser construído de raiz, na zona marítima do Parque da Cidade, ao fundo da avenida da Boavista, atrás do café Bela Cruz. [attach]4264[/attach] [attach]4263[/attach] Reportagem RTP: http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=354267&tema=32
  21. Porto vai ter um 'Sea Life Center' O Presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Rio, acompanhado pelo Vice-Presidente, Álvaro Castello-Branco, e pelo Vereador do Urbanismo e Mobilidade, Lino Ferreira, apresentou hoje o projecto "Sea Life Center" para a cidade do Porto. Trata-se de um "Centro de Vida Marinha", a instalar junto ao Parque da Cidade. Desta forma, promove-se a requalificação da fachada virada para a Praça Gonçalves Zarco, onde, actualmente, existem edifícios em mau estado de conservação, ruína e terreiros irregulares a céu aberto. "Este tipo de equipamento, a construir de raiz, tem, necessariamente, repercussões na economia local. Reabilitamos a zona, alargamos a zona verde do Parque da Cidade, mas mais importante damos ânimo aos agentes económicos. Cinco ou seis investimentos deste tipo são suficientes para levantar o ânimo do País", afirmou Rui Rio, destacando o interesse lúdico, académico e turístico do Sea Life Center . Trata-se de um investimento de cerca de 10 milhões de euros, a ser realizado pelo Grupo Merlin, com sede em Londres. Terá cerca de 1300 metros quadrados de área coberta onde se poderá encontrar desde os peixes mais vulgares a algumas espécies de tubarões e muitas outras espécies marinhas, em cenários recriados propositadamente para esse efeito e de acordo com as características dos locais onde estão inseridos. Ao mesmo tempo, o município impôs ao promotor a construção de uma área de lagos e jardins, com cerca de 4.500 metros quadrados, na face adjacente do equipamento, alargando-se assim o perímetro do Parque da Cidade e garantindo uma transição paisagística harmoniosa entre o novo edifício e a zona do parque já hoje existente. Pela importância educativa que terá, a sociedade promotora será obrigada também a disponibilizar à CMP 2500 bilhetes por ano, por forma a garantir que todos os alunos das escolas do Ensino Básico, geridas pela autarquia, tenham oportunidade de visitar o Sea Life Center antes de concluir o 1º Ciclo. Maior atractividade para o Porto O investimento conta com uma candidatura ao QREN, tendo em conta o particular interesse que a instalação deste equipamento na cidade do Porto tem para o país. O Sea Life Center vai criar 100 postos de trabalho directos e terá abertura prevista para Fevereiro de 2010. Na próxima reunião do Executivo será proposta a cedência dos terrenos, por quatro anos, à sociedade promotora, em direito de superfície. A partir de 1 de Janeiro de 2014, a mesma sociedade terá de pagar uma renda anual à autarquia de 20 mil euros, actualizados consoante a inflação. "Quando deixar de ser presidente quero deixar a Câmara com receitas e não com despesas", afirmou Rui Rio. "O Sea Life Center será um equipamento que - a par de muitos outros que a cidade já dispõe em pleno funcionamento, como seja o Museu de Serralves, a Casa da Música ou o Rivoli - reforçará fortemente a atractividade do Porto e da sua Área Metropolitana", acrescentou o Presidente da CMP. Vídeo com extractos das declarações do Presidente da CMP Link: http://www.cm-porto.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=cmp.stories/9704
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