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Dreamer

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Everything posted by Dreamer

  1. Dreamer

    Ridiculo

    Na sequência da mensagem #21 deste tópico, deixo aqui este link que apesar de se referir ao Brasil, infelizmente sou tentado a dizer que por vezes em Portugal acontece o mesmo... ainda mais nesta infernal e quase maníaca febre do Euro... http://www.laboratoriodedesenhos.com.br/corrente_page.htm
  2. Dizem que o Tratado de Lisboa está legalmente morto, mas que politicamente a custo ainda "sobrevive"... A minha opinião é que se devia seguir o lado legal e não andar aí à procura de subtrefúgios dúbios para tentar dar a volta a uma crise anunciada. Porque não se terá realizado o referendo em mais países, será que foi com receio de que isto acontecesse?... O que sei é que em Portugal foi "prometido" um referendo sobre este assunto e depois decidiu-se na secretaria, que é como quem diz pela da maioria absoluta PS na Assembleia da República... No entanto não podia deixar de focar aqui o lado cómico da situação... o tema foi lançado pela Antena 1 e depois seguiu-se isto: Segundo o TAF: Segundo o Blasfémias: Links: TAF - http://www.porto.taf.net/dp/node/4082 BLASFÉMIAS - http://blasfemias.net/2008/06/14/explicacoes/ PS: Obviamente que no título deveria ser "Tratado de Lisboa" e não "Tratado da Europa"... erro meu...
  3. OMA’s Coolsingel Cube OMA - Coolsingel Cube, Rotterdam (Copyright OMA) The renderings that OMA presented yesterday of their Coolsingel Cube hardly show anything. It seems the modelers at OMA made an effort of only showing what has been decided and to obscure all problems that still have to be worked out. Just like the renderings presented last week by UNStudio of their renovation of the Post Office along the same street. Renderings have become a tool in the communication of a project. In that communication you can’t promise anything you later could fail to achieve. You better be careful. From the project by UNStudio we for instance have no clue about how the hotel/apartment tower ends in the air. Probably because the client hasn’t yet decided what he wants. He might not even know how high the tower will be. The market will tell. Still you need to show something in order to sell the project to the government, the future users and the public. The municipality of Rotterdam still has to approve both the project of UNStudio and OMA. Then the project needs to be occupied. The project by UNStudio needs a users for their shopping mall and users for their hotel/apartment tower. OMA’s cube also needs users for their 5-story shopping mall, plus users for the offices and apartments above. On top of that all the developer needs to attract users for the cultural spaces. I expect the ratio offices-apartments will be determined by the development of the market. It is all up to the market. These are all basically ‘I don’t know yet’ buildings: The architecture is a container that can hold anything from hotels to offices to apartments. As an architect I suppose you have to design flexible systems that can absorb all kinds of programmatic changes, without having to rethink the whole building every once in a while. It seems the architect is torn between having to come up with a form that seduces all parties without making even a suggestion about the definitive program. The design has to compel without even hinting at a program. The building has to talk, without saying anything. Sculpture is the only way out of that dilemma. Preferably abstract sculpture. Iconography is way the specific. It might actually mean something! Yesterday a reporter from the national television asked Koolhaas what he would think when the building would be nicknamed “De kaas van Rem Koolhaas“, the cheese of Rem Koolhaas. He thought a moment about the question, and then answered: “no comment.” When the reporter insisted he would give an answer, he got a little agitated: “I said: no comment.” The suggestion that this 85 meter high abstract sculptural building could be summarized by a folklore cheese cube that people in Holland ate at parties in the eighties is an unspeakable humiliation. I feel for Rem Koolhaas and his team, I do. The incident makes me laugh too, as I also think that the application of iconography would probably had avoided the question, even turned it around into a: “So it is a cheese cube!” Rem, if you do sculpture, you get hurt. OMA - Coolsingel Cube, Rotterdam (Copyright OMA) OMA - Coolsingel Cube, Rotterdam (Copyright OMA) OMA - Coolsingel Cube, Rotterdam (Copyright OMA) Link: http://www.eikongraphia.com/?p=2460
  4. Reabri o tópico para colocar esta notícia do JN: Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=958228 Tópico novamente encerrado.
  5. Acho que se leres a primeira mensagem do tópico percebes... :tired:
  6. Não tenho comigo grande informação que te possa ajudar, mas por outro lado, posso-te dar uma outra perpectiva sobre o trabalho em causa. Sendo o trabalho colocado nesses termos, provavelmente o importante não são as obras em si, ou seja, não serão importantes as memória descritiva, as 1001 imagens que possas arranjar, os desenhos técnicos ou qualquer outra informação que não tenha sido dada durante essa apresentação. Talvez o mais importante nesse trabalho seja relacioná-las conceptualmente a apartir das poucas imagens que viste, ou seja, retirar daí o possa de alguma forma ser comum entre elas, um exercício mental rápido procurando através de um "simples" raciocínio de relações desenvolver um texto sobre as obras. Pensa que se nem o professor sabe informação sobre algumas obras, talvez o mais importante seja aquilo que a imagem apresentada transmite... Espero de alguma forma ter ajudado e boa sorte...
  7. E agora para mostrar o outro lado da questão, deixo aqui algumas imagens da actual e contruída Ponte do Infante, da autoria do engenheiro António Adão da Fonseca.
  8. Mais duas imagens: [attach]4103[/attach] [attach]4104[/attach]
  9. Pelo interesse que este projecto poderá susvitar e pela disussão que se poderá gerar em volta deste e daquele que realmente foi contruído, decidi criar um novo tópico. http://www.arquitectura.pt/forum/f10/adalberto-dias-ponte-do-infante-n-constru-do-10567.html#post57215
  10. Em consequência de um outro tópico, decidi criar este pelo interesse deste projecto. Confesso que não conhecia este projecto até à bem pouco tempo, mas do pouco que pude analisar, a nível conceptual parece-me muito mais interessante do que aquele que realmente foi contruído, não que a ponte em si, do ponto de vista estrutural, não esteja ao nível das restantes pontes sobre o Douro, não que não a ache de um certo ponto de vista interessante, talvez o que me faça mais confusão seja a amarração da ponte às margens e uma aparência algo pesada entre a leveza estrutural das pontes D. Luiz I e D. Maria Pia. Em relação ao projecto do Adalberto Dias, na minha opinião ficou pelo caminho um excelente projecto, muito interessante a todos os níveis, desde logo a começar pelo conceito de tabuleiros assimétricos, de funções distintas nas duas cotas. Deixo aqui algumas imagens tiradas do site do arquitecto: Link: http://www.adalbertodias.com/
  11. Bem, como dizes não é nada fácil até tentar ajudar-te, porque a informação que disponibilizas quanto ao objecto do trabalho é mínima e incompleta e até mesmo em relação ao tema não adiantas muito... Como é que não sabes quais são os projectos a estudas, não era suposto no lançamento do exercício isso ser apresentado?...
  12. Quanto à questão da talha dourada, realmente de uma riqueza enorme em muitos casos, é importante referir que foi fruto de uma época em que Portugal era rico, com o ouro vindo do Brasil, e que numa boa parte dos casos foi usada como complemento a igrejas de épocas anteriores, numa tentativa de as tornar mais atractivas para a população.
  13. Spa_arquitectos, concordo plenamente contigo.
  14. Pelos estatuts da Ordem, os "actos próprios do arquitecto" não se remete apenas às "assinaturas", mas a todos os trabalhos, nomeadamente o trabalhar por conta de outrém. Posso estar enganado, mas creio ser assim. Agora daí a realmente todos os que trabalham por conta de outrém pertencerem à Ordem, talvez não seja realmente assim.
  15. É para este tipo e conversas que existem as mensasgens privadas...
  16. A inauguração foi alvo de uma reportagem no JORNAL DA TARDE da RTP. Podem ver na galeria multimédia, em (http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=1098&idpod=14624) Podem encontrar a reportagem aproximadamente a meio desta segunda parte.
  17. Se arranjares boa informação e colocares as imagens correctamente, força :)
  18. Quanto a mim o essencial é mesmo fazer-se essa prospecção de marcado e analisar o trabalho prévio de cada gabinete de arquitectura/arquitecto. Jjmpleal, não se deixe iludir pela aparente facilidade de um projecto barato se os trabalhos desse arquitecto não forem se enquadrarem no que pretende e se não lhe transmitir confiança. Por outro lado, nunca vá com ideias pré-concebidadas de como quer a casa até ao último detalhe, dê algum espaço de manobra ao arquitecto e tente perceber se ele compreende as suas ideias base, nomeadamente o tipo de linguagem arquitectónica, porque através de um diálogo construtivo (não impusitivo) há maior provabilidade de acabar com um bom projecto. Como diz o Peter, opte preferencialmente por um arquitecto da zona. Não é que alguém de "fora" não possa fazer um bom trabalho, mas se for de perto, pode mais frequentemente dirigir-se ao seu gabinete e na fase de construção a próximidade e a possibilidade de um acompanhamento mais próximo garantem um maior controle e rigor da obra. Desde já boa sorte para todo o processo :)
  19. Aquela zona, ou melhor aquela estação, é a principal estação da cidade. S. Bento tem importância histórica, mas creio que Campanhã têm mais importância económica para a CP. Dizer que tem poucos "clientes" é não conhecer a estação...
  20. Dreamer

    Ridiculo

    Pelas mãos do cartonista Henrique Monteiro, mostro uma das coisas que acho mais ridícula no sentimento português... isto para não falar das reportagens intermináveis sobre a selecção que sobrecarregam os noticiários... http://henricartoon.blogs.sapo.pt/
  21. Souto Moura não gosta do projecto do Bolhão 2008-05-20 CS Ausência de um bom projecto e falta de diálogo são, no entender do arquitecto Souto Moura, os "problemas" do Mercado do Bolhão. "Como é possível fazer um projecto sem se saber quem é o autor e o arquitecto?", questionou, durante a terceira e última sessão do seminário Porto Redux - (re)abitar a cidade, apoiado por alunos e professores da Faculdade de Arquitectura. À margem da iniciativa, Souto Moura considerou que "não há diálogo entre os projectistas e as pessoas que reclamam". E, a título de exemplo, recordou que "quando se faz uma casa, também se fala com o cliente". Além disso, "o Bolhão não tem um bom projecto", destacou. O arquitecto aproveitou, igualmente, para criticar o que diz ser a "decadência do Porto". E "o pior da decadência é o hábito desta". "Não há poder reivindicativo para se sair desta crise envergonhada", lamentou, falando ainda de um "problema de cultura" dos poderes político e económico, com fuga dos investidores para a capital. Link: http://jn.sapo.pt/Dossiers/dossier.aspx?content_id=919148&dossier=Bolh%E3o
  22. Pelas imagens parece-me "U-glass autoportante" "Pilkington Profilit™" ou algo semelhante e a confirmar-se, tem boa resistência térmica e creio que também será bom do ponto de vista acústico. http://www.pilkington.com/Applications/Products2006/english/bybenefit/glasssystems/profilit/default.htm Já agora e um pouco em offtopic, alguém conhece algum representante deste tipo de material em Portugal, desta ou de outras marcas? Pelo que sei, o representante que é anunciado no site da Pilkington não existe...
  23. O programa já está disponível no site que o tatlin falou, agora falta tempo para ver.
  24. Sinto um certo fascínio pela ficção científica "actual" e tanto ou mais pela que foi feita no passado antevendo o futuro mais ou menos próximo. Cidade Experimental do Futuro (1967) 22 de Janeiro de 1967 (Lowell Sun)
  25. O respeito também passa pela não utilização desses "pá´s"... não é como se nos conhecessemos...
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