Dreamer
Moderadores-
Posts
4470 -
Joined
-
Last visited
-
Days Won
7
Content Type
Profiles
Forums
Events
Everything posted by Dreamer
-
Ainda bem, já voei na ryanair, mas comprei os bilhetes através de outra pessoa com cartão de crédito (VISA creio eu).
-
Como diz o asimplemind, bons exemplos não faltam, alias, no que à divulgação arquitectónica diz respeito, esses grandes equipamentos por vezes ganham mais relevo do que as pequenas obras, por isso a fonte de informação é muita.
-
Porto | Avenida dos Aliados | Álvaro Siza Vieira e Eduardo Souto de Moura
Dreamer replied to Legrias's topic in Arquitectura
A ideia da praça passa mesmo por aí, pela existência desses eventos. É verdade que não passo por lá todos os dias, e algumas das vezes que passo ela está vazia, mas também é verdade que em algumas visitas, particularmente ao fim de semana, já me deparei com movimento acima das minhas espectativas iniciais e mesmo não existindo qualquer evento. -
Zinaida Batrakova, já foi tempo, na época do barroco, em que uma decoração "mais rica" era usada para atrair os crentes incultos, e quero acreditar que hoje não seria isso a levar mais ou menos pessoas à igreja. Hoje o paradigma da arquitectura é diferente. Como tudo na vida, evoluímos, não por ser melhor ou pior, mas por estarmos numa época diferente. Lembre-se que o maior exemplo de arquitectura religiosa em Portugal, acabado "à dias", a igreja da santíssima trindade em Fátima, foi totalmente construída com dinheiro das oferendas e não me parece que ela é como é por haver mais ou menos dinheiro disponível... como obra não foi nada barata e ao nível dos acabamentos, mesmo não tendo esse tipo de decoração que tanto parece apreciar, são usados materiais nobres... Posso dizer-lhe que pessoalmente, prefiro uma igreja românica ou gótica, a uma igreja barroca ou transformada pelo barroco. A sensação transmitida por uma igreja despojada de ornamentos "inúteis", é para mim muito mais profunda e significativa e repare que não sou religioso nem seguidor de qualquer religião ofícial. Confesso que tremi ao ler este trecho do seu texto... e não compreendo a sua aparente falta de visão enquanto arquitecta, que entre outras coisas vê esse "estilo contemporâneo" apenas e só como um "horror"... Arquitectura não é só decoração...
-
Alguém sabe se é possível comprar bilhetes de avião através do MBNet, ou do PayPal, por exemplo, bilhetes da Ryanair ou outras que apenas aceite pagamentos por cartão de crédito?
-
Welcome Sampura, we are pleased to help in any form, so keep coming here.
-
?Bayas? ?Baies? ?Bayes?... confesso que também não sei escrever o nome dele, mas os desenhos de Florença, Roma, entre outros, ficam na memória... o homem passa horas/dias à volta de um desenho... fantástico mesmo...
-
Artvive, porque não disponibilizar essa informação aqui no arquitetura.pt?... é que os fóruns também se fazem de partilha de conhecimentos...
-
Porto | Avenida dos Aliados | Álvaro Siza Vieira e Eduardo Souto de Moura
Dreamer replied to Legrias's topic in Arquitectura
Confesso que não me apercebi disso :\ ainda assim não é pouco comum ver algum movimento neste espaço, e talvez apenas por ele ser mais aberto é que se pode pensar o contrário. -
Deixo aqui a lista daqueles que foram considerados os "Most Popular Architecture Blogs: the MoPo 2008", pelo olhar do Eikongraphia: 1. BLDGBLOG 2. City of Sound 3. Archidose 4. Pruned 5. Interactive Architecture 6. Architecture.mnp 7. Subtopia 8. Life Without Buildings 9. Tropolism 10. Mirage Studio 7 11. Strange Harvest 12. Architechnophilia 13. The Where Blog 14. The Arch 15. Super Colossal 16. Sit down man, you’re a bloody tragedy 17. Brand Avenue 18. Architecture Chicago Plus 19. Hugh Pearman 20. Varnelis 21. Lebbeus Woods 22. Part IV 23. Eye Candy 24. Architectural Videos 25. Kosmograd Mais informação em: http://www.eikongraphia.com/?p=2441
-
Masdar’s Solar Powered Rapid Transit System In Arabic, Masdar means “the source,” and the the latest development to spring from the city’s upwelling of green tech is a futuristic transit system that will serve the city’s six square kilometers. Realizing a concept straight out of sci-fi, the system consists of a fleet of solar-powered programmable vehicles that seat six and keep streets congestion free. It seems like Masdar makes the news every other week with it’s rapidly developing plans for a waste-free zero-emission city. Set to house 50,000 people, Foster and Partners‘ eco mecca is mobilizing a slew of high-tech projects that skirt the realm of utopianism. Masdar’s ultra-efficient city plan makes no allowances for fossil fuel vehicles, favoring a new breed of mass transit - a personal rapid transit system. “You program what station you want to go to, and [the vehicle] will directly take you to that station . . . If you look at things like Blade Runner, etc., that we had 15 years ago, it’s really bringing that to the fore now,” says Scott McGuigan of CH2M Hill, the construction firm that’s building Masdar City. The vehicles are set to run beneath the city like a subway minus the tracks, creating an aboveground infrastructure that is pedestrian-friendly and free from gridlock. Ease and efficiency are key features, since the programmable cars can take you anywhere you need to go, and energy won’t be expended running multiple railways on off-peak hours. Roughly 1,500 stations are planned, and no point in the city will be more than 200 meters from the system. Link: http://www.inhabitat.com/2008/05/27/masdar-personal-rapid-transit-system/
-
Centro de Comando Operacional (Ferroviário) do Porto - Paulo Calapez Link: http://www.refer.pt/pt/noticia.php?id=419 Local: Contumil Arquitecto: Paulo Calapez Índices Construtivos CCO do Porto: - área do lote 10.388m² - área bruta de construção 2.816m² - número de pisos 3 - volume de construção 21.600m³ - área de implantação 1.507m² - área de impermeabilização 2.595m²
-
E a evolução do roubo ao longo dos tempos...
-
Sabes o que é ALFISINA? Aposto que não sabes......nem eu sabía....
-
Casa do Infante registada ao fim de 47 anos Só em Janeiro deste ano é que a Câmara do Porto iniciou o registo de propriedade da Casa do Infante (actual Arquivo Municipal), situada na Ribeira. Até então, o edifício, cedido ao Município portuense há cerca de 47 anos, nunca tinha sido registado. A situação foi detectada por auditoria, concluída no passado mês de Março, ao projecto de ampliação e remodelação da Casa do Infante - é habitual que as intervenções comparticipadas por fundos comunitários sejam alvo de inspecções. Os auditores alertaram a Autarquia para o facto de ainda não existir uma registo de titularidade do imóvel, "no sentido de atribuir a posse inequívoca do mesmo à Câmara", como pode ler-se no relatório. Em resposta, o Município confirma que a "efectivação do registo predial na Conservatória" foi iniciado a 16 de Janeiro. A Casa do Infante foi doada à Autarquia pelo antigo Banco Nacional Ultramarino a 8 de Agosto de 1960, na qualidade de administrador-delegado da firma Lind & Couto. Um mês antes, a Fazenda Nacional havia cedido à Câmara, "a título precário e gratuito", três armazéns e pátios contíguos ao imóvel. Carla Sofia Luz Link: http://jn.sapo.pt/2008/05/27/porto/casa_infante_registada_fim_47_anos.html
-
Um problema de imagem fernando timóteo http-~~-//thumbs.sapo.pt/?pic=http-~~-//jn.sapo.pt/2008/05/27/16312659.jpg&H=250&W=250&errorpic=http-~~-//jn.sapo.pt/images/lusomundo/jn/errorpic.gif Bernardino, Guimarães, Ambientalista Há poucos dias, entretido com a sucessão de notícias que preenchem (horror ao vazio) o que alguém chamou de "reino da irrelevância", reparei num apontamento sobre o III Fórum Construção, evento que teve lugar em Lisboa e juntou boa parte dos responsáveis do sector respectivo. Aí se dizia que o presidente da ANEOP (por extenso, Associação Nacional de Empreiteiros de Obras Públicas), Filipe Soares Franco, declarou durante a reunião que a indústria da construção tem de alterar "a má imagem que tem perante a sociedade e o mercado". E acrescentou "Somos o sector do betão, das rotundas, das relações promíscuas com as câmaras municipais, com o Governo, com os partidos, o sector que foge ao Fisco. Temos de mudar esta imagem." Ora muito bem! Não me cansarei de aplaudir esta proclamação regeneradora, se bem que…não me tivesse apercebido, até agora, que o problema estivesse na imagem. Não sabemos bem o que significa "imagem" no discurso contemporâneo. Sinónimo de "verdade"? Prioridade que dispensa a verdade? Deixemos a filosofia de ocasião; o problema será porventura esclarecer se o citado responsável julga que deve mudar a imagem, ou se pretende mudar a realidade que a justifica. A menos que a imagem projectada esteja mesmo longe da verdade, e então bastaria repor a realidade dos factos! Confesso que não me decido. Este tipo de declaração poderia bem ser um pré-aviso de mudança. Mas seria necessária uma pequena "revolução". Se as malfeitorias enunciadas por Soares Franco são frequentemente associadas à actividade da construção civil, de quem será a culpa? Bem gostaria de detectar já alterações positivas, só possíveis juntando esforços e vontades de diversas esferas mais reabilitação urbana, avanço para a construção sustentável, preocupação com qualidade em vez de quantidade, melhoria do habitat humano assegurando a perenidade do território e dos valores naturais. Eficiência energética, isolamento térmico que dispense tanto ar condicionado, relacionamento claro com os decisores políticos. Fim das negociatas com as mais-valias dos terrenos com alteração de uso, transparência cristalina e participação pública nos processos de urbanização e obras públicas, respeito pelas reservas naturais. Mas para isso era preciso também um governo que quisesse essa mudança e esse verdadeiro progresso! Quando é preciso que Bruxelas se insurja quando se pretende urbanizar áreas de parque natural e Rede Natura, que se há-de esperar? Enfim, sonhar é fácil. Já não é mau que os próprios construtores tenham consciência da sombra que os acompanha! E que, ao que me parece, eles próprios "construíram". A verdade é que o que se conhece das revisões de planos directores municipais, nomeadamente na Área Metropolitana do Porto, não é muito animador. Previsão de áreas para construção em "alta"! Mesmo com o mercado deprimido e milhares de casa vazias. Mesmo com a proclamada prioridade que é preciso conferir à reconstrução/reabilitação do edificado. Parece uma pulsão irracional, um impulso para seguir sempre em frente… contra toda a lógica. Não seria melhor reflectir sobre o modelo de crescimento urbano que temos tido? Parar para pensar? O que deve ser feito, passa por planeamento intermunicipal e por uma nova forma de encarar o território, a qualidade de vida, a energia e a mobilidade, o bem-estar social e a sustentabilidade. E não esquecer que todos estes factores se relacionam intimamente! Preocupante não é tanto a imagem da indústria de construção. Preocupante é a imagem (a realidade) do país, da paisagem, das cidades, e a forma como se vai degradando a vida quotidiana das pessoas. http-~~-//thumbs.sapo.pt/?pic=http-~~-//jn.sapo.pt/2008/05/27/16310249.jpg&H=250&W=250&errorpic=http-~~-//jn.sapo.pt/images/lusomundo/jn/errorpic.gif Link: http://jn.sapo.pt/2008/05/27/porto/um_problema_imagem.html
-
Só Hard Club quer explorar o Mercado Ferreira Borges
Dreamer replied to Dreamer's topic in Arquitectura
A melhor sala de música ao vivo do mundo no Ferreira Borges 25.05.2008, Jorge Marmelo Empresa antes instalada na marginal de Gaia foi a única concorrente ao concurso para privatizar a gestão do velho mercado portuense A uma sala de espectáculos, um auditório, uma livraria/discoteca, estúdios de gravação, um restaurante e cafetaria com esplanada interior e exterior, espaços vocacionados para as crianças... Após o encerramento das portas, na marginal de Gaia, no final de 2006, o Hard Club prepara-se para regressar em grande, pretendendo agora instalar-se no Mercado Ferreira Borges, na zona histórica do Porto. Link: http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3Fpage%3D22%26dt%3D20080525%26id%3D13225205%26c%3DB%26web%3DEI -
Só Hard Club quer explorar o Mercado Ferreira Borges
Dreamer replied to Dreamer's topic in Arquitectura
Hard Club no Mercado Ferreira Borges O Hard Club, após 9 anos de actividade em Vila Nova de Gaia, 1.500 concertos, 500.000 espectadores e mais de 5.000 artistas vindos de 34 países, vai mudar de localização. Com esta mudança pretende-se tornar o projecto mais forte e garantir um maior apoio ao desenvolvimento das actividades protagonizadas pelos mais jovens, preferencialmente no campo da música. A proposta do Hard Club, da autoria do Arquitecto Francisco Aires Mateus, visa recuperar o edifício do Mercado Ferreira Borges, mantendo a sua imagem original, e criar neste equipamento um espaço multi-funcional, com diversas vertentes. É objectivo do novo Hard Club fornecer, além dos palcos com todas as condições técnicas sobejamente conhecidas e reconhecidas do meio musical, estúdios de captação de áudio e vídeo ao vivo, sala de ensaios e estúdio de gravação, bem como instalações para o desenvolvimento na área da investigação, formação, exibição e produção de projectos culturais. Com a implementação desta proposta o Mercado Ferreira Borges passará a contar com diversos espaços multi-funcionais e adaptáveis, nomeadamente o espaço principal (“main floor”), no qual se poderão realizar exposições, receber turistas e convidados e que incluirá um palco que receberá diariamente actuações acústicas, um Auditório, no qual poderão ser levadas a cabo actividades diversas e complementares durante o horário de funcionamento diurno e nocturno, podendo funcionar como auditório com 150 lugares sentados ou sala de espectáculos com capacidade para 300 pessoas em pé, uma Sala com capacidade para 1.000 pessoas destinada à realização de grandes eventos, mas que poderá igualmente servir para o desenvolvimento de outras actividades e um Espaço no primeiro piso, que visa propiciar aos utilizadores um local de convívio mais calmo e dotado de serviço de cafetaria/restauração/bar, e dois Espaços comerciais. Em termos de exploração do espaço do Mercado Ferreira Borges, o Hard Club propõe criar um novo espaço na cidade do Porto que apresente uma ampla oferta cultural - nomeadamente com a realização de exposições, conferências, seminários, entre outros - e vocacionado para a produção de eventos, não só musicais, mas também eventos ligados às artes cénicas e plásticas ou sessões de cinema. O Hard Club pretende transformar o Mercado Ferreira Borges num espaço âncora de atracção de turistas e de cidadãos para a zona histórica do Porto, funcionando, simultaneamente, em termos complementares aos espaços e à oferta actualmente existente nesta zona da cidade do Porto. Realce-se, por isso, que o Hard Club se propõe dinamizar o espaço do Mercado Ferreira quer durante o dia, quer durante o início da noite, funcionando de Segunda-feira a Quinta-feira e Domingo das 09H00 às 24H00, Sexta-feira e Sábado das 09H00 às 04H00. O Hard Club prevê atrair com a sua diversificada programação mais de 290.000 clientes anuais. Cumprimentos, Paulo Ponte www.hard-club.com Link: http://www.porto.taf.net/dp/node/3998 -
Governo quer vender metade do Covelo por 2,2 milhões
Dreamer replied to Dreamer's topic in Arquitectura
Processo antigo Desde 1971 que a Câmara do Porto apontava para a Quinta do Covelo como uma área verde a preservar. '83 22 Jul. Câmara do Porto assume a compra da fracção privada (56%) da Quinta do Covelo e a intenção de solicitar ao Governo a doação da parte que detinha. 44% tinham sido legados pelo anterior proprietário ao extinto Instituto Nacional de Assistência a Tuberculosos para a construção de um sanatório. '8315 Set. Executivo aprova contrato de aquisição de 56% da quinta por 548 mil euros (110 mil contos). As negociações com o Governo prosseguiram ao longo de 25 anos. Os últimos interlocutores foram Rui Sá e Álvaro Castello-Branco. '0711 Jan. Depois de ter lançado um concurso de ideias em Junho de 2006, foram distinguidas oito propostas. As soluções do arquitecto Vasco Magalhães e da dupla Pedro Ribeiro e José Soares da Fonseca ficaram em segundo lugar. Não foi atribuído o primeira prémio num concurso que gerou polémica. Link: http://jn.sapo.pt/2008/05/27/porto/processo_antigo.html -
Governo quer vender metade do Covelo por 2,2 milhões artur machado http-~~-//thumbs.sapo.pt/?pic=http-~~-//jn.sapo.pt/2008/05/27/16310251.jpg&H=250&W=250&errorpic=http-~~-//jn.sapo.pt/images/lusomundo/jn/errorpic.gif Câmara garante que o projecto para a requalificação da Quinta do Covelo será conhecido em breve Carla Sofia Luz Metade da Quinta do Covelo (Porto) vale 2,2 milhões de euros. Quem o diz é o Governo que só aceita vender a sua parte dos terrenos daquele parque público. Há 25 anos que a Câmara portuense, proprietária de 55% da quinta, alimenta o desejo de ter a posse integral do espaço, tendo sido abordada a possibilidade de uma permuta com parcelas municipais ou uma cedência a preço simbólico. Mas, nos últimos anos, a resposta tem sido a mesma o valor está fixado e a Administração Central só concorda com a alienação. A resposta do Município é negativa. "O Estado recebeu 44% da quinta por herança e nunca cuidou dela. Fomos sempre nós que fizemos e suportámos a manutenção do parque. Não faz sentido que a Câmara do Porto tenha de pagar 2,2 milhões de euros por esses 44% de terreno. Achamos desajustado o preço que é pedido", sublinha Álvaro Castello-Branco, vereador do Ambiente da Câmara portuense, sublinhando que, há poucos meses, recebeu a mesma resposta da Direcção-Geral do Património que tinha sido dado ao seu antecessor, Rui Sá "Admite apenas a venda", atenta. Desde 1983 que as diferentes lideranças políticas da Autarquia têm procurado um acordo com o Governo que permita a transferência dos 44% da quinta para o Município, sem êxito. Rui Sá recorda as negociações, mantidas no mandato anterior, com este organismo. "A delegação da Direcção-Geral do Património do Estado no Porto fez uma avaliação de cerca de 200 mil euros, mas chegou a Lisboa e subiu para 2,2 milhões", garante o ex-vereador do Ambiente, assinalando que, por 200 mil euros, a Autarquia teria feito negócio. Então, chegou a sugerir que a transacção fosse feita pelos 200 mil euros, salvaguardando num contrato que, caso a Câmara alterasse a vocação do terreno de parque para área urbanizável, teria de pagar os dois milhões de euros, actualizáveis segundo a taxa de inflação. "O Estado ficava salvaguardado", lembra Rui Sá. A hipótese de permuta também foi abordada. O processo foi herdado pelo actual vereador do Ambiente. Após o lançamento e a escolha dos melhores projectos no concurso de ideias para a requalificação da Quinta do Covelo, Álvaro Castello-Branco entendeu que era o momento de voltar a falar com o Governo. No entanto, nada se alterou. O autarca recebeu uma carta a confirmar a disponibilidade exclusiva da Administração Central para alienar o terreno por 2,2 milhões. "Se o Governo tiver um projecto para lá, então também queremos vender a nossa parte por esse preço", ironiza o vereador. Feitas as contas, a alienação renderia ao Estado cerca de 65 euros por metro quadrados. Sem acordo e "uma vez que o Governo nunca se manifestou a favor ou contra a instalação de actividades na quinta", Álvaro Castello-Branco entende que é possível avançar com um projecto de reabilitação do parque. "Somos possuidores de boa-fé há mais de 20 anos. Do ponto de vista jurídico, é uma questão que ficará por resolver. Mas vamos apresentar, dentro de dois meses, um projecto para permitir que os cidadãos do Porto tenham um maior usufruto da quinta. Não podemos investir uma fortuna, porque, nesse caso, o Governo teria de investir connosco", afiançou o vereador, sem querer adiantar pormenores do projecto em elaboração pelos serviços municipais, tendo por base as ideias recolhidas no concurso. "Vamos fazer uma intervenção a curto prazo, que será conhecida antes de Agosto, e serão colocados alguns equipamentos novos na quinta", conclui. Link: http://jn.sapo.pt/2008/05/27/porto/governo_quer_vender_metade_covelo_22.html
-
A fachada de um edifício no Porto, entaipada para impedir a entrada de alguns, mas deixaram lá o buraco para permitir a entrada de outros... Link: http://www.porto.taf.net/dp/node/3762
-
Porto | Avenida dos Aliados | Álvaro Siza Vieira e Eduardo Souto de Moura
Dreamer replied to Legrias's topic in Arquitectura
Para quem ainda acha que este espaço não tem vida, uma foto tirada neste mês de Maio: Link: http://www.porto.taf.net/dp/node/3930 -
Os smiles têm destas coisas... por duas vezes no texto, onde se lê "CMB)", deve ser algo como "CMB )" (Câmara Municipal de Barcelos), ou seja, o "B+)" do final foi substituído pelo smile... Quanto às conferências, o programa é interessante, mas o ser em dias da semana é que é mais problemático... pelo menos para mim...
