Jump to content

Dreamer

Moderadores
  • Posts

    4470
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    7

Everything posted by Dreamer

  1. IPPAR passou a IGESPAR, mas realmente esse IMPPASSE talvez seja uma boa designação... Ainda não tive necessidade de ter contacto directo com este organismo, mas já ouvi um caso em que para um projecto na região do Douro Vinhateiro, creio que já dentro da área património mundial, a delegação do Porto não assume responsabilidade e tem de pedir parecer à delegação de Lisboa... isto diz muito...
  2. Link: http://www.emanuelpimenta.net/
  3. AMORES - uma ilha flutuante para lisboa. de Emanuel Dimas de Melo Pimenta Emanuel Pimenta é arquitecto, compositor de música e fotógrafo. Link: http://www.emanuelpimenta.net/
  4. Dois vídeos sobre o museu. Reportagem da RTP (Segundo o jornalista, um projecto de um tal arquitecto de seu nome Paulo Mendes Pinto) Reportagem da SIC.
  5. Uma resposta ainda inconclusiva à questão de o que vai acontecer à biblioteca e outras áreas de trabalho do antigo Instituto de Arqueologia. Link: http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=100937
  6. Casas inteligentes As habitações estão mais inteligentes. Ar condicionado, luz, cortinas, segurança e aparelhos multimédia comandados à distância. A domótica já começa a chegar a todos os bolsos e há portugueses líderes europeus no negócio do sector. Video JN em: http://jn.sapo.pt/multimedia/video.aspx?content_id=966048
  7. Toda esta zona carece de requalificação, no entanto tarda-se a tomar uma decisão sobre o que fazer a este enorme vazio... Bem ou mal, a tão falada avenida Nun´Alvares, com as múltiplas configurações que vão sendo pontualmente anunciadas, pode ser um motor de requalificação, mas a discussão à volta da sua necessidade urbana ainda estará longe de estar acabada... entretando o território é um imenso baldio, com realidades urbanas distintas ao longo da sua "fronteira", com vias que a atravessam e "seccionam" o território, com contruções que recentemente se têm implantado na sua orla, alheias ao que estará para acontecer no futuro...
  8. De à alguns anos para cá tem-se construído pontualmente projectos de escolas interessantes, ainda que também tenham sido contruídas algumas de "copy/paste". Espero que as mentalidades mudem de uma vez por todas e que o espaço escola tenha a atenção que merece.
  9. Bem vindo fscham. É de louvar o querer estar sempre a aprender, mas à coisas que não se aprendem assim tão facilmente como parece pretender. O desenho técnico no campo da arquitectura, como também acontece nas engenharias, não se resume a uma planta, até porque apenas com este elemento, pouco se percebe de um projecto. Ainda relativamente às polantas, uma coisa é saber interpretar, e já que diz que tem alguns conhecimentos de desenho técnico, isso não deverá ser um grande problema, mas outra coisa é saber "fazer" uma planta, porque o que se faz são projectos completos e não apenas a planta, ao projectar tudo deve ser pensado como um todo. Não sei que tipo de formação em desenho técnico tem, ou sequer que tipo de engenharia está a estudar (será simplesmente aliada à gestão?), mas certamente que já se apercebeu que na sua área a leitura dos desenhos técnicos para perceber uma qualquer peça, não se resume a um único desenho.
  10. Também fico com essa ideia de que apenas as asas foram aproveitadas como forma de cobertura de uma estrutura envidraçada.
  11. Ninja Arithmetic XXXVII Regatta Hotel, Jacarta http://architecture.myninjaplease.com/?p=3283
  12. Parque do Avioso sem acesso para deficientes Sandra Bastos http-~~-//jn.sapo.pt/Storage/ng1032544.jpg O Parque de S. Pedro de Avioso, na Maia, está aberto há dois anos, mas ainda não tem a funcionar o elevador que dá acesso, em cadeiras de rodas e carrinhos de bebés, ao café. Rogério Gonçalves, deficiente motor, sente-se discriminado. "Isto tem de ter condições para toda a gente", reinvidica Rogério Gonçalves, referindo-se ao Edifício de Acolhimento do Parque de S. Pedro de Avioso, na Maia. Desde que ficou desempregado em Janeiro deste ano, o ex-telefonista de uma metalomecânica, visita com frequência aquele espaço de lazer, uma vez que fica apenas a um quilómetro e meio do local onde mora, em Santa Maria de Avioso. "Se vierem aqui amigos meus também deficientes, não podemos tomar café porque há uma barreira que nos impede", acrescenta. A barreira é uma extensa escadaria já que o estabelecimento comercial se situa numa zona mais alta e sem rampas de acesso. A solução seria um elevador que, de facto, existe, mas nunca funcionou, desde que o parque abriu ao público, há dois anos. "Se este edifício fosse antigo, ainda se percebia, mas um edifício moderno... não se justifica". sublinha Rogério, que não esquece as várias batalhas que tem travado para fazer valer os seus direitos. "As pessoas não têm noção das dificuldades que nós, deficientes motores, passamos. Às vezes um pequeno degrau faz toda a diferença", realça. Rogério já reclamou à Câmara da Maia e, segundo apurou o JN, não tem sido o único a fazê-lo. A Autarquia, numa resposta via email, a 2 de Maio último, comprometeu-se "a colocar o mais brevemente possível à disposição dos utilizadores do Parque de Avioso- S. Pedro, todas as infra-estruturas do local, incluindo o elevador". O Município admitiu ter consciência "da necessidade premente do funcionamento do elevador" e assumiu "o compromisso de, na medida do possível, agilizar o processo". Mais de dois meses depois, o elevador continua parado, como sempre esteve. O Gabinete de Imprensa da Câmara da Maia, confirmou, ao JN, que o elevador não funciona, tendo em conta que ainda "espera a aprovação pelo Instituto Electrotécnico Português, que só pode realizar a vistoria do edifício assim que "a obra ficar finalizada, o que ainda não aconteceu". "A promessa é a de que o parecer deva ser entregue ainda este mês, no máximo, em Agosto, se tudo correr bem", acrescentou fonte da Autarquia. Rogério Gonçalves promete continuar a "denunciar o que está mal": "Não devemos ser conformistas". Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Maia&Option=Interior&content_id=967694
  13. Águia D'Ouro converte-se em hotel no próximo ano Carla Sofia Luz O Águia D'Ouro vai reabrir 20 anos após o encerramento em Dezembro de 1989 no Porto. O quarteirão, que acolheu o antigo cinema, recupera a sua primeira vocação ao converter-se num hotel no último trimestre do próximo ano. A futura unidade hoteleira de duas estrelas preservará a derradeira fachada de um edifício, que sofreu remodelações ao longo dos anos e encontra-se hoje em ruínas. Os arquitectos Nelson de Almeida e Rosário Rodrigues, da FA-Arquitectos, assinam a transformação do imóvel, comprado pelo grupo Endutex à Solverde em Janeiro. Esta sociedade tinha adquirido o prédio na década de 80 para abrir um bingo. O grupo Endutex, associado à cadeia francesa B&B, investirá 6,7 milhões de euros na construção do hotel (rés-do-chão e quatro pisos, sendo o último recuado) com 110 quartos, dois jardins interiores e estacionamento para os hóspedes enterrado. O pedido de informação prévia foi viabilizado, na semana passada, pela Câmara do Porto, pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte e pelo Turismo de Portugal. Está a ser preparado agora o projecto definitivo. O administrador do grupo Endutex, André Ferreira, indica que a obra começará no início de 2009. O promotor crê no potencial turístico do destino Porto face ao aumento do número de visitantes nos últimos anos. Por isso, o grupo Endutex não hesitou perante a hipótese de investir na Baixa. "Qualquer empresa procura boas oportunidades de negócio. Evidentemente que, quando se consegue conciliar uma oportunidade de investimento com a possibilidade de recuperar um edifício emblemático, o processo torna-se muito mais aliciante. É, de facto, um projecto único", considera André Ferreira. Olhando para o mercado da hotelaria do Porto, o arquitecto Nelson de Almeida não tem dúvidas de que a gama de duas estrelas tem oportunidade de desenvolvimento na Invicta (onde há poucas unidades com essas características) e adequa-se ao espaço. "A localização é muito central e é um edifício com carácter. O interior ruiu completamente há alguns anos. A fachada será restaurada se possível ou reconstruída e, inclusivamente, será recuperada a carpintaria original das portas. O ex-lobby do Águia D'Ouro será o lobby do hotel sofisticado e económico", especifica o arquitecto, recordando os dias de juventude em que deixava a casa da avó (que vivia ali perto) para ver cinema no Águia D'Ouro. Nelson de Almeida e Rosário Rodrigues buscarão inspiração nos elementos de Art Deco tardio do cinema para introduzi-los na decoração da área de recepção do futuro hotel. Reconhecendo as dificuldades acrescidas da reabilitação, os arquitectos entendem que o quarteirão fica a ganhar com a intervenção, pois o "interior maciço" deste núcleo dará lugar a um espaço mais aberto com a criação de pátios e de jardins. As empenas dos edifícios na envolvente, voltadas para os jardins interiores, serão tratadas. Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=967349
  14. Será que se deixou definitivamente para trás o conceito de escola tipo, onde todos os estabelecimentos de ensino de determinada época são iguais?... se sim, estamos finalmente no bom caminho :clap: os projectos podem ser mais dispendiosos, mas potencialmente ganha-se muito na qualidade espacial e arquitectónica do universo escolar.
  15. Paulo Takimoto, antes de mais sê bem vindo à nossa comunidade. O jogo volumetrico é muito interessante, mas gostava de perceber a tua opinião como alguém que conhece e vive este espaço.
  16. Bem... desconhecendo o projecto e não conseguindo sequer imaginá-lo nesse local... só de ler estas duas citações tremi... :nervos: ...ainda assim gostava de saber mais sobre isto... se mais não fosse, para saber o que vai na cabeça de algumas pessoas...
  17. Esta é uma temática que interessa a muitos de nós e realmente é pena que apenas esteja programada para Lisboa. Acredito que com diferentes oradores em diferentes pontos do país, seria um sucesso...
  18. Agora que falam nisso, tenho a ideia de que as humidades resultam muitas vezes de um excessivo isolamento, já que a casa não "respira", mas os mais experientes que se pronunciem.
  19. Não convém esquecer que entre avanços e recuos, este processo já começou em 1998, há 10 anos... e que só agora parece estar a sair definitivamente do papel. É curioso percorrer a rua e apercebermo-nos dessa vivência de que falas, da população que ali habita, do pequeno comércio não cultural, as pequenas mercearias, os cafés de esquina, entre outros... não conheço o estado do edificado habitacional, se está ocupado e em que condições, mas a avaliar por estas pequenas unidades de comércio, acredito que exista um movimento populacional "extra rotas culturais".
  20. Bem vindo Xito. Antes de mais, obrigado por esse esclarecimento e pela participação no arquitectura.pt. Podia ser um contributo muito interessante um tópico sobre a obra do seu pai, já que infelizmente essa fase da arquitectura nacional parece ser muitas vezes descurada e esquecida nas universidades e na nossa vida profissional.
  21. Mercado do Bolhão é uma causa nacional Futuro do Bolhão foi discutido numa conferênciaem Lisboa. Manuel Alegre manifestou solidariedade Cristiano Pereira A onda de defesa pela manutenção do mercado do Bolhão desceu a Lisboa e recebeu palavras de solidariedade de deputados do PS e e do Bloco de Esquerda. Manuel Alegre apelou à intervenção do ministro da Cultura. "Nós somos um país muito antigo mas que por vezes parece que não tem consciência de si mesmo". O lamento soltou-se da boca de Manuel Alegre, vice-presidente da Assembleia da República, durante uma conferência em Lisboa organizada pela Plataforma de Intervenção Cívica do Porto sobre o futuro do Mercado do Bolhão. Recorde-se que aquele movimento surgiu na sequência da contestação do projecto de revitalização do antigo mercado numa superfície mais moderna, com mais lojas e apartamentos, mantendo a traça original. A conferência, realizada na Sociedade Portuguesa de Autores, contou também com a deputada socialista Isabel Santos, João Teixeira Lopes (Bloco de Esquerda) e, entre outros, dos arquitectos Joaquim Massena e Correia Fernandes. Helena Roseta esteve na assistência. Do Porto veio ainda um autocarro com elementos da Plataforma de Intervenção que aproveitaram para apresentar e ler o manifesto "Participação e Cidadania". Manuel Alegre aplaudiu e considerou "exemplar" o movimento: "Manifesto a minha solidariedade e estou convosco; esta não é uma causa só do Porto; transcende o Porto e é uma causa nacional", sublinhou, antes de afirmar que as obras no mercado seria "um acto contra a memória, contra a cultura, contra a cidade e contra as pessoas". Alegre aproveitou para deixar recados: "Aqueles que estão no exercício dos seus poderes deviam fazer uma pedagogia cívica dos actos e preservação da nossa memória e do nosso património", disse, antes de salientar que "compete ao Ministério da Cultura a gestão, defesa e preservação do nosso património". Manuel Alegre asseverou ainda que "o ministro da Cultura é uma pessoa com formação e com sensibilidade para ser receptivo a esta questão". João Teixeira Lopes mostrou-se crítico perante a possibilidade de privatização do mercado. "Privatizar esses espaços é um dos atentados mais graves contra a ideia de lugar identitário", apontou. "Quando vou ao Bolhão comprar flores, não vou apenas comprar flores; vou trocar palavras, gestos e abraços", sublinhou. Isabel Santos afinou pelo mesmo discurso e apelou à união e resistência da população do Porto: "Tenho fé na alma do meu povo e o povo do Porto, em momentos chave, já deu sinais fortes aos governos da cidade e país. Mais uma vez vamos vencer a luta!". Antes, o arquitecto Joaquim Massena, autor de um projecto de reabilitação do Bolhão, criticou a autarquia: "Não é legítimo que a Câmara refira que o projecto está obsoleto e economicamente inviável e que a forma para a sua reabilitação seja a alienação e demolição integral de todo o mercado do Bolhão incluindo as pessoas". Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=964650
  22. Reabilitação da Rua Miguel Bombarda Trata-se de um projecto verdadeiramente original, pois o objectivo é a transformação e reabilitação de ruas do Porto, vocacionando-as para o comércio de arte, com base na iniciativa e orientação dos próprios comerciantes, sem prescindirem do apoio da autarquia. O objectivo mais ambicioso é o de a grande maioria das lojas resultantes da transformação dos prédios ao longo dessas ruas, ocupando os rés-do-chão, por vezes caves e até 1º andar, ser destinada à promoção e comércio de arte. Como o número de galerias tem aumentado incessantemente, sempre por iniciativa dos comerciantes, que por vezes elaboram programas conjuntos, a densidade de arte e dos seus autores e admiradores torna-se notória. Entretanto, pretende-se que a rua não perca os moradores residenciais, antigos e novos, com comércio tradicional, incluindo restauração, garantindo que a rua se mantenha viva e segura a qualquer hora do dia ou da noite. Constitui assim uma natural expectativa que a Rua Miguel Bombarda venha a ter notoriedade idêntica à de conhecidas ruas congéneres, que todos procuramos visitar em Londres, Paris, Roma e outras diversas capitais. O projecto de facto intervém em duas ruas contíguas, as de Miguel Bombarda e da Boa Nova, dinamizado-as de formas distintas. Na Rua Miguel Bombarda, a prioridade é para o peão, não impedindo contudo que o automóvel possa aí circular. É garantido o acesso de automóveis de moradores com garagem, de veículos para cargas e descargas e de veículos prioritários (saúde, ordem pública e bombeiros, por exemplo). Em determinados períodos, se tal for considerado vantajoso ou necessário (horas de ponta, por exemplo), a rua poderá ser aberta a todos os veículos. Na Rua da Boa Nova, o automóvel e o peão terão idêntica prioridade. O mobiliário urbano é muito simples, mas facilitando o trajecto. Mas, ao longo do percurso, independentemente das visitas às galerias ou do simples espreitar das montras, foi necessário criar momentos de pausa, com intervenção de arte na própria rua do consagrado artista portuense Ângelo de Sousa. Site do arquitecto: http://www.filipeoliveiradias.pt
  23. O que me faz mais confusão é o elevar a um patamar ainda mais elevado da falta de preocupações com o sobreamento passivo dos vãos. Todos sabemos que existem formas para resolver fisicamente vãos voltados a sul, todos sabemos que apesar de ser mais complicado, também é possível controlar a luminusidade a nascente e a poente, todos sabemos que dependendo do tipo de compartimento, pode-se optar por um sistema de aberturas e de controlo solar que poderá ser diferente de outros compartimentos... neste tipo de projectos vejo tudo isso adulterado. Já não chegava as muitas torres de vidro que são completamente indiferentes à orientação solar, agora pões-se em prática um conceito que leva isso ainda mais longe, onde o proprietário vira a casa para onde quiser, potencialmente sem preocupações ambientais e depois lá vem o ar condicionado... ainda que dizendo que o edifício é sustentável energéticamente... e o potencial descontrolo da iluminação natural... Digo isto não como uma crítica pela crítica, mas apenas por ser algo que por desconhecer os pormenores projectuais, não sei se terá sido acautelado... mas que me preocupa... já para não falar que nessas diferentes cidades, as realidades em termos de iluminação solar, temperatura e muito mais coisas são completamente diferentes...
  24. Pedro, daí a minha dúvida... não será ao certo o que o Nuno pretende, que tipo de arranjos exteriores, se é uma ideia do que quer, se algo que mais concreto... para ideia servem os livros, se for algo mais complexo o melhor mesmo é contactar um arquitecto paisagista.
  25. Estádio mecanizado do Futuro (1958) A 2 de Novembro de 1958, numa edição intitulada "Closer than we think", aparecia este artigo sobre um estádio mecanizado.
×
×
  • Create New...

Important Information

We have placed cookies on your device to help make this website better. You can adjust your cookie settings, otherwise we'll assume you're okay to continue.