Dreamer
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Link: http://blogs.guardian.co.uk/art/2008/01/architects_like_to_picture_the.html Não é por ter lido o artigo, mas tenho de concordar com o autor...
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What Architecture: http://www.whatarchitecture.com/ (Inglaterra) AHMM: http://www.ahmm.co.uk/ (Inglaterra) Will Aslop: http://www.alsoparchitects.com/ (Inglaterra)
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Era aqui que eu queria chegar...
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Palácio das Cardosas já está em obras RUI ALMEIDA SANTOS As obras de requalificação do Palácio das Cardosas, com vista à edificação de um hotel de luxo, já arrancaram. O edifício histórico, datado do século XIX, manterá a fachada. O investimento pretende dar novo ânimo à Baixa. O novo Intercontinental Porto Palácio das Cardosas, que irá custar cerca de 31 milhões de euros, mostrar-se-á ao mundo lá mais para o fim do próximo ano. Apesar de, em 2006, aquando da apresentação do projecto, ter-se previsto que a obra terminaria no final do primeiro semestre de 2008, a verdade é que tal não se veio a verificar. A tardia apresentação do projecto de reconversão do edifício à Porto Vivo - Sociedade de reabilitação Urbana, por parte das sociedades Solitaire e RAR Imobiliária, levou a que a obra se prolongue para além do previsto. Esta demora foi também notada por Narciso Saraiva, morador atento ás obras. "Antes estava um bocado parado, mas depois de se fazerem os contratos com as empresas as coisas começaram a andar bem". Para este portuense, e apesar dos atrasos na sua conclusão, esta acção é muito importante para combater a desertificação da Baixa do Porto, além de se recuperar um dos edifícos históricos da cidade." Esta obra vai ser importante para chamar as pessoas à Baixa mais frequentemente. Não é com aquelas barracas de eventos que ficam cá apenas dois ou três dias, que a Baixa vai encher de pessoas. Era um escândalo isto estar parado há tanto tempo. Ainda bem que resolveram remodelar isto". Narciso Saraiva não deixa de criticar o actual aspecto da Avenida da Liberdade, que no seu entender apenas contribui para um maior divórcio das pessoas para com a Baixa. "Para mim, a avenida ficou péssima, sem tirar valor a Siza Vieira. Para nós, que estávamos habituados a ter a antiga Praça da Liberdade, isto ficou muito despido". opiniou. O espaço, de acordo com responsáveis pelo projecto, será direccionado para um mercado de conferências, reuniões e eventos de lazer. O hotel, que se localizará numa zona nobre, terá 100 quartos e seis suites, quatro salas de conferências, um spa, um restaurante e uma galeria comercial. O quarteirão onde se encontra o Palácio das Cardosas está inserido nas zonas-piloto identificados pela Porto-Vivo como áreas nobres a reabilitar. Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=971368
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Só Hard Club quer explorar o Mercado Ferreira Borges
Dreamer replied to Dreamer's topic in Arquitectura
Ferreira Borges concedido ao Hard Club Sem pedir, as pessoas do Aleixo ficaram esta quinta-feira a par de outras vidas da cidade, numa assembleia municipal criticada pela CDU: juntou, em época de férias, para "não levantar ondas", a votação da demolição do bairro e a concessão da gestão do lixo e da limpeza pública a privados e do Mercado Ferreira Borges ao Hard Club. Para o Bloco, que votou contra, trata-se da demissão de responsabilidade na gestão da cultura e do património, neste caso preso por 17 anos com uma renda de 83 euros mensais. Já a CDU - que se absteve, como o PS - alerta para a privatização de tudo pelo Executivo. Do património, dos terrenos do Aleixo e da recolha de lixo. E lembra o problema de ruído de uma discoteca vedada por ferro e vidro numa zona habitacional e com uma casa de saúde ao lado. A maioria, do seu lado, garante que o mercado continuará a ter espaço para quem o usa actualmente. Link: http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=971356 -
Nova ponte de Hardangerbrua, Noruega A nova ponte deve estar concluída em 2011 e vai unir as margens do segundo fiord mais largo da Noruega, o Hardangerfjorden. Esta ligação encurtará a viagem em 70Km e prevê-se que os veículos de transporte poupem cerca de 100 litros de combustível por viagem. Acresce a isto uma maior segurança para todos os veículos. O acesso à ponte será realizado por túneis que perfazem a distância de 2,4Km. Custo estimado: 245 millões de euros Altura das torres: 202,00m sobre o mar (média de 186,00m sobre o fiord) Vão: 1310,00m (mais 30,00m do que a Golden Gate Bridge de San Francisco) Altura do tabuleiro: 55,00m sobre o mar
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Londres | Ampliação do Tate Museum | Herzog & de Meuron
Dreamer replied to Dreamer's topic in Arquitectura
Mais uma imagem: -
Ninja Arithmetic XXXVIX King Abdulaziz Center of Knowledge and Culture, Saudi Arabia http://architecture.myninjaplease.com/?p=3379
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O problema é existir quem aceite essas condições, o problema são os problemas da vida de cada um desses arquitectos que os levam a aceitar essas condições... Enquanto existir quem aceite ser explorado dessa forma, esses desumanos empregadores vão continuar com a mesma política...
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De certeza que esses senhores pagam bem melhor a quem lhes faz a limpeza, seja no escritório ou em casa... é indecente...
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A capela tem qualquer coisa de La Tourette, 50 anos mais tarde. Vs. Vs.
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Bem vindo Tito ;)
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Concurso para a criação da nova imagem da ordem dos arquitectos
Dreamer replied to Pedro Barradas's topic in Arquitectura
JVS, chegam?... -
Üetliberg, Switzerland | Casa para arquitectos e artistas | AFGH
Dreamer replied to Dreamer's topic in Arquitectura
alçados (norte, sul, este, oeste) cortes (corte 01, corte 02) -
Üetliberg, Switzerland | Casa para arquitectos e artistas | AFGH
Dreamer replied to Dreamer's topic in Arquitectura
[attach]4471[/attach] implantação plantas (piso 0, piso 1, piso 2, piso 3) -
Üetliberg, Switzerland | Casa para arquitectos e artistas | AFGH
Dreamer replied to Dreamer's topic in Arquitectura
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Architect's and artist's apartment house at the foot of the Üetliberg. AFGH / Andreas Fuhrimann - Gabrielle Hachler (Switzerland) The task was to create reasonably-priced residential space with high standards of living comfort for four differently sized parties. In the processs, each party was to profit as much as possible on the one hand from the 3,000 m2 south-facing environs, and on the other from the north-facing view of the city. This determined an unconventional and complex internal organisation of the building. All four apartments are accessible via a two-storey entrance hall, each of them having their own internal staircase of one or two floors. In principle the double-storey apartments and the two roof apartments are encapsulated in each other so that the quality of the four-sided building is fully exploited. Common place and unrefined materials such as concrete, timber, wood and glvanised steel were chosen, which animated each other when combined. The precise insertion of coloured kitchens with reflective glass surfacing and the extensive coloured glass panelling of the bathroom walls contrast with the the coarse concrete and the organic patterns of the wood. The basement, the vertical stairwells and the partitioning walls between the apartment units are made of concrete cast in situ (basic shuttering). This guarentees that the fire proofing and acoustic demands set by the timber elements, which constitute most of the rest of the spatial structure, are met. The concrete core constitutes the "skeleton" of the actual wooden structure, the organic softness of which heightens the rawness of the concrete. The ceilings and the walls are made of prefabricated, isolated wooden elements of spruce. The interior surfaces consist of boxing plywood on the walls and bonded boarding on the ceilings. The construction and the dileneation of the rooms are congruous. The individual building elements and the building processes are legible. Due to their slightly polygonal geometry, the wooden elements have the characteristics of a piece of carpenter's furniture. The most striking characteristic of the galvanised sheet-metal façade is the differentiation of the form of the window openings on the north and south sides. Link: http://www.afgh.ch/
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No mínimo ribeiro ...ainda vais chegar à conclusão que se chama Rua da Fonte ;)
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Pelo vídeo tenho alguma dificuldade em chamar-lhe RUA... :\ e de qualquer forma não te posso ajudar...
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Providência cautelar contra demolição do Aleixo Os moradores do bairro do Aleixo, Porto, cujas cinco torres Rui Rio pretende demolir, vão apresentar uma providência cautelar, esta semana, para suspender o processo. "Vai ser de certeza ainda esta semana", disse à Lusa o advogado Tiago Machado que representa a maioria dos moradores. O causídico acrescentou que a medida pretende "defender os direitos das pessoas que querem continuar a morar no bairro, muitas há mais de 30 anos". "O que a câmara quer é deslocalizar as pessoas, retirá-las das suas casas e mandá-las para outras zonas da cidade que ainda não se sabe quais são", disse. O advogado referiu ainda que a providência cautelar pretende suspender este processo para obrigar o executivo municipal a reunir-se com os moradores para se encontrar uma solução de consenso". "Numa situação como esta há que falar com as pessoas não se podem tomar decisões unilaterais", frisou. O advogado disse-se "consciente" de que há moradores que querem sair do bairro mas sustentou que "a maioria pretende ficar". A Câmara do Porto está a analisar um plano de requalificação do bairro do Aleixo, que prevê a criação de um fundo de investimento imobiliário com parceiros privados para o aproveitamento daquele terreno sobranceiro ao rio Douro. O plano, apresentado por Rui Rio em meados de Julho, tem a aprovação assegurada pelos votos da maioria PSD/CDS no executivo municipal, mas o vereador comunista, Rui Sá, pretende apresentar uma proposta alternativa que mantenha os moradores no bairro, apesar de também admitir a demolição das actuais torres. Tiago Machado criticou ainda o contingente policial que está visível nas imediações da autarquia "por não ser necessário". Segundo a Lusa constatou no local encontram-se visíveis cerca de duas dezenas de agentes da PSP, Polícia Municipal e Divisão de Trânsito. Link: Providência cautelar contra demolição do Aleixo - JN
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Rui Rio quer dialogar com famílias do Aleixo O presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, assegurou que a autarquia vai dialogar com as famílias do Bairro do Aleixo tendo em vista o seu realojamento. "As pessoas têm que ser tratadas como deve ser", frisou o autarca, garantindo que vai "haver diálogo sobre a situação de cada família". "As preferências das pessoas vão ser atendidas, dentro do que for possível", admitiu Rui Rio. Nesse sentido, o autarca desvalorizou a providência cautelar que o advogado dos moradores do Aleixo pretende apresentar, ainda esta semana, no tribunal para impedir a concretização do plano aprovado pelo executivo municipal. "É normal que metam uma providência cautelar, hoje em dia em Portugal mete-se uma providência cautelar por tudo e por nada", declarou. Rui Rio falava aos jornalistas no final da reunião do executivo municipal que aprovou, por maioria, o plano de requalificação do Bairro do Aleixo, que prevê a criação de um fundo de investimento imobiliário com parceiros privados para o aproveitamento daquele terreno sobranceiro ao rio Douro. O plano foi aprovado com os votos favoráveis da coligação PSD/CDS e dos vereadores socialistas, tendo recebido apenas o voto contra do vereador da CDU, Rui Sá. "É muito positivo que o PS tenha aprovado a proposta, apesar de eu não dar como líquido que também vote a favor na reunião da Assembleia Municipal, já que têm sido muitas as vezes em que vota a favor no executivo e contra na assembleia", frisou Rui Rio. O autarca referia-se à reunião da Assembleia Municipal do Porto, marcada para quinta-feira, onde será debatida a proposta de requalificação do Bairro do Aleixo. O Bairro do Aleixo, que conta com cinco torres, cada uma com 13 pisos, onde moram cerca de 1300 pessoas, é um dos mais problemáticos do Porto, sendo um dos mais conhecidos locais de tráfico de droga na cidade. Link: Rui Rio quer dialogar com famílias do Aleixo - JN
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Demolição do Aleixo passa com gritos na rua Moradores prometem avançar para tribunal e Rui Rio garante diálogo MARTA NEVES, LILIANA GONÇALVES Várias dezenas de moradores do Bairro do Aleixo manifestaram-se, terça-feira, frente à Câmara do Porto contra o projecto de demolição das torres, que foi aprovado pelo Executivo municipal, com um único voto contra da CDU. Independentemente da votação da sessão da Assembleia Municipal, que acontece esta terça-feira a partir das 20.30 horas, é certo que a Associação de Promoção Social da População do Bairro do Aleixo vai apresentar, até ao final da semana, uma providência cautelar, seguida de uma "acção principal", com o objectivo "de suspender o processo", garantiu, ao JN, Tiago Machado, advogado dos moradores. "Entendemos que a demolição não é a melhor solução. Por isso, é que defendemos a requalificação", acrescentou. Ainda assim, os moradores que se manifestaram toda a manhã, empunhando cartazes e gritando palvars de ordem, acabaram por se desmobilizar, por volta das 14 horas, sem saberem que a proposta havia sido aprovada com 12 votos (coligação PSD/CDS e PS) e, apenas com um contra, do vereador comunista, Rui Sá. Bem mais contido foi o protesto dos funcionários que fazem a recolha do lixo, que contestaram a privatização do sector (ler texto ao lado). "É a tristeza maior da minha vida", soluçava Maria Alice Ferreira, de 73 anos, moradora no Bairro do Aleixo há 34 anos, enquanto assistia emocionada à chegada de uma grande franja de "vizinhos", que haviam arriscado o percurso, do bairro até à câmara do Porto, a pé. "O senhor Rui Rio usou-nos para ter votos , mas depois disso nunca mais deu a cara no Aleixo", desabafou a idosa, que vive com uma filha, de 48 anos, e um neto, de 24. A mesma revolta era partilhada por Rui Cardinal, de 34 anos, que foi viver para o Aleixo com apenas meio ano. "Existe problemas no nosso bairro como em todos os bairros do mundo. A diferença é que os terrenos do Aleixo valem muito dinheiro". "Tenho alguma culpa de ser rico em paisagem?", questionou um morador, mencionando a localização privilegiada das cinco torres do Bairro do Aleixo. Nem mesmo Feliciano, "quase a fazer 80 anos", um dos moradores mais antigos do bairro, quis faltar à manifestação de ontem, em frente à Câmara do Porto. "Agora, eram precisos cinco salazares! Estamos num país democrático, mas a repressão continua", criticando o aparato policial. Visivelmente satisfeito com "a votação favorável" do Partido Socialista na aprovação de demolição das torres do Aleixo, Rui Rio não teve dúvidas em afirmar o mérito" da sua proposta, desvalorizando a intenção dos moradores de colocarem uma providência cautelar a fim de impedir o negócio. "Acho normal que o façam, afinal em Portugal metem-se providências cautelares por tudo e por nada". Rui Rio - que falava aos jornalistas no final da reunião do Executivo Municipal que aprovou, por maioria, o plano de requalificação do Bairro do Aleixo, que prevê a criação de um fundo de investimento imobiliário com parceiros privados para o aproveitamento daquele terreno sobranceiro ao rio Douro - assegurou ainda que a Autarquia vai dialogar com as famílias do Bairro do Aleixo tendo em vista o seu realojamento. "As pessoas têm que ser tratadas como deve ser", frisou o presidente da Câmara do Porto. Link: Demolição do Aleixo passa com gritos na rua* - JN
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Concurso para a criação da nova imagem da ordem dos arquitectos
Dreamer replied to Pedro Barradas's topic in Arquitectura
Não me parece que seja falta de iniciativa, mas talvez falta de oportunidade/visibilidade, porque os arquitectos ainda continuam a ter mais visibilidade do que os designers.
