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Dreamer

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Everything posted by Dreamer

  1. Está a funcionar :(
  2. Está a funcionar :(
  3. Uma outra perspectiva interessante é o merchandising que envolve tudo o que de uma forma ou de outra é icónico... depois das notas, os comerciantes não podiam deixar esta oportunidade para trás [ATTACH]4965[/ATTACH][ATTACH]4966[/ATTACH][ATTACH]4967[/ATTACH] maquetes [ATTACH]4955[/ATTACH][ATTACH]4956[/ATTACH] Sapatilhas [ATTACH]4957[/ATTACH][ATTACH]4958[/ATTACH] Chapéu [ATTACH]4959[/ATTACH] Colunas de som [ATTACH]4960[/ATTACH] Chaleira [ATTACH]4964[/ATTACH] Pins
  4. Uma outra perspectiva interessante é o merchandising que envolve tudo o que de uma forma ou de outra é icónico... depois das notas, os comerciantes não podiam deixar esta oportunidade para trás maquetes Sapatilhas Chapéu Colunas de som Chaleira Pins
  5. Já concluído, ou muito próximo disso, é possível ver-se a diferença entre os renders iniciais e a realidade. [ATTACH]4954[/ATTACH]Vs.[ATTACH]4951[/ATTACH] [ATTACH]4952[/ATTACH]Vs.[ATTACH]4953[/ATTACH] Não quero colocar aqui em causa o projecto em si, porque como já tive a oportunidade de dizer algumas vezes, acho-o extremamente interessante, apenas pretendo questionar a forma como estes projectos são "vendidos", principalmente nas imagens nocturnas, cheias de luz e de brilhos.
  6. Já concluído, ou muito próximo disso, é possível ver-se a diferença entre os renders iniciais e a realidade. Não quero colocar aqui em causa o projecto em si, porque como já tive a oportunidade de dizer algumas vezes, acho-o extremamente interessante, apenas pretendo questionar a forma como estes projectos são "vendidos", principalmente nas imagens nocturnas, cheias de luz e de brilhos.
  7. E a responsabilidade dos técnicos da câmara?... topógrafos principalmente e projectistas que não acompanharam a obra?...
  8. E a responsabilidade dos técnicos da câmara?... topógrafos principalmente e projectistas que não acompanharam a obra?...
  9. Chegaram de França e tinham a casa nas alturas PAULO SILVA REIS, Chaves Chaves. Uma família de emigrantes teve ontem uma desagradável surpresa quando chegou à sua casa na cidade transmontana. Uma terraplenagem deixou o acesso ao portão com um desnível de quatro metros. Não puderam entrar em casa e estão indignados. A câmara diz que vai averiguar o sucedido PSP foi chamada e registou a queixa dos emigrantes Benjamim e Paula Antunes nem queriam acreditar no que os seus olhos estavam a ver quando ontem chegaram a Portugal. Cansados da viagem que ano apôs ano os traz de França de volta à sua terra para gozarem mais um mês de férias, juntamente com os seus dois filhos, o casal deparou-se com a mais insólita das situações: para descarregarem as malas e poderem entrar em casa só mesmo com uma escada, pois o caminho que dava acesso ao portão de entrada da casa que há mais de 12 anos têm na rua Paraíso, no Bairro dos Aregos, em Chaves, desapareceu. Do portão ao nível do caminho, separa-os agora um desaterro de quatro metros de altura. A tristeza apoderou-se dos emigrantes e como a sua chegada se deu num sábado, a única alternativa que tiveram - pois a autarquia estava fechada-, foi chamar a PSP. Os agentes também não resolveram o problema da família Antunes. Limitaram-se a receber a queixa e registarem a ocorrência. Desesperados, e sem ninguém para responder às muitas questões que têm para fazer, a família Antunes optou por ir para casa de familiares. Contudo, não vão ficar quietos. "Segunda-feira sempre queremos ver o que o presidente da câmara tem para nos dizer e que soluções nos vai dar desta vez", disse ao DN Paula Antunes, acrescentando que não vai passar o mês de Agosto em casa da sua irmã nem vai acampar no local. "Tenho uma casa licenciada e com todas as contribuições pagas neste local há 12 anos e o facto de eu não viver cá e de estar a nascer um empreendimento mesmo ao lado, não é motivo para fazerem um desaterro destes", desabafou a emigrante. O loteamento onde está a nascer um grande número de prédios, pertencente a uma empresa da região, termina exactamente onde começava o caminho de acesso à vivenda da família Antunes. Não foi possível obter uma reacção da empresa. No entanto o DN sabe que esta remete todas as responsabilidades sobre o assunto para a autarquia. Foi essa explicação que um responsável da construtora terá avançado ontem à família. Em Fevereiro, tal como confirmou Benjamim Antunes, a família esteve em Portugal e "logo nessa altura, com a obra a decorrer, a entrada com o carro ficou complicada". "Fomos à câmara e logo nos disseram que não havia problemas que já estavam a tratar do problema e tudo ia ser solucionado. Fomos descansados, mas se na altura entrar de carro era complicado, hoje nem a pé e eu sempre quero saber onde vou dormir com a família e as pessoas que convidei para virem passar férias a minha casa", protestou Benjamim Antunes. "Fartamo-nos de trabalhar todo o ano a pensar num mês de descanso junto da família e a desfrutar de uma casa que construímos com o nosso suor e deparamo-nos com situações como estas em que ninguém nos respeita nem sequer nos passam cavaco", acrescentou Paula Antunes, para quem o procedimento da autarquia flaviense "é uma vergonha". "Sempre quero ver como é que vão resolver o problema, pois a minha casa já aqui estava quando os prédios começaram", salientou a emigrante, ainda incrédula com o "azar de chegar a Portugal ao início da manhã de um sábado e ter um problema destes à espera." Link: http://dn.sapo.pt/2008/08/03/cidades/chegaram_franca_e_tinham_a_casa_altu.html [ame=""]YouTube - Casa em Chaves sem acesso[/ame] No mínimo e para não ser muito agressivo... uma situação caricata...
  10. Chegaram de França e tinham a casa nas alturas PAULO SILVA REIS, Chaves Chaves. Uma família de emigrantes teve ontem uma desagradável surpresa quando chegou à sua casa na cidade transmontana. Uma terraplenagem deixou o acesso ao portão com um desnível de quatro metros. Não puderam entrar em casa e estão indignados. A câmara diz que vai averiguar o sucedido PSP foi chamada e registou a queixa dos emigrantes Benjamim e Paula Antunes nem queriam acreditar no que os seus olhos estavam a ver quando ontem chegaram a Portugal. Cansados da viagem que ano apôs ano os traz de França de volta à sua terra para gozarem mais um mês de férias, juntamente com os seus dois filhos, o casal deparou-se com a mais insólita das situações: para descarregarem as malas e poderem entrar em casa só mesmo com uma escada, pois o caminho que dava acesso ao portão de entrada da casa que há mais de 12 anos têm na rua Paraíso, no Bairro dos Aregos, em Chaves, desapareceu. Do portão ao nível do caminho, separa-os agora um desaterro de quatro metros de altura. A tristeza apoderou-se dos emigrantes e como a sua chegada se deu num sábado, a única alternativa que tiveram - pois a autarquia estava fechada-, foi chamar a PSP. Os agentes também não resolveram o problema da família Antunes. Limitaram-se a receber a queixa e registarem a ocorrência. Desesperados, e sem ninguém para responder às muitas questões que têm para fazer, a família Antunes optou por ir para casa de familiares. Contudo, não vão ficar quietos. "Segunda-feira sempre queremos ver o que o presidente da câmara tem para nos dizer e que soluções nos vai dar desta vez", disse ao DN Paula Antunes, acrescentando que não vai passar o mês de Agosto em casa da sua irmã nem vai acampar no local. "Tenho uma casa licenciada e com todas as contribuições pagas neste local há 12 anos e o facto de eu não viver cá e de estar a nascer um empreendimento mesmo ao lado, não é motivo para fazerem um desaterro destes", desabafou a emigrante. O loteamento onde está a nascer um grande número de prédios, pertencente a uma empresa da região, termina exactamente onde começava o caminho de acesso à vivenda da família Antunes. Não foi possível obter uma reacção da empresa. No entanto o DN sabe que esta remete todas as responsabilidades sobre o assunto para a autarquia. Foi essa explicação que um responsável da construtora terá avançado ontem à família. Em Fevereiro, tal como confirmou Benjamim Antunes, a família esteve em Portugal e "logo nessa altura, com a obra a decorrer, a entrada com o carro ficou complicada". "Fomos à câmara e logo nos disseram que não havia problemas que já estavam a tratar do problema e tudo ia ser solucionado. Fomos descansados, mas se na altura entrar de carro era complicado, hoje nem a pé e eu sempre quero saber onde vou dormir com a família e as pessoas que convidei para virem passar férias a minha casa", protestou Benjamim Antunes. "Fartamo-nos de trabalhar todo o ano a pensar num mês de descanso junto da família e a desfrutar de uma casa que construímos com o nosso suor e deparamo-nos com situações como estas em que ninguém nos respeita nem sequer nos passam cavaco", acrescentou Paula Antunes, para quem o procedimento da autarquia flaviense "é uma vergonha". "Sempre quero ver como é que vão resolver o problema, pois a minha casa já aqui estava quando os prédios começaram", salientou a emigrante, ainda incrédula com o "azar de chegar a Portugal ao início da manhã de um sábado e ter um problema destes à espera." Link: http://dn.sapo.pt/2008/08/03/cidades/chegaram_franca_e_tinham_a_casa_altu.html [ame=""]YouTube - Casa em Chaves sem acesso[/ame] No mínimo e para não ser muito agressivo... uma situação caricata...
  11. Podia resultar melhor em torre, mas com aquela área de construção, seria mais um novo farol... talvez sem precisar do foco luminoso... :(
  12. Podia resultar melhor em torre, mas com aquela área de construção, seria mais um novo farol... talvez sem precisar do foco luminoso... :(
  13. Sérgio Barbosa, não deixas de ter alguma razão. Um dos problemas de quem vem do sul para entrar no Porto via Arrábida, é desde logo o nó da Arrábida (entrada na VCI), ainda em Gaia, depois o congestionamento da saída para o Campo Alegre e posteriormente a saída de Bessa Leite (saídas da VCI). Concordo contigo quando dizes que o problema é essas vias não terem capacidade de absorver o trânsito que é levado até elas, mas não sendo possivel uma situação extrema a esse nível, uma das soluções poderá passar por desviar o trânsito de quem entra no nó da Arrábida, para uma outra passagem sobre o rio que "amarre" numa outra zona, por exemplo junto à FAUP, com acesso à já prevista à muitos anos, mas ainda sem existir, via Panorâmica (creio que é esta a designação), que era suposto ligar ao Campo Alegre junto ao bairro do Aleixo. Claro que esta é uma discussão muito teórica e carece de estudos para se comprovar a sua possível eficácia.
  14. Sérgio Barbosa, não deixas de ter alguma razão. Um dos problemas de quem vem do sul para entrar no Porto via Arrábida, é desde logo o nó da Arrábida (entrada na VCI), ainda em Gaia, depois o congestionamento da saída para o Campo Alegre e posteriormente a saída de Bessa Leite (saídas da VCI). Concordo contigo quando dizes que o problema é essas vias não terem capacidade de absorver o trânsito que é levado até elas, mas não sendo possivel uma situação extrema a esse nível, uma das soluções poderá passar por desviar o trânsito de quem entra no nó da Arrábida, para uma outra passagem sobre o rio que "amarre" numa outra zona, por exemplo junto à FAUP, com acesso à já prevista à muitos anos, mas ainda sem existir, via Panorâmica (creio que é esta a designação), que era suposto ligar ao Campo Alegre junto ao bairro do Aleixo. Claro que esta é uma discussão muito teórica e carece de estudos para se comprovar a sua possível eficácia.
  15. É uma pena não ser possível aproveitar as ruínas. Nesse sentido, pelo que é apresentado, não será uma remodelação do existente, mas algo novo, daí não perceber a expressão "[...]a melhor orientação panorâmica, sem menosprezar a volumetria e localização existente[...]". São necessárias algumas fotografias da envolvente para se perceber o enquadrar do edifício no terreno. Pelo que dá a perceber, o terreno é bastante plano e a habitação está ligeiramente elevada em relação a ele. Volumetricamente e do ponto da organização interior, aparentemente funciona, ainda que talvez seja possível levantar algumas questões relativamente à zona de serviço e quanto ao enquadramento da piscina, mas mais importante para já é ter ficado smpeceber o que significa a expressão "[...]enveredou-se para um conceito verdadeiro para a época[...]". Gostava ainda de ver mais imagens do lado norte, porque aí a informação é escassa. Compreendo que sendo a informação escassa, alguma destas opiniões possa ser injusta, ou facilmente desmontável, por isso vou aguardar pela tua resposta e pela restante informação.
  16. É uma pena não ser possível aproveitar as ruínas. Nesse sentido, pelo que é apresentado, não será uma remodelação do existente, mas algo novo, daí não perceber a expressão "[...]a melhor orientação panorâmica, sem menosprezar a volumetria e localização existente[...]". São necessárias algumas fotografias da envolvente para se perceber o enquadrar do edifício no terreno. Pelo que dá a perceber, o terreno é bastante plano e a habitação está ligeiramente elevada em relação a ele. Volumetricamente e do ponto da organização interior, aparentemente funciona, ainda que talvez seja possível levantar algumas questões relativamente à zona de serviço e quanto ao enquadramento da piscina, mas mais importante para já é ter ficado smpeceber o que significa a expressão "[...]enveredou-se para um conceito verdadeiro para a época[...]". Gostava ainda de ver mais imagens do lado norte, porque aí a informação é escassa. Compreendo que sendo a informação escassa, alguma destas opiniões possa ser injusta, ou facilmente desmontável, por isso vou aguardar pela tua resposta e pela restante informação.
  17. Já conhecia o conceito depois de o ter visto numa loja no Porto, perto da Rua Miguel Bombarda.
  18. Já conhecia o conceito depois de o ter visto numa loja no Porto, perto da Rua Miguel Bombarda.
  19. Cá está o tal tópico (Ilusões Indoors). Não são do mesmo autor, neste caso dão do Felice Varini (http://www.varini.org/02indc/indgen.html)
  20. Cá está o tal tópico (Ilusões Indoors). Não são do mesmo autor, neste caso dão do Felice Varini (http://www.varini.org/02indc/indgen.html)
  21. Temos aqui neste tópico (Estacionamento com orientações 3D - Axel Peemoeller) mais algumas experiências semelhantes, mas com um objectivo mais funcional, estas da autoria de Axel Peemoeller.
  22. Temos aqui neste tópico (Estacionamento com orientações 3D - Axel Peemoeller) mais algumas experiências semelhantes, mas com um objectivo mais funcional, estas da autoria de Axel Peemoeller.
  23. Já chega de insultos pessoais... numa conversa civilizada dispensam-se...
  24. Já chega de insultos pessoais... numa conversa civilizada dispensam-se...
  25. Mark, já foi criado este tópico sobre o assunto na secção de arquitectura nacional : Arquitecto nacional cria loja Benetton na Rússia
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