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Casa Mixcoac Arquitectura: PRODUCTORA / Carlos Bedoya, Wonne Ickx, Victor Jaime, Abel Perles, e FRENTE / Juan Pablo Maza Colaboradores: David Ortega, Gabriela Morales, Verónica Espinosa, Jair Calderón. Localização: México D.F. Estrutura: Eng. Oscar Trejo Fotografia: Paul Czitrom e Juan Pablo Maza Este projecto partiu da demolição de uma velha habitação, deixando como memória a fachada principal, à face da rua. Atrás da fachada envelhecida esconde-se propositadamente a nova habitação. Por tratar-se de um lote pequeno, conceptualmente procurou-se a sensação de amplitude. O piso térreo encosta-se totalmente a um dos lados do lote, intencificando a profundidade do jardim até ao limite do terreno. O piso superior é um volume que se sobrepõe parcialmente ao jardim, contrariando a quase ortogonalidade do piso inferior. Através do trabalho de escala, da inclinação dos planos e da assimetria na distribuição dos perfis verticais no vão do piso 0, conseguem-se efeitos visuais que acentuam a ideia inicial. plantas cortes axonometrias Link: www.productora-df.com.mx
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Nîmes, França | Spidernethewood | R&Sie(n) - Paris
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[ATTACH]5020[/ATTACH][ATTACH]5021[/ATTACH][ATTACH]5022[/ATTACH][ATTACH]5023[/ATTACH] axonometrias -
Nîmes, França | Spidernethewood | R&Sie(n) - Paris
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axonometrias -
Nîmes, França | Spidernethewood | R&Sie(n) - Paris
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[ATTACH]5013[/ATTACH][ATTACH]5014[/ATTACH] localização (piso 0, piso 1) [ATTACH]5015[/ATTACH][ATTACH]5016[/ATTACH] implantação (piso 0, piso 1) [ATTACH]5017[/ATTACH][ATTACH]5018[/ATTACH] plantas (piso 0, piso 1) [ATTACH]5019[/ATTACH] paisagismo (localização da vegetação) -
Nîmes, França | Spidernethewood | R&Sie(n) - Paris
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localização (piso 0, piso 1) implantação (piso 0, piso 1) plantas (piso 0, piso 1) paisagismo (localização da vegetação) -
Nîmes, França | Spidernethewood | R&Sie(n) - Paris
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Nîmes, França | Spidernethewood | R&Sie(n) - Paris
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Nîmes, França | Spidernethewood | R&Sie(n) - Paris
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Spidernethewood Local: Nîmes, França Architectura: R&Sie(n) - Paris Colaboradores: François Roche, Stéphanie Lavaux, Jean Navarro e Nicolas Green Áreas: área bruta 450,00m², labirinto exterior 2000,00m² Uma estranha estrutura em rede invade o território. No interior da teia há vida, existe um casulo. Espera-se que ao fim de alguns anos, quando a vegetação tomar conta de toda a teia, reste o labirinto e no seu interior a habitação, indiferente ao que se passa a sua volta, tornando-se apenas parte da paisagem. [ATTACH]4997[/ATTACH][ATTACH]4998[/ATTACH] [ATTACH]4999[/ATTACH][ATTACH]5000[/ATTACH] [ATTACH]5001[/ATTACH][ATTACH]5002[/ATTACH][ATTACH]5003[/ATTACH] [ATTACH]5004[/ATTACH][ATTACH]5005[/ATTACH][ATTACH]5006[/ATTACH] Link: http://www.new-territories.com/ -
Spidernethewood Local: Nîmes, França Architectura: R&Sie(n) - Paris Colaboradores: François Roche, Stéphanie Lavaux, Jean Navarro e Nicolas Green Áreas: área bruta 450,00m², labirinto exterior 2000,00m² Uma estranha estrutura em rede invade o território. No interior da teia há vida, existe um casulo. Espera-se que ao fim de alguns anos, quando a vegetação tomar conta de toda a teia, reste o labirinto e no seu interior a habitação, indiferente ao que se passa a sua volta, tornando-se apenas parte da paisagem. Link: http://www.new-territories.com/
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Ericeira | Casa em Romeirão | ARX Portugal Arquitectos
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[ATTACH]4987[/ATTACH][ATTACH]4988[/ATTACH] plantas (piso, cobertura) [ATTACH]4989[/ATTACH][ATTACH]4990[/ATTACH][ATTACH]4991[/ATTACH] alçados (nordeste, sudeste, sudoeste) [ATTACH]4992[/ATTACH][ATTACH]4993[/ATTACH][ATTACH]4994[/ATTACH] cortes longitudinais [ATTACH]4995[/ATTACH][ATTACH]4996[/ATTACH] costes transversais -
Ericeira | Casa em Romeirão | ARX Portugal Arquitectos
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plantas (piso, cobertura) alçados (nordeste, sudeste, sudoeste) cortes longitudinais costes transversais -
Ericeira | Casa em Romeirão | ARX Portugal Arquitectos
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Ericeira | Casa em Romeirão | ARX Portugal Arquitectos
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Ericeira | Casa em Romeirão | ARX Portugal Arquitectos
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Casa em Romeirão Arquitectos: ARX Portugal, Arquitectos Lda - José Mateus e Nuno Mateus Local: Romeirão, Ericeira Fase de Projecto: 2001-02 Fase de Construção: 2002-03 Superficie construída: 340,00m² Equipa: Paulo Rocha, Marco Roque Antunes, Susana Ferreira Paisagismo: Rosário Salema Estructura: SAFRE, Projectos e Estudos de Engenharia Lda. Fotografías: FG + SG - Fotografia de Arquitectura - Fernando Guerra, Sergio Guerra O terreno de implantação é caracterizado por uma vincada ruralidade, com as suas hortas, pomares, caminhos cercados com muros de pedra arrumada à mão e casas dispersas, desarrumadas. Trata-se de uma encosta íngreme, virada a sul sobre o vale, sulcado por uma ribeira de onde se ergue a montanha que remata a vista. É rampeado na metade superior e moldado por socalcos agrícolas na inferior. Na transição existem duas referências claras, que se tornaram ponto de partida para o projecto: um tanque de rega e uma nogueira.As primeiras visitas ao local sugeriam, quase de imediato, um corpo deitado sobre a pendente, em oposição ao percurso de chegada, que abrigasse a vida na casa dos olhares das casas envolventes e que orientasse as vistas do interior sobre o vale, a sul. A beleza do terreno determinou o projecto, e a casa desenvolveu uma relação intimista com o plano de terra: enterra-se à medida que sobe, tornando-se também ela terreno sobre o qual se caminha; descola-se enquanto desce, saliente da pendente. Desenhou-se então um corpo alongado, uma linha dobrada sobre si mesma e sobre o tanque e a árvore que lhe dá sombra. Entre eles conformou-se o espaço primordial de estadia no exterior. Ao longo do corpo da casa são “escavados” pátios, espaços de sossego intimista que o local, muito exposto, não possui: o pátio da entrada; o do quarto de hóspedes e o do corredor. As extremidades da forma tubular bifurcam-se e orientam-se para o exterior diferenciadamente: o topo do quarto principal é estreito e alto, “observando” o vale a nascente; o topo largo e achatado contém a sala de estar e “debruça-se” suspenso sobre o vale a sul. A zona de quartos é servida por um corredor austero, com topos caracterizados por realidades opostas: a norte abre-se num pátio afundado no terreno, contido e intimista; no extremo oposto abre-se a uma paisagem de grande profundidade, com a nogueira em primeiro plano e a montanha ao longe. [ATTACH]4974[/ATTACH][ATTACH]4970[/ATTACH][ATTACH]4969[/ATTACH] [ATTACH]4972[/ATTACH][ATTACH]4973[/ATTACH][ATTACH]4975[/ATTACH] [ATTACH]4976[/ATTACH][ATTACH]4977[/ATTACH][ATTACH]4978[/ATTACH] Link: ARX PORTUGAL GoogleEarth: [ATTACH]4979[/ATTACH] -
Casa em Romeirão Arquitectos: ARX Portugal, Arquitectos Lda - José Mateus e Nuno Mateus Local: Romeirão, Ericeira Fase de Projecto: 2001-02 Fase de Construção: 2002-03 Superficie construída: 340,00m² Equipa: Paulo Rocha, Marco Roque Antunes, Susana Ferreira Paisagismo: Rosário Salema Estructura: SAFRE, Projectos e Estudos de Engenharia Lda. Fotografías: FG + SG - Fotografia de Arquitectura - Fernando Guerra, Sergio Guerra O terreno de implantação é caracterizado por uma vincada ruralidade, com as suas hortas, pomares, caminhos cercados com muros de pedra arrumada à mão e casas dispersas, desarrumadas. Trata-se de uma encosta íngreme, virada a sul sobre o vale, sulcado por uma ribeira de onde se ergue a montanha que remata a vista. É rampeado na metade superior e moldado por socalcos agrícolas na inferior. Na transição existem duas referências claras, que se tornaram ponto de partida para o projecto: um tanque de rega e uma nogueira.As primeiras visitas ao local sugeriam, quase de imediato, um corpo deitado sobre a pendente, em oposição ao percurso de chegada, que abrigasse a vida na casa dos olhares das casas envolventes e que orientasse as vistas do interior sobre o vale, a sul. A beleza do terreno determinou o projecto, e a casa desenvolveu uma relação intimista com o plano de terra: enterra-se à medida que sobe, tornando-se também ela terreno sobre o qual se caminha; descola-se enquanto desce, saliente da pendente. Desenhou-se então um corpo alongado, uma linha dobrada sobre si mesma e sobre o tanque e a árvore que lhe dá sombra. Entre eles conformou-se o espaço primordial de estadia no exterior. Ao longo do corpo da casa são “escavados” pátios, espaços de sossego intimista que o local, muito exposto, não possui: o pátio da entrada; o do quarto de hóspedes e o do corredor. As extremidades da forma tubular bifurcam-se e orientam-se para o exterior diferenciadamente: o topo do quarto principal é estreito e alto, “observando” o vale a nascente; o topo largo e achatado contém a sala de estar e “debruça-se” suspenso sobre o vale a sul. A zona de quartos é servida por um corredor austero, com topos caracterizados por realidades opostas: a norte abre-se num pátio afundado no terreno, contido e intimista; no extremo oposto abre-se a uma paisagem de grande profundidade, com a nogueira em primeiro plano e a montanha ao longe. Link: ARX PORTUGAL GoogleEarth:
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Emanuel, enquanto membro da equipa, obrigado pelas felicitações. Quem está de fora tem sempre algo a menos, mas quem melhor que o Emanuel para nos transmitir esse sentido do lugar, a vivência do terreno, a poética (ou não) da ruína?... Vejo-o a si com essa poética, mas sem realmente revelar muito sobre o lugar e as razões das opções tomadas. Estando nós de fora de todo o processo, caberia a si tentar levar-nos um pouco mais dentro... Como já disse antes, ficarei à espera de uma resposta mais aprofundada e completa para tecer mais comentários. Tenho no entanto pena que não seja objectivo na análise às opiniões que foram expressas.
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Emanuel, enquanto membro da equipa, obrigado pelas felicitações. Quem está de fora tem sempre algo a menos, mas quem melhor que o Emanuel para nos transmitir esse sentido do lugar, a vivência do terreno, a poética (ou não) da ruína?... Vejo-o a si com essa poética, mas sem realmente revelar muito sobre o lugar e as razões das opções tomadas. Estando nós de fora de todo o processo, caberia a si tentar levar-nos um pouco mais dentro... Como já disse antes, ficarei à espera de uma resposta mais aprofundada e completa para tecer mais comentários. Tenho no entanto pena que não seja objectivo na análise às opiniões que foram expressas.
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Já tinha visto o trabalho deste artista (porque o é) à algum tempo e fiquei absolutamente rendido...
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Já tinha visto o trabalho deste artista (porque o é) à algum tempo e fiquei absolutamente rendido...
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Como vou "aos pouquinhos", vou de carro, mas para uma viagem directa, mesmo sendo duas pessoas, pode ser de considerar o combóio.
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Como vou "aos pouquinhos", vou de carro, mas para uma viagem directa, mesmo sendo duas pessoas, pode ser de considerar o combóio.
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Beijing | Estadio Olimpico | Jacques Herzog e Pierre de Meuron
Dreamer replied to ARA's topic in Arquitectura
Mais uma curiosidade, um modelo à escala em bambu. [ATTACH]4968[/ATTACH] -
Beijing | Estadio Olimpico | Jacques Herzog e Pierre de Meuron
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Mais uma curiosidade, um modelo à escala em bambu. -
Eu também sou do Porto, mas como vou estar de férias nessa altura (antes e depois), está previsto uma paragem nesse fim de semana em Lisboa para a conferência e exposição, a caminho do local para a segunda fase das férias.
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Eu também sou do Porto, mas como vou estar de férias nessa altura (antes e depois), está previsto uma paragem nesse fim de semana em Lisboa para a conferência e exposição, a caminho do local para a segunda fase das férias.
