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Neste artigo publicado durante o mês de Março pode-se ver uma outra prespectiva. Fonte: www.IOL.pt
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Para quem não conhece, esta é a praça Carlos Alberto, no Porto. O edifício em questão, que não é muito complicado perceber qual é, está a ser alvo de um processo de recuperação, ou será melhor dizer "recuperação", por parte da Porto Vivo - Sociedade de Reabilitação Urbana. Visto de fora, o edifício parece manter-se, porque a fachada continua lá. Confesso que quando lá passei e olhei para a fachada, nunca pensei que fosse isto que estava a acontecer por trás... Desconheço o projecto que está a ser construído, desconheço as permissas e as motivações, mas conhecendo um pouco dos princípios que estão por trás da sociedade Porto Vivo, ao ver esta imagem aérea só me apetece dizer... e assim se faz uma recuperação...
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Só Hard Club quer explorar o Mercado Ferreira Borges
Dreamer replied to Dreamer's topic in Arquitectura
Para todos aqueles a quem o nome Hard-Club diz alguma coisa, uma visita a http://www.hard-club.com/ dá para matar algumas saudades... Vale a pena passar pela secção de "história" e "o espaço", onde as fotografias fazem lembrar os bons momentos lá passados... Ao que tudo indica, o "Hard-Club" está perto de voltar, numa outra casa, na cidade do outro lado do rio. O espaço escolhido, o Mercado Ferreira Borges, salvas as devidas diferenças, tem tudo para se enquadrar no espírito quase mítico da sala original, falta agora conhecer o projecto que nascerá pelas mãos do arquitecto Francisco Aires Mateus. -
Quanto a mim esta indefinição é a preparação do terreno para a revisão do 73/73... nomeadamente no que diz respeito à definição do que é e de quem é esse "coordenador de projecto"... pelo menos espero que assim seja... Ainda assim antevejo este cargo como uma saída fácil para todos os projectistas não arquitectos, que assim poderão manter os projectos sob a sua alçada... a ver vamos no que isto dá...
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Só Hard Club quer explorar o Mercado Ferreira Borges
Dreamer replied to Dreamer's topic in Arquitectura
Pormenores da proposta Mais música no Porto A filosofia do Hard Club, que teve porta aberta em Gaia durante quase 10 anos, manter-se-á no Porto. Mas a vocação será alargada. Além do programa incluir iniciativas para crianças, famílias, turistas e idosos, mesmo no que toca à música será possível apreciar uma maior diversidade de estilos, desde o Rock, ao Hip Hop e aos Blues e Jazz. Cinema no auditório Durante o dia, o auditório terá sessões de cinema alternativo, nomeadamente de animação japonesa. Para a elaboração da proposta, o Hard Club estabeleceu uma parceria com o Museu do Carro Eléctrico e a Sociedade de Transportes Colectivos do Porto. Depois do passeio de eléctrico, as crianças poderão fazer actividades no mercado. Também os turistas encontrarão uma sala de recepção n o Ferreira Borges e poderão ver, logo pela manhã, um filme que mostrará o nascer do dia na cidade no auditório. Os eventos para as crianças e os turistas custarão um euro. Ginástica para idosos Aos sábados e aos domingos durante o dia, haverá um programa de ginástica para os idosos na sala 1 (custará um euro e receberão uma maçã e uma garrafa de água). De segunda a quinta e aos domingos, o horário de funcionamento seria entre as nove horas e a meia-noite. Às sextas e aos sábados, é alargado até às quatro horas da manhã. Nos dias da semana com concertos de bandas em digressão, funcionaria até às duas horas da manhã. Link: http://jn.sapo.pt/2008/05/07/porto/pormenores_proposta.html -
Só Hard Club quer explorar o Mercado Ferreira Borges sónia magalhães http-~~-//thumbs.sapo.pt/?pic=http-~~-//jn.sapo.pt/2008/05/07/16159489.jpg&H=250&W=250&errorpic=http-~~-//jn.sapo.pt/images/lusomundo/jn/errorpic.gif Promotores do Hard Club estimam captar 4,9 milhões de clientes em 17 anos para o "Ferreira Borges" Carla Sofia Luz Só o Hard Club está interessado na exploração do Mercado Ferreira Borges, no Porto. A sociedade, que, entre 1997 e 2006, geriu uma sala de espectáculos no Centro Histórico de Gaia, foi a única a apresentar uma proposta no concurso público, lançado em Fevereiro passado pela Câmara do Porto, para concessionar o edifício a privados. O anteprojecto, de autoria do arquitecto Francisco Aires Mateus, contempla a reconversão do imóvel classificado num espaço multifuncional voltado para o lazer e para a cultura, sem alterar a traça original do mercado e cuja principal âncora será a música. No entanto, não terá apenas vida nocturna. Todos os dias, abrirá às nove horas da manhã. Caso o conceito - que pressupõe uma exploração de 17 anos (inferior ao prazo máximo de 20 anos, fixado pela Autarquia) e um investimento global de 2,91 milhões de euros - seja aceite pelo Município, os promotores comprometem-se a abrir as portas do edifício recuperado no dia 18 de Setembro de 2009. A proposta, admitida, ontem de manhã, no acto público do concurso de concessão, de reabilitação e de gestão do mercado, permite que o mercado continue a receber iniciativas recreativas e culturais, nomeadamente feiras do livro, de artesanato e exposições, como sucede actualmente. "Vamos fazer a recuperação do edifício que está a precisar urgentemente de obras e manteremos as características do mesmo", garante Paulo Ponte, que faz a assessoria na área da Comunicação da sociedade Hard Club, sublinhando a organização do espaço do mercado em dois blocos insonorizados. A solução arquitectónica do anteprojecto contempla a criação de dois blocos dentro do Mercado Ferreira Borges, que não tocam nas paredes do imóvel. No primeiro bloco, ficará a sala de grande eventos, com um palco para actuações acústicas e capacidade para albergar mil pessoas. "Esta sala terá condições para receber iniciativas que hoje já se fazem no mercado, desde que tenham mais de 500 visitantes diários. Caso contrário, teremos uma sala mais pequena [no segundo bloco com capacidade para 300 pessoas] para os eventos de menor dimensão", continua. O anteprojecto prevê um espaço de estúdio e de sala de ensaios; um auditório, com capacidade para 150 pessoas sentadas ou 300 de pé (para espectáculos com menos público, em particular concertos de novas bandas); uma cafetaria e restaurante no primeiro piso com refeições económicas, destinadas aos jovens (que são o público-alvo), aos turistas e aos trabalhadores na envolvente; e duas lojas - livraria e discoteca - com venda de merchandising. Todos os espaços terão plataformas de acesso a Internet sem fios. "A música será sempre a força motriz da casa", sublinha Paulo Ponte, realçando que a programação tocará outras áreas culturais e públicos diversificados, desde crianças a idosos (ler caixa nesta página). "Não é necessário bilhete para entrar. É um espaço que estará aberto à cidade", acrescenta. Como contrapartida pela concessão, os promotores sugerem pagar uma renda fixa mensal de 2500 euros à Câmara e a ceder, gratuitamente por mês, a sala maior por 120 horas, o auditório por 20 horas e a sala de menor dimensão por 10 horas. Link: http://jn.sapo.pt/2008/05/07/porto/so_hard_club_quer_explorar_o_mercado.html
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Incêndio destrói telhado da Reitoria da Universidade do Porto
Dreamer replied to Dreamer's topic in Arquitectura
A propósito Reitoria a funcionar Os serviços da Reitoria voltaram ontem a funcionar normalmente. Poucos materiais químicos O receio de explosões devido à presença de materiais químicos nos laboratórios foi infudado, já que naquele local a maioria dos materiais são biológicos. Projecto de 10 milhões Quando começou a ser estudada a transferência da Faculdade de Ciências para o Campo Alegre, a UP encomendou um projecto de remodelação do edifício da Praça dos Leões para ali instalar a Reitoria e aproveitar os museus e o espólio bibliográfico para dar ao imóvel um caracter mais cultural. Do projecto de remodelação total do imóvel, cujo investimento deverá rondar os 10 milhões de euros, faz parte a renovação da cobertura e das janelas (em curso). As restantes obras aguardam financiamento comunitário. Link: http://jn.sapo.pt/2008/05/07/porto/a_proposito.html -
Incêndio destrói telhado da Reitoria da Universidade do Porto
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Fogo destruiu trabalhos de investigação de meses j.paulo coutinho http-~~-//thumbs.sapo.pt/?pic=http-~~-//jn.sapo.pt/2008/05/07/16157565.jpg&H=250&W=250&errorpic=http-~~-//jn.sapo.pt/images/lusomundo/jn/errorpic.gif 24 horas após o incêndio faziam-se contas aos prejuízos. Chamas consumiram parte do telhado da Reitoria Inês Schreck V ários investigadores da Universidade do Porto ficaram com meses e meses de trabalho reduzidos a cinzas. O incêndio que, anteontem de manhã, deflagrou no telhado do edifício da Reitoria, na Praça Gomes Teixeira, provocou o colapso de alguns tectos destruindo dois laboratórios do departamento de Zoologia e Antropologia da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, onde decorriam experiências. A água usada no combate às chamas infiltrou-se na biblioteca do mesmo departamento, mas ontem ainda não tinham sido apurados os danos nos milhares de livros ali depositados. Embora o incêndio tenha ficado circunscrito à cobertura do edifício, os tectos do último piso caíram devido ao peso dos destroços do telhado e dos milhares de litros de água jorrados pelas mangueiras dos bombeiros. Naquele andar, quase vazio após a transferência da Faculdade de Ciências para o pólo do Campo Alegre, os dois laboratórios de Zoologia e Antropologia registaram os maiores estragos. "Estavam a decorrer experiências e havia arcas frigoríficas com colheitas biológicas de alguns anos que por serem temporizadas não são repetíveis. Os prejuízos só agora poderão ser avaliados", explicou o vice-reitor, António Cardoso, salientando que havia várias investigações em curso. "Ainda hoje falei com uma investigadora que perdeu dez meses de trabalho para a tese de mestrado", continuou. O vice-reitor para a área do Património elogiou o trabalho das forças envolvidas no combate ao incêndio e congratulou-se por as chamas não terem atingido os Museus de História Natural e o Fundo Antigo da Faculdade de Ciências, onde está o mais valioso espólio bibliográfico e museológico do edifício. Link: http://jn.sapo.pt/2008/05/07/porto/fogo_destruiu_trabalhos_investigacao.html -
Chamber Orchestra of Cascais I posted about a previous project by ARX... so I'm not surprised that I really like this recent project by the Lisbon based firm. The design is the result of Cascais competition and has recently opened to the public. If you've been to this site before, then you know that I've got a real appreciation for modern additions to older structures. This project is quite sensitive to the original building, just barely engaging it physically while keeping a similar palette of colors and textures. By doing this, instead of flagrantly disregarding the original intent, ARX manages to celebrate both the new and the old. Link: http://atelier-ad.blogspot.com/2008/05/chamber-orchestra-of-cascais.html
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clicar na imagem para ver a sobreposição das 3 plantas
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City road networks grow like biological systems 12:51 23 April 2008 NewScientist.com news service Belle Dumé New models of city road network growth (top) create networks similar to those in reality (middle) and grow in similar ways to biological transport networks (bottom) Next time you are lost in an unfamiliar city, console yourself with the knowledge that the layout of its roads are probably much the same as in any other. French and US physicists have shown that the road networks in cities evolve driven by a simple universal mechanism despite significant cultural and historical differences. The resulting patterns are much like the veins of a leaf. Marc Barthélemy of the French Atomic Energy Commission in Bruyères-le-Châtel and Alessandro Flammini of Indiana University, US, analysed street pattern data from roughly 300 cities, including Brasilia, Cairo, Los Angeles, London, New Delhi, and Venice. They found that cities' road patterns have a lot in common mathematically, as well as looking similar to the eye. 'Not just planning' The researchers developed a simple mathematical model that can recreate the characteristic leaf-like patterns that develop, growing a road network from scratch as it would in reality. The main influence on the simulated network as it grows is the need to efficiently connect new areas to the existing road network – a process they call "local optimisation". They say the road patterns in cities evolve thanks to similar local efforts, as people try to connect houses, businesses and other infrastructures to existing roads. Evolution has ensured that local efficiency also drives the growth of transport networks in biology – for example, in plant leaf veins and circulatory systems. "Cities are not just the result of rational planning – in the same way that living organisms are not simply what is in their genetic code," Barthélemy told New Scientist. Growth predictions "Beyond the economic, demographic and geographic "forces" that shape a town, there are a myriad of small "accidents" that contribute" he says. "Although these are unpredictable, they can be understood in terms of statistics and simple modelling." The team's model also reveals that roads often bend, even in the absence of geographical obstacles, and that road intersections are generally perpendicular. The study's results might be important for understanding urban growth and "sprawl" says Barthélemy. More than half the world's population lives in cities, a proportion that continues to increase. "The approach could even help city planners to better predict how some street networks will evolve and to plan accordingly," he adds. Previous models of urban development assumed that efficient transport across the entire network motivated the system's growth – as if planned from the top down. Focussing instead on the structure of local connections seems truer to real life, says Flammini. Ancient roots "Our study provides a first step in understanding and integrating such networks when modelling urban growth," explains Flammini. The researchers will now study how road networks developed over time in old cities, such as London and Paris. They hope to unearth other possible universal features that might be present to refine their model. Despite the simplifications of the model, its results agree well with data from real city road networks, says complex systems specialist Jukka-Pekka Onnela of Oxford University, UK. Using the local efficiency of connections to drive road network growth looks to be a truer fit with reality than using the total cost of travelling across the network, says Onnela. "Especially given that the time scale of city growth (possibly thousands of years) and the time scale of urban planning (perhaps tens of years) are so clearly different." Journal reference: Phys. Rev. Lett. (DOI: 10.1103/PhysRevLett.100.138702) Link: http://technology.newscientist.com/article/dn13759-city-road-networks-grow-like-biological-systems.html
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Bem vindo ApenasEu. Pode estar à vontade para colocar as suas dúvidas e tentaremos dentro dos nossos conhecimentos ajudá-lo tanto quanto possível. Para isso pode utilizar a secção de Dúvidas de Arquitectura.
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Link: http://jn.sapo.pt/2008/05/06/porto/dois_imoveis_para_classificacao.html Qaunto ao fórum de que falam na notícia, nada encontrei, mas se alguém tiver mais informação que diga, porque estou curioso quanto ao desenvolvimento de todo este processo.
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Incêndio destrói telhado da Reitoria da Universidade do Porto
Dreamer posted a topic in Arquitectura
Incêndio destrói telhado da Reitoria Virgínia Alves O alerta partiu do próprio reitor José Marques dos Santos e foi dado a alguns dos cerca de 200 trabalhadores havia fogo no telhado do edifício da Reitoria da Universidade do Porto. Eram 11.20 horas de ontem. Nessa hora já se viam enormes labaredas e uma coluna de fumo negra saía do imóvel, situado na Praça Gomes Teixeira, vulgarmente conhecida como Praça dos Leões. O incêndio começou no telhado da ala lateral voltada para a Praça de Lisboa, acabando por destruir a cobertura, as águas-furtadas e o quarto piso. Pelas 13.10 horas o incêndio estava controlado e os bombeiros prosseguiam com a fase de rescaldo, mantendo uma especial preocupação com o risco de colapso de algumas estruturas do edifício. Entretanto, deram as boas notícias a quem aguardava. "Foi um fogo difícil de combater, "afirmou o comandante dos Sapadores do Porto, Alves Costa, mas "foi possível evitar que as chamas destruíssem a biblioteca e os museus existentes no edifício". O reitor congratulou-se com a com a notícia. Uma hora antes a sua preocupação era visível. Admitindo ser um leigo no assunto, José Marques dos Santos dizia "Parece que não há meios que cheguem para apagar o fogo". Meios que afinal pareciam não faltar. De acordo com o comandante Alves Costa "a rede de incêndios interna estava operacional", apesar de a água não ter "a pressão desejável". Todavia, sossegou, que isso não impediu o trabalho. Origem em lâmpada A causa para o incêndio foi avançada pelo reitor. "Estamos a realizar obras no telhado e rebentou uma lâmpada de halogénio que terá provocado o fogo, alastrando para as águas furtadas e para o quarto piso". Porém, o comandante dos Sapadores não confirmou a origem do incêndio. No edifício funcionam os serviços da Reitoria, o Instituto de Recursos e Iniciativas Comuns da Universidade do Porto, a Fundação Gomes Teixeira os museus da Ciência e de História Natural e algumas unidades da Faculdade de Ciências. Na ala atingida pelo fogo ainda estavam a funcionar alguns laboratórios da Faculdade de Ciências que ainda não foram mudados para as novas instalações. Por outro lado o arquivo da Reitoria, que outrora se localizavana Rua de D. Manuel II, ainda não foi totalmente transferido. Apesar do incêndio, o segundo neste edifício, os serviços da Reitoria da Universidade do Porto retomam o seu funcionamento hoje, revelou uma fonte da Reitoria, uma vez que os estragos provocados pelo incêndio não afectaram a parte dos serviços. » VER VÍDEO AQUI » VER FOTOS AQUI Link: http://jn.sapo.pt/2008/05/06/primeiro_plano/incendio_destroi_telhado_reitoria.html -
New York | Five Franklin Place | Ben van Berkel
Dreamer replied to lllARKlll's topic in Arquitectura
UN Studio in NYC Today UN Studio unveiled its design for Five Franklin Place, the latest celebrity-architect-designed Manhattan condo. Potential buyers will need to shell out between $2 million and $16 million for one of the 55 residences, comprised of apartments, duplex lofts, or duplex townhouses. As can be surmised, the 20-story building is located at 5 Franklin Place, between Broadway and Sixth in Tribeca. View Larger Map The design's horizontal emphasis is articulated by Ben van Berkel's signature ribbons, in this case twisting bands that occasionally rise and fall as they wrap the building. The architect uses the following as illustrations of inspiration for this design: The renderings make it appear that the justification is unnecessary; it's just a darn sexy design. The attempt at integrating the interior design with the exterior is apparent, but the inside isn't nearly as successful. This last piece of eye candy shows how the external expression likewise isn't as striking on the inside. The more equalized hierarchy of the horizontals and the verticals is inelegant, fence-like even, something not abated by the twisting island. These images point to perhaps too much energy spent on the building's exterior and not enough on its resolution inside. Regardless, I'm sure the 55 units will have no problem being snatched up by those who can afford them. Link: http://archidose.blogspot.com/2008/04/un-studio-in-nyc.html -
Construction Site: Metamorphoses in the City (2008) edited by Marie Antoinette Glaser Lars Müller Publishers Hardcover, 144 pages One of the paradoxes of growth is construction. A city without the din and inconveniences of building could be said to be a dead city. A city filled with the sounds, smells, and impasses created by demolition and construction are likewise the most alive. It's as if the city is working towards some sort of ideal, an unattainable Utopia where one building begets the next, or where the death of one building begets a replacement. But given the undeniable presence of construction sites in thriving cities, surprisingly little literature is given to the subject. Sure, the occasional high-profile commission is documented from start to finish, but its effect on the context and the context of the construction are not discussed much beyond the pretty pictures. [Restarchitektur by Marcus Buck] This book, the brainchild of ETH's Marie Antoinette Glaser, fills some of that void, in an interdisciplinary collection of essays, interviews, photographs, and artwork. Given the short length of the book and the varied contributions, the book is far from the final word on the subject. It is rather a thought-provoking inquiry into the various aspects of the term "construction site", from the literal (photos of nine European buildings under construction) to the poetic (the Restarchitektur series by Marcus Buck, shown here) with most somewhere in between. The points of view from the contributors are rather wide-ranging for what can be seen as a narrow topic, perhaps owing to lack of attention given to the subject and the artistic community's embrace of the concept of construction site as inspiration. [Restarchitektur by Marcus Buck] The most engaging texts approach the construction site as not only something that leads to a final product, but more as a piece in a continuum, and therefore something that shouldn't be overlooked or neglected. Berlin's Info Box -- erected to provide an exhibition space and viewing platform for the Postsdamer Platz project underway at the time -- is the best symbol of such an acknowledgment. Artworks that also take over buildings before demolition are numerous and are also good examples of affecting how people look at the built environment, specifically emphasizing time within the acts of creation and destruction. [Restarchitektur by Marcus Buck] The book's design makes it more expansive than only 144 pages, as the majority of photographs and artwork are found on glossy, non-paginated inserts between the essays and interviews. These images are laid out in a manner that recalls the openings in construction fences, allowing passers-by to sneak a peek at the progress and see what's making all that noise. Here, the reader is given a glimpse into different ways of looking at construction sites, different ways of thinking about those places in the city soon to be occupied and soon to be abandoned. Link do artigo: http://archidose.blogspot.com/2008/04/book-review-construction-site.html
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Continua a faltar a função de 2 "click´s" no botão de novas mensagens para "limpá-lo". Aliádo a isto, falta o botão no final da página inicial que "limpava" todos os sub-fóruns com mensagens novas... o resultado é que neste momento, nem fazendo log-out e entrando outra vez, limpo os sub-fóruns onde não li todos os tópicos com novas mensagens...
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:clap: palmas para os artistas envolvidos... :clap:
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Lisboa | Edifício Compave, hotel e escritórios| Ricardo Bofill
Dreamer replied to JVS's topic in Arquitectura
Gostos são gostos, mas não é de carro que se conhece uma cidade... pelo menos para mim... -
Lisboa | Expansão da Gare do Oriente | Santiago Calatrava
Dreamer replied to JVS's topic in Arquitectura
Eficaz, que funcione e que dê boas condições aos utentes. -
O terreno pertence não pertence nem pertencerá ao município de Lisboa... mas talvez se possam considerar cidades satélite...
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As zonas mais produtivas são as industriais e agrícolas... quanto muito as zonas de serviços... Hotéis e casinos são lazer... casino Lisboa já tem, hotéis não digo que não são importantes, mas a avaliar por quem conhece a zona, talvez não seja a forma mais correcta de o fazer.
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ARX : Cascais Music Conservatory Opening just a few weeks ago, the new home of the Cascais Music Conservatory is within a remodeled single-family residence from the early 20th century. Designed by the Portuguese architecture firm ARX, the conservatory’s classes will take place in new spaces built within the existing house - smaller rooms for teaching + practice, which also allowed the design to ‘respond to the decisive acoustic constraints’. For performances, ARX have created an addition on the back-side of the building. The new space is an extension of the stone foundation of the original building, pushing outwards towards an open palm-tree field out back. The geometry of this new space - the roof of which serves as a balcony overlooking the garden - responds to the site, creating visual connections and ‘framing’ the surrounding environment - creating what ARX describes as an ‘intense relation’ with the garden. Officially inaugurated in April 14th, 2008, the new building of the Cascais Music Conservatory, also headquarters of the Cascais and Oeiras Orchestra, has opened its doors to the public.The architecture project, designed by ARX Portugal (Nuno Mateus/José Mateus), won first place in the competition held in 2003 by the City Council of Cascais. It dealt with a complex recovery of the building dated from last century, where the different “times” of its existence, as well as its ownership, are put in evidence, in a context strongly shaped by foreign, cultural and aesthetic, references. First called ‘Chalet Madalena’, and later ‘Pensão Boaventura’, this building welcomed, especially between 1938 and 1946, guests from almost 30 nationalities, great part of it refugees from World War II. Today, that crossing of different countries continues, this time in an array of musicians, teachers and students from several nationalities, giving thus a new impulse to this magnificent School of music. Link: http://architecture.myninjaplease.com/?p=3071
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Ninja Arithmetic XXXIII http://architecture.myninjaplease.com/?p=3057 Church of Santa Monica in Madrid, Spain
