Dreamer
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Tatlin, a especulação imobiliária não o deve deixar... mas até que seria uma solução interessante.
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À primeira, todos caem... à segunda só cai quem quer... a manifesto e a intenção está lá, por isso não vejo o porquê de uma segunda tentativa... será que está à espera que os visitantes voltem a deixar morrer o animal?...
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Bem vinda Vanessa e obrigado pelos elogios :)
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Antes de mais bem vindo Edflex Murphy Como deves compreender é um bocado complicado para nós tecermos qualquer comentário sobre uma frase/expressão que não fazemos a mínima ideia de onde apareceu, qual o intuíto, etc. Se pretendes gerar uma conversa à volta desse tema, porque não dares tu início a ela, falando um pouco sobre o que é para ti isso?
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Acho que temos decisão tomada... pelo menos até aparecer uma noja rajada de estudos particulares sobre o tema... :\
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Bem vindo António Para mim ainda é fascinante como é que um espaço na internet, um espaço sem forma física, se pode assumir como algo tão interessante. Fico à espera da sua integração e do contributo que pode dar para este espaço.
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Não sei se responde ao que pretendes, mas aqui ( Ajuda: Técnico de Empreiteiro ) encontras uma conversa semelhante. Ser o director técnico de uma empresa de construção (assinar o alvará) é diferente de fazer-se a direcção técnica da obra.
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Coloco aqui o contéudo desse link: Tal como disse, sem conhecer promenores não se deve fazer juízos de valor, mas a acreditar neste testemunho, a legitimidade da intervenção do requerente é ainda mais danosa por ser o próprio sector público a realizar uma obra que desfigura irremediavelmente património público, podendo-se considerar de inclusivamente de interesse público. Concerteza que o projectista (face aos novos desenvolvimentos pergunto-me se não será alguém da entidade camarária?) poderia ter feito mais e concordo plenamente que regra geral, quando não estamos satisfeitos com o cliente e/ou vice-versa, o melhor será quebrar-se o contracto de mútuo acordo, mas infelizmente com a quantidade, qualidade e variedade de indivíduos que se intitulam de projectistas, para além de arquitectos que os há bons e maus, o requerente se quiser encontra sempre alguém que faça o que pretende... mas não é nossa obrigação tentar também, como dizes "regular" os desejos do requerente e tentar fazer o melhor com as ferramentas que temos disponíveis?... Falo aqui no geral, não querendo particularizar no caso em questão... esta é uma coisa que me faz pensar nas vantagens e consequências de uma ou outra atitude, sem ainda ter chegado a uma conclusão satisfatória...
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Quando falei da falha do sistema, salientei que o erro não pode ser imputado apenas a um dos intervenientes, mas provavelmente a todos, provavelmente em graus de importância diferentes. Mas sem conhecer o processo é complicado estar a especular... Falo do sistema englobando todas as partes intervenientes directa e indirectamente.
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Como é lógico, o mais eficaz (caminho que já seguiste) é entrar em contacto com os fornecedores, mas compreendo que o tempo é um factor terrivel :)
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Freelander, os detalhes desse tipo de estruturas não são propriamente conhecimento geral. Acredito que como eu, muitos outros saibam o que são, mas daí a saber dimensões e outros dados, ainda vai alguma distância. Espera mais um pouco e pode ser que apareça alguém que já tenha tido a necessidade de pesquisar sobre esse assunto.
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Encontrei esta imagem, mas infelizmente não me foi possível saber quem é o autor. Aqui podemos ver uma outra perspectiva da intervenção e vislumbrar o seu triste interior...
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Para começar convém dizer que este é um assunto sempre delicado e como a informação disponibilizada pelo artigo não é muita, ainda mais delicado se torna falar dele. A esta ter sido uma intervenção legal, acabo por concordar com o Sputnik, já que o que acaba por falhar é o próprio sistema, quanto a mim sem que a nenhum dos intervenientes possa ser atribuida a culpa isoladamente. O proprietário, como dono do imóvel, decidiu que precisava daquele espaço para determinado uso. Aqui podemos especular sobre o próprio acto dessa necessidade, podemos falar da falta de interesse do proprietário pela história do prédio, possivelmente nem saberia as suas origens, podemos falar de uma falta de cultura, mas nunca passará disso mesmo, de uma especulação. O que é certo é que bem ou mal, este interveniente tinha uma necessidade e terá colmatado-a com o que tinha disponivel. Ao projectista apareceu-lhe um cliente e teve de resolver o problema deste. Mais uma vez aqui pode-se especular sobre muita coisa, se este técnico deveria ter aceite o trabalho, se prestou um bom serviço ao cliente alertando-o e aconselhando-o devidamente sobre o seria possível fazer, se propôs alternativas viáveis, etc, etc, etc... mas mais uma vez apenas especulações. Ao técnico camarário também é possível tentar apontar o dedo mas, como já foi dito, este apenas poderia indeferir o projecto se este estivesse de alguma forma em contradição com a lei, regulamentos, planos, etc, ou caso o imóvel estivesse catalogado como de interesse municipal, público, etc, o que a avaliar pelo desfecho e a acreditar na função camarária, não terá sido o caso. Em última análise terá sido todo o sistema a falhar e não apenas uma das partes intervenientes. Com os dados disponíveis, não defendo a intervenção nem a forma como ela foi feita, é concerteza uma pena ver a imagem que vem no artigo, e é certo que haveria mil e uma formas de se resolver o projecto, mas fazendo um pouco de advogado do diabo, se ninguém, entidade públicas incluídas, fez algo para defender o imóvel quando isso era possível, quem pode criticar o proprietário actual por querer resolver uma necessidade, ainda que desrespeitando completamente a estrutura existente?...
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Claro, o "birdeye", ainda que só esteja disponível em algumas zonas :)
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Quanto a mim este programa da Microsoft está uns degraus acima do Google Earth, falando nas versões base de acesso gratuíto, principalmente ao nível do detalhe topográfico e qualidade nas representações tridimensionais das cidades americanas.
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Bem, a avaliar por alguns dos objectos disponibilizados pela autodesk para o Revit, aqueles mesmo, mas mesmo mesmo americanizados, não é de esperar outra coisa... é só acrescentar umas texturas mais "pitorescas", alguns detalhes e um modo de construção mais simplificado e já temos uma versão adaptada para os Sims... Depois é só saber se é possível exportar directamente para Revit e/ou CAD... ou ainda, apenas para facilitar a vida a alguns "entendidos" da matéria, uma função de impressão e/ou exportação em DWF para se entregar directamente nas entidades camararias... Sai um espécie de "Autodesk Sims Revit 2009"... hehehe...
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Acho que num fórum de arquitectura é importante destacar isto. Já vi desenhos de plantas, feitos por clientes em Paint e no Word. Já me tinha preparado para ver desenhos nestes suportes "mais avançados"... será que vai ser desta?... Para quando uma associação Electronic Arts/Autodesk, ou qualquer outras semelhantes para desenvolver uma versão conjunta?... já deve ter faltado mais...
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Ok, assim fica mais explicado :)
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Ana, gostava de saber o que é uma "arquitecta designer". Fizeste 2 cursos superiores ou algo semelhante?
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É curioso reparar que a concentração principal deste plano é junto à parte mais antiga da cidade... porque será?... Sinceramente não estou a ver os "meninos" do petróleo e outros que tais (em termos de contas bancárias) de outros pontos do mundo a sairem de sua casa de bicicleta, dirigirem-se à estação mais próxima e deslocarem-se pela cidade desta forma... deixando a limusine na garagem...
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Metro do Dubai La economía de Dubai está generando una población en constante crecimiento así como problemas severos de congestión del tráfico. En veinte años la población y el empleo se han multiplicado por tres, a un ritmo del 6,4% anual. Pronostican que la población antes de 2017 alcanzará los 3 millones de habitantes (actualmente posee 1,4 millones) y el número de turistas se prevé que llegue a los 15 millones para el año 2010. La demanda de transportes, de 4,5 millones de viajes diarios, debería elevarse a 14,3 en 2020. En la actualidad los viajes realizados en transporte público no alcanzan el 5%, pero, con el proyecto del metro esa cifra se elevará en 16,4%. Desde los estudios iniciales de 1997, la Municipalidad de Dubai ha establecido la necesidad de un sistema ferroviario para suministrar capacidad adicional, aliviar el creciente tráfico motorizado y apoyar el desarrollo urbano. La empresa japonesa Mitsubishi fue la elegida para la construcción del futuro metro. Los otros miembros del consorcio son las japonesa Obayashi y Kajima Enterprise, y Yapi Merkesi de Turquía. El contrato para la construcción por valor de 3.879 millones de euros incluye también un contrato por 515 millones de euros para el mantenimiento de la red. El metro de Dubai contará con dos líneas. La línea Roja 52.1 kilometros, tendrá 29 estaciones, cuatro de las cuales serán subterráneas. Discurre en superficie, desde Rashidiya, al sureste de la ciudad, hasta el aeropuerto. Posteriormente se dirige hacia la costa, atraviesa el corazón de la ciudad bajo tierra, luego la zona de Creek mediante túnel, para volver a la superficie mediante un tramo elevado y seguir por Sheikh Zayed Road hasta la Universidad. Termina una vez pasada la isla Jumeirah Palm, y a la que se llegará a través un sistema de transporte automatizado, o, posiblemente, a través de una futura estación de metro. Durante la segunda fase, la línea Roja se ampliará a la zona franca del aeropuerto y al puerto de Jebel Ali. Está previsto que para 2009 esté terminada. La línea Verde, mucho más corta, 17,6 kilometros y 14 estaciones, dá cobertura principalmente a ambas orillas de Creek. Partiendo de la terminal de mercancías del aeropuerto, la línea Verde confluye con la línea Roja en Union Square, cruza Creek en túnel; vuelve hacia el Sur para encontrarse nuevamente con la línea Roja en Burj Uman y finaliza en el hospital de Dubai. Está previsto que para 2012 esté terminada. El metro de Dubai no terminará aquí, ya que se está estudiando la construcción de la línea Azul, que tendrá una doble finalidad. Por un lado, enlazar el aeropuerto actual y el futuro aeropuerto de Jebel Ali; por otro, dar cobertura a los barrios situados entre estos dos puntos. Por este motivo, se plantea una línea con tres vías, una de las cuales se dedicaría exclusivamenten a las relaciones directas entre los dos aeropuertos. Asimismo, se encuentra en estudio la ampliación de la línea Roja hasta Abu Dhabi, a unos 100 kilómetros de distancia. Incluso se habla de que una extensión hacia el Este es inevitable, hasta el cercano emirato de Shajah, donde el coste de la vida es mucho menor y desde el que muchas personas se trasladan diariamente a Dubai para trabajar. La calidad de este metro de lujo se hace evidente en el diseño interior de las estaciones, 43 en total, diseñadas por Arep (estaciones elevadas) y Artem (estaciones subterráneas). Los interiores no desentonarán con el lujo de las estaciones. Como característica especial, un coche en cada tren contará con una distribución especial: la mitad del coche se reservará a mujeres que viajen solas o con niños; la otra mitad, tendrá categoría “VIP”. En total, se adquirirán 44 trenes para la primera fase y 18 más para la segunda. Los trenes tendrán una longitud 75 m y una anchura de 2,6 m, y estarán formados por entre cuatro y cinco coches, con una capacidad de unas cuatrocientas personas cada uno. En 2020, la línea Roja tendrán una capacidad de 17.000 viajeros/hora/dirección, con frecuencias de dos minutos. La línea Verde tendrá capacidad para 11.000 viajeros/hora/dirección, con frecuencias aproximadas de 3 minutos 15 segundos. La capacidad total de la red podría aumentar hasta 25.000 viajeros/hora/dirección en la línea Roja y hasta 17.000 en la Verde, con unas frecuencias medias de 1 minuto 30 segundos. Link: http://urbanity.blogsome.com/2008/03/19/metro-de-dubai/
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A nossa ordem parece ter ficado um pouco de lado nesta questão...
