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Dreamer

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Everything posted by Dreamer

  1. Filme português, em Portugal, que passa nas auto-estradas?... desconheço completamente...
  2. Não te parece que um projecto tem de ser pensado para um local específico e não para qualquer outro?... Quanto a mim estas notícias não passam de meras especulações para avaliar uma hipótese futura. Lembras-te da torre biónica, lembras-te da Manhaten de Cacilhas, lembras-te das torres do Siza?... nunca passaram do papel...
  3. Dreamer

    Olá

    Bem vindo :D
  4. Corleoni, acho que mais do que fundamentar, se procuras bibliografia sobre esse assunto, deves estar aberto a mudar de opinião, ou a complementá-la... é para isso que serve a consulta...
  5. Gostei :clap:
  6. Nisso concordo contigo... :\
  7. Lol :D
  8. Bem vindo :D
  9. Vou um pouco na linha do JAG. Miguel, compreendo a inexistência dos leds brancos e a relação do laranja do logotipo com o pavimento, mas a verdade é que sendo um projecto interessante, acaba por ser em alguns aspectos semelhante a alguns outros que se ve por aí, o que não tem necessariamente de ser mau. Realmente o que se destaca são os lanternins e nisso acho que o projecto está muito interessante. Parece-me de tôdo impossível entrar na loja e não ficar fascinado pelo plano quebrado da cobertura. Ainda em relação ao logotipo, ao ver as imagens do interior da loja, acho que acaba por resultar bem melhor o que está na parede preta do fundo, com as letras em branco, do que a solução encontrada para o exterior. Usando o aço escovado, talvez tivesse sido melhor não usar sequer os leds, ou talvez mesmo um outro tipo de iluminação que não por trás, mas claro que falar à posteriori é fácil...
  10. Bem vinda Denk :D
  11. Portugese, admiro a tua vontade e preseverança, mas esse fascinio pelas torres sôa um pouco a estranho... como podes garantir uma coisa dessas?... onde vais buscar essa informação? Isto já para não falar da incoerência que é pensar num projecto que pode ser em qualquer sítio, até mesmo na Portela, ou exagerando, quem sabe se não será em Sintra, ou em Setubal, ou ao lado da barragem do Alqueva, ou até mesmo perto da Torre dos Clérigos... como é o caso daquele que é apresentado nesse tópico que o JVS refere...
  12. Marco, quando estudava, essa informação era recolhida e passada entre todos os alunos. Nós é que fazia-mos os levantamentos necessários, nós fazia-mos a análise histórica, etc, etc, etc... quanto muito era fornecida a informação cartográfica a escalas a rondar os 1:5000 e não foi por isso que uns eram mais ou menos preveligiados do que os outros... Nas turmas por onde passei cultivava-se o espírito de equipa, a colaboração entre todos, etc... bem sei que nem em todos os casos é assim e que muitas vezes à alguém que apenas quer espetar a faca pelas costas, ocultando o que consegue e/ou desvalorizando o trabalho dos colegas, no entanto, cabe ao professor saber descernir essas questões. Claro que numa situação que se poderá designar por ideal, essa informação seria disponibilizada à partida, mas a ser assim, poucos seriam aqueles que saiam da universidade com conhecimentos sobre onde arranjar a informação...
  13. Nunca ouvi falar desse projecto, no entanto, porque não colocas aqui a informação que tens?
  14. Com 20 salas de cinema já existe...
  15. André, o video é interessante quanto ao tópico, porque não o inicias tu?...
  16. É mesmo por isso que é uma decisão controversa e tremendamente sensível... Concordo quando falas do gigante adormecido, do possível conflito, do perigo de uma nova guerra mundial, mas nestes casos acho que nos devemos pautar por uma questão de princípios morais e não meramente materiais, independentemente da força e potência de quem está do outro lado... Claro que todos sabemos o que motivou a guerra no Iraque e não foi propriamente a situação da população, quem fala desta, pode falar de outras, mas se se intervém nessas situações com o pretexto do perigo mundial, com o pretexto de levar a democracia a esses recantos do mundo, etc, não pode virar as costas quando quem põe esses valores em causa é tão, ou mais forte do que nós... mas mais uma vez, todos sabemos dos interesses ocultos destes movimentos... O caso de Timor tem contornos interessantes, porque apesar do petróleo no mar de Timor, foi uma notícia de um atentado que motivou a intervenção... mesmo que antes disso todos soubessem o que lá se passava. Tal como em Timor, todos sabem o que se passa no Tibete, a questão é apenas que o poderio militar da Indonésia em nada se compara com a potência que é a China... A verdade é que não tenho opinião formada, estou indeciso entre uma participação sob protesto, por exemplo faltando à cerimónia de abertura, e a falta de comparência total. Agora o que tenho a certeza é que não podemos ficar indiferentes como se nada se existisse, é uma oportunidade boa de mais para deitar por terra... mesmo que até aqui muitos tenham fechado os olhos...
  17. JAG, acho que é uma questão de saber o que para os atletas é mais importante, se a sua própria glória pessoal, porque só o lá estar já é certamente um orgulho, se a importância da precária situação de toda uma população de milhões e em particular do povo do Tibete. Certamente que esses dois atletas que são referidos no artigo que o Tico aqui transcreve, preferiram no momento da sua glória, fazer sentir ao mundo aquilo que para eles, naquele momento, era mais importante. Podemos questionar se no momento de receber as medalhas, quando ninguém o esperava, um gesto destes não terá mais impacto, ao invés da desistência à partida. Podemos dizer que ao fazê-lo, esses dois atletas estavam a defender a sua causa e não a causa de outrém. Mas o certo é que fizeram valer a sua posição e mesmo correndo riscos a curto prazo, a longo prazo acabaram por ver reconhecido o seu gesto. É uma questão controversa...
  18. O ambiente está interessante, apesar de cair naquela onda das lojas preto/branco e por isso acaba por entrar um pouco em choque com o logotipo na entrada, onde além do preto, ganha grande importância o vermelho (será laranja?) e o azulado da luz. Sem dúvida que o sistema de cobertura/lanternins acaba por ganhar algum destaque, por isso gostava que falasses um pouco do porquê de eles existirem assim nessa posição, ou seja, se para chegar a essa forma a motivação foi meramente estética, ou se as suas diferentes direcções visam iluminar especificamente um ou outro ponto.
  19. Bem vindo Nuno, não precisas de estar nervoso e boas participações :D
  20. Ninja Arithmetic XXXI http-~~-//architecture.myninjaplease.com/wp-content/uploads/2008/04/ninja_arithmetic-xxxi.jpg http://architecture.myninjaplease.com/?p=3003
  21. Existir existe, agora onde é que já não sei.
  22. :clap:
  23. Cidade e cultura alfredo cunha Gomes Fernandes, Arquitecto No passado fim-de-semana, assinalaram-se três anos de actividade da Casa da Música do Porto. Reconhecida na generalidade dos atentos ao fenómeno cultural como um desempenho de êxito e um novo marco no roteiro de afirmação da imagem da cidade que, não se deve esquecer, é Património da Humanidade. A Casa da Música, goste-se ou não da sua arquitectura e enquadramento urbano, é um novo ícone portuense e um pólo dinamizador de actividade cultural que extravasa a cidade e faz gravitar em sua volta uma região, mesmo que se perceba não ser acompanhada por outros núcleos similares que são necessários à afirmação de uma política cultural integrada neste domínio específico. O Porto hoje vive um triângulo forte que, de certo modo, passa ao lado das preocupações culturais e de marcação municipal, embora a Câmara não seja totalmente alheia a isto. Museu de Serralves, Casa da Música e Estádio do Dragão são vértices de uma afirmação portuense e nortenha que não encontram correspondência dinâmica no projecto quotidiano da cidade, que parece, às vezes, passar ao lado deste sentido metodológico afirmativo, como se a organização e o trabalho e os objectivos seguidos por estes três projectos específicos não fizessem parte da cidade. Em síntese, estamos perante projectos ganhadores sediados numa cidade em perda e isso deve fazer-nos reflectir, independentemente de haver quem entenda que os objectivos do F. C. Porto nada têm a ver com Serralves ou a Casa da Música, mas o certo é que cada um tem o seu êxito e o Porto só fica a ganhar com isso. Curiosamente, na mesma altura em que se assinalava o terceiro aniversário da Casa da Música, fui numa visita de estudo do curso de Arquitectura de uma universidade portuense, a Lusófona, a Viana do Castelo, e percebi algumas das razões por que uma cidade como a nossa está em perda e aquela "Princesa do Lima" deu um salto Urbano qualitativo na última década, no reencontro com o seu Centro Histórico e o rio. Porque tem um projecto de cidade e está a saber tirar partido daquilo que há muitos anos pareciam ser os seus fatalismos estar encravada entre o rio e a montanha e vestida de um colete limitador, o peso patrimonial do seu Centro Histórico. Face a este triângulo limitador, a Autarquia vianense rodeou-se de técnicos capazes e fez das fraquezas forças, estruturando um Projecto de Desenvolvimento Urbano que transformou as ditas limitações na força transformadora da sua imagem e capacidade de atracção. Hoje é uma cidade viva e aberta e com um roteiro de arquitectura urbana a fazer invejas a muita gente. E voltando ao Porto e às suas limitações, cidade antiga e de Centro Histórico envelhecido, limitada pelo rio e pela Circunvalação, contudo Património da Humanidade e, há poucos anos, Capital Europeia da Cultura. O que acontece aqui para não sermos capazes de aproveitar estas limitações e as suas vantagens para "dar um murro" na cidade, como o fez e está a fazer a Autarquia vianense? Esta questão merece ser reflectida num momento em que o F. C. Porto ganha um tricampeonato da forma que toda a gente conhece, a Casa da Música é o êxito que ninguém discute e Serralves está tão consolidado que até nos esquecemos disso. Merece porque a cidade, no seu corpo físico e anímico, parece "vegetar" alheia a tudo isto, como se tivesse sido um fatalismo termos perdido um conjunto significativo de serviços à sombra dos quais nos tínhamos acomodado e nem capazes somos de pensar numa estratégia substitutiva. Cidade de Património e Cultura podíamos e devíamos ser, para mais com uma universidade e um corpo científico reconhecidos, mas os dias passam e até esses vectores dinâmicos e altamente positivos para a reformulação do projecto urbano que é preciso encontrar parecem querer ser esquecidos, pois não há uma força agregadora capaz de entender isto e agir em conformidade. Dirão, mas a Câmara é que poderia fazer isso, protagonizar a bandeira do incómodo e do desassossego e acender uma luz de esperança nesta aparente e irreversível fatalidade. Não só a Câmara, como é óbvio, mas sobretudo a Câmara, tal como a Autarquia vianense, poderia e deveria fazer isso. Com SRU, Polis ou outro instrumento inventado, certamente com o metro e a optimização dos inter-faces, com a sua Academia, a Associação Comercial, o tal triângulo referido atrás e muito mais gente que responderá, se houver uma voz de chamamento com vontade e ideias com um Projecto de Cultura Urbana! Link: http://jn.sapo.pt/2008/04/16/porto/cidade_e_cultura.html
  24. Nem mais...
  25. Muito boas mesmo :clap:
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