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Este inicio de Novembro eh simplesmente brutal... 4 de Novembro - Eleicoes 6 de Novembro - 007
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No Público Câmara de Lisboa abdica de casas novas e centro de arte para fazer escritórios 02.11.2008 Repovamento da capital continua a ser uma prioridade, assegura vereador do Urbanismo. "Também é muito importante ter mais emprego na cidade", acrescenta O vídeo promocional arranca cheio de ritmo: "A Praça de Entrecampos destina-se aos jovens mais exigentes." Apesar de obsoleta, a animação virtual ainda se encontra online no site da Empresa Municipal de Urbanização de Lisboa (www.epul.pt), mostrando esplanadas no meio dos prédios de habitação, numa grande praça vedada à circulação automóvel e enriquecida por um centro de arte contemporânea - tudo no local do antigo mercado do Rego. Com seis centenas de apartamentos para jovens vendidos - embora ainda por entregar e sem escrituras feitas -, a principal entidade responsável pelo empreendimento, a Câmara de Lisboa, mudou de ideias e quer afinal erguer na Av. das Forças Armadas - onde há quatro anos prometeu promover uma espécie de campus universitário - um complexo em que predomina o sector terciário. Na sua nova versão, o empreendimento que está a nascer perde o centro de arte e parte da habitação a custos controlados publicitada pela autarquia. Em contrapartida, ganha mais betão - a densidade de construção é superior à do projecto inicial - e passa a ter cinco edifícios destinados a escritórios e comércio (no rés-de-chão), em vez dos dois de que fala o vídeo promocional. Os vários lotes serão vendidos em hasta pública, cabendo aos seus compradores construir os prédios. A actual gestão camarária parece ter-se esquecido de anunciar as suas intenções de transformar o projecto dos seus antecessores, considerado marcante para a cidade. É verdade que o assunto foi sujeito a um período de discussão pública de um mês, mas, como de costume nestes casos, a divulgação foi mínima e foram poucos os munícipes que disso tiraram proveito. Nem sequer os principais interessados na alteração do loteamento, as seis centenas de jovens que ali estão a comprar casa, foram informados. Pouco satisfeitos com os atrasos na entrega dos fogos - as primeiras 300 casas deviam ter começado a ser entregues em Fevereiro passado, mas na melhor das hipóteses isso só acontecerá cerca de um ano depois -, há futuros habitantes que não vêem com bons olhos as intenções camarárias. "Se não publicitaram nada é porque estão a encobrir alguma coisa", deduz um deles, um consultor de sistemas de informação. http-~~-//img225.imageshack.us/img225/3229/epulentrecamposfw5.jpg Grandes frentes de betão O vereador do Urbanismo da Câmara de Lisboa, o arquitecto Manuel Salgado, dá a cara pela transformação e nega estar a agir à socapa: "A seguir à consulta pública, a alteração do loteamento será submetida a aprovação na reunião de câmara." Questionada sobre o caso, a vereadora encarregue de liderar a estratégia de repovoamento da cidade, Helena Roseta, escusa-se a prestar qualquer declaração, por desconhecer também ela o assunto. Manuel Salgado garante não estar a desistir do repovoamento de Lisboa. Para repovoar "também é muito importante ter mais emprego na cidade", diz o autarca. "Vamos aproveitar esta localização privilegiada para atrair empresas que pretendam voltar a fixar-se na cidade." E o equipamento cultural que estava previsto? "A câmara não tem capacidade financeira para o realizar", reconhece. Se a autarquia aprovar as alterações, a área de construção da Praça de Entrecampos aumentará dez por cento em relação ao inicialmente previsto, aproximando-se do máximo permitido por lei para o local. "A proposta traduz-se numa alteração substancial da operação de loteamento inicial, pondo em causa alguns dos princípios que enquadraram a sua aprovação", escreveram os técnicos camarários que a apreciaram. Enquanto o projecto inicial contemplava vários edifícios isolados, o novo prevê que alguns deles tenham ligações entre si, dando origem a grandes frentes de construção. Ainda assim, nem tudo são desvantagens: na sua nova versão a praça vedada ao trânsito aumenta de tamanho e será, segundo Manuel Salgado, muito mais arborizada do que alguma vez se pensou. O PÚBLICO tentou ouvir também a EPUL, a empresa municipal encarregue de proceder e esta alteração, mas ao longo dos últimos três meses esta entidade recusou-se a prestar esclarecimentos. Já a associação de defesa do consumidor Deco põe a hipótese de os "jovens exigentes" de que fala o vídeo promocional terem sido alvo de publicidade enganosa. É certo que as 600 casas EPUL Jovem que estão a comprar não vão ser alvo de qualquer transformação. Mas que o ambiente à sua volta não vai ser o de um campus universitário, isso é uma certeza. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=236667
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Tens os modulos de climatizacao controlada...;)
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Lisboa | NovAlcântara - Ampliação do terminal de contentores | ?
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
O presidente da Junta de Freguesia de Alcântara discorda da ampliação do terminal de contentores prevista no projecto NovAlcântara e vai apoiar o movimento de cidadania que lança esta segunda-feira uma petição contra esta decisão governamental. «Sou totalmente contra a expansão do terminal à custa do rio e da doca do Espanhol, acrescentando mais uma muralha que dificulta o acesso ao rio», declarou à Lusa o presidente da Junta de Freguesia de Alcântara, José Godinho (PCP). «Uma parede de aço desceu sobre a cidade» Lisboa: extensão de contentores em Alcântara condenada O Governo anunciou, em Abril, a ampliação do terminal de contentores em Alcântara, que vai triplicar a actual capacidade para um milhão de TEU`s (um TEU equivale a um contentor de 20 pés), e uma intervenção ferroviária que inclui a ligação desnivelada entre este terminal e a Linha de Cintura, para transporte de carga, e a ligação desta à linha de Cascais, em túnel. O autarca encara com bons olhos a intervenção ferroviária, mas defende que se deve manter em Alcântara «a coexistência dos paquetes de cruzeiros com os contentores e com a náutica de recreio». «Com o decreto-lei 188/2008 [que estabelece os termos da concessão do terminal portuário de Alcântara] saiu o Euromilhões à Mota-Engil e à Liscont [empresa concessionária do terminal e que é controlada pela construtora]. A Liscont só tem a ganhar, porque vai ficar isenta de taxas, graças ao investimento que vai fazer na ampliação, e mesmo que não atinja um milhão de contentores, recebe uma indemnização do Estado», comentou o presidente da junta. No início de Outubro, o PSD acusou o Governo de favorecer a Liscont concedendo-lhe a exploração até 2042 do terminal de contentores de Alcântara e triplicando o espaço disponível, sem concurso público e violando o prazo legal das concessões. José Godinho frisou também que o porto poderia crescer sem ter de destruir a doca do Espanhol e lamentou que «queiram meter contentores» numa «marina bonita» como a doca de Santo Amaro. Por isso, declarou-se «solidário com o espírito» da petição «Lisboa é das pessoas, mais contentores não!», que é hoje apresentada. A petição, uma iniciativa de um grupo de cidadãos liderados por Miguel Sousa Tavares, pede a revogação do DL 188/2008 alegando que a ampliação da capacidade do terminal é «incompreensível, desencessária e inaceitável» e cria uma muralha com cerca de 1,5 quilómetros com 12 a 15 metros de altura entre a Cidade de Lisboa e o Rio Tejo, implicando um período de obras de aproximadamente seis anos na zona das Docas. Quanto à outra componente do projecto NovAlcântara - a intervenção ferroviária- José Godinho mostra-se favorável, embora a considere «insuficiente». «Penso que se devia aproveitar a oportunidade para alargar mais o túnel, pelo menos mais 100 metros. Isso permitia tirar aquela horrível ponte metálica provisória que está lá desde o 25 de Abril e que dificulta o acesso as Docas», sugeriu o autarca. Entre os moradores e comerciantes daquela zona, o desconhecimento sobre as implicações do porjecto é quase generalizado. Ainda assim, algumas pessoas contactadas pela Lusa destacaram como «muito positiva» a remoção da passagem aérea que ligava as estações de Alcântara-terra e Alcântara-Mar que «arejou as vistas». Um morador do empreendimento Alcântara-Rio elogiou a passagem do comboio em túnel e salientou que as novas ligações vão contribuir para melhorar as acessibilidades. in http://diario.iol.pt/sociedade/alcantara-contentores-peticao-presidente-da-junta-de-freguesia-comboio-terminal/1006669-4071.html Lisboa: Movimento de cidadãos lança petição contra contentores em Alcântara e admite acção popular 27 de Outubro de 2008, 20:53 Lisboa, 27 Out (Lusa) -- O escritor Miguel Sousa Tavares assegurou hoje que o movimento de cidadãos contra a ampliação do terminal de contentores de Alcântara avançará com um acção popular se o decreto-lei que permite a obra não for revogado pelo Parlamento. O recém-criado movimento lançou hoje uma petição à Assembleia da República pedindo a revogação do decreto-lei que permite a extensão da concessão à empresa Liscont e a triplicação da capacidade do terminal de contentores. O escritor e jornalista Miguel Sousa Tavares, que integra o movimento, garantiu que, se após a recolha das quatro mil assinaturas necessárias, os deputados não decidirem pela revogação do diploma, o movimento prosseguirá com a recolha de assinaturas para permitir uma acção popular. "Continuaremos até às 40 mil assinaturas para pôr uma acção popular contra o Governo", afirmou Sousa Tavares, numa conferência de imprensa em que foi lançada a petição. O movimento de cidadania "Lisboa é das pessoas. Mais contentores, não", integra a Associação dos Concessionários da Doca de Santo Amaro, e reuniu hoje dezenas de pessoas num restaurante da frente ribeirinha. Estiveram presentes no lançamento da petição o ex-presidente da Câmara, Carmona Rodrigues, a vereadora Helena Roseta, os fadistas Carlos do Carmo, José da Câmara e António Pinto Basto, o presidente da Assistência Médica Internacional (AMI), Fernando Nobre, o arquitecto paisagista Gonçalo Ribeiro Telles, o interprete e compositor Rui Veloso, entre outros. ACL. Lusa/Fim in http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/213d850818317da32fac82.html Movimento de pessoas de vários quadrantes contesta nova muralha à beira rio Lisboa: cidadãos contra alargamento do terminal de Alcântara 28.10.2008 - 10h14 José António Cerejo A contestação do projecto de alargamento do terminal de contentores de Alcântara arrancou baixinho, quase a medo, mas está a crescer semana a semana. Ontem foi lançado um movimento de cidadãos que já pôs a correr uma petição sob o lema "Lisboa é das pessoas, mais contentores não!". Depois de uma primeira fase em que provocou estupefacção por ser projectada à revelia da Câmara de Lisboa, a obra começou a ser posta em causa pelos mais directos prejudicados: os donos dos bares e restaurantes da zona das docas, que empregam 700 pessoas e poderão ter de fechar as portas. A seguir veio uma onda de indignação causada pela notícia de que a principal beneficiária do projecto governamental era a Liscont, uma empresa do grupo Mota/Engil, de que o socialista Jorge Coelho se tornou presidente há alguns meses. Nas últimas semanas, o PSD e o movimento Cidadãos por Lisboa, da vereadora Helena Roseta, assumiram a dianteira no combate político ao projecto, a que se tem associado a Junta de Freguesia de Alcântara (PCP) e vários comentadores, com destaque para Miguel Sousa Tavares. Ontem, ao fim do dia, uma plateia de personalidades de diferentes áreas e proveniência políticas deu o pontapé de saída de um movimento que pretende barrar o caminho à contentorização da zona de Alcântara - do mesmo modo que há 15 anos um outro movimento impediu a urbanização de vastas áreas da zona ribeirinha. Gonçalo Ribeiro Telles, Miguel Sousa Tavares, Frederico Collares Pereira (presidente da Associação dos Concessionários da Doca de Santo Amaro), Luís Rodrigues (deputado do PSD), Helena Roseta, Fernando Nobre (presidente da AMI), Rui Veloso e Carlos do Carmo foram alguns dos que compareceram num dos restaurantes das docas para apoiar a iniciativa e a petição que já está na Internet (http://www.gopetition.com/online/22835.html). A ampliação da capacidade do terminal, começa por dizer o texto dirigido ao presidente da Assembleia da República, "vai implicar a criação de uma muralha com cerca de 1,5 quilómetros com 12 a 15 metros de altura entre Lisboa e o rio Tejo". Os autores sustentam que a prorrogação por 27 anos da concessão do terminal à Liscont e a "triplicação" da sua capacidade, conforme previsto no Decreto 188/2008, de 23 de Setembro, afigura-se "completamente incompreensível, desnecessária, e inaceitável para mais sem concurso público". O texto, que termina com o pedido de revogação daquele decreto, invoca um relatório do Tribunal de Contas, de Setembro de 2007, para defender que o porto de Lisboa "apresenta desafogadas capacidades instaladas e disponíveis, para fazer face a eventuais crescimentos do movimento de contentores". Alertar os lisboetas "O nosso objectivo é alertar as consciências dos munícipes para as implicações da ampliação do terminal", afirma Frederico Collares Pereira, representante dos proprietários dos bares e restaurantes da doca de Santo Amaro. De acordo com o empresário, uma das consequências mais imediatas e graves do projecto está no facto de a zona das docas, "um dos únicos locais em que há maneira de chegar ao rio", ter de fechar para obras durante seis a oito anos. "Estamos a tentar perceber desde Abril o que é que vai acontecer em concreto, mas ninguém nos diz nada." Collares Pereira, todavia, não tem dúvidas sobre uma coisa: "Os parques de estacionamento que nos rodeiam vão ser transformados em estaleiros de obras durante todo esse tempo." in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1347778 Mota-Engil começa obras em Alcântara apesar da contestação política A empresa vai para o terreno já este ano, começando pelas demolições dos edifícios sem uso. Ana Baptista A contestação à expansão do terminal de contentores de Alcântara, uma obra da Mota-Engil, aumentou de tom. Depois do PSD, corre agora na internet uma petição para parar o projecto e o Tribunal de Contas está a investigar o prolongamento da concessão sem concurso público. Mas, nada disto assusta a Mota-Engil, o accionista maioritário da Liscont, a concessionária deste terminal, que pretende arrancar com a obra já este ano. “A parte de demolição dos edifícios antigos situados no terminal e que não têm uso começa já este ano”, disse ao Diário Económico, Gonçalo Moura Martins, administrador da área de Ambiente e Serviços da Mota-Engil. Será esta área que permitirá aumentar o parque de contentores, ou seja, a área onde eles serão descarregados. Segue-se a extensão do cais em direcção a norte, uma obra que, por ser mais complexa, arrancará “em finais de 2009, princípios de 2010”. Em simultâneo iniciar-se-ão as obras de enterramento da linha ferroviária de mercadorias, uma fase do projecto que está avaliado em 60 milhões de euros. Para Gonçalo Moura Martins todo este processo decorreu com total transparência. “Quando um concessionário faz um investimento é-lhe conferido o prolongamento da concessão pelo período que demorará a amortizar o investimento. Não é novidade nenhuma”, referiu, relembrando que o prazo da concessão passou de 2015 para 2042. Prolongar a concessão sem concurso público foi, aliás, a melhor solução encontrada pelo Governo para avançar com este investimento de 227 milhões de euros, essencial para o porto de Lisboa e para o País, disse o mesmo responsável. “A concessão está em vigor, por isso não pode haver concurso”, diz o responsável da Mota-Engil. Segundo Gonçalo Moura Martins, existiam duas soluções, mas nenhuma delas viável. Ou resgatar a concessão, ressarcindo a concessionária, “o que demoraria muito tempo”, ou esperar que a concessão acabasse, ou seja, por 2015, atrasando o investimento. A Mota-Engil explicou ainda que a insenção do pagamento da renda fixa – por ocupar a zona in http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/empresas/pt/desarrollo/1179330.html Polémico projecto de contentores apresentado na reunião de câmara A Administração do Porto de Lisboa (APL) apresenta hoje em reunião pública da Câmara da capital o projecto de ampliação do terminal de contentores de Alcântara, contestado por um movimento de cidadãos apresentado esta semana O projecto de triplicação da capacidade do terminal, decorrente de um decreto-lei que alterou a concessão da exploração da empresa Liscont, será apresentado no período antes da ordem do dia, em que os responsáveis da APL responderão a perguntas dos vereadores. Na segunda-feira, o movimento «Lisboa é das pessoas. Mais contentores, não», que inclui diversas figuras públicas, entre as quais o ex-presidente da Câmara Carmona Rodrigues e a vereadora Helena Roseta, e a associação de concessionários da Doca de Santo Amaro, apresentou-se revelando que lançou uma petição ao Parlamento para revogação do decreto-lei, admitindo avançar para uma acção popular contra o projecto. Na penúltima reunião da Assembleia Municipal, em que foi aprovada uma moção contra o projecto, o presidente da Câmara afirmou que não foi apresentada à Câmara «qualquer construção de uma muralha de aço em Alcântara» mas um projecto que contempla o desnivelamento do nó ferroviário, aumentando a frequência dos comboios e a capacidade de escoamento dos contentores. O projecto tem também sido contestado através de moções na Assembleia Municipal e pelo PSD na Assembleia da República, que pediu a apreciação do decreto-lei. Lusa / SOL in http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=114952 Helena Roseta acusa Governo de favorecer Mota-Engil Helena Roseta diz que o Governo favoreceu Jorge Coelho, ao aprovar um decreto-lei que prolonga a concessão da exploração do terminal de contentores de Alcântara, por mais 27 anos, à empresa Mota-Engil, presidida por Jorge Coelho. A vereadora da Câmara Municipal de Lisboa não compreende porque é que o executivo prolongou o contrato sem promover um concurso público. O Rádio Clube tentou entrar em contacto com Jorge Coelho, no sentido de obter mais esclarecimentos, mas até ao momento ainda não foi possível obter quaisquer declarações. A Administração do Porto de Lisboa vai hoje explicar à autarquia o projecto de ampliação do terminal de contentores de Alcântara. O projecto prevê a triplicação da capacidade da infra-estrutura, o que tem provocado a contestação pública. O movimento de cidadãos " Lisboa é das pessoas. Mais contentores não" já pediu à Assembleia da República que revogasse o decreto lei que altera as bases de concessão do terminal e que dá à Liscont, a exploração até 2042. http://radioclube.clix.pt/noticias/body.aspx?id=13865 APL quer aumentar terminal de contentores A Administração do Porto de Lisboa apresenta hoje oficialmente o seu plano de ampliação do terminal de contentores de Alcântara à Câmara Municipal de Lisboa. 9:23 | Quarta-feira, 29 de Out de 2008 João Carlos Santos A proposta de ampliação do terminal de Alcântara é apresentada hoje A Administração do Porto de Lisboa (APL) apresenta hoje em reunião pública da Câmara da capital o projecto de ampliação do terminal de contentores de Alcântara, contestado por um movimento de cidadãos apresentado esta semana. O projecto de triplicação da capacidade do terminal, decorrente de um decreto-lei que alterou a concessão da exploração da empresa Liscont, será apresentado no período antes da ordem do dia, em que os responsáveis da APL responderão a perguntas dos vereadores. O presidente da Junta de Freguesia de Alcântara manifestou já a sua discordância da ampliação do terminal e disse ir apoiar o movimento de cidadania que lançou uma petição contra esta decisão governamental. "Sou totalmente contra a expansão do terminal ção do terminal de contentores em Alcântara, que vai triplicar a actual capacidade para um milhão de TEU's (um TEU equivale a um contentor de 20 pés), e uma intervenção ferroviária que inclui a ligação desnivelada entre este terminal e a Linha de Cintura, para transporte de carga, e a ligação desta à linha de Cascais, em túnel", afirmou José Godinho. O autarca encara com bons olhos a intervenção ferroviária, mas defende que se deve manter em Alcântara "a coexistência dos paquetes de cruzeiros com os contentores e com a náutica de recreio". José Godinho frisou ainda também que o porto poderia crescer sem ter de destruir a doca do Espanhol e lamentou que "queiram meter contentores" numa "marina bonittura entre a Cidade de Lisboa e o Rio Tejo, implicando um período de obras de aproximadamente seis anos na zona das Docas. No início de Outubro, o PSD acusou o Governo de favorecer a Liscont concedendo-lhe a exploração até 2042 do terminal de contentores de Alcântara e triplicando o espaço disponível, sem concurso público e violando o prazo legal das concessões. in http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/438421 Mota Engil ultrapassa lei com concessão por 57 anos 29-Out-2008 O governo decidiu alargar a concessão do terminal de contentores de Alcântara à empresa Liscont, detida maioritariamente pela Mota-Engil, liderada por Jorge Coelho. Apesar da lei prever 30 anos para a duração máxima das concessões, com esta prorrogação a concessão será de 57 anos, e sem concurso público. Esta situação já motivou o lançamento de uma petição por vários cidadãos. O deputado Municipal do Bloco Heitor de Sousa considera a decisão "um escândalo". O governo decidiu prorrogar o prazo de concessão do terminal de contentores de Alcântara por mais 34 anos a uma empresa detida maioritariamente pela Mota-Engil, perfazendo 57 anos o total da duração da concessão. Um dos objectivos do prolongamento do contrato é a triplicação da capacidade do terminal, considerada por muitos desnecessária. Este é um dos motivos que levou um movimento de cidadãos (que inclui Gonçalo Ribeiro Telles, Miguel Sousa Tavares e Helena Roseta) a lançar uma petição contra esta decisão do governo, alegando que a triplicação da capacidade do terminal "afigura-se completamente incompreensível, desnecessária, e inaceitável para mais sem concurso público", dado que a Administração do Porto de Lisboa "apresenta desafogadas capacidades instaladas e disponíveis, para fazer face a eventuais crescimentos do movimento de contentores". Por outro lado os peticonantes denunciam que "apesar da lei prever 30 anos para a duração máxima das concessões, com esta prorrogação a duração desta concessão será na prática, de 57 anos, o que, tal como o Tribunal de Contas sublinha, impede os benefícios da livre concorrência por encerrar o mercado por períodos de tempo excessivamente longos." Pedro Soares, coordenador autárquico do Bloco, já tinha alertado para esta situação em artigo de opinião no Esquerda.net. "Agora veio o Governo com o projecto Nova Alcântara. Desta vez parece que foi a Câmara a apanhar com tudo já decidido. O facto é que foi decretada a revisão do contrato com a entidade que explora o terminal de contentores em Alcântara, conferindo-lhe, com muito pouca transparência, o prolongamento da concessão até 2042, o aumento da capacidade de movimentação de contentores e a extensão do cais para nascente em aproximadamente 500 metros, bem como do terrapleno situado entre o novo cais e o actual, em cerca de 55 mil metros quadrados." Uma das situações que mais incomoda o grupo de cidadãos que lançou a petição é o facto desta ampliação do terminal poder implicar "a criação de uma muralha com cerca de 1,5 quilómetros com 12 a 15 metros de altura entre a Cidade de Lisboa e o Rio Tejo." Esta situação foi também abordada pelo vereador José Sá Fernandes que assegura que lutará contra este projecto "política e judicialmente" se se confirmarem os piores receios. "Se existirem mais contentores em Alcântara constituindo uma barreira, eu sou completamente contra e lutarei até às últimas instâncias contra isso", sublinhou Sá Fernandes. No entanto, o vereador explica que com o enterramento da linha de comboios na zona, o escoamento dos contentores será em princípio mais célere. "O que eu acredito é que muito embora haja muitos mais contentores, eles são escoados muito mais rapidamente, através de uma conduta subterrânea a toda a hora, ao contrário do que acontece hoje, que são três vezes por dia", explicou. Heitor de Sousa, deputado municipal do Bloco, considera um "escândalo" a prorrogação do contrato para um total de 57 anos à empresa detida pela Mota-Engil. E sublinha que o principal problema do projecto é precisamente a triplicação da capacidade do terminal e a sua extensão de 700 para 1700 metros. "O abaixamento da linha de comboio permitirá uma escoação rápida dos contentores, o que torna inútil e desnecessário o aumento da capacidade e da extensão do terminal, que assim vai ocupar ainda mais a Frente Ribeirinha", afirmou ao Esquerda.net. in http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&task=view&id=8903&Itemid=28 Estivadores concentram-se frente à Câmara de Lisboa Dezenas de estivadores do porto de Lisboa concentram-se hoje frente à Câmara Municipal em defesa do projecto de ampliação do terminal de contentores de Alcântara, que a Administração do Porto de Lisboa está a apresentar em reunião do executivo. Alguns trabalhadores insultaram o escritor Miguel Sousa Tavares, que integra um movimento de cidadãos contra aquele projecto, quando este entrava para os paços do concelho. Sousa Tavares acabou por abandonar a reunião, quando o presidente da Administração do Porto de Lisboa (APL), Manuel Frasquilho, iniciou uma apresentação do projecto que começava com um filme. «Não fui convidado para uma acção de propaganda da APL. Ainda se fossem mostrar o contrato que assinaram», disse Sousa Tavares aos jornalistas à saída da reunião. O escritor e jornalista afirmou ter sido convidado para uma «discussão na Câmara» sobre o projecto em que a APL tammbém estaria representada. Sousa tavares acabou por abandonar o edifício da autarquia sob escolta policial, por razões de segurança, como o próprio admitiu aos jornalistas. Questionado sobre se o protesto dos estivadores resultava de uma acção concertada, Sousa Tavares respondeu «com certeza». «Estão a ser manipulados porque lhes deram uma informação falsa. Os postos de trabalho deles não estão ameaçados», afirmou, escusando-se a concretizar quem estará a manipular os trabalhadores. João Alves, da direcção do Sindicato dos Estivadores, disse aos jornalistas que «o crescimento da actividade do porto, com o alargamento do terminal, pode vir a representar a criação de postos de trabalho em grande número, entre 500 e 600». Diário Digital / Lusa in http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=356375&page=1 Lisboa: Petição contra contentores em Alcântara já reuniu mais de 4000 assinaturas 29 de Outubro de 2008, 16:46 Lisboa, 29 Out (Lusa)- A petição "Lisboa é das pessoas, mas contentores não!", já reuniu desde o seu lançamento, segunda-feira, mais de 4.000 assinaturas, condição necessária para que a Assembleia da República discuta as reinvindicações dos signatários do documento. A petição, apresentada segunda-feira por um movimento de cidadãos liderado pelo escritor Miguel Sousa Tavares e que integra a Associação dos Concessionários da Doca de Santo Amaro, pede a revogação do decreto-lei que permite a extensão da concessão à empresa Liscont e a triplicação da capacidade do terminal de contentores de Alcântara (DL 188/2008). A Lei que consagra o direito de petição (43/90) obriga a apreciar em plenário as peticões subscritas por mais de 4.000 cidadãos. Às 16:15 de hoje, a petição tinha 5.000 assinaturas. Miguel Sousa Tavares assegurou na segunda-feira que o movimento de cidadãos avançará com uma acção popular se o decreto-lei que permite a obra não for revogado pelo Parlamento. "Continuaremos até às 40 mil assinaturas para pôr uma acção popular contra o Governo", afirmou Sousa Tavares, numa conferência de imprensa em que foi lançada a petição. O documento salienta que a ampliação da capacidade do terminal de contentores de Alcântara implica a criação de uma muralha com cerca de 1,5 quilómetros com 12 a 15 metros de altura entre a Cidade de Lisboa e o Rio Tejo e que vai sujeitar aquela zona a um período de obras de cerca de seis anos, impedindo a população de aceder ao rio pelas "Docas". O fim da actividade lúdica desta zona, adianta o texto da petição, vai pôr em risco 700 postos de trabalho. Os signatários consideram que a obra, é "incompreensível, desnecessária, e inaceitável", sublinhando que "os terminais de contentores existentes nos portos de Portugal no final de 2006 tinham o dobro da capacidade necessária para satisfazer a procura do mercado". Os abaixo-assinados pedem que a Assembleia da República impeça "este atentado estético e económico contra o País" e revogue o DL 188/2008. RCR. Lusa/fim in http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/b8252f87e2dc819e3e6fec.html Lisboa: Porto nega que alargamento de terminal de contentores crie muralha de aço frente ao rio 29 de Outubro de 2008, 18:08 Lisboa, 29 Out (Lusa) -- A Administração do Porto de Lisboa (APL) garantiu hoje que o alargamento do terminal de contentores de Alcântara não vai criar uma barreira entre cidade e rio, afirmando que é necessário para responder às necessidades portuárias da capital. No período antes da ordem do dia da reunião pública da autarquia, o presidente da APL, Manuel Frasquilho, afirmou que o Porto vai atingir um ponto de "saturação" em 2012 e que o alargamento é necessário para dar resposta às necessidades portuárias da capital e tornar o porto competitivo. "Só podemos responder ao mercado com condições operacionais e físicas", argumentou, referindo que é preciso pensar o crescimento do Porto de Lisboa numa lógica ibérica, prevendo uma "plataforma integrada" dos portos atlânticos e mediterrânicos da Península. Em relação às preocupações manifestadas pela oposição camarária quanto ao aparecimento de uma "muralha de aço" de contentores em Alcântara, o presidente da APL contrapôs que serão demolidos edifícios que já não cumprem funções portuárias com alturas entre os "15 e 17 metros", mais do que a cota de nove metros máximos resultante do empilhamento de contentores. Frisou que o alargamento previsto será feito "sem crescimento de qualquer barreira visual" com a acumulação de contentores, acrescentando que a ligação ferroviária subterrânea prevista no projecto vai permitir a redução de "mil camiões TIR" por dia a circular por Lisboa e que será reforçado o transporte de contentores pelo rio em barcaças, com cada embarcação a permitir levar o que teria de ser carregado em cerca de 40 camiões. Com a ligação ferroviária subterrânea à Linha de Cintura -- a que passará a estar ligada também a linha de Cascais, também subterraneamente -, os dois comboios diários que escoam contentores poderão passar a quinze por dia, destacou. Em termos de investimento futuro, a APL prevê gastar cerca de 220 milhões de euros, 142 milhões dos quais até 2013, enquanto a concessionária do terminal, a Liscont, gastaria 226 milhões, 146 até 2013. A perspectiva de lucro é de um aumento de "mais de cem por cento", com os actuais 3,7 milhões de euros por ano actuais a passarem a 8,6 milhões. Respondendo a uma questão levantada pelo presidente da autarquia, António Costa (PS), Manuel Frasquilho rejeitou a possibilidade de o terminal de contentores passar para outro local: no Poço do Bispo não há condições de navegabilidade para navios de maior porte, enquanto na Trafaria (margem Sul), "as acessibilidades actuais são um caos", para além de ser preciso um "estudo hidrográfico sério" para avaliar a profundeza do leito do Tejo. Manuel Frasquilho referiu ainda que o projecto da APL prevê uma requalificação do largo frente à Estação Marítima de Alcântara e a manutenção do espaço das Docas tal como está. APN. Lusa/fim in http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/a840a0c3e36e5b7bf1328c.html Costa afirma que novo terminal não é muralha de aço O presidente da Câmara de Lisboa escusou hoje antecipar-se à «posição formal» que a autarquia irá assumir sobre a expansão do terminal de contentores de Alcântara mas adiantou que «não está em causa nenhuma muralha de aço» «Aquilo que foi informado pela Administração do Porto de Lisboa, tal como já tinha sido anteriormente, é que não está em causa nenhuma muralha de aço», disse o presidente da autarquia, António Costa (PS), aos jornalistas, à margem da reunião pública do executivo municipal. O projecto foi apresentado pelo presidente da Administração do Porto de Lisboa (APL), Manuel Frasquilho, durante a reunião. «O projecto de obra em concreto, quando for formalmente apresentado, a Câmara pronunciar-se-á», disse, referindo-se ao parecer que a autarquia dará sobre o projecto, embora não tenha competências para o licenciar porque está na zona de jurisdição da Administração do Porto de Lisboa. António Costa sublinhou que a demolição de edifícios da Administração do Porto de Lisboa em Alcântara, bem como o aumento da capacidade de escoamento do terminal de contentores prevista do projecto vão impedir a criação de uma «muralha de aço» entre a cidade e o rio Tejo. «Vamos poder ter um porto mais eficiente, com uma cidade mais próxima do rio», declarou. Costa sublinhou ainda que está prevista a ligação da linha de Cascais à linha de cintura, beneficiando a maioria dos passageiros, já que, afirmou, «70 por cento dos destinos localizam-se nas Avenidas Novas», ficando assim os «cidadãos melhor servidos do que indo para o Cais do Sodré». O autarca referiu-se ainda às vantagens da construção de um túnel para ligar Alcântara-Mar a Alcântara-Terra, «eliminado o conflito entre o comboio e o carro». Durante a reunião, António Costa destacou a importância da actividade do Porto de Lisboa, ao mesmo tempo que, afirmou, a autarquia promoveu uma «visão de conjunto integrada de 19 quilómetros» da frente Tejo do Concelho. Essa «visão integrada», recordou, foi apresentada no plano estratégico elaborado pela autarquia no âmbito do protocolo que assinou com o Governo para a passagem de áreas sem uso portuário na frente ribeirinha para a jurisdição municipal. «Quero que Lisboa seja um cidade portuária e, pelo que tenho interpretado, a maioria nesta Câmara quer que Lisboa continue a ser uma cidade portuária. Eu não quero um porto só com uma marina de iates ou com um terminal de contentores mas um porto que fortaleça a base económica da cidade», afirmou. A expansão do terminal de contentores está a ser contestada por um recém criado movimento de cidadãos que lançou uma petição pedindo a revogação do decreto-lei que alarga a concessão do terminal à empresa Liscont, detida maioritariamente pela Mota-Engil, até 2042, com a triplicação da capacidade da infra-estrutura para receber contentores. Além da extensão da concessão, sem concurso público, é contestado o impacto visual do terminal, alegando que constituirá uma barreira entre a cidade e o rio Tejo. Lusa / SOL in http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=115035 Estivadores ameaçaram e injuriaram Sousa Tavares Escritor só saiu da Câmara de Lisboa com escolta policial por se opor a obras na Doca de Alcântara 2008-10-30 NUNO MIGUEL ROPIO Com ameaças e impropérios. Assim foi recebido esta quarta-feira pelos estivadores do Porto de Lisboa, junto à Câmara Municipal, Sousa Tavares, líder do movimento de cidadãos contra o alargamento do terminal da Doca de Alcântara. Cerca de 200 trabalhadores aguardaram a chegada do escritor, aos Paços do Município de Lisboa, pelas 15 horas, para o insultar e tentar coagir fisicamente. "Vai mas é escrever livros para o Porto" ou "javardo" foram as frases disparadas violentamente, em uníssono, contra Miguel Sousa Tavares, que contou com a protecção da Polícia Municipal. O escritor e jornalista tinha sido convidado pelo presidente de Câmara, António Costa (PS), para participar na discussão sobre o alargamento do Porto de Lisboa, como representante do movimento de cidadãos "Lisboa é das pessoas. Mais contentores, não", que lançou uma petição, onde pedem a revogação do decreto-lei que prevê não só a triplicação do terminal de contentores de Alcântara, como a renovação da concessão de exploração da Liscont [do grupo Mota-Engil] até 2042. Sousa Tavares acabou, uma hora depois, por abandonar a reunião pública quando se apercebeu que estava prevista uma apresentação prolongada do projecto de alargamento de Alcântara, a cargo de Manuel Frasquilho, presidente da Associação do Porto de Lisboa (APL). "Não fui convidado para uma sessão de propaganda da APL. Ainda se mostrassem o contrato que assinaram", alegou, considerando que o protesto dos trabalhadores não passava de uma acção concertada. O jornalista teve então de se refugiar no primeiro andar, onde fica o Salão Nobre da Câmara, descer pelo elevador de Costa e sair pela porta lateral, junto à Igreja de São Julião. Acabou por sair num carro descaracterizado da Polícia Municipal, que o levou ao seu veículo pessoal. Ao JN, João Alves, da direcção do Sindicato dos Estivadores do Porto de Lisboa, Centro e Sul, explicou que "os 900 mil contentores previstos com o alargamento são o movimento de um ano". "Não vão estar ali todos concentrados. O que não cresce nesta actividade morre e o nosso maior concorrente é Tanger. Há aqui espaço para criar mais 400 ou 500 postos de trabalho", disse. "Esse senhor [sousa Tavares] tem de perceber que quem é manipulado é ele e que está a colocar o nosso trabalho em causa. Não estarão aqueles senhores das Docas por detrás desse movimento?", questionou, ainda, o dirigente. A petição do movimento, que integra os Concessionários da Doca de Santo Amaro, pretende que Assembleia da República analise reivindicações que nela constam. Segundo Miguel Sousa Tavares, ontem, às 16 horas, o documento já tinha sido subscrito por cinco mil pessoas. Segundo Manuel Frasquilho, o Porto de Lisboa tingirá um ponto de saturação em 2013, daí a necessidade de alargamento da infra-estrutura."Os edifícios existentes serão demolidos porque não cumprem as suas funções. Falamos de alturas que atingem os 17 metros. Os contentores, com o alargamento, empilhados não ultrapassam a cota dos nove metros", frisou, durante a apresentação ao executivo municipal (ver caixa). O presidente da APL salientou ainda a retirada de mil camiões da capital, quando o porto estiver ligado por túnel ferroviário à Linha de Cintura. O projecto de ampliação do terminal será enviado à autarquia na próxima semana para esta dar um parecer sobre a obra. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=1036004 Alcântara: novo terminal de contentores apresentado hoje Empresa do grupo Mota-Engil, a Liscont apresenta, esta quinta-feira, os planos de alargamento do terminal de contentores em Alcântara, intervenção que está já a levantar polémica, sobretudo pelo impacto visual e ambiental que pode causar naquela zona de Lisboa. Em declarações à TSF, o presidente do Sindicato dos Estivadores mostra-se, contudo, de acordo com a obra, sem a qual «o porto de Lisboa vai acabar por morrer». «Se não houver expansão do terminal de contentores e se não for aprovado o projecto de expansão para o porto de Lisboa, obviamente, este porto morre. Este porto tem que fazer face aos desafios da competitividade. É essencial e primordial a sua expansão», sublinha Vítor Dias. Já o presidente da Junta de Freguesia de Alcântara, assume-se contra a decisão do Governo de ampliar o terminal de contentores, já que, além de não conhecer bem o projecto, a parte que conhece, preocupa-o. «Em termos de impactos ambientais não sei quais são as consequências, por exemplo, para as areias do Tejo. Também sou contra por se fazer um prolongamento de uma concessão por mais 27 anos sem concurso público», afirmou, em declarações à TSF, José das Neves Godinho. Quanto às promessas da Liscont de benefícios sociais e económicos, Neves Godinho considera-as «uma falácia». in Diario Digital António Costa nega impacto visual do terminal de contentores "Não está em causa nenhuma muralha de aço", disse o presidente da autarquia de Lisboa ao ser confrontado pelos jornalistas sobre o impacto visual da ampliação do terminal de contentores em Alcântara. Mário de Carvalho* 11:47 | Quinta-feira, 30 de Out de 2008 Adrian Bradshaw/ EPA Em causa está a triplicação da capacidade do terminal de contentores de Alcântara O presidente da Câmara Municipal de Lisboa escusou, quarta-feira, antecipar-se à "posição formal" que a autarquia irá assumir sobre a expansão do terminal de contentores de Alcântara, mas adianta que "não está em causa nenhuma muralha de aço". "Aquilo que foi informado pela Administração do Porto de Lisboa, tal como já tinha sido anteriormente, é que não está em causa nenhuma muralha de aço", disse António Costa aos jornalistas, à margem da reunião pública do executivo municipal, onde o projecto foi apresentado pelo presidente da Administração do Porto de Lisboa (APL), Manuel Frasquilho. O presidente da autarquia sublinha que a demolição de edifícios da Administração do Porto de Lisboa em Alcântara, bem como o aumento da capacidade de escoamento do terminal de contentores prevista no projecto vão impedir a criação de uma "muralha de aço" entre a cidade e o rio Tejo. "Vamos poder ter um porto mais eficiente, com uma cidade mais próxima do rio", referiu António Costa, realçando ainda que está prevista a ligação da linha de Cascais à linha de cintura, beneficiando a maioria dos passageiros, já que, afirmou, "70% dos destinos localizam-se nas avenidas novas", ficando assim os "cidadãos melhor servidos do que indo para o Cais do Sodré". Por sua vez, o presidente da Administração do Porto de Lisboa revelou que o projecto da ampliação do terminal de contentores de Alcântara deverá ser enviado na próxima semana à autarquia, que se pronunciará sobre a obra. Questionado sobre as consequências da petição que contesta a obra, o responsável escusou-se a comentar a iniciativa: "Não sou político. Não comento os movimentos de cidadãos nem as movimentações dos partidos". A petição do recém-criado movimento de cidadania 'Lisboa é das pessoas. Mais contentores, não' pede a revogação do decreto-lei que permite a extensão da concessão à empresa Liscont, do grupo Mota-Engil, e a triplicação da capacidade do terminal. Além da extensão da concessão, sem concurso público, é contestado o impacto visual do terminal, alegando que constituirá uma barreira entre a cidade e o rio Tejo. in http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/439392 Terminal de Alcântara: «É o mercado que manda» Liscont apresentou projecto no Porto de Lisboa e defendeu que não haverá uma «muralha de aço» entre a cidade e o Tejo «É o mercado que manda». Foi desta forma que o presidente da Liscont, concessionária do terminal de contentores de Alcântara, explicou a necessidade de ampliar a estrutura. Em 2013, contará com mais 500 metros de cais, e triplicará a sua capacidade. Quanto às críticas ao projecto, Eduardo Pimentel garantiu que não aumentará o fosso entre Lisboa e o Tejo. Em relação ao alargamento da concessão até 2042, apontou que é necessário para amortizar o investimento. Manuel Alegre pressiona Governo Depois de uma visita guiada aos jornalistas pelo terminal e de serem divulgadas as alterações que este irá sofrer nos próximos cinco anos, o presidente da Liscont, cujo principal accionista é a construtora Mota-Engil, refutou as críticas feitas ao projecto. «Não vai ser criada muralha de aço nenhuma. O que aqui se está a discutir é um conceito de cidade», disse ao PortugalDiário. No início da apresentação das alterações que vão ser feitas explicara a visão da empresa: «Lisboa sempre foi, é, e deve continuar a ser, uma cidade portuária. Essa é a nossa opinião, e por isso apresentamos um projecto». «A alternativa que temos se pararmos e deixarmos o porto definhar e morrer é transformar Valência no Porto de Lisboa», disse Eduardo Pimental, defendendo que não existe qualquer alternativa em Portugal para esta estrutura, nem sequer Sines, por uma questão económica. «O transporte marítimo é 20 vezes mais barato do que o transporte rodoviário e cerca de 10 vezes mais barato do que o transporte ferroviário. É por isso que na cadeia logística se procura aproximar os portos dos locais de consumo». A empresa aponta que a actual capacidade de 340 mil movimentos de contentores anuais se esgotará em 2012 e que por isso era um imperativo aumentar a estrutura para poder comportar quase o triplo. «Era uma necessidade, porque é o mercado que manda. Se não fizermos este investimento deixamos de ter mercado e depois quando ele se fizer daqui a dez anos já não há cá mercado», disse o presidente da Liscont. Mais 500 metros de cais Segundo explicou, o projecto prevê «aumentar em 500 metros o cais para montante do rio», será ainda aumentada a área para contentores, após a demolição de parte dos edifícios que se encontram no terminal, e ainda construído um túnel ferroviário que irá ligar a outro da Refer, que permitirá a ligação da linha de Cascais à Cintura Interna. O investimento que a Liscont prevê ascende aos 226 milhões de euros. «Durante este ano vão demolir-se estes edifícios, vai fazer-se a repavimentação desta zona em estudo. As obras importantes, que são o prolongamento de 500 metros de cais e a plataforma ferroviária iniciam-se sensivelmente a meio de 2010 e estarão terminadas em Março de 2013», disse o responsável ao PortugalDiário. Morais Rocha, administrador da Liscont, explicou que além dos 130 postos de trabalho existentes irão ser criados «mais 250». Além destes há ainda postos indirectos: «O que estamos a estimar é ter por ano 27 mil aplicações de trabalho, ou seja vamos ter 27 mil homens por turno e por ano». «Não somos beneméritos» Eduardo Pimentel recusou ainda as críticas apontadas ao alargamento da concessão até 2042. «Nós não somos beneméritos nem filantropos, os investimentos têm de ser amortizados e remunerados e portanto é preciso tempo para pagar e para remunerar estes investimentos», disse aos jornalistas. O anúncio deste projecto foi recebido com fortes críticas e deu origem a um movimento de cidadãos que exige que o decreto-lei que prolonga a concessão à Liscont seja revogado. A petição já foi assinada por mais de 8000 pessoas, um número superior ao necessário para que seja levada a discussão na Assembleia da República. in http://diario.iol.pt/sociedade/contentores-terminal-porto-de-lisboa-lisboa-apl-liscont/1007777-4071.html Alcântara: Manuel Alegre quer saber motivos ampliação terminal O deputado do PS Manuel Alegre questionou hoje o Governo sobre quais os motivos para ampliar o terminal de contentores de Alcântara e para prorrogar agora a concessão à empresa Liscont, do grupo Mota-Engil. Num requerimento entregue hoje na Assembleia da República, Manuel Alegre pergunta ainda ao ministro do Ambiente e do Ordenamento do Território, Nunes Correia, qual é a sua opinião sobre os impactos ambientais da ampliação do terminal de Alcântara. «Não sei que benefícios o projecto de ampliação do terminal de contentores do porto de Lisboa em Alcântara pode trazer aos cidadãos; sei que lhes tira rio, espaço, paisagem, bem-estar. E também o direito à beleza que faz parte dos direitos de cidadania», escreve Manuel Alegre, no requerimento. O ex-candidato presidencial independente refere que a lei define para as concessões de actividades portuárias um limite «não superior a 30 anos» e obriga a que sejam atribuídas por concurso público. «A actual concessão do terminal de Alcântara foi atribuída, por concurso, por um prazo inicial de 20 anos. Este prazo já foi prorrogado em 10 anos, terminando em 2015», recorda, em seguida. Manuel Alegre questiona depois o Governo sobre «quais as razões de uma prorrogação, desde já, por 27 anos e sem concurso, de uma concessão que só termina em 2015». Referindo que o decreto-lei que prorroga a concessão à Liscont por mais 27 anos a justifica com a necessidade de renovar o terminal de Alcântara devido a «novas circunstâncias verificadas no mercado dos serviços portuários», Alegre quer saber quais são essas «novas circunstâncias». «Em que estudos comparativos se baseiam? Qual a política nacional portuária que lhe está subjacente?», interroga. Por outro lado, o deputado do PS e vice-presidente da Assembleia da República aponta que não foi feito «nenhum estudo de impacto ambiental» e que «nem consta que o Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional tenha tido, até à data, qualquer posição sobre esta matéria». «Qual a opinião do Ministério do Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional sobre os impactos ambientais das transformações que se pretendem levar a cabo com a ampliação do terminal de contentores de Alcântara», pergunta Manuel Alegre. Diário Digital / Lusa in http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=356561 Lisboa, 30 Out (Lusa) - O aumento da capacidade de escoamento do Porto de Lisboa com o túnel ferroviário subterrâneo e por via fluvial vai reduzir em dois dias o tempo médio de permanência dos contentores em terra, revelou fonte da Liscont. Em declarações à Lusa após uma visita ao Porto de Lisboa, Morais Rocha, administrador da Liscont, concessionária do terminal de Alcântara, explicou que com o aumento do escoamento via fluvial e através do túnel ferroviário o tempo médio de espera dos contentores deverá passar de sete para cinco dias. Morais Rocha falava após uma visita ao Porto de Lisboa, que se seguiu a uma apresentação do projecto de ampliação do terminal de Alcântara, que envolve a demolição de alguns edifícios e o avanço e alinhamento do cais actual de forma a poder triplicar a capacidade actual. Quanto à possibilidade de utilizar o porto de Sines em vez de ampliar o terminal de Alcântara, Rocha Morais afirmou: "Não faz sentido andar a passear carga de camião ou comboio. Isso tem um custo de transporte [que se reflectiria no preço dos produtos]". O projecto, que prevê que a capacidade passe de 340.000 para 900.000 contentores/ano, inclui a demolição do actual edifício administrativo da Liscont, dos edifícios entre a vedação Norte do terminal e a Doca do Espanhol e de outros espaços (a poente do topo de Doca), o prolongamento do cais do terminal para montante (cerca de 500 metros) e a construção de uma plataforma de manobra e descarga de composições ferroviárias. A propósito das críticas de que o projecto terá como consequência a construção de "uma muralha de aço" com cerca de 1,2 quilómetros entre a cidade e o Rio Tejo, o administrador da Mota-Engil Ambiente e Serviços Eduardo Pimentel afirmou que "os edifícios actualmente existentes e que serão demolidos são mais altos do que as pilhas de contentores". "Quando falamos de 900.000 a um milhão de contentores por ano não é aqui parados. Isso nunca aqui caberia. É o número de contentores que por aqui passam ao longo do ano", afirmou, sublinhando que "a altura a que ficarão é a mesma". "Não vai haver nem mais um contentor em altura do que já existe hoje", garantiu. A contestação a este projecto originou a criação de um movimento de cidadãos que lançou segunda-feira uma petição contra a obra, pedindo a revogação do decreto-lei que alarga a concessão até 2042 do terminal à empresa Liscont, detida maioritariamente pela Mota-Engil. Até às 16:15 de quarta-feira a petição já tinha sido assinada por cerca de 5.000 pessoas, mais 1.000 do que o mínimo necessário para que possa ser apreciada no Parlamento. A petição foi lançada por um movimento de cidadãos liderado pelo escritor Miguel Sousa Tavares e integra a Associação dos Concessionários da Doca de Santo Amaro. O documento salienta que a ampliação da capacidade do terminal de contentores de Alcântara implica a criação de uma muralha com cerca de 1,5 quilómetros com 12 a 15 metros de altura entre a Cidade de Lisboa e o Rio Tejo e que vai sujeitar aquela zona a um período de obras de cerca de seis anos, impedindo a população de aceder ao rio pelas "Docas". Em termos de investimento futuro, a Administração do Porto de Lisboa prevê gastar cerca de 220 milhões de euros, 142 milhões dos quais até 2013, enquanto a concessionária do terminal, a Liscont, gastaria 226 milhões, 146 até 2013. A perspectiva de lucro é de um aumento de "mais de cem por cento", com os actuais 3,7 milhões de euros por ano actuais a passarem a 8,6 milhões. SO. Lusa/Fim in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1036205 Demolições em Alcântara começam já este ano Por Sónia Trigueirão Liscont e Mota-Engil explicaram ontem em conferência de imprensa a prorrogação por 27 anos do contrato de concessão e a necessidade de fazer obras já. Garantiram também que não vai haver nenhuma «muralha de aço» a tapar a vista para o Tejo A prorrogação por 27 anos do contrato de concessão do terminal de contentores de Alcântara foi hoje justificada pelo presidente da Mota-Engil Ambiente e Serviços, Gonçalo Martins - num encontro marcado só para esse efeito com jornalistas - com a necessidade de amortizar o investimento feito pelo concessionário nas obras de ampliação daquela estrutura portuária. Por seu lado, Rocha Morais, o representante da Liscont (a empresa da Mota-Engil que tem a concessão do terminal) explicou o porquê de se avançar com a ampliação agora. Segundo Rocha Morais, os armadores estão a comprar navios cada vez maiores por ficar mais barato transportar cada vez maiores quantidades de contentores. Se nada se fizesse, adiantou aquele responsável, «a partir de 2009, os navios iam ter de procurar alternativas», disse, sublinhando as potencialidades de outros concorrentes como o porto de Valência. Segundo Rocha Morais, só assim Lisboa poderá continuar na rota dos grandes armadores internacionais. Os responsáveis das duas empresas quiseram deixar claro que não vai haver nenhuma «muralha de aço», sublinhando o facto de os contentores terem uma grande rotatividade e não serem empilhados mais de cinco de cada vez. Lembraram ainda o facto de os edifícios que serão demolidos serem mais altos que os contentores. O objectivo deste investimento é aumentar a capacidade do terminal de Alcântara, de 300 mil contentores para um milhão por ano. Para concretizar esta ampliação, será necessário demolir o actual edifício administrativo da Liscont e os restantes imóveis, situados entre a vedação norte do terminal e a Doca do Espanhol. Será ainda necessário, explicaram os responsáveis da Mota-Engil e da Liscont, fazer um prolongamento do cais do terminal, em mais de 500 metros, e construir uma plataforma de manobra e descarga de composições ferroviárias. Com ou sem petição, asseguraram aos jornalistas, as demolições avançam até ao final do ano - numa referência ao Movimento de Cidadãos, que integra, entre outros, Miguel Sousa Tavares e Helena Roseta, e que está a reunir assinaturas para impedir a concretização deste projecto. A polémica estalou quando foi publicado o decreto-lei governamental, determinando o alargamento da concessão à Liscont, até 2042 (mais 27 anos), sem concurso público e ainda com um regime de isenção de taxas portuárias único no sector, como revelou em primeira mão o SOL (edição de 4-10-2008). O PSD fez, logo a seguir uma conferência de imprensa denunciando a eventual «ilegalidade» deste processo e, depois de ter escrito um artigo de opinião muito crítico sobre o assunto, Miguel Sousa Tavares lançou o movimento de cidadãos. A conferência de imprensa de ontem (ver vídeo acima) foi apenas mais uma das iniciativas em que, entretanto, se desdobraram, ao longo dos ultimos dias, a Liscont e a Administração do Porto de Lisboa, para responder às criticas ao projecto. sonia.trigueirao@sol.pt in http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=115155 Petição entregue na Assembleia da República Movimento contra mais contentores em Alcântara satisfeito com debate público sobre projecto 31.10.2008 - 12h32 Sofia Rodrigues O movimento de cidadania “Lisboa é das pessoas. Mais contentores, Não!” entregou hoje a petição contra o projecto de ampliação do terminal de contentores de Alcântara, com mais de oito mil assinaturas, ao presidente da Assembleia da República, Jaime Gama. Depois de uma reunião de quase uma hora com Jaime Gama, Frederico Colares Pereira, presidente da Associação de Concessionários da Doca de Santo Amaro, mostrou-se satisfeito com um primeiro objectivo atingido. “Pretendíamos que o projecto fosse discutido. A sociedade os lisboetas não sabiam e já estão a aperceber-se do que se está a passar”, disse o elemento do movimento, ao lado do jornalista Miguel Sousa Tavares, que tem dado a cara nesta contestação. Frederico Colares Pereira indignou-se também com o desconhecimento da Câmara Municipal de Lisboa sobre o projecto. “Isto é uma vergonha, com uma obra destas a câmara não saber”, disse o responsável dos concessionários das Docas, acrescentando que o movimento “não quer pôr em causa a actividade portuária”. O movimento pondera avançar com uma acção popular, que exige 40 mil assinaturas, para impedir a concretização da ampliação da capacidade do terminal e o prolongamento da concessão à Liscont do grupo Mota-Engil, por mais 27 anos. in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1348256&idCanal=12 Gama garante que Assembleia discutirá questão dos contentores EVA CABRAL Lisboa. Movimento Cívico quer revogar lei que autoriza alargamento Contestatários querem reunir uma petição com 35 mil assinaturas O movimento cívico que contesta a ampliação do terminal de contentores em Alcântara - e que dinamiza a petição "Lisboa é das pessoas. Mais contentores não" - foi ontem recebida pelo presidente do Parlamento, Jaime Gama que lhes garantiu que a matéria será debatida pela Assembleia da República. Frederico Colares Pereira, presidente da Associação dos Concessionários da Doca de Santo Amaro, referiu à Imprensa que a petição tinha recolhido até ao dia de ontem cerca de dez mil assinaturas, apesar de se estar a fazer esforços para se angariar as 35 mil assinaturas , o que lhe permitirá poder pedir a revogação do decreto-lei que autoriza o alargamento da área com contentores em Alcântar. O presidente dos Concessionários da Doca de Santo Amaro considerou ser natural que uma entidade privada como a Administração do Porto de Lisboa (APL) negue que a ampliação do terminal de contentores implique uma "muralha" com cerca de 1,5 quilómetros com 12 a 15 metros de altura entre a cidade de Lisboa e o rio Tejo, mas frisou que cabe aos poderes públicos porem um travão neste tipo de situações. Frederico Colares Pereira deixou claro que ao Movimento Cívico cabe reclamar que o terminal de contentores de Alcântara não aumente, uma vez que o Tejo "é dos lisboetas e de todos os portugueses", mas contestou a ideia de que estão contra as actividades portuárias. Segundo adiantou "até ao momento todos conviveram de forma salutar e sem conflitos" acrescentando que este clima se " tornará impossível no futuro caso a Associação do Porto de Lisboa triplique, como pretende, a actual capacidade do terminal de contentores de Alcântara". Frederico Colares Pereira defendeu, ainda, que a ampliação do terminal de contentores de Alcântara "deve ser discutida com os cidadãos" bem como a prorrogação do prazo de 27 anos para a concessão daquela actividade à Liscont. in http://dn.sapo.pt/2008/11/01/cidades/gama_garante_assembleia_discutira_qu.html Professor lança petição a favor de ampliação de terminal de contentores Ontem às 22:43 Um professor universitário lançou na Internet uma petição que defende a ampliação do terminal de contentores de Alcântara. Em declarações à TSF, João Quaresma Dias disse não perceber os argumentos daqueles que estão contra este alargamento. João Quaresma Dias diz que parece que Lisboa não fazer conviver actividades portuárias e de lazerJoão Quaresma Dias discorda de argumentos contra o alargamento do terminal de contentores Um professor universitário lançou, na Internet, uma petição a favor da extensão do terminal de contentores de Alcântara, em Lisboa, dada a importância da estrutura para o desenvolvimento e sustentabilidade da cidade e do país. Ouvido pela TSF, João Quaresma Dias disse estar «indignado» com aquilo que se passa com este terminal e disse mesmo que «parece que Portugal não consegue fazer conviver actividades de índole portuária juntamente com as actividades de recreio e de lazer». O docente e coordenador do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa, primeiro signatário da petição “Em Defesa de Lisboa”, não percebe alguns dos argumentos contra a extensão deste terminal, em particular aqueles que falam em contentores no centro de Lisboa. «Sabemos que as cidades portuárias que têm contentores têm os terminais portuários a alguns quilómetros do centro da cidade, como em Barcelona, que fica a 2,2 quilómetros», exemplificou este professor, que lembrou que Alcântara não fica no Rossio. Outro dos argumentos contestados por este docente do ISEL é o de que o terminal de contentores tem uma taxa de utilização baixa ou o de que este terminal não deve ser ampliado por causa da construção de urbanizações de luxo na zona. João Quaresma Dias lembrou que um eventual fim do porto de Lisboa poderá colocar em risco em particular «as pessoas da zona norte de Lisboa, que vêem escoar as suas produções pelo porto de Lisboa e são alimentadas nas importações pelo porto de Lisboa». «Se o porto de Lisboa acabar vem tudo de Roterdão de camião. Vamos meter 200 mil contentores por ano no mínimo pelas estradas da Europa e de Portugal», concluiu. Na sexta-feira, foi entregue na Assembleia da República uma petição contra o projecto de ampliação deste terminal, que até quinta-feira à tarde já tinha recolhido mais de oito mil assinaturas. Esta recolha foi lançada na segunda-feira por um movimento de cidadãos liderados pelo escritor Miguel Sousa Tavares e que subscreveram a petição “Lisboa é das pessoas. Mais contentores não». Estes signatários querem a revogação do decreto-lei que alarga a concessão até 2042 do terminal à empresa Liscont, detida maioritariamente pela Mota-Engil, e defendem que as obras de ampliação de seis anos irão impedir a população de aceder ao rio pela zona das “Docas”. in http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=1037327 -
Sobre o projecto. Gostava de colocar neste primeiro post info sobre este projecto que estah a causar polemica em todas as classes profissionais menos na que se devia preocupar com este tipo de assuntos. PRIMEIRAS NOTICIAS SOBRE O PROJECTO O Governo anunciou o lançamento do projecto Nova Alcântara, que engloba a ligação da Linha de Cascais à Linha de Cintura, através de um túnel, e a ampliação, reorganização e reapetrechamento do terminal de contentores de Alcântara. O primeiro-ministro presidiu segunda-feira, 28 de Abril, à cerimónia de assinatura de um memorando de entendimento entre todas as entidades envolvidas neste projecto, que deverá estar concluído em 2013. No que diz respeito à intervenção ferroviária, a solução concretiza-se na conexão entre a linha de Cascais e a linha de Cintura, através de uma ligação em túnel, permitindo a continuidade dos serviços Urbanos de passageiros entre estas linhas, e da construção de uma nova estação de Alcântara-Terra mais próxima da actual e futura ocupação urbana. Os maiores benefícios em termos de mobilidade verificam-se ao nível das poupanças de tempo de viagem, bem como do acréscimo relevante de conforto, ao eliminar a necessidade de fazer percursos a pé para mudar de comboio. A nível nacional e internacional, será possível, a partir da linha de Cascais, apenas mudando de comboio no Oriente, utilizar os futuros serviços de Alta Velocidade e demorar para o Porto ou para Madrid apenas pouco mais de 2h e 3h30, respectivamente. O plano de investimentos para a intervenção portuária prevê a ampliação, reorganização e reapetrechamento do terminal de contentores de Alcântara; obras de melhoramento das acessibilidades marítimas, permitindo o acesso a navios porta-contentores com calado máximo de 15,50 m e 400 m de comprimento o que permitirá o TCA tornar-se novamente num terminal deep-sea; criação de uma zona de acostagem e operação de barcaças viabilizando o transporte fluvial de cargas, articulando o terminal com áreas logísticas, tal como a plataforma logística de Castanheira do Ribatejo; e a construção da ligação ferroviária desnivelada entre o terminal e a Linha de Cintura, em articulação com a ligação para passageiros. http://www.moptc.pt/tempfiles/20080428175628moptc.pdf in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=616110&page=9&highlight=liscont Alcântara recebe investimento de 407 milhões de euros até 2013 Governo promete que tráfego ferroviário, rodoviário e marítimo vão fluir melhor, mesmo com o quádruplo dos contentores O projecto foi apresentado na ausência do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, mas com uma delegação de peso do Governo: primeiro-ministro, ministro das Obras Públicas e secretária de Estado dos Transportes estiveram ontem em Alcântara para anunciar o fim do "bloqueio" ao nível ferroviário, rodoviário e portuário que ali existe. Com o projecto Nova Alcântara, um investimento de 407 milhões de euros, a pagar por várias entidades, o Governo quer levar a cabo intervenções em várias frentes, no terreno e no leito do rio, até 2013. No final das intervenções, Alcântara terá um terminal de contentores com quase o quádruplo da actual capacidade, uma linha ferroviária desnivelada, a construir em túnel, entre o terminal e a Linha de Cintura. Uma nova zona de acostagem e de operação de barcaças também fazem parte do projecto. Está ainda prevista uma ligação fluvial entre o terminal de contentores de Alcântara, concessionado à Liscont (ver caixa), e a plataforma logística de Castanheira do Ribatejo. Dos 407 milhões de euros previstos para o investimento, a principal fatia será assegurada pela empresa privada que está a explorar a concessão do terminal de contentores: 227 milhões de euros. O restante investimento será assegurado pela Administração do Porto de Lisboa e pela Rede Ferroviária Nacional, que investirá cerca de 59 milhões de euros. Ligação em túnel A ligação ferroviária da Linha de Cascais à Linha de Cintura, em túnel, irá permitir, segundo a informação ontem disponibilizada, a continuidade dos serviços urbanos de passageiros entre as duas linhas e a construção de uma nova estação subterrânea em Alcântara-Terra. O Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações estima uma procura para a Linha de Cascais, com aumentos na ordem dos 39 por cento, de 41,8 milhões de passageiros, em 2017, contra os actuais 30 milhões (acréscimo de 11,5 milhões de passageiros). Entre os benefícios que esta intervenção irá trazer, a nível nacional e internacional, será, segundo o Governo, um conjunto de ligações directas de todo o corredor Cascais--Oeiras à zona ocidental da cidade e à Linha de Cintura, "permitindo ganhos de tempo e acréscimos de conforto substanciais", como frisou a secretária de Estado, citada pela Lusa. "As pessoas não têm que sair de um comboio e andar bastante a pé para apanhar outro comboio, porque vão ter ligações a qualquer estação de metro que esteja ligada à Linha de Cintura, vão poder chegar directamente à Gare do Oriente e futuramente ao novo aeroporto de Lisboa e a Setúbal, também com prazos bastante razoáveis e com conforto", revelou. Comparando os tempos hoje realizados entre Cascais e Sete Rios, por exemplo, estima-se uma redução do tempo de viagem em cerca de 30 minutos. Fonte: Publico VIDEOS [ame=" "]YouTube - Terminal Contentores em Alcântara[/ame] http://sic.aeiou.pt/online/scripts/2...-E4F2569D6247} http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php...342675&tema=29 http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=115155
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Cascais Projecto de luxo para a Quinta da Marinha arranca sem autorização camarária 29.10.2008 - 09h51 Clara Viana As máquinas chegaram sem aviso prévio ao lote da Quinta da Marinha, em Cascais, onde o rei D. Carlos mandou construir um pavilhão de caça e para o qual se encontra projectado um novo hotel com 144 quartos. Ontem, sem que a câmara tenha aprovado o projecto ou autorizado as obras, os bulldozers estavam já a demolir os edifícios em redor do pavilhão real, segundo Pedro Silva Lopes, do Grupo Ecológico de Cascais. Num dos locais de Portugal com mais riqueza acumulada por metro quadrado, situada em áreas de protecção do Parque Natural de Sintra-Cascais, as obras clandestinas estão em curso há quase um mês. Sem que fossem afixados quaisquer anúncios sobre a operação urbanística prevista para a zona, foram marcados pinheiros-mansos para abate (12 irão abaixo por causa da futura unidade), erguidos tapumes de chapa junto aos courts de ténis, cujo piso foi entretanto levantado. Uma "situação de manifesta ilegalidade", acusou Silva Lopes, num requerimento que, em nome do Grupo Ecológico de Cascais, entregou na câmara no dia 17, onde solicitava o embargo dos trabalhos. Na sequência desta exposição, a câmara enviou os fiscais ao local, que concluíram pela "veracidade parcial da denúncia", adiantou ao PÚBLICO o vice-presidente da autarquia, Carlos Carreiras. Estes "factos foram participados ao departamento de Polícia Municipal para efeitos de instauração dos processos de contra-ordenação respectivos", especificou. "É uma farsa" Entretanto, a mudança da zona continua a ser consumada. "A Câmara de Cascais não está a fazer nada. É uma farsa", denunciou Silva Lopes, que ontem apresentou queixa junto do Ministério Público. Para além de muitas novas vivendas, a Quinta da Marinha conta, entre outros equipamentos, com dois campos de golfes, 44 villas turísticas, um aparthotel com 192 apartamentos e um hotel com 198 quartos, que se situa a escassas centenas de metros da futura unidade. A data de inauguração está já a ser anunciada para 2010 pelo grupo Onyria, propriedade de José Pinto Coelho. Contactado segunda-feira, o empresário comunicou ontem que só estará disponível para esclarecimentos em meados da próxima semana. O processo entrou na autarquia em 14 de Maio passado: quatro pisos, dos quais dois em caves, 144 camas, cerca de 13.500 metros quadrados de área total de construção e uma cércea de 6,65 metros. Estes dados, que constam da informação entregue pelo promotor, chocam com a primeira avaliação feita pela câmara. "O projecto exibe uma volumetria fora da escala da sua envolvente", escreveu o arquitecto Eduardo Amaro, em parecer de 3 de Junho. O técnico acrescentava que alguns edifícios sobem a 10,50 metros, atingindo-se, num deles, por via de "uma cobertura quase vertical", uma "altura total de construção de quase 15 metros". O máximo admitido para o local, pelo plano de ordenamento do Parque Natural de Sintra-Cascais, são dois pisos acima do solo e uma cércea máxima de 6,5 metros. Eduardo Amaro propôs o indeferimento, mas um mês depois a autarquia corrigia a apreciação. Entende-se, "para o caso presente, que o edifício é na realidade constituído por dois pisos acima da cota da soleira", testemunhou outro técnico, João Dantas, numa informação onde se destacava, sobre a "linguagem arquitectónica", a "qualidade do desenho e material envolvidos". "Gera uma solução de cariz singular em harmonia com a paisagem", frisou também Carlos Carreiras. Segundo o vice-presidente, os pareceres técnicos divergiram porque "tiveram subjacentes peças gráficas distintas". As reservas iniciais "resultaram da evidência de algumas imprecisões/omissões de natureza gráfica e de carácter projectual, ultrapassadas com os novos elementos apresentados em substituição", acrescentou. Estes têm a ver, nomeadamente, com a representação do perfil natural do terreno. A sua falta fora apontada por Eduardo Amaro, que acrescentava, no entanto: "Nos casos em que o perfil é representado propõe-se valores acima dos máximos admissíveis, resultando uma volumetria com três pisos em alguns edifícios". Carreiras garante que já não será assim. POOC Sintra-Sado interdita novas construções O futuro hotel Quinta da Marinha Golf está contemplado nas alterações aos alvarás de loteamento aprovadas pela Câmara de Cascais em 2002 e 2005. A primeira foi declarada nula; a segunda foi aprovada quando já estava em vigor o Plano de Ordenamento da Orla Costeira (POOC) Sintra-Sado, que abrange uma parte da Quinta da Marinha, onde se situa o loteamento proposto por José Pinto Coelho. Este está inserido numa área classificada de "desenvolvimento singular". Nestas zonas, o plano proíbe a emissão de licenças ou autorizações para novas construções. Na sequência de uma reunião na câmara em 2006, Pinto Coelho decidiu pedir o conselho da advogada Sofia Galvão sobre "a aplicabilidade" daquela interdição às operações de loteamento. Num parecer "boomerang" entregue à autarquia, a advogada deu-as como isentas - "não é mediante a operação de loteamento que se poderá proceder desde logo à edificação" -, sublinhando que para existirem novas construções será sempre necessário um novo "controlo prévio das entidades municipais". Chutada a bola, o vice-presidente da autarquia, Carlos Carreiras, informou que o futuro hotel se situa "fora da área de intervenção" daquele plano. E acrescentou: "Ainda assim, mesmo que se situasse, o regime de interdição não lhe seria aplicável", devido às disposições que salvaguardam as licenças emitidas antes da sua entrada em vigor. in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1347921&idCanal=59
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Lisboa | Novo Museu Nacional dos Coches | Paulo Mendes da Rocha
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Novo Museu dos Coches revelado aos arquitectos LEONOR FIGUEIREDO Projecto. Brasileiro Paulo Mendes da Rocha explicou a sua ideia para Belém Ideia é para 'open space' entre exposição principal e bastidores dos coches O novo Museu dos Coches, em Belém, tem como objectivo "guardar de forma definitiva e para sempre a colecção preciosa dos coches", disse, ontem à noite o arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha, na Ordem dos Arquitectos, em Lisboa, durante a sessão de apresentação do projecto aos seus pares portugueses. O criador do futuro museu considera que, dadas as necessidades de climatização para a preservação dos coches, estejam ou não em exposição, "a ideia de um depósito torna-se insólita", preferindo optar, como afirmou, "por fazer com que também seja visitável o local da sua manutenção e conservação". Elevadores com capacidade para 150 pessoas transportarão os visitantes para a exposição que deverá "ser límpida e iluminada", sem semelhança com o actual museu onde, confessa Paulo Mendes da Rocha , "o barroquismo excessivo é confuso". Imagens e sons que podem combinar com "a exibição destes grandes artefactos do desenvolvimento [coches]" são ideias do arquitecto que recebeu importantes prémios internacionais, como o Prémio Pritzker, em 2006. O museu, orçado em 27 milhões de contos, um terço dos quais assegurado pela contrapartida da instalação do Casino Lisboa no Parque das Nações, deverá começar a ser construído em Janeiro. in http://dn.sapo.pt/2008/10/30/artes/novo_museu_coches_revelado_arquitect.html Museu dos Coches aberto ao futuro 2008-10-29 Uma zona de exposição com um total de 7500 metros quadrados vai ser o centro do novo Museu dos Coches, cujo projecto de apresentação tem lugar esta quarta-feira, às 21 horas, na sede da Ordem dos Arquitectos, em Lisboa. Da autoria do ateliê de Paulo Mendes da Rocha, o projecto vai ser construído nos terrenos das antigas Oficinas Gerais do Exército, o mesmo local onde funcionaram, até há pouco tempo, os serviços do Instituto Português de Arqueologia e do Centro Nacional de Arqueologia Náutica e Subaquática. Além da zona expositiva, o novo Museu dos Coches vai integrar oficinas de manutenção e conservação dos coches e um pavilhão anexo, com um passadiço entre a área expositiva e o anexo. Da reformulação faz ainda parte uma zona de estacionamento com 400 lugares, além da ligação para peões e bicicletas entre o quarteirão ocupado pelo museu, a estação ferroviária de Belém e a frente ribeirinha do Tejo. Para o arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha, o projecto "adopta um critério centrado na ideia da preservação definitiva do tesouro guardado". Na vertente museológica, pretende-se que "a arte e a técnica estejam em constante andamento", através de exposições e oficinas que possibilitem a transmissão de "sons e imagens virtuais associados aos artefactos originais". Na assinatura do projecto, ocorrida em Abril, Mendes da Rocha afirmou que o objectivo passa por conferir ainda mais relevo aos coches, aproveitando a totalidade do acervo. O arquitecto adiantou que não vê o museu "como um objecto isolado", mas antes como uma solução integrada que comporta soluções museológicas e urbanísticas capazes de responder aos desafios actuais. As obras deverão começar em Janeiro de 2009 e espera-se que estejam prontas em Outubro de 2010. O custo estimado da empreitada é de 27 milhões de euros, mais IVA, verba que será proveniente das receitas do Casino de Lisboa. O Museu dos Coches dispõe daquela que é considerada a mais notável colecção do Mundo do género, ao permitir que o visitante compreenda não só a evolução técnica dos transportes de tracção animal como acompanhe as mudanças de gosto manifestadas nas artes decorativas expressas na ornamentação das viaturas. Segundo o Instituto Português dos Museus, trata-se do espaço museológico mais visitado da capital. in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=1035261 -
Aprovada proposta para Plano de Pormenor de Querença Foi aprovada, recentemente, a proposta do Plano de Pormenor de Querença (versão de Setembro de 2008), revista na sequência da concertação efectuada, cuja implementação se vai traduzir num investimento de cerca de 3.668.076 euros, no prazo dos 10 anos da sua vigência. Este instrumento de ordenamento do território tem em vista definir a ocupação, uso e transformação do solo na sua área de intervenção, melhorar as infra-estruturas que condicionam o desenvolvimento nesta freguesia, prevendo espaços para instalação de actividades artesanais e pequenas oficinas, mas também dotando a povoação de espaços para instalação de actividades industriais de pequena dimensão compatíveis com o uso predominante. Pretende ainda, melhorar a rede de caminhos, espaços públicos e espaços livres comerciais. São também, objectivos do Plano de Pormenor de Querença criar condições para a fixação da população, promovendo a oferta de solo urbanizado e também a requalificação e valorização do edificado existente. Refira-se, o perímetro urbano proposto abrange uma área de 18,03 ha, correspondente ao aglomerado urbano da aldeia e também à envolvente a esta área central e Pombal. Do total da verba, a autarquia de Loulé terá um encargo de 1.748.443 euros referente a obras de interesse local, e de 959.816,50 euros referente a obras de interesse restrito. Neste último caso, os promotores privados também terão um encargo de 959.816,50 euros. A proposta vai agora ser remetida para conhecimento da Assembleia Municipal e para a CCDR-Algarve, para efeitos de uma apreciação conclusiva. Recorde-se, o processo iniciou-se em Dezembro de 2003, com o lançamento do concurso público para contratação da equipa projectista para elaboração do Plano que viria ser adjudicada ao Consórcio António Marques, Arquitectura e Planeamento Lda.. CE / RS in http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=89276
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Vai realiza-se pela primeira vez em Portugal o Roca Concurso Nacional de Design. A líder mundial no espaço de banho pretende com a iniciativa proporcionar uma dupla oportunidade a jovens arquitectos e designers portugueses, uma vez que ao participar concorrem automaticamente à versão internacional do concurso, revela a empresa em comunicado. Jumpthegap® é o tema da terceira edição do Concurso Internacional de Design, organizado pela Roca em conjunto com o Barcelona Design Centre, sendo também o tema da competição portuguesa. O concurso está aberto a profissionais e estudantes de arquitectura e design com menos de 35 anos, que deverão apresentar soluções inovadoras para uma casa de banho. Os interessados em participar devem inscrever-se, até ao dia 31 de Dezembro, no site www.jumpthegap.net, devendo apresentar os projectos até dia 31 de Março de 2009. Só serão aceites inscrições on-line. O projecto vencedor será contemplado com três mil euros e a cerimónia de entrega de prémios decorrerá em Lisboa, em Outubro do próximo ano. in http://www.leiriaeconomica.com/item3238.htm
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Materiais tradicionais em desuso nas habitações do Baixo Guadiana
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Materiais tradicionais em desuso nas habitações do Baixo Guadiana Livro «Baixo Guadiana: materiais e técnicas de construção», da Odiana Para não deixar escapar as memórias de uma parede de pedra, de um telhado de cana ou de um muro de cal, a Associação para o Desenvolvimento do Baixo Guadiana (Odiana) acaba de editar o livro «Baixo Guadiana: materiais e técnicas de construção». A publicação resultou de um trabalho exaustivo que implicou um levantamento da arquitectura tradicional existente nos concelhos de Alcoutim, Castro Marim e Vila Real de Santo António, onde foram apuradas técnicas remotas e identificados materiais que hoje já estão fora dos apartamentos ou moradias. Em declarações ao «barlavento», o coordenador técnico do livro Paulo Quitério explicou que o trabalho pretende «afirmar a identidade de base das técnicas da arquitectura algarvia», o suficiente para que, dentro de uma década, «as pessoas possam ainda ter alguma memória da arquitectura tradicional». Segundo o arquitecto, durante o levantamento que fez para a publicação – que durou um mês e meio e implicou a visita a dezenas de aldeias e montes – foi possível encontrar muito património em estado de degradação ou mesmo montes que se encontram sem qualquer habitante. Isto porque muito do património popular não está sequer sujeito a regras de protecção, sendo ilustrados na obra exemplos de ruína ou má conservação de materiais antigos. Embora com variantes no território do Baixo Guadiana, o coordenador da publicação avalia que as novas vias de comunicação têm trazido mais pessoas ao interior, embora note uma progressiva descaracterização do património nas localidades paralelas aos principais eixos rodoviários. «Antes não havia estradas e as pessoas eram obrigadas a utilizar os materiais da região. Agora é possível trazer materiais de qualquer ponto do país, o que muitas vezes resulta em intervenções que não correspondem à realidade ou procuram imitar o tradicional», diz Paulo Quitério. Segundo é avançado na publicação, depois das vagas migratórias dos anos 60, o regresso de muitos habitantes ao território do Nordeste, a que se juntou «o conhecimento de novas técnicas de construção e mesmo uma sede de mudança», foram igualmente responsáveis pela colocação dos materiais tradicionais em segundo plano. Apesar disso, o arquitecto entende que a maioria dos imóveis de interesse histórico presentes na zona do Baixo Guadiana estão recuperados e aponta como exemplos as ruínas do Montinho das Laranjeiras ou o castelo de Alcoutim. O livro «Baixo Guadiana: materiais e técnicas de construção» foi editado ao abrigo do programa comunitário Rural Med II e a edição é bilingue (Português e Francês). A obra pode ser encontrada na sede da Odiana ou nas bibliotecas municipais. O projecto contempla também uma vertente educativa, ao pretender levar o tema do património às escolas. A pensar nisso, foram desenvolvidos um caderno de desenhos (para crianças dos 6 aos 10 anos) e um jogo didáctico. 29 de Outubro de 2008 | 09:03 Filipe Antunes in http://barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=27924&tnid=5 -
Autarca-arquitecto vê obra embargada 00h30m PEDRO ANTUNES PEREIRA A Câmara de Vila Verde embargou a construção de uma vivenda particular na freguesia de Lanhas, por falta de licença, mas o caso tem por trás uma história que envolve o presidente da junta, arquitecto e autor do projecto. A denúncia de um morador fez a autarquia avançar para a investigação do projecto apresentado, depois de parar as obras. O presidente da junta de Lanhas, em Vila Verde, Jorge Pereira, assinou, como arquitecto, um projecto para a construção de uma vivenda, enquadrando na área privada do requerente cerca de 450 metros de terreno público. Para além disso, assinalou no projecto um caminho público que não existe no terreno. Augusto Araújo denunciou o caso e a Câmara decidiu avançar para a investigação do caso. Para já, embargou a obra que já estava na fase de terraplanagem. Remetendo-se ao silêncio, o também deputado na Assembleia da República, aconselhou através de terceiros, o JN a analisar o processo camarário. Ora, os documentos são claros: o projecto mostra que o presidente da Junta ignorou a existência de um terreno público e "deu-o" como sendo privado. Sócio maioritário de um atelier de arquitectura, segundo consta do registo de interesses entregue na Assembleia da República, Jorge Pereira é também ele o autor do dito projecto. O mais curioso é que esta parcela de área, já tinha sido alvo de uma disputa em tribunal, no mandato do anterior presidente da Junta, tendo a instância judicial dado como pertença ao domínio público aquele terreno. Jorge Pereira ignorou esta decisão. Mas pela consulta do processo, fica-se também a saber que o projecto prevê a criação de fossas sépticas a cerca de 20 metros de uma nascente de água quando a lei prevê que a distância seja de 50 metros. Augusto Araújo tem vindo a tomar todas as diligências para impedir que a construção da vivenda vá para a frente. Os documentos consultados dão conta da intenção da autarquia em analisar "pormenorizadamente" todo este caso, partindo agora para o terreno comparando o projecto elaborado com aquilo que efectivamente existe. O mais curioso é que, na parte restante do terreno privado, está prevista a construção de uma habitação que não tem, para já, nenhum acesso, a não ser aquele que o presidente da Junta assinalou no projecto e que não existe. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Braga&Concelho=Vila%20Verde&Option=Interior&content_id=1037336 Ex-proprietário de terreno apresenta queixa contra Câmara 2008-10-30 A.T.M. O ex-proprietário de um terreno na Avenida 25 de Abril apresentou queixa contra a Câmara da Póvoa, no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto. Eugénio Lopes diz que cedeu o terreno ao domínio público e a Câmara concessionou uma bomba de gasolina, encaixando 1,77 milhões de euros. "Aquando da construção da avenida, cedi ao domínio público uma parcela de terreno, para se fazer a via e para zona verde, não era para a Câmara vender para a construção de uma bomba de gasolina. Estão a violar o Plano de Urbanização", explicou, ao JN, indignado, Eugénio Lopes. Desde o início das obras, em Julho, apresentou várias reclamações nos serviços técnicos da autarquia, ao presidente da Câmara e à Inspecção-Geral da Administração Local (IGAL). Além do "uso indevido dos terrenos", queixa-se ainda do "arranque ilegal da obra". Disposto a lutar "até ao fim", apresentou queixa, a 18 de Setembro, no Tribunal da Póvoa e no TAFP. A 30 de Setembro, a autarquia embargou a obra, da responsabilidade da Prio-Advanced Fuels, SA (empresa do grupo Martifer), reconhecendo que arrancou sem licença. O presidente da Câmara da Póvoa explicou, ao JN, que "a empresa apresentou o projecto de arquitectura, mas não osde especialidade", pelo que a obra foi embargada (embora só dois meses depois da queixa). Quanto ao terreno, Vieira diz não haver "nenhuma ilegalidade". "A utilização do terreno foi concessionada, mas o terreno não foi vendido", explicou o edil, acrescentando que, segundo o PU, os postos de abastecimento de combustível podem ser localizados "nas vias distribuidoras ou colectoras - que é o caso", sendo para tal necessária apenas de deliberação do executivo, "o que aconteceu, por unanimidade, em 4 de Junho de 2007". A concessão da área de serviço é por 25 anos, pelo valor de 1,77 milhões de euros. Macedo Vieira diz que já prestou todos os esclarecimentos à IGAL e ao Tribunal. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=P%F3voa%20de%20Varzim&Option=Interior&content_id=1035723
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Dolce Vita Braga Área Bruta de Construção total: 168.000 m2 Área bruta locável (ABL) total de 75 000 m2 Estacionamento: 2.750 lugares Espaço Braga Área Bruta de Construção total: 126.200 m2 Área Bruta Locável (ABL) total: 57.700 m2 Estacionamento 2.100 lugares
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Barreiro | Escola Superior de Tecnologia do Barreiro | ARX Arquitectos
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http-~~-//www.jornaldobarreiro.com.pt/up/L300_H225_UpX0_UpY0_DwX0_DwY0_UPLOAD-bin2_imagem_0088038001225382707-724.jpg ESTBarreiro/IPS é dos edifícios mais procurados para visitas Jornal do Barreiro | 30-10-2008 A Escola Superior de Tecnologia do Barreiro (ESTBarreiro/IPS) tem vindo a aumentar o seu número de visitas institucionais por parte de profissionais da área da arquitectura, que trazem grupos de vários países para conhecer as obras arquitectónicas mais contemporâneas do nosso país. Recentemente a ESTBarreiro recebeu o Arq. Hans Ola Boman, do Gabinete Álvaro Siza Vieira, que nos trouxe um grupo da Suécia, e ainda uma visita da Cultour, que é uma instituição que organiza visitas culturais, nomeadamente na área da arquitectura, que nos trouxe um grupo de arquitectos noruegueses. “O edifício da ESTBarreiro/IPS é uma das obras contemporâneas recentes que deve fazer parte de qualquer roteiro cultural, inserido num futuro próximo”, referiu o Arq. Hans Ola Boman. A Escola foi desenhada por uma das empresas mais notória no panorama nacional, a ARX Mateus, que desenvolveu um trabalho que tem vindo a ser do agrado de todos os que já tiveram oportunidade de visitar o edifício. A ESTBarreiro/IPS está aberta a todos os grupos de visitas que pretendam conhecer a Escola, sendo para isso necessário contactar o Gabinete de Imagem e Divulgação da ESTBarreiro/IPS, e fazer marcação prévia. Fonte: O Gabinete de Imagem e Divulgação da ESTBarreiro/IPS in http://www.jornaldobarreiro.com.pt/?lop=n_artigo&op=c81e728d9d4c2f636f067f89cc14862c&id=0f0ee3310223fe38a989b2c818709393 -
Plantas de Ernesto Korrodi vão ser restauradas A Direcção-Geral de Arquivos e a Fundação da Caixa Agrícola de Leiria assinaram na passada terça-feira um protocolo de cooperação para o restauro de 200 plantas pertencentes ao fundo do arquitecto Ernesto Korrodi. Referentes aos concelhos de Alcobaça e Leiria, as plantas estão guardadas no Arquivo Distrital de Leiria. De acordo com o documento, cabem ao Arquivo Distrital os trabalhos de diagnóstico, higienização, planificação, remendagem e acondicionamento. Já à Fundação Caixa Agrícola cabe um financiamento de cinco mil euros para, na primeira fase do projecto, serem contratados serviços especiais de restauro. Nascido na Suíça em 1870, Ernesto Korrodi veio viver para Leiria aos 24 anos, para exercer a docência de desenho na Escola de Desenho Industrial de Leiria. Interessado pela arquitectura religiosa e civil medieval encontra nesta cidade um local privilegiado para trabalhar. Face ao aparente abandono do património pelas autoridades inicia vários estudos histórico-arqueológicos sobre os monumentos nacionais tornando-se um dos primeiros teóricos sobre restauro de monumentos e um defensor do ensino artístico-industrial em Portugal. A ele se deve várias iniciativas de restauro e projecção de obras não só em Leiria, onde viria a falecer em 1944, mas também em Alcobaça, sendo o autor, entre outras obras, do Cine-Teatro. Algumas das suas plantas serão, agora, recuperadas, através de uma cooperação pública-privada que visa contribuir para a preservação do património documental do distrito de Leiria. in http://www.oesteonline.pt/noticias/noticia.asp?nid=20215
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Évora - Ministra da Saúde lança hoje concurso público internacional Novo hospital para o Alentejo A maior unidade hospitalar do Alentejo, Hospital Central do Espírito Santo, promessa antiga de vários governos, tem hoje em Évora o primeiro acto, com a ministra da Saúde, Ana Jorge, a presidir ao lançamento do concurso público internacional para arquitectura e componentes técnicos. Prevê-se o início da construção para 2010 e a abertura ao público no final de 2013. O novo hospital, com um custo estimado de 94 milhões de euros, de acordo com o Ministério da Saúde, será "uma unidade de referência na prestação de cuidados de Saúde na região do Alentejo". Com um total de 351 camas, a capacidade poderá ser ampliada para as 440. A área de influência directa abrange 150 mil pessoas – número aproximado de habitantes do distrito de Évora, distribuídos por 14 concelhos. Somam-se ainda, numa segunda linha de actuação, os restantes 440 mil habitantes referentes aos distritos de Beja e Portalegre e dos cinco concelhos do Alentejo Litoral, perfazendo um total próximo dos 600 mil habitantes. O novo Hospital Central do Espírito Santo, a ser construído na Quinta da Latoeira, vai ocupar uma área de 25 hectares de terrenos do Estado e receberá ainda novas especialidades, até agora inexistentes na região, como reumatologia, cirurgia maxilo-facial, cirurgia vascular e neurocirurgia. De acordo com a tutela, vai ainda ser dotado de tecnologias de diagnóstico e de terapêutica mais avançadas e aposta no desenvolvimento das áreas de ambulatório. Pedro Galego in http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=10785612-00D5-4A0B-8E60-4394B89194AF&channelid=F48BA50A-0ED3-4315-AEFA-86EE9B1BEDFF
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Leixões | Novo Terminal para Cruzeiros | Luis Pedro Silva
JVS replied to Peter's topic in Arquitectura
Cruzeiros do Douro podem ir para Leixões Ontem As embarcações turísticas que operam no Douro poderão receber passageiros no futuro terminal de cruzeiros de Leixões, que está em fase de estudo de impacto ambiental. Actualmente, os cruzeiros têm início no Porto e em Gaia. O desenvolvimento do projecto da nova estação de embarcações de cruzeiros de Leixões foi um dos temas abordados nas 3.ªs Jornadas de Hidráulica, Recurso Hídricos e Ambiente da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. À margem das jornadas, o docente e arquitecto Luís Pedro Silva, que lidera o gabinete responsável pelo projecto, disse à Lusa que o terminal de cruzeiros vai ajudar o Porto e o Douro Vinhateiro a crescerem turisticamente. "O facto de termos uma indústria turística com potencial de crescimento" na região "e uma oferta com potencial grande" nos cruzeiros "leva a que tenhamos um contexto de oportunidade muito grande", disse. Leixões já tem um cais de acostagem para navios de cruzeiro, mas sem as condições e as infra-estruturas complementares do agora programado. "A ideia é ganhar capacidade de concorrência neste mercado em grande ascensão que é do transporte de passageiros em cruzeiros", frisou. Ainda de acordo com o arquitecto e docente, o terminal de cruzeiros de Leixões, que incluirá zonas de comércio e restauração, tem também como objectivo reaproximar a cidade de Matosinhos do seu porto. "Não se trata de um projecto só para servir movimento de cruzeiros, mas também para fazer com que a população e o porto reencontrem motivações para uma boa vizinhança", afirmou, recordando o "afastamento" determinado pelo decréscimo da actividade piscatória, a partir dos anos 40 do século XX. O arquitecto prevê que a construção do novo terminal avance no próximo ano, primeiro a obra marítima (que custará entre 15 e 20 milhões de euros) e depois a parte de arquitectura, que representará um custo adicional de 35 a 40 milhões de euros. O recurso a fundos comunitários para co-financiar a obra está ainda a ser trabalhado pela entidade promotora da obra, a Administração dos Portos do Douro e Leixões. O novo terminal de cruzeiro foi definido no Plano Estratégico de Desenvolvimento do Porto de Leixões em 2004. A obra portuária integra um novo cais com 360 metros de comprimento, que permite a acostagem de navios até 300 metros, um porto de recreio para 170 embarcações e uma doca seca, com edifício de apoio. Um piso de restauração e outro comercial integram o edifício a construir, num conjunto arquitectónico que terá uma cobertura visitável pelo público em geral e onde também será possível realizar pequenos eventos. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Matosinhos&Option=Interior&content_id=1036986 -
Duas empresas na corrida pelo Bom Sucesso Eusébios projectou hotel, escritórios e galeria parao mercado, FDO idealizou "centro comercial requintado"' Ontem HUGO SILVA Há duas empresas interessadas em tomar conta do mercado do Bom Sucesso (Porto). A Eusébios quer fazer uma galeria comercial, construindo, ainda, um hotel e escritórios. A FDO projectou um "centro comercial requintado". As duas construtoras, com sede em Braga, apresentaram projectos no âmbito do concurso lançado pela Câmara do Porto, em Março passado, para a concessão do mercado por um prazo de 50 anos (com hipótese de renovação por mais 20). O acto de abertura das propostas decorreu ontem de manhã. Ambas as candidaturas foram aceites. O júri, presidido pelo vereador das Actividades Económicas, Sampaio Pimentel, ficou a conhecer o que propõe cada uma das empresas para o futuro do Bom Sucesso. "A ideia é manter tudo o que existe em termos de arquitectura", sublinharam Cristina Lopes, Carla Abreu e Duarte Nuno Rodrigues, da Eusébios. As novidades estão guardadas para o interior, com a construção de dois edifícios modulares, destinados a um hotel e a escritórios. "São módulos que se adaptam às características do imóvel", explicaram os representantes da Eusébios. "Quase como se fossem lego", pormenorizaram, acrescentando que o hotel terá quatro andares e o edifício de escritórios terá três. A unidade hoteleira, de baixo custo, já tem um investidor interessado, asseguraram. Para o piso de entrada do mercado, a Eusébios propõe uma galeria "diferente do habitual", com uma "oferta mais distinta" e "produtos gourmet e biológicos". Há espaço, ainda, para restauração e cafés, com área para concertos. O investimento previsto rondará os oito milhões de euros (o hotel será suportado pelo promotor já interessado). Ao JN, os representantes da Eusébios explicaram que os actuais comerciantes terão de se adaptar à nova realidade. O projecto da FDO Construções e FDO Imobiliária prevê a manutenção de "grande parte" do mercado tradicional, garantindo melhores condições para comerciantes e produtos. O grupo, que desenvolve os centros comerciais Vivaci, pretende potenciar o Bom Sucesso como mais um factor de atracção na Boavista, "cada vez mais um pólo de cultura e lazer". "A ideia passa por um centro comercial mais requintado", observaram Bruno Serrão e Paula Soares, dois dos representantes da FDO na abertura de propostas. A empresa prevê um investimento na ordem dos 24 milhões de euros, para executar em 22 meses. O centro comercial proposto pela FDO terá 10500 metros quadrados de área bruta locável, centrando-se a aposta em lojas de qualidade superior, incluindo um supermercado gourmet. Com três pisos comerciais, o último ficará destinado à restauração, havendo espaço para concertos e projecção de filmes. Com as duas propostas apresentadas aceites, o júri procederá agora à análise dos projectos e à respectiva classificação. Serão levados em conta quatro critérios fundamentais: qualidade técnica da proposta de exploração comercial (35%), projecto de intervenção no edifício (30%), solução para os actuais 160 comerciantes (20%), solução jurídico-financeira (15%). Após o escalonamento das propostas, existirá uma fase de negociação entre a Câmara do Porto e as empresas concorrentes. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1036988
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O titulo eh quase semelhante a este topico. Quando olhei para o titulo deste topico pensei que fossem estorias caricatas da arquitectura/construcao portuguesa da nossa Republica. Mas nao era. Eram curiosidades dos grandes arquitectos... coisas dum mundo idealizado que por sua vez tambem tiveram as suas aventuras... porem acho que deve haver um topico sobre o que se passa por cah.
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Lisboa. Teatro Capitólio "A integração do Capitólio pressupõe uma aproximação ao sítio urbano - o Parque Mayer - e cénica ao reabilitar o espaço como lugar de teatro." É desta forma que o arquitecto Alberto Souza Oliveira aborda a requalificação do Teatro Capitólio, no Parque Mayer, em Lisboa. Da autoria do arquitecto Luís Cristino da Silva (1896-1976), o Capitólio foi inaugurado em 1931 e constituiu um edifício de enorme valor histórico e arquitectónico por ter sido o primeiro exemplar modernista, embora conjugado com influências Art Deco, a ter sido realizado em Portugal. Foi ainda considerado um exemplo notável do princípio do Movimento Moderno na Europa por teóricos deste movimento cultural, que se iniciou no princípio do século XX, e que privilegiou o funcionalismo dos seus espaços, a rejeição do ornamento e uma visão da arquitectura e do arquitecto como impulsionadores de um tempo socialmente mais justo. O edifício, emblemático também na vida cultural lisboeta por apresentar sessões de cinema, teatro e music-hall, notabilizou--se por combinar um grande salão com um terraço para espectáculos ao ar livre. No interior, a "Sala de Espectáculos" tipo "caixa", incluía um palco versátil e uma "Torre de Cena", que possibilitava a criação de cenários complexos para espectáculos teatrais. "Transformar o Capitólio é repor a sua "grande sala" e abri-la, lateralmente, para uma grande praça que "encaixa" o espectáculo", refere Souza Oliveira, que na requalificação introduziu maior versatilidade e inovação na utilização da grande sala. O objectivo é o do Capitólio, mais uma vez, ser um espaço contemporâneo e poder comportar o maior número possível de formas de expressão cultural , como teatro, dança, música, novo circo e as tendências de interdisciplinaridade artística entre as áreas performativas e formas mais convencionais da expressão criativa. "A grande caixa" poderá ser transformada numa única "arena", experimentando os "limites" e explorando múltiplos formatos de espectáculos.", refere o arquitecto. Para tal irão ser introduzidas alterações, como um "esqueleto técnico", que sem desrespeitar a "leveza" do edifício original, irá apetrechar o "palco" e a "caixa" com meios técnicos de cena, como luz, som e vídeo. O palco também foi adaptado para comportar na maioria da sua área útil de representação um pavimento assente em elevadores motorizados que podem evoluir desde a c ota de sub-palco até cotas superiores ao palco. Por outro lado, "o volume da torre de cena foi dotado de maquinaria tecnologicamente evoluída e com grande capacidade responder aos desafios contemporâneos de manobra cénica, cumprindo elevados padrões de segurança e fiabilidade", refere Souza Oliveira, que acrescenta que "os princípios orientadores de todo o desenvolvimento deste projecto foram o de implementar soluções que respondam às orientações do Programa, que representam elevados padrões de fiabilidade, segurança e versatilidade, sem perder de vista soluções que signifiquem baixos custos de exploração". Como resultado final, e conforme conta o arquitecto, "atingiu-se uma solução global "limpa" que preserva a memória deste espaço emblemático". in http://dn.sapo.pt/2008/11/02/artes/memoria_e_modernismo_parque_mayer.html
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Portalegre: Escola de Hotelaria e Turismo abre este mês A Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre (EHTP) deverá ser inaugurada dentro de duas semanas, após um investimento de cerca de cinco milhões de euros, revelou hoje à agência Lusa a directora da unidade, Teresa Vintém. Trata-se de um projecto da responsabilidade do Turismo de Portugal, concebido num espaço com 7500 metros quadrados cedidos pela Fundação Robinson, com projecto de arquitectura de Souto Moura. «É um projecto brilhante, desenvolvido por um grande arquitecto», considerou a directora da escola. Teresa Vintém adiantou que o estabelecimento deverá abrir no dia 15 deste mês para «dar resposta qualificada a cerca de 300 alunos». «No ano lectivo de 2009/2010 esperamos já ter cerca de 300 alunos. Para já, temos 20 inscritos, mas até as aulas começarem vamos ter muitos mais vindos de vários pontos do país», avançou. O equipamento foi financiado pelo Programa de Intervenções para a Qualificação do Turismo (PIQTUR) e pelo Programa Operacional da Região do Alentejo (PORA). A escola é constituída por sete salas teóricas, cozinhas pedagógicas, duas salas de informática, duas salas temáticas, balneários, biblioteca, self-service, restaurante de aplicação e bar. Com as matrículas ainda a decorrerem, a EHTP oferece, numa primeira fase, formação inicial em restaurante/bar e cozinha/pastelaria para quem tenha o nono ano de escolaridade e que ficará com equivalência ao 12/0 ano com direito a dupla certificação. Além da certificação pelo Turismo de Portugal, Teresa Vintém preconiza que os cursos da escola que dirige venham a ser também certificados pela Escola Hoteleira de Lausanne (Suíça), entidade de reconhecido mérito internacional em termos de hotelaria. Os alunos vão ainda poder candidatar-se a bolsas de estudo mensais, que poderão chegar aos 425 euros, e no final de cada curso o melhor aluno terá trabalho garantido no sector turístico. A escola vai também disponibilizar uma formação «on the job», que tem como objectivo ministrar um ensino em alternância. Este projecto permite que os alunos entrem com o 11º ou o 12º anos de escolaridade, estando três dias na escola e dois numa unidade hoteleira. Teresa Vintém mostrou-se ainda disponível para desenvolver, num futuro próximo, cursos de línguas, de produtos turísticos e de etiqueta. Diário Digital / Lusa in http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=2&id_news=106920&page=2
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Lisboa | Complexo Multifuncional Metropolis | CPU Arquitectos
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
Maqueta que estava no SIL 2008 http-~~-//i427.photobucket.com/albums/pp358/rabiruta2/SIL/IMG_8541.jpg http-~~-//i427.photobucket.com/albums/pp358/rabiruta2/SIL/IMG_8542.jpg http-~~-//i427.photobucket.com/albums/pp358/rabiruta2/SIL/IMG_8543.jpg Fotos tiradas por Barragon -
No SIL 2008 estava uma maqueta deste projecto. Tirei algumas fotos. Deixo aqui fotos que sao dum user do Skyscrapercity e em anexo deixo as minhas. http-~~-//i427.photobucket.com/albums/pp358/rabiruta2/SIL/IMG_8556.jpg http-~~-//i427.photobucket.com/albums/pp358/rabiruta2/SIL/IMG_8557.jpg http-~~-//i427.photobucket.com/albums/pp358/rabiruta2/SIL/IMG_8558.jpg As 3 fotos foram sao da autoria de Barragon A fotos em anexo sao da minha autoria.
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http-~~-//www.eikongraphia.com/wordpress/wp-content/Potlood-kubus2.jpg Torre Lapis http-~~-//photos.3scape.net/photo/5474/Famous_cube_houses_designed_by_architect_Piet_Blom.jpg Cubic Houses LINK
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Moscovo | Construções Modernas e Massivas | Varios Autores
JVS replied to Zinaida Batrakova's topic in Arquitectura
Moscovo neste momento eh uma das cidades que mais cresce no mundo. Pode-se dizer agora que Moscovo e Sampetersburgo eh Russia e o resto eh paisagem. Em MOscovo estao neste momento em construcao os edificios mais altos da Europa. Federation Tower http-~~-//s39.radikal.ru/i083/0810/e0/40cb0c99dc93.jpg http-~~-//img204.imageshack.us/img204/5443/headov2.jpg http-~~-//bi.gazeta.pl/im/2/3610/z3610502X.jpg http-~~-//img442.imageshack.us/img442/4041/cam1xp4.jpg International Business Center http-~~-//img370.imageshack.us/img370/3553/2656gm5.jpg http-~~-//s56.radikal.ru/i154/0810/63/90e8507bae65.jpg http-~~-//i025.radikal.ru/0810/15/56e2dc963101.jpg http-~~-//i082.radikal.ru/0810/4f/620e683113fa.jpg http-~~-//s56.radikal.ru/i154/0810/6e/cfa9673210ec.jpg http-~~-//highriserussia.com/gallery/d/6119-1/ibccolor.jpg http-~~-//highriserussia.com/imgs/city/p1010051.jpg http-~~-//highriserussia.com/gallery/d/6293-2/IBC_amp_Expocenter.jpg http-~~-//sturman.ometro.net/journ/ssc/arx/marp_02.jpg http-~~-//img130.imageshack.us/img130/4918/28gu1.jpg http-~~-//highriserussia.com/gallery/d/5633-1/vu01_r2_final_v004_city_booklet.jpg http-~~-//img103.imageshack.us/img103/6600/cityterminalfs5pa.jpg http-~~-//dva3.ru//pictures/vis/ani/mmdc/fin.jpg EURASIA http-~~-//img101.imageshack.us/img101/8349/12hq5.jpg http-~~-//s40.radikal.ru/i090/0810/18/f96a4014c41a.jpg RUSSIA TOWER http-~~-//img228.imageshack.us/img228/3576/41731swu3.jpg http-~~-//img206.imageshack.us/img206/4030/41734syr0.jpg http-~~-//i83.photobucket.com/albums/j286/h5forem/guy.jpg IBC http-~~-//www.som.com/resources/category/5/0/5/7/9/7/images/001_21618071.jpg http-~~-//som.com/resources/content/5/0/4/3/8/8/6/8/images/002_21614212.jpg Mercury City Tower http-~~-//img.photobucket.com/albums/v251/aleksey-kuznetsow/ZZZZZZZZZZZZZ.jpg City Hall and City Duma http-~~-//dva3.ru//pictures/vis/ani/mmdc/fin.jpg http-~~-//dva3.ru//pictures/vis/ani/mmdc/14.jpg Rotating Skyscraper http-~~-//foto.rambler.ru/public/hamsterw/8/panorama2ryl0/panorama2ryl0-webbig.jpg http-~~-//farm4.static.flickr.com/3147/2607482543_56c3699058_b.jpg http-~~-//farm4.static.flickr.com/3092/2607493619_629aa9633b_b.jpg Moscow City Transport Terminal http-~~-//www.citerinvest.com/flash/structure.jpg http-~~-//img103.imageshack.us/img103/6600/cityterminalfs5pa.jpg MosFilm Tower http-~~-//arxawards.su/upload/form/1b4/Photo2.jpg -
Nem muito grandes nem muito pequenas, tem de ter as proporcoes correctas.
