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JVS

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  1. http-~~-//atcportugal.com/images/claudio/images/NAL.jpg INFOGRAFIA SOBRE O AEROPORTO NAER revela a primeira planta Data: 16-10-2008 Fonte: Sic Online.pt Autor: Texto: Publicação: 16-10-2008 00:06 | Última actualização: 16-10-2008 00:26 Novo aeroporto de Lisboa O investimento previsto para o novo aeroporto de Lisboa até ao dia de abertura deve ficar abaixo dos 3,3 mil milhões de euros, revelou, esta quarta-feira, o presidente executivo da NAER, empresa responsável pelo projecto. Antes das declarações de Carlos Madeira, o arquitecto João Leal, responsável pelo projecto, apresentou as plantas base para a construção do novo aeroporto e alguns dados estatísticos, sempre ressalvando que os números divulgados esta quarta-feira poderão sofrer ajustamentos. SIC A previsão do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para o investimento até ao dia de abertura, tendo em conta que o projecto avança de forma faseada (com duas pistas iniciais e a possibilidade de acrescentar outras duas), ficava entre os 3,1 e os 3,3 mil milhões de euros, mas esse é um valor que não deverá ser atingido. O presidente executivo da NAER - Novo Aeroporto, Carlos Madeira, falava antes de uma visita promovida pela empresa aos terrenos onde será construída a nova infra-estrutura aeroportuária de Lisboa, no Campo de Tiro de Alcochete. De acordo com os dados revelados pelo arquitecto João Leal, a capacidade de abertura do novo aeroporto está dimensionada para uma procura de 22 milhões de passageiros e poderão aterrar naquela infra-estrutura todos os tipos de aeronaves, nomeadamente os Airbus A380. O aeroporto terá de início duas pistas paralelas, com quatro quilómetros cada, no meio das quais será construído o terminal de passageiros. A estrutura terá inicialmente 120 balcões de check-in, 20 postos de controlo de segurança centralizados, outros 20 de controlo de passaportes à partida e, 28 à chegada. Na zona das chegadas haverá ainda 12 carrosséis para recolha de bagagem. Questionado sobre se o número de balcões de check-in seriam suficientes para a capacidade do aeroporto, o presidente executivo na NAER recusou comparações com a Portela - lembrando que uma estrutura com 65 anos"tem coisas boas e coisas más" - e sublinhou que a produtividade dos balcões de check-in será multiplicada. No actual aeroporto da Portela os balcões são atribuídos a companhias aéreas, o que não vai acontecer em Alcochete, em que cada balcão poderá ser usado por várias companhias. Lembrou ainda que os passageiros poderão usar os balcões de "self check-in" e até o check-in electrónico, no futuro:"Esta área está a mover-se muito depressa e vai mover-se mais depressa ainda", afirmou. Na abertura, o novo aeroporto deverá ter entre 55 a 60 movimentos de aeronaves por hora (hora de ponta) e capacidade de estacionamento para 86 aeronaves, 63 das quais em "mangas". Em 2050, as duas pistas terão capacidade para operar de forma independente entre 85 a 90 partidas e chegadas/hora. O terminal terá quatro grandes pisos e na sua cobertura será instalado um sistema fotovoltaico de última geração, que assegurará em larga medida a autonomia energética daquela infra-estrutura. No ano de abertura o novo aeroporto deverá ter 10 lugares de estacionamento, mais do triplo do que tem a Portela. A União Europeia já garantiu 239 milhões de euros para o novo aeroporto de Lisboa. Com Lusa Escolhido consultor técnico e anunciadas adjudicações Data: 29-09-2008 Fonte: Sic Online.pt Autor: Texto: Publicação: 29-09-2008 18:23 | Última actualização: 29-09-2008 18:23 Novo Aeroporto de Lisboa O consórcio composto pelas empresas Hok International Limited, Arup, BMM e Aviation Solutions foi escolhido para consultor técnico do novo aeroporto de Lisboa, ficando responsável pelo planeamento e concepção aeroportuária, anunciou hoje a NAER - Novo Aeroporto. Em comunicado, a entidade responsável pelo projecto do novo aeroporto informa que o consultor técnico "vai definir o Plano Director onde estão incluídos requisitos operacionais do novo aeroporto, desde os acessos à orientação das pistas". A NAER anunciou também hoje mais duas adjudicações para o novo aeroporto, que será construído no Campo de Tiro de Alcochete. A empresa portuguesa M. Moura Consultores Associados vai desenvolver o "Estudo de viabilidade das ligações futuras ao novo aeroporto dos sistemas de redes de serviços e análise das soluções de acessibilidade terrestre", que servirá de apoio à área de planeamento e concepção do projecto. O novo aeroporto será servido por uma auto-estrada, pela rede ferroviária nacional e de alta velocidade. Neste âmbito, a NAER está a trabalhar em conjunto com a RAVE - Rede Ferroviária de Alta Velocidade, a REFER, responsável pela rede ferroviária convencional e com a Estradas de Portugal (EP). Os trabalhos de prospecção hidrogeográfica, que se inserem na caracterização do local do novo aeroporto, foram adjudicados ao consórcio composto pelas empresas M. Moura - Consultores Associados, Visa Consultores de Engenharia aplicada e Engenharia do Ambiente e Geoárea - Consultores de Geotecnia e Ambiente. Estas três novas adjudicações juntam-se às realizadas anteriormente à Artop e Geocontrol, que estão a desenvolver trabalhos na área da cartografia e da geotecnia e prospecções no terreno, respectivamente. As principais conclusões dos trabalhos de caracterização do Campo de Tiro de Alcochete deverão estar prontas no final do primeiro trimestre de 2009, de modo a que a construção do novo aeroporto arranque em 2011, prevendo-se a conclusão das obras em cinco ou seis anos, de acordo com a NAER. O calendário do Governo aponta 2017 como data prevista para a entrada em funcionamento. A localização do novo aeroporto no Campo de Tiro de Alcochete foi aprovada em Conselho de Ministros a 8 de Maio. Com Lusa Três novas adjudicações para Novo Aeroporto Data: 29-09-2008 Fonte: Empresa Directo.com Autor: Texto: Notícia agenciafinanceira.com (29/09/08)-(Agência Financeira) A Naer efectuou mais três adjudicações para o Novo Aeroporto de Lisboa. O consultor técnico escolhido, responsável pela área de planeamento e concepção aeroportuário, foi o consórcio Hok International Limited, Arup, BMM, Aviation Solutions, que vai definir o Plano Director, onde estão incluídos os requisitos operacionais do aeroporto, desde os acessos à orientação das pistas. De acordo com um comunicado da Naer, a empresa M. Moura Consultores Associados vai desenvolver o Estudo de viabilidade das ligações futuras ao Novo Aeroporto dos sistemas de redes de serviços e análise das soluções de acessibilidade terrestre. Este estudo serve de apoio à área de planeamento e concepção. Foram ainda adjudicados trabalhos de prospecção hidrogeológica às empresas M. Moura Consultores Associados, Visa Consultores de Engenharia aplicada e Engenharia do Ambiente, Geoárea Consultores de Geotecnia e Ambiente. Estes trabalhos inserem-se na caracterização do local do Novo Aeroporto, em Alcochete. As adjudicações agora efectuadas juntam-se às realizadas anteriormente com as empresas Artop e Geocontrole. Redacção Aeroporto na Ota Data: 10-09-2008 Fonte: Sic Online.pt Autor: Texto: Publicação: 10-09-2008 14:06 | Última actualização: 10-09-2008 14:30 Primeiro-ministro elogia autarcas por terem construído alternativasO primeiro-ministro, José Sócrates, elogiou hoje a atitude dos autarcas do Oeste e da Lezíria por terem optado por elaborar um plano alternativo ao abandono da Ota como local para o aeroporto de Lisboa, em vez de apenas se queixarem. Lusa "Os autarcas do Oeste e da Lezíria pouparam o país aquilo que é habitual no nosso país: o espectáculo habitual das recriminações, da exposição de frustrações, do espectáculo de azedume...desta vez isso não existiu", disse José Sócrates. "Vi vontade de construir uma alternativa e não como noutras ocasiões no nosso país...não vi nem queixume, nem azedume nem recriminações. Foi uma atitude positiva de quem quer arregaçar as mangas e construir uma alternativa para o desenvolvimento", sublinhou o primeiro-ministro. José Sócrates falava nas Caldas da Rainha onde presidiu à cerimónia de assinatura de um acordo de cooperação institucional entre o Governo e os presidentes das Câmaras que integram a Associação de Municípios do Oeste (12) e quatro da Comunidade Urbana da Lezíria do Tejo. Os autarcas e o Governo, sob a coordenação do ministro das Obras, elaboraram desde Fevereiro um programa de acção para a região que contempla a realização de 120 projectos, até 2017. Os projectos, 59 da iniciativa do Governo e 61 dos municípios, constituem o programa de acção para o Oeste, já aprovado em Conselho de Ministros e publicado em Diário da República, totalizando 2,1 mil milhões de euros. "Durante anos a região suportou os custos directos de um grande projecto de desenvolvimento que acabou por não se realizar e isso teve um custo directo e mensurável", reconheceu o primeiro-ministro. "É de elementar justiça que o Estado faça um especial esforço para promover projectos que, em conjunto, possam estruturar uma nova perspectiva e uma alternativa para o desenvolvimento", sustentou. Os principais projectos foram hoje apresentados através do visionamento de filmes. A construção do Hospital Oeste-Norte, remodelação ou construção de um novo hospital de Torres Vedras - Oeste-Sul, a criação da Agência Regional de Energia e Ambiente, requalificação urbana de oito municípios, construção de cinco postos da GNR, uma nova esquadra da PSP para o Cartaxo foram alguns dos projectos anunciados. A realização de um diagnóstico às necessidades de formação da região, parques e centros de negócios em cinco municípios e a modernização da Linha do Oeste (Figueira da Foz/Cacém) também constam do programa de acção. O primeiro-ministro exortou à concretização do programa afirmando que"muitas vezes os planos falham na execução e no nosso país há uma grande cultura de concepção e uma cultura menos exigente à execução". Os concelhos abrangidos pelo programa de acção são: da Associação de Municípios do Oeste - Alcobaça, Alenquer, Arruda dos Vinhos, Bombarral, Cadaval, Caldas da Rainha, Lourinhã, Nazaré, Óbidos, Peniche, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras e da Comunidade Urbana da Lezíria do Tejo - Santarém, Cartaxo, Azambuja e Rio Maior in http://www.naer.pt/portal/page/portal/NAER2008/Noticias?news_list_qry=type='Novo%20Aeroporto'%20and%20state='publicado'&actualmenu=187408
  2. Sim. Por antes nao havia arquitectura modernista. O que se passou antes damos em Historia de Arquitectura.
  3. JVS

    Humor

    [ame=" "]YouTube - Quim Roscas - Tropa[/ame]
  4. Nestes dois desenhos represento dois indivíduos da espécie humana: 1 . o ser humano 2 . O Ser Humano Ambos os desenhos são Ícones do ser humano actual. O ser humano é uma parte da humanidade enquanto o Ser Humano se destaca pela sua abertura e pela forma como se relaciona com a humanidade. São quase semelhantes. Os dois desenhos são compostos por cinco partes: - Corpo - Alma - Mente - Outro - Alter Ego O Corpo é a parte física do ser humano. Representado pelos braços, pernas, umbigo, órgãos sexuais femininos e masculinos e pela mão. A mão como sinal pré-histórico da humanidade, como primeira ferramenta do homem, para construir e transformar o mundo que o rodeia. Os órgãos sexuais representam uma continuidade da figura humana primitiva da Vénus de Willendorf e da representação fálica dos menires. A perna, símbolo da verticalidade que levou o homem a andar sobre as duas pernas e a caminhar pelo mundo. A Alma é a parte do ser que oferece animação ao Corpo. Representada por um fluxo vermelho que percorre o corpo dando Vida ao desenho. A Mente que une o Corpo e a Alma. Representada por um Olho e pela Boca. O Olho, fonte do Conhecimento e da Razão e a Boca instrumento de Comunicação. As duas partes conjugadas numa só fazem a mente funcionar. O Olho funciona como um Lugar onde habita o Espírito. O Outro. A Sociedade, o Bairro, a Família, o Amigo, o Inimigo, o Desconhecido que vai e volta, que aparece e desaparece, o colega que se materializa e desmaterializa. Todos eles representam o Outro. A existência dele leva o ser humano a reagir criando um Auto-Controlo que influencia o modo de ser humano. Criando humanidade. O Outro é representado como uma boca com grandes dentes. Ele é quadrado e curvo conferindo a este elemento objectividade e subjectividade pois a sociedade segue regras, sentimentos e emoções. No ser humano o outro rodeia-o completamente protegendo-o dos perigos mas retirando-lhe a liberdade de movimento. No Ser Humano o Outro rodeia-o ligeiramente conferindo-lhe liberdade suficiente para se destacar mas não o protege. O ser humano é fechado e o Ser Humano é aberto. O Alter-Ego. É o desejo de libertação das regras, do outro. É a mão e o espírito que tentam respirar fora da boca de si próprios. Estes desenhos são fruto de uma reflexão sobre o Homem e a Humanidade. Sobre as pessoas comuns e as que se destacam na Historia e que levam a Humanidade a evoluir. Foram realizados segundo um processo de esquissos cujo acabamento foi feito com canetas em papel A4. Vão ser colocados numa moldura A3.
  5. Era para ver mas apanhei uma constipacao...
  6. Ha um filme que retracta esta relacao entre estas duas personagens do Rock. [ame=" "]YouTube - david bowie & iggy pop 1977[/ame] [ame="http://www.youtube.com/watch?v=8UWWBCf-mAc"]YouTube - Iggy Pop WITH David Bowie - Fun Time - Live[/ame] [ame=""]YouTube - David Bowie & Iggy Pop - The Passenger[/ame] [ame=""]YouTube - ZIGGY VS IGGY[/ame] [ame=""]YouTube - The real "Velvet Goldmine"[/ame] O Filme eh Velvet Goldmine [ame=""]YouTube - Velvet Goldmine Trailer[/ame]
  7. Vi esta musica mas em frances num filme pouco ortodoxo na RTP 2. [ame="http://www.youtube.com/watch?v=-h4x2zL3IUg&feature=related"]YouTube - Sheila - Bang bang[/ame] E ainda a versao italiana. [ame=" "]YouTube - Dalida - Bang Bang[/ame] E ainda outra versao [ame="http://www.youtube.com/watch?v=rk-ltwe6Dng&feature=related"]YouTube - EQUIPE 84 - BANG BANG![/ame] Mais uma versao rock italiana. [ame="http://www.youtube.com/watch?v=BhILTQF_m_s"]YouTube - I corvi - Bang Bang[/ame]
  8. [ame=" "]YouTube - ENA PA 2000 Manuel Joao Vieira Entrevista Euroritmias 1992[/ame] Eh uma profissao. [ame="http://www.youtube.com/watch?v=21W2_A-m74c"]YouTube - ENA PA 2000 - Es Cruel (Official 1991 Videoclip)[/ame]
  9. Tambem ha arquitectos que tem um estilo patobravista.
  10. Exige Arq http://exige-arq.blogspot.com/ in http://exige-arq.blogspot.com/
  11. Período experimental sobe para meio ano Empregar falso recibo verde dá coima até 58 mil euros 2008/10/29 09:19Redacção / MDAAAA Código laboral começou esta terça-feira a ser aprovado Quando entrarem em vigor as alterações ao Código Laboral aprovadas no Parlamento na passada terça-feira, será mais fácil a um recibo verde provar que é um falso trabalhador independente. E as coimas para as empresas apanhadas sobem e poderão ir até aos 57,6 mil euros, escreve o «Jornal de Notícias». A votação final do Código de Trabalho na Assembleia da República está marcada para 7 de Novembro, o mesmo dia em que deverá ser aprovado o Orçamento de Estado para 2009. Daqui até lá, os deputados dos partidos com assento parlamentar ainda se reunirão mais quatro vezes, em sede da Comissão Parlamentar do Trabalho para discutir, ponto por ponto, os mais de 500 artigos da nova lei. Diz o «JN» que, se se repetir o sucedido ontem, a maioria socialista irá aprovando a maioria das propostas do Governo e do próprio Partido Socialista, mas admitindo também alterações vindas dos restantes grupos parlamentares. Ainda por discutir estão matérias como os despedimentos, horários, férias e adaptabilidade no trabalho. in http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1007220
  12. Devia haver alguem a lutar pelos direitos dos recibos verdes na Ordem dos Arquitectos.
  13. [ame=" "]YouTube - EZZO ARQUITECTARTE[/ame] Um exemplo.
  14. E cada chico deve ganhar bem por hora. ;)
  15. Podias scannerizar e partilhar essa informação conosco.
  16. Ia ver o site da Gensler mas o site ficou bloqueado.
  17. JVS

    Curiosidades

    Por isso mesmo estah neste topico.
  18. APL inaugura exposição sobre NovAlcântara Quarta-Feira , 05 Novembro 2008 A Administração do Porto de Lisboa abriu ao público a exposição dedicada ao projecto NovAlcântara, na Gare Marítima de Alcântara. Esta mostra vai estar patente de 4 a 24 de Novembro, entre as 14h e as 18h. A exposição vem dar a conhecer alguns aspectos menos visíveis e debatidos do ambicioso projecto, promovendo assim um melhor entendimento do mesmo. O alcance e impacto do NovAlcântara, assim como os fundamentos que estão na sua origem, são a peça central desta mostra. Esta iniciativa inscreve-se numa lógica de responsabilidade social e de respeito e preocupação de cooperação activa com os nossos parceiros, com a comunidade portuária e com a sociedade civil. A Administração do Porto de Lisboa é portadora de um conjunto de valores e competências que importa defender e divulgar, com destaque para a transparência de acções, actuações e decisões. in http://www.portodelisboa.pt/portal/page/portal/PORTAL_PORTO_LISBOA/CARGA/NOTICIAS?notid=42092282
  19. Estah a dar agora o Pros e Contras sobre este projecto.
  20. O Edifício do Jardim do Livro, localizado no centro de Luanda, com vista para a baía, é constituído por dois volumes articulados, um para habitação e escritórios, com 25 pisos, e outro para escritórios, com 4. A sua estrutura laminar em betão armado cria o sombreamento necessário à garantia de um comportamento térmico óptimo face ao clima e à incidência solar do local, quer através de fachadas constituídas por elementos horizontais laminares, quer através de fachadas em posição recuada. As áreas envidraçadas são definidas de modo a explorar as vistas e a luz. As soluções previstas para as instalações são de um elevado nível tecnológico indo de encontro ao conceito de modernidade e excelência pretendido pelo Cliente. O Edifício apresenta um elevado grau de autonomia, tanto em termos energéticos como no que respeita ao abastecimento de água. Está prevista a instalação de um sistema de painéis solares para redução de consumos de energias não renováveis e de sistemas de tratamento de efluentes de modo a diminuir o impacto ambiental e contribuir para a melhoria de qualidade dos sistemas de drenagem públicos. As habitações, no Condomínio Jardins do Livro, totalizam 133 fogos de tipologia T2+1, T3, T3+1 e T4+1. Os escritórios são unidades de dimensão variável entre os 65m2 e os 380m2, permitindo todo o tipo de associações de forma a garantir uma enorme versatilidade de ocupação. Para que cada utilizador possa acabar e decorar o espaço que irá adquirir do modo que entender, apenas se prevê o acabamento das áreas comuns. Numa perspectiva de garantia de elevados níveis de qualidade, utilizar-se-ão como materiais predominantes o betão à vista, a pedra natural, o aço inoxidável e o vidro. A interligação entre os dois volumes permite uma optimização funcional dos acessos e facilita a partilha das infra-estruturas e das áreas de apoio comuns, distribuídas pelos seus diferentes pisos. O sistema de ascensores permite uma elevada mobilidade dos utentes e uma total separação entre os pisos destinados a habitação e os pisos destinados a escritórios. Estão previstos espaços de segurança, portaria, condomínio, sala polivalente de múltiplos usos, cafetaria, sala de conferências, espaços de restauração, bar e esplanadas exteriores, piscina, ginásio e serviços. in http://www.afaconsultores.pt/ Dados: Luanda, Angola Masterkwanza Serôdio, Furtado & Associados, Arquitectos Lda 150 000 000.00 €
  21. O Novo Complexo para o Museu dos Coches a construir em Belém é constituído, para além do edifício principal (Pavilhão de Exposições), por um Edifício Anexo, por um Silo Automóvel e por uma Ponte Pedonal que estabelece a ligações entre os 3 edifícios. O Pavilhão de Exposições, que se destina a albergar as salas de exposições dos coches, é composto por uma estrutura elevada a 4,50m do solo com dimensões em planta de 126x48m e 12m de altura. O Edifício Anexo garante o apoio necessário ao funcionamento do museu, incluindo zonas destinadas a Escritórios, Restauração e ainda um Auditório. As áreas de Escritórios e Restauração localizam-se em 2 “passadiços” elevados com 46x14m e 46x10m respectivamente, suportados por uma estrutura de betão periférica também elevada com 46x46m apoiada em apenas 4 pilares. O Auditório situa-se ao nível do piso térreo. A Ponte Pedonal e as respectivas rampas de acesso estabelecem o percurso de 180m entre os dois edifícios e o silo destinado ao estacionamento de automóveis. Dados Gerais Lisboa Instituto de Turismo de Portugal Paulo Mendes da Rocha, Arquitectos Lda 25 303 m2 35 000 000.00 €
  22. Portzamparc http-~~-//img515.imageshack.us/img515/7315/portzi1tm2.jpg http-~~-//img525.imageshack.us/img525/4238/portzi2hb1.jpg http-~~-//img214.imageshack.us/img214/4558/portzi5md5.jpg http-~~-//img252.imageshack.us/img252/2007/portzi6hb2.jpg http-~~-//img401.imageshack.us/img401/7360/portzi7la3.jpg http-~~-//img525.imageshack.us/img525/81/portzi8gk6.jpg Soler http-~~-//img171.imageshack.us/img171/7575/solers1xu6.jpg http-~~-//img252.imageshack.us/img252/6901/solers2zs6.jpg Zaha Hadid http-~~-//img179.imageshack.us/img179/6340/zahaaaaa1au9.jpg http-~~-//img140.imageshack.us/img140/5395/zahaaaaa2yf3.jpg http-~~-//img525.imageshack.us/img525/8858/zahaaaaa3ny7.jpg http-~~-//img179.imageshack.us/img179/1975/zahaaaaa4zk5.jpg http-~~-//img171.imageshack.us/img171/4907/zahaaaaa6nj4.jpg Coop Himmel(b)lau http-~~-//img515.imageshack.us/img515/5248/coop1ph5.jpg http-~~-//img179.imageshack.us/img179/1649/coop3mo7.jpg http-~~-//img401.imageshack.us/img401/4134/coop4ka6.jpg MVRDV http-~~-//img515.imageshack.us/img515/4179/mrdv1jq7.jpg http-~~-//img525.imageshack.us/img525/7858/mrdv2js1.jpg http-~~-//img214.imageshack.us/img214/8753/mrdv4mb9.jpg
  23. http-~~-//www.lemoniteur-expert.com/depeches/picto/D3C0M1BXSphilréelle1.jpg http-~~-//irgendwo.free.fr/philharmonie/b.jpg http-~~-//irgendwo.free.fr/philharmonie/c.jpg http-~~-//irgendwo.free.fr/philharmonie/d.jpg http-~~-//irgendwo.free.fr/philharmonie/e.jpg http-~~-//irgendwo.free.fr/philharmonie/f.jpg http-~~-//irgendwo.free.fr/philharmonie/a.jpg http-~~-//img525.imageshack.us/img525/4796/nouvel2zt5.jpg http-~~-//img179.imageshack.us/img179/5981/nouvel3yf0.jpg http-~~-//img515.imageshack.us/img515/9940/nouvel7hh4.jpg Jean Nouvel : "La Philharmonie de Paris sera un bâtiment populaire" LE MONDE | 13.04.07 | 15h28 Stupéfiante. La Philharmonie de Paris dessinée par Jean Nouvel promet de faire parler d'elle tant son allure surprend. Une semaine après le choix du projet de l'architecte, l'une des vedettes mondiales du secteur à près de 62 ans, sa maquette a été dévoilée, jeudi 12 avril, à la Cité de la musique, dans le parc de La Villette (19e arrondissement), à deux pas de l'emplacement du futur édifice. Sur ce terrain triangulaire de 2 hectares au bord du périphérique, Nouvel propose une vaste et haute "colline" de plans superposés en pavés de fonte d'aluminium, aux pentes fractionnées, surmontée d'une grande "enseigne". Sous ce toit ouvert à la promenade, une peau courbe et plissée d'aluminium et de verre enveloppe un programme colossal : 20 000 m2, 203 millions d'euros, une grande salle de 2 400 places, des bureaux, des espaces d'accueil et de répétition, un restaurant, des boutiques... Les travaux doivent commencer en septembre 2009 pour une ouverture au public en octobre 2012. En attendant, Jean Nouvel explique son projet. Vous parlez de "colline de La Villette" ? Je voulais qu'on puisse monter sur le bâtiment comme sur un rocher, c'est une continuation du parc de La Villette. Ce point de vue en hauteur permettra de lire le territoire du parc. Grâce à cette ouverture du toit au public et à la prolongation du jardin sous l'édifice, décollé du sol, ce sera un bâtiment populaire. Pourquoi ce bloc d'aluminium ? Je l'appelle "mono matière mutante" ! Tout le bâtiment est en aluminium, mais traité de façons différentes, en pavés dessinant des motifs au sol, en plaques courbes parfois lisses, parfois poncées. Le but n'est pas de trouver une texture industrielle mais de produire un effet d'envol, des jeux de teinte et de lumière. Les pavés de fonte d'aluminium sont à la fois très pérennes, antidérapants et ils forment une masse compacte intéressante d'un point de vue acoustique. Vous avez particulièrement soigné la grande salle de 2 400 places. Dans quel esprit ? Le concours appelait à créer une nouvelle typologie de salle, qui sorte des modèles "boîte à chaussures" ou "terrasse". Nous avons exploré avec les acousticiens des solutions qui permettent de créer de l'intimité malgré les grandes dimensions. La salle reproduit les courbes et les plis de l'extérieur, enveloppe entièrement la scène placée au milieu, avec un jeu de balcons suspendus comme des nuages et de réflecteurs acoustiques orientables. Aucun spectateur ne sera à plus de 32 mètres de la scène. Et le parterre est modulable afin d'accueillir non seulement de la musique symphonique, mais du jazz, des petites formations... Les détails de formes et de couleurs sont-ils déjà très arrêtés ? Nous en sommes encore au stade conceptuel. Nous avons défini les grandes options. Mais beaucoup de points restent à fixer, comme la structure, en béton ou en acier. On peut dire que la salle sera en bois clair, avec une lumière enveloppante qui viendra de l'arrière et un fond de salle blanc appelé à recevoir des jeux de couleur ou des projections vidéo. Ce bâtiment surprend aussi parce qu'il est très différent de vos oeuvres précédentes. J'espère que toutes mes réalisations sont uniques et surprenantes ! On y retrouve toutefois certaines de mes préoccupations habituelles : le travail sur la texture, l'immatérialité... La Philharmonie sera située entre la Cité de la musique construite par Christian de Portzamparc et le périphérique. Comment vous inscrivez-vous dans ce voisinage ? Il n'était pas question pour moi de faire une annexe de la Cité de la musique. Cependant, un jeu de rampes et de compositions, de rythmes et de fractionnements répondent et se connectent au bâtiment de Portzamparc. Je me démarque par la matérialité de la Philharmonie, qui doit devenir la pièce majeure de l'ensemble. J'ai donc conçu un bâtiment plus monumental que le programme ne le prévoyait, même si le toit reste dans la hauteur parisienne réglementaire de 37 mètres. La grande enseigne qui le surmonte jusqu'à 52 mètres compose un signal qui accentue sa présence urbaine. Et il sera très visible et identifié comme un monument parisien depuis le périphérique. Certains ont regretté que le concours pour la Philharmonie ne retienne pas de jeunes architectes. Que répondez-vous à la remarque "Encore Nouvel..." ? Je regrette qu'il n'y ait pas plus de concours réservés aux jeunes architectes. Mais je crois que des programmes aussi complexes que celui-ci ne peuvent pas être réalisés par des débutants sans équipe et sans bagages. L'Opéra Bastille (remporté par Carlos Ott à l'âge de 36 ans) a été raté en partie à cause de ça. Par ailleurs, en quarante ans de carrière, je n'ai réussi à faire que trois bâtiments à Paris : l'Institut du monde arabe (1987), la Fondation Cartier (1994) et le Musée du Quai Branly (2006). On ne peut pas dire que je monopolise le marché ! Propos recueillis par Grégoire Allix et Renaud Machart in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=413073&page=3 http-~~-//farm3.static.flickr.com/2382/2227840435_fc9dd34907_o.jpg http-~~-//farm3.static.flickr.com/2063/2228632814_9eb460b099_b.jpg http-~~-//farm4.static.flickr.com/3041/2376858890_1678a4fd64_o.jpg http-~~-//farm4.static.flickr.com/3053/2376022471_7e5f07f26f_o.jpg http-~~-//i4.photobucket.com/albums/y150/wjcordier/HALL6.jpg
  24. l'article du Monde ne fondation d'art contemporain peut en cacher une autre. Tous les regards se sont braqués sur le projet de François Pinault sur l'île Seguin, à Boulogne-Billancourt, et sur son abandon au profit du Palazzo Grassi de Venise. Mais M. Pinault n'est pas le seul à caresser des rêves de fondation. Bernard Arnault, son grand rival dans l'industrie du luxe et le négoce de l'art, constitue lui aussi une collection d'oeuvres et souhaite pouvoir la montrer. D'après nos informations, entre le printemps 2004 et le printemps 2005, le patron du groupe LVMH, désormais l'homme le plus riche de France d'après le classement de l'hebdomadaire Challenges, a mené un projet aussi discret qu'ambitieux à quelques kilomètres au nord de l'île Seguin, dans le Jardin d'acclimatation. La gestion de ce parc de 20 hectares, à la lisière nord du bois de Boulogne, est tombée dans l'escarcelle de M. Arnault lorsque celui-ci a racheté l'empire Boussac en 1984. Propriété de la Ville de Paris, le Jardin d'acclimatation est confié à LVMH par le biais d'une concession renouvelée pour vingt ans en 1995. Au printemps 2004, voyant le projet Pinault progresser sur l'île Seguin, M. Arnault charge deux de ses conseillers, Jean-Paul Claverie, responsable du mécénat chez LVMH, et Hervé Mikaelof, qui occupe les mêmes fonctions à la Caisse des dépôts, de réfléchir à la création d'une fondation d'art dans le jardin. Les deux hommes demandent alors à l'architecte Patrick Bouchain, bon connaisseur du monde artistique et des rénovations culturelles, d'imaginer un projet. Créé sous Napoléon III pour présenter l'"acclimatation" des espèces exotiques (y compris humaines !) sous nos cieux, le jardin mêle aujourd'hui ferme pédagogique et manèges, théâtre et poney club, restaurant et bac à sable. Les nombreux bâtiments se dégradent, le bowling est désaffecté, le Musée national des arts et traditions populaires (ATP) doit fermer cet automne. Malgré les efforts accomplis depuis dix ans, la fréquentation a beaucoup baissé, le jardin n'a pas d'identité claire : il n'est ni zoo, ni base de loisirs, ni fête foraine... Grâce à la fondation, Patrick Bouchain entend redonner une image au parc, sur le thème de l'art contemporain. A la demande de LVMH, il s'associe au paysagiste belge Jacques Wirtz, jardinier personnel de M. Arnault. La proposition de l'architecte, pour un montant total de travaux de 175 millions d'euros hors taxes, consiste à conserver des animations foraines au nord, édifier le bâtiment de la fondation à l'emplacement de l'ancien bowling au sud et le relier à la belle volière par une vaste pelouse, tracer dans le bois de grandes prairies triangulaires et partager le reste des bâtiments entre démolitions et restaurations. Enfin, confier les attractions à des artistes, chargés de concevoir des créations monumentales en liaison avec la rivière enchantée, le palais des glaces ou le petit train. Douze créateurs donnent leur accord de principe pour ce "jardin de sculptures" : Daniel Buren, Dan Graham, Michael Heizer, Damien Hirst, Anish Kapoor, Tadashi Kawamata, Jeff Koons, Claude Lévêque, Claes Oldenburg, Richard Serra, James Turell et Xavier Veilhan. LE DOSSIER SAMARITAINE Pour le bâtiment de la fondation, les stars internationales sont de mise. M. Pinault avait recruté l'architecte japonais Tadao Ando. Selon un proche du dossier, M. Arnault, lui, a approché l'Américain Frank Gehry. Il est demandé à l'auteur du Musée Guggenheim de Bilbao de livrer des formes un peu moins complexes. Et de respecter le gabarit du musée des ATP et des immeubles du boulevard Maurice-Barrès voisin : 25 mètres de haut. Le bâtiment doit totaliser 600 m2, dont 400 m2 de salles d'exposition. En mars, le maître du déconstructivisme rend sa copie : un empilement de boîtes colorées, recouvertes d'une structure organique en verre. Depuis, la machine s'est enrayée. Après une demi-douzaine de rendez-vous en un an, Patrick Bouchain est informé que sa mission est terminée. Le projet de fondation semble enterré. Que s'est-il passé ? Le désengagement de M. Pinault de son projet de l'île Seguin, confirmé dans Le Monde du 10 mai, a peut-être conduit M. Arnault à revoir ses priorités. Il est possible aussi qu'un autre chantier de LVMH, celui de la Samaritaine, ait interféré dans le dossier. En effet, pour mener à bien le chantier envisagé au Jardin d'acclimatation, M. Arnault a besoin d'un précieux sésame : le permis de construire délivré par la Ville de Paris. Un permis difficile à obtenir dans le site protégé d'un parc, alors même que le bâtiment des ATP cherche une affectation. Or LVMH est en délicatesse avec la municipalité à propos de la Samaritaine, fermée depuis le 15 juin pour des raisons de sécurité. La Ville de Paris, qui a exigé ces travaux, a modifié le plan local d'urbanisme en juin pour contraindre LVMH à conserver au magasin sa vocation commerciale. La rumeur a en effet prêté à M. Arnault l'intention de transformer les bâtiments de Jourdain et Sauvage en hôtel de luxe, en bureaux, voire en... fondation d'art contemporain. Idéalement située entre le Louvre et le Centre Pompidou, la fondation pourrait alors être associée aux moyennes surfaces de luxe du groupe, comme Kenzo et Sephora. LVMH pourrait chercher à négocier avec la Ville sur les deux tableaux, le Jardin d'acclimatation et la Samaritaine, faisant des concessions sur un dossier pour en obtenir sur l'autre. Les responsables de LVMH n'ont pas souhaité répondre aux questions du Monde. Grégoire Allix Article paru dans l'édition du 19.07.05 MAQUETA http-~~-//www.la-croix.com/mm/illustrations/Multimedia/Actu/2006/10/2/gehry.jpg http-~~-//www.designaparis.com/files/post_file_25888.jpg http-~~-//david-orbach.blogs.com/mon_weblog/images/2007/03/15/image_1.png http-~~-//www.arcspace.com/architects/gehry/vuitton/1lvmh.jpg RENDERS http-~~-//www.lemoniteur-expert.com/depeches/picto/D34E2VYZCvuitton2.jpg http-~~-//irgendwo.free.fr/vuitton.JPG in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=237422
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