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JVS

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  1. 14-12-2008 11:49:16 Arquiteto luso ganha prêmio por museu no norte de Portugal Vila Real, 14 dez (Lusa) – O arquiteto Belém Lima afirmou à Agência Lusa que a atribuição do Prêmio de Arquitetura do Douro significa um reconhecimento das qualidades do Museu da Vila Velha para a cidade de Vila Real, no norte de Portugal. O museu ganhou neste domingo o Prêmio de Arquitetura, promovido pela Estrutura de Missão do Douro (EMD) e Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. “O reconhecimento tem a ver com as obras atingirem ou não as pessoas. Este prêmio significa um reconhecimento da mais-valia que é a arquitetura que temos feito e significa também a projeção do nome da nossa região”, frisou o arquiteto. Belém Lima tem 57 anos, é natural de Vila Real e é formado pela Escola de Belas Artes de Lisboa. O Museu da Vila Velha foi inaugurado a 20 de maio deste ano e nasceu com o objetivo de desvendar a história da cidade de Vila Real, integrando um acervo de cerca de duas centenas de objetos da Idade do Bronze até à época contemporânea. O museu, propriedade da prefeitura de Vila Real, custou cerca de 750 mil euros (R4 2,3 milhões no câmbio atual), com apoio comunitário de 50%. Neutro Lima explicou que criou um edifício "neutro e silencioso", que pretende funcionar como uma "máquina de mostrar a Vila Velha". “É um edifício de diálogos com a paisagem envolvente e a história. A arquitectura é feita para as pessoas e deve arrancar dos sítios onde está e esta é a raiz de Vila Real”, afirmou. O prédio integra uma biblioteca e centro de documentação, pequeno auditório, salas de exposições e um centro arqueológico com duas salas, uma para recolhimento dos achados e outra para laboratório, que também estão abertas ao público. A história das origens de Vila Real é contada com o recurso multimídia no auditório e, após a visualização, o visitante atravessa uma ponte e entra na sala de exposições, onde entre em contato com as portas da vila e com cerca de duas centenas de objetos, que provam a ocupação daquela zona antes da criação da cidade pelo Rei Dom Dinis. Segundo o diretor do museu, João Silva, desde que abriu portas, já passaram pelo edifício cerca de nove mil visitantes, entre turistas e estudantes. Silva disse também que já recebe muitos estudantes de arquitetura curiosos com a obra de Belém Lima, acreditando que, a partir de agora, este tipo de visitantes aumente. Obras Em 2006, O arquiteto ganhou uma menção honrosa na primeira edição do “Prêmio de Arquitectura do Douro”, com o Conservatório Regional de Música de Vila Real. Entre outras obras dele se destacam ainda a Biblioteca Municipal de Vila Real, o novo edifício da Câmara de Boticas, algumas residências e um mercado em Chaves, no norte português. Nesta obra muito diversificada, Belém Lima destacou ainda um pequeno prédio que projetou para a Régua e do qual disse gostar particularmente por ter um “grande impacto social”, pois abriga a Associação do Bairro das Alagoas, onde reside uma grande comunidade cigana. “A nossa obra é sempre uma vontade de acrescentar algo. Vamos acrescentando a cidade aos poucos. A nossa ideia é fazer uma pertença à cidade ou território. Há sempre esta relação com a sociedade”, concluiu. in http://www.agencialusa.com.br/index.php?iden=21204 Museu da Vila Velha ganha Prémio de Arquitectura do Douro Arquitecto Belém Lima recebe prémio em simultâneo com a inauguração do Museu do Douro, para a qual foi convidado o primeiro-ministro O Museu da Vila Velha, em Vila Real, da autoria do arquitecto António Belém Lima, ganhou o Prémio de Arquitectura do Douro, anunciou este domingo a Estrutura de Missão do Douro (EMD). O vencedor do prémio, divulgado através de um comunicado, foi a única iniciativa realizada para assinalar o sétimo aniversário do Alto Douro Vinhateiro Património Mundial da Humanidade, anunciado a 14 de Dezembro de 2001 pela UNESCO. O galardão será entregue a Belém Lima a 20 de Dezembro, numa cerimónia que se vai realizar em simultâneo com a inauguração do Museu do Douro, para a qual foi convidado o primeiro-ministro, José Sócrates. O júri distinguiu o Museu da Vila Velha, propriedade da Câmara de Vila Real, por reconhecer uma «boa prática de inserção arquitectónica na paisagem urbana do Douro e de valorização do centro histórico daquela cidade, na sequência das campanhas arqueológicas» anteriormente desenvolvidas naquela área. De acordo com o comunicado, o edifício distinguido não colide com o processo de reconstituição histórica da vila, configurando, segundo Belém Lima, «um volume pétreo e silencioso» que aspira «a uma neutralidade arquitectónica». O concurso visa premiar os edifícios de maior qualidade arquitectónica do Alto Douro Vinhateiro, Património Mundial da Humanidade em 2001. «O nosso objectivo é estimular as boas práticas de arquitectura na paisagem classificada pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura). Queremos banalizar e estimular a qualidade», explicou o chefe de projecto da EMD, Ricardo Magalhães. Foi ainda distinguida com uma menção honrosa a reabilitação da Capela das Sete Esquinas, no Peso da Régua, do arquitecto Paulo Moura e propriedade do Município do Peso da Régua. A Capela das Sete Esquinas, um edifício original do século XVIII localizado no lugar das Fontainhas, estava em estado avançado de degradação até ao momento da recuperação da fachada principal, da cantaria interior e exterior e do arco interior de volta inteira. in http://diario.iol.pt/sociedade/douro-arquitectura-museu-museu-do-douro-portugaldiario/1023318-4071.html Pedro Rosério, Lusa 14 Dezembro 2008 - 22h56 Arquitectura do Douro Belém Lima premiado O arquitecto António Belém Lima acaba de se sagrar vencedor do Prémio de Arquitectura do Douro. Na origem da distinção está o seu trabalho no Museu da Vila Velha, em Vila Real, segundo o júri “uma boa prática de inserção arquitectónica na paisagem urbana do Douro e de valorização do centro histórico da cidade”. O prémio, que será entregue no próximo dia 20, assinala o sétimo aniversário do Alto Douro como Património Mundial da Humanidade. in http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=F7EAA4D3-F664-4521-BB50-635746D6C14F&channelid=00000013-0000-0000-0000-000000000013 DOURO: Prémio de Arquitectura é reconhecimento - Belém Lima O arquitecto Belém Lima afirmou à Lusa que a atribuição do “Prémio de Arquitectura do Douro” significa um reconhecimento da mais-valia que é o Museu da Vila Velha para a cidade de Vila Real O Museu da Vila Velha, da autoria do arquitecto António Belém Lima, ganhou o Prémio de Arquitectura, promovido pela Estrutura de Missão do Douro (EMD) e Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. “O reconhecimento tem a ver com as obras atingirem ou não as pessoas. Este prémio significa um reconhecimento da mais-valia que é a arquitectura que temos feito e significa também a projecção do nome da nossa região”, salientou o premiado. Belém Lima tem 57 anos, é natural de Vila Real e tirou o curso na Escola de Belas Artes de Lisboa. O Museu da Vila Velha foi inaugurado a 20 de Maio e nasceu com o objectivo de desvendar a história da cidade de Vila Real, integrando um espólio de cerca de duas centenas de objectos da Idade do Bronze até à época contemporânea. Esta unidade museológica foi construída precisamente no local onde nasceu a cidade de Vila Real, um promontório localizado entre dois rios, o Corgo e o Cabril. O equipamento cultural, propriedade da Câmara de Vila Real, custou cerca de 750 mil euros, com um apoio comunitário de 50 por cento. Belém Lima explicou que criou um edifício "neutro e silencioso" que pretende funcionar como uma "máquina de mostrar a Vila Velha". “É um edifício de diálogos com a paisagem envolvente e a história. A arquitectura é feita para as pessoas e deve arrancar dos sítios onde está e esta é a raiz de Vila Real”, afirmou. O acesso público ao museu faz-se por uma escada exterior e elevador para o segundo piso até à recepção de onde, através de uma grande janela, se poderão observar as pedras remanescentes da muralha. O edifício integra uma biblioteca e centro de documentação, pequeno auditório, salas de exposições e um centro arqueológico com duas salas, uma para recolha dos achados e outra para laboratório, sendo que estas duas também são visitáveis. A história das origens de Vila Real é contada com o recurso multimédia no auditório e, após a visualização, o visitante atravessa uma ponte e entra na sala de exposições onde toma contacto com as portas da vila e com cerca de duas centenas de objectos, que provam a ocupação daquela zona antes da criação da cidade pelo Rei Dom Dinis. Os achados vão desde a Idade do Bronze até à Época Contemporânea. Segundo o director do museu, João Silva, desde que abriu portas, já passaram pelo edifício cerca de nove mil visitantes, entre turistas e estudantes. O responsável disse que já recebe muitos estudantes de arquitectura curiosos com a obra de Belém Lima, acreditando que, a partir de agora, este tipo de visitantes aumente. Em 2006, O arquitecto ganhou uma menção honrosa na primeira edição do “Prémio de Arquitectura do Douro”, com o Conservatório Regional de Música de Vila Real. Entre outras obras do arquitecto destacam-se ainda a Biblioteca Municipal de Vila Real, o novo edifício da Câmara de Boticas, algumas moradias e um mercado de gado coberto em Chaves. Nesta obra muito diversificada, Belém Lima destacou ainda um pequeno edifício que projectou para a Régua e do qual disse gostar particularmente por ter um “grande impacto social”, albergando a Associação do Bairro das Alagoas, onde reside uma grande comunidade cigana. “A nossa obra é sempre uma vontade de acrescentar algo. Vamos acrescentando a cidade aos poucos. A nossa ideia é fazer uma pertença à cidade ou território. Há sempre esta relação com a sociedade”, frisou. in http://www.reporterdomarao.com/MARAO/MARAO_online/72BAED99-657C-4630-B393-8C276AD73A93.html
  2. Tinha ideia que houve um concurso e o Gabinete Risco tinha ganho...
  3. Ha dias que eles se manifestam e revelam um governo fraco que nao consegue suster a revolta popular existente na sociedade grega e depressa se irah alastrar pela Europa caso houve oportunidade para tal... posso parecer um anarquista, revolucionario mas sou antes de mais nada um reaccionario ... um anarco-conservador incoerente que gosta de observar estes instantes da historia contemporanea e partilho-vos o meu interesse em tal... Tambem eu pensava que era uma manif de anarquistas e de irresponsaveis como houve nos arredores de Paris em 2005. Mas nao. Em Franca temos uma sociedade decadente separada por uma direita sarkozistas e por marginais selvagens que soh sabem incendiar automoveis... a Grecia manifesta a sua revolta e revela coragem para abanar o sec. XXI contra o problema que grassa na nossa sociedade... o trabalho precario e o valor da vida... “É a própria vida que tem de mudar” Esta frase levou-me a escrever este topico. Diz tudo sobre esta revolucao que pode assemelhar-se ah Revolucao de Maio 1968 ou ao ano de 1848, o ano das varias revolucoes pela Europa. Serah o ano de 2009 o ano da Revolucao contra a Precariedade?
  4. Aveiro: Museu reabriu após obras de remodelação e ampliação 2008-12-18 19:18:28 Aveiro, 18 Dez (Lusa) - O Museu de Aveiro reabriu hoje, após obras de remodelação e ampliação, com a presença da secretária de Estado da Cultura, Paula Fernandes dos Santos. A obra de ampliação e requalificação do museu - antigo Convento de Jesus onde se acolheu a Princesa Santa Joana - obedeceu a projecto do arquitecto Alcino Soutinho, representando um investimento superior a cinco milhões de euros. A intervenção implicou uma profunda reformulação do edifício e novos percursos expositivos, conjugando um novo corpo com a parte histórica e monumental. A nova ala foi destinada às reservas do Museu, oficinas de restauro e sala de exposições temporárias, sendo igualmente alterada a entrada principal, que passa a ser feita pela Porta Régia, desembocando na loja do Museu, e não já pela sala da roda conventual. Com as obras realizadas, o museu passa ainda a dispor de novas áreas de Biblioteca, cafetaria, auditório polivalente e sala de serviços educativos mas, por enquanto, apenas a exposição permanente estará aberta ao público, conforme explicou Ana Margarida Ferreira, directora do Museu. Fundado em 1911, o Museu de Aveiro ocupa o edifício do antigo Convento de Jesus, conservando intactos alguns dos espaços da anterior vivência conventual que integram o circuito de visita. O acervo, com origem nos espólios do Convento de Jesus e de outras casas religiosas da cidade e do País extintas com a legislação liberal, abrange colecções de pintura, escultura, paramentaria, azulejo, ourivesaria, mobiliário, cerâmica com particular incidência no período barroco. Possui ainda um fundo documental dos séculos XV ao XIX. MSO. Lusa/Fim in http://aeiou.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200812189131765
  5. Falando de coisas serias... foi preciso haver crise para uma pessoa descobrir que temos um Banco de Portugal inoperante cujo Presidente ganha milhares de euros e nao faz nadinha de nada, temos bancos que ocultam prejuizos milionarios e depois temos um governo que injecta milhoes que os portugueses andaram a poupar para estes malandros receberem 10 mil euros por dia para ficarem no relax a verem os bancos a afundarem-se no meio do lamacal portucalense !?!?!?!?!?!?!?!? Meus caros.... eu prevejo uma revolucao ah grega nos proximos tempos aqui em Lisboa... malta a manifestar-se com carros a arder, lojas a arder, pedras da calcada a voar, jovens a atirar ovos... epah... vai ser a loucura...
  6. Sou do Sporting e nao gosto do Benfica.:)
  7. Eu jah expus a minha ideia de uma ponte que liga todo o tipo de margens e pontos para a AM Lisboa.
  8. Eu costumo imprimir em PDF. Depois copio do PDF para o Photoshop. Gravo em jpeg e coloco no powerpoint. Funciona. Costumo trabalhar com o archicad... mas deve ser igual.
  9. Modificado. Se pudesse podia disponibilizar alguns desenhos e umas imagens do exterior e do interior do edificio. Seria bom para os utilizadores que ficam a conhecer a obra deste atelier e seria bom para o atelier ficar a ser conhecido atraves de uma obra com algum destaque no norte de Portugal. Muito obrigado pela sua atencao.
  10. Nao faco a minima ideia. Tenta ver no site da Imocom.
  11. Monumento ‘devolvido’ à cidade de Coimbra Mosteiro de Santa Clara requalificado O multissecular Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra, apresenta uma arquitectura de nível internacional, segundo o historiador de arte Francisco Pato de Macedo, que destaca a "grande monumentalidade" do claustro gótico, um dos maiores da Europa. "Congelado" durante séculos devido às constantes inundações do mosteiro pelas águas do Rio Mondego, o claustro gótico tem naves que atingem mais de 50 metros de comprimento, realça o professor do Instituto de História de Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Na sua tese de doutoramento intitulada ‘Santa Clara-a--Velha de Coimbra. Singular mosteiro mendicante’, o especialista destaca o carácter original da arquitectura do monumento, construído, na maioria, no reinado de D. Afonso IV. A sua construção "mostra a importância política da rainha-mãe [isabel de Aragão] e a veneração que lhe dispensava o seu filho", referiu o historiador. in http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=913C950E-D35D-401D-A280-3CD953B25AAE&channelid=00000010-0000-0000-0000-000000000010 Mosteiro de Santa Clara-a-Velha reabre para contar a história DAVIDE PINHEIRO Coimbra. A recuperação de um edifício histórico Depois de 17 anos de recuperação, o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra, abre hoje parcialmente ao público. O edifício foi requalificado, num projecto avaliado em 7,5 milhões de euros, e conta agora com um centro interpretativo que acolhe "a história do sítio", revelou à Lusa o coordenador da intervenção Artur Côrte-Real. "Para além do olhar sobre a beleza plástica do monumento, queremos que os visitantes conheçam este universo riquíssimo associado a Isabel de Aragão e a Inês de Castro", acrescentou também o arqueólogo. Este novo centro consiste num edifício de mil metros quadrados, com funções museológicas, dotado de um auditório, salas de exposições, uma loja e uma cafetaria. As causas da edificação da nova infra-estrutura têm sobretudo a ver com os "espólios riquíssimos" classificados por uma equipa de especialistas de antropologia, arqueologia, história de arte, biologia, engenharia e geologia. O problema do alargamento foi resolvido com a construção de uma cortina periférica, estrutura enterrada que permite proteger todo o recinto de reserva arqueológica. O referido espólio encontrado permite contar a história do mosteiro e das freiras que nele viveram, numa perspectiva que se tornou possível graças aos materiais recolhidos durante as escavações. Para Artur Côrte-Real, o projecto "faz parte de um percurso de persistência, exigência e muita paixão" que embora tenha sido "alterado constantemente face às especificidades do sítio" teve como objectivo "não danificar a ruína" e "minimizar os efeitos da empreitada".| Com Lusa in http://dn.sapo.pt/2008/12/17/artes/mosteiro_santa_claraavelha_reabre_pa.html Mosteiro de Santa Clara quer abertura em grande 00h30m CARINA FONSECA A abertura do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra, estava marcada para esta quarta-feira, mas foi adiada. "Vamos preparar outra coisa, com outra dimensão", justificou o director regional da Cultura do Centro, Pedro Pita. "Não se passou nada de especial: foi-se apurando a ideia de dar uma outra dimensão à abertura do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha. E essa outra dimensão, neste momento, não era conjugável com as disponibilidades de agenda das entidades envolvidas", explicou António Pedro Pita, sem querer levantar o véu sobre a cerimónia em vista. O mesmo sobre a data a realizar. "Vamos preparar outra coisa, com outra dimensão e envolvimentos diferentes", limitou-se a dizer o director regional, sem especificar. António Pedro Pita explicou que "tudo está a ser reequacionado", mas deu como certo que "o espaço vai abrir, na sua plenitude, em 2009". O JN tentou saber mais junto de uma fonte ligada ao processo, mas esta apenas confirmou a intenção de fazer "uma inauguração com a presença de várias entidades", as quais disse "ser prematuro avançar". O mosteiro levou 17 anos a ser recuperado e valorizado, mediante um projecto avaliado em 7,5 milhões de euros. Deverá abrir portas ao público, munido de um centro interpretativo que guarda "a história do sítio", nas palavras do coordenador da intervenção, Artur Côrte-Real, à Lusa. Este edifício tem salas de exposições, um auditório, uma loja e uma cafetaria distribuídos por mil metros quadrados. O mosteiro, que albergou as freiras clarissas, foi muito penalizado pelas cheias do Mondego, que ditaram o seu abandono e ruína. Para solucionar o problema do alagamento, foi construída uma cortina periférica - uma estrutura enterrada, capaz de proteger o recinto e a zona de reserva arqueológica. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Coimbra&Concelho=Coimbra&Option=Interior&content_id=1060470
  12. "O tempo foi o grande arquitecto do Chiado" Álvaro Siza Vieira considera a zona "hoje muito saudável e com vida" RICARDO PAZ BARROSO Vinte anos após o incêndio, o mentor da recuperação do Chiado, Siza Vieira, recordou a empreitada em zona "sagrada" de Lisboa. O arquitecto diz que "o tempo é que dá a complexidade própria das cidades vivas". Álvaro Siza Vieira, um dos mais reputados arquitectos da actualidade, responsável pela recuperação do Chiado após o grave incêndio em Agosto de 1988, não tem qualquer tipo de dúvidas: "O Chiado está hoje em dia a funcionar. Está saudável, vejo muita gente a circular por lá, noto muita vida e muita dinâmica, ao passo que, quando foi do incêndio, o comércio e a habitação da zona já estavam em plena decadência, a zona estava a morrer há já algum tempo, o que até terá favorecido as circunstâncias do incêndio e não só os canteiros na Rua do Carmo, que impediram a subida de mais carros de bombeiros para o combate às chamas". No decorrer de um debate, anteontem, no Centro Nacional de Cultura, moderado por Guilherme de Oliveira Martins, o "mestre" portuense - como é chamado pelos seus pares - aproveitou para desabafar que "o grande arquitecto é o tempo", admitindo que não vale pena ao arquitecto julgar que resolve todas as coisas com régua e esquadro pois "é preciso um tempo de intervenção, de emendas, as zonas recuperadas precisam de tempo para ganhar a complexidade própria das cidades que estão vivas". Siza Vieira reconhece que os Armazéns do Chiado, e a FNAC que lá está, são os grandes chamarizes da zona. Mas "as pressões então foram enormes", recordou. A linha de pensamento de Siza Vieira para a recuperação do Chiado foi "manter o espírito da zona, o que surpreendeu alguns", sendo por essa razão que Siza Vieira imagina ter sido convidado por Krus Abecassis, então presidente da Câmara de Lisboa. "Não via legitimidade em introduzir nova arquitectura no local", resumiu. Por exemplo, "uma das grandes polémicas foi o facto de eu ter rejeitado desenhar garagens, sugerindo antes uma rede de parques de estacionamento na zona, que acabou por não ser cumprido na totalidade", explicou Siza Vieira. Houve também várias pressões para "fazer de cada prédio um mini-centro comercial", tendo Siza Vieira cedido apenas num, na Rua do Carmo, "cujo exemplo mostra hoje que tal não funciona, as pessoas vão ao Chiado por causa das lojas com entrada directa da rua, o tempo deu-nos razão". Álvaro Siza Vieira fez também questão de desmentir uma eventual imagem de conservadorismo em relação ao seu trabalho no Chiado: "Não defendo que um arquitecto deva ser discreto, depende das circunstâncias, a nova arquitectura enriquece as cidades, mas em casos como o do Chiado sou bastante conservador". in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=1060005
  13. Imocom promove design 2008/12/18Briefing O grupo Imocom está a promover a 1ª edição do Prémio IMOCOM Design Concept 2008 / 2009, um projecto que pretende contribuir para o desenvolvimento da qualidade da formação académica através da promoção da interligação entre as universidades e o mundo empresarial. O prémio IMOCOM Design Concept decorre durante os dois semestres do ano lectivo de 2008/2009, em cada um dos quais haverá um período de desenvolvimento de trabalhos. Podem candidatar-se a este projecto alunos de cursos como Arquitectura, Engenharia, Sociologia, Arquitectura de Interiores, Arquitectura Paisagística, Design Industrial, Design de Interiores, Psicologia ou Gestão, Marketing.
  14. A maioria socialista na Câmara de Lisboa apresentou esta quarta-feira um novo plano de mobilidade para a Baixa que prevê que nenhum automóvel particular vindo da Avenida da Liberdade possa atravessar a Baixa para ir para nascente ou para poente, noticia a Lusa. O «conceito» apresentado pelo presidente da Câmara, António Costa, supõe «um corte na ligação da Baixa à frente ribeirinha» para tráfego automóvel, à excepção dos transportes públicos, mas foi posto em causa pela oposição e a sua discussão adiada para a próxima reunião de Câmara. De acordo com a ideia da maioria, os automóveis particulares só poderão ir na direcção Santa Apolónia-Cais do Sodré/Alcântara e vice-versa pela Ribeira das Naus e o estacionamento na zona ficará exclusivamente reservado a moradores e comerciantes, devendo ser construídos novos parques subterrâneos no Campo das Cebolas e junto ao edifício das agências internacionais, ao Cais do Sodré. Todo o trânsito particular que chegue à Baixa proveniente de Norte, do Rossio ou do Marquês de Pombal, terá que voltar para trás quando chegar ao último quarteirão da Rua do Ouro, prevê o novo «conceito». A ideia, defendeu António Costa, é «alargar o espaço para peões e bicicletas» na zona ribeirinha e no Terreiro do Paço, que passa a ficar com duas vias que ladeiam a praça (a nascente e poente) completamente livres de trânsito. O autarca afirmou que os percursos de eléctrico mantêm-se tal como estão, considerando que a solução hoje apresentada é a melhor para evitar o tráfego de atravessamento dos quarteirões da Baixa. Helena Roseta, vereadora do movimento Cidadãos por Lisboa, frisou que há «interesses contraditórios que é preciso discutir com moradores e cidadãos», manifestando por outro lado preocupação pelos «35 mil carros por dia» que entrarão em Lisboa com a opção rodoviária na terceira ponte sobre o Tejo. Museu da Moda aprovado A Câmara de Lisboa aprovou também 39 processos urbanísticos para a Baixa Chiado, incluindo o projecto de arquitectura do Museu da Moda e do Design e da Loja do Cidadão. Os processos referiam-se a 171 fogos, 35 mil metros quadrados de comércio, 25 mil metros quadrados de serviços e um hotel com 50 quartos, afirmou o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado (PS) na conferência de imprensa que se seguiu à reunião do executivo municipal. A área da Baixa estava «bloqueada há 14 anos no PDM (Plano Director Municipal)», tendo as medidas preventivas publicadas a semana passada em Diário da República permitido a aprovação destes processos. in http://diario.iol.pt/sociedade/ultimas-noticias-transito-carros-iol-cml-baixa/1024471-4071.html Câmara de Lisboa aprova 39 projectos para a Baixa Chiado Nacional 18/12/08, 10:20 OJE/Lusa A Câmara de Lisboa aprovou ontem 39 processos urbanísticos para a Baixa Chiado, incluindo o projecto de arquitectura do Museu da Moda e do Design e da Loja do Cidadão. Os processos referiam-se a 171 fogos, 35 mil metros quadrados de comércio, 25 mil metros quadrados de serviços e um hotel com 50 quartos, afirmou o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, na conferência de imprensa que se seguiu à reunião do executivo municipal. A área da Baixa estava bloqueada há 14 anos no Plano Director Municipal, tendo as medidas preventivas publicadas a semana passada em Diário da República permitido a aprovação destes processos. Entre estes, conta-se o projecto de arquitectura para a instalação do Museu da Moda e do Design e da Loja do Cidadão no antigo edifício do Banco Nacional Ultramarino. Trata-se de um dos designados projectos âncora da revitalização da Baixa Chiado. O plano de pormenor prevê ainda a instalação de hotéis no Convento Corpus Chiristi, no edifício da Pastelaria Suíça e no quarteirão do Braz e Braz, bem como a reabilitação do quarteirão da Bertrand do Chiado. A vereadora do movimento Cidadãos por Lisboa Helena Roseta apresentou uma proposta, que não foi votada, para a afectação de parte dos fogos reabilitados da Baixa a arrendamento jovem ou a custos controlados. Helena Roseta sublinhou que Lisboa é a maior cidade universitária do país, com 100 mil estudantes, um quinto da população, que podem permanecer na capital, regenerando-a. A Câmara aprovou igualmente a aquisição de um edifício no Largo de São Miguel, em Alfama, para a instalação do futuro Museu da Comunidade Judaica. link: http://www.oje.pt/noticia.aspx?channelid=827CB671-D324-4A83-A1C8-D559CF5AC090&contentid=5EABAF35-1665-4123-A67A-8A0EFFB3DCC4
  15. Museu do Douro: Primeiro-ministro inaugura sábado sede na Régua Peso da Régua, 18 Dez (Lusa) - O primeiro-ministro, José Sócrates, inaugura sábado a sede do Museu do Douro (MD), no Peso da Régua, onze anos depois da sua criação e após um investimento de 5,2 milhões de euros, anunciou hoje a instituição. Apesar de ter já estado marcada para 14 de Dezembro, a inauguração do MD foi adiada na semana passada para o próximo sábado, por motivo de agenda de algumas entidades oficiais. O director da unidade museológica, Fernando Maia Pinto, afirmou que o adiamento "não causou transtornos" porque se aproveitou para "polir o baço de algumas coisas". "Num investimento de 5,2 milhões de euros, o investimento em mais uns convites novos não é significativo", salientou o responsável. Antes de chegar à Régua, José Sócrates passa ainda por Sabrosa para o lançamento da primeira pedra do Espaço Torga, um projecto do arquitecto Souto Moura que vai ser construído na terra natal de Miguel Torga, São Martinho de Anta, e que vai servir de homenagem ao escritor. A festa do MD começa às 15:30 com a inauguração de duas exposições: "Barão de Forrester, Razão e Sentimento: Uma história do Douro" e do pintor Tito Reboredo. O escocês Joseph James Forrester foi um percursor no desenvolvimento de estudos científicos sobre viticultura, fotografia cartografia, tendo sido o autor do primeiro mapa sobre a Região Demarcada do Douro. A exposição revela obras, algumas das quais expostas pela primeira vez, que integram acervos nacionais e estrangeiros, particulares e públicos, e aborda momentos significativos da vida do empresário na comunidade britânica no Porto, bem como a sua participação na vida social e política portuguesa do século XIX. O MD foi criado em 1997 na sequência de uma lei aprovada, por unanimidade, na Assembleia da República. Este é o primeiro museu de território construído em Portugal, que vai funcionar de forma polinucleada, com sede na Régua e vários núcleos espalhados pela Região Demarcada do Douro. A sede do MD foi instalada no antigo edifício da Real Companhia Velha, adquirido pelo Ministério da Cultura em Junho de 2004, através da Direcção-Geral do Património, por 1,7 milhão de euros. Ao todo, foi feito um investimento de 5,2 milhões de euros, co-financiado pelo Programa Operacional da Cultura. Acompanham o primeiro-ministro, em Sabrosa e Vila Reaol, o ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro. Após a cerimónia de inauguração vai ser entregue o prémio de Arquitectura do Douro ao Museu da Vila Velha, da autoria do arquitecto Belém Lima. PLI. Lusa/Fim link: http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=378446&visual=26&tema=5 Museu do Douro é inaugurado amanhã A sede do Museu do Douro, situado na antiga Casa da Companhia Velha, na cidade do Peso da Régua, vai, finalmente, ser inaugurada este sábado. Recorde-se que o Museu do Douro começou a ser pensado há já mais de uma década, tendo sido criado por lei unânime em 1997, pela Assembleia da República. A inauguração estava marcada para o passado dia 14, mas foi adiada, ao que tudo indica, por questões de agenda do primeiro-ministro, José Sócrates, que deverá presidir à cerimónia. Quem também deverá estar presente na cerimónia, será o ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro. A inauguração está marcada para as 15H30, mas apenas será aberta oficialmente a sala de exposições, com a mostra “Barão de Forrester- uma história do Douro (1831-1861)”. Quanto ao restaurante e ao winebar, estes ainda não irão abrir ao público, uma vez que ainda não foram concessionados. Para além da sua sede, o Museu do Douro também terá vários núcleos museológicos espalhados por toda a região duriense. Por: Sónia Domingues in http://www.semanariotransmontano.com/noticia.asp?idEdicao=167&id=7163&idSeccao=2283&Action=noticia
  16. Crise crise eh o Benfica nao ser campeao este ano... eh eh.
  17. :) Uma vez estava numa visita de estudo a Constanca no 10 ano e a turma toda foi para um cafe ver o Dragon Ball... foi uma situacao engracada.
  18. Terceira travessia do Tejo <SPAN>A Ordem dos Arquitectos-Secção Regional Sul (OASRS) enviou à Agência Portuguesa do Ambiente um parecer sobre o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e sobre o estudo prévio do projecto da Terceira Travessia do Tejo, durante o processo de consulta pública, condenando um conjunto de omissões «de enquadramento urbanístico» e lamentando não haver «cenários alternativos às questões levantadas» pela obra. A criação de uma Parceria Público Privada (PPP) para a exploração futura da travessia é, também, considerada inadequada por não ter enquadramento urbanístico que a suporte. O projecto «deveria estar enquadrado num programa de acção territorial [instrumento previsto na lei de bases do ordenamento do território] estabelecido em parceria pela Rede Ferroviária de Alta Velocidade e câmaras do Barreiro e Lisboa».* O parecer assinala que o impacto sobre o património cultural classificado não foi suficientemente avaliado; que o estudo realizado é «desadequado para áreas urbanas» e que não foi avaliado «o impacto do acréscimo da circulação rodoviária em áreas centrais da cidade». Questões urbanísticas de fora… A OASRS «lamenta a ausência de arquitectos na elaboração do EIA» e no estudo prévio que lhe está anexo, considerando-a uma violação da lei. «A intervenção do arquitecto é obrigatória na elaboração ou avaliação dos projectos e planos no domínio da arquitectura», diz no parecer aprovado em reunião plenária de 9 de Dezembro. Lembrando que é o primeiro projecto de uma ponte a ligar as duas margens do Tejo «em espaço urbano consolidado e com valores patrimoniais» realizado em democracia, o EIA não descreve o que vai acontecer ao espaço público urbano e ao edificado por causa da nova construção – nomeadamente nas freguesias de Marvila e Beato, que têm «problemas de espaço público» para resolver. Está em questão uma ponte com
  19. Alargado prazo para membros aderirem até fim do ano Esta medida visa permitir regularizar a situação de alguns arquitectos que, por motivos diversos, deixaram acumular quotas e têm, na actual conjuntura, dificuldade em alterar a sua situação. A vontade expressa, por grande parte dos membros naquela situação, em voltar a usufruir de todos os serviços disponibilizados pela Ordem dos Arquitectos e em regularizar a sua situação levou o Conselho Directivo Regional do Sul a prolongar o prazo até ao próximo dia 31 de Dezembro. Lembramos que nos termos do Estatuto da Ordem dos Arquitectos: - Compete aos Conselhos Directivos Regionais cobrar as quotas dos membros inscritos na respectiva secção [alínea g) do artigo 26º] – Constitui um dever do arquitecto para com a Ordem pagar pontualmente as quotas [alínea e) do artigo 51º]; De salientar também que o Regulamento de Quotas, no seu artigo 4º, admite a suspensão do pagamento de quotas aos membros efectivos que fizerem o pedido com motivo justificado. Conselho Directivo Regional do Sul © OASRS 12/8/2008 in http://www.oasrs.org/conteudo/agenda/noticias-detalhe.asp?noticia=1462
  20. No ultimo paragrafo referes ao edificio. Tens razao. Eliminei-o porque soh li os 2 primeiros paragrafos. Jah foi restaurada a tua resposta.
  21. Mas todos tem MEO?
  22. JVS

    Curiosidades

    Adolf Hitler ([ame="http://pt.wikipedia.org/wiki/Braunau_am_Inn"]Braunau am Inn[/ame], [ame="http://pt.wikipedia.org/wiki/20_de_abril"]20 de abril[/ame] de [ame="http://pt.wikipedia.org/wiki/1889"]1889[/ame] — [ame="http://pt.wikipedia.org/wiki/Berlim"]Berlim[/ame], [ame="http://pt.wikipedia.org/wiki/30_de_abril"]30 de abril[/ame] de [ame="http://pt.wikipedia.org/wiki/1945"]1945[/ame]) Ludwig Josef Johann Wittgenstein (pronounced [ame="http://en.wikipedia.org/wiki/Help:IPA"][ˈluːtvɪç ˈjoːzɛf ˈjoːhan ˈvɪtgənʃtaɪn][/ame]) (26 April 1889 – 29 April 1951) Interessante, esta coincidencia.
  23. Muito obrigado. Para ti tambem.:)
  24. JVS

    Humor

    :)
  25. O que eh que mudou? Alguem sabe o que foi?
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