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O teu professor nao te pode ajudar. Se ele nao te ajuda faz queixa ao conselho executivo ou pede ao teu EE que faca queixa ao director de turma. Meu caro... tu e o teu EE eh que mandam no Ensino em Portugal.
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Qual o programa que devo escolher para aprender a trabalhar com ele.
JVS replied to DreamSpaces Girl's topic in Arquitectura
O problema eh na impressao. -
O medico tem o dever de salvar vidas.. eh o juramento de Herodoto. Como o Seraph ha mais pessoas... eh o resultado da convivencia com a realidade profissional que todos os arquitectos esperam um dia ver a ter. A profissao de arquitecto tem destas coisas. Ha que agir com calma. A Vida de arquitecto eh dificil e nao vale a pena transmitir isso da pior maneira a quem nao conhece a pratica profissional dos arquitectos. Ateh parece que somos mecanicos de oficinas...
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No Sabado fui ver o Waltz with Bashir. Um filme muito bom. Vale a pena ver.
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Mecca, Saudi Arabia | Redevelopment of Mecca | Norman Foster and Zaha Hadid
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
O video está fenomenal, o projecto é muito simples... -
TEMPO fecha auditório em Janeiro 29-12-2008 17:11:00 O grande auditório do Teatro Municipal de Portimão (TEMPO) vai estar encerrado durante o mês de Janeiro para trabalhos de acabamento. Teatro foi inaugurado em Dezembro. O TEMPO, inaugurado a 11 de Dezembro no centro de Portimão, custou doze milhões de euros e estava em construção há cerca de quatro anos, dispondo de dois auditórios, um café concerto e várias salas de exposições. Segundo disse à Lusa o director do TEMPO, João Ventura, o encerramento provisório do Grande Auditório, que tem capacidade para 490 pessoas, não vai prejudicar a programação regular do teatro, já que o calendário do primeiro trimestre estava feito "há muito tempo". "Não programámos nada propositadamente para o Grande Auditório em Janeiro e decidimos apostar em eventos no café concerto, que ainda não teve programação", observou o director do teatro. Depois dos concertos de Ano Novo nos primeiros dias de Janeiro, o Grande Auditório "descansa" até à primeira semana de Fevereiro, quando a programação é retomada com o espectáculo "Jerusalém", inspirado na obra homónima de Gonçalo M. Tavares. De acordo com João Ventura, os trabalhos de acabamento que faltam - relacionados com pintura, iluminação e pequenos arranjos -, já estavam previstos, embora não tivessem impedido que o teatro fosse inaugurado. "São pequenas coisas que ninguém repara, só nós", sublinhou, acrescentando que na abertura do teatro houve uma programação "muito intensa", que vai acalmar agora em Janeiro, mesmo por questões de organização. "Foi um esforço muito grande para abrir e ainda estamos em mudanças", afirmou, reiterando que o teatro continua a funcionar, com os espectáculos a ser agendados sobretudo para o café concerto, com capacidade para cem pessoas. Uma das apostas da programação para Janeiro é a realização de espectáculos no café concerto à sexta-feira, a partir de dia 09, dedicados a vários géneros musicais, como o Fado, Flamenco e Jazz. Entretanto, numa das salas de exposições do TEMPO está patente a mostra de fotografia "Crónicas Portuguesas", até ao dia 01 de Fevereiro. O novo espaço cultural de Portimão, instalado no antigo Palácio Sárrea, edificado em finais do século XVIII e do qual apenas foi mantida a fachada por imposição do Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR), foi projectado pelo arquitecto Troufa Real. O edifício, de cinco pisos, ocupa uma área de 4.700 metros quadrados, e integra várias salas para exposições, dois auditórios, um com capacidade para 490 e outro com 170 lugares, salas de ensaio, um café concerto, gabinetes de trabalho e diversos espaços polivalentes. in http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=26766
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Parque Oriental abre em 2009 Primeira fase integra 10 hectares. Ainda não há prazo para restantes 71 hectares previstos 2008-12-30 HUGO SILVA Adiado há muito anos, o Parque Oriental do Porto vai finalmente sair do papel. No próximo ano, abrem ao público os primeiros 10 hectares do espaço verde, revelou, ao JN, o vice-presidente da Câmara, Álvaro Castello-Branco. "Será na zona mais alta do parque, junto a Gondomar", especificou o também vereador do Ambiente. Os trabalhos de construção da primeira fase do Parque Oriental representam um investimento que ronda um milhão de euros, acrescentou Álvaro Castello-Branco, lembrando que os serviços municipais também vão participar na empreitada. O concurso público para a concretização da primeira fase do Parque Oriental - modelação de terreno, construção de caminhos e de muros - foi publicado ontem em "Diário da República". O prazo de execução é de quatro meses, sendo que a intervenção deverá começar ainda no primeiro trimestre de 2009. "O projecto é o do arquitecto Sidónio Pardal", assinalou Álvaro Castello-Branco, aludindo ao plano apresentado no Executivo em Julho de 2005. O estudo de Sidónio Pardal, que também já tinha desenhado o Parque da Cidade, na zona ocidental do Porto, prevê uma área verde com 81 hectares, a maioria dos quais terá de alvo de processos de expropriação. Os 10 hectares que abrirão ao público durante o próximo ano pertencem ao Município, especificou, ao JN, Álvaro Castello-Branco. No total, a Autarquia detém 22 hectares. O vice-presidente da Câmara referiu que o processo referente à construção das outras fases do Parque Oriental está a ser negociado. Conforme noticiou o JN, a Autarquia terá de expropriar cerca de 500 mil metros quadrados (50 hectares). A solução deverá passar por uma permuta, ou seja, os proprietários cedem as parcelas no interior do parque e ganham o direito de construir na bordadura da área verde. O estudo de Sidónio Pardal prevê 150 mil metros quadrados de frentes urbanas (vivendas e prédios com rés-do-chão com cinco pisos) para 4500 pessoas na zona a nascente do parque. Sem contar com estes processos, a Câmara prevê investir 28 milhões de euros na construção do Parque Oriental. Ainda não há datas para as restantes fases. O projecto elaborado por Sidónio Pardal prevê uma zona verde de características distintas do Parque da Cidade, com vegetação mais densa e pequenos núcleos rurais. Prevê-se, ainda, a preservação da Quinta da Revolta, a integração da ETAR do Freixo, a valorização do rio Tinto, zonas desportivas e um hipódromo. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1064630
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Leiria | Reconversão da Área Central de Leiria | Risco
JVS replied to _Maverick_'s topic in Arquitectura
Grupo Lena e Multi Development desistem do Fórum LeiriaNegócios30/12/08, 01:00 OJE O grupo Lena e a Multi Development vão desistir da construção do Fórum Leiria devido ao "desajustamento do projecto à realidade" e pelas adversas condições económicas e financeiras da conjuntura nacional e internacional", anunciaram ontem, em comunicado, as duas integrantes do consórcio responsável pelo projecto. O consórcio alega ainda que tendo apresentado a proposta para o projecto há um ano e cinco meses (10 de Julho de 2007) e adjudicado há seis meses, "há muito" que expirou o prazo legal de 132 dias no qual o adjudicado pode recusar a concretizar o projecto posteriormente, acrescenta o comunicado cintando o Decreto-Lei nº59/99. O Fórum Leiria pretendia ser o futuro centro comercial de Leiria e contemplava um investimento total de 170 milhões de euros com uma área total de 195 mil metros quadrados entre o Estádio Magalhães Pessoa e a Maringá, ao longo do rio Lis. O projecto previa uma área comercial de 50 mil metros quadrados, 9 mil metros quadrados de praças, 34 mil de passeios e percursos pedonais e 65 mil de jardins e zonas relvadas. O desenho do Fórum Leiria estava a cargo do arquitecto Manuel Salgado que prometeu alterar radicalmente a zona envolvente do Fórum. O grupo Lena e a Multi Development foram os vencedores do concurso para o projecto, onde concorreram também a Chamartin Imobiliária e a Immochan. As contrapartidas para a câmara de Leiria ascendiam a 72 milhões de euros. in http://www.oje.pt/noticia.aspx?channelid=C32FD067-0BC2-4366-9A04-208E8B2DB854&contentid=565EFF92-ADFD-4525-9CE1-2527125463A9 -
Artes: Chaves homenageia Nadir Afonso com sede da fundação projectada por Siza Vieira 2008-12-30 Chaves, 30 Dez (Lusa) - A sede da Fundação Nadir Afonso, um investimento de nove milhões de euros com projecto do arquitecto Siza Vieira, vai ser construída em Chaves até 2011 para homenagear o pintor e arquitecto flaviense, disse hoje à Lusa fonte autárquica. O projecto de arquitectura, obra que resulta de uma parceria entre a Câmara Municipal de Chaves e a Fundação Nadir Afonso, é apresentado a 16 de Janeiro, em Chaves, numa cerimónia que conta com a presença dos mestres Nadir Afonso e Siza Vieira. Pintor, arquitecto e filósofo, Nadir Afonso Rodrigues nasceu em Chaves, a 04 de Dezembro de 1920, diplomou-se em Arquitectura na Escola Superior de Belas-Artes do Porto e, em 1965, abandonou definitivamente a arquitectura para se dedicar exclusivamente à criação da sua obra plástica. O presidente da Câmara de Chaves, João Baptista, disse hoje à Agência Lusa que o concurso público para a obra será lançado após a apresentação do projecto de arquitectura, prevendo-se que a construção tenha início ainda durante o ano de 2009. O autarca prevê que a obra da fundação esteja concluída em meados de 2011. João Baptista referiu ainda que a autarquia e a Fundação Nadir Afonso apresentaram uma candidatura ao eixo nove do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) no valor de nove milhões de euros, que inclui a aquisição dos terrenos, execução da obra e equipamentos. A sede da fundação ficará inserida junto ao centro histórico de Chaves e irá garantir a requalificação da frente ribeirinha do Tâmega. O edifício acolherá o espólio do artista e contribuirá para dinamizar a vida cultural da cidade transmontana apostando na captação de franjas distintas de públicos, organizando exposições temporárias e permanentes, atribuindo o prémio Nadir Afonso para trabalhos de investigação e de bolsas na área da produção artística e científica. A fundação vai também organizar ciclos de cinema documental, workshops infanto-juvenis e cursos de Verão. Entre os espaços que compõem o edifício da fundação destacam-se um auditório com capacidade para 100 pessoas, salas de exposições temporárias e permanentes, arquivo, biblioteca, cafetaria, atelier do Mestre Nadir Afonso, um outro de artes plásticas e loja. João Baptista classificou o pintor como o "maior expoente vivo da cultura" de Chaves, cuja obra classifica como "reconhecida a nível nacional e internacional". "Nadir Afonso é um símbolo, um exemplo que queremos preservar. A construção da sede é a forma de Chaves prestar tributo ao pintor", salientou. O autarca considera ainda que a escolha de Siza Vieira para projectar a obra é "uma associação feliz", pois considera que o próprio edifício se transformará num ponto de atracção arquitectónico da cidade de Chaves. João Baptista revelou ainda que a Fundação Nadir Afonso vai formar um "triângulo cultural" com o recém inaugurado Museu do Douro, no Peso da Régua, e com o Museu do Côa, que será construído em Vila Nova de Foz Côa. A total propensão de Nadir Afonso para a pintura revelou-se aos quatro anos, em casa, quando traçou com tinta vermelha um círculo perfeito na parede da sala. Em 1934, realizou os primeiros trabalhos a óleo e, em 1938, ganhou o segundo prémio do concurso "Qual o mais belo trecho da paisagem portuguesa?". Apesar de tirar o curso de arquitectura, não deixou de pintar e, na década de 40, começou a expor e a ter impacto junto da crítica. Nadir tinha 24 anos quando uma das suas obras, "A Ribeira", deu entrada no Museu de Arte Contemporânea de Lisboa. Em 1965, abandonou definitivamente a "penosa" arquitectura e desenvolveu estudos sobre a geometria, que considera ser a essência da arte. Então a sua vida passa a ser dedicada exclusivamente à criação de uma extensa obra plástica e teórica. O responsável pelo projecto da sede da fundação Nadir Afonso, Álvaro Siza Vieira, é o arquitecto português mais prestigiado internacionalmente, tendo concebido projectos em numerosos países e obtido importantes prémios, com destaque para o Prémio Pritzker (1992), considerado o Nobel da Arquitectura. PLI. Lusa/Fim in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1064961
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Caldas da Rainha Elogios à remodelação na cerimónia de reabertura do Museu de José Malhoa A directora do Museu e a secretária de Estado na visita ao espaço remodelado “É um momento de grande alegria. O museu está requalificado e modernizado. A colecção toma outra vida e apresentação”, manifestou Matilde Couto, director do Museu de José Malhoa, na reabertura deste espaço cultural das Caldas da Rainha, no passado dia 19. Desde Junho de 2006 que o edifício estava encerrado para obras de remodelação, que custaram cerca de 2,5 milhões de euros. Passa a dispor de sala de exposições temporárias, sala multimédia com novos recursos, áudio-guias, novos equipamentos na biblioteca de arte, entre outras inovações. Fica assegurada a acessibilidade plena, com ligação interna entre as reservas, serviços e zonas técnicas. Foram também criadas novas infra-estruturas de segurança, iluminação e climatização e sobretudo uma nova ligação visual entre o espaço expositivo e a envolvente do Parque D. Carlos I. “Beneficiamos de uma envolvência e de um ambiente mais acolhedor quer visualmente quer na climatização que está a ser introduzida e todo este circuito vai permitir uma nova dinâmica quer nas actividades do museu quer na relação com os seus visitantes”, descreveu Matilde Couto, destacando que o arquitecto responsável pelo projecto - João Santa-Rita – “teve um olhar especial sobre um edifício também especial na história da nossa museologia, uma vez que é o primeiro museu construído de raiz no nosso país”. A remodelação do Museu de José Malhoa respeitou as características essenciais do edifício, construído há mais de 70 anos, introduzindo uma reformulação dos revestimentos e distribuição da colecção. Enquanto esteve encerrado foi organizado um núcleo provisório no 1º andar do Museu do Ciclismo, na Rua de Camões, que albergou um núcleo importante de pinturas de José Malhoa, procurando a continuidade da ligação entre os visitantes e a obra essencial do seu patrono e a realização das suas actividades educativas e culturais. Apesar disso, “houve prejuízos que a cidade das Caldas sentiu, uma vez que se quebrou a relação entre o público e o museu. A verdade é que as pessoas desabituaram-se de contar com o Museu de José Malhoa”, reconheceu Manuel Oleiro, director do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC), para quem “este regresso às instalações de origem era, pois, urgente”. Mas a espera valeu a pena, no seu entender: “É um museu melhor, com maiores capacidades para prestar serviços educativos aos públicos escolares e de poder acolher exposições itinerantes e com melhores condições de conforto para o público”. “Recebemos um presente de Natal. Era uma intervenção particularmente dedicada. Qualquer mexida no edifício poderia de desvirtuar aquilo que tinha sido o projecto inicial. O arquitecto soube dotá-lo das condições adequadas a um museu moderno e permitir-lhe o desenvolvimento de novas funções, mantendo tudo aquilo que era essencial”, comentou Manuel Oleiro. O director do IMC afirmou ainda que “Malhoa tem um papel incontornável na cultura portuguesa e o Museu tem de acompanhar essa importância para ser um pivot em relação à actividade cultural das Caldas da Rainha”. O ciclo de investimentos no âmbito do Programa Operacional da Cultura (POC), iniciado em 2000, está a chegar ao fim, e o Ministério da Cultura considera que se vive “um período feliz” com os resultados obtidos, declarou a secretária de Estado Paula Fernandes. Anunciando que “foi gasto todo o plafond existente” - 420 milhões de euros de dotações do POC, 178 milhões dos quais em mais de cem projectos de modernização e dinamização dos museus nacionais - a secretária de Estado da Cultura sublinhou que “a paisagem das infra-estruturas culturais alterou-se substancialmente”, permitindo “aos cidadãos usufruírem de um conjunto de equipamentos com uma qualidade acrescida e que valorizam as colecções que neles estão instaladas”. “Não foram só os museus, no POC houve renovações de monumentos, projectos com centros culturais, cine-teatros e bibliotecas municipais”, referiu. “Estamos a chegar ao fim deste ciclo”, mas, segundo apontou, os investimentos vão prosseguir, agora com candidaturas às verbas do QREN, como é exemplo a obra a lançar em 2009 para a requalificação e ampliação do Museu da Cerâmica, nas Caldas da Rainha, que custará cerca de 2,5 milhões de euros. Sobre as obras no Museu de José Malhoa, a secretária de Estado disse que “há uma relação extremamente bonita com o espaço exterior e que cria um ambiente de cumplicidade”. Francisco Gomes in http://www.oesteonline.pt/noticias/noticia.asp?nid=20602
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Acordo sobre Parque só será votado em 2009 Entendimento, que prevê troca de imóveis e o avalà frente urbana da Boavista, deverá ser debatido no dia 6 2008-12-31 CARLA SOFIA LUZ Só em 2009 é que o acordo entre a Câmara do Porto e o consórcio, proprietário de 170 mil metros quadrados de terrenos no Parque da Cidade e na envolvente, será votado no Executivo. O debate poderá fazer-se já no dia 6. A solução terá de ser viabilizada pela vereação e pela Assembleia Municipal até ao dia 20 de Fevereiro. Uma tarefa que não se assemelha difícil para a coligação PSD/PP que goza de maioria nos órgãos municipais. O mais complicado será a alienação em dois meses dos activos (terrenos e edifícios) que a Autarquia propõe-se a entregar ao consórcio, em troca de uma propriedade voltada para a Circunvalação - situada à margem do Parque, que nunca foi expropriada e na qual foi colocada a pista de aviação - e das duas parcelas expropriadas e já integradas no Parque da Cidade. Para pôr fim ao diferendo judicial que se arrasta há 12 anos e que envolve pedidos de indemnização ao Município superiores a 150 milhões de euros, a Maioria PSD/PP, liderada por Rui Rio, abdica dos 6,6 milhões, depositados por causa das acções de expropriação, em favor das empresas Médio e Longo Prazo, Préstimo e Jardins de França e autorizará a construção da frente urbana da Boavista. O aval inicial será dado até 5 de Março, dispondo depois de um ano para licenciar a execução de seis moradias geminadas e de um prédio com três pisos (rés-do-chão, primeiro andar e recuado). Caso falhe a venda dos imóveis até 20 de Fevereiro, o acordo ficará sem efeito e o diferendo prosseguirá em Tribunal. Em causa está a alienação do Edifício Transparente, do matadouro e dos terrenos na Restauração (3872 metros quadrados de área de construção), no Campo Alegre (três parcelas com 7571,5 metros quadrados de área de construção e o parque de estacionamento, próximo da Faculdade de Letras do Porto), em Aldoar (2025 metros quadrados) e na futura Via Nun'Álvares (35 mil metros quadrados de área de construção num plano por definir). Embora tenha lutado nos tribunais desde 2002 para impedir a concretização dos projectos do arquitecto Souto Moura para os terrenos à margem do Parque da Cidade na Circunvalação e na Boavista (ver infográfico), viabilizada pelo ex-autarca socialista Nuno Cardoso, o presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, argumenta agora que as habitações a erguer na Boavista "inserem-se num terreno privado lateral à fronteira do parque". Sublinha ainda, no direito de resposta publicado no passado dia 24 no JN, que nunca esteve previsto que esse terreno fizesse parte do Parque "por se encontrar entalado entre construções já ali existentes há dezenas de anos". Porém, durante a revisão do Plano Director Municipal (PDM), a coligação PSD/PP decidiu que esse terreno na Boavista deixaria de ter capacidade construtiva (que foi dada pelas Normas Provisórias) e pintou-o de verde. Todo o Parque da Cidade e envolvente, inclusive essa propriedade do consórcio, foi classificada como Área Verde de Utilização Pública no novo PDM. O projecto para a frente da Boavista é o mesmo que foi defendido e autorizado por Nuno Cardoso, usando argumentos semelhantes. Enquanto candidato à liderança da Câmara nas autárquicas em 2001, Rui Rio contestou-o (tal como o projecto para a Circunvalação que não será edificado) e juntou-se à luta do Movimento pelo Parque da Cidade, tendo participado numa marcha contra a construção das frentes urbanas da Boavista e da Circunvalação. Já como presidente, revogou, por duas vezes, a autorização concedida pelo seu antecessor: em 2002 e em 2006, após o Tribunal Administrativo ter considerado válido o aval de Nuno Cardoso ao pedido de informação prévia para a frente da Boavista, ao abrigo das Normas Provisórias. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1065090
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Obra do Imperador adjudicada à Patrícios por 2 milhões Primeira fase da obra arrancará entre Março e Abril. Câmara espera concluir a empreitada em 2010 A Câmara Municipal de S. João da Madeira adjudicou na última terça-feira a empreitada de recuperação do Cine-Teatro Imperador à empresa Patrícios – Construção Civil e Obras Públicas, S.A., de Santa Maria da Feira. De acordo com o presidente da câmara, a construtora foi aquela, entre 15 candidatas, que apresentou o melhor preço, sendo que os montantes sugeridos vão dos 1.998 mil euros e os 2.058 mil. Para além de ser a mais barata, a Patrícios apresenta dimensão suficiente para executar a obra em causa, justificou Castro Almeida. A adjudicação agora aprovada respeita à fase da obra correspondente aos trabalhos de construção civil, que deverão arrancar entre Março e Abril de 2009. A segunda fase, de mecânica, da qual dependerá a versatilidade do edifício, será objecto de novo concurso público, a abrir antes do Verão, para que possa partir para o terreno no Outono. O custo global da obra ascenderá a cinco milhões de euros. Para o presidente da câmara, a nova Casa das Artes e da Criatividade é uma “boa síntese do que é preservar a traça, modernizando a estética”. O edifício será a “âncora da indústria das artes e da criatividade” que a câmara quer ajudar a florescer na cidade, e que encontrará aí e na Oliva os seus dois pólos. Castro Almeida disse aos jornalistas que a situação da Oliva está numa fase embrionária, mas que os dois edifícios andarão a par um do outro. O vereador socialista Américo Santos optou por dirigir palavras de apreço a Manuel Cambra, ex-presidente de câmara e actual vereador, por ter comprado o edifício e a todos os que o defenderam ao longo dos anos. Assumiu-se satisfeito por participar no momento de adjudicação da obra e fez votos para que “coloque a cidade no centro de um espaço cultural digno” e faça dela um “ponto de aproximação da região”. Manuel Cambra recordou a visita de Filipe La Féria à cidade, convencido de que as sugestões do produtor tiveram uma “influência muito grande” na solução agora apresentada. O vereador reconheceu que “é preciso desenvolver S. João da Madeira também em arte” e que a Casa das Artes e da Criatividade vai ser um “êxito local e regional”. Três anos para lançar a obra O concurso da obra abriu em Junho de 2007, dois anos depois da apresentação do projecto pelo arquitecto Filipe Oliveira Dias, autor do Teatro Helena Sá e Costa (Porto), Teatro Municipal de Bragança, do Teatro Municipal de Vila Real e do Teatro Martí (Havana, Cuba), entre outros auditórios e centros culturais. A Casa das Artes e da Criatividade pretende aglomerar características únicas em Portugal, inspirada em equipamentos semelhantes no Japão, Alemanha e Holanda. Será um espaço multifuncional, já que possuirá condições para receber os mais diversos eventos em palco. A ideia é que seja possível assistir no mesmo edifício a ópera, teatro, concertos – sinfónicos, de rock e contemporâneos -, artes circenses, congressos, etc. O edifício poderá também funcionar como estúdio de gravação de séries televisivas, além de ser especialmente adequado ao desenvolvimento de novas formas de criatividade em placo. Este potencial resultará de uma da principais particularidades da Casa das Artes e da Criatividade, que é a possibilidade de serem adoptadas várias disposições nas áreas de palco e plateia, graças a estruturas elevatórias hidráulicas conjugadas com um sistema inovador que permite, rapidamente, transformar área de palco em plateia e vice-versa. A capacidade para público oscilará entre os 400 e os 900 lugares. Por: Anabela S. Carvalho in http://www.labor.pt/noticia.asp?idEdicao=162&id=7895&idSeccao=1662&Action=noticia "Imperador" faz obra de dois milhões 2008-12-31 SALOMÃO RODRIGUES Foi adjudicada a recuperação do Cine-Teatro Imperador, emblemática casa de espectáculos que há uma década se encontra devoluta e em avançado estado de degradação. Vai dar lugar à futura Casa das Artes e da Criatividade. Na reunião da Câmara de S. João da Madeira, ontem, que se realizou naquele edifício, foi aprovada, por unanimidade, a adjudicação da empreitada, por dois milhões de euros, a proposta mais barata apresentada pela empresa Patrícios S.A. De acordo com o presidente da Câmara, Castro Almeida, as obras deverão iniciar-se em Março e terminam em 2010. "É uma data importante na história do edifício e da cidade", referiu Castro Almeida, lembrando que o espaço estava "totalmente degradado e sem uso". O autarca referiu que a obra de requalificação vai garantir a preservação da traça original, além de que o projecto vai ser uma "âncora" da nova "indústria das artes e criatividade". Especificou que, além desse espaço, também alguns edifícios devolutos da antiga metalúrgica Oliva terão como destino este tipo de actividade. A obra recebeu o aplauso unânime da Oposição. O vereador Socialista, Américo Santos, realçou o seu "apreço" para com o ex-presidente da Câmara, Manuel Cambra, responsável pela aquisição do "Imperador" a um particular, e a todos os que "lutaram para que o edifício não fosse demolido", uma solução em tempos equacionada. Manuel Cambra, agora vereador do CDS PP, mostrou-se igualmente agradado com a obra, lembrando que a opinião de Filipe La Féria sobre o espaço "teve uma influência muito grande" na decisão da autarquia em adquiri-lo. A futura Casa das Artes e da Criatividade consistirá num moderno teatro multifuncional, o primeiro no país, mas com sólida experiência em diversas cidades europeias, como Berlim e Paris. Permitirá a realização de eventos culturais como ópera, teatro, concertos sinfónicos, rock, artes circenses, congressos, passagens de modelos e, ainda, de estúdio para gravar séries televisivas. A reconversão do Cinema Imperador foi entregue ao arquitecto projectista Filipe Oliveira Dias, autor dos projectos do Teatro Helena Sá e Costa, no Porto, e Teatro Municipal de Bragança, entre outros. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Aveiro&Concelho=S%E3o%20Jo%E3o%20da%20Madeira&Option=Interior&content_id=1065105 São João da Madeira: Reconversão do "Imperador" em Casa das Artes e da Criatividade ascende aos cinco milhões de euros 2008-12-30 São João da Madeira, 30 Dez (Lusa) - A reconversão do Cine-Teatro Imperador em Casa das Artes e da Criatividade, uma obra que ascende a cerca de cinco milhões de euros, arranca em Abril do próximo ano, devendo estar concluída em 2010, anunciou hoje o presidente da autarquia de São João da Madeira, Castro Almeida. "A adjudicação da empreitada acontece numa data importante na história deste edifício e da própria cidade", sustentou o autarca, durante a reunião de Câmara que decorreu naquele cine-teatro, que assinalou quinta-feira o seu 50º aniversário. "Estamos num espaço totalmente degradado e sem uso", afirmou Castro Almeida, sublinhando a "importância da opção" da autarquia em preservar a traça do "Imperador". "Todos os edifícios emblemáticos da cidade estão ou vão ser preservados. É uma boa prática que deve ser mantida", frisou o autarca. A primeira fase da obra - orçada em cerca de dois milhões de euros - foi hoje adjudicada à empresa "Patrícios - Construção Civil e Obras Públicas, S. A". O projecto é da autoria do arquitecto portuense Filipe Oliveira, autor do Teatro Helena Sá e Costa (Porto), do Teatro Municipal de Bragança, do Teatro Municipal de Vila Real e do Teatro Martí (Havana, Cuba), entre outros auditórios e centros culturais. Com capacidade máxima para 900 lugares, a Casa das Artes e da Criatividade terá condições para os mais diversos espectáculos e também conferências. Uma das particularidades do equipamento é a possibilidade de serem criadas várias disposições das áreas de palco e de plateia, de acordo com as encenações a representar, através de um mecanismo hidráulico. O projecto, que vai preservar o essencial da fachada, terá características únicas em Portugal, inspirando-se em equipamentos do género existentes no Japão e na Alemanha. O Cine-Teatro Imperador - inaugurado em 25 de Dezembro de 1958 - foi comprado pela autarquia por 1,25 milhões de euros, em 1999, após um longo processo de negociações com o proprietário, António José da Silva. Para trás ficavam os tempos em que o espaço "rebentava pelas costuras" com a passagem de filmes como "Música no Coração" ou peças de teatro com Laura Alves e Amélia Rey Colaço. EYD. in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1064977
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Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, inaugura hoje, durante a Eucaristia das 17h30, o restauro da igreja paroquial de São Sebastião - também conhecida como "Igreja das Dominicas" - no centro histórico de Guimarães. Na ocasião, o Arcebispo Primaz procederá à bênção do altar, uma peça em mármore desenhada (tal como a cátedra, o ambão, a estante e a credência do presbitério) pelo padre e arquitecto José Manuel Ribeiro. Este acto litúrgico oficial ocorre poucos dias após a apresentação pública da segunda fase de inventariação dos bens patrimoniais religiosos da Arquidiocese de Braga, que esta e o Instituto de História e Arte Cristãs, em colaboração com os museus Alberto Sampaio (Guimarães) e Municipal da Póvoa de Varzim, vão levar a cabo em várias igrejas - entre elas, a de São Sebastião -, no intuito principal de criar uma base de dados. Foto, Publicado a 03-01-2009 http-~~-//www.diariodominho.pt/sim/biblioteca/fotografia/(copia)sebastiao.jpg in http://www.diariodominho.pt/imagens_dia.php?codigo=817 Arcebispo de Braga inaugura restauro da igreja de S. Sebastião 2009-01-03 J.F. O arcebispo de Braga inaugura hoje o restauro da igreja de S. Sebastião ("dominicas"), no centro histórico de Guimarães. Os trabalhos começaram em Março de 2006 e custaram 300 mil euros. Além da recuperação do conjunto patrimonial, o investimento contemplou a aposta num circuito de vídeo "para evitar os amigos do alheio", justifica o pároco José Antunes. O interior da igreja que o arcebispo de Braga D. Jorge Ortiga inaugura hoje nada tem a ver com o passado, segundo o pároco. O altar, a cátedra, o ambão, a estante e a credência do presbitério, peças desenhadas pelo padre e arquitecto José Manuel Ribeiro, estão de cara lavada. "O restauro trouxe à luz do dia todo o esplendor original da talha, que se encontrava apagada pelas sucessivas intervenções anteriores", explica. A igreja de São Sebastião ocupa o antigo convento de Santa Rosa de Lima, que começou a ser moldado em finais do século XVII - a sua construção chamou a Guimarães mestres oriundos de vários pontos do norte do país -, extinto enquanto tal a 9 de Março de 1888, com o falecimento da última religiosa. Em 1892, a destruição da primitiva igreja que ladeava as muralhas da cidade, a paróquia aloja-se na igreja do Templo das Dominicas. De fora da paróquia ficou toda a restante estrutura do convento e sua cerca, cedida pelo Governo à Câmara Municipal. Aos olhos de quem a visita, tal "espaço aberto sem rei nem roque", nas palavras do pároco, "está numa situação de iminente ruína, chegando a pôr em risco todo o valor patrimonial da igreja". in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Braga&Concelho=Braga&Option=Interior&content_id=1066149
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Vale de Madeiro inaugurou nova igreja Apesar de ter demorado vários anos a ser construída e de haver algumas criticas quanto à dimensão, a população garante que esta era uma obra que fazia falta já que bastava que houvesse um funeral e a maior parte das pessoas tinha que ficar na rua, uma vez que a capela existente era demasiado pequena. Rui Magalhães, presidente da Junta de Freguesia de Mirandela, fez questão de frisar o empenho que a população demonstrou para ver a igreja concluída. “O apoio é apenas das autarquias locais e do povo de Vale de Madeiro. Não há aqui um cêntimo que seja da administração central, rigorosamente nada. Talvez por isso esta obra tenha um grande simbolismo e é verdadeiramente importante. Não é todos os dias que se faz uma inauguração de uma igreja de raiz”, refere o autarca. No total a obra ficou orçada em cerca de 300 mil euros, dos quais a população contribuiu com 45 mil. José Silvano, presidente da Câmara Municipal de Mirandela, sublinha que “esta é uma obra de raiz. Não sei se, talvez, a segunda que é construída em 10 anos. Não teve nenhuma comparticipação do Governo. Houve várias candidaturas mas nunca nenhum foi aceite, até porque os projectos pequenos só davam para restaurar nunca construir de raiz”. A ideia da construção desta igreja remonta ao ano de 1998. Passados 10 anos o arquitecto responsável acredita que o projecto foi também amadurecendo com o passar dos anos. “Procurou-se que esta igreja tivesse linhas modernas, com uma leitura arquitectónica mais moderna e por outro lado que preservasse a memória e reflectisse aquilo que nós temos na memória do que são as igrejas mais seculares”, refere Nuno Sousa, o arquitecto responsável. in http://www.imprensaregional.com.pt/jornal_terra_quente/index.php?info=YTozOntzOjU6Im9wY2FvIjtzOjExOiJub3RpY2lhX2xlciI7czoxMDoiaWRfbm90aWNpYSI7czozOiI0NzUiO3M6OToiaWRfc2VjY2FvIjtOO30=
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Futuro da Praia de Faro passa também pelos farenses Praia de Faro Foram muitas as sugestões sobre aquilo que deverá ser, no futuro, a Praia de Faro, mas a que valeu mais, para o júri do concurso internacional de ideias lançado pela Câmara de Faro e pela Ordem dos Arquitectos, foi mesmo a de Nuno Brandão Costa. A proposta do arquitecto portuense servirá agora de «base de trabalho» à elaboração do Plano de Pormenor da Praia de Faro. Como frisou o presidente da Câmara de Faro José Apolinário, em declarações ao «barlavento», este projecto «é indicativo» e será uma equipa diferente a desenvolver o plano. Nuno Brandão será, entretanto, convidado a vir a Faro apresentar o seu projecto, numa conferência cuja data ainda está por agendar. «Já falámos com o arquitecto e confirmámos a presença dele, mas ainda não acertámos um dia», revelou. O planeamento do futuro da Praia de Faro não ficará, ainda assim, exclusivamente nas mãos de arquitectos e de técnicos. A população também se poderá pronunciar e dar sugestões. «Este projecto deverá ser homologado nas próximas semanas e depois queremos divulgá-lo num grande debate público em Fevereiro», disse Apolinário. Apesar de o projecto de Nuno Brandão ter ganho o primeiro prémio neste concurso de ideias, foram destacadas 28 propostas de entre um total de 42 candidaturas. Ideias que não são para ficar na sombra. «Vamos fazer em Março uma exposição com os 28 projectos escolhidos», anunciou. Apesar de estar estipulado desde o início que o Plano de Pormenor iria ser feito por uma equipa já escolhida, José Apolinário considera que este tipo de acção é importante para «fomentar o debate e participação de toda a sociedade farense sobre o futuro da Praia de Faro». O que parece certo, tendo em conta a forte contestação à entrada de Faro no Programa Polis por parte dos habitantes da Praia de Faro, é que será a questão das demolições a mais difícil de tratar, na altura em que for feito um plano para aquela zona. Neste momento, o cenário mais provável é que sejam demolidas as casas fora da zona que foi desanexada do Domínio Público Marítimo e se encontra actualmente sob jurisdição da Câmara de Faro, a maioria das quais são de primeira habitação e pertencem a pescadores. Já na zona gerida pela autarquia, onde as casas são, na grande maioria, de férias, não se adivinham grandes mudanças. Para Nuno Brandão, as demolições devem ser seguidas de acções de renaturalização, para recuperar o cordão dunar. Uma forma de devolver alguma da beleza natural ao local, que nas últimas décadas sofreu uma forte pressão urbanística. Mas os pontos mais fortes da candidatura vencedora são a construção de um parque de estacionamento junto ao Aeroporto de Faro e de uma nova ponte sobre a Ria Formosa. Por outro lado, o arquitecto do Porto defende a criação de um sistema integrado de mobilidade, composto por zonas pedonais e cicláveis e por um Tram, um transporte colectivo semelhante ao metro de superfície. Ao mesmo tempo, seria limitado o trânsito automóvel na ilha. A proposta de Nuno Brandão pretende-se «inequívoca na sua simplicidade e clareza, de modo a tornar legível a ideia de um renovado ambiente para o sítio», como o próprio afirmou na memória descritiva do seu projecto. Pela vitória no concurso, o arquitecto portuense recebeu um prémio monetário de 50 mil euros. Também em lugares de destaque ficaram as propostas de João Carrôlo, que ficou na segunda posição, e a candidatura do Atelier Rua, assinada por Francisco Freitas, que se classificou na terceira posição. 9 de Janeiro de 2009 | 09:22 hugo rodrigues in http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=29531
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Dois arquitectos da câmara acusados de abuso de poder CARLOS RODRIGUES LIMA Lisboa. Esta é a primeira acusação da equipa da procuradora-geral adjunta na sequência da sindicância aos serviços do urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa (CML). Os dois arguidos foram acusados de abuso de poder num caso de violação do Plano Director Municipal Hipótese de corrupção foi equacionada Dois arquitectos da Câmara Municipal de Lisboa (CML) foram esta semana acusados pela Unidade Especial de Investigação, uma equipa coordenada pela procuradora Maria José Morgado. Os quadros da autarquia são suspeitos do crime de abuso de poder, na sequência da aprovação de um projecto urbanístico na Travessa da Ilha do Grilo, em Lisboa. Segundo o despacho de acusação, a que o DN teve acesso, os dois arquitectos são suspeitos de violar "deliberada e conscientemente os deveres de legalidade, de prossecução do interesse público, de isenção e imparcialidade" a que estavam obrigados. Este processo teve origem na sindicância aos serviços do urbanismo, pedida ainda durante a presidência de Carmona Rodrigues. Os factos do processo remontam a 2004, quando a sociedade Ventura&Teodoro Construções apresentou na CML um requerimento para o licenciamento de obras num terreno na Travessa da Ilha do Grilo. Para tal, a empresa, proprietária de 538 m2 de terreno, propôs-se adquirir à autarquia duas pequenas parcelas que se situavam junto da área que lhe pertencia para ali construir um edifício de habitação com cinco pisos acima do solo, incluindo aproveitamento da cobertura, e ainda uma cave para estacionamento. Apesar de o local em causa se situar, de acordo com o Plano Director Municipal, numa área "histórica habitacional", o projecto apresentado não mereceu qualquer reparo. Nem o facto de a cércea (altura da fachada) prevista para o novo edifício ultrapassar os parâmetros previstos no PDM para aquela zona de Lisboa. "O projecto em apreciação indicava um edifício a construir com uma cércea de 12,20 metros e uma altura total de 15,7 metros, valores superiores àqueles admitidos no regulamento do PDM", explica Ricardo Matos, o procurador responsável pela acusação. Para o magistrado, os arguidos Pedro Simões e António Afonso tinham consciência que o projecto violava normas do PDM. Porém, Pedro Simões "solicitou a António Afonso que este exarasse uma informação favorável à sua aprovação", continua o despacho de acusação. "Ao ter sido respeitado o PDM no que concerne ao valor da cércea, apenas poderia a sociedade promotora construir 1230 m2, em vez dos 1840 m2 de área bruta de construção que edificou", sintetiza o procurador Ricardo Matos. Além dos dois arquitectos, neste processo foram ainda constituídos como arguidos João Ventura, sócio da empresa de construção civil, e César Ruivo, antigo chefe da Divisão de Estudos e Valorização do Património da autarquia. Sobre este últimos, as suspeitas acabaram por ser arquivadas. Refira-se, ainda, que quanto ao arquitecto César Ruivo, a sindicância à câmara detectou duas situações em que ele interveio ilegalmente em dois processos de licenciamento, uma vez que, segundo a sindicância, tinha "interesse directo". Corrupção investigada A equipa de Maria José Morgado investigou ainda suspeitas de corrupção neste caso. O ponto de partida foram as declarações prestadas por Maria Teresa Goulão, presidente da Sociedade de Reabilitação Urbana Oriental entre Abril de 2006 e 31 de Outubro 2007. A testemunha contou que após um pequeno diferendo com João Ventura quanto a uma servidão de passagem, este terá dito ao telefone: "Já paguei a quem tinha de pagar." Ventura, nas declarações que prestou, desmentiu categoricamente. O caso foi arquivado. in http://dn.sapo.pt/2009/01/10/cidades/dois_arquitectos_camara_acusados_abu.html
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Cidade homenageou Luísa Todi A musealização da casa onde nasceu Luísa Todi, cujo projecto é da autoria do arquitecto Duarte Nuno Simões, espera verbas para avançar. A presidente da Câmara Municipal, Maria das Dores Meira, salientou, sexta-feira de manhã, numa homenagem à cantora lírica Luísa Todi, a importância social da iniciativa para manter viva a memória e tradição setubalense. Na cerimónia de deposição de flores na glorieta a Luísa Todi, o presidente da LASA – Liga dos Amigos de Setúbal e Azeitão, Carlos Silveira, também salientou a valia de “comemorar as figuras de Setúbal”, como Luísa Todi ou Bocage, mas também, entre outras, os pintores João Vaz, Fernando Santos e Celestino Alves. Na homenagem, por ocasião do 256.º aniversário do nascimento de Luísa Todi, uma das principais figuras do lirismo internacional da segunda metade do século XVIII, Maria das Dores Meira referiu-se ao Concurso Nacional de Canto Luísa Todi, uma prova que decorre em formato bienal e que tem uma edição em 2009. Recorde-se que está previsto um projecto de musealização da casa onde nasceu a cantora, em 1753, situada na rua da Brasileira e cujo edifício já foi adquirido pela autarquia por 90 mil euros no âmbito da lei do mecenato. Falta apenas o dinheiro para o projecto oferecido da autoria de Duarte Nuno Simões, arquitecto membro do centro nacional de Cultura. A casa albergará um auditório para recitais, com capacidade para receber 50 pessoas, uma pequena sala de exposições e um espaço para o espólio de algumas personalidades do concelho ligadas à música. A casa terá um núcleo museológico sobre a vida de Luísa Todi, um outro documental sobre a cantora e a época em que viveu. Este núcleo documental fica ligado online com as escolas superiores de música nacionais e com as universidades com curso de musicologia. in http://www.osetubalense.pt/noticia.asp?idEdicao=272&id=9827&idSeccao=2236&Action=noticia
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Lisboa | Novo Museu Nacional dos Coches | Paulo Mendes da Rocha
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Frente Ribeirinha: António Costa considera novo Museu dos Coches "desnecessário" 22 de Dezembro de 2008, 22:08 Lisboa, 22 Dez (Lusa) - O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (PS), classificou hoje de "desnecessário" construir um novo Museu dos Coches, um projecto do Governo no valor de 31,5 milhões de euros, financiado com verbas do Casino. "Acho desnecessário que o novo museu a financiar com as verbas do Casino seja o Museu dos Coches", disse António Costa durante a reunião pública do executivo municipal. "Não considero necessário um novo Museu dos Coches", sublinhou. O autarca argumentou não entender as razões avançadas - ser o museu com maior número de visitantes - para aplicar parte das contrapartidas iniciais do Casino de Lisboa no Museu dos Coches. "Se o museu já tem o maior número de visitantes, não vale a pena mexer", afirmou. António Costa lembrou outros projectos museológicos a construir na capital, como o Museu da Moda e do Design, da responsabilidade da autarquia, ou o Centro de Cultura Contemporânea Africana, em parceria com o Governo. "A regra da contratação de obras de arquitectura, como das obras em geral, deve ser a do concurso público, mas também entendo, como a actual direcção da Ordem dos Arquitectos entende, que haja obras que possam justificar, desde que com razões bem fundamentadas, a entrega do projecto a um arquitecto", afirmou. O Governo atribuiu directamente ao arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha (prémio Pritzker), sem concurso, o projecto do futuro museu. António Costa considerou que "a existência de uma obra do arquitecto Paulo Mendes da Rocha é algo que valoriza a cidade de Lisboa". A Câmara de Lisboa aprovou hoje um parecer favorável condicionado ao projecto e vai exigir do Governo a sua reformulação, rejeitando a construção de um silo automóvel de 26 metros na frente ribeirinha. O projecto prevê a construção de um silo automóvel com 26 metros de altura ligado ao edifício principal do Museu através de um passadiço sobre a linha do comboio. O Museu, que ocupará uma área de 15.177 metros quadrados, custará 31,5 milhões de euros provenientes das contrapartidas do Casino de Lisboa. Na apresentação pública do projecto, em Agosto, o arquitecto Paulo Mendes da Rocha descreveu o futuro Museu como um "pavilhão de exposição em cristal e aço". Paulo Mendes da Rocha recebeu em 2006 o prémio Pritzker, a maior distinção da arquitectura mundial, e é o autor, entre outras obras, do Museu Brasileiro da Escultura, em São Paulo. ACL. Lusa/Fim. in http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/34fe88020533899db53bd1.html 2009/Cenários: Museu dos Coches destaca-se entre obras mais importantes do sector Lisboa, 01 Jan (Lusa) - O novo Museu dos Coches, um projecto da autoria do arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha que representa um investimento de 31,5 milhões de euros, é uma das mais importantes obras da área dos museus em 2009. Os pormenores do projecto - que vai ocupar mais de 15.000 metros quadrados dos terrenos das antigas Oficinias Gerais do Exército, em Belém - foram apresentados em Julho deste ano pelos ministérios da Cultura, e da Economia e Inovação. A Câmara Municipal de Lisboa já apreciou o projecto e aprovou-o globalmente, mas rejeitou a construção de um silo para estacionamento no local, tendo pedido a sua reavaliação. Tanto o Governo como o arquitecto Paulo Mendes da Rocha já se mostraram abertos a refazer o projecto. O novo edifício, que deverá abrir em 2010, passará a acolher um acervo de coches reais e carruagens único no mundo e que atraiu no ano passado cerca de 240 mil visitantes, contando com os visitantes do núcleo de Vila Viçosa. A nova casa para os coches, um antigo projecto da tutela, é um dos projectos mais emblemáticos da área dos museus nacionais previstos para 2009, mas não é o único. O Museu Mar da Língua Portuguesa, confirmou recentemente o ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, vai mesmo ser criado no antigo Museu de Arte Popular, também em Belém. Quando falou no parlamento, em Novembro, sobre o orçamento para o próximo ano, o ministro indicou que o projecto previa as obras de restauro do Museu de Arte Popular, uma segunda fase de adaptação do espaço, e uma terceira de instalação museológica. O projecto museológico do Museu Mar da Língua Portuguesa já tinha sido apresentado pela anterior ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, e acabou por ser cancelado por Pinto Ribeiro, que pretende redesenhá-lo e criá-lo em parceria com o Museu da Língua Portuguesa de São Paulo, no Brasil. Mas o sector não deu origem apenas a notícias de novos projectos. Os museus nacionais foram novamente em 2008 alvo de polémica porque este ministro, tal como a anterior, recebeu uma carta dos directores dos museus a alertar para as graves dificuldades financeiras e de falta de vigilantes num sector "em ruptura". Vários museus, entre eles o Museu Nacional de Arte Antiga e o Museu Nacional de Arte Contemporânea (Chiado), foram obrigados a encerrar salas ou mais um dia por semana por falta de pessoal para vigiar os acervos. O problema foi resolvido por mais seis meses, com mais de uma centena de contratados, mas o Instituto dos Museus e da Conservação (IMC) pretende encontrar uma solução mais definitiva. Também no parlamento, o ministro da Cultura anunciou um reforço de 3,9 milhões de euros para o orçamento do IMC em 2009, de forma a "estabilizar" a situação carenciada dos 28 museus e cinco palácios nacionais. Curiosamente, apesar de terem vindo a enfrentar cada vez maiores dificuldades financeiras e de falta de vigilantes nos últimos anos - que atingiram as programações e restringiram o acesso aos espaços - os museus nacionais têm vindo a atrair mais visitantes. Nos últimos dois anos, o número de visitantes dos 28 museus nacionais ultrapassou um milhão, uma conquista só alcançada anteriormente em 1998, o ano excepcional da Expo. Dados do IMC a que a Agência Lusa teve acesso indicam que em Setembro deste ano o número de visitantes ascendia a 983.000, demonstrando que, após o último trimestre deste ano, o patamar de um milhão de visitas deverá ser largamente ultrapassado. Por outro lado, responsáveis e profissionais do sector têm vindo a alertar para a necessidade de se repensar o papel dos museus numa sociedade em acelerada mutação, com um público cada vez mais exigente. O próprio director do IMC, Manuel Bairrão Oleiro, num texto da sua autoria publicado recentemente pela revista Museologias.pt, defendeu "uma definição clara de qual o efectivo papel que o Estado pretende que os museus públicos desempenhem". No texto, o responsável apresentava três hipóteses de modelos de gestão para o futuro dos museus: num dos extremos, a hipótese de privatização da gestão dos museus públicos, mantendo-se a propriedade pública das colecções, no outro extremo os museus públicos serem geridos no estrito quadro da Administração Pública. Uma terceira possibilidade, - mais interessante e que melhores garantias de sucesso poderia trazer aos museus públicos, segundo o responsável - seria o museu financeiramente apoiado pelo Estado, de forma continuada, mas gerido de acordo com regras de gestão privada. AG. Lusa/Fim 2009-01-01 10:05:02 in http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=380310&visual=26&tema=5 -
Museu do Desporto interactivo e inovador Novo espaço, no Pavilhão Carlos Lopes, deverá estar a funcionar em 2011 2008-12-24 TELMA ROQUE Interactivo, lúdico, educativo e inovador. Serão estas as principais características do futuro Museu Nacional do Desporto, nas palavras do secretário de Estado da Juventude e do Desporto, que ontem apresentou o projecto. "É um espaço para experimentar e conhecer o desporto, para os visitantes serem capazes de responder à pergunta: o que é o desporto", frisou Laurentino Dias, acrescentando que o museu terá auditórios, cafetaria, restaurante, loja, desportódromo, exposições e cinco núcleos temáticos: corpo, actividade física, desporto, mudança e património. No Pavilhão Carlos Lopes - uma vez recuperado e transformado em museu - os visitantes poderão obter o índice de massa corporal, o BI da condição física, conselhos sobre estilos de vida saudável, testar conhecimentos, praticar desporto, obter documentos e informação actualizada, já que o espaço pretende assumir-se como pólo de investigação. "Este é um projecto inspirador, poderoso", elogiou o ministro da Presidência Silva Pereira, explicando que já foi lançado o caderno de encargos e que o concurso de arquitectura decorrerá nos próximos meses, para que a obra possa ser adjudicada no Verão. A empreitada deverá prolongar-se por ano e meio, suportada pelo Instituto do Desporto e receitas do casino. Só estará a funcionar em 2011 e tem sustentabilidade financeira. O museu, além de ter sido concebido para atrair marcas e patrocinadores, terá uma loja e uma linha própria de produtos. "Trata-se de um projecto que se insere numa estratégia de modernização e qualificação da cidade. Honra o edifício, a memória do desporto e o local", sublinhou o presidente da Câmara de Lisboa. António Costa afirmou que o museu irá acabar com o abandono "chocante" do pavilhão, mas, ao mesmo tempo, revitalizar o Parque Eduardo VII, um dos maiores espaços verdes da cidade que está "sem vida". Insere-se ainda em eixos que vão ser revitalizados: aquele que desce a Avenida da Liberdade até ao Tejo, o do Campus de Campolide e o da Avenida Duque d'Ávila, que será parcialmente pedonalizada e dotada de uma pista para bicicletas. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=1062894
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Capela das Sete Esquinas devolvida aos reguenses A secretária de Estado da Cultura, Paula Fernandes dos Santos, presidiu no passado dia 20 de Dezembro, à inauguração da Capela das Sete Esquinas, em Peso da Régua. A data marca a concretização de um sonho para muitos reguenses. Volvidos anos de ruína e de sequentes promessas de programas eleitorais, o Município de Peso da Régua resgata a memória da Capela das Sete Esquinas, numa prova evidente de que a vontade de fazer, marca uma diferença positiva no aproveitamento de instrumentos comunitários, que possibilitem a realização de obras importantes para a comunidade. A recuperação da Capela das Sete Esquinas foi concretizada no âmbito da candidatura apresentada ao Programa Operacional da Cultura, representando um investimento de cerca de centro e setenta mil Euros, com a comparticipação comunitária FEDER de sessenta e dois por cento. Em 2006, o Município de Peso da Régua decidiu promover o processo de classificação do edifício como de Interesse Municipal e recuperá-la da sua ruína, alargando a intervenção à área envolvente, repondo assim a sua dignidade como elemento notável de arquitectura e de memória colectiva. O edifício da Capela das Sete Esquinas, ou Capela de Nossa Senhora do Desterro, foi construído entre os séculos XVII e XVIII, no período artístico proto-barroco, evidenciado pela sua contenção decorativa e linearidade do portal. A recuperação da Capela das Sete Esquinas, da autoria do Arquitecto Paulo Moura, foi distinguida pelo Prémio de Arquitectura do Douro, com uma Menção Honrosa. in http://www.noticiasdevilareal.com/noticias/index.php?action=getDetalhe&id=4679
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Ilha de Faro vai ter novas dunas nos espaços demolidos 29.12.2008 - 19h17 Lusa A Ilha de Faro vai ter novas dunas nos espaços demolidos, no âmbito de um projecto orçado em 50 mil euros que venceu o concurso público de ideias para requalificar aquela zona do Algarve. O vencedor do concurso público, o arquitecto Nuno Brandão Costa, propõe a criação de "novas dunas nos espaços demolidos com o objectivo de iniciar o processo de renaturalização da ilha". Novas construções para realojamento dos habitantes da Ilha de Faro, praças, novos acessos à praia, apoios de praia e cais na ria também fazem parte do rol das propostas de Nuno Brandão Costa. Este projecto para a frente de mar da Praia de Faro, no valor que ronda os 50 mil euros, é "um esboço indicativo e não vinculativo", disse hoje o presidente da Câmara de Faro, José Apolinário. O autarca explica que este projecto vencedor deverá "influenciar" o trabalho da equipa projectista que vai desenvolver o Plano de Pormenor para a Câmara de Faro, inserido no Polis Ria Formosa, plano estratégico de valorização e requalificação da Ria Formosa, que envolve investimento na ordem dos 87 milhões de euros. A proposta vencedora do Concurso Público de Ideias é o resultado de um protocolo feito em 1996 que envolvia Ministério da Economia, autarquias algarvias e Ordem dos Arquitectos. Para este concurso público existiram 42 intenções de projecto, mas apenas 28 trabalhos estavam capazes de serem avaliados por um júri de sete pessoas oriundas de vários organismos (CCDR, Ministério da Economia, Câmara de Faro, entre outros). A proposta vencedora vai ser em breve homologada pelo secretário de estado do Turismo e depois todos os projectos candidatos vão estar expostos na Biblioteca Municipal de Faro para "promover um debate sobre o futuro da Praia de Faro", acrescentou o autarca José Apolinário. No projecto de arquitectura vencedor são propostos também novos sistemas de mobilidade, tais como uma ciclovia, TRAM (espécie de comboio), pedonal e trânsito mecânico condicionado. Reconverter a actual estrada urbana numa série linear de passeios e ciclovias, colocar pavimentos uniformes em calçada de pedra da região no sentido longitudinal dos elementos naturais existentes da praia são outras das propostas do arquitecto da proposta vencedora. O vencedor do concurso público de ideias propôs para a sua estratégia "o desenho de um sistema, que se desenvolve na geometria linear do sítio, alastrando-se sobre o território a intervir, acompanhando o sentido longitudinal dos elementos naturais existentes. in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1354459&idCanal=59 Nuno Brandão Costa venceu Concurso de Ideias para a Requalificação da Frente de Mar da Praia de Faro Projecto de Nuno Brandão Costa para a Praia de Faro O arquitecto Nuno Brandão Costa foi o vencedor do Concurso de Ideias para a Requalificação e Ordenamento da Frente de Mar da Praia de Faro, lançado pela Direcção Regional de Economia do Algarve (DREAlg) em Julho passado. O concurso tinha o objectivo de constituir as linhas de orientação de futuros Planos Municipais de Ordenamento e de outros projectos que a Câmara Municipal de Faro pretenda promover para melhorar as condições da oferta turística naquela zona. O concurso contou com a assessoria técnica do Serviço de Concursos da Secção Regional Sul da Ordem dos Arquitectos, que designou para o júri o arquitecto João Miguel Fernandes. O júri do Concurso, além do 1º lugar de Nuno Brandão Costa, atribuiu ainda o 2º lugar a Nuno Carrôlo e o 3º lugar a Francisco Freitas do Atelier RUA. A proposta vencedora prevê a criação de um parque de estacionamento nas proximidades do Aeroporto de Faro e uma nova ponte sobre a Ria Formosa, defendendo a ideia de um novo Ambiente. «Ao pretender requalificar uma paisagem tão extensa, muito complexa na sua realidade e na exigência dos problemas urbanos existentes, a resposta pretendeu-se inequívoca na sua simplicidade e clareza de modo a tornar legível a ideia de um renovado ambiente para o sítio», lê-se na memória descritiva do projecto. O arquitecto Nuno Brandão Costa propôs para a sua estratégia «o desenho de um Sistema, que se desenvolve na geometria linear do Sítio, alastrando-se sobre o território a intervir, acompanhando o sentido longitudinal dos elementos naturais existentes, a ampliar na sua visibilidade e presença», entendendo o «sector mais urbanizado da Ilha como tal, através de um pavimento uniforme em calçada de pedra da região. Deste modo, converte-se uma estrada urbana numa série linear de passeios e ciclovia». «Potenciar a paisagem e o seu carácter único constitui o objectivo da proposta alinhando-se assim um plano que ao percorrer o território, hierarquizando os seus diversos lugares, desenvolve uma estrutura horizontal que integra a resolução do programa: os acessos, os novos equipamentos, o sistema de mobilidade (ciclovia, TRAM, pedonal, trânsito mecânico condicionado), as novas construções (para realojamento), as praças, os pavimentos, os acessos à praia, os apoios de praia e os equipamentos associados, os cais de ria, a nova ponte e o parque de estacionamento», explica o arquitecto. Brandão Costa propõe ainda a criação de «novas dunas nos espaços demolidos por forma a iniciar assim o processo de renaturalização da ilha». A proposta de Nuno Carrôlo Com o objectivo assumido de contrariar a delapidação a que o património natural e paisagístico deste território singular tem vindo a sofrer, transformando-o num lugar incaracterístico e assimétrico, um espaço de excessos e defeitos onde urge repor o ténue equilíbrio entre o ecossistema e a comunidade , a proposta do arquitecto Nuno Carrôlo, classificada em segundo lugar no Concurso, apoia-se «em novos traçados reguladores, abraçados por espaços públicos mais dignos e por estruturas edificadas existentes e propostas devidamente integradas, estas últimas tendo por base uma arquitectura minimalista e modular». A proposta de Francisco Freitas do Atelier RUA Finalmente, a proposta terceira classificada, da autoria do Atelier RUA, propõe para a requalificação e ordenamento da frente de mar da Praia de Faro uma clara divisão em três fases progressivas: numa primeira fase intervém-se, de forma cirúrgica, nos pontos críticos hoje existentes, requalificando a circulação e criando um elemento longitudinal que estrutura e equipa a Praia (muro habitado). A segunda fase do processo consiste na demolição dos edifícios actualmente existentes na Ilha, mantendo-se os espaços públicos. A terceira fase completa a renaturalização, resistindo o eixo longitudinal criado na primeira fase que agora, engolido pela duna, apenas oferece um percurso de superfície em toda a extensão da Praia, ligando os vários acessos e apoios balneares/pesca construídos de forma sustentável e não perturbadora do ecossistema. 23 de Dezembro de 2008 | 15:02 in http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=29256
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João Salgueiro, Presidente da Câmara de Porto de Mós31 Dezembro 2008 - 00h30 Transparência Pública 40 mil euros moradia e quatro carros João Salgueiro é agente técnico de arquitectura e engenharia e presidente da Câmara Municipal de Porto de Mós. Na declaração de rendimentos que entregou no Tribunal Constitucional relativamente a 2004, o autarca apresenta 40 727 euros de trabalho dependente. Possui uma moradia com dois pisos no concelho a que preside e um total de 18 prédios rústicos, a maior parte por herança. A nível de carros, detém um Mercedes Benz C220, um Mitsubishi Pajero , um MG e um Lancia Y10. in http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=FD697BD3-B68F-42BF-84C1-A759D369C919&channelid=00000090-0000-0000-0000-000000000090
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Obras no Museu da Graciosa projectadas para criar dicotomia entre tradição e modernidade O Governo dos Açores encara as obras de ampliação do Museu da Graciosa, recentemente adjudicadas por cerca de um milhão de euros, como uma intervenção desenhada para criar uma “dicotomia entre a tradição e a modernidade”. Em articulação com o edifício existente, as novas formas arquitectónicas, marcadas pela volumetria, “criam uma dicotomia entre a tradição e a modernidade, num conjunto coerente e harmonioso”, grante o Executivo de Carlos César, na resposta a um requerimento parlamentar sobre o empreendimento. O projecto de construção da nova estrutura do Museu da Graciosa teve por base o propósito de “marcar a diferença através de um objecto arquitectónico com clara qualidade artística e impacto visual pela sua forma contemporânea”, pretendendo-se que se “destaque em relação ao edifício existente e a toda a sua envolvente” e que constitua um “marco do presente século para o futuro”, alega o Governo. Segundo acrescenta, tendo por base a ideia de que a “arquitectura deve ser entendida como um acto cultural criativo”, o Executivo entendeu que a opção adoptada se revela a “mais adequada “ para a esse programa de ocupação a implantar na zona classificada de Santa Cruz da Graciosa. Adjudicadas à empresa Edifer Construções, no quadro de um projecto de arquitectura de Mariana Godinho, as obras de ampliação do Museu da Graciosa permitirão aumentar as respectivas instalações de 376 para 549 metros quadrados. A cultura da vinha, uma actividade tradicional da Graciosa, continuará a constituir o centro privilegiado do projecto museológico da instituição, que abriu em 1983 como casa etnográfica. Fonte: GaCS/AP Data: 2008-12-31 10:58:11 in http://www.acores.net/noticias/view-31212.html
