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Lisboa | Centro de arte africana contemporânea | David Adjaye
JVS replied to Peter's topic in Arquitectura
Descobri o PDF sobre o projecto. Em anexo podem descarregar o ficheiro em PDF. E alguns esquissos. http-~~-//i80.photobucket.com/albums/j190/Marcosou/6a00d8341d53d453ef010536486974970c-.png O Local onde vai ser o Museu. http-~~-//img67.imageshack.us/img67/1919/contafricacm5.jpg -
Lisboa | NovAlcântara - Ampliação do terminal de contentores | ?
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
Deixo aqui uma planta para esclarecer algumas duvidas sobre este projecto. Em anexo mais alguns dados sobre o projecto. -
[ame=" "]YouTube - The Universal Declaration of Human Rights[/ame] Este video estah muito bem feito.
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Torres Vedras | Remodelação Hotel Império | Autor Desconhecido
JVS replied to lllARKlll's topic in Arquitectura
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Vi o Body of Lies. Muito bom.
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Nova Iorque | green new york tower | daniel libeskind
JVS replied to Márcio Ferreira's topic in Arquitectura
Em principio isto nao eh uma moda... simplesmente veio para ficar. Soh falta comecar a dizer a moda de ter preocupacoes pelos deficientes motores... -
Tenho a ZON. Espero que a ZON seleccione um canal semelhante.:)
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[ame=" "]56 Leonard Street on Vimeo[/ame] Um Video sobre o projecto.
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Voces esqueceram-se de colocar o arquitecto-mor do Parque das Nacoes... Frederico Valsassina. o Art Business Center, a Cidade Judicial , edificios em redor destes mais uma conjunto habitacional na zona norte sao desenhados por ele. Alem destes temos o Edificio da Parquexpo, da IBM, alguns da Cidade Judicial e o Cais Office sao do arq. Nuno Leonidas. A Torre da PT ao lado da Gare do Oriente eh desenhada por Mario Sua Kay. O Hotel Tivoli ao lado da Gare do Oriente e alguns edificios da Cidade Judicial sao desenhados pelo arq. Miguel Saraiva. A Sede da Vodafone eh desenhado por Alexandre Burmester. Os edificios de escritorios proximos do Casino Lisboa sao desenhados por Frederico Valsassina. Tres conjuntos habitacionais sao desenhados pelo Gabinete de Arquitectura Serralvarez. A Torre Zen foi desenhada pelo Gabinete Brodway Malyan. O CC Vasco da Gama foi desenhado pelo Gabinete Jose da Quintela. Os restantes estao no tal livro que foi referido.
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Pedro_fts: Saber falar no ramo da arquitectura eh essencial para a tua profissao. Se nao sabes falar com eles porque nao gostas deles entao desiste do curso. O arquitecto eh como um vendedor de produtos. Tem de saber falar, tem de saber apresentar uma ideia, tem de saber conversar com arquitectos, com trolhas, com serventes, com vendedores, com empresarios, com banqueiros, com engenheiros, com gente estupida, com pessoas efeminadas (sem sorrisos parvos), com intelectuais, com pessoas contidas, com tudo e mais qualquer coisa... mas tambem tem de saber ouvir. E ouvir muito. Ouvir e aprender a falar como os outros. A falar como os vendedores, como os trolhas, como os empresarios... nao eh facil. Eu identifico-me um pouco como o Pedro. Sempre tive algum receio que nao compreendessem o meu discurso mas apresentava os meus trabalhos... ateh ao dia em que no 4 ano disseram-me que o meu discurso era enfadonho... no 5 ano a minha nota num projecto desceu de 15 para 10 devido ah apresentacao... mas no final do ano na oral optei por uma estrategia... preparei a minha apresentacao. Quando procurei estagio tambem foi complicado... sou uma pessoa de poucas falas e ai apercebi-me do quanto eh IMPORTANTE saber falar, saber conversar, saber dialogar... ainda tenho alguma dificuldade. Apesar de nao saber conversar nem de falar com as pessoas nao eh por ai que a minha vida para. Ela continua, ela flui.... lentamente... devagar... mas flui. Ou seja. Nao gostas dos teus professores. Tambem nao gostava dos meus. De alguns. Entao enfrentava-os como se de uma guerra fosse. Preparava os meus discursos. Textos curtos. Nao divagar muito. Nao referir em pontos que eles nao gostam. Ai tens de saber quais sao os temas que eles nao gostam. Tens de evitar conversas incomodas. Tens de dizer que sim a tudo... a quase tudo... ha professores que nao gostam dos yesman... mas ai eh melhor precaver bem... os profes que nao gostam de yesman gostam de confronto mas que seja um confronto inteligente e nao um confronto estupido com picardias sejam elas inteligentes ou banais. E acima de tudo, SORRI. Um sorriso na tua boca eh meio caminho andado para o sucesso. Ha pessoas que nao se deixam enganar pelos sorrisos... mas pelo menos suaviza o ambiente. Alem de sorrir tens de ter uma boa apresentacao... tens de seduzir os teus professores. E a seducao tem muito que se lhe diga... ha pessoas que preferem pessoas calmas mas que vao falando calmamente sem pressas, de vez em quando libertam uma piada e ai o discurso flui e entranha-se nos ouvidos... Em relacao ao autodidactismo... em certos casos funciona. Mas por vezes quando existe muita dificuldade mais vale pedir apoio externo. O exemplo de van gogh eh mortal para os arquitectos. Penso que nao existe um van gogh arquitecto... coitado estaria a morrer de fome ou entao tinha uma bela cunha ou muitos conhecimentos... Espero ter ajudado.
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Hmmm... Sim, sim. Tens toda a razao. :)
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[ame=" "]YouTube - Lamb of God- Confessional[/ame] [ame=""]YouTube - Dimmu borgir - Puritania[/ame]
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Um Capitólio como a jóia da coroa do Parque Mayer Novo espaço vai ter "cumplicidades" com o Jardim Botânico e os edifícios da Politécnica Ontem TELMA ROQUE António Costa, presidente da Câmara de Lisboa, classificou o dia de quinta-feira como "histórico", durante a cerimónia de assinatura do contrato para a reabilitação do Capitólio e a apresentação da traça do novo Parque Mayer. De acordo com o autarca, é o fim de uma "malapata" de Lisboa. "Esta era uma prioridade: resolver e vencer os diversos impasses urbanísticos que se foram desenvolvendo na cidade", referiu António Costa, frisando que há várias décadas que se debate e tenta requalificar o Parque Mayer e que foi a "megalomania" de alguns projectos que fez encravar processos de reabilitação anteriores. Novos jardins e arruamentos, uma grande praça, um hotel com uma centena de quartos e uma área com 20 mil metros de construção, a destinar a serviços, comércio, restauração ou artes (a habitação está excluída) fazem parte do Plano de Pormenor do Parque Mayer que ontem foi apresentado, e é da autoria de uma equipa de arquitectos encabeçada por Manuel Aires Mateus. O desenho proposto pelos arquitectos foi criado com o objectivo de criar "cumplicidades" entre o Parque Mayer, o Jardim Botânico - entendido como o tesouro escondido da cidade - e os edifícios da Escola Politécnica. As barreiras hoje existentes deixarão de existir no futuro espaço para ligar a "pedagogia e o lazer". O cine-teatro Capitólio, cujo projecto de reabilitação também foi ontem apresentado, funcionará como "a jóia da coroa" de todo o espaço, explicou Jorge Silva, um dos arquitectos que trabalhou no Plano de Pormenor do Parque Mayer. A reabilitação do Capitólio - classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1983 e que, há dois anos foi incluído na lista dos 100 imóveis mais ameaçados do mundo pela World Monuments Watch - vai ficar a cargo do arquitecto Souza Oliveira, vencedor de um concurso que a Câmara lançou há cerca de um ano. A empreitada está orçada em 10 milhões de euros e será paga com as verbas do Casino. "Voltar a ter o Capitólio como o teatro inesquecível de Lisboa", é um dos objectivos que Souza Oliveira pretende atingir com o sua proposta de reabilitação, que classifica como "contida" e de respeito pelo desenho original de Cristino da Silva, autor da obra inaugurada em 1931 e que se encontra muito degradada, apesar de ser o primeiro edifício inteiramente modernista da cidade. A ideia de Souza Oliveira é repor as "linhas mais puras", as fachadas principais, os janelões. Segundo o arquitecto, Cristino da Silva concebeu um "espaço genial", mas as alterações efectuadas nos anos 30 provocaram ao edifício "abcessos" que pretende retirar. Na sua óptica, a criação de um balcão no interior e a cobertura do terraço "descaracterizaram" o Capitólio. Esplanadas exteriores, cadeiras retracteis e uma fachada traseira "menos triste" e aberta fazem parte da proposta do arquitecto Souza Oliveira, que fará ainda um "up-grade" ao edifício, cuja estrutura, por ser antiga, não tem protecção contra sismos. O arquitecto classificou a obra de Cristino da Silva como um projecto "atrevido e ambicioso" para a época, uma "caixa mágica com desenho de rigor", lembrando que já se acedia ao terraço através de tapetes rolantes. Recorde-se que o cine-teatro Capitólio não fazia parte do projecto que o norte-americano Frank Gehry traçou para o Parque Mayer antes de ser afastado, por se encontrar muito degradado, o que abria caminho à demolição. link - http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=1054435
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Lisboa | Plano de Urbanização da Avenida de Liberdade | Manuel Fernandes de Sá
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
É altura de decidir o que queremos fazer da Avenida -PUBLICO -02.12.2008, Ana Henriques Restrições ao trânsito no centro do debate, que em breve entrará em fase de discussão pública. Plano prevê que faixas laterais encolham Em breve, os munícipes lisboetas vão ser chamados a pronunciar-se: que futuro querem para a Avenida da Liberdade. Com a discussão pública prestes a começar, o arquitecto convidado pela Câmara de Lisboa para apontar o caminho, Manuel Fernandes de Sá, optou por uma solução salomónica: menos trânsito, mas sem exageros e continuação da predominância de escritórios. Depois, diz o arquitecto portuense, é preciso dar tempo ao tempo para que o local onde dantes todos iam para ver e ser vistos - o Passeio Público - se encha outra vez de vida. Para que se torne outra vez um local de passeio, e não apenas de passagem. Há quem pense que as medidas preconizadas por Fernandes de Sá não chegam para resgatar à sua triste sina a principal artéria da cidade, campeã europeia da poluição, mas ao mesmo tempo uma das avenidas mais caras da Europa. Isso mesmo disse a arquitecta Helena Roseta, vereadora do movimento cívico Cidadãos por Lisboa, na passada quarta-feira, dia em que Fernandes de Sá apresentou o seu projecto na reunião de câmara. "Denoto algum conservadorismo na proposta", observou. "A Avenida tem todas as condições para nos deslocarmos em transporte público ou a pé. Em contrapartida, o que lá existe é um exagero de transporte privado, e Manuel Fernandes de Sá não propõe a inversão disto". Sem carros à superfície Retirar o estacionamento da superfície e reduzir a largura das faixas rodoviárias laterais para cerca de metade, aproveitando esse espaço para alargar os passeios, são as facetas mais visíveis do Plano de Urbanização da Avenida da Liberdade e Zonas Envolventes, também conhecido pela pouco amigável sigla PUALZE. Também membro do movimento de Helena Roseta, António Elói defende que as faixas de rodagem laterais deviam pura e simplesmente desaparecer, em vez de ficarem com trânsito condicionado. A miragem de uma Avenida cheia de esplanadas de cima a baixo, com o trânsito a correr apenas no meio, seduz muita gente. Peremptório, Fernandes de Sá desfaz as ilusões: "Não é possível suprimir as faixas de rodagem laterais. Senão, como é que se chegava às casas e garagens?". E em que consiste o condicionamento ao trânsito proposto pelo arquitecto? "Não é um condicionamento muito condicionado", admite. "A ideia é que o espaço seja partilhado por peões e automóveis e circular a uma velocidade reduzida". Uma ideia que, de resto, pode vir a ser transformada depois do período de discussão pública a que o PUALZE será em breve submetido. "Questões como a da largura dos passeios devem ficar em aberto até à elaboração do projecto de execução", advoga o vereador do Urbanismo, o arquitecto Manuel Salgado. Que lança uma hipótese radical, já posta de lado pelo estudo de Fernandes de Sá pelo menos para os próximos tempos: "E porque não tirar o trânsito do meio da Avenida e ficar com ele apenas nas laterais?". Tal como estavam formuladas, as regras do PUALZE que balizavam a subida de altura dos edifícios da Avenida prestavam-se a interpretações equívocas que podiam ter efeitos incontroláveis. Quem deu por isso foi a vereadora do PSD Margarida Saavedra, que exigiu a reformulação do texto. "Era uma incorrecção do texto, a vereadora tinha razão. Já está resolvido", diz Fernandes de Sá, que invoca o desconhecimento por si e pela sua equipa do quadro jurídico em vigor na capital. A autorização para construir no interior dos quarteirões, ligando dois edifícios com frentes para duas ruas diferentes através de um terceiro construído entre eles, é outro aspecto considerado gravoso pela autarca. O plano de Fernandes de Sá -02.12.2008 Menos carros, menos poluição, mais habitantes Prioridade ao terciário A continuação da predominância do sector terciário na Avenida é um dos aspectos pouco pacíficos do plano de Fernandes de Sá. Pelas suas contas, entre terrenos vagos e imóveis devolutos ainda há espaço para o sector dos serviços crescer 16,5 por cento nos 100 hectares abrangidos pelo PUALZE. Depois de observar os mapas apresentados pelo arquitecto, a vereadora social-democrata Margarida Saavedra deixou escapar uma constatação: "Mas o local onde mora o primeiro-ministro, a Rua Braamcamp, aparece totalmente terciarizado!". O valor do terreno, um dos mais altos da cidade - 75 euros/mês por metro quadrado alugado - e os elevados níveis de ruído provocados pelo tráfego são os argumentos do arquitecto para a opção. Seja como for, o PUALZE prevê, no médio prazo, 5000 novos habitantes na área de intervenção, que passará assim de sete para 12 mil residentes. Mas sempre nas áreas circundantes da Avenida, com especial preponderância nas zonas da Rua de S. José e da Glória. Já as artérias mais próximas do Marquês surgem totalmente dedicadas ao comércio e escritórios. Para Margarida Saavedra, uma das grandes falhas falhas do plano relaciona-se com o facto de não apresentar medidas concretas de reabilitação urbana. Estacionamento subterrâneo O desaparecimento de todo o estacionamento existente à superfície da Avenida, 660 lugares, ilegais na sua maioria, é compensado no PUALZE com a construção de dois parques subterrâneos, um no cruzamento com a Barata Salgueiro e outro no cruzamento com a Manuel de Jesus Coelho - um investimento de 7,5 milhões de euros que o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, acha dispensável: "Não será necessário construir os dois parques, uma vez que há capacidade de estacionamento excedentária nos edifícios" da zona. Além da sua principal função, estes parques serviriam ainda como forma de atravessamento da Avenida pelos peões. Fernandes de Sá propõe, aliás, que a difícil ligação das duas colinas separadas pelo vale da Avenida seja feita, nos Restauradores, usando o parque de estacionamento enterrado que ali existe - "por forma a criar uma ligação privilegiada entre as duas encostas, aproveitando a existência dos elevadores da Glória e do Lavra". À superfície, o plano prevê o aproveitamento de parte do mercado do Rato - onde também quer criar uma área de serviços, comércio e eventualmente habitação - para fazer 650 lugares de parqueamento, aos quais há a juntar três parques para residentes no Largo da Oliveirinha, na Travessa de Santa Marta e na Rua do Passadiço. Reduzir poluição A poluição atmosférica ultrapassa os valores legalmente permitidos, enquanto a sonora inviabiliza, também por causa dos limites legais, a criação de novos edifícios de habitação na Avenida. "A situação não é pior devido à acção das chamadas brisas da Avenida, que dissipam a poluição resultante destes factores, sendo as poeiras retidas pela folhagem das árvores", descreve o PUALZE. Para mudar este estado de coisas a Câmara de Lisboa foi obrigada a assumir compromissos com a administração central. A alteração dos pavimentos, mas sobretudo a redução do volume de tráfego são as medidas que estão em cima da mesa. Fernandes de Sá quer, a título experimental, tirar os carros de parte da Rosa Araújo e do Largo da Anunciada - garantindo no entanto, neste último caso, a "manutenção condicionada do seu atravessamento automóvel". Investimento público Contas feitas por baixo, o PUALZE, pensado para dez anos, obrigará a um investimento público da ordem dos 57 milhões de euros, 40% dos quais dirigidos para a criação de estacionamento. A autarquia poderá recuperar parte das verbas com as taxas e impostos sobre a nova construção que se prepara para autorizar naquela que é uma das zonas mais nobres. Helena Roseta quis saber quanto valerão estas mais-valias imobiliárias, mas ninguém lhe soube responder. A.H. in http://cidadanialx.blogspot.com/ -
Petição 'Queremos o Pavilhão Carlos Lopes com prática desportiva' Caro(a) Amigo(a) Por acharmos que o Pavilhão Carlos Lopes merece ser mais que um simples museu do desporto, e que toda e qualquer solução que se pretenda para o edifício, por mais urgente que seja e é-o, sabendo de antemão que as verbas do Casino de Lisboa há muito que deviam ter sido utilizadas; será será sempre uma solução contra-natura se não contemplar a prática desportiva, vista esta não como meras aulas de ginástica ou 'jogo do berlinde', mas como prática desportiva competitiva, como foi sempre seu timbre. Nada é impossível em termos de engenharia, e por isso acreditamos que haja na CML técnicos capazes de desenvolver uma operação de reabilitação do Pavilhão Carlos Lopes que torne possível o regresso das competições desportivas, independentemente de poder vir a albergar espaços museológicos. Por isso, ajudamos aqui a divulgar a petição em apreço: Petição'Queremos o Pavilhão Carlos Lopes com prática desportiva' Por favor, assine-a e divulgue-a! Melhores cumprimentos Paulo Ferrero, Júlio Amorim e Virgílio Marques in http://cidadanialx.blogspot.com/
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AMALIA http://www.amaliathemovie.com/pt/ Alguem vai ver este filme. Pelo trailer parece ser mau. A critica do Publico deu-lhe zero a 1 estrela...
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Nova Iorque | green new york tower | daniel libeskind
JVS replied to Márcio Ferreira's topic in Arquitectura
... No comments. -
[Projecto] Casa do Voo dos Pássaros, Açores - Bernardo Rodrigues
JVS replied to 3CPO's topic in Arquitectura
As mensagens foram eliminadas porque iam contra o tema principal do topico. -
Estuda fora e fica por lah. Nao eh por mal eh para o teu bem. Desaparece deste pais o mais rapido possivel.
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Escrevi isto porque no dia em que partilhei umas fotos deste edificio fui atacado e criticado por alguns senhores arquitectos (que eram estudantes na altura)... eu nao me esqueco... tenho muito boa memoria... Mas em breve vou colocar as fotos numa reportagem.
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Dia 22 de Novembro de 2009 ?
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Pavilhão Carlos Lopes vai abrir as portas ao futuro Museu Nacional do Desporto 04.12.2008 Rede de bicicletas de uso partilhado em Lisboa aprovada num formato para evitar assembleia municipal O Pavilhão Carlos Lopes vai ser recuperado e voltar a abrir portas ao desporto. Só que, desta vez, o imóvel degradado do Parque Eduardo VII vai acolher apenas a "memória" dessa actividade e lançar as suas perspectivas de futuro, através do novo Museu Nacional do Desporto. O projecto está longe de ser pacífico na autarquia lisboeta. Só num aspecto se chega a consenso: a necessidade de suster a degradação a que chegou o antigo recinto desportivo e cultural. No entanto, o executivo municipal aprovou ontem, por maioria, autorizar a instalação no pavilhão do Museu Nacional do Desporto. A iniciativa governamental, a concretizar através da Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto e do Instituto do Desporto de Portugal, visa recuperar o edifício e criar na zona "um pólo cultural e de atracção para os que vivem e visitam Lisboa", conforme sublinha a proposta do vereador do Desporto, Marcos Perestrello. O presidente da autarquia, António Costa, vai negociar com o Governo "as condições" para a concretização do projecto, que, segundo explicou, "não é um museu estático, é um museu dinâmico". O programa museológico dará, por isso, relevo à história, mas também "ao comportamento do corpo e da motricidade humana", assumindo especial importância para a revitalização do parque envolvente. Pedro Feist, eleito do movimento Lisboa com Carmona, justificou o voto contra por entender que o espaço "não tem condições para desporto de equipa, mas tem para desporto individual" e preferia ver o pavilhão com um "uso polivalente", para actividades desportivas e culturais. O PCP também votou contra a proposta por, frisou a vereadora Rita Magrinho, "acabar de vez com as expectativas que havia de recuperação de um equipamento para a prática desportiva na cidade de Lisboa". O projecto, notou, pode servir "a memória" e "ensinar a prática desportiva, mas não se sabe é onde". A vereadora Helena Roseta, dos Cidadãos por Lisboa, entende que "o que faz uma cidade é o que ela tem de diferente" e que o museu serve para reabilitar património edificado. O executivo aprovou ainda por maioria uma proposta para a criação de uma rede de bicicletas de uso partilhado. António Costa sustentou que a iniciativa "não terá encargos para a câmara", logo, não terá de voltar à assembleia municipal - que já antes chumbou a proposta. Argumentos que não colhem junto de Fernando Negrão (PSD), que classificou a proposta como "um truque para não ir à assembleia", e de Ruben de Carvalho (PCP), para quem, seja por concessão ou contratação de serviços, o assunto "tem de ir à assembleia". Museu deve ser "testemunho da história do desporto nacional" e "instrumento da educação" desportiva. Público
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Reabilitação do Parque Mayer começa dentro de cinco meses no Teatro Capitólio Hoje às 17:23 O Teatro Capitólio, em Lisboa, será o primeiro a beneficiar das obras de reabilitação do Parque Mayer. O contrato, assinado, esta quinta-feira, entre o presidente da autarquia, António Costa, e o arquitecto Sousa Oliveira, prevê que as obras tenham início dentro de cinco meses e marcará o início da reabilitação do Parque Mayer. in http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=1054312 Capitólio: Reabilitação do edifício põe fim a "malapata" da cidade - António Costa 2008-12-04 15:59:00 Lisboa, 04 Dez (Lusa) - O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, congratulou-se com a apresentação feita hoje do projecto de reabilitação do Capitólio, que marca aquilo que considera ser o fim de uma "malapata" da cidade. "Hoje é um dia particularmente feliz para mim e para Lisboa por se ter posto termo a uma 'malapata' que se arrastava há anos na cidade: a requalificação do Capitólio" -disse António Costa. O autarca falava na cerimónia de assinatura do contrato para a reabilitação do Teatro Capitólio e apresentação da proposta do vencedor do concurso para o Plano de Pormenor do Parque Mayer, ganha pelo gabinete de arquitectos Aires Mateus & Associados. António Costa sublinhou o facto da reabilitação do teatro ser feita de acordo com o projecto inicial do arquitecto Cristino da Silva. Além disso, ao abrigo do contrato assinado hoje, o projecto da obra tem que estar concluído em 150 dias com um custo total de 10 milhões de euros "totalmente financiado" pelas contrapartidas de jogo do Casino Lisboa. O autarca disse esperar que a obra se inicie no próximo ano e esteja concluída "o mais brevemente possível" para que os lisboetas possam voltar a beneficiar daquele espaço de cultura "único" na capital e que será a "âncora" do Parque Mayer. O autarca enfatizou ainda a importância da reabilitação do teatro inserida num plano mais vasto, que integra o jardim Botânico, Parque Mayer e Museus da Politécnica, um eixo central constituído pela Baixa-Chiado e Avenida da Liberdade em "articulação" com o arco ribeirinho. António Costa recordou que o Parque Mayer "já pagou caríssimo o que durante anos devia ter sido feito e não foi", atribuindo algumas das responsabilidades a "projectos megalómanos que depois a autarquia não conseguia resolver". Questionado pelos jornalistas sobre a eventual manutenção dos comerciantes que restam no Parque Mayer durante as obras do Capitólio, o autarca referiu que o município está a negociar com as pessoas no sentido de resolver a sua situação, acrescentando que a maioria tem manifestado interesse de sair do local. Embora aquele problema não seja da responsabilidade da autarquia, mas sim da Bragaparques que devia ter devolvido os terrenos à Câmara livres de quaisquer ónus ou encargos, a autarquia está a negociar com todos os que permanecem no Parque Mayer, para que seja possível encontrar as melhores soluções em conjunto. Relativamente ao processo judicial que está em curso sobre a permuta de terrenos entre a Feira Popular e o Parque Mayer, e que envolve a Câmara de Lisboa, António Costa referiu que "independentemente da decisão judicial é ao município que compete definir o uso a dar" ao espaço. Sobre o Capitólio, o autarca invocou tratar-se de um imóvel classificado, razão por que era "responsabilidade" da autarquia promover à sua reabilitação. Na cerimónia de hoje intervieram ainda o vereador Manuel Salgado, o reitor da Universidade de Lisboa, Sampaio da Nóvoa, a directora do Departamento Municipal de Planeamento Urbano, Teresa Almeida, a arquitecta Ana Tostões (que integrou o júri do concurso do Capitólio), o arquitecto Jorge Silva em representação do gabinete Aires Mateus & Associados, o arquitecto Alberto Sousa Oliveira, e o arquitecto Nuno Teotónio Pereira, presidente do júri do concurso para reabilitação do Capitólio. CP. Lusa/fim in http://aeiou.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200812049081070 Reabilitação do Parque Mayer O devoluto cine-teatro Capitólio, no Parque Mayer, foi hoje, 4 de Dezembro, palco da cerimónia de assinatura do contrato para a sua reabilitação e de apresentação da proposta vencedora do concurso de ideias para o Parque Mayer, Jardim Botânico, edifícios da Politécnica e área envolvente. O projecto do atelier Souza Oliveira, Arquitectura e Urbanismo Lda. promete devolver ao Capitólio a imagem que esteve na base do seu desenho original pelo Arqº Cristino da Silva em 1929 – uma caixa mágica – e o Plano de Pormenor do Parque Mayer, que será elaborado pelo atelier dos arquitectos Aires Mateus e Associados, promete fazer a interligação entre o Jardim Botânico, a Universidade e o Parque Mayer, tornando-as mais acessíveis aos cidadãos. Depois de fazer uma síntese histórica da zona – desde a projecção do Passeio Público e da Avenida da Liberdade no século XIX aos inúmeros estudos de remodelação do Parque Mayer iniciados na década de 80 do século XX no mandato do Engº Krus Abecasis e continuados nos sucessivos mandatos autárquicos até à actualidade – o vereador do Urbanismo da Câmara Municipal de Lisboa, Manuel Salgado, classificou o dia de hoje como “histórico” para aquela zona nobre da cidade de Lisboa, “não apenas pelo contrato que assinamos hoje e pela apresentação do vencedor do concurso de ideias para o Parque Mayer, mas também, porque ontem aprovamos em reunião de Câmara o Plano de Urbanização da Avenida da Liberdade e Zona Envolvente, que estará em discussão pública até final de Janeiro próximo, e ainda este ano publicaremos as medidas preventivas para a Baixa, também decisivas para a reabilitação deste eixo central de Lisboa”. Ao assumir que a resolução dos “inúmeros impasses urbanísticos da cidade” foi definida como uma prioridade no seu mandato autárquico, o presidente da CML, António Costa, também realçou a importância do “desbloqueio” destas duas medidas para a reabilitação de “dezenas de edifícios que estão há anos entaipados”. “Mas o maior impasse de todos era este do Parque Mayer”, reconheceu o autarca ao recordar que a reabilitação da zona já havia sido uma “questão central na campanha de Jorge Sampaio e de Marcelo Rebelo de Sousa, há quase 20 anos”. E, depois de lembrar que “em menos de três meses de termos tomado posse estávamos a abrir estes concursos”, António Costa agradeceu o “trabalho imenso” do vereador Manuel Salgado, dos dirigentes e dos serviços municipais do urbanismo porque “fizemos isto como deve ser feito, com concursos, com debate público, com Plano de Pormenor e com júris muito qualificados e participados por todos os parceiros e pessoas que conhecem bem o Parque Mayer”. Na sua intervenção, António Costa destacou ainda a importância destes projectos fazerem a interligação entre o Parque Mayer, o Jardim Botânico e os museus da Politécnica e de estarem inseridos numa “estratégia de renovação deste eixo central da cidade, da Baixa até ao Parque Eduardo VII”, para além de enaltecer a “simplicidade” do projecto do Capitólio porque, como considerou, “o que comprometeu antes o Parque Mayer foram ideias megalomanas que não se conseguiram executar”. O processo de revitalização do Parque Mayer passo a passo O Parque Mayer constitui uma referência ímpar da história artística cultural da cidade de Lisboa e do País. A reabilitação desta área afigura-se como um dos factores mais importantes para a regeneração da cidade Lisboa. O Parque Mayer, deverá assumir-se não só como pólo de desenvolvimento de actividades lúdicas e culturais mas, também, como objecto arquitectónico de referência, introduzindo um conceito renovado de lazer no sistema e espaços públicos da cidade, designadamente no seu eixo mais relevante - a Av. da Liberdade. Acresce que a continuidade efectiva do Parque Mayer com o Jardim Botânico e os Edifícios da Antiga Escola Politécnica, aos quais é possível aceder a partir da Rua Castilho, da Rua da Escola Politécnica, da Praça da Alegria e da Calçada da Glória, conferem-lhe um enorme valor como grande espaço aberto numa parte alargada da cidade histórica Num quadro de revitalização e reestruturação de toda a zona do Parque Mayer e, pretendendo-se que este funcione como pólo de atracção e de regeneração urbana, difundindo-se para as zonas e equipamentos circundantes integrando-se com protagonismo, nas estruturas económica, social e natural envolventes, torna-se premente a requalificação do Cine-Teatro Capitólio, classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1983 (Decreto do Governo 8/83, de 24 de Janeiro, DR 19, de 21-01-1983) De facto o Capitólio surge como factor potencializador para “dinamizar a área, reforçando a sua componente lúdica e cultural” (in proposta do PUALZE), requalificação esta que se pretende adaptada às exigências regulamentares vigentes mas enquadrada no espírito do projecto original do Arq. Cristino da Silva. CONCURSO PARQUE MAYER Com este contexto foi aprovado em Reunião de Câmara (Proposta nº255/2007), a abertura do concurso público de ideias de arquitectura e paisagismo destinado a qualificar 5 equipas técnicas para participarem num concurso limitado com vista à selecção da equipa responsável para elaborar o Plano de Pormenor do Parque Mayer, Jardim Botânico, Edifícios da Politécnica e Área Envolvente. O concurso de ideias foi lançado em Novembro de 2007, tendo a entrega das propostas ocorrido no dia 25 de Janeiro de 2008. Os 27 projectos admitidos a concurso foram exibidos numa exposição nos Museus da Politécnica (3 de Abril a 18 de Maio de 2008) tendo este evento sido acompanhado por um ciclo de debates abertos à população. Em resultado das principais questões levantadas nos debates, bem como da informação técnica transmitida, os serviços camarários procederam então à elaboração do programa do concurso limitado destinada às cinco equipa vencedoras do concurso de ideias:, ARX Portugal, Vão Arquitectos Associados, Souto Moura Arquitectos e Gonçalo Byrne Arquitectos. Este concurso foi lançado no dia 30 de Junho de 2008 tendo as propostas sido entregues no passado dia 22 de Setembro. O Júri deste concurso presidido pelo Arq. Nuno Portas integrou elementos da Universidade de Lisboa, do IGESPAR, da Ordem dos Arquitectos, da Associação Portuguesa dos Paisagistas e da CML bem como personalidades relevantes do meio artístico e do urbanismo em Portugal. No seu relatório final, o Júri classificou em 1º lugar a proposta encabeçada por Aires Mateus Associados. CONCURSO CAPITÓLIO Paralelamente, foi aprovado em 12 de Dezembro de 2008 (Deliberação nº530/CM/07) o lançamento do concurso público para a reabilitação do Capitólio, reconvertido à traça do projecto original da autoria do Arq. Cristino da Silva. O referido concurso foi aberto no dia 14 de Janeiro. Pretendia-se uma reabilitação global do edifício, capaz de resolver os problemas estruturais e funcionais existentes, prevendo todos os trabalhos necessários ao seu funcionamento e dotando-o de flexibilidade suficiente para satisfazer as necessidades de grande parte dos produtores e dos encenadores do nosso meio teatral actual. No dia 11 de Abril de 2008 foram entregues 9 propostas, sendo que 4 foram admitidas a concurso: Souza Oliveira - Arquitectura e Urbanismo Lda; Agrupamento liderado por Arq. José Romano Pires; Atelier Daciano Costa e João Rosário Mateus Arqt. in http://www.cm-lisboa.pt/?idc=41&idi=41065
