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Estação Biológica pioneira em Portugal nasce no Alentejo Visa a educação e sensibilização ambientais e a investigação sobre a biodiversidade existente na região Uma estação biológica, a primeira em Portugal, está a nascer no concelho alentejano de Mourão, num antigo posto fronteiriço da Guarda Fiscal, a «dois passos» de Espanha, para investigar e promover o património natural daquela área classificada. Em plena Rede Natura 2000, na Zona de Protecção Especial (ZPE) para Aves Moura/Mourão/Barrancos e no Sítio de Importância Comunitária Moura/Barrancos, a Estação Biológica do Garducho (EBG) é um projecto do Centro de Estudos de Avifauna Ibérica (CEAI), associação ambientalista com sede em Évora. O equipamento, na Herdade dos Guizos, está previsto abrir no primeiro trimestre de 2009, depois de mais de um milhão de euros investidos na remodelação e adaptação do antigo posto da Guarda Fiscal, abandonado com o fim das fronteiras terrestres. O projecto é pioneiro em Portugal, segundo adiantou à agência Lusa Carla Janeiro, do CEAI, e visa a educação e sensibilização ambientais e a investigação sobre a biodiversidade existente na ZPE Moura/Mourão/Barrancos. «A ideia é inovadora na medida em que não existe mais nenhuma estação biológica a nível nacional. Existem algumas noutros países da Europa, uma delas no sul de Espanha, a Estação Biológica de Doñana», disse, precisando tratar-se de um «espaço privilegiado para os estudos de investigação sobre o património natural». Zona «muitíssimo importante a nível europeu pelo seu património natural» A ZPE de Moura/Mourão/Barrancos é local de abrigo e de reprodução de várias espécies emblemáticas e ameaçadas de extinção, como a Águia-imperial, a Águia de Bonnelli, o Grou-comum, a Abetarda, o Sisão e o Cortiçol-de-barriga-preta. Além disso, realça o CEAI, a sua importância ecológica destaca-se também por ser um local de «ocorrência histórica do Lince-ibérico, a espécie de felino mais ameaçada do mundo». «São três concelhos muitíssimo importantes a nível europeu pelo seu património natural», sublinhou Carla Janeiro, explicando que, a partir da EBG, será «muito mais fácil desenvolver acções de conservação, de educação ambiental e de investigação» sobre essa biodiversidade. O equipamento pretende também contribuir para a dinamização socio-económica da Margem Esquerda do Guadiana, uma das mais deprimidas regiões de Portugal e da Europa. «Uso sustentável de recursos» A estação, cujo projecto de arquitectura pretendeu conciliar a paisagem e o uso sustentável de recursos naturais, será dotada de uma exposição permanente, interactiva e multimédia sobre os valores naturais da região, com a intervenção artística de Fernanda Fragateiro. Uma área de trabalho técnico e uma unidade de alojamento para investigadores e visitantes são outras das valências disponíveis, num equipamento que, estruturalmente, também tem preocupações ambientais. O fornecimento de energia eléctrica vai ser garantido por um sistema de painéis solares fotovoltaicos, enquanto que as águas pluviais serão recolhidas para uma cisterna, sendo depois reaproveitadas. Já o isolamento térmico é garantido com painéis de aglomerado negro de cortiça, feitos a partir de restos daquele material, desaproveitados pela indústria corticeira, enquanto que traves de madeira de linhas-férreas desmanteladas foram utilizadas no revestimento de varandas e terraços. O projecto da EBG foi co-financiado pelo Programa Operacional Regional do Alentejo, tendo contado também com o apoio do município de Mourão e várias empresas privadas. in http://diario.iol.pt/ambiente/biologica-estacao-alentejo-biodiversidade-aguias-animais/1011372-4070.html
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Ingleses entram na corrida ao novo aeroporto Empresas do Reino Unido posicionam-se para entrar na infra-estrutura aeroportuária em Alcochete. Nuno Miguel Silva Depois dos grupos espanhóis, franceses e de alguns outros de diversas partes do mundo terem já manifestado o seu interesse, é a vez de as empresas britânicas entrarem na corrida ao negócio do novo aeroporto internacional de Lisboa. Uma das primeiras iniciativas nesse sentido vai decorrer hoje, no Centro Cultural de Belém. Trata-se de um seminário organizado pela Embaixada Britânica em Portugal pelo organismo UKT&I – United Kingdom Trade & Investment, congénere da AICEP, que irá debater as oportunidades de negócio que o novo aeroporto irá proporcionar às empresas britânicas. “Penso que poderemos dar um contributo significativo ao projecto, uma vez as empresas britânicas têm uma grande experiência no sector aeronáutico. Basta dizer que Londres, na sua totalidade, é hoje o centro de aviação mais usado de todo o Mundo, com 120 milhões de passageiros por ano”, disse ao Diário Económico Alexander Ellis, embaixador do Reino Unido em Portugal. A possibilidade de efectuar negócios ocorre em sectores como a consultoria, arquitectura, engenharia, tecnologias de informação, segurança, análise jurídica, financiamento, construção, gestão de bagagens e controlo de navegação aérea. “Temos tudo, de facto, quer em experiência nacional ou internacional”, sublinha Alexander Ellis, referindo que as empresas britânicas lideram ou colaboram na construção e gestão daquele que vai ser o maior aeroporto do Mundo, em Kuala Lumpur (Malásia) e do terminal 3 de Pequim (China). O embaixador britânico explica ao DE que um dos objectivos da iniciativa de hoje é “promover parcerias” luso-britânicas. Um dos co-organizadores deste seminário é o British Aviation Group (BAG), organismo dependente do UKT&I que integra um vasto conjunto de empresas britânicas relacionadas com as diversas vertentes do negócio das infra-estruturas aeroportuárias. “Estamos perante um vasto conjunto de empresas interessadas em concorrer ao projecto, que estão muito bem colocadas em termos de ‘expertise’ e que deverão vir a ter um papel proeminente neste projecto”, adiantou ao DE Alan Lamond, ‘chairman’ do BAG. Além das consultoras e de outras prestadoras de serviços, Alan Lamond destaca o interesse dos grupos construtores britânicos e dos bancos de investimento no novo aeroporto. Este responsável acrescenta que, tendo em conta que Londres é um dos maiores centros financeiros mundiais, “há uma grande probabilidade de junção de consórcios de grupos ingleses com outros localizados em Londres”. “Penso que existem vários agrupamentos em diversas fases de formação. Todos estão muito bem posicionados, mas não deverão ser anunciados até haver mais detalhes sobre o que vai mesmo acontecer”, defende Alan Lamond. Mário Lino garante normalidade nos concursos O Ministro das Obras Públicas, Mário Lino, garante que os concursos lançados no terreno estão todos a correr de acordo com o previsto, com candidatos mais do que suficientes para assegurar a realização dos projectos. Em declarações ao Diário Económico, Lino explicou o contexto das suas declarações, mais cedo, no Parlamento, onde admitiu que, com a crise financeira, alguns concursos pudessem vir a ficar vazios. “Obviamente não posso garantir que isso não venha a suceder no futuro, em termos meramente hipotéticos”, disse, acrescentando, no entanto, não ter qualquer sinal de que isso possa vir a suceder. “É verdade que estamos a trabalhar com prazos apertados, que seriam normais em tempos normais. A diferença é que na fase da montagem da proposta financeira os finalistas pedem mais uma semana ou 15 dias para fechar as operações com os parceiros financeiros”, explica. Sobre os concursos já lançados, Mário Lino afirma estarem praticamente todos com os finalistas escolhidos, com excepção do Pinhal Interior, em que as quatro propostas recebidas deverão ser reduzidas a duas nos próximos dias. in http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/empresas/pt/desarrollo/1182961.html
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Obra singular de Arménio Losa mobiliza cidade Ordem dos Arquitectos homenageia mestre nocentenário do seu nascimento com exposições e debates MANUEL VITORINO Um arquitecto modernista, autor de uma obra singular e feita de rupturas com visão tradicionalista do Estado Novo. São elogios feitos ao arquitecto Arménio Losa, alvo de homenagem na cidade onde viveu e deixou marca indelével. "Andou sempre à frente do seu tempo". É a opinião mais vezes ouvida quando surge o nome de Arménio Losa, arquitecto, urbanista, autor de vários planos de urbanização de Gaia, Matosinhos e do Porto, cidadão empenhado em causas cívicas e políticas de combate ao Estado Novo. "Toda a sua vida foi marcada pela luta antifascista e sempre teve uma dimensão ética do exercício da profissão. Foi sempre um homem coerente", referiu, ao JN, Manuel Correia Fernandes, catedrático de Arquitectura da FAUP. O mesmo ângulo de análise foi, igualmente, partilhado pelo arquitecto Nuno Portas, professor na FAUP e amigo de Arménio Losa. "Acompanhou desde sempre as mudanças do Porto no século XX. Foi um grande mestre e sempre teve uma visão metropolitana do espaço urbano", disse. "Deixou uma obra ímpar", atalhou, deixando implícita a ideia de que a vida e obra de Arménio Losa continua a ser uma referência para estudantes e jovens arquitectos. Para Pedro Ramalho, arquitecto e comissário-geral das comemorações promovidas pela Ordem dos Arquitectos alusivas ao centenáriodo nascimento de Arménio Losa (1908-2008) o responsável do primeiro gabinete de Urbanismo da Câmara do Porto foi sempre um homem de rupturas. "No pós-guerra, o movimento modernista teve uma importância muito grande, já que introduz regras novas e faz um corte com a arquitectura tradicional. Arménio Losa esteve neste movimento e sempre teve evidentes preocupações sociais e políticas". Impedido pelo Estado Novo de leccionar pelo Estado Novo - por razões políticas e ideológicas -, a sua obra sempre foi seguida com particular atenção e estudo. "Foi moderno, racionalista e adepto dos ideiais de Le Corbusier. Foi um homem de rupturas em relação ao passado. Pagou caro, mas até ao final da vida esteve atento à evolução e transformação da cidade", elogiou, ao JN, o arquitecto João Paulo Rapagão. Entre os projectos mais marcantes na cidade e cujos testemunhos são referências na sua obra, conta-se os edifícios de habitação da Rua da Boavista, à Carvalhosa (1945), o prédio de escritórios nas ruas de Sá da Bandeira com Guedes de Azevedo (1946) e, ainda, o edifício modernista da Rua de Ceuta, desenhado em 1950. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Porto&Option=Interior&content_id=1042147
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Lisboa. Oposição promete contestar nova proposta do vereador Manuel Salgado Licenciamento do prédio vai ser debatido em reunião pela segunda vez A Câmara de Lisboa tem agendada para amanhã a discussão da proposta subscrita pelo vereador com o pelouro do Urbanismo a qual sustenta o licenciamento do polémico projecto dos arquitectos Manuel Aires Mateus/Frederico Valsassina para o gaveto da Rua do Salitre com a Alexandre Herculano. Esta é a segunda vez que o assunto vai à câmara, de pois de a primeira proposta naquele sentido ter sido inviabilizada em Julho pelo executivo municipal com 11 votos contra e seis a favor. Helena Roseta disse ao DN que "se os termos da proposta se mantiverem iguais também a natureza do meu voto se manterá". Ou seja, contra. E se houver alterações à proposta? "Teremos que as analisar e só depois nos pronunciaremos", salientou a vereadora do movimento Cidadãos Por Lisboa. O DN soube, entretanto, junto de fontes municipais, que o vereador Manuel Salgado deverá levar para a votação junto com a proposta um parecer dos serviços jurídicos do município que defendem a viabilização do empreendimento. Os juristas da câmara dizem que quem votar contra terá que fundamentar legalmente o seu voto. Recorde-se que o PSD anunciou a intenção de apresentar uma proposta de criação de um jardim, como alternativa ao projecto urbanístico para o Largo do Rato. Margarida Saavedra, arquitecta e vereadora social-democrata, disse ao DN que "a criação de uma zona verde ajardinada naquele local (ideia que já vem do mandato de Jorge Sampaio) seria uma boa solução porque contribuiria para a reabilitação e valorização do Largo Rato e do seu conjunto composto por edifícios notáveis como o Palácio Palmela (Procuradoria-Geral da República, a Sinagoga, ou mesmo o Palácio dos Marqueses da Praia (sede do PS)". Margarida Saavedra, sublinha que o PSD não tem razões para viabilizar agora esta proposta. "O senhor vereador Manuel Salgado traz um parecer dos serviços jurídicos da autarquia que não é mais do que uma encomenda desta maioria para que a sua posição prevaleça", afirma Margarida Saavedra, lembrando que António Costa insiste no argumento de que o projecto de arquitectura foi aprovado e que os projectos de especialidades cumprem a legislação. Mas não é isso que está em causa. Em jogo está o enquadramento daquele projecto", continua. Para a eleita do PSD, "o parecer dos serviços quer empurrar o ónus de um chumbo para a oposição, ora é preciso saber ao certo de há direitos adquiridos do promotor ou não. Achamos que só há expectativas". Ruben de Carvalho do PCP reiterou a sua oposição ao projecto, mas aguarda pela análise das alterações à proposta. in http://dn.sapo.pt/2008/11/11/cidades/camara_discute_projecto_polemico_lar.html
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Apolinário garante que projecto para Museu de Arte Contemporânea de Faro será aprovado quinta-feira O projecto de arquitectura do futuro Museu de Arte Contemporânea para Faro vai ser aprovado na próxima quinta-feira em reunião de Câmara e a primeira pedra será lançada em 2009, disse hoje à Lusa o presidente da autarquia local, José Apolinário. "A Câmara aprovará quinta-feira [dia 13], o projecto de arquitectura para o Museu de Arte Contemporânea, porque já tem a aprovação dos Instituto de Museus e do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico" (Igespar), declarou José Apolinário. Assim que esteja terminado o projecto de especialidade, é lançada a primeira pedra do museu, o que, segundo estimativa do autarca deverá acontecer ao longo de 2009. "O projecto é para realizar ao longo de dois anos e terminar em 2011", acrescentou o autarca. Três milhões e meio de euros é a estimativa orçamental para erguer o futuro Museu de Arte Contemporânea de Faro, que integrará uma área de exposições de 2.500 metros quadrados, e será edificado na antiga Fábrica da Cerveja, na zona da cidade velha, equipamento que já tem servido para acolher exposições itinerantes. No Algarve não existem equipamentos culturais dedicados à arte contemporânea, havendo apenas exposições pontuais, algumas realizadas ao abrigo do programa "Allgarve", em parceria com a Fundação Serralves. Os presidentes das Câmaras de Loulé e Tavira também querem instalar centros de arte contemporânea nos seus concelhos, mas os projectos ainda não foram aprovados. 11 de Novembro de 2008 | 16:41 lusa in http://barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=28347&tnid=5
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Lisboa: Executivo analisa instalação do Museu da Moeda na Igreja S. Julião e projecto para o Capitólio Lisboa, 11 Nov (Lusa) - A Câmara de Lisboa discute quarta-feira o projecto de arquitectura para reabilitar a antiga Igreja de S. Julião, transformando-a num espaço museológico, numa das quatro intervenções prioritárias para a autarquia na zona da Baixa Pombalina. De acordo com a proposta do vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, os quatro projectos em causa são considerados "estratégicos para a reabilitação da Baixa Pombalina" e têm "importância vital para a sua revitalização". Os quatro projectos incluem a instalação do Museu da Moeda na antiga Igreja de São Julião, do Museu do Design - MUDA na antiga sede do Banco Nacional Ultramarino, a criação de um jardim na zona dos degradados anexos da GNR no Carmo (com ligação ao Museu das Ruínas e ao futuro Museu da GNR) e a construção de um acesso mecânico para ligar o Vale da Baixa ao Castelo. Para que estes quatro projectos pudessem avançar a autarquia suspendeu os dois artigos do Plano Director Municipal (PDM) que impedem obras de fundo e novas construções nesta área da cidade. Na reunião de quarta-feira, o executivo camarário vai discutir também a adjudicação, por mais de meio milhão de euros (593.884) do contrato de prestação de serviços para o desenvolvimento do projecto de reabilitação do edifício do Capitólio ao vencedor do concurso: Souza Oliveira - Arquitectura e Urbanismo Lda. A recuperação do edifico do Capitólio será a âncora do reabilitado Parque Mayer. As diversas candidaturas que a Câmara de Lisboa já apresentou ao Turismo de Portugal para requalificar o Parque Mayer, nas quais se inscreve a recuperação do Capitólio, ascendem a 10 milhões de euros. Reabilitar o espaço como "um lugar de teatro" e repor a "grande sala" do Capitólio, abrindo-a lateralmente "para uma grande praça", são algumas das linhas orientadoras do projecto vencedor, segundo a memória descritiva a que a agência Lusa teve acesso. Concebido pelo arquitecto Luís Cristino da Silva, o Capitólio é considerado o primeiro edifício do Movimento Moderno em Portugal e abriu em 1931. O vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, já assumiu o compromisso de as obras começarem nos próximos dois anos. Resolver os problemas estruturais e funcionais existentes no Capitólio, devolvendo-o à traça original, são objectivos da requalificação do edifício, cujo caderno de encargos determina a manutenção da fachada principal, da sala principal de espectáculos, do piso superior e da esplanada ao ar livre. O projecto prevê a remoção - segundo o caderno de encargos - do balcão existente a meia altura da sala de espectáculos, a cobertura no piso superior e os "foyers" laterais opostos às fachadas laterais em 1935. A zona afecta ao palco e aos camarins, as caves técnicas, o subpalco e as arrecadações são, segundo o mesmo documento, estruturas passíveis de alteração ou ampliação de volumetria. Para repor são os parâmetros em vidro das fachadas laterais, os tapetes rolantes - os primeiros do género em Portugal -, como memória do projecto original, e o palco superior para variedades e projecção de cinema. © 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. 2008-11-11 16:55:20 comentar artigo in http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=372326&visual=26&tema=5
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Lisboa: Executivo analisa instalação do Museu da Moeda na Igreja S. Julião e projecto para o Capitólio Lisboa, 11 Nov (Lusa) - A Câmara de Lisboa discute quarta-feira o projecto de arquitectura para reabilitar a antiga Igreja de S. Julião, transformando-a num espaço museológico, numa das quatro intervenções prioritárias para a autarquia na zona da Baixa Pombalina. De acordo com a proposta do vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, os quatro projectos em causa são considerados "estratégicos para a reabilitação da Baixa Pombalina" e têm "importância vital para a sua revitalização". Os quatro projectos incluem a instalação do Museu da Moeda na antiga Igreja de São Julião, do Museu do Design - MUDA na antiga sede do Banco Nacional Ultramarino, a criação de um jardim na zona dos degradados anexos da GNR no Carmo (com ligação ao Museu das Ruínas e ao futuro Museu da GNR) e a construção de um acesso mecânico para ligar o Vale da Baixa ao Castelo. Para que estes quatro projectos pudessem avançar a autarquia suspendeu os dois artigos do Plano Director Municipal (PDM) que impedem obras de fundo e novas construções nesta área da cidade. Na reunião de quarta-feira, o executivo camarário vai discutir também a adjudicação, por mais de meio milhão de euros (593.884) do contrato de prestação de serviços para o desenvolvimento do projecto de reabilitação do edifício do Capitólio ao vencedor do concurso: Souza Oliveira - Arquitectura e Urbanismo Lda. A recuperação do edifico do Capitólio será a âncora do reabilitado Parque Mayer. As diversas candidaturas que a Câmara de Lisboa já apresentou ao Turismo de Portugal para requalificar o Parque Mayer, nas quais se inscreve a recuperação do Capitólio, ascendem a 10 milhões de euros. Reabilitar o espaço como "um lugar de teatro" e repor a "grande sala" do Capitólio, abrindo-a lateralmente "para uma grande praça", são algumas das linhas orientadoras do projecto vencedor, segundo a memória descritiva a que a agência Lusa teve acesso. Concebido pelo arquitecto Luís Cristino da Silva, o Capitólio é considerado o primeiro edifício do Movimento Moderno em Portugal e abriu em 1931. O vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, já assumiu o compromisso de as obras começarem nos próximos dois anos. Resolver os problemas estruturais e funcionais existentes no Capitólio, devolvendo-o à traça original, são objectivos da requalificação do edifício, cujo caderno de encargos determina a manutenção da fachada principal, da sala principal de espectáculos, do piso superior e da esplanada ao ar livre. O projecto prevê a remoção - segundo o caderno de encargos - do balcão existente a meia altura da sala de espectáculos, a cobertura no piso superior e os "foyers" laterais opostos às fachadas laterais em 1935. A zona afecta ao palco e aos camarins, as caves técnicas, o subpalco e as arrecadações são, segundo o mesmo documento, estruturas passíveis de alteração ou ampliação de volumetria. Para repor são os parâmetros em vidro das fachadas laterais, os tapetes rolantes - os primeiros do género em Portugal -, como memória do projecto original, e o palco superior para variedades e projecção de cinema. © 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. 2008-11-11 16:55:20 comentar artigo in http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=372326&visual=26&tema=5
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Matosinhos | Cine-teatro Constantino Nery | Alexandre Alves Costa
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
Vereador da Cultura da Câmara fala sobre a obra Venham mais 100 anos! O Cine-teatro Constantino Nery foi inaugurado a 10 de Junho de 1906. Com o tempo, o espaço entrou em decadência e acabou por fechar já na década de 80. A autarquia adquiriu o imóvel em 2001 e transformou-o num edifício renovado, seguindo o projecto do arquitecto Alexandre Alves Costa. O resultado está à vista. Fernando Rocha acompanhou o processo de recuperação do centenário Cine-teatro Constantino Nery do primeiro ao último dia. Satisfeito com a obra, o vereador da Cultura garante que não haverá espaço à “mediocridade”, apostando na qualidade dos espectáculos. Matosinhos Hoje- O projecto de intervenção no Cine-teatro Constantino Nery manteve apenas a fachada? O interior do edifício foi totalmente remodelado? Fernando Rocha- Sim, mas isso estava previsto já no caderno de encargos. A única referência que tínhamos era a manutenção da fachada. Apareceram vários projectos e, na altura, achamos que este seria o mais interessante. Não havia grandes possibilidades de se manter a estrutura do Constantino Nery. A estrutura tinha caído. Estava completamente destruída. A estrutura do teatro que havia não era compatível com uma sala de espectáculos legalizável hoje. Estamos a falar de saídas de emergência, de circulações, da teia que não existia para as exigências que nós queríamos, não tinha o número de camarins obrigatório, não tinha as áreas técnicas que hoje em dia são obrigadas a existir. Estamos a falar dos ares condicionados, som, luz, protecção contra incêndios. Não tinha um posto de transformação que é obrigatório ter e que está cá. MH- A fachada é, para muita gente, um elemento simbólico do que foi o Constantino Nery... FR- Quisemos deixar ficar a fachada por isso mesmo. Se não fosse para manter a fachada, teríamos feito o teatro noutro sítio e não teríamos os constrangimentos que este espaço nos provocou. Estamos a falar de um teatro que está encaixado na malha urbana, que não teve um metro quadrado de crescimento possível. A fachada é a memória, é a recordação. Quisemos manter o teatro no seu lugar histórico, na Avenida Serpa Pinto. MH- A fachada mantém-se exactamente igual? FR- A fachada está rigorosamente igual. Inclusivamente há peças que tiveram que ser construídas a partir de fotografias existentes. Estava bastante destruída. Havia alguma painéis estragados. Havia peças em falta, nomeadamente na zona das varandas. Foram colocadas agora. A fachada era aquela que as pessoas viam, no início, há 100 anos. MH- Como será resolvido o problema do estacionamento, uma vez que o teatro está situado numa das artérias mais movimentadas da cidade? FR- Fizemos um acordo com a Docapesca, em os utentes do Constantino Nery vão ter uma tarifa especial e não vão ter carga horária para estacionar. Estamos a falar de um sítio que fica a 50 metros daqui. É uma tarifa realmente mínima. MH- A entrada em funcionamento do Constantino Nery altera alguma coisa em termos de programação cultural da autarquia? FR- Não vai haver uma grande alteração daquilo que nós já fazemos. O que vai haver é uma melhor oferta de conforto para as pessoas e vai haver a possibilidade de mantermos a regularidade em algumas áreas que até hoje não era possível, como o teatro, o cinema e a dança. Vai também, de certa forma, centralizar um pouco as nossas actividades. As pessoas vão ter o Nery como uma referência nos seus momentos de lazer e de fruição cultural. Não vamos entrar pelo facilitismo. Vamos ser rigorosos, vamos fazer programação de qualidade. Não iremos dar espaço à mediocridade no Constantino Nery, mas isso é o que temos feito ao longo dos anos e tem corrido bem. A filosofia do pelouro da Cultura da Câmara de Matosinhos, que está consolidada pelo Presidente, por mim próprio e assumida pela equipa dirigida pela Drª Clarisse Castro, não se vai alterar minimamente. Este teatro foi feito a pensar em todo o tipo de público. Vamos fazer espectáculos de qualidade. MH- Quando escolheu a Luísa Pinto para directora artística do Constantino Nery, esperava uma certa polémica em relação ao facto de ter sido contratada antes da obra estar feita e de auferir alegadamente um ordenado elevado? FR- Foi uma polémica num circuito fechado. Passou-me até um bocadinho ao lado. Não é verdade que o ordenado seja principesco. É mentira. O ordenado é público. O facto de ser com muita antecedência também não é verdade. Só quem nunca programou ou quem estiver de muita má fé é que alimenta uma coisa dessas. Nenhuma sala de espectáculos ou nenhuma actividade cultural se programa a um mês ou a 15 dias. A escolha da directora artística foi por ser uma pessoa de Matosinhos, estava ligada à área e tinha um passado de colaboração com a Câmara. Não há aqui mais nada. Ponto final. MH - O vereador da CDU, Honório Novo, votou, em reunião de câmara, contra a contratação de uma empresa de trabalho temporário, afirmando que a lei prevê outras alternativas para contratar funcionários para o Constantino Nery. Como lida com essa crítica? FR- Eu compreendo as posições do eng. Honório Novo, porque conheço a filosofia e a ideologia do partido dele. A contratação de uma empresa de trabalho temporário não se enquadra no Partido Comunista e é uma coisa que eu respeito perfeitamente. Como sabe, nós não temos experiência de gestão de um espaço destes. Por outro lado, a Câmara Municipal não tem nos seus quadros o pessoal técnico qualificado que exige um teatro. Não tem produtoras. Não há técnicos de som, não há técnicos de luz, não há directores de cena, não há na estrutura da Câmara, mas não sabemos o que é que uma estrutura destas pretende. Temos uma ideia base. Andamos a estudar o assunto. Achamos que não devíamos arriscar à primeira, mesmo o próprio modelo de gestão. Este primeiro ano é o ano de experiência para depois tomarmos as decisões definitivas. É lógico que não nos passa pela cabeça manter esta situação eterna. Presumo que nos primeiros quatro, cinco meses, vamos retirar as nossas conclusões, como fizemos na Biblioteca ou no Museu Quinta de Santiago, em que recorremos a trabalho externo. Não é, de todo, uma novidade. MH- O modelo de gestão do Constantino Nery poderá passar pela criação de uma empresa municipal como existe para o desporto? FR-É uma possibilidade em aberto. Até esta fase, nunca achei que houvesse necessidade de construir ou de montar uma empresa municipal para a cultura. Agora, vamos ver que dinâmicas é que vai introduzir o Constantino Nery e fazer essa avaliação. Não tenho nenhuma certeza absoluta sobre nada. Vamos ver, vamos estudar, vamos pensar. De certeza que a solução encontrada vai ser a melhor para a cultura e para Matosinhos. MH- A Câmara Municipal de Matosinhos investiu três milhões e meio de euros na recuperação do Constantino Nery... FR- Sim, financiados pelo Estado em quase metade. Esse financiamento não surgiu pelos nossos lindos olhos. Surgiu pelo nosso trabalho, porque estamos a falar de uma candidatura. Termos sido incluídos no Programa Operacional da Cultura, quer através do projecto do Constantino Nery quer através do projecto do Museu da Quinta de Santiago mostra que nós trabalhamos. Exigiu calendarizações e prazos a cumprir que, quer no Nery quer na Quinta de Santiago, estão cumpridos. MH- Espera algum retorno financeiro desse investimento ao nível da receita dos espectáculos? FR- Não vejo isso dessa maneira. Acho que quando se faz uma estrada, ninguém está à espera que ela dê o retorno financeiro. O retorno é facilitar a vida às pessoas. Nos equipamentos culturais é igual. É lógico que toda a gente sabe dificilmente a cultura se auto-financia. O que nós vamos tentar no Constantino Nery é minimizar esses custos. Agora, não tenho dúvida nenhuma que o Constantino Nery não se vai auto-financiar a 100% e muito menos vai criar riqueza para pagar o investimento. Estes equipamentos são para servir o público. Faz parte do plano de investimentos de qualquer autarquia do país e a de Matosinhos não é diferente das outras. MH- Depois do Constantino Nery, o que lhe falta fazer? O Auditório Municipal? FR- Falta-me fazer muitas coisas! Temos vários projectos em andamento. O nosso mandato acaba em finais de 2009. Eu vou trabalhar até ao último dia como se fosse o primeiro. Temos, neste momento, em mãos o Auditório, o Museu da Indústria Conserveira, a nossa parceria com o Museu de Serralves para a criação do Pólo de Matosinhos, a Casa da Arquitectura... Temos também em mãos, mas de mãos amarradas, o Museu da Cidade, que será no Quartel da GNR em Leça da Palmeira, mas enquanto a GNR não sair de lá, não podemos fazer nada. Ao nível de equipamentos, entendo que não nos vamos alargar muito mais, porque, efectivamente, os que temos dão resposta às nossas necessidades. Por: Dulce Salvador in http://www.matosinhoshoje.com/index.asp?idEdicao=388&id=19643&idSeccao=3053&Action=noticia -
Óbidos:Câmara pagou trabalhos a mais em quartel de bombeiros sem suporte legal - Tribunal Contas 10 de Novembro de 2008, 12:35 Óbidos, Leiria, 10 Nov (Lusa) - Uma auditoria do Tribunal de Contas à Câmara de Óbidos concluiu que o município efectuou, sem suporte legal, uma transferência de 615 mil euros para pagar trabalhos a mais da obra de construção do quartel dos bombeiros. Pela autorização da despesa, o presidente da Câmara e os vereadores "incorrem em eventual responsabilidade financeira sancionatória", sustenta o Tribunal de Contas no relatório da auditoria, aos anos de 2004/2005, hoje divulgado. Fonte da Câmara de Óbidos respondeu à Lusa que as verbas transferidas foram a título de subsídio à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Óbidos (AHBVO) e não trabalhos a mais. A mesma fonte acrescentou que "o dinheiro público foi bem aplicado na melhoria das condições" da corporação que passaram a ter, entre outras valências, uma casa/escola. O processo da eventual sanção a ser paga pelo presidente e vereadores ainda vai decorrer no Ministério Público. A Câmara, o Ministério da Administração Interna e a AHBVO tinham assinado em 2002 um protocolo onde ficou definida a forma de financiamento da construção do quartel. O MAI financiava a obra em 65 por cento (418.989,35 euros) e a Câmara com os restantes 35 por cento (225.609,31 euros). Após a celebração do protocolo, a associação acabou por decidir construir o quartel num local diferente do que estava inicialmente previsto e contratualizado. Apesar dessa decisão, não efectuou novo projecto de arquitectura nem regularizou as questões relativas à titularidade dos terrenos, apurou o Tribunal de Contas (TC). Nesse sentido, o TC entendeu que o pagamento dos trabalhos a mais, na empreitada de construção do quartel, foi feita "sem suporte legal por não haver um contrato e a autarquia não ter exigido à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntário de Óbidos o cumprimento das normas legais que regulam as empreitadas de obras públicas". Com a mudança de local, "a CMO assumiu e pagou mais 615.671,05, relativos a trabalhos a mais, que acrescentando ao valor previsto no protocolo, perfaz o montante global de 841.280,36 euros, que corresponde a 66% do custo total da empreitada suportado pela CMO", afirma o TC. A autarquia, "além do valor que lhe coube, de acordo com a repartição prevista no protocolo, suportou mais 490.963,45 euros a título de trabalhos a mais, representativos de um desvio de 76% sobre o valor da adjudicação", conclui o documento. ZO. Lusa/fim in http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/49e133b4ef1ce093cd2b5c.html Muro divide mesmo com novo projecto 00h30m CARLA SOARES O protesto de uma moradora de Ermesinde, devido à altura do muro de um novo prédio, volta sob a forma de queixa ao Ministério Público. Por sua vez, a Câmara de Valongo garante que "tudo está legal" por ter aprovado a alteração ao projecto. O diferendo já vem de 2006. Desde então, repetem-se os apelos de Gracinda Marques Pereira, dona de uma casa cujo quintal está colado às traseiras do novo prédio. Com a ajuda do filho, Domingos Rocha, contestou a altura do muro ali construído, por ultrapassar os 2,5 metros previstos no projecto. Hoje, mantém o protesto e colocou faixas acusando a Autarquia de os "enganar". Mas a Câmara garante que, neste momento, a obra está "perfeitamente legal" porque, há alguns meses, foi aprovada uma alteração ao projecto que, alega, corrigiu "erros" do anterior documento. Embora a Autarquia tenha embargado a obra, Gracinda e o filho asseguram que continou a crescer a olhos vistos. Já tem moradores e licenças de habitabilidade. A proprietária da moradia vai, agora, repetir a queixa ao Ministério Público que o filho apresentou mas que foi arquivada por ter sido feita, não em nome da moradora, mas no seu. Os cerca de quatro metros, só permitidos com a alteração ao projecto, "tiram o sol", lamenta, queixando-se, ainda, da "falta de privacidade" devido à altura da construção. "Garagens à cota da rua como cave" é uma das mensagens que Gracinda mandou pendurar. Além disso, critica o "buraco" que ficou entre o muro, uma vez derrubado o antigo, e o pátio. Ao JN, o vereador do Urbanismo, José Luís Pinto, confirma que, quando surgiram as queixas, o processo "não estava legal" porque a construção não seguia o projecto. Garantindo que "a obra foi embargada", diz que, no primeiro semestre deste ano, o projecto de arquitectura foi alterado. José Luís Pinto argumenta que, de forma errada, o primeiro era "um projecto-tipo para todas as habitações", fixando a altura dos muros em 2,5 metros, mas que, nas traseiras, as cotas dos logradouros "não são todas iguais". Como exemplo, diz que diferem nos casos de Gracinda e do vizinho, que conseguiu que o empreiteiro reduzisse o muro. Quanto às garagens, o projecto também foi alterado. "Inicialmente, algumas eram caves e não contavam para o índice", justificou o vereador, perante as críticas da moradora. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Valongo&Option=Interior&content_id=1042625
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Lisboa | Hotel Europa Palace
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A Susana ainda vai referir que encontrou um site com arquitectos ultra-fundamentalistas.
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Ainda nao vi o filme... ... tenho de esperar pelo proximo fim de semana...
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[ame]http://en.wikipedia.org/wiki/Rosa_Parks[/ame] A mulher que mudou tudo nos EUA.
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Lisboa | Nova Sede da APL, SA | Márcio Luiz & Rui Alexandre
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
Postei este projecto devido ao autor que provocou uma acesa discussao sobre o portfolio do arq. Rui Alexandre. Alem do Terminal o arq. tem mais este projecto. -
Data Início: Janeiro 2006 Prazo de Execução: 2 anos Objectivo: A instalação dos serviços administrativos num único edifício, a localizar no terrapleno de Algés, tem como objectivo a optimização da operacionalidade dos serviços. Descrição da Obra: Esta geometria alongada permite, inequivocamente, dois momentos marcantes da fachada para o edifício: a poente uma fachada que é animada e protegida através de um sistema de protecção solar, em diálogo com a foz do rio e o oceano Atlântico, e a nascente uma fachada “ancorada” à terra através de cinco volumes “rochosos” que assinalam a presença de espaços de significado importante para o edifício. Estes volumes contêm respectivamente, de sul para norte, a sala do Conselho de Administração, o Centro de Documentação e Arquivo Geral, a Cafetaria, o Auditório e o Centro Médico. Autor / Empreiteiro: Arq. Márcio Luiz & Arq. Rui Alexandre http://www.portodelisboa.pt/portal/p...ThingId=832038 http-~~-//i34.photobucket.com/albums/d130/fred_mendonca/sede%20porto%20lisboa/4.jpg http-~~-//i34.photobucket.com/albums/d130/fred_mendonca/sede%20porto%20lisboa/1_2.jpg http-~~-//i34.photobucket.com/albums/d130/fred_mendonca/sede%20porto%20lisboa/2_2.jpg http-~~-//i34.photobucket.com/albums/d130/fred_mendonca/sede%20porto%20lisboa/3_2.jpg
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MVRDV/Adept win Copenhagen Competition Posted: Monday, November 03, 2008 (Rødovre - Copenhagen, November 3rd, 2008) The municipality of Rødovre, an independent municipality of Copenhagen, Denmark, announced today MVRDV and co-architect ADEPT winner of the design competition of the Rødovre Skyscraper. The 116 meter tall tower accommodates apartments, a hotel, retail and offices. A public park and a plaza are also part of the privately funded scheme. The new skyscraper with a total surface of 21,688m2 will be located at Roskildevej, a major artery East of the centre of Copenhagen. It is after the Frøsilos MVRDV’s second project in Copenhagen. The skyscraper’s shape reflects Copenhagen’s historical spire and present day high-rise blending in the skyline of the city, it further combines the two distinctive typologies of Rødovre, the single family home and the skyscraper in a vertical village. Consideration of these local characteristics leads to Copenhagen’s first contemporary high-rise. Responding to unstable markets the design is based on a flexible grid, allowing alteration of the program by re-designating units. These ‘pixels’ are each 60m2 square and arranged around the central core of the building, which for flexibility consists of three bundled cores allowing separate access to the different program segments. On the lower floors the volume is slim to create space for the surrounding public plaza with retail and restaurants; the lower part of the high rise consists of offices, the middle part leans north in order to create a variety of sky gardens that are terraced along the south side. This creates a stacked neighbourhood, a Sky Village. From this south orientation the apartments are benefitting. The top of the building will be occupied by a hotel enjoying the view towards Copenhagen city centre. The constellation of the pixels allows flexibility in function; the building can be transformed by market forces, however at this moment it is foreseen to include 970m2 retail, 15,800m2 offices, 3,650m2 housing and 2,000m2 hotel and a basement of 13,600m2 containing parking and storage. Flexibility for adaptation is one of the best sustainable characteristics of a building. Besides this the Sky Village will also integrate the latest technologies according to the progressive Danish environmental standards. Furthermore the plans include a greywater circuit, the use of 40% recycled concrete in the foundation and a variety of energy producing devices on the façade. A public park adjacent to the Sky Village is part of the project and will be refurbished with additional vegetation and the construction of a ‘superbench’, a meandering public path and bench. A playground, picnic area and exercise areas for elderly citizens are also part of the plan. Lead architect MVRDV and co-architect ADEPT Architects won the competition from BIG, Behnisch and MAD. Winy Maas and Jacob van Rijs present the plan today in Copenhagen together with Anders Lonka and Martin Krogh from local office Adept Architects, Dutch engineering firm ABT and Søren Jenssen act as consultants for the project. Earlier MVRDV realised the Frøsilos / Gemini Residence in the port of Copenhagen: a residential project marking a new way in refurbishment of old silo’s which was highly acclaimed and received international awards. in http://bustler.net/index.php/article/mvrdv_adept_win_copenhagen_competition/ http-~~-//www.designboom.com/tools/WPro/images/08-november1/sky04.jpg http-~~-//www.designboom.com/tools/WPro/images/08-november1/sky05.jpg http-~~-//www.designboom.com/tools/WPro/images/08-november1/sky07.jpg http-~~-//www.designboom.com/tools/WPro/images/08-november1/sky08.jpg MVRDV and ADEPT win Copenhagen competition with design ‘Sky Village’ (Rødovre - Copenhagen, November 3rd, 2008) The municipality of Rødovre, an independent municipality of Copenhagen, Denmark, announced today MVRDV and co-architect ADEPT winner of the design competition of the Rødovre Skyscraper. The 116 meter tall tower accommodates apartments, a hotel, retail and offices. A public park and a plaza are also part of the privately funded scheme. The new skyscraper with a total surface of 21,688m2 will be located at Roskildevej, a major artery East of the centre of Copenhagen. It is after the Frøsilos MVRDV’s second project in Copenhagen. The skyscraper’s shape reflects Copenhagen’s historical spire and present day high-rise blending in the skyline of the city, it further combines the two distinctive typologies of Rødovre, the single family home and the skyscraper in a vertical village. Consideration of these local characteristics leads to Copenhagen’s first contemporary high-rise. Responding to unstable markets the design is based on a flexible grid, allowing alteration of the program by re-designating units. These ‘pixels’ are each 60m2 square and arranged around the central core of the building, which for flexibility consists of three bundled cores allowing separate access to the different program segments. On the lower floors the volume is slim to create space for the surrounding public plaza with retail and restaurants; the lower part of the high rise consists of offices, the middle part leans north in order to create a variety of sky gardens that are terraced along the south side. This creates a stacked neighbourhood, a Sky Village. From this south orientation the apartments are benefitting. The top of the building will be occupied by a hotel enjoying the view towards Copenhagen city centre. The constellation of the pixels allows flexibility in function; the building can be transformed by market forces, however at this moment it is foreseen to include 970m2 retail, 15,800m2 offices, 3,650m2 housing and 2,000m2 hotel and a basement of 13,600m2 containing parking and storage. Flexibility for adaptation is one of the best sustainable characteristics of a building. Besides this the Sky Village will also integrate the latest technologies according to the progressive Danish environmental standards. Furthermore the plans include a greywater circuit, the use of 40% recycled concrete in the foundation and a variety of energy producing devices on the façade. A public park adjacent to the Sky Village is part of the project and will be refurbished with additional vegetation and the construction of a ‘superbench’, a meandering public path and bench. A playground, picnic area and exercise areas for elderly citizens are also part of the plan. Lead architect MVRDV and co-architect ADEPT Architects won the competition from BIG, Behnisch and MAD. Winy Maas and Jacob van Rijs present the plan today in Copenhagen together with Anders Lonka and Martin Krogh from local office Adept Architects, Dutch engineering firm ABT and Søren Jenssen act as consultants for the project. Earlier MVRDV realised the Frøsilos / Gemini Residence in the port of Copenhagen: a residential project marking a new way in refurbishment of old silo’s which was highly acclaimed and received international awards. (03.11.2008) in http://www.mvrdv.nl/_v2/news-gm/archive/00000065.html MVRDV and ADEPT win Copenhagen high-rise competition with design ‘Sky Village’ The municipality of Rødovre, an independent municipality of Copenhagen, Denmark, announced today MVRDV and co-architect ADEPT winner of the design competition of the Rødovre Skyscraper. The 116 meter tall tower accommodates apartments, a hotel, retail and offices. A public park and a plaza are also part of the privately funded scheme. The new skyscraper with a total surface of 21,688 sq m will be located at Roskildevej, a major artery East of the centre of Copenhagen. It is, after the Frøsilos, MVRDV’s second project in Copenhagen. The skyscraper is shaped to reflect Copenhagen’s historical spire and present day high-rise blending in the skyline of the city, it further combines the two distinctive typologies of Rødovre, the single family home and the skyscraper in a vertical village. Consideration of these local characteristics leads to Copenhagen’s first contemporary high-rise. Responding to unstable markets the design is based on a flexible grid, allowing alteration of the program by re-designating units. These ‘pixels’ are each 60m2 square and arranged around the central core of the building, which for flexibility consists of three bundled cores allowing separate access to the different program segments. On the lower floors the volume is slim to create space for the surrounding public plaza with retail and restaurants; the lower part of the high rise consists of offices, the middle part leans north in order to create a variety of sky gardens that are terraced along the south side. This creates a stacked neighbourhood, a Sky Village. From this south orientation the apartments are benefitting. The top of the building will be occupied by a hotel enjoying the view towards Copenhagen city centre. The constellation of the pixels allows flexibility in function; the building can be transformed by market forces, however at this moment it is foreseen to include 970 sq m retail, 15,800 sq m offices, 3,650 sq m housing and 2,000 sq m hotel and a basement of 13,600 sq m containing parking and storage. Flexibility for adaptation is one of the best sustainable characteristics of a building. Besides this the Sky Village will also integrate the latest technologies according to the progressive Danish environmental standards. Furthermore the plans include a greywater circuit, the use of 40% recycled concrete in the foundation and a variety of energy producing devices on the façade. A public park adjacent to the Sky Village is part of the project and will be refurbished with additional vegetation and the construction of a ‘superbench’, a meandering public path and bench. A playground, picnic area and exercise areas for elderly citizens are also part of the plan. Lead architect MVRDV and co-architect ADEPT Architects won the competition from BIG, Behnisch and MAD. Winy Maas and Jacob van Rijs present the plan today in Copenhagen together with Anders Lonka and Martin Krogh from local office Adept Architects, Dutch engineering firm ABT and Søren Jenssen act as consultants for the project. Earlier MVRDV realised the Frøsilos / Gemini Residence in the port of Copenhagen: a residential project marking a new way in refurbishment of old silo’s which was highly acclaimed and received international awards. in http://www.worldarchitecturenews.com/index.php?fuseaction=wanappln.projectview&upload_id=10584
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Comprei o DN e o Publico para nada...... lah tenho de gastar mais 90 centimos amanha...
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Tens de esperar pelas 5 da manha.
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De deelgemeente Rødovre, een onafhankelijke gemeente binnen Kopenhagen, heeft vandaag bekend gemaakt dat MVRDV met lokaal architect ADEPT de ontwerpprijsvraag voor de Rødovre Skyscraper hebben gewonnen met het ontwerp ‘Sky Village’. Het ontwerp van de 116 meter hoge toren omvat appartementen, een hotel, retail en kantoren. Daarnaast maken een openbaar park en een plaza deel uit van het uit private middelen gefinancierde project. artikel : http://www.architectenweb.nl/aweb/re...asp?iNID=16933 http-~~-//www.architectenweb.nl/bin/news/121922.jpg http-~~-//www.architectenweb.nl/bin/news/121926.jpg http-~~-//www.architectenweb.nl/bin/news/121920.jpg http-~~-//www.architectenweb.nl/bin/news/121921.jpg http-~~-//static.worldarchitecturenews.com/news_images/10584_2_skyvillage2big.jpg
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Lisboa | Novo Museu Nacional dos Coches | Paulo Mendes da Rocha
JVS replied to gigi's topic in Arquitectura
ANTES http-~~-//img214.imageshack.us/img214/4788/novo3lv5.jpg DEPOIS http-~~-//img.photobucket.com/albums/v26/Marco77/Projectos_maquetes/museucoches_traseiras.jpg -
Tinha encontrado uns sites lah no atelier qd fiz umas fotomontagens... eu depois coloco.
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Ironico?!? Nao percebo porque. Sao dois acontecimentos. Eh claro que no dia 4 vai ser muito mais importante mas a curto prazo...
