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  1. Peniche: Câmara informou que pousada não será concretizada nos próximos anos" - Associação Peniche, Leria, 08 Out (Lusa) - A associação Não Apaguem a Memória criticou hoje a instalação de uma Pousada de Portugal na Fortaleza de Peniche e revelou que a Câmara a informou de que "o projecto da pousada não será concretizado nos próximos anos". 6:30 | Quarta-feira, 8 de Out de 2008 Peniche, Leria, 08 Out (Lusa) - A associação Não Apaguem a Memória criticou hoje a instalação de uma Pousada de Portugal na Fortaleza de Peniche e revelou que a Câmara a informou de que "o projecto da pousada não será concretizado nos próximos anos". "A Fortaleza de Peniche é um símbolo único da resistência e não devia ser cedido para fins turísticos que se vão sobrepor e impor ao aspecto museológico", afirmou à agência Lusa Joana Lopes da direcção da associação Não Apaguem a Memória. Defendendo que "não faz sentido converter toda a área da Fortaleza em museu, sugeriu que à semelhança do que acontece noutros países, o espaço podia ser transformado em centro cultural, biblioteca ou para outras actividades culturais". Joana Lopes falava à saída de uma reunião da direcção da associação que decorreu esta noite na câmara de Peniche. A responsável disse ainda que "ficou surpreendida" com a informação prestada pela câmara e segundo a qual "o projecto da pousada não será concretizado nos próximos anos". "Ficamos a perceber que a Câmara não pensa em inviabilizar o projecto da pousada desde que salvaguarde o núcleo museológico da resistência mas ficamos também surpreendidos por constatarmos que não existe estudo prévio, nem projecto nem adjudicação", disse. "Está tudo extremamente atrasado, nem sequer estão determinadas as áreas destinadas à pousada, ao museu e as áreas comuns", acrescentou. Por seu lado, o presidente da Câmara de Peniche, António José Correia (CDU) reafirmou que "tudo deverá ser feito de modo a que a memória seja preservada e que haja compatibilização entre a pousada e a vertente da resistência". O presidente da Câmara de Peniche disse ainda que se deve manter o arquitecto Siza Vieira como autor do projecto uma vez que o próprio já tinha efectuado uma visita ao local (no ano 2000) com esse objectivo. O Turismo de Portugal e o Grupo Pestana assinaram a 25 de Setembro um aditamento ao contrato de exploração da Enatur com vista à construção de três novas Pousadas de Portugal, entre as quais uma na Fortaleza de Peniche. A Fortaleza de Peniche, monumento militar que continua a ser visitado sobretudo pela sua dimensão de antiga prisão política do Estado Novo, está parcialmente ao abandono e em degradação. Erigido no século XVII sobre rochedos em frente ao mar, para defesa da costa, foi perdendo interesse do ponto de vista militar até que, na década de 30 do século XX, as casernas deram lugar a celas por onde passaram presos políticos como Álvaro Cunhal. Um dos três pavilhões foi transformado em Museu Municipal, em 1984, mostrando "as memórias da antiga prisão" com as celas individuais e os parlatórios, os quais são visitados anualmente por mais de 40 mil pessoas. ZO. Lusa/Fim http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/419042
  2. Publicação: 13-10-2008 11:12 | Última actualização: 13-10-2008 11:40 Um ano após inauguração em Fátima Igreja da Santíssima Trindade é foco de atracção Um ano depois de inaugurada pelo Legado Pontifício, Cardeal Tarcisio Bertone, a Igreja da Santíssima Trindade, no topo oeste do recinto do Santuário de Fátima, assume-se, a par da Capelinha das Aparições, como foco de atracção para os peregrinos. Lusa Igreja da Santíssima Trindade O novo templo tem capacidade para nove mil lugares sentados Ultrapassada a fase de alguma polémica inicial face ao custo da obra - estimado em cerca de 60 milhões de euros -, a nova Igreja impôs-se na paisagem do Santuário e actualmente é um dos primeiros locais que os peregrinos querem visitar. Ao longo dos últimos 52 fins-de-semana, foram milhares os visitantes - muitos em excursões organizadas propositadamente para a visita ao novo templo - que foram a Fátima apenas para verem a obra desenhada pelo arquitecto grego Alenxandros Tombazis. A procura tem sido tanta, que o Santuário se viu obrigado a lançar um desdobrável com indicações desenvolvidas para uma visita guiada à Igreja. Neste documento, que tem sido distribuído às centenas, é explicado que o edifício comporta 8.633 lugares sentados e um volume de construção de 130 mil metros cúbicos. O projecto começou a germinar em 1973, a construção foi iniciada em Fevereiro de 2004, tendo sido dedicada em 12 de Outubro de 2007 pelo Secretário de Estado do Vaticano, no encerramento do programa comemorativo dos 90 anos das aparições da Cova da Iria. Com uma vasta iconografia interior de que se destacam o painel do presbitério, com cerca de 500 metros quadrados, e o crucifixo suspenso sobre o altar, é na envolvente externa que se encontra um dos principais pontos de procura dos peregrinos: a estátua do Papa João Paulo II. Verdadeiro ponto de romagem, ali se encontram quase em permanência pessoas que tentam tocar na imagem do "Papa de Fátima", deixando ali flores e velas ou mantendo-se em silêncio em recolhimento. A constante concentração de fiéis junto da estátua do Papa polaco faz ignorar quase completamente as restantes imagens colocadas nas imediações, nomeadamente as de dois outros Sumo Pontífices: Paulo VI, que visitou a Cova de Iria em 1967, e a de Pio XII. in http://sic.aeiou.pt/online/noticias/vida/20081013+Igreja+da+Santissima+Trindade+e+foco+de+atrac%C3%87ao.htm Slideshow - http://sic.aeiou.pt/online/noticias/vida/slideshows/20071012+Igreja+da+Santissima+Trindade.htm
  3. Obras irão decorrer durante mais de mil dias Biblioteca Nacional em obras para receber um milhão de volumes 13.10.2008 - 13h56 Isabel Coutinho As obras de ampliação e remodelação da Torre de Depósitos da Biblioteca Nacional de Portugal, em Lisboa, começam hoje. Esta obra, no valor de dez milhões de euros irá decorrer por mais de mil dias (quase três anos) e servirá, entre outras coisas, para aumentar a capacidade de armazenamento do acervo documental, fazendo com que seja possível a BNP receber mais de um milhão de novos volumes. Modernizar e melhorar as condições de preservação e conservação das obras e documentos é outro dos objectivos. "A capacidade existente na Torre de Depósitos para armazenamento das colecções encontra-se praticamente esgotada, sobretudo devido ao ritmo da expansão editorial a partir dos anos 70 e ao grande incremento nas últimas duas décadas", explica ao PÚBLICO o director-geral da Biblioteca Nacional, Jorge Couto. Além do aparecimento de inúmeras publicações periódicas, passaram também a ser guardadas as teses universitárias e os espólios literários (desde os anos 80). A verdade é que há 40 anos que não se fazem obras profundas na Biblioteca Nacional de Portugal. O edifício foi construído entre 1956 e 1969, a inauguração decorreu no Campo Grande em Abril de 1969 e, já no projecto inicial, o arquitecto Porfírio Pardal Monteiro tinha concebido o corpo de depósito de maneira a que fosse possível a sua extensão para sul. "O projecto inicial previa um edifício com mais um terço da capacidade do que a actual. A fase da Torre de Depósitos é de Abril de 1969 e só foi concluída em dois terços", diz Jorge Couto. Este projecto de ampliação que hoje se inicia (realizado pelo atelier Pardal Monteiro Arquitectos) retoma essa concepção, acrescentando cerca de 33 metros a cada um dos pisos. É um acréscimo de 6300 m2, o que dá a possibilidade de acolher mais de um milhão de novos livros. Por outro lado, os sistemas tecnológicos instalados na Torre de Depósitos desde a sua construção - eléctrico, anti-intrusão, anti-incêndio, de refrigeração e controlo das condições de temperatura e humidade - estão degradados e ultrapassados tecnicamente. "Não correspondem às actuais exigências de preservação das espécies bibliográficas", explica Jorge Couto. Mas, com estas obras, o edifício da Biblioteca Nacional ficará com os equipamentos actualizados. Casa-forte anti-sismo A segurança da Biblioteca Nacional de Portugal também sairá reforçada, pois vai construir-se na cave uma casa-forte de raiz com 600 m2. Terá características anti-sísmicas e anti-incêndio e servirá para guardar as obras e colecções mais valiosas. Por fim, vão expandir o espaço público vocacionado para a leitura de colecções especiais. Ao nível do solo será criado um novo espaço de leitura que irá comunicar com a actual Sala de Leitura Geral. Serão mais de mil metros quadrados para a leitura de grandes formatos, as colecções especiais de cartografia, iconografia e música. Esta primeira fase das obras irá provocar alguns transtornos aos utentes da biblioteca. Haverá movimentação de camiões pesados, poeira e ruído. A seguir passar-se-á para a fase da substituição do actual telhado. E só depois é que, gradualmente, por grupos de três pisos, se fará a transferência das obras existentes nos dois terços da actual Torre de Depósitos para o novo espaço, de modo a permitir a intervenção na actual torre. Essas obras e colecções não estarão acessíveis aos utentes da biblioteca durante alguns meses. Passar-se-á depois aos três pisos seguintes. in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1345841
  4. «Um espírito barroco» no novo Teatro Municipal de Portimão elisabete rodrigues Fachada do Tempo, Teatro Municipal de Portimão O projecto do edifício do Teatro Municipal de Portimão é da responsabilidade do arquitecto Troufa Real e passou pela manutenção da fachada do antigo Palacete Sárrea, construído em finais do século XVIII, por um burguês portimonense. Mais tarde, o edifício acolheu a Câmara Municipal, a Escola Primária, a Biblioteca Municipal, o Posto de Turismo, o Tribunal de Comarca. Por imposição do IPPAR, no projecto foi mantida a fachada do palacete, que até acabou por ruir na fase inicial dos trabalhos, tendo que ser reconstruída. Por trás desta fachada, surge o lanternim, que substitui também um antigo, e ilumina todo o interior do Tempo, e depois os volumes mais imponentes da caixa de palco do teatro e de outros equipamentos. «Em França também temos que cumprir as imposições das autoridades do património», comentou Didier Marie, o presidente do município de Elbeuf, onde no ano passado foi inaugurado o teatro-circo, que resulta da recuperação e adaptação do antigo equipamento construído nos finais do século XIX. «Se eles dizem não, não se pode destruir nada», explicou Manuel da Luz. «Mas nem sempre é fácil cumprir», acrescentou o autarca francês. O interior do Tempo, bem como o mobiliário, esses, foram desenhados pelo mestre do design de interiores português Daciano Costa, sendo mesmo o seu último trabalho. Por isso, o director do Tempo considera que «este local poderá atrair muitos estudantes de design que queiram vir aqui conhecer a derradeira obra do mestre. Aqui será a síntese de todo o seu trabalho». Numa das paredes laterais exteriores do teatro sete rectângulos pintados de diferentes tons de amarelo indicam as experiências à procura da cor para o Tempo. Ao lado de um dos rectângulos, o do amarelo mais forte, alguém escreveu «este», provavelmente dando a indicação da cor escolhida. Não querendo levantar muito a ponta do véu, João Ventura indicou à comitiva portimonense e francesa que visitava o Tempo que a sala principal, com 500 lugares, terá «um espírito barroco», que lhe será conferido pelas cores escolhidas: paredes e cadeiras cor de vinho, tecto dourado. Falta só falar da vista: da varanda do Tempo, onde até existe um anfiteatro ao ar livre que servirá para alguns eventos, avista-se a zona ribeirinha de Portimão e as três pontes do Arade. O autarca francês ficou maravilhado. 15 de Outubro de 2008 | 09:05 elisabete rodrigues in http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=27577
  5. No passado sábado, uma empresa municipal publicou um anúncio, no semanário Expresso, solicitando um/a arquitecto/a. Até aqui, nada de insólito, não fora o facto de esta empresa, que se apresenta como ‘desempenhando funções socialmente relevantes', não pretender pagar a esta pessoa. Devo admitir que gostaria de poder ter tido a possibilidade assistir ao momento em que, nesta empresa, se discutiu a necessidade de contratar um/a arquitecto/a. Em situações normais, a conversa teria pouco de interessante mas, neste caso, deve ter sido digna de registo. Imagino algo assim: Pessoa A: Eh pá, o trabalho está a aumentar e já não estamos a dar conta do recado. Pessoa B: Tens razão... Se calhar metia-se alguém para ajudar, não? Pessoa A: Não era mal pensado, não. Temos muito trabalho pela frente com os licenciamentos urbanísticos e a apreciação de projectos, para já não falar naqueles programas de gestão urbanística, documental e de georeferenciação que vão dar que fazer... Pessoa B: É o que eu te digo; mete-se alguém. Um arquitecto novo e que perceba de informática. Pessoa A: Mas isto é muito trabalho. E é coisa de responsabilidade... Pessoa B: Arranja-se alguém que seja responsável, perfeccionista, organizado, com capacidade de trabalho e de se integrar aqui na equipa. Pessoa A: É isso mesmo! Mas tem de ter disponibilidade para entrada imediata, que a gente está mesmo a precisar! Pessoa B: É pá! Está feito! Não temos é como pagar, mas isso arranja-se! Diz-se que oferecemos "integração em equipa competente, motivada e dinâmica". Os anúncios dizem todos isso! Pessoa A: Essa é muito boa! E acrescentamos também que somos uma empresa com funções socialmente relevantes. A malta nova gosta dessas coisas... Pessoa B: É isso, pá. Dizemos que é um estágio não remunerado e depois vamos dizendo que logo se vê, que pode ser que abram vagas no quadro para contratar e tal... Pessoa A: Vou já tratar disso! Vou mandar pôr o anúncio no caderno de emprego do Expresso, que dá credibilidade à coisa! Sendo certo que este diálogo acutilante não passa de imaginação, é também verdade que não consigo vislumbrar boa fé em que faz semelhante proposta e, por inerência, várias questões me assolam: - Como é possível que alguma entidade considere aceitável propor que se trabalhe de graça? - Será que as Ordens profissionais não têm nada a dizer sobre este assunto? - Será que a Autoridade para as Condições de Trabalho não pode agir? - Não será possível denunciar mais estas situações? - Será que vai ser esta a solução encontrada pela Administração Pública para lidar com os/as precários/as? in http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&task=view&id=8727&Itemid=130 A Resposta da Entidade Patronal: Exmos. Senhores, Em resposta ao comentário colocado no vosso “blog”, vimos esclarecer o seguinte: 1. O anúncio foi colocado pela Lisboa Ocidental, SRU - Sociedade de Reabilitação Urbana, EM; 2. A Empresa entendeu dever facultar a três recém-licenciados (dois arquitectos e um engenheiro) a realização de estágios profissionais exigidos pelas respectivas ordens profissionais; 3. A Empresa optou por colocar o anúncio no Expresso, em vez de recorrer apenas às candidaturas espontâneas em carteira ou a conhecimentos pessoais dos seus trabalhadores, com a finalidade de assegurar um processo de selecção rigoroso e transparente; 4. Os patronos com funções de orientação, supervisão e formação dos estagiários, são trabalhadores da empresa com larga experiência profissional nas respectivas áreas; 5. Os estágios em causa constituem uma excelente oportunidade de obter conhecimentos e experiência em licenciamento e apreciação de projectos, áreas cada vez mais importantes no desempenho das respectivas profissões; 6. A concretizar-se o alargamento das competências de licenciamento e fiscalização a novas áreas da Zona de Intervenção da Empresa, poderá existir a possibilidade dos estagiários virem a colaborar com a Lisboa Ocidental, naturalmente com enquadramento contratual; 7. Uma vez que a CML não remunera os seus estagiários e por uma questão de justiça e igualdade, a Empresa seguiu a mesma orientação, tendo, no entanto, decidido atribuir, a cada estagiário, um subsídio de alimentação diário; 8. A Lisboa Ocidental tem actualmente nove trabalhadores, dos quais, três foram requisitados ao Município, um à EPUL, quatro têm contratos de trabalho sem termo e um (admitido no passado mês de Setembro) com contrato de trabalho a termo certo; 9. A Empresa tem apenas um “prestador de serviços com recibos verdes”, que assegura a manutenção do sistema informático, num regime de colaboração e de remuneração perfeitamente adequado à natureza e enquadramento do trabalho prestado; Finalmente, a Lisboa Ocidental esclarece que sempre pautou e continuará a pautar a sua actividade pelo estrito cumprimento da legislação e regulamentação aplicáveis, razão pela qual, apenas uma infundada interpretação dos factos em causa poderá ter originado o comentário colocado no vosso “blog”, cuja rectificação muito agradecemos. Ficando ao dispor para qualquer esclarecimento adicional, com os melhores cumprimentos, Manuel Rodrigues (Director Financeiro) in http://fartosdestesrecibosverdes.blogspot.com/
  6. Vocacionado para o turismo sénior e para o segmento de assistência média domiciliária Hotel Residence Conde Carvalhal inaugurado a 29 O presidente do Governo inaugura, na próxima quarta-feira, pelas 18 horas, na freguesia de Santa Maria Maior, no concelho do Funchal, o Hotel Residence Conde Carvalhal. Trata-se de uma unidade hoteleira detida maioritariamente pela Siram Tourism, vocacionada para o turismo sénior e para o segmento de assistência médica domiciliária. O empreendimento é composto por duas suites na casa mãe e 16 suites e dois singles no módulo novo do empreendimento, situado na Estrada Conde Carvalhal. A unidade da Siram destina-se à prestação de serviços de qualidade a utentes com elevado poder de compra. Por isso, constituem potenciais clientes, pessoas nacionais ou estrangeiras que pretendam uma alternativa à sua própria residência numa altura da vida em que necessitam de algum apoio a nível assitencial, bem como, para utentes em regime de continuação de cuidados em fases pós internamento hospitalar, entre outros. O Hotel Residence Conde Carvalhal dispõe de gastronomia de qualidade, serviços de sauna, banho turco, sala de massagens, terraços com vista, esplanada e acesso à internet. Dispõe ainda de estacionamento automóvel, jardins, segurança e vigilância. Nos serviços de lazer, oferece aos clientes, espaços para culinária, pintura, poesia, música artesanato, passeios ao exterior, teatro, missa semanal, sala de jogos, artes decorativas, desportos e jogos. Os hóspedes dispõem ainda de cuidados médicos e enfermagem especializados. Trata-se de um investimento do grupo Siram que ascendeu a 7 milhões de euros. O projecto arquitectónico é da autoria do arquitecto madeirense Paulo David. JM in http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=11&id=107093⊃=0&sdata=
  7. PSD defende jardim alternativo ao projecto do Largo do Rato Lisboa. Edifício dos arquitectos Valsassina e Aires Mateus não foi licenciado O PSD vai apresentar em breve na Câmara de Lisboa uma proposta de criação de um jardim como alternativa ao projecto urbanístico para o Largo do Rato, da autoria dos arquitectos Frederico Valsassina e Manuel Aires Mateus para a esquina das ruas Alexandre Herculano e do Salitre, em Lisboa, cujo licenciamento foi inviabilizado em Julho pelo executivo municipal com 11 votos contra e seis a favor. Margarida Saavedra, arquitecta e vereadora social-democrata, sustenta que "a criação de uma zona verde ajardinada naquele local (ideia que já vem do mandato de Jorge Sampaio) seria uma boa solução porque contribuiria para a reabilitação e valorização do Largo Rato e do seu conjunto composto por edifícios notáveis como o Palácio Palmela (Procuradoria-Geral da República, a Sinagoga, ou mesmo o Palácio dos Marqueses da Praia (sede do PS)". A vereadora social-democrata lembra que " para a cidade o ónus será muito maior caso esta obra vá para frente, do que se a Câmara tiver que pagar uma indemnização ao promotor por expectativas criadas com a aprovação do projecto". Recorde-se que o promotor, o empresário Vaz Guedes, escolheu a dupla de conhecidos projectistas para conceber um imóvel destinado a habitação e comércio, o qual tem conhecido alguma contestação, devido à escala, implantação e ao relacionamento com a envolvente. O PSD defende que a câmara poderia negociar um acordo com o promotor. "O quarteirão do Mercado do Rato é municipal e poderia ser uma moeda de troca", sublinha Saavedra. Para a Junta de Freguesia de S. Mamede, que aplaude a nova proposta, "importante é também salvaguardar alternativas dignas para a Associação Escolar de S. Mamede (que ocupa actualmente o lote em causa), bem como para os comerciantes do Mercado do Rato. No acordo que viesse a ser conseguido com o promotor, o município deveria assegurar, no futuro empreendimento a existência de uma componente comercial adaptada à realidade da zona e aos tempos actuais", disse ao DN Duarte Calvão, vogal daquela autarquia.| in http://dn.sapo.pt/2008/10/11/cidades/psd_defende_jardim_alternativo_proje.html
  8. De excepção em excepção… 11-Out-2008 Os méritos do projecto apresentado pela Fundação Champalimaud não deveriam ter sido uma espécie de caução para que os princípios da boa gestão pública do ordenamento do território se tivessem eclipsado. Não foi para isto que os lisboetas exigiram que os terrenos da frente ribeirinha deixassem de estar sob a discricionariedade da Administração do Porto de Lisboa e passassem para a alçada das regras municipais. Na colocação da primeira pedra do futuro centro de investigação da Fundação Champalimaud na frente ribeirinha de Pedrouços, em Lisboa, convocaram-se os camonianos "velhos do Restelo" para atingir quem considera que o processo de aprovação do projecto está errado. Mas o quinhentismo da cerimónia não ficou por aqui. Também a "ambição dos Gamas", nada mais, nada menos, foi o termo de comparação usado para exaltar a decisão do Governo de suspender o PDM que possibilita aquela construção, bem como a subsequente aprovação pela maioria da Câmara de Lisboa do respectivo projecto de arquitectura. Tanta hipérbole, apenas para justificar este estado de excepção permanente em que o urbanismo de Lisboa parece querer continuar a viver. Suspenderam-se quatro artigos do PDM por cinco anos, entre os quais o que impede construções na frente ribeirinha com mais de 50 metros de extensão. Desactivou-se o único porto de pesca de Lisboa e, mais uma vez, os conselhos de Ribeiro Telles sobre o abastecimento das cidades foram postos em causa. Arrasou-se a escola de ensino técnico-profissional a nível nacional para os sectores das pescas e dos transportes marítimos, apesar de ter sido recentemente equipada com um custo de 35 milhões de euros. De facto, os méritos do projecto apresentado pela Fundação Champalimaud não deveriam ter sido uma espécie de caução para que os princípios da boa gestão pública do ordenamento do território se tivessem eclipsado. Assim mesmo, sem plano urbanístico de enquadramento e referência, sem criação de alternativas, sem ponderação dos impactes económicos e sociais e sem discussão pública, apesar de se tratar de uma das áreas mais sensíveis da cidade. Não foi para isto que os lisboetas exigiram que os terrenos da frente ribeirinha deixassem de estar sob a discricionariedade da Administração do Porto de Lisboa e passassem para a alçada das regras municipais. Bem vistas as coisas, os verdadeiros "velhos do Restelo" são aqueles que continuam a descrer na modernidade que é a cidade planeada e construída de forma democrática e participada, segundo regras que são aplicadas a todos. Afinal, este afogadilho todo no licenciamento do projecto para quê? Governo e CML alegaram uma única razão: a obra tem de estar concluída a tempo das comemorações do centenário da República. Mas que ambição mais ridícula e tão pouco republicana. Pedro Soares in http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&task=view&id=8626&Itemid=46
  9. CUMT assina protocolo com Ordem dos Arquitectos A Comunidade Urbana do Médio Tejo (CUMT) assinou um protocolo com a Ordem dos Arquitectos tendo em vista a promoção de acções de mútuo interesse nos domínios do exercício da profissão de arquitecto, da política regional de arquitectura e da sensibilização do cidadão para a arquitectura e o território. Esta foi a primeira e única Comunidade Urbana a assinar um protocolo deste género pelo que o acto foi considerado pelo Presidente da Junta, Saldanha Rocha, como “uma interligação muito importante para a região”. Saldanha Rocha apelou ainda à Ministra da Educação que fomentasse, na sua área de intervenção, “esta ética da arquitectura, porque se trata também de educação e cultura, junto das crianças”. Na cerimónia da assinatura estiveram presentes a Ministra da Educação, representantes da Fundação Calouste Gulbenkian e a Governadora Civil de Lisboa. in http://www.omirante.pt/index.asp?idEdicao=51&id=24769&idSeccao=479&Action=noticia
  10. Coloco isto porque penso que o graffiti como uma tecnica para reabilitar fachadas exterior como tambem os interiores a nivel de revestimentos. Seria um regresso aos frescos renascentista na versao actual.
  11. A Calçada da Glória acolhe, a partir desta sexta-feira, a primeira galeria de arte urbana de Lisboa, que a autarquia pretende que sirva de «enquadramento» legal à pintura de «graffitis», noticia a Lusa. «É nestes dois registos que temos que actuar: um espaço legal para a liberdade criativa e ao mesmo tempo agimos relativamente às pinturas que são ilegais», afirmou o presidente da Câmara de Lisboa. «Graffitis»: quem pintar, vai ter de limpar A galeria é formada por dois painéis, que serão renovados «de acordo com a utilização», mas o objectivo é estender-se à parede que contorna a calçada em direcção ao Largo da Oliveira, que será sujeita primeiro a obras. A autarquia está ainda a fazer o «levantamento» de outros locais espalhados pela cidade para onde o conceito da galeria de arte urbana da Calçada da Gloria possa ser alargado. Para a «afirmação do graffiti enquanto arte», que António Costa distingue dos «tags selvagens», será criado um concurso e uma exposição anual. in http://diario.iol.pt/sociedade/graffiti-graffitis-lisboa-galeria-calcada-da-gloria-pintura/1003282-4071.html
  12. Arquitectos: Ordem vai a votos quinta-feira Candidatos divergem quanto à especialização na profissão A especialização na profissão é o principal ponto de divergência entre Luís Conceição e João Rodeia, os dois candidatos aos órgãos nacionais da Ordem dos Arquitectos (OA), que vai a eleições na próxima quinta-feira, noticiou a Lusa. Luís Conceição, que apresenta a sua lista como «de ruptura», defende a aposta na especialização dos arquitectos, enquanto João Rodeia, actualmente presidente do Conselho Nacional de Delegados da OA, remete para o Estatuto da Ordem para lembrar que esse é o documento que define quais as competências do arquitecto. «A Ordem tem um espírito medieval e corporativo em relação a ideias que possam conduzir à especialização», afirmou o arquitecto e director do departamento de Arquitectura da Universidade Lusófona Luís Conceição, para quem esta situação «é castradora da própria actividade profissional». Luís Conceição sublinha que é necessário alargar o território de acção dos arquitectos na vertente formativa para torná-los aptos a enfrentar novas frentes de trabalho relacionadas com novas tecnologias e novas realidades de habitat. «Tem de se abrir o leque das especializações a áreas como acústica, gestão de obra, gestão de projecto, construção bio-climática, urbanismo, sustentabilidade, entre outras, de forma a evitar que cada vez que seja necessário resolver problemas específicos se recorra a especialistas fora da arquitectura», diz o candidato da lista B. João Rodeia afirma por outro lado que a questão da acreditação dos cursos «é uma questão ultrapassada, uma vez que cabe agora ao Governo e às Universidades a aprovação dos cursos e respectivos planos de estudos», cabendo à Ordem participar no processo emitindo pareceres. Um ponto em que ambos os candidatos concordam é que a revisão do Decreto 73/73, já aprovada na generalidade na Assembleia da República, não foi ao encontro das preocupações dos arquitectos, que há anos defendiam a sua revogação e a salvaguarda do princípio de que os actos próprios da profissão de arquitecto competem exclusivamente a arquitectos. «É pior a emenda que o soneto», defende Luís Conceição. «O arquitecto sempre foi visto como mestre da obra e agora passa a ser apenas mais um elemento». Já João Rodeia diz que «a revisão não corresponde ao que eram as expectativas dos arquitectos. Vem vedar aos profissionais a possibilidade de intervir em áreas como o espaço público e colectivo». A cooperação internacional, sobretudo em termos de lusofonia, é outro ponto de contacto nas propostas dos dois candidatos, que apenas divergem na forma de a pôr em prática. João Rodeia afirma que gostaria de ver o Conselho Internacional dos Arquitectos de Língua Portuguesa (CIALP) - criado com o apoio da Ordem dos Arquitectos portuguesa e que reúne ordens e associações de países lusófonos - «transformado numa rede devidamente organizada e com polaridades nos vários países que permitisse a protecção dos arquitectos e a promoção da Arquitectura». O candidato vê no CIALP uma oportunidade de intercâmbio e de criação de parcerias que leve à criação de oportunidades de trabalho, sobretudo através de «acções de promoção que optimizem uma maior interacção com as empresas». João Rodeia diz que é necessária uma maior promoção da arquitectura nacional no exterior, uma vez que está demasiado restringida ao território nacional, mas acrescenta que esta é uma situação em mudança com "cada vez mais jovens portugueses a arriscarem uma carreira no estrangeiro». Luís Conceição vê o CIALP como um organismo a ser integrado no Arco Luso, um projecto que o arquitecto quer dinamizar no sentido da cooperação lusófona e que defende dever ser independente da OA. As eleições para os órgãos nacionais da OA para o triénio 2008/2010 decorrem a 18 de Outubro. in http://diario.iol.pt/sociedade/arquitectos-arquitectura-ordem-eleicoes-especializacao-votos/866048-4071.html
  13. São Martinho do Porto Elevador panorâmico melhora acessibilidades O elevador panorâmico, inaugurado na passada sexta-feira em S. Martinho do Porto, pretende melhorar as acessibilidades na vila mas é também um espaço pensado para o turismo, com uma nova sala de exposições e um bar com esplanada. Marlene Sousa A obra assume grande importância para os habitantes residentes na vila, uma vez que liga a parte baixa à zona alta (entre a Rua Vasco da Gama, mais conhecida por Rua dos Cafés à Rua da Bela Vista e ao Largo Comendador José Bento da Silva). Para o presidente do Município de Alcobaça, a obra vai facilitar a mobilidade dos habitantes, principalmente para os cidadãos com dificuldades motoras, idosos, grávidas e pais com crianças pequenas. Disse que o posto de turismo, a funcionar no edifício do elevador, tem boas condições e elogiou a arquitectura, da autoria de Gonçalo Byrne, que permitiu ali criar outros serviços ligados ao turismo, como um espaço museológico e expositivo. Como forma de realçar a beleza da praia, Gonçalves Sapinho comentou que “Deus criou o homem, a mulher e São Martinho do Porto”, considerando que “o turismo nunca esteve tão bem instalado como hoje”. O autarca frisou a necessidade de continuar com a despoluição da baía lembrando que está já em execução a construção de uma nova Estação de Tratamento (ETAR), que pretende solucionar o problema dos efluentes suinícolas da zona. Segundo o autarca, a segunda fase dos trabalhos será a construção de uma nova avenida, paralela à linha de caminho de ferro e à marginal. “Vai ser a Grande Via, e pretende ligar a praia à Estrada Nacional 242. Será constituída por faixas de rodagem, nos dois sentidos, e permitirá a criação de uma bolsa de estacionamento com capacidade para quatrocentos automóveis”, disse, considerando que “irá resolver muitos problemas de trânsito e será, também, um grande avanço na melhoria das acessibilidades”. Gonçalves Sapinho alertou também para a necessidade de São Martinho do Porto vir a ter um Centro de Saúde, por considerar que esta será uma obra crucial para a população residente e visitante. O secretário de Estado do Ordenamento do Território, João Ferrão, apontou que o elevador panorâmico “é um equipamento de orgulho e um conceito muito interessante”, acrescentando que “nunca como hoje a mobilidade de São Martinho do Porto foi tão fácil”. Segundo o Secretário de Estado, para além da qualidade estética, “esta é uma obra inteligente e que vem resolver muitos problemas à população”. Nas palavras do arquitecto Falcão de Campos, um dos autores do projecto em conjunto com o arquitecto Gonçalo Byrne, esta obra faz parte da estratégia global da requalificação de São Martinho. A primeira parte centrou-se na recuperação da Marginal e a consequente valorização da zona urbana, que “culmina agora com esta obra que surge como elemento de ligação entre a zona da Marginal e a zona alta”. Para o arquitecto, o equipamento destaca-se pela poliva-lência, uma vez que “não será apenas um Posto de Turismo, mas também um ascensor, um espaço museo-lógico e expositivo, equipado com mobiliário amovível entre outros pormenores”. Falcão de Campos destacou também o espaço de cafetaria que, no seu entendimento, poderá ser, na época de mais calor, “um sucesso”. O elevador panorâmico custou 942.000 euros, apesar de ter sido adjudicado por 823.268 euros, e conta com uma comparticipação de Fundos Comunitários. Os trabalhos englobaram também a requalificação do Largo José Bento da Silva, antigo Adro, um dos mais belos miradouros de São Martinho do Porto. A estrutura, que assume uma arquitectura contemporânea, é composta por quatro pisos. No piso térreo desenvolve-se um espaço totalmente aberto que permite a visuali-zação de todo o edifício, onde os utentes poderão também encontrar uma caixa multibanco. No piso 1 será implementado o Posto de Turismo, onde os visitantes poderão solicitar informações e aceder, de forma individualizada, à internet. O piso 2 é um espaço equipado com infra-estruturas com capacidades para acolher inúmeras e diversificadas actividades lúdico/educativas como: exposições, eventos culturais, conferências, work-shops entre outras. Os espaços de apoio como arrumos, sanitários públicos femininos e masculinos estão localizados no piso -1. Ao nível da cobertura do Posto de Turismo e com acesso a partir da Rua da Bela Vista foi construído, para além de uma escada pública de ligação ao Largo Comendador José Bento da Silva, um bar com esplanada. Este novo equipamento, com capacidade de carga útil de 1000kg, para 13 pessoas, funciona das10h00 às 21h00 e a sua utilização não tem custo. in http://www.jornalregional.com/?p=cfcd208495d565ef66e7dff9f98764da&distrito=&concelho=&op=noticia&n=e79227c2ac3f1600570695390d60f27e
  14. Hotel Low Cost vai ser inaugurado 17/10/2008 O Porto vai ter o primeiro hotel urbano a cumprir o conceito de baixo custo, a partir do dia 22, em que vai ser inaugurado o Star Inn. Os grupos Hotti Hotéis e Soares da Costa constituíram a Mini Price Hotels, SA, que aposta em diversas inovações. Apesar da aposta no conceito low cost, o Star Inn, com 206 quartos, apresenta características diferentes: uma arquitectura criativa, design e decoração atractivos, uma oferta de comodidades dirigidas aos hóspedes, como ar condicionado, LCD de 30 polegadas, Internet gratuita, canais de satélite, bar e coffee shop abertos 24 horas por dia, sete dias por semana. A nova marca tem como objectivo responder às exigências dos «novos viajantes», apresentando-se num estilo facilmente identificável desde logo na fachada do edifício. «Com requisitos de três estrelas, aposta numa relação qualidade/preço imbatível, pensado para as pessoas que não estão dispostas a pagar luxos de que não necessitam, mas que tem tudo o que é habitual num hotel de categoria superior», revelou o presidente do Grupo Hotti Hotéis, Manuel Proença. Situado numa das principais artérias de entrada na cidade do Porto, o edifício tem estacionamento e garagem com capacidade para 150 viaturas, recepção com depósito para bagagens e cofres individuais, serviço de lavandaria e uma zona de estar. O hotel dispõe de quartos singles, duplos, triplos e comunicantes, com capacidade até quatro pessoas. O preço é flexível sendo a tarifa mais baixa de 29,99 euros para quartos individuais. O pequeno-almoço é pago separadamente. Não existe um número mínimo de quartos com este preço, já que aqui entra também em acção o conceito low cost, tão popularizado pelas companhias aéreas. Para garantir as tarifas mais baixas, o hóspede terá de ter em conta dois factores: a antecedência da reserva e a taxa de ocupação do hotel para o dia pretendido. Ser rápido é compensador e as reservas pela Internet têm um preço mais favorável. A unidade do Porto é a primeira do plano de expansão da marca Star Inn, num investimento global que ronda os 80 milhões de euros, esperando que nos próximos cinco anos, sejam criados dez hotéis em todo o País. Lisboa, Coimbra e Aveiro são as próximas cidades a contarem com um Star Inn. in http://viajar.clix.pt/noticias.php?id=3156&lg=pt
  15. Galardão visa promover a qualidade arquitectónica das construções na região Apresentada II Edição do prémio “Arquitectura no Douro” A Estrutura de Missão do Douro (EMD) apresentou a segunda edição do prémio de Arquitectura no Douro. O galardão tem por objectivo “ajudar a banalizar boas práticas arquitectónicas do Douro”. Segundo Ricardo Magalhães, chefe da Estrutura de Missão do Douro, promotora do concurso, o cuidado nas construções é “muito importante”, por se tratar de uma “paisagem classificada como património mundial, cultural, evolutivo e vivo”. Os edifícios construídos devem “acrescentar e não diminuir valor” à região, frisou. Na primeira edição do prémio concorreram 14 projectos, tendo vencido a Adega da Quinta da Touriga, em Foz Côa, um projecto do arquitecto António Leitão Barbosa. Foram também atribuídas menções honrosas à remodelação da Quinta do Poço, do arquitecto Manuel Botelho, e ao Conservatório de Música de Vila Real, da autoria do arquitecto António Belém Lima. Para este ano, Ricardo Magalhães espera que haja mais projectos a concurso para que se dê cada vez maior importância à construção e remodelação dos edifícios, tanto públicos como privados. Alguns edifícios e casas do Douro parecem “estacas que foram atiradas para baixo e caíram onde caíram ”. É assim que Ricardo Magalhães vê algumas construções, por isso, espera que os autarcas sejam “mais exigentes no licenciamento”. “Mais arquitectura e menos construção civil” é, em súmula, o que a Estrutura de Missão do Douro pede para a região considerada Património Mundial da Humanidade pela Unesco. Há que “estandardizar a construção e não esquecer as tradições durienses, como o uso do xisto”, apela o mesmo responsável. O II “prémio de Arquitectura no Douro” destina-se a edifícios ou conjuntos arquitectónicos construídos de raiz ou objecto de grande reabilitação que estejam implantados no território de actuação da Estrutura de Missão do Douro e que estejam devidamente licenciados. A obra deverá ter sido construída e licenciada após Dezembro de 2001 e o arquitecto autor do projecto deve estar devidamente inscrito na Ordem dos Arquitectos. As candidaturas devem ser entregues até ao próximo dia 14 de Novembro. Por: Sónia Domingues in http://www.semanariotransmontano.com/noticia.asp?idEdicao=158&id=6785&idSeccao=2095&Action=noticia
  16. Alta e baixa de S. Martinho finalmente unidas por elevador Está finalmente aberta ao público uma das mais importantes obras da segunda fase de requalificação da vila de S. Martinho do Porto. Na passada sexta-feira, dia 10, e após sucessivos adiamentos, o Ascensor do Outeiro, um elevador panorâmico que liga as zonas alta e baixa da vila balnear, foi finalmente inaugurado, numa cerimónia que contou com o secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, João Ferrão, e à qual acorreram algumas dezenas de pessoas, que quiseram, sem demoras, experimentar o novo equipamento. A partir de agora, indivíduos com dificuldade de mobilidade, grávidas, idosos e adultos com carrinhos de bebé têm facilitado o acesso desde a Rua Vasco da Gama (a famosa rua dos cafés) até ao Largo Comendador José Bento da Silva, onde está um miradouro com vista privilegiada sobre a baía e sobre o casario da vila. Com cerca de vinte metros de altura, a nova estrutura envidraçada, de arquitectura contemporânea, faz a ligação entre quatro pisos polivalentes. O piso –1 destina-se a espaços de arrumos e sanitários públicos femininos e masculinos. No 0 há um espaço aberto onde se pode ver todo o edifício e existe uma caixa multibanco. Já no piso 1, o da entrada, vai funcionar o posto de turismo e uma zona de acesso à Internet, dando ainda acesso à escada pública de ligação ao Largo José Bento da Silva e a um bar com esplanada, na Rua da Bela Vista. No piso 2 existe um espaço multifuncional, com mobiliário amovível, que pode acolher actividades culturais. A funcionar todos os dias entre as 10h00 e as 21h00, o novo equipamento tem capacidade para carregar uma tonelada, transportando até um máximo de 13 pessoas por viagem, que é gratuita. Por tudo isto, o dia da inauguração do ascensor foi para o presidente da Câmara de Alcobaça, Gonçalves Sapinho, “um dia grande”. Afirmando que a autarquia está a trabalhar em prol da população, Sapinho recuperou algumas das obras já concluídas, como a despoluição da baía e a construção da Estação de Tratamento de Águas Residuais, bem como a requalificação da marginal. Mas ainda há mais para fazer, como a entrada em funcionamento da Estação de Tratamento de efluentes suinícolas, o que deverá acontecer dentro de dois anos, e a resolução do problema do assoreamento da baía que será estudado em breve. Já o secretário de Estado, João Ferrão, considerou que o novo elevador é um “equipamento inteligente, porque ao mesmo tempo que é multifuncional, promove a mobilidade para todos”. Crente de que a estrutura terá um grande impacto na vila, tanto ao nível dos residentes como dos turistas, afirmou que o dia da inauguração se tratou do “primeiro dia do resto da vida de S. Martinho”. Num quadro mais amplo, o novo elevador enquadra-se na requalificação do litoral, que conta com o empenhamento do Governo e das autarquias. “Para termos orgulho no nosso país temos que contribuir para a sua requalificação”, referiu, acrescentando que “este projecto é sinal de que o país está a caminhar no bom sentido”. Quem também marcou presença na cerimónia de inauguração do Ascensor do Outeiro foi o presidente da Comissão Instaladora da Entidade Regional de Turismo de Leiria/Fátima, Miguel Sousinha, o adjunto do Governador Civil de Leiria, Jorge Gonçalves e o presidente da Junta de Freguesia de S. Martinho, Manuel Antunes Pereira, bem como membros do executivo camarário, outros autarcas e entidades. Adjudicado por 823,268 euros, o Ascensor do Outeiro acabaria por custar 942 mil euros, comparticipados por Fundos Comunitários. O aumento dos custos deveu-se a a alguns imprevistos e a trabalhos a mais. Na empreitada, da autoria dos arquitectos Falcão de Campos e Gonçalo Byrne, integram-se ainda as obras de requalificação do Largo José Bento da Silva. As obras que se seguem Ainda no âmbito da mobilidade em S. Martinho do Porto, a autarquia vai avançar com a ligação da Calçada D. Pedro V à Estrada Nacional 242. De acordo com Gonçalves Sapinho, quando as obras estiverem concluídas, a vila balnear passará a contar com uma larga avenida paralela à marginal e à linha férrea por onde se vai circular nos dois sentidos e que vai disponibilizar estacionamento para cerca de 400 automóveis. “Isto não resolve todos os problemas de circulação e estacionamento de S. Martinho, mas resolve alguns”, afirmou o autarca. A construção de um novo Centro de Saúde é aguardada há vários anos na vila e a autarquia já teve um terreno negociado, mas indicações vindas de Lisboa, que afirmavam que o terreno era pequeno demais para a estrutura, levaram à anulação da compra. Agora, Gonçalves Sapinho diz que está tudo encaminhado. “Estamos no bom caminho, já temos terreno e temos projecto”, garantiu. À margem da inauguração do elevador panorâmico, o autarca adiantou ainda que a mesma dupla de arquitectos, Falcão de Campos e Gonçalo Byrne, tem a seu cargo um projecto para a cidade de Alcobaça. Trata-se da remodelação da zona entre o Mercado Municipal e o Tribunal, em frente aos Paços do Concelho, um projecto que deverá ser entregue à autarquia no início da próxima semana, mas da qual o edil não adiantou mais pormenores. in http://www.gazetacaldas.com/Desenvol.asp?NID=23607
  17. Alta e baixa de S. Martinho finalmente unidas por elevador Está finalmente aberta ao público uma das mais importantes obras da segunda fase de requalificação da vila de S. Martinho do Porto. Na passada sexta-feira, dia 10, e após sucessivos adiamentos, o Ascensor do Outeiro, um elevador panorâmico que liga as zonas alta e baixa da vila balnear, foi finalmente inaugurado, numa cerimónia que contou com o secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, João Ferrão, e à qual acorreram algumas dezenas de pessoas, que quiseram, sem demoras, experimentar o novo equipamento. A partir de agora, indivíduos com dificuldade de mobilidade, grávidas, idosos e adultos com carrinhos de bebé têm facilitado o acesso desde a Rua Vasco da Gama (a famosa rua dos cafés) até ao Largo Comendador José Bento da Silva, onde está um miradouro com vista privilegiada sobre a baía e sobre o casario da vila. Com cerca de vinte metros de altura, a nova estrutura envidraçada, de arquitectura contemporânea, faz a ligação entre quatro pisos polivalentes. O piso –1 destina-se a espaços de arrumos e sanitários públicos femininos e masculinos. No 0 há um espaço aberto onde se pode ver todo o edifício e existe uma caixa multibanco. Já no piso 1, o da entrada, vai funcionar o posto de turismo e uma zona de acesso à Internet, dando ainda acesso à escada pública de ligação ao Largo José Bento da Silva e a um bar com esplanada, na Rua da Bela Vista. No piso 2 existe um espaço multifuncional, com mobiliário amovível, que pode acolher actividades culturais. A funcionar todos os dias entre as 10h00 e as 21h00, o novo equipamento tem capacidade para carregar uma tonelada, transportando até um máximo de 13 pessoas por viagem, que é gratuita. Por tudo isto, o dia da inauguração do ascensor foi para o presidente da Câmara de Alcobaça, Gonçalves Sapinho, “um dia grande”. Afirmando que a autarquia está a trabalhar em prol da população, Sapinho recuperou algumas das obras já concluídas, como a despoluição da baía e a construção da Estação de Tratamento de Águas Residuais, bem como a requalificação da marginal. Mas ainda há mais para fazer, como a entrada em funcionamento da Estação de Tratamento de efluentes suinícolas, o que deverá acontecer dentro de dois anos, e a resolução do problema do assoreamento da baía que será estudado em breve. Já o secretário de Estado, João Ferrão, considerou que o novo elevador é um “equipamento inteligente, porque ao mesmo tempo que é multifuncional, promove a mobilidade para todos”. Crente de que a estrutura terá um grande impacto na vila, tanto ao nível dos residentes como dos turistas, afirmou que o dia da inauguração se tratou do “primeiro dia do resto da vida de S. Martinho”. Num quadro mais amplo, o novo elevador enquadra-se na requalificação do litoral, que conta com o empenhamento do Governo e das autarquias. “Para termos orgulho no nosso país temos que contribuir para a sua requalificação”, referiu, acrescentando que “este projecto é sinal de que o país está a caminhar no bom sentido”. Quem também marcou presença na cerimónia de inauguração do Ascensor do Outeiro foi o presidente da Comissão Instaladora da Entidade Regional de Turismo de Leiria/Fátima, Miguel Sousinha, o adjunto do Governador Civil de Leiria, Jorge Gonçalves e o presidente da Junta de Freguesia de S. Martinho, Manuel Antunes Pereira, bem como membros do executivo camarário, outros autarcas e entidades. Adjudicado por 823,268 euros, o Ascensor do Outeiro acabaria por custar 942 mil euros, comparticipados por Fundos Comunitários. O aumento dos custos deveu-se a a alguns imprevistos e a trabalhos a mais. Na empreitada, da autoria dos arquitectos Falcão de Campos e Gonçalo Byrne, integram-se ainda as obras de requalificação do Largo José Bento da Silva. As obras que se seguem Ainda no âmbito da mobilidade em S. Martinho do Porto, a autarquia vai avançar com a ligação da Calçada D. Pedro V à Estrada Nacional 242. De acordo com Gonçalves Sapinho, quando as obras estiverem concluídas, a vila balnear passará a contar com uma larga avenida paralela à marginal e à linha férrea por onde se vai circular nos dois sentidos e que vai disponibilizar estacionamento para cerca de 400 automóveis. “Isto não resolve todos os problemas de circulação e estacionamento de S. Martinho, mas resolve alguns”, afirmou o autarca. A construção de um novo Centro de Saúde é aguardada há vários anos na vila e a autarquia já teve um terreno negociado, mas indicações vindas de Lisboa, que afirmavam que o terreno era pequeno demais para a estrutura, levaram à anulação da compra. Agora, Gonçalves Sapinho diz que está tudo encaminhado. “Estamos no bom caminho, já temos terreno e temos projecto”, garantiu. À margem da inauguração do elevador panorâmico, o autarca adiantou ainda que a mesma dupla de arquitectos, Falcão de Campos e Gonçalo Byrne, tem a seu cargo um projecto para a cidade de Alcobaça. Trata-se da remodelação da zona entre o Mercado Municipal e o Tribunal, em frente aos Paços do Concelho, um projecto que deverá ser entregue à autarquia no início da próxima semana, mas da qual o edil não adiantou mais pormenores. in http://www.gazetacaldas.com/Desenvol.asp?NID=23607
  18. Arquitectura: Obra de Siza Vieira vive "momento de especial relevo" internacional São Paulo, Brasil, 17 Out (Lusa) - A obra de Álvaro Siza Vieira vive um "momento de especial relevo" internacional, disse à agência Lusa o comissário da maior exposição já realizada sobre o arquitecto português, no Brasil. Jorge Figueira realçou, na abertura da exposição Álvaro Siza Modern Redux, em São Paulo, a recente distinção com a Medalha de Ouro Real de 2009, atribuída pelo Instituto Real dos Arquitectos Britânicos, em nome da rainha Isabel II. "É uma homenagem ao marco que Siza Veira representa na arquitectura portuguesa e contemporânea, num momento de especial relevo para a sua obra, de vitalidade renovada", disse. A mostra Álvaro Siza Modern Redux, organizada pela Direcção-Geral das Artes do Ministério da Cultura de Portugal, em parceria com o Instituto Tomie Ohtake, decorrerá até 23 de Novembro. A exposição incluiu 12 projectos realizados nos últimos 10 anos pelo arquitecto português, com a apresentação de maquetes, fotos, desenhos e projectos. Dentre os projectos seleccionados estão casas, museus, espaços culturais e de desportos, em Portugal, Brasil, Espanha, Bélgica e Coreia do Sul. "Tentei escolher edifícios que ressaltam o lado mais plástico, mais poético, mais liberto de contingências práticas com grande força e pujança", afirmou o responsável. "Arquitectura é um trabalho difícil, penoso, é preciso ter paixão pela forma. Mesmo com tudo desenhado, Siza Vieira não se conforma de explorar mais uma forma", sublinhou. A exposição inclui o projecto da sede da Fundação Iberê Camargo, pintor expressionista brasileiro (1914-1994), recentemente inaugurada, em Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul. Primeira obra de Siza Vieira na América do Sul, o projecto levou o arquitecto a vencer, em Setembro de 2002, o Prémio de Ouro da Bienal de Arquitectura, em Veneza. A mostra apresenta ainda os projectos Pavilhão Anyang (Coreia do Sul 2005-2006), Complexo Desportivo Ribera-Serrallo (Espanha 2003-2006), Casa Van Middelem-Dupont (Bélgica 1995-2001) e Pavilhão Centro de Portugal (2000), dentre outros. Na abertura da mostra, com a presença de dezenas de estudantes de arquitectura, foram lançados três livros sobre o arquitecto português, sendo um deles o próprio catálogo da exposição. Os dois outros livros foram editados pela Fundação Iberê Camargo e pelo Instituto Tomie Ohtake. "Estudantes de arquitectura são devotos, militantes, vão aprender os mistérios de Siza, um arquitecto que dá muitas lições, cria formas, o que o torna interessante e pedagógico", disse. Jorge Figueira salientou que estão a ser feitas negociações com os patrocinadores para que a exposição seja apresentada também em Brasília e em Curitiba, na região Sul do país. "É natural que o Brasil esteja curioso e receptivo por essa obra e por um personagem particular como Siza Vieira", disse o responsável. "Essa relação que ele mantém com a notoriedade, com a fama internacional, e ao mesmo tempo permanece céptico a tudo isso, é uma coisa bonita de se ver", afirmou. © 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. 2008-10-17 16:45:01 in http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=368597&visual=26&tema=5
  19. Vassoura!
  20. Pensar nos EUA como potencia unipolar jah eh um pensamento do passado. Hoje em dia vivemos num mundo multipolar onde existem no minimo 6 paises que coordenam o desenvolvimento mundial: EUA China UE Brasil Russia India E outros paises que coordenam regioes. Venezuela Irao Africa do Sul Alem dos G7 Neste momento a America Latina nao tem somente os EUA. Desde 2001 que os americanos abandonaram o mundo. Ha muito que o mundo deixou de unipolar... no momento em que os americanos focaram todas as atencoes no medio oriente surgiram por todos os continentes um vazio de poder (colonial) que foi ocupado por outros paises. Em Africa surgiu a China como grande investidor. O Medio Oriente surgiu o Irao como contrapeso aos EUA. E na America Latina surge a Venezuela. O Brasil comecou a destacar-se como potencia alternativa na luta contra a pobreza. A China, a Russia e a Uniao Europeia comecaram a investir na America Latina atraves ou do Brasil ou da Venezuela. Portanto esse discurso dos EUA serem o unico patrono da AL jah eh ultrapassado. Hoje a AL tem a Venezuela e o Brasil como principais candidatos a Patrono. A Venezuela joga pelo show off e o Brasil ainda tem de resolver os problemas internos. A China soh se interessa nela tal como os EUA. A UE soh se interessa pelos interesses das suas empresas e a Russia soh quer vender armas e marcar uma posicao geoestrategica na America Latina. Resulta daqui que a Venezuela e o Brasil podiam muito bem ajudar a AL. E destaco a Venezuela... mas o mais interessante do Chavez que se diz o Pai protector da AL eh que ele compra computadores americanos de forma indirecta e nao acaba com as favelas na terra dele. Nao constroi novas cidades para os mais necessitados, nao constroi escolas novas, nao constroi nada de novo, nao investe o capital em infra-estruturas de educacao, nem de habitacao, nem de nada... eh soh show off... E vens tu que a culpa da miseria da America Latina resulta da fraca influencia de Portugal e Espanha ou do desinteresse dos EUA???? A culpa da miseria da AL resulta do desinteresse dos proprios latino-americanos.
  21. Tal e qual. Vira de Fabrica de Habitar para Fabrica de Criminosos. Alem do mais o que eh que se podia esperar dum gabinete americano? O que eh que eles percebem de habitacao social na Europa? Foram pedir a um povo pragmatico para fazer habitacao social e saiu esta coisa simplesmente desumana. Isto eh uma fabrica de habitar. Eh um horror. (imagem retirada a pedido do site fonte) Tem algum jeito esta planta? :)
  22. Ninguem se atreve... mas existe qualquer coisa... existem sinais.
  23. in http://pt.wikipedia.org/wiki/Ass%C3%A9dio_moral Alguem tem historias sobre isto?
  24. Assim o "nozes" fica com um par de ornamentos na cabeça. Parece-me bem.:)
  25. Seriamente... acho uma ideia um tanto desajustada. Mais vale nao ter nada. E ateh atirava a ideia dum concurso publico. Um concurso livre. O que colocar ali?
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