Algumas imagens da Maqueta:
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Uma fotomontagem:
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Os arquitectos Aires Mateus e Carrilho da Graça venceram concurso para requalificação do Aterro da Boavista e construção da nova sede da EDP
O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, e o presidente da EDP, António Mexia, divulgaram hoje, 7 de Outubro, no Museu da Electricidade, os ateliers vencedores do concurso de ideias para a requalificação da zona do Aterro da Boavista, à 24 de Julho, e construção da nova sede da empresa nacional de energia.
Com base no protocolo estabelecido entre a autarquia e a EDP, que definiu como critérios essenciais para o projecto a qualificação do território, a preservação da memória do local, a qualidade arquitectónica e a eficiência energética do edifício, a comissão técnica e o júri do concurso, constituídos por elementos das duas entidades, decidiram atribuir ao atelier dos arquitectos Manuel e Francisco Aires Mateus o projecto de arquitectura da nova sede da EDP e ao arquitecto Carrilho da Graça o projecto de desenho urbano para a zona nascente do Aterro da Boavista, integrado no Plano de Pormenor.
Para o presidente da CML, este é um projecto “da maior importância para a cidade, não só pela sua qualidade arquitectónica, mas porque se trata de uma grande empresa que decidiu construir uma nova sede no centro histórico de Lisboa”. António Costa disse defender a diversificação de usos no território da cidade e que esta zona deve possuir habitação, espaços de diversão e de trabalho “porque a cidade não é só para passear mas também para produzir e não pode continuar a perder empresas para os concelhos limítrofes”.
O autarca classificou este projecto como “âncora para a regeneração urbana de toda a zona envolvente”, que será conseguida com os dois planos de pormenor (nascente e poente) do Aterro da Boavista, e lembrou a importância de cada vez mais intervenções desta escala serem objecto de concurso público, dando como exemplo os concursos abertos no último ano para o Parque Mayer, o Capitólio e este agora decidido; para além de referir os projectos a cargo da Sociedade Frente Tejo para as zonas de Belém e toda a área entre Santa Apolónia e o Parque das Nações, a construção da Fundação Champalimaud, as intervenções de fundo na zona de Alcântara e as medidas preventivas para a Baixa-Chiado que aguardam aprovação pelo Governo.
Na sua intervenção, António Mexia disse que a nova sede da EDP será “um espaço de referência para Lisboa, mas também nas condições de trabalho da empresa”, garantiu ser alcançado o objectivo de racionalização dos serviços com a concentração dos colaboradores agora dispersos por vários edifícios, bem como a redução dos custos operacionais e em rendas, na ordem dos 50%.
in http://www.cm-lisboa.pt/?id_item=17753&id_categoria=11
Nova sede da EDP custará 38 milhões de euros
A futura sede da EDP Energias de Portugal, na Avenida 24 de Julho, em Lisboa, custará 38 milhões de euros, revelou hoje o presidente da empresa, António Mexia, salientando que na decisão de abandonar as instalações do Marquês de Pombal "houve claramente um aspecto central de redução de custos e maximização de eficiência".
Miguel Prado Miguelprado@mediafin.pt
A futura sede da EDP – Energias de Portugal, na Avenida 24 de Julho, em Lisboa, custará 38 milhões de euros, revelou hoje o presidente da empresa, António Mexia, salientando que na decisão de abandonar as instalações do Marquês de Pombal “houve claramente um aspecto central de redução de custos e maximização de eficiência”.
Dentro de três anos, a EDP passará de uma sede de 28 mil metros quadrados para outra de 15 mil metros quadrados. Dos actuais sete edifícios que a empresa ocupa em Lisboa a EDP passará a ter apenas duas localizações, a sede da 24 de Julho e um outro terreno na zona oriental, em Cabo Ruivo. Os custos operacionais anuais de manutenção das instalações irão descer de 1,3 milhões de euros para cerca de 600 mil euros, apontou António Mexia.
Hoje a EDP anunciou os projectos vencedores do concurso de ideias para a sua futura sede. Os gabinetes de arquitectura Aires Mateus e Carrilho da Graça ganharam, respectivamente, o projecto da sede e o do desenho urbano. Durante os próximos meses serão ultimados os projectos definitivos.
António Mexia salientou que nas novas instalações “haverá mais ‘open space’ e capacidade de comunicação” e disse aos jornalistas que a primeira pedra do edifício deverá ser lançada em 2009, para dois anos e meio depois a construção estar concluída.
O processo de lançamento de uma nova sede começou há um ano. A EDP chegou a ponderar instalar-se no Parque das Nações, mas acabou por escolher a 24 de Julho devido a uma “prioridade para o controlo de custos”.
A futura sede da EDP é composta por dois blocos de edifícios ligados por uma praça central virada para o rio Tejo. Aires Mateus, responsável pelo projecto, salientou que “é um edifício aberto” onde se tentará tirar partido de várias condicionantes. Entre elas a vontade da EDP de que seja um edifício sustentável do ponto de vista energético. “Vamos estudar todas as formas complementares de energia alternativa”, referiu Aires Mateus. A instalação de painéis fotovoltaicos é uma das soluções possíveis.
António Mexia mostrou-se tranquilo em relação ao futuro das instalações do Marquês de Pombal, que serão para alienar. “Temos muito tempo para fazer esse processo”, comentou. O presidente da EDP disse inclusivamente que este imóvel não será necessariamente o primeiro a vender. Trata-se, em todo o caso, de um edifício localizado na zona mais central de Lisboa, onde são praticadas as rendas mais altas do mercado de escritórios nacional.
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