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Muito iconico. Simbolo. Eh um caracter. O designer transformou duas letras num simbolo. Nao me identifico com o simbolo. Nao identifico o simbolo com a arquitectura mas agrada-me. Nao me desagrada. Ha pior. Vendo outros logotipos de outras ordens. Muito institucional. http://www.geocities.com/CapeCanaveral/6236/OM.GIF Logotipos de empresas: http://www.mediadeskportugal.eu/images/RTP.jpg http://www.crp.pt/imagens/Galp%20(1).JPG
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http-~~-//195.189.12.17/images/towers.jpg Para comparar com as outras torres. LOCALIZACAO http-~~-//www.arabianbusiness.com/images/magazines/arabianbusiness.com/web/fullsize/Nampucha7_full.jpg http-~~-//img135.imageshack.us/img135/11/alfurjanmasterplanrk8.jpg IMPLANTACAO http-~~-//img61.imageshack.us/img61/3557/pod2lj9.jpg http-~~-//www.arabianbusiness.com/images/magazines/arabianbusiness.com/web/fullsize/Nampucha2_full.jpg http-~~-//www.arabianbusiness.com/images/magazines/arabianbusiness.com/web/fullsize/Nampucha4_full.jpg IMAGENS http-~~-//www.arabianbusiness.com/images/magazines/arabianbusiness.com/web/fullsize/Nampucha1_full.jpg http-~~-//www.arabianbusiness.com/images/magazines/arabianbusiness.com/web/fullsize/Nampucha6_full.jpg http-~~-//i.dailymail.co.uk/i/pix/2008/10/05/article-0-02E83D5400000578-239_233x666.jpg http-~~-//i38.tinypic.com/t71k0g.jpg PORMENORES http-~~-//img403.imageshack.us/img403/9859/podiumok3.jpg DADOS The Nakheel Tower • The Nakheel Tower will be more than a kilometre high • It will have over 200 floors • It will have approximately 150 lifts • The design structure of four separate elements allows for structural rigidity while also allowing the wind to pass freely in the spaces between the skybridges reducing the overall wind load • Total volume of concrete will be 500,000 ** m • All of the reinforcing bars laid end to end could stretch from Dubai to New York (1/4 of the way around the world) • The tower will have 20 km of barrettes – (almost 400 barrettes). Barrettes are a form of pile used to make the foundation. A single foundation barrette has the capacity to support a 50 storey building. • The building has enough cooling capacity to air-condition over 14,000 modern homes or to service 14 luxury resort hotels each with 2,000 rooms and all the public areas and amenities • The building is so tall that it experiences five different microclimatic conditions over its height, each with individual design features • The temperature in the atmosphere at the top of the building can be as much as 10 degrees cooler than the bottom • Due to the high speed shuttle lifts one may be able to see the sunset twice from the bottom and again from the top of the building • The goal is to achieve the highest LEED certification we can for a building this size • There will be approximately 10,000 car parking spaces in Nakheel Tower • Nakheel Tower and podium combined will be in excess of 2 million sq m VIDEOS http://www.ameinfo.com/170471.html in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=722506&page=6
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Parque das Nações recebe campus da justiça a partir do Verão In Público (4/6/2008) ~«Cerca de 2400 magistrados e funcionários da justiça dispersos por 21 tribunais e serviços começam no Verão a ocupar o novo campus da justiça de Lisboa, que custará mensalmente cerca de um milhão de euros em rendas. O novo campus da justiça, ontem apresentado pelo ministro da Justiça, Alberto Costa, vai funcionar no Office Park, no Parque das Nações, e ocupará 36.200 m2, distribuídos por 11 edifícios, onde funcionarão tribunais, juízos, serviços do Ministério Público, conservatórias, direcções-gerais e institutos públicos. Para o ministro Alberto Costa, este campus da justiça "não é uma megalomania", mas sim "algo ajustado à nova realidade judiciária": "Tínhamos muitos problemas em Lisboa e com este projecto vamos ter uma solução europeia, moderna e com qualidade que nos permitirá fazer economias em vários planos." O Estado quer poupar dinheiro com esta transferência, nomeadamente através de cerca de 90 mil euros mensais na factura energética. "Embora haja custos derivados da modernidade e da envergadura desta solução, haverá benefícios que serão largamente compensados pela qualidade dos serviços e novas condições de trabalho para os funcionários", realçou o governante. Serão instalados no campus da justiça, entre outros, o Tribunal Central de Instrução Criminal, Departamento de Investigação e Acção Penal, Varas Criminais, Juízos de Pequena Instância Criminal, Tribunal de Família e Menores, Tribunal Central Administrativo do Sul, Instituto dos Registos e do Notariado, Registo Predial e Registo Automóvel. O novo campus vai ter 4000 lugares de estacionamento, disse fonte do Ministério da Justiça. Os lugares de estacionamento serão subterrâneos. O presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria dos Olivais, Rosa do Egipto, e o presidente da Associação de Moradores e Comerciantes do Parque das Nações, José Moreno, consideraram positiva a instalação do equipamento no Parque das Nações, mas manifestaram alguma preocupação com um eventual agravamento das condições de mobilidade e estacionamento. Lusa» in http://cidadanialx.blogspot.com/2008_06_01_archive.html Lista dos serviços a transferir para o Campus de Justiça de Lisboa 1 — Tribunal de Pequena Instância Criminal e 6.º Juízo Criminal, Rua do Marquês de Fronteira, Palácio de Justiça, propriedade do Estado. 2 — Varas Criminais e Departamento Central de Investigação Criminal, Rua Nova do Almada (Tribunal da Boa Hora), propriedade do Estado. 3 — Juízos Criminais, Rua de Pinheiro Chagas, 20, propriedade do Estado. 4 — Tribunal de Família e Menores, Rua de Pedro Nunes, 16, arrendado. 5 — Tribunal Administrativo e Fiscal, Rua de Filipe Folque, 12, arrendado. 6 — Tribunal Administrativo e Fiscal de Lisboa n.º 2, Avenida de Helen Keller, 19 -A, arrendado. 8 — Juízos de Execução 2, Rua do Actor Taborda, 24, 2.º e 4.º, arrendado. 9 — Tribunal do Comércio, Rua do Ouro, 49, 2.º, arrendado. 10 — Tribunal Central Administrativo, Rua da Beneficência, 241, arrendado. 11 — Tribunal Marítimo, Praça da Armada, propriedade do Estado. 12 — Tribunal de Execução de Penas, Avenida de 24 de Janeiro, propriedade do Estado. 13 — Tribunal de Instrução Criminal e DIAP, Rua de Gomes Freire, 18 -30, propriedade do Estado. 14 — Departamento de Investigação e Acção Penal 1, Avenida de Casal Ribeiro, 48, arrendado. 15 — Departamento de Investigação e Acção Penal 1, Rua de José Estêvão, 45 -A, arrendado. 16 — 1.ª a 8.ª Conservatória do Registo Predial, Rua do Visconde Santarém, 32, arrendado. 17 — 9.ª Conservatória do Registo Predial, Calçada de Arroios, 16 -C, arrendado. 18 — Conservatória do Registo Automóvel, Rua de Mouzinho da Silveira, 34 -36, arrendado. 19 — Instituto de Gestão Financeira e de Infra -Estruturas da Justiça, Avenida de 5 de Outubro,124, arrendado. 20 — Direcção -Geral da Administração da Justiça, Avenida de 5 de Outubro, 125, arrendado. 21 — Direcção -Geral de Reinserção Social, Avenida do Almirante Reis, 101, propriedade do Estado. 22 — Instituto dos Registos e do Notariado, Avenida de 5 de Outubro, 202, arrendado. 23 — Instituto dos Registos e do Notariado IP2, Praça de Francisco Sá Carneiro, 13, arrendado. 24 — Instituto dos Registos e do Notariado IP3, Rua do Arco do Marquês de Alegrete, Palácio Aboim, fracção AG, AI, arrendado. 25 — Inspecção -Geral dos Serviços de Justiça, Rua da Madalena, 273, propriedade do Estado. in http://cidadanialx.blogspot.com/2008_05_01_archive.html
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"Lisboa Santa Catarina O Condomínio Privado Santa Catarina é um projecto de autor, de João Luís Carrilho da Graça. Uma edição limitada, com apenas 19 residências, todas diferentes entre si (T1 a T5). Um logradouro com um amplo relvado, uma piscina exterior, sauna. Uma vista rasgada sobre o vale de Santos. E um estacionamento privativo com 35 lugares.No bairro histórico, em Santa Catarina. Entre o castiço da Bica e o vanguardismo do Bairro Alto. Entre a elegância do Chiado e o design de Santos. Área Bruta de Construção: 5.181 m2 Projectistas de Arquitectura: JLCG - Arquitectos, Lda. (Arqtº João Luís Carrilho da Graça)" in http://cidadanialx.blogspot.com/2008_06_01_archive.html
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Vai ocupar o actual Bairro Barata Salgueiro.
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Lisboa | Plano Geral de Intervenção na Zona Ribeirinha de Lisboa | Miguel Correia
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
Frente Ribeirinha: Avenida Brasília será desnivelada e Alameda dos Oceanos prolongada Lisboa, 20 Jun (Lusa) - O Plano de intervenções para a frente ribeirinha de Lisboa que será apresentado sábado à imprensa propõe o desnivelamento da Avenida Brasília e o prolongamento para sul da Alameda dos Oceanos, no Parque das Nações. A proposta, a que a Lusa teve acesso e que será debatida na próxima semana em reunião de câmara, prevê também a criação de um sistema de transportes públicos em toda a frente ribeirinha em eléctrico ou trolley em terra e o fluvial. Propõe igualmente que se estude a possibilidade de ligar Cascais a Lisboa via marítima ou Vila franca de Xira a Lisboa em percursos diários. Este plano de intervenções apresenta uma visão mais global de toda a zona ribeirinha de Lisboa, integrando igualmente projectos já previstos nas intervenções a levar a cabo pela Sociedade Frente Tejo (Ajuda/Belém e frente da Baixa) e pelo Governo (terminal de contentores de Alcântara). Ainda da área da mobilidade, o plano prevê também um novo eixo que ligue a Auto-estrada do Norte/Avenida Cidade do Porto/Avenida Santo Contestável (Central de Chelas) ao Barreiro através da Terceira Travessia sobre o Tejo, que junto com o actual Eixo Norte/Sul, que liga a Ponte 25 Abril à Auto-estrada de Loures, constituem os dois preferenciais eixos para distribuir o tráfego para o centro da cidade. Além da ligação da Nova Ponte à Avenida Santo Contestável, bem como a ligação em túnel à Avenida Cidade do Porto, o plano defende o desnivelamento da ligação à Avenida Infante D. Henrique, a ligação da rotunda das Olaias à Terceira Travessia sobre o Tejo. Prevê igualmente reformular o esquema de circulação da rua Duque de Loulé/Túnel do Marquês com a criação de vias de sentido único e o aproveitamento do Túnel do Marquês para ligação à Avenida de Ceuta e Alcântara. "A estratégia é transferir grande parte do trânsito que hoje utiliza a marginal ribeirinha para Norte, reduzindo progressivamente o trânsito Nascente/Poente à medida que nos aproximamos do terreiro do Paço", lê-se no documento, a que a Lusa teve acesso. O plano recupera o projecto da autarquia datado de 1988 para rebaixar em Belém a linha de Cascais, alterando a escolha da via a desnivelar. Enquanto o projecto inicial previa o desnivelamento rodoviário da Avenida da Índia, agora é proposto o desnivelamento da via mais próxima do rio - a Avenida Brasília -, entre a Fundação Champalimaud e o futuro Museu dos Coches. A autarquia justifica esta alteração com o aumento da carga movimentada no terminal de contentores de Alcântara e a circulação de veículos pesados que preferencialmente é efectuada nesta via, pela ligação directa à CRIL em Algés. A avenida da Índia fica desta forma transformada numa "alameda de distribuição [de trânsito], com desenho mais urbano e velocidade de circulação adequada". Segundo a proposta, a que a agência Lusa teve acesso, a vala formada pela Avenida Brasília seria coberta nalguns troços por laje, para facilitar a ligação com o rio e reduzir os impactos ao nível da segurança, ruído e poluição do ar. Prevê igualmente deslocar a faixa dos transportes públicos em Alcântara mais para Norte, junto ao edificado, e novas ligações rodoviárias da cidade à margem do rio tanto em Alcântara como na Avenida D. Carlos I. Na zona da Expo, o plano prevê o prolongamento da Alameda dos Oceanos, através da Matinha, até à Praça 25 de Abril, desviando o trânsito da rua de Cintura do Porto de Lisboa, "permitindo assim a sua pedonalização". © 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. 2008-06-20 17:35:05 Frente Ribeirinha: Lisboa poderá ter praia com ondas artificiais na Doca do Poço Bispo Lisboa, 20 Jun (Lusa) - O plano global para a zona ribeirinha de Lisboa que a câmara vai apresentar sábado à imprensa prevê uma nova praia, com ondas artificiais, na Doca do Poço do Bispo, que a autarquia quer ver integrado no domínio público municipal. O documento, a que a Lusa teve acesso e que será discutido na próxima reunião de câmara, prevê que o outro extremo da frente ribeirinha - Algés - seja igualmente reabilitado para a criação de uma praia, com piscina flutuante, propondo para isso o alargamento do areal existente. O plano propõe, a prazo, a passagem da área da Doca do Poço do Bispo e zona envolvente para o domínio público municipal, passando a sua reabilitação pela criação de um grande equipamento lúdico e recreativo, com praia e piscina flutuante, e uma zona verde com edifícios de apoio a este equipamento. O documento abrange uma série de intervenções que já estavam previstas em planos anteriormente apresentados, designadamente o do Governo para a zona de Alcântara que inclui o enterramento da via férrea e o da zona ribeirinha da Sociedade Frente Tejo, que contempla intervenções nas áreas de Belém/Ajuda e na frente da Baixa pombalina. Esta nova proposta contempla já a afectação das áreas sem utilização portuária que foram alvo de um protocolo entre a câmara e o Governo para que passassem para a alçada da autarquia, que lhe dará novos usos. Com um horizonte temporal de 20/25 anos, a proposta apresenta uma visão global para os 19 quilómetros de zona ribeirinha de Lisboa. Prevê, por exemplo concentrar no sopé das colinas fronteiras ao rio - Matinha, Poço do Bispo, Beato, Aterro da Boavista, Alcântara, Ajuda, Belém e Pedrouços - novas áreas residenciais e de actividades com ligação ao rio, reordenar a mobilidade e circulação automóvel na zona ribeirinha e criar um canal para "mobilidade suave" em toda a frente, ligando os dois extremos da cidade com percursos pedonais e para bicicletas. O plano enquadra-se nas linhas de orientação previstas no Programa Nacional de Política de Ordenamento de Território (PNPOT) 2007 e no Plano regional de Ordenamento de Território da Área Metropolitana de Lisboa (PROTAML) 2002. Como a maior parte da frente ribeirinha da cidade de Lisboa está classificada no Plano Director Municipal (PDM) como Área de usos especiais, a proposta que o executivo camarário discute quarta-feira prevê a elaboração de "planos municipais de ordenamento do território, projectos urbanos e estudos viários". A proposta da Câmara de Lisboa vai ser apresentada sábado à imprensa, durante uma viagem de barco entre Alcântara e o Parque das Nações. © 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. 2008-06-20 17:40:01 in http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=351550&visual=26&rss=0 via http://cidadanialx.blogspot.com/2008_06_01_archive.html in http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=351549&visual=26&rss=0 -
Portela 2050: das pistas boulevards rodeadas de mata espontânea à horta de 20 milhões In Público (23/6/2008) Catarina Prelhaz «Construir Manhattan em Lisboa. Instalar um ninho de empresas ou a Feira Popular. Para a Portela já se pensa na vida depois da morte Uma nova-iorquina Manhattan debruçando-se sobre o seu Central Park em plena Lisboa: poderá não ser este o destino da Portela depois da saída do aeroporto para Alcochete, mas é a paisagem que os visitantes da última Trienal de Arquitectura gostavam de ver nascer nos 500 hectares que aquela transferência irá libertar. Construir arranha-céus ou plantar uma horta maior que o Parque das Nações: ontem foi a vez de arquitectos de renome e da nova geração e dos decisores políticos esgrimirem ideias para o futuro da Portela em 2050 num debate promovido pela Ordem dos Arquitectos. Transformar as pistas do actual aeroporto em boulevards de um parque de actividades (a definir no futuro) envoltas numa mata espontânea é a proposta do arquitecto Nuno Portas e do ateliê NPK. A ideia é usar as pistas como suporte de edifícios de construção ligeira e delimitar a mata com carvalhos para potenciar o desenvolvimento espontâneo desta, evitando os "elevados" custos de implantação e de manutenção de uma área verde tradicional. Já os arquitectos Gonçalo Byrne e Manuel Fernandes de Sá imaginam a manutenção de um aeroporto na Portela. O objectivo é limitar o tráfego a voos de pequeno e médio curso, articulando-o com o transporte de helicóptero. A Portela tornar-se-ia, assim, uma cidade virada para a função aeroportuária, recheada de actividades terciárias, centros de congressos e de residências de curta duração. Rechear a Portela com a Feira Popular, um hipódromo uma zona residencial e comercial, centros de exposições e de concertos, hotéis e escritórios são as ideias do ateliê de arquitectura paisagista PROAP. Equilibrar a vertente ecológica e o tecido urbano é a proposta dos arquitectos João Carrilho da Graça e João Gomes da Silva. "É mais realista do que fazer um parque ou um espaço indeterminado que serão progressivamente ocupados de forma desregrada e infeliz", observaram. "Pulmão de comida" Já o colectivo de jovens arquitectos Embaixada preferiu auscultar as ideias do público da Trienal de Arquitectura de Lisboa de 2007, concluindo que a construção densa também é uma opção. Ideia diferente teve o arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles, para quem a Portela deveria dar origem a um megaparque hortícola com um rendimento de 20 milhões euros anuais, para fazer face às necessidades alimentares da região. "Lisboa não precisa de um pulmão, mas de comida", reiterou. Portugal vai deitar 4,9 milhões de euros ao lixo caso o aeroporto da Portela não seja encerrado em 2017. O aviso é do vice-presidente da ANA- Aeroportos de Portugal, Carlos Madeira, que quer ver a zona aeroportuária totalmente livre das actuais funções sob pena de o novo aeroporto de Alcochete não passar de uma infra-estrutura fantasma. "Considerando os outros casos no mundo, há uma possibilidade de 30 por cento da Portela nunca chegar a encerrar, sobretudo quando temos dez milhões de especialistas aeronáuticos em Portugal", ironizou. Segundo um estudo da ANA, do Boston Consulting Group e da Universidade Católica, "Lisboa não cumpre com os critérios para possuir dois aeroportos a funcionar simultaneamente". Com 14 milhões de passageiros anuais de origem, a capital fica aquém das cidades com dois aeroportos bem sucedidos, que atraem mais de 35 milhões, explicou Carlos Madeira, acrescentando que as companhias preferem concentrar-se num só local para potenciar a procura e as pessoas preferem ter oferta variada sem terem de deslocar-se. Partilhar o tráfego de aeronaves entre Alcochete e a Portela é, segundo o vice-presidente da ANA, ou "proibido" ou "inviável": "não se pode discriminar companhias" e Portugal não tem voos de carga suficientes que justifiquem um aeroporto suplementar. "No Canadá, aquele que era para ser o maior aeroporto do mundo - Mirabel - foi fechado 35 anos depois de construído, porque o velho nunca chegou a ser encerrado. Não podemos deixar que isso aconteça cá". Fechar a Portela em 2017, evitando períodos de transição, e garantir ligações rápidas e cómodas a Alcochete são as soluções da ANA.» in http://cidadanialx.blogspot.com/2008_09_01_archive.html
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Lisboa | Plano Geral de Intervenção na Zona Ribeirinha de Lisboa | Miguel Correia
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
"Não há nada de novo no Plano da Zona Ribeirinha" In Diário de Notícias (23/6/2008) LUÍSA BOTINAS «Miguel Correia, ARQUITECTO, AUTOR DO POZOR Que comentário lhe sugere o anunciado Plano Geral de Intervenção na Zona Ribeirinha de Lisboa? Daquilo que conheço e do que veio a público, posso dizer que não encontrei nada de novo neste documento. A ideia lançada de que não haverá construção na frente de rio é muito cómoda, pois, quando se diz que não se vai fazer nada, não se esperam muitas críticas. E o que tem a dizer sobre os projectos estruturantes ? Das grandes obras que se anunciam, o nó de Alcântara, por exemplo, é uma ideia que já vem dos anos 60 e o rebaixamento da linha do caminho-de-ferro em Belém já se conhece desde os anos 80, mais concretamente quando se construiu o Centro Cultural de Belém e já estava previsto no POZOR (o Plano de Ordenamento da Zona Ribeirinha promovido pelo Porto de Lisboa). Todavia, sobre a zona de Pedrouços, aí o silêncio é total. Que diferenças vê entre o POZOR e este plano? O POZOR recebeu muitas críticas porque foi o único plano que teve a coragem de propor construção e que fez coisas. Por exemplo, o projecto da autoria do arquitecto Manuel Salgado na zona do Bom Sucesso, junto ao rio, estava previsto no POZOR e está ser construído. E é ele agora que diz que não se construirá mais nada na frente ribeirinha de Lisboa. Na zona de Santos, tínhamos previsto também alguma construção para habitação, comércio e serviços. Foi aí que estalou a polémica. De resto, ao longo destes 15 anos, o POZOR tem vindo paulatinamente a ser concretizado e um dos seus maiores sucessos foi a criação das Docas. O que tem a dizer da saída de José Miguel Júdice da Sociedade Frente Tejo? Não conheço as razões que estiveram na origem da sua decisão, conheço-o pessoalmente e acho que é uma pessoa com grandes qualidades . Para a sociedade gestora dos planos que iria dirigir era, sem dúvida, uma mais-valia, pois José Miguel Júdice é um catalisador de vontades. A Câmara de Lisboa diz que este é o primeiro plano com uma visão integrada? É bom que se explique que o POZOR foi o primeiro plano a ter uma perspectiva integrada de Algés até à Expo, compatibilizando vários projectos e formalizando decisões. No seu entender qual deve ser a solução para reabilitar a zona ribeirinha de Lisboa? Acima de tudo deve haver uma definição claríssima de um programa e de um desenho sobre esse programa. O desenho obriga a assumir compromissos e é isso que hoje a Câmara de Lisboa , que está refém do Bloco de Esquerda (BE), não faz. Tal como não define um regulamento para o plano, nem se conhece um modelo financeiro. É politicamente mais correcto não fazer nada.| » in http://cidadanialx.blogspot.com/2008_06_01_archive.html -
Grandes transformações a Oriente In Notícias da Manhã (18/7/2008) «A zona oriental vai manter o uso industrial, mas prescinde das indústrias pesadas a favor das tecnologias de informação e comunicação e das biotecnologias. Este é um dos aspectos fundamentais do Documento Estratégico de Monitorização da Zona Ribeirinha Oriental, aprovado pela Câmara de Lisboa, o qual divide a área de intervenção em cinco zonas: Envolvente à Gare do Oriente (zona 1); Avenida Marechal Gomes da Costa (zona 2); Matinha/Braço de Prata (zona 3); Santa Apolónia/Braço de Prata (zona 4) e Área entre as linhas férreas (zona 5). Contrariamente ao que estava previsto no Plano de Urbanização da Zona Ribeirinha Oriental, que foi chumbado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo devido ao excessivo peso da componente habitacional (cerca de 80 por cento), esta proposta de estruturação urbana contempla para habitação apenas 30 por cento da superfície, sendo o restante ocupado por actividades económicas. QUEM FICA COM O QUÊ? A zona envolvente à Gare do Oriente será destinada aos serviços, hotelaria e novas actividades e será fortemente reduzido o uso habitacional na Avenida Infante Dom Henrique. A excepção vai para as avenidas de Berlim e de Pádua e para a área habitacional a Norte da Gare do Oriente que será requalificada. A Avenida Marechal Gomes da Costa será destinada às novas indústrias criativas ligadas às tecnologias de informação e comunicação, tirando partido da presença de empresas como a RTP, e futuramente a Tobis, não se admitindo habitação, excepto na zona junto à Rua Vale Formoso de Cima. A zona oriental servirá igualmente como localização preferencial para novas produtoras de audiovisual em espaços industriais obsoletos. Outra das potencialidades desta área é a fixação de empresas ligadas à biotecnologia, em articulação com o hospital CUF Descobertas, vocação que poderá ser reforçada pela instalação em Marvila do Parque Hospitalar Oriental. Na área da Matinha/Braço de Prata, os espaços industriais serão reconvertidos e transformados em habitação. Prevê-se o reordenamento da frente ribeirinha promovendo novos espaços públicos de recreio e lazer para dar continuidade urbana ao Parque das Nações, em articulação com um corredor verde de ligação entre o estuário e o sistema de vales, designadamente o Vale Fundão Também as zonas industriais obsoletas de Santa Apolónia e Braço de Prata vão ser reconvertidas, dando lugar a novas actividades de comércio, serviços e indústrias criativas. A Câmara quer ainda promover novas tipologias de habitação nesta zona, através da reabilitação do património arquitectónico existente. O eixo cultural Santa Apolónia/Largo David Leandro da Silva será recuperado, introduzindo novas valências culturais e turísticas. A zona entre linhas férreas, uma “área de enquadramento da nova travessia sobre o Tejo”, será valorizada com uma estrutura ecológica articulada com novos equipamentos de recreio e desportivos. No futuro, prevê-se a reabilitação do núcleo antigo de Marvila e a reestruturação da área habitacional junto ao bairro da Madre de Deus. (...)» in http://cidadanialx.blogspot.com/2008_07_01_archive.html
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Lisboa | Novo Museu Nacional dos Coches | Paulo Mendes da Rocha
JVS replied to gigi's topic in Arquitectura
O museu terá um altura de 16,5 metros, defronte ao Palácio de Belém. A ponte pedonal aérea, entre o museu e a margem do rio terá 180 m de comprimento. O silo automóvel, with a view, terá, segundo o «boneco», a mesma altura dos edifícios do museu. Em complemento às publicadas pelo Sol, e retiradas do site da Afa Concult in http://cidadanialx.blogspot.com/2008_07_01_archive.html -
Lisboa | Novo hospital de Todos-os-Santos | RRJ, PineArq e Eduardo Souto de Moura
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
Futuro Hospital de Todos-os-Santos viabiliza Corredor Verde da Bela Vista à Alameda In Público (19/7/2008) Ana Nunes «A zona oriental de Lisboa vai reorganizar-se em torno do Hospital de Todos-os-Santos e os termos de referência viabilizam estatégia do Plano Verde camarário A construção no Parque da Bela Vista do Hospital de Todos-os-Santos irá "viabilizar a estratégia municipal do Plano Verde da cidade de Lisboa" explicou o arquitecto da autarquia, Paulo Pais. Pela ligação da Bela Vista à Alameda Afonso Henriques através do Vale Vistoso forma-se o futuro corredor verde da cidade que chegará até Monsanto. Segundo Paulo Pais, a área de intervenção será de 107 hectares "uma área significativa para um plano de pormenor, o que torna o projecto ambicioso". Moderador da sessão de apresentação pública dos termos de referência do Parque Hospitalar Oriental, anteontem à noite, em Marvila, Manuel Salgado, vereador do Urbanismo na autarquia, sublinhou que os termos de referência que vão ser aprovados irão "ordenar a zona central do antigo plano de Chelas e incluem uma área verde no Vale Vistoso (Olaias), para "compensar a área que vai ser perdida do Parque da Bela Vista". Para o presidente da Junta de Freguesia de Marvila, Belarmino Silva, este é um projecto "bom para a cidade de Lisboa e em particular para Marvila" que conta com o seu "apoio incondicional". A terceira travessia sobre o Tejo que ligará Chelas e Barreiro irá obrigar a uma concertação deste plano de pormenor. Porém, Paulo Pais considera-a "uma oportunidade para a área ao reforçar a sua centralidade no espaço urbano de Lisboa". O também arquitecto João Tremoceiro adiantou que "este movimento se deve transformar em oportunidades para os bairros circundantes através de uma maior movimentação económica que contribuirá para o desenvolvimento integrado de Marvila". O vereador do Urbanismo adiantou que o plano de pormenor estará concluído no prazo máximo de um ano, prevendo-se o início da edificação da primeira unidade, o Hospital de Todos-os-Santos, no final de 2009. A obra deverá estar concluída em 2017, garantia dada pelo presidente da Junta de Freguesia de Marvila. Segundo João Vermens, engenheiro do Ministério da Saúde, o Hospital de Todos-os-Santos será uma das principais unidades do Serviço Nacional de Saúde. "Trata-se de um hospital topo de linha com serviços especializados e de qualidade que irão abranger um milhão de habitantes", explicou. As especialidades diferenciadoras da nova unidade hospitalar serão as unidades de cardiologia pediátrica, cirurgia cardiotoráxica, grande trauma, transplantes e por fim uma unidade de queimados. Este será também um hospital universitário para onde será transferida a Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa. O novo hospital irá nascer na zona oriental irá acolher os hospitais de Santa Marta, Desterro, Capuchos, Estefânia e São José. Na mesma zona passará ainda a localizar-se o Instituto Português de Oncologia (IPO), actualmente situado em Sete Rios.» O título desta notícia é não só mera propaganda eleitoral como uma verdadeira anedota, pois não só não há qualquer possibilidade física de erguer um 'corredor verde' entre a Bela Vista e Monsanto, como aquilo que o Sr. Vereador dos Espaços Verdes insiste em anunciar como sendo o tal de 'corredor' é, imagine-se, feito de uma ponte (pintada de verde? decorada com vasos de plantas?) sobre o Vale de Chelas (contrapartida do Rock in Rio e exuberantemente festejada pelo Sr. Vereador, a troco da isenção de taxas...), passa pela Rovisco Pais, segue pela Av. Duque d'Ávila e vai até ao palacete Mendonça, nas traseiras do Corte Inglês. Corredor verde? in http://cidadanialx.blogspot.com/2008_07_01_archive.html -
Aqui estah um projecto fenomenal. O autor da obra pintor o edificio todo de branco. Ler o post: in http://cidadanialx.blogspot.com/2008_07_01_archive.html
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jmv arquitectos - http://jvmarquitectos.com/
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Câmara de Lisboa vai investir cinco milhões na recuperação do Pavilhão Carlos Lopes In público (3/9/2008) Catarina Prelhaz «A Câmara Municipal de Lisboa quer e o casino paga: o projecto de recuperação do Pavilhão Carlos Lopes vai ser apresentado pelo executivo até ao final do ano. A garantia é do vereador do Desporto, Marcos Perestrello (PS), que pretende promover simultaneamente a reabilitação do Parque Eduardo VII. Perfazendo um investimento da ordem dos cinco milhões de euros, o objectivo da autarquia é promover a "interacção" entre as actividades a desenvolver no pavilhão e o parque onde ele está inserido, revelou ao PÚBLICO o assessor da presidência, Duarte Moral. De acordo com a autarquia, a dupla intervenção, cujo projecto está ainda a ser elaborado, será paga com as verbas provenientes das contrapartidas do Casino Lisboa. Em Outubro, a Câmara de Lisboa já tinha dado luz verde a uma proposta do PCP que visava dar novo fôlego à reabilitação daquele pavilhão municipal, encerrado desde 2003. O processo já estava a ser estudado pela autarquia, em colaboração com o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) desde 2000, mas sem resultados concretos, a não ser o avolumar da degradação do imóvel, inaugurado em 1932. O último alerta partiu também da vereadora comunista Rita Magrinho, que em Maio denunciou publicamente o furto de um painel de azulejos do artista plástico Jorge Colaço, do início do século XX, que ornava uma das fachadas do edifício. Contactada pelo PÚBLICO, Rita Magrinho, que subscreveu a proposta para a recuperação do pavilhão, admitiu nada saber sobre o destino do imóvel. "Infelizmente passou um ano e nada foi feito. Perguntámos várias vezes o que se passava e o senhor vice-presidente Marcos Perestrello, na sua habitual atitude desprendida, disse que a recuperação avançaria quando fosse possível", censurou a vereadora. PCP preocupado Mas o silêncio relativo ao Pavilhão Carlos Lopes é apenas um entre muitos, sustenta Rita Magrinho. "Perguntamos, fazemos requerimentos e não nos respondem", lamenta. As recentes demolições no Bairro da Liberdade adensaram as críticas dos vereadores. "Os serviços enviaram cartas aos moradores em Julho. Nós tivemos reunião do executivo dia 30 e nada nos foi dito. Como já é hábito, sonegaram-nos essas informações. Começa a ser insustentável", adverte a autarca. Em Julho, o PCP fez queixa do presidente da câmara, António Costa, à Procuradoria-Geral da República, acusando-o de reter as suas propostas. A oposição (PSD, Cidadãos por Lisboa e Lisboa com Carmona) secundou em bloco as críticas, que a presidência prontamente rejeitou. 5 milhões de euros é quanto a Câmara de Lisboa conta investir na recuperação do Pavilhão Carlos Lopes e do Parque Eduardo VII. A verba será paga com as contrapartidas do casino » in http://cidadanialx.blogspot.com/2008_09_01_archive.html
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Vereador rejeita embargo do edifício da Cofina Lisboa, 03 Set (Lusa) - O vereador do Urbanismo da Câmara de Lisboa rejeitou para já a hipótese de embargo à obra do edifício do grupo Cofina, cujos vizinhos acusam de prejudicar a sua qualidade de vida, devido à excessiva proximidade com as suas casas. Em declarações aos jornalistas à entrada de uma reunião descentralizada do executivo, o vereador Manuel Salgado afirmou que "neste momento não há nenhum argumento para o embargo" pretendido pelos moradores da Rua Mateus Vicente, em Benfica. Os moradores queixam-se que a proximidade do edifício em construção veio prejudicar-lhes a qualidade de vida, devido à proximidade dos terraços, tapando as vistas e colocando questões quanto aos acessos de emergência ao local. O vereador afirmou que a Câmara Municipal recebeu na terça-feira o projecto de alterações que se encontra em apreciação. "Se o projecto de alterações respeitar as regras será aprovado, se não será embargado até que a obra fique de acordo", afirmou. Manuel Salgado frisou que o loteamento foi aprovado no tempo em que Krus Abecassis era presidente da Câmara e lamentou que "as pessoas só se apercebam dos projectos quando eles nascem do chão, porque houve um período de discussão pública e ninguém reclamou". Em relação às questões de segurança levantadas pelos moradores, Manuel Salgado garantiu que "o projecto foi analisado pelo Regimento de Sapadores de Bombeiros, que lhe deu parecer favorável", acrescentando que o acesso de bombeiros nunca se faria pela parte traseira dos edifícios, que estão junto à obra do edifico do grupo Cofina. "Não podemos estar sempre a pôr em causa os compromissos assumidos, a Câmara Municipal de Lisboa tem que ser uma pessoa de bem", argumentou Manuel Salgado, acrescentando que existe um acordo com o promotor para que o último piso do edifício não seja betonado até que o projecto de alterações tenha sido apreciado. In RTP in http://cidadanialx.blogspot.com/2008_09_01_archive.html
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Cais das Colunas só será devolvido a Lisboa quase em vésperas do Natal In Público (5/9/2008) Ana Nunes «O regresso há muito reivindicado pelos lisboetas será concretizado no dia 15 de Dezembro. Logo a seguir voltam os maus cheiros ao Terreiro do Paço com as obras dos esgotos da cidade Onze anos após ter sido desmontado por força das obras de prolongamento da linha Azul do Metropolitano de Lisboa, o Cais das Colunas será devolvido à cidade não mais tarde que 15 de Dezembro. Pelo menos foi essa a garantia ontem dada em conjunto pelo ministro das Obras Públicas, Mário Lino, e pelo presidente do Metropolitano, Joaquim Reis. "Devemos fazer um grande esforço e dar o nosso melhor para que o cais seja recuperado o mais cedo possível", admitiu ontem Mário Lino durante uma visita ao local. Para o governante, a fixação da data é "essencial, para cumpri-la" e "o impossível deve ser feito". Opinião partilhada por Joaquim Reis, ao afirmar que "nada irá impedir a conclusão da obra no prazo previsto", acrescentando que "os trabalhos estão a decorrer ao ritmo do compasso". A intervenção no local prevê a reposição do piso "respeitando o traçado original, com pedra oriunda da mesma pedreira de onde se julga ter sido retirada a original", garantiu o presidente do Metro. Mário Lino admitiu que "houve um grande estrago ao longo dos anos", sendo "parte das obrigações do Metro não só repor o que estava, mas corrigir, emendar e substituir o que estava degradado". Para tal, foram substituídos vários degraus que já não constituíam a escadaria primitiva, pois apresentavam inúmeras erosões, fracturas e lacunas, frequentemente preenchidas com argamassa de base e cimento. O projecto de reposição daquele cais, objecto de aprovação prévia por parte do Instituto Português do Património Arquitectónico, está orçado em 937 mil euros, e diz o responsável do Metropolitano que "visa substituir e não cair nos erros do passado". Joaquim Reis afirmou que "de acordo com os especialistas, ao longo do século XX foram muitas as intervenções mal realizadas". Como tal, a desmontagem do cais foi alvo de "uma intervenção rigorosa em que não foi descurada a inventariação, catalogação e conservação da pedra". Desde a desmontagem, o material removido encontrava-se nas oficinas do Metropolitano. Todo o processo levou o vereador do Urbanismo da Câmara de Lisboa, Manuel Salgado, a mostrar-se satisfeito com a obra de restauro já realizada. Achados no lodo Ao longo da obra de recuperação das colunas que dão nome ao cais no topo sul da Praça do Comércio - construção que remonta aos finais do século XVIII e é constituída por um conjunto com duas escadarias laterais que levam a uma central, onde podem ser vistas as colunas -, os técnicos descobriram no rio, enterradas no lodo, as pedras pertencentes à coluna em falta e, mais recentemente, a esfera que encima essa mesma coluna. Quanto à concretização das obras que tiveram origem no projecto de alargamento do Metropolitano até Santa Apolónia, as intervenções no local irão continuar, embora a cargo de outras entidades. Carlos Martins, engenheiro das Águas de Portugal, explicou que a empresa SimTejo se encontra a fazer no local uma obra de intersecção dos esgotos que só estará pronta dentro de nove meses. Mais tarde, embora ainda sem data definida para o arranque, será a vez da sociedade Frente Tejo, liderada pelo arquitecto João Biancard da Cruz, iniciar o trabalho da reabilitação da frente ribeirinha. As obras que se seguem no Terreiro do Paço, de intersecção de esgotos, da responsabilidade da Águas de Portugal, destinam-se a conduzir até à ETAR de Alcântara as águas residuais que até agora eram descarregadas directamente no Tejo. Segundo Carlos Martins, daquela empresa, aquelas águas serão conduzidas por uma estação elevatória entre o Largo do Chafariz e Alcântara. Diz o técnico que a obra em Alcântara "já se encontra bastante adiantada", sendo "complexa por se tratar de algo que já existia, mas que está a ser demolido ao mesmo tempo que se mantém ao serviço". » Vamos ver, vamos ver se o cais continua cais ou se será decoração do aterro ali construído. Cais das Colunas é inaugurado em Dezembro, garante ministro das Obras Públicas In Lusa, 4 de Setembro “Os lisboetas vão poder voltar a ver o Tejo do Cais das Colunas no dia 15 de Dezembro, garantiu hoje o ministro das Obras Públicas, Mário Lino. "No dia 15 de Dezembro vimos inaugurar isto", afirmou Mário Lino durante uma visita ao Cais, cuja reabilitação estão a ser feitas pelo Metropolitano de Lisboa, devido às obras de prolongamento da Linha Azul. "Temos esta bela praça e a população de Lisboa afastada desta parte ligada à nossa história há dez anos", lamentou Mário Lino, reforçando que "nem chuva nem vento" impedirão a inauguração que se não for no dia 15 de Dezembro, até será antes, assegurou. O presidente do Metropolitano de Lisboa, Joaquim Reis, não teve problema em aceitar o prazo imposto pelo ministro, assegurando que é uma data realista. O "novo" Cais das Colunas terá lajes de mármore novas mas com o corte e a traça das lajes antigas. Joaquim Reis referiu que foi necessário substituir lajes que já não eram originais quando as obras começaram e o Cais foi retirado do seu lugar original. "Ao longo de décadas foram sendo substituídas com lajes de argamassa e betão que não tinham nada a ver com o original. Optámos por repor a traça com pedra da mesma pedreira de que se pensa que vieram as pedras originais, na Batalha", disse o presidente do Metro. Quanto ao resto das obras que ainda decorrem no Terreiro do Paço, o compromisso do Metro é que os aterros também desaparecerão a tempo da inauguração do Cais. No entanto vai ser preciso esperar mais tempo para o cheiro a esgoto desaparecer do Terreiro do Paço: só daqui a nove meses estará concluída a obra que acabará com as descargas directas no rio Tejo. A obra consiste num interceptor no Largo do Chafariz de Dentro, passando por uma estação elevatória no Cais do Sodré, que levará as águas até à estação de tratamento de águas residuais de Alcântara que está a ser completamente renovada. Quanto ao túnel do metropolitano onde se verificou a derrocada ocorrida em Junho de 2000, o presidente da empresa garantiu que a infra-estrutura está estável: "não houve qualquer fissura ou movimento detectado na monitorização".” Publicada por Maria Amorim Morais in http://cidadanialx.blogspot.com/2008_09_01_archive.html
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Um edificio esquecido ao lado do Hotel Palace onde cria o elemento Portal entre a Praca dos Restauradores e o Rossio. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------ Para este edifício da Rua Primeiro de Dezembro, 120 (autoria de Cristino da Silva), a CML aprovou em Dezembro de 2006 um projecto de alterações para adaptação do mesmo a hotel de 4****, designado então 'Hotel Mundial Prestige', para a Soc. Hoteleira de Turismo Sotelmo, S.A. O projecto então aprovado (Proc. Nº 955/EDI/2006) dizia claramente que o hotel seria feito 'sem alterar as suas características arquitectónicas'. E que 'a volumetria do edifício é mantida na sua totalidade e que era proposta a manutenção das fachadas, com substituição das caixilharias de madeira por alumínio lacado, recuperação da entrada principal, bem como, das duas caixas de escadas e adaptação/alteração dos espaços de modo a dar resposta ao novo programa do edifício, bem como uma nova cobertura para o saguão'. O hotel seria 'composto por 1 piso em cave e 8 pisos acima do solo. O piso –1,, em cave é destinado a áreas de serviço, designadamente, instalações sanitárias e refeitório do pessoal, rouparia, depósito de bagagem/bengaleiro, armazenagem de lixos e áreas técnicas. O piso 0, é composto, essencialmente, pelo lobby e recepção, bem como, instalações sanitárias do público e elevadores e escadas de acesso aos pisos superiores. A entrada de serviço é efectuada pela rua Jardim do Regedor. Do piso 1 ao piso 6, localizam-se os quartos, 12 por piso, que correspondem a 24 camas por piso. No piso 1, encontra-se o quarto adaptado a pessoas de mobilidade condicionada e respectiva instalação sanitária. O piso 7, é composto por a sala dos pequenos-almoços, e respectiva copa, duas instalações sanitárias do público mais uma adaptada a pessoas de mobilidade condicionada. Existe ainda uma sala de estar/bar e um bengaleiro. É proposta para o hotel uma capacidade de 144 camas, distribuídas por 72 unidades de alojamento, todas estas designadas por quartos duplos'. Posteriormente, em Agosto do corrente, foi apresentado um projecto de alterações durante a execução da obra (Proc. Nº 436/EDI/2008), no qual 'as alterações apresentadas são alterações decorrentes das contingências da obra e de outras circunstâncias não previsíveis à data da realização do projecto deferido. Assim, só após as demolições foi possível efectuar um levantamento rigoroso das dimensões interiores de todos os pisos, estrutura, redes de esgotos e águas pluviais. Analisadas as peças desenhadas, as alterações apresentadas no presente projecto não alteram nem cércea nem volumetrias. Nos alçados são apenas apresentadas alterações no desenho da caixilharia no piso 7, a criação de um gradeamento exterior no alçado poente e ampliação da casa das máquinas. Também a capacidade do hotel mantém-se com 72 unidades de alojamento, distribuídas por 144 camas, todas estas designadas por quartos duplos'. O projecto ainda se encontra formalmente em apreciação. O problema é que, segundo testemunhas, a ampliação no último piso já vai muito para além da casa das máquinas, ou de café miradouro, continuando-se a colocar tijolo sobre tijolo e parecendo que o prédio vai crescer, o que seria uma violação grosseira do projecto aprovado. Em breve haverá fotografias actuais. in http://cidadanialx.blogspot.com/2008_09_01_archive.html
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in Publico, 28.09.2008, Ana Mendes Henriques A Igreja de São Vicente de Fora, um dos monumentos nacionais de Lisboa, está fechada ao público desde o início de Agosto por falta de condições de segurança. No chão da igreja foram recolhidos destroços com mais de um quilo, resultantes do desprendimento de blocos de estuque, argamassa e fragmentos de tijoleira de uma altura de cerca de 20 metros, segundo informação da Direcção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo. O impacto de uma das derrocadas foi tal que um dos blocos, ao cair, partiu um banco e furou o chão de madeira do altar. Segundo aquele organismo, as quedas de estuque ocorreram a 26 e 30 de Julho, verificando-se outra na primeira semana de Setembro. O material desprendido espalhou-se pelo Altar Mor e Coro Baixo. "Os danos verificaram-se em quadros brancos, no pavimento de madeira e na aparelhagem de som. Além disso, foi-nos comunicado um ferimento numa colaboradora da Igreja", afirma a Direcção Regional de Cultura, que diz ter solicitado formalmente, a 31 de Julho, o encerramento do templo, cedido à Igreja para o culto. A igreja apresenta várias infiltrações, devido ao estado em que se encontra a cobertura, o que originou as derrocadas. Não é possível prever quando poderão ocorrer novas derrocadas, pelo que a utilização do espaço representa "riscos para pessoas e bens". Não há previsão de reabertura, mas a Direcção de Cultura apresentou, a 13 de Agosto, uma proposta de intervenção que aguarda apreciação por parte do Patriarcado. A metodologia de intervenção proposta prevê "medidas imediatas" de acautelamento de segurança para efeitos funcionais, estudos e projectos para reabilitação estrutural, projecto de conservação e obras, tanto no interior como no exterior. "A Igreja só poderá ser reaberta após acauteladas as condições de segurança", diz a direcção regional. O templo centenário, dedicado ao padroeiro de Lisboa, era utilizado para cerimónias em que chegavam a participar mais de mil pessoas, sendo também muito procurado pelos turistas e escolas de todo o país para visitas de estudo. A igreja, cuja construção começou em 1582, foi edificada no local onde D. Afonso Henriques tinha mandado construir um primeiro templo também em honra de São Vicente. in http://cidadanialx.blogspot.com/2008_09_01_archive.html
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Discussão pública do Projecto de Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação de Lisboa (RMUEL) Lembramos que o prazo de discussão pública do Projecto de Regulamento Municipal de Urbanização e Edificação de Lisboa (RMUEL) termina na próxima terça-feira, dia 30 de Setembro. Todos os contributos devem ser enviados para o endereço dmdiu@cm-lisboa.pt até à referida data. Consulte o regulamento em http://ulisses.cm-lisboa.pt/data/002/0015/ in http://cidadanialx.blogspot.com/2008_09_01_archive.html
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Edifício da Cofina viola regras urbanísticas e prejudica segurança - Comissão Municipal A Comissão Municipal de Urbanismo considera que o edifício sede da Cofina em construção em Benfica viola as regras urbanísticas em vigor e prejudica a qualidade de vida e segurança dos habitantes nos prédios vizinhos.Numa nota elaborada após a visita que efectuou a semana passada ao local (junto ao estádio da Luz) a Comissão lembra que o edifício "está praticamente colado aos prédios adjacentes" e que as obras "continuam a bom ritmo". O promotor "apenas suspendeu a betonagem da laje superior numa pequeníssima área relativamente à superfície total", acrescenta o relatório da Comissão, que propõe à Assembleia Municipal que recomende à autarquia a "imediata suspensão das obras". (...) Perda de qualidade de vida, de vistas, riscos de segurança por falta de acessos de emergência e desvalorização das habitações são alguns dos argumentos dos moradores contra a construção do prédio. (...) "O edifício em construção resulta dos direitos que o promotor adquiriu através de um loteamento licenciado em 1989 e de um projecto de arquitectura aprovado em 2004", explica, sublinhando que estes direitos "mantêm-se em vigor". Os serviços do Urbanismo estão a analisar o projecto de alterações em obra apresentado pelo promotor. Noticia completa em RTP.pt in http://cidadanialx.blogspot.com/
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PDM vai contemplar "pulmão verde" nos terrenos do aeroporto Lisboa, 07 Out (Lusa) - O vereador do Urbanismo na Câmara de Lisboa, Manuel Salgado (PS), afirmou hoje que o novo Plano Director Municipal (PDM) vai contemplar a zona do aeroporto da Portela como futuro "pulmão verde" da cidade, depois da desactivação da infra-estrutura. "O novo PDM vai prever o pulmão verde na zona do aeroporto", disse Manuel Salgado aos jornalistas, à margem da Assembleia Municipal de Lisboa, onde hoje está a ser discutido o "Estado da Cidade". O presidente da Câmara, António Costa (PS), anunciou que o novo PDM de Lisboa será apresentado em Março do próximo ano. "A revisão prevê o tal parque verde na zona do aeroporto, mas não na totalidade porque há zonas edificadas", como as dos actuais escritórios da TAP, acrescentou o vereador do Urbanismo. O presidente da Câmara anunciou também a construção de um "grande interceptor entre Alfama e o Cais do Sodré que vai permitir finalmente que a totalidade do esgoto da cidade de Lisboa tenha tratamento". "Este mandato ficará também a ser o mandato em que o Tejo deixará de ser poluído pelo esgoto de Lisboa", declarou. No caderno de balanço da actividade distribuído aos jornalistas e aos deputados municipais, é apontada a data de Janeiro de 2009 para o início das obras do interceptor de esgotos entre o Largo do Chafariz de Dentro e o Cais do Sodré e a sua conclusão prevista para Setembro do mesmo ano. Na sua intervenção, António Costa destacou também o "aumento de 125 por no licenciamento de obras e 365 por cento das licenças de utilização emitidas" alcançados este mandato, com a concretização do programa de simplificação administrativa Simplis. O autarca referiu igualmente o licenciamento de 11 unidades hoteleiras e a aprovação de projectos de arquitectura para mais seis hotéis. Costa anunciou ainda para "breve" a assinatura de um protocolo com a Universidade de Lisboa, Universidade Nova de Lisboa, Universidade Técnica e ISCTE para a transformação da capital numa "cidade Erasmus". O objectivo é aumentar em dois anos de dois mil para cinco mil o número de estudantes estrangeiros a estudarem em Lisboa ao abrigo daquele programa de intercâmbio. Para isso, a autarquia quer promover o aumento de "mais duas mil camas" para estudantes e investigadores, com a construção e reabilitação de edifícios para residências universitárias. In rtp.pt
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Sede da EDP no Aterro da Boavista vai ser "transparente" e "icónica" In Público (8/10/2008) Inês Boaventura «Edifício foi projectado pelos arquitectos Manuel e Francisco Aires Mateus e Carrilho da Graça vai fazer o desenho urbano da zona Manuel e Francisco Aires Mateus foram os vencedores do concurso de arquitectura promovido pela EDP para a sua nova sede. Para o terreno no Aterro da Boavista, em Lisboa, os arquitectos projectaram um edifício que se pretende "icónico, claramente reconhecível", "muito transparente", "criativo para trabalhar" e "eficiente energeticamente". Do concurso saiu também vencedor o arquitecto Carrilho da Graça, a quem, segundo a EDP, "foi atribuído o desenvolvimento da Proposta de Desenho Urbano para a Zona Nascente do Aterro da Boavista, na perspectiva da sua integração em plano de pormenor". Aos arquitectos Aires Mateus "foi atribuído o Estudo Preliminar de Arquitectura para a propriedade da EDP, que se reparte por dois quarteirões, na perspectiva da localização a sul da nova sede". Manuel Aires Mateus explicou ao PÚBLICO que a ideia foi projectar um edifício que respeitasse a existência no local de prédios estreitos perpendiculares ao rio e que preservasse a abertura de vistas em relação a esse elemento natural. O resultado, garante o arquitecto, é um edifício "que se articula com a cidade, enquadrando-a" nela e que "não a tapa". Segundo Manuel Aires Mateus, o lado exterior da construção será formado por lâminas, criando "um efeito de luz e de sombra" e fazendo com que a percepção que se tem do edifício "varie imenso conforme o ângulo segundo o qual é visto". O piso térreo será "trespassável", por ser aberto à população e acessível através de vários pontos, e nos pisos superiores existirão "jardins intercalados no edifício", com o propósito de promover a sua "transparência" e de o tornar mais "criativo para trabalhar". A eficiência energética da nova sede da EDP é um dos aspectos destacados por Manuel Aires Mateus, que projectou "um edifício muito transparente, mas com capacidade de controlar os excessos de incidências solares". Também a EDP sublinha que a obra "vai inovar pela eficiência e sustentabilidade" e antecipa "uma redução anual dos custos operacionais de mais de 50 por cento" por a nova sede ter quase metade da área da actual sede.» in http://cidadanialx.blogspot.com/
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Não aparece nada de F11. Isso não me convinha nada. Há séculos que estou para fazer um backup e nada...
