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JVS

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Everything posted by JVS

  1. Tem as linhas toda partidas... tenta gravar em Tiff e com boa resolucao.
  2. JVS

    Curiosidades

    Podia ser uma Igreja... uma casa de emigrante ao lado de edificios de habitacao?
  3. Muito obrigado Milene. Deixa a tua analise sobre o espaco com vantagens e desvantagens.
  4. Branson admite central espacial em Portugal Multimilionário dono da Virgin inaugurou loja onde vão ser vendidos voos espaciais e vai abrir mais ginásios GINA PEREIRA, COM LUSA O irreverente multimilionário Richard Branson, dono do império Virgin e de uma das empresas que vai comercializar voos turísticos no espaço, admitiu que, no futuro, pode vir a construir uma central espacial em Portugal. A revelação foi feita, ontem, numa conferência de imprensa que antecedeu a sua participação num seminário internacional sobre "Inovação e Energias Renováveis", que hoje termina no Museu do Oriente. E apanhou de surpresa o próprio ministro da Economia, Manuel Pinho. "É uma total novidade para mim", disse o ministro, quando confrontado pelos jornalistas com a intenção do dono da "Virgin Galactic". Contudo, para Manuel Pinho, isto revela que Richard Branson "tem de Portugal a ideia de um país com potencialidades". Embora sem adiantar de que tipo de instalações estava a falar e explicando que não será antes de três/quatro anos, Richard Branson admitiu que a "Virgin Galactic" pode vir a construir uma central espacial em Portugal, semelhante à que está a ser feita no Novo México, nos Estados Unidos, de onde deverão levantar voo as naves espaciais. Questionado sobre que outros negócios pode vir a ter em Portugal, Richard Branson disse "ter a certeza de que haverá outras coisas para fazer aqui", embora seja um mercado que conhece mal. Uma das apostas pode ser nas energias renováveis, área em que se mostrou agradavelmente surpreendido com o que está a ser feito. Outro dos negócios é o dos ginásios. "Queremos que toda a gente em Portugal seja saudável", disse Branson, que hoje divulga os planos de expansão da rede "Virgin Active", depois da estreia no Porto: nos próximos dois anos, vão abrir pelo menos três novos espaços em Gaia, Oeiras e Sintra, mas há mais ginásios previstos para as áreas urbanas do Porto e de Lisboa. Questionado sobre a crise mundial, que admitiu estar a ter "efeitos dramáticos", o multimilionário britânico considerou que "a única coisa que pode evitar que o mundo entre numa recessão é o preço do petróleo descer para preços próximos dos 50 dólares por barril", situação que admitiu ser "perfeitamente possível". Depois da conferência em Lisboa - onde passou em revista o processo de criação das marcas Virgin e salientou a importância de motivar os colaboradores para garantir o sucesso dos projectos - Richard Brasson presidiu, no Porto, à inauguração da "Caminho das Estrelas", a agência de turismo espacial do grupo do empresário Mário Ferreira que vai comercializar, em exclusivo, em Portugal os produtos da "Virgin Galactic". Branson garantiu que, "dentro de três anos", será possível ter a experiência de viajar no espaço, embora tenha admitido que "ainda há muitos testes a realizar" antes que a nave obtenha a certificação oficial. Neste momento, há já cinco portugueses inscritos para viagens que custam cerca de 140 mil euros. in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1013703 Espaço: Richard Branson promete portugueses no espaço dentro de três anos Porto, 15 Set (Lusa) - O fundador e presidente do grupo Virgin, Richard Branson, afirmou hoje, no Porto, que "dentro de três anos os portugueses, tal como pessoas de todo o mundo, poderão fazer a experiência de viajar no espaço". O empresário britânico fez uma curta declaração aos jornalistas no final da inauguração da Caminho das Estrelas, a agência de turismo espacial do grupo do empresário Mário Ferreira, que vai comercializar em Portugal, em exclusivo, os produtos da Virgin Galactic. Esta empresa do grupo de Richard Branson deverá ser a primeira entidade não estatal a realizar voos espaciais comerciais. O empresário britânico referiu que "ainda há muitos testes a realizar", antes que a nave obtenha a certificação oficial que lhe permitirá iniciar a fase comercial do projecto. Mário Ferreira explicou que esses testes envolvem a realização de pelo menos 50 voos sem incidentes do protótipo da nave da Virgin Galactic. O empresário disse que já há cinco portugueses (ele próprio incluído) inscritos para os primeiros voos da nave da Virgin Galactic, sendo uma das pessoas inscritas uma mulher. Os preços das viagens espaciais da Virgin Galactic são da ordem dos 200 mil dólares (cerca de 140 mil euros). Em cada voo poderão viajar oito pessoas, dois pilotos e seis passageiros. Os primeiros a voar serão os cem membros fundadores da Virgin Galactic, um dos quais é Mário Ferreira, o único português neste grupo. Mário Ferreira poderá ser dos primeiros ou dos últimos deste grupo a experimentar os voos espaciais, já que os passageiros serão escolhidos por sorteio. O mesmo processo será seguido com os candidatos a turistas espaciais já inscritos. A Caminho das Estrelas tem uma decoração inspirada no interior de uma nave espacial que agradou muito a Richard Branson, que está a pôr a hipótese de adoptar este modelo para as agências semelhantes já abertas ou a abrir pela Virgin Galactic em todo o mundo, disse Mário Ferreira. "É uma coisa que teremos que estudar", disse o empresário português. Richard Branson disse hoje, em Lisboa, que estuda a possibilidade de vir a construir uma estação espacial em Portugal. "Dentro de três ou quatro anos poderemos pensar sobre uma estação espacial aqui em Portugal", disse o empresário britânico, que falava das possibilidades de investimentos em Portugal. "Ainda não fizemos muito em Portugal (...) e a minha presença hoje [numa conferência sobre energias renováveis] é mais para deixar uma mensagem para as novas gerações, e os futuros gestores", disse Richard Branson numa conferência de imprensa, em Lisboa. "Tivemos já algumas conversas, abordagens sobre o assunto", adiantou, quando questionado se já tinha conversado sobre o tema com investidores ou autoridades portuguesas. A Virgin Galactic está actualmente a construir uma estação espacial no México, projecto que, sublinhou, Richard Branson, "centra as atenções nesse domínio neste momento". Esta possibilidade assunto surpreendeu o ministro da Economia, Manuel Pinho, que participava na mesma conferência. A Virgin Galactic tem como objectivo realizar até 2010 o primeiro voo espacial destinado ao grande público, tendo já recebido mais de 80.000 manifestações de interesse de 120 países, seguindo informações recentes da empresa. © 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A. 2008-09-15 21:00:02 in http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=363286&visual=26&tema=1
  5. Sabiam que o Branson vai construir o Espaçoporto Europeu da Virgin? Provavelmente vai ser no Alentejo ... perto da Ota e do TGV.
  6. Uma reportagem interessante de quem habitou este edificio. Faz falta haver este tipo de análises. Tem de vir alguém de fora para fazer esta reportagem bastante interessante. berntita: Metade dos problemas que ai descreves são assuntos do condominio. Devias ter feito queixa ao condominio.
  7. A Jericó tb é fixe.
  8. Mas agora que estão dispersos e desorganizados como pensas em melhorar?
  9. As mensagens sem qualquer relacao com o tema abordado foram movidos para o seguinte topico: - Topico das Picardias Se quiserem manter o nivel da discussao devem-no continuar no seguinte topico. Neste devem discutir sobre o tema abordado pelo user Lichado.
  10. Empregos num Centro = Mais Dificuldades de Transportes Empregos dispersos = Menos Dificuldades de Transportes Imagine: - 3 milhoes de habitantes da AML moram em Lisboa. - os 3 milhoes de empregos estivessem em Lisboa. - Transportes organizados e diversos. Certamente teriamos mais facilidade de chegar mais cedo ao emprego e de perder menos tempo nos transportes. Agora pensar em que tudo como estah tudo disperso dah ideia que cada concelho responde ah procura de emprego dos seus respectivos habitantes... trata-se dum equivoco. Eu por exemplo trabalho perto porem no meu segundo emprego levava 2 horas a chegar... portanto... pensar assim...:rolleyes:
  11. JVS

    Humor

    Os outros a olhar...
  12. Tinha de ser um topico ah parte.
  13. A vantagem da torre no centro eh que possibilita o maior numero de pessoas no centro. E o centro de Lisboa nao eh a Baixa... nem o centro historico. Existe uma ideia falsa que o centro eh a Baixa, nao eh. O centro eh o Marques de Pombal e as duas avenidas e aqui nao sei porque razao nao existe edificacao em altura.
  14. O Chagas é a Biblia dos perfis metálicos.
  15. Argos: Este projecto urbano é uma utopia. Colocá-lo em acção seria certamente uma loucura. Uma das grandes ideias neste projecto seria limitar o crescimento da área urbana e mantê-la numa determinada área. O IC 19 no momento em que passa a Avenida habitável seria para substituir as várias urbanizações que existem em Sintra por exemplo. Em vez de existirem aquelas urbanizações que não têm nada a ver com nada e que estão desligadas entre si existiria uma Avenida com possibilidade de terem saidas de metro. Para esta ideia ser concretizada deveria demolir as urbanizações. O que é impossivel num regime democrático. Porém seria possivel depois de um Terramoto. Este projecto é uma ideia para um cenário pós cataclismo. E não para fomentar a especulação imobiliária.
  16. No RGEU existe um artigo que possibilita o arq da camara a dizer se é belo ou feio.
  17. Tb gosto dos Heroes.
  18. No artigo em que li as pessoas de Marselha iam trabalhar para Paris. Como as pessoas de Manchester iam trabalhar em Londres. Como também as pessoas de Las Vegas iam trabalhar para LA. Aqui... vejamos as pessoas tanto podiam morar em Madrid e iam trabalhar em Lisboa. Isto é uma ideia. Mas esta ideia de viver numa cidade e trabalhar noutra já existe em Espanha. Pessoas que vivem em Toledo e trabalham em Madrid.
  19. Arco Iris no Apolo 70.
  20. Num artigo da Newsweek. :rolleyes:
  21. E aqueles bancarios que pedem o numero de conta??? Hmmm... fico sempre naquela se o tipo me tira o dinheiro... eh na mesma onda.
  22. http-~~-//graphics8.nytimes.com/images/2008/07/14/science/15farm02_650.jpg http-~~-//graphics8.nytimes.com/images/2008/07/15/science/15farm_450.jpg Country, the City Version: Farms in the Sky Gain New Interest By BINA VENKATARAMAN Published: July 15, 2008 What if “eating local” in Shanghai or New York meant getting your fresh produce from five blocks away? And what if skyscrapers grew off the grid, as verdant, self-sustaining towers where city slickers cultivated their own food? Dickson Despommier, a professor of public health at Columbia University, hopes to make these zucchini-in-the-sky visions a reality. Dr. Despommier’s pet project is the “vertical farm,” a concept he created in 1999 with graduate students in his class on medical ecology, the study of how the environment and human health interact. The idea, which has captured the imagination of several architects in the United States and Europe in the past several years, just caught the eye of another big city dreamer: Scott M. Stringer, the Manhattan borough president. When Mr. Stringer heard about the concept in June, he said he immediately pictured a “food farm” addition to the New York City skyline. “Obviously we don’t have vast amounts of vacant land,” he said in a phone interview. “But the sky is the limit in Manhattan.” Mr. Stringer’s office is “sketching out what it would take to pilot a vertical farm,” and plans to pitch a feasibility study to the mayor’s office within the next couple of months, he said. “I think we can really do this,” he added. “We could get the funding.” Dr. Despommier estimates that it would cost $20 million to $30 million to make a prototype of a vertical farm, but hundreds of millions to build one of the 30-story towers that he suggests could feed 50,000 people. “I’m viewed as kind of an outlier because it’s kind of a crazy idea,” Dr. Despommier, 68, said with a chuckle. “You’d think these are mythological creatures.” Dr. Despommier, whose name in French means “of the apple trees,” has been spreading the seeds of his radical idea in lectures and through his Web site. He says his ideas are supported by hydroponic vegetable research done by NASA and are made more feasible by the potential to use sun, wind and wastewater as energy sources. Several observers have said Dr. Despommier’s sky-high dreams need to be brought down to earth. “Why does it have to be 30 stories?” said Jerry Kaufman, professor emeritus of urban and regional planning at the University of Wisconsin, Madison. “Why can’t it be six stories? There’s some exciting potential in the concept, but I think he overstates what can be done.” Armando Carbonell, chairman of the department of planning and urban form at the Lincoln Institute of Land Policy in Cambridge, Mass., called the idea “very provocative.” But it requires a rigorous economic analysis, he added. “Would a tomato in lower Manhattan be able to outbid an investment banker for space in a high-rise? My bet is that the investment banker will pay more.” Mr. Carbonell questions if a vertical farm could deliver the energy savings its supporters promise. “There’s embodied energy in the concrete and steel and in construction,” he said, adding that the price of land in the city would still outweigh any savings from not having to transport food from afar. “I believe that this general relationship is going to hold, even as transportation costs go up and carbon costs get incorporated into the economic system.” Some criticism is quite helpful. Stephen Colbert jokingly asserted that vertical farming was elitist when Dr. Despommier appeared in June on “The Colbert Report,” a visit that led to a jump in hits to the project’s Web site from an average of 400 daily to 400,000 the day after the show. Dr. Despommier agrees that more research is needed, and calls the energy calculations his students made for the farms, which would rely solely on alternative energy, “a little bit too optimistic.” He added, “I’m a biologist swimming in very deep water right now.” “If I were to set myself as a certifier of vertical farms, I would begin with security,” he said. “How do you keep insects and bacteria from invading your crops?” He says growing food in climate-controlled skyscrapers would also protect against hail and other weather-related hazards, ensuring a higher quality food supply for a city, without pesticides or chemical fertilizers. Architects’ renderings of vertical farms — hybrids of the Hanging Gardens of Babylon and Biosphere 2 with SimCity appeal — seem to be stirring interest. “It also has to be stunning in terms of the architecture, because it needs to work in terms of social marketing,” Dr. Despommier said. “You want people to say, ‘I want that in my backyard.’ ” Augustin Rosenstiehl, a French architect who worked with Dr. Despommier to design a template “living tower,” said he thought that any vertical farm proposal needed to be adapted to a specific place. Mr. Rosenstiehl, principal architect for Atelier SOA in Paris, said: “We cannot do a project without knowing where and why and what we are going to cultivate. For example, in Paris, if you grow some wheat, it’s stupid because we have big fields all around the city and lots of wheat and it’s good wheat. There’s no reason to build towers that are very expensive.” Despite its potential problems, the idea of bringing food closer to the city is gaining traction among pragmatists and dreamers alike. A smaller-scale design of a vertical farm for downtown Seattle won a regional green building contest in 2007 and has piqued the interest of officials in Portland, Ore. The building, a Center for Urban Agriculture designed by architects at Mithun, would supply about a third of the food needed for the 400 people who would live there. In June at P.S.1 Contemporary Arts Center in Queens, a husband-wife architect team built a solar-powered outdoor farm out of stacked rows of cardboard tube planters — one that would not meet Dr. Despommier’s security requirements — with chicken coops for egg collection and an array of fruits and vegetables. For Dr. Despommier, the high-rise version is on the horizon. “It’s very idealistic and ivory tower and all of that,” he said. “But there’s a real desire to make this happen.” in http://www.nytimes.com/2008/07/15/science/15farm.html?_r=1&oref=slogin
  23. Penso que devias moderar a tua linguagem. Aqui ninguem quer matar ninguem.
  24. http-~~-//www.wmaker.net/portorl/photo/691262-844844.jpg Hoje em dia quem trabalha em Londres vive em qualquer cidade inglesa. Tal como Paris. Gracas ao TGV qualquer pessoa com rendimentos pode viver no campo e trabalhar no centro de Paris. O Mesmo poderia acontecer na Peninsula Iberica. A peninsula iberica deixava de ser uma Regiao para passar a Megapolis cujas cidades se reunem numa Megapolis, numa Mega Regiao Urbana onde Madrid pode ser o centro e as restantes cidades ibericas podem passar a ser suburbanas. Surgeriam assim Cidades-Areas Urbanas. - Lisboa-Setubal ou Setuba'Lisboa. Grande Lisboa. - Braga-Porto-Gaia-Aveiro ou BPGA. Grande Porto. - Algarve-Huelva-Sevilha-Cadiz. Grande Sevilha. - Grande Malaga - Alicante-Valencia. Grande Valencia. - Grande Barcelona. - Grande Madrid. - Santander-Bilbao. Grande Vyscaia. - Gijon - Vigo-Corunha. Grande Galecia.
  25. Voces pensam no automovel... e os transportes publicos? E se houve varias linhas de metro?
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