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O que eh arquitectura gratuita? Formas fratuitas?
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Vejamos jah existe uma seleccao no Exercito, uma seleccao nos comandos, outra na GNR e outra na PSP sem contar com a PJ... onde eh que se vai encontrar malta qualificada? Ha que diminuir o rigor... certo? Que riscos isto pode ter na nossa seguranca?
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Pois. O problema seria a seleccao deles.
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Nao compreendo esta frase. O que eh queres dizer com isto? Ha qualquer coisa aqui que nao percebo onde tu podes chegar a esta conclusao? No lado de fora como outsider vez a arquitectura de um outro modo. Mais interessante. Eh uma visao quase exotica, nao quero eu dizer que sejas exotico.
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Leiria | Programa Polis CML candidata-se a apoio do Programa Operacional Regional do Centro 28 Ago. A Câmara Municipal de Leiria candidatou-se, em Julho, a um apoio de 6,7 milhões de euros do Programa Operacional Regional do Centro, apoio que se destina à regeneração urbana da cidade, revela a agência Lusa. «Temos os instrumentos para, na próxima meia dúzia de anos, realizar acções de melhoria da cidade, sobretudo do centro histórico», afirmou Vítor Lourenço, vice-presidente da autarquia, destacando que o trabalho de requalificação de uma cidade é «permanente». Polis Vítor Lourenço revelou ainda que a requalificação da cidade de Leiria realizada no âmbito do Programa Polis é «uma aposta ganha» para o município, sendo que este apoio vem complentar as obras do Polis, as quais atingiram os 41 milhões de euros. O Programa POLIS incidiu na requalificação do Rossio da cidade, na reabilitação da zona envolvente ao troço do rio Lis que atravessa Leiria e na criação de novos parques de estacionamento e de um Centro de Interpretação Ambiental. Por concluir ficou a recuperação do primeiro moinho de papel do país, obra do arquitecto Siza Vieira. in http://www.leiriaeconomica.com/item3054.htm Leiria: Conclusão do Polis comemora um ano mas ainda há obra por fazer 28 de Agosto de 2008, 14:13 Leiria, 28 Ago (Lusa) - A requalificação da cidade de Leiria realizada no âmbito do Programa Polis é "uma aposta ganha" para o município, defendeu hoje à Agência Lusa o vice-presidente da Câmara Municipal de Leiria, Vítor Lourenço. "O balanço que fazemos é que a população e o município estão muito satisfeitos com as realizações do Polis", afirmou o autarca, lembrando que "a melhoria do território trouxe mais pessoas a Leiria". As obras do Polis de Leiria foram inauguradas a 29 de Agosto de 2007 pelo primeiro-ministro José Sócrates, marcando o fim de uma série de investimentos que atingiu os 41 milhões de euros. As intervenções contemplaram a requalificação do Rossio da cidade, a reabilitação da zona envolvente ao troço do rio Lis que atravessa Leiria e a criação de novos parques de estacionamento e de um Centro de Interpretação Ambiental. No entanto, por concluir está a recuperação do primeiro moinho de papel do país, obra do arquitecto Siza Vieira. Segundo Vítor Lourenço, "falta a musealização do espaço" mas como este é um trabalho depende de "terceiros" não é possível à autarquia avançar com uma data para a sua conclusão. Já o líder da oposição na Câmara Municipal de Leiria, Raul Castro, afirmou que "embora o Polis seja um programa significativo e extremamente positivo para a cidade, ainda há muito mais a fazer". Destacando sobretudo o trabalho de recuperação do trajecto do rio Lis que atravessa Leiria, o vereador eleito pelo PS lamentou no entanto que "a cidade não seja vista como um todo". "Concretizam-se apenas situações pontuais, como a do Polis", referiu Raul Castro, que desafiou a Câmara Municipal "a olhar para o coração da cidade: o velho centro histórico ora avança, ora não avança. Há anos que se anda nesta expectativa. Por seu turno, o presidente da Associação Comercial e Industrial dos Concelhos de Leiria, Batalha e Porto de Mós (ACILIS), Carlos Caiado, reconheceu que as intervenções do Polis na cidade "valeram a pena". "Ganhou a cidade", afirmou o dirigente, admitindo que os "comerciantes só não ganharam por causa da crise económica". Carlos Caiado afirmou que "há mais pessoas a fruir a cidade, mas não a população residente" e apontou a necessidade de intervenção no centro histórico. Embora classificando o Polis "globalmente positivo", o presidente da ACILIS salientou que "um ano é pouco tempo para avaliar o investimento", preferindo esperar "pela intervenção que aí vem". A Câmara Municipal de Leiria foi contemplada em Julho último com 6,7 milhões de euros do Programa Operacional Regional do Centro, verba que se destina à regeneração urbana da cidade. "Temos os instrumentos para, na próxima meia dúzia de anos, realizar acções de melhoria da cidade, sobretudo do centro histórico", afirmou o vice-presidente da autarquia, destacando que o trabalho de requalificação de uma cidade é "permanente". SYR Lusa/Fim in http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/519baf319bee8c90e95fb4.html
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Lisboa | Cais das Colunas | Eugenio dos Santos Cais das Colunas regressa ao Tejo A Porta de Lisboa de volta Jornal do Barreiro | 29-08-2008 Os pilares do antigo cais do Terreiro do Paço, em Lisboa, regressaram para junto do Tejo mas ainda se encontram cobertos com telas brancas. Retirados há 12 anos para permitir ao Metropolitano estender a sua rede até Santa Apolónia, o Cais das Colunas e a escadaria de pedra que desce até ao rio só estarão acessíveis ao público em meados de Setembro, quando o Metropolitano de Lisboa concluir as obras e retirar o estaleiro que ali foi montado. Até lá, pouco há para ver, a não ser um aterro e uma vedação que demarca a distância entre as colunas que dão nome ao cais no topo sul da Praça do Comércio e os lisboetas ou turistas que circulam na Baixa de Lisboa. Doze anos afastadas do seu local de origem, fizeram estragos na memória de boa parte dos habitantes da capital, havendo quem tenha delas muitas memórias enquanto muitos há que vão agora vê-las pela primeira vez. Situado em frente ao Terreiro do Paço, o também chamado Miradouro do Cais das Colunas oferece uma vista plana sobre o Tejo, Cacilhas e Almada, num vai e vem sem fim de gente, entre cacilheiros que cruzam o rio. A designação de Cais das Colunas, um património com dois séculos, deve-se à existência de dois pilares monolíticos erguidos nos extremos e que são parte integrante do Projecto da Praça do Comércio, da autoria do arquitecto Eugénio dos Santos, para a reconstrução da cidade após o terramoto de 1755. Apesar de não existirem documentos escritos relativos ao ano da sua construção, sabe-se que o Cais das Colunas foi concluído no fim do século XVIII, aparecendo já numa gravura colorida de Noel e Wells – A view of the Praça do Commércio at Lisbon, datada de 1792. As colunas caíram em finais do século XIX, tendo sido repostas apenas em 1929. Embora o Cais das Colunas já não seja o único lugar onde as pessoas podem sentar-se junto ao rio Tejo, resta saber se agora irá conseguir competir com as novas atracções da capital – as Docas de Alcântara, o Parque das Nações e um passeio ribeirinho entre o Cais do Sodré e o Terreiro do Paço. De recordar que o Cais das Colunas foi a principal ligação entre Lisboa e o Tejo, tendo a demora da recolocação da estrutura – retirada há 12 anos – motivado inclusive uma petição na Internet que apelava ao Governo para repor de imediato as colunas. in http://www.jornaldobarreiro.com.pt/?lop=n_artigo&op=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&id=fef6f971605336724b5e6c0c12dc2534
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http-~~-//dn.sapo.pt/2008/08/30/595156.jpg Cidades flutuantes contra o aquecimento global Futuro. Quando as alterações climáticas produzirem alguns dos seus efeitos negativos, como a subida do nível do mar em mais de um metro, as cidades flutuantes idealizadas pelo arquitecto belga Vincent Callebaut poderão ser a resposta para albergar os refugiados das regiões costeiras inundadas Cada 'arca' poderá albergar até 50 mil pessoas em 2100 Chama-se lilypad, foi imaginada pelo arquitecto belga Vincent Callebaut e, no projecto que ele já desenhou, é uma cidade flutuante que poderá um dia albergar até 50 mil pessoas. Poderá haver tantas cidades destas quantas forem necessárias, para dar guarida a todos os refugiados das alterações climáticas, quando o nível do mar subir para marcas insustentáveis. Callebaut desenhou a sua cidade-navio futurista em resposta aos desafios que as mudanças climáticas vão colocar à humanidade e, sobretudo , para fazer face à inundação costeira que a subida prevista do nível dos oceanos, entre 60 centímetros e um metro até final do século, vai causar. "Se a subida do primeiro metro [do nível do mar] não é nada divertida, com mais de 50 milhões de pessoas afectadas nos países em desenvolvimento, será pior se o aumento for de dois [metros]", diz Callebaut, reportando-se às previsões do Painel Internacional da ONU para a as Alterações Climáticas, o IPCC. Mais um metro, a somar a outro, elevaria o número de refugiados das regiões costeiras para 250 milhões de pessoas, adianta o franco-belga. A resposta de Callebaut, que se diz admirado por "as populações do mundo desenvolvido continuarem a correr para a costa para construir casas", são as lilypads. Concebidas à imagem da flor (o nenúfar gigante da Amazónia Victoria regia), estas plataformas flutu- antes que mais se assemelham a ne- núfares gigantes, têm tudo. Um lago de água doce, que recolhe a água da chuva e serve de reservatório na- tural para a água potável mas tam- bém regala os olhos, um rio, marinas, montanhas, jardins suspensos e todos os aquartelamentos necessários ao povoamento humano, com lojas, divertimentos e certamente esco- las, bibliotecas e cinemas. Os materiais de construção idealizados pelo arquitecto para a sua cidade flutuante são as fibras de poliéster, cobertas por camadas de dióxido de titânio. As fontes de energia ali utilizadas serão todas renováveis: solar térmica e fotovoltaica, energia das marés, eólica, com fitopurifacção da água para consumo dos seus habitantes e reciclagem dos resíduos por eles produzidos. Assim dotadas, cada uma destas cidades será auto-suficiente e com zero emissões de gases com efeito de estufa. Só falta mesmo saber quando poderão estas cidades do futuro começar a ser construídas, para estarem prontas em 2100. - F.N.
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http-~~-//barlavento.online.pt/upload/multimedia/1219933477.jpg http-~~-//barlavento.online.pt/upload/multimedia/1219933438.jpg http-~~-//barlavento.online.pt/upload/multimedia/1219933522.jpg http-~~-//barlavento.online.pt/upload/multimedia/1219933494.jpg Loulé aposta na recuperação do património edificado Quinta da Fonte da Pipa, em Loulé Loulé vai fazer uma aposta forte no património histórico edificado. Depois de adquirir o solar que servia de sede à Sociedade Filarmónica Artistas de Minerva e à banda «Nova Música», a autarquia pretende agora avançar para a aquisição da Quinta da Fonte da Pipa, outro edifício emblemático nos arredores da cidade, revelou ao «barlavento» o presidente da autarquia Seruca Emídio. Ao mesmo tempo que assegura a preservação da identidade histórica da sede de concelho, a Câmara de Loulé aposta em deixar uma marca para o futuro noutro importante ponto do concelho, a cidade de Quarteira. Para isso, já encomendou um projecto ao conceituado arquitecto Souto Moura, com o qual já foi celebrado um contrato. Segundo Seruca Emídio, a nova obra tem como objectivo principal «criar um marco arquitectónico» na cidade de Quarteira. O edifício em causa é o do futuro Centro Cultural, que está pensado no âmbito do projecto de requalificação desta localidade louletana. Este espaço irá acolher iniciativas culturais variadas e albergar «uma escola de música». Por outro lado, apesar de ainda não ter definido exactamente qual o futuro que irá dar ao solar recentemente adquirido, depois de recuperado, Seruca Emídio manifestou que gostaria que a filarmónica «Música Nova» voltasse a encher aquele espaço de música. Também aqui poderá nascer uma escola dedicada a esta arte. A compra da também conhecida como «Casa da Música Nova», situada na Rua Sacadura Cabral, perto do novo Arquivo Municipal, foi decidida, em Assembleia Municipal, em Abril deste ano. O imóvel de cerca de 1200 metros quadrados custou quase 450 mil euros aos cofres da autarquia. É composto por um edifício senhorial de três pisos, três edificações térreas destinadas a cocheira, garagem e arrecadação e por dois logradouros. Já no que toca à Quinta da Fonte da Pipa, neste momento, o imóvel ainda é privado, mas a autarquia já está a trabalhar para o comprar. O palacete situado na entrada de Loulé acolhe, actualmente, uma das extensões da exposição «Reacção em Cadeia», realizada no âmbito do programa «Allgarve». Ao contrário do que se verifica com o solar, um prédio que está inserido na malha urbana da cidade, sem espaço de quintal, a Quinta da Fonte da Pipa está rodeada de uma vasta propriedade. Assim, as possibilidades de utilização deste último imóvel são vastas. Numa fase em que ainda não adquiriu a quinta, Seruca Emídio não adianta qual o destino que lhe pensa dar, assim que o consiga fazer. Mas admite que, qualquer que seja o fim da Quinta da Fonte da Pipa, os terrenos que circundam o edifício, onde actualmente as ervas crescem livremente, serão recuperados e aproveitados. No início de 2007, o recuperado Mercado Municipal de Loulé, cujo centenário se comemora este ano, foi reaberto ao público, depois de ter sido sujeito a profundas obras de remodelação. Apesar disso, a traça arquitectónica do edifício foi mantida, como deverá acontecer com a «Casa da Música Nova». Outro exemplo da aposta na recuperação do património cultural histórico, em Loulé, é a obra de recuperação do Coreto da cidade. 1 de Setembro de 2008 | 07:36 hugo rodrigues in http://barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=26659&tnid=3
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Câmara quer demolir vivenda desocupada junto à José Malhoa e fazer novo Plano Pormenor A Câmara de Lisboa vai negociar a demolição do único edifício desocupado na zona da Avenida José Malhoa para concretizar o novo Plano de Pormenor para aquela área, cujos objectivos serão apresentados quinta-feira Segundo o documento que define os objectivos e necessidades (termos de referência) do novo Plano de Pormenor da Avenida José Malhoa, o sucesso das negociações com o proprietário do edifício - uma vivenda - é determinante para permitir a demolição da estrutura e viabilizar a «ultimação do desenho urbano» naquela zona. Além de demolir o edifício, a autarquia pretende definir os parâmetros de construção para os dois únicos lotes vagos da José Malhoa e ordenar o estacionamento à superfície, admitindo a possibilidade de limitar a oferta de lugares para «reduzir o recurso ao transporte individual». Entre os vários objectivos do plano está igualmente a definição de ligações pedonais seguras aos equipamentos existentes na área envolvente, designadamente o Museu e Jardins da Fundação Calouste Gulbenkian. A zona da Avenida José Malhoa já teve um Plano de Pormenor (elaborado pelo arquitecto Siza Vieira) aprovado pela Câmara de Lisboa em 1992, que serviu de base ao licenciamento aos edifícios hoje existentes. Treze anos depois, em Janeiro de 2005, a autarquia aprovou os termos de referência para a elaboração de um outro plano, que abrangia a Praça de Espanha e a Avenida José Malhoa, documento que viu a sua área de intervenção ser ampliada três meses mais tarde. Contudo, o município alega agora que o contexto urbanístico em que a área de intervenção do plano foi definida «sofreu alterações relevantes que põem em causa os respectivos termos de referência». Entre as alterações mais significativas estão a futura localização do Instituto Português de Oncologia (IPO), em Marvila, deixando vagos os terrenos que actualmente ocupa, contíguos (a Norte) à área do Plano de Pormenor da José Malhoa. A Câmara de Lisboa pretende igualmente consolidar na cidade duas áreas de concentração de actividades terciárias especializadas: as telecomunicações entre o Rego e Entrecampos e as actividades financeiras e de serviços entre a Praça de Espanha e Sete Rios. O Plano de Pormenor agora proposto abrange exclusivamente a Avenida José Malhoa, tendo como restantes limites a Avenida Columbano Bordalo Pinheiro (Norte), a Rua Ramalho Ortigão (Sul), a linha férrea (Poente) e a Avenida Calouste Gulbenkian (Nascente). Actualmente esta zona concentra sete hotéis, numa oferta total que ronda as 3.000 camas, diversas actividades financeiras e de serviços e tem boas acessibilidades em transporte colectivo (Interface de Sete Rios, Metro e rede ferroviária suburbana - CP e Fertagus). Os termos de referência do plano de pormenor serão apresentados publicamente no Campus de Campolide, quinta-feira às 18:30. Lusa/SOL in http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=107660
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Lisboa | Expansão da Gare do Oriente | Santiago Calatrava
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
Parque Expo quer vender Gare do Oriente Gestora do Parque das Nações volta a pôr à venda os 51% que detém na estação e recebe 41 milhões do Estado. Nuno Miguel Silva A Parque Expo (PE) reiniciou o processo de negociações para a venda dos 51% que detém na GIL – Gare Intermodal de Lisboa, empresa responsável pela gestão da Gare do Oriente. O Diário Económico apurou que, “ao fim de vários anos de impasse”, sem qualquer avanço nas conversações, a empresa pública responsável pela gestão do Parque das Nações conseguiu recentemente voltar a sentar-se à mesa para solucionar definitivamente este ‘dossier’ com os responsáveis do Metro de Lisboa e da Refer, empresa responsável pela gestão da rede ferroviária nacional. A Refer não quis comentar o assunto, enquanto Rui Palma, administrador financeiro da Parque Expo, apenas confirmou que “foi retomada a conversa”. A PE tenta há anos, sem sucesso, sair da estrutura desta participada deficitária e que não se inscreve no seu ‘core business’, cada vez mais orientado para a gestão e requalificação de espaços urbanos. A GIL tem um capital social de 1,960 milhões de euros, mas após cerca de 10 anos de existência, a sua operação extremamente deficitária levou-a a encerrar 2007 com capitais próprios negativos acumulados de cerca de 30 milhões de euros, o que a coloca claramente em incumprimento do artigo 35º do Código das Sociedades Comerciais. O processo de conversações foi retomado há pouco tempo entre as diversas partes accionistas da Gare do Oriente, apro veitando o arranque do projecto de duplicação da infra-estrutura. Esta estação vai albergar a futura estação de Lisboa da rede ferroviária de alta velocidade e a Refer já encomendou ao arquitecto Santiago Calatrava – autor do projecto inicial – a solução para a ampliação desta infra-estrutura. Segundo sublinha o relatório e contas da PE referente ao exercício de 2007, “o projecto de expansão da Estação do Oriente para receber a rede ferroviária de alta velocidade deverá constituir uma oportunidade única para resolver as questões relacionadas com a Gare Intermodal de Lisboa, incluindo a alienação da participação da Parque Expo a favor do Metropolitano de Lisboa, Refer ou RAVE”. Todo o projecto da “nova Gare do Oriente”, que deverá estar concluído em 2013, data prevista de entrada em funcionamento da linha de TGV entre Lisboa e Madrid, é visto, assim, como uma oportunidade para acelerar as conversações e resolver mais este problema que sobrecarrega os pesados encargos de gestão financeira da Expo. Além dos 51% detidos pela PE, a GIL é controlada a 33% pela Refer, estando os restantes 16% nas mãos do Metro de Lisboa. Segundo diversas fontes ligadas ao processo, o principal factor que tem impedido a celebração de um acordo prende-se com o valor de transacção das participações. “A divergência de valores entre as entidades é bastante grande”, assegurou uma das fontes ouvidas pelo DE. As discrepâncias que têm impedido um entendimento alastram a outras matérias pendentes entre a PE e a Refer. Existe, por exemplo, um diferendo sobre a titularização e a valorização dos terrenos em que se localiza a Gare do Oriente. O relatório da PE esclarece que, em 2007, “prosseguiram os contactos para a regularização da situação dos terrenos em que foi construída a Gare, tendo em conta os compromissos assumidos com a Câmara Municipal de Lisboa para a construção do terminal rodoviário”. O mesmo documento acrescenta que se manteve “o diferendo sobre a valorização da parcela de terreno da Parque Expo situada na zona de intervenção do Parque das Nações”. Resultados da gestão dos outros activos da Parque Expo Oceanário de Lisboa A Oceanário de Lisboa S.A. obteve em 2007 o seu melhor resultado de sempre, com um lucro de 1,3 milhões de euros. Paga uma renda anual de 1,5 milhões de euros à empresa-mãe, a Parque Expo. Pavilhão Atlântico Multiusos A Pavilhão Multiusos de Lisboa, S.A. encerrou o ano passado com resultados de 900 mil euros e facturação de 7,8 milhões de euros. Paga à Parque Expo uma renda anual de 1,1 milhão de euros. Marina do Parque das Nações A marina do Parque das Nações está em processo de recuperação. A Parque Expo está disposta a adquirir as participações dos outros accionistas por um valor máximo de 8,2 milhões de euros. Terrenos e loteamentos A Parque Expo vendeu em 2007 cerca de 44.052 m2 de área bruta de construção, destinados ao desenvolvimento de empreendimentos imobiliários por privados, num valor total de 21,1 milhões de euros. Património edificado e estacionamentos A Expo vendeu em 2007 6.812 m2 de património edificado, obtendo um encaixe de 13,8 milhões de euros. A empresa explora ainda diversos parques de estacionamento, tendo receitas de 1,3 milhões de euros. Venda de activos - Além do reatar de conversações para vender os 51% da GIL, a Parque Expo encontra-se a negociar a participação de 5,79% que detém na Valorsul. - Em 2007, a empresa procedeu ainda a um outro rearranjo interno, alienando à sociedade Oceanário de Lisboa a participação de 30% na Telecabine de Lisboa, gestora do teleférico, por 1,2 milhões de euros. - As participações da Parque Expo nas sociedades imobiliárias Expo BI 1, Expo BI 2 e Pólo das Nações deverão ser abatidas após a dissolução das referidas empresas, após a conclusão dos projectos in http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/empresas/pt/desarrollo/1161163.html -
FOTOGRAFIAS http-~~-//dn.sapo.pt/2008/09/04/645705.jpg NOTICIAS Veneza não inaugura ponte de Calatrava Polémica. Arquitecto espanhol minimiza críticas Críticas sobre a obra do espanhol levam políticos a cancelar cerimónia A data da inauguração já estava marcada. A ponte concebida pelo arquitecto espanhol Santiago Calatrava deveria ser inaugurada no próximo dia 18, com a presença do Presidente da República, Giorgio Napolitano. Mas, como caiu uma chuva de críticas em Veneza sobre esta quarta ponte sobre o Grande Canal, as autoridades italianas resolveram cancelar o evento. Os trabalhos da moderna ponte, construída com aço, pedra de Ístria e vidro, estão a ser duramente contestados. Primeiro, porque o orçamento suplantou, em muito, a verba inicialmente prevista - de 7,2 passou para 11,2 milhões de euros; segundo, porque as associações ligadas a deficientes vieram a público protestar pelo facto de a estrutura não contemplar um acesso mais facilitado para os cidadãos portadores de dificiências. Numa entrevista concedida ao jornal El Pais, o arquitecto de Valência minimiza as contestações, considerando-as "inúteis". Lembra que o projecto esteve a consulta pública durante um ano na Praça de São Marcos, não tendo havido, na altura qualquer protesto. Quanto à falta de atenção para com os deficientes, Calatrava justifica-se: "Acho injusto que me culpem disso. De início o município não achou necessária a instalação de um elevador horizontal, porque já existe o vaporetto (barco)." No entanto, Santiago Calatrava reconhece: "A execuçãoda ponte ficou completamente fora das minhas mãos, de acordo com a lei veneziana [Lei Merlone]. Fui apenas o seu consultor artístico." Esteticamente disse ter seleccionado o "encarnado veneziano" e "o arco semelhante ao de todas as pontes de Veneza", além do uso de elementos clássicos como a pedra e o bronze. Os trabalhos da ponte levaram três anos a terminar. Foi na semana passada que a obra ficou concluída. Não é a primeira vez que Santiago Calatrava é contestado. Alguns dos seus projectos foram-no, no passado, nomeadamente em Espanha, onde a concepção da nova ópera ultramoderna de Valência, o Palácio das Artes, foi criticado na sequência de fugas de água, quando choveu torrencialmente em Outubro de 2007, que levou os bombeiros a retirar água durante três dias. O arquitecto lamenta a não inauguração. "É pena que os operários, que trabalharam tanto, não tenham uma inauguração adequada. Trabalhou-se para entregar a Veneza uma obra à altura da cidade. Sinto uma enorme gratidão por Itália."- L.F. in http://dn.sapo.pt/2008/09/04/artes/veneza_inaugura_ponte_calatrava.html O arquitecto espanhol Santiago Calatrava considerou «injusta» a polémica à volta da ponte que construiu sobre o Gran Canale de Veneza, informa o jornal ABC. A polémica surgiu depois da Autarquia ter decidido cancelar a inauguração com a presença do presidente da República, Giorgio Napolitano, perante a ameaça de protestos de partidos de direita. «Tudo isto é injusto, porque é como se quisessem dizer que sou culpado, quando eu nem sequer sou responsável», comentou o arquitecto. As principais críticas contra a ponte são o elevado custo de construção em relação à proposta inicial, dado que passou de 7,2 milhões para 11,2 milhões de euros, para além da inexistência de passagem para pessoas incapacitadas e até dúvidas em relação à segurança da estrutura. Em todo o caso, na cidade ninguém consegue passar sem abrir a boca de espanto perante a última obra do arquitecto da Estação Oriente, em Lisboa. in http://diario.iol.pt/internacional/veneza-calatrava-ponte/987234-4073.html
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BES junta arte e finança no Marquês Banco reúne vários balcões dos seus serviços financeiros e exposições e iniciativas artísticas, num espaço de quatro mil metros quadrados no centro de Lisboa. Francisco Ferreira da Silva BES Arte & Finança é a designação oficial do espaço multiusos que o Banco Espírito Santo inaugura amanhã no Marquês de Pombal, em Lisboa. Com mais de 4000 metros quadrados divididos por dois pisos, reúne exposições de fotografia, balcões do BES e do Best, uma loja da Top Atlântico e um Centro Especializado de Crédito à Habitação destinado a mediadores imobiliários. Denominado pelo banco como o primeiro ‘business lounge entertainment center’ do país, aposta na alta tecnologia e no bom gosto dum espaço projectado pelo arquitecto José Anahory. Aberto de segunda a sexta-feira, das nove da manhã às nove da noite, o espaço pretende dinamizar uma zona nobre de Lisboa, atravessada por um grande número de pessoas e quase sem pontos de interesse cultural. O piso térreo abriga os balcões do BES, do Best, da Top Atlântico e do centro imobiliário, um cibercafé, um loja Go Natural, um espaço museológico sobre a história do banco, que comemora 140 anos em 2009, uma área de piano bar e uma zona de exposição de fotografia de temática abrangente. A primeira é dedicada ao desporto. Já o piso inferior alberga um pequeno auditório de 100 lugares com um ecrã plasma de 261 cm (103 polegadas), o maior de Portugal e um dos maiores do mundo, bem como uma zona de exposição de fotografia, actualmente dedicada à visão artística dos espaços interiores. O recurso à alta tecnologia, desenvolvida pela YDreams, está patente num “livro mágico”, com a história do banco, cujas páginas passam com um simples gesto de mão, uma mesa de jogos para crianças com recurso a ecrã táctil e, sobretudo, o “tapete interactivo” e a “montra virtual” do Banco Best. A aproximação de uma pessoa faz accionar uma projecção animada no solo e a definição, em função da posição do visitante, de uma de três trajectórias possíveis para a entrada no espaço Best. Em simultâneo, uma funcionária virtual procura atrair os clientes, cedendo depois o lugar a informação útil sobre os produtos e soluções do banco. A aposta na fotografia contemporânea corresponde à decisão de mecenato cultural tomada pelo banco em Junho de 2004. Actualmente, o BES possui uma principais colecções de fotografia da península Ibérica, integrando 451 obras de 176 artistas, dos quais 107 estrangeiros e 69 portugueses. As exposições serão periodicamente renovadas, sendo designadas como # (cardinal) e um algarismo sempre que sejam feitas com obras do BES e * (asterisco) e um algarismo sempre que integrem obras externas. Por isso, a exposição actual é designada #01. Alexandra Pinho é a alma da colecção do Banco Espírito Santo e das exposições de fotografia. A curadora da BES Art é a construtora da colecção que dá corpo à decisão tomada com o presidente executivo do BES, Ricardo Espírito Santo Salgado, de apostar em obras fotográficas contemporâneas, predominantemente do século XXI. Trata-se de uma colecção ancorada em valores seguros aliados à divulgação de jovens artistas de qualidade cuja obra se integre no espírito de contemporaneidade do banco. in http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/financas/pt/desarrollo/1162327.html
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Porto | Pavilhão do Dragão | Manuel Salgado Pavilhão do Dragão quase pronto "Caixa Mágica" evolui sem derrapagens e terá piso igual ao do Palau Blaugrana (Barcelona) 01h27m MIGUEL AMORIIM Há dias foi a vez do Vitalis Park. No próximo ano, o brilho vai para o Dragão Caixa. O esqueleto do pavilhão já existe, a obra é entregue em Abril de 2009 e o piso será igual ao existente no Palau Blaugrana, do Barcelona. Compatível com o Estádio do Dragão, funcional e poupado nos gastos. Três ideias chave passadas ao papel pelo arquitecto Manuel Salgado (o mesmo autor do estádio) para o pavilhão, cuja obra cresce a olhos vistos, de dia para dia, a cargo da Somague (também responsável pelo Vitalis Park) e sob o financiamento da Caixa Geral de Depósitos, que, desde logo e em contrapartida, dá o nome à nova casa dos dragões para o hóquei em patins, o basquetebol e o andebol. O lançamento da primeira pedra foi feito, de forma simbólica, por Pinto da Costa, mas, em força, a empreitada teve início a 30 de Novembro de 2007. Desde essa data muito foi feito. A fase das estruturas está consolidada. No passado dia 19 de Agosto, os trabalhadores celebraram a conclusão do esqueleto da nave. Na gíria é a chamada "festa de pau de fileira". Movimentos de terras, trabalhos de fundação e colocação de estacas (três quilómetros de estacaria), ocuparam, diariamente, entre 100 a 110 operários, que superaram, com êxito, a exiguidade do local da construção. A falta de espaço obrigou a cortes no trânsito e ao recurso às autoridades, assim como à requisição de licenças, mas estas despesas extra entram na contabilidade geral e não conduzem a desvios no orçamento, cifrado, desde o começo, em 12 milhões de euros. Até Abril de 2009, a coincidir com mais um aniversário de Pinto da Costa na presidência do F. C. Porto, o empreendimento estará finalizado. De ora em diante, os trabalhos incidem na cobertura, no revestimento exterior (em betão branco, a combinar com o estádio), assim como nos acabamentos em geral. A instalação do pavimento é uma das etapas. O piso também é revelador da exigência de qualidade do projecto. Foi inspirado no Palau Blaugrana. Dadas as boas relações entre o F. C. Porto e o Barcelona, da ideia se passou facilmente à prática. A clareza do pavimento foi um caso de amor à primeira vista. A madeira vem do Canadá e a opção tomada não deixa dúvidas ao F. C. Porto. Basta ver os títulos somados pelas modalidades do Barcelona. O "bunker" portista terá quatro pisos, obedecendo a padrões ambientais. Exemplo disso é a utilização de painéis solares para o aquecimento das águas. O Dragão Caixa vai ser um apêndice do estádio na troca de sinergias. A vídeo-vigilância e a alimentação energética estão na lista. É só esperar até Abril de 2009. in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Desporto/Interior.aspx?content_id=1010340
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http-~~-//dn.sapo.pt/2008/09/08/687262.jpg Revolução urbana vai gerar face moderna a unir a cidade HELDER ROBALO Espinho. Durante décadas, a cidade esteve cortada ao meio por carris da Linha do Norte Espaço da linha férrea vai ter nova face urbana a concretizar em três anos O centro de Espinho vai passar, durante os próximos três anos, por um profundo processo de remodelação depois de concluído o rebaixamento da linha ferroviária que atravessa a cidade há quase século e meio. O espaço da antiga linha vai ser ocupado por jardins, zonas de lazer e restauração e áreas culturais. Um projecto assinado por uma equipa liderada pelo arquitecto Rui Lacerda Machado, que tenciona unificar a cidade ao mesmo tempo que cria novas valências na terra que o viu nascer. Sobre o projecto, que é assinado por si, por João Álvaro Rocha e por Patxi Mangado - autor do projecto do Pavilhão de Espanha na Expo 2008 -, Rui Lacerda Machado lembra que a missão é aproveitar o espaço vazio criado na cidade com o fim da linha à superfície. "É um momento de união, de sutura, que permite relançar a cidade e criar uma nova centralidade." O projecto definido irá, para já, intervir apenas no centro de Espinho, mas deixa a porta aberta para que a intervenção se estenda, numa fase posterior, até à capela de São Pedro. "Penso que a Rua 4 deve furar até à capela, sobretudo com a demolição do estádio", adianta Rui Lacerda Machado. A ocupação do vazio deixado pelo rebaixamento da linha terá várias valências. Com o olhar posto no futuro, mas sem esquecer o passado e as grandes figuras da cidade. O Largo Marquês da Graciosa, por exemplo, será um espaço amplo e aberto, "com percursos que obrigam as pessoas a percorrer as esculturas evocativas de algumas dessas personalidades", explica Rui Lacerda Machado. Serão evocadas personalidades como Ramalho Ortigão, Amadeo de Souza- -Cardoso, Miguel de Unamuno, Pablo Casals ou Soeiro Pereira Gomes, entre outros. Já a Praça Nossa Senhora da Ajuda, padroeira da cidade, "será um espaço de encontro e reunião onde o coreto, que desapareceu na cidade, a par do edifício do Turismo define uma praça que servirá para diferentes manifestações culturais". Por seu turno, no espaço da estação, onde a mesma se implanta, com acessos a norte e sul, localizam-se o estacionamento dos táxis e a paragem pontual de autocarros. Para a Praça Progresso, a equipa de Rui Lacerda Machado "propõe uma área lúdica, de jogos e parques infantis, assumindo uma pele como se de um coberto se tratasse, ora criando pérgulas, ora buracos, com introdução de massa arbórea, ora criando zonas de sombra, jogos de luz". O arquitecto defende mesmo que se trata de "um espaço que pode ser usado para outros fins". Para o espaço entre as ruas 19 e 35, ao longo da Rua 8, está ainda previsto um parque de estacionamento subterrâneo, com cerca de 600 metros e capacidade para 400 veículos. Fora da área de intervenção, Rui Lacerda Machado defende ainda que é necessário estender os trabalhos à zona da Rua 35. "É um espaço que irá crescer, com a demolição do estádio do Espinho, e que deve ser da cidade", conta o arquitecto, lembrando que a integração do espaço na cidade deveria ser feito antes de qualquer intervenção urbanística. As obras no terreno, recorda o responsável do projecto, "só devem começar no início de 2009". Até lá há ainda que lançar os concursos públicos para a construção/concessão de equipamentos. Algo que será feito de forma faseada. "Não queremos ter as obras todas no terreno ao mesmo tempo, se não era o caso", explica Rui Lacerda Machado. Por isso, diz, o projecto só deverá estar concluído "ao fim de dois anos, dois anos e meio". Ou seja, até 2011. Colocando a tónica na importância de uma "escolha acertada do mobiliário urbano", Rui Lacerda Machado recorda que esta é uma obra de fundamental importância na renovação do centro da cidade. Uma obra que, para si, tem uma acrescida responsabilidade, não fosse ele natural de Espinho. Mas acredita que este projecto marcará "o fim de um passado ao qual Espinho esteve agarrado muito tempo". in http://dn.sapo.pt/2008/09/08/cidades/revolucao_urbana_gerar_face_moderna_.html
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Reaberto concurso para requalificação do Capitólio A requalificação do teatro Capitólio, em Lisboa, regressa hoje a concurso público. A Câmara da capital tinha suspendido as propostas devido a recursos apresentados por dois concorrentes que admitem mesmo avançar para tribunal para impugnar o concurso. A requalificação deste espaço, situado no Parque Mayer, vai custar entre 8 milhões e meio e 10 milhões de euros, provenientes das contrapartidas do Casino de Lisboa. O Capitólio, da autoria do arquitecto Luis Cristino da silva, é considerado o primeiro edifício do Movimento Moderno em Portugal, e abriu em 1931. AC in http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=53&ContentId=259119
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Continua impasse em torno do terreno das Amoreiras A Câmara de Lisboa quer que o espaço verde sobre o reservatório da EPAL nas Amoreiras, que esteve para ser um campo de golfe, tenha utilização pública. Ideia que a empresa considera inadmissível De acordo com o documento que define as necessidades e objectivos (termos de referência) do novo Plano de Pormenor das Amoreiras que a autarquia vai elaborar, a intenção do município é avaliar a possibilidade de utilização pública do espaço, mas a EPAL diz que esta possibilidade nem sequer se coloca. «Quando se avaliou a possibilidade de criar ali um 'driving-rage' para golf avaliou-se o peso que o terreno poderia suportar, uma vez que o reservatório não é novo. Agora criar ali uma espaço verde tipo jardim e abrir ao público não é compatível», disse à Lusa o secretário-geral da EPAL, José Manuel Zenha. Apesar de sublinhar que a autarquia ainda não fez qualquer proposta à EPAL, José Manuel Zenha lembra que a utilização pública do espaço «não é admissível». «À partida não estou a ver que seja possível a fruição pública daquele espaço», afirmou o responsável, admitindo que a solução pudesse eventualmente passar por reactivar o sistema de rega. «Admito que uma proposta deste género, para reactivar o sistema de rega para que nascesse relva, pudesse valorizar o espaço e isso fosse de considerar, mas nunca para abrir o espaço ao público», afirmou, lembrando igualmente os problemas de segurança que o acesso fácil ao reservatório poderia criar. Nos termos de referência a apresentar terça-feira, a autarquia justifica a necessidade de um novo Plano de Pormenor das Amoreiras com a degradação e desadequação das áreas envolventes às torres projectadas pelo arquitecto Tomás Taveira. Recuperar a frente da Rua Maria Pia e quarteirões adjacentes, alinhar fachadas dos edifícios e as cérceas ao longo da Rua Carlos Alberto da Mota Pinto, restringir o estacionamento para promover a utilização dos transportes colectivos e definir com o Metropolitano a localização da nova estação das Amoreiras são outros dos objectivos. No documento, a Câmara de Lisboa admite que o anterior plano nunca teve «eficácia legal» e que foram aprovados naquela zona edifícios «de forma aleatória», o que conduziu a uma situação de «incoerência na aplicação dos parâmetros urbanísticos previstos». O anterior plano de ordenamento de território para a zona das Amoreiras acabou por nunca ter eficácia porque as propostas apresentadas não foram consensuais e acabaram por ser por duas vezes rejeitadas pela Comissão de Urbanismo da Assembleia Municipal. A Comissão alegava que as propostas assentavam numa definição de índices de construção superiores ao Plano Director Municipal e num sistema de mobilidade que privilegiava o transporte individual. A autarquia lembra ainda que foram assumidos diversos compromissos entre a Câmara e outros proprietários (designadamente a EPAL), que até hoje não foram regularizados. Em causa está um conjunto de terrenos na Rua de Campo de Ourique que a autarquia permutou com a EPAL em 1956 mas que nunca viram a sua situação cadastral regularizada. Um destes terrenos foi mesmo cedido em 1991 aos Bombeiros Voluntários de Campo de Ourique para guarda de viaturas, acabando por ser posteriormente usado para exposição e venda de veículos, o que gerou diversos conflitos entre a autarquia e a EPAL. A área de intervenção do Plano tem pouco mais de 130 mil metros quadrados entre o Bairro de Campo de Ourique e o Complexo Torres das Amoreiras, abrangendo as freguesias de Santa Isabel e Santo Contestável. No centro da intervenção está precisamente o reservatório de água de Campo de Ourique e um ramal do Aqueduto das Águas Livres, que funcionam como barreira entre o bairro e o Complexo das Amoreiras. Lusa / SOL in http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=108278
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Expo 2008: Pavilhão de Portugal deverá atingir 800 mil visitas , mais 200 mil que a previsão inicial 28 de Agosto de 2008, 08:30 Saragoça, Espanha, 28 Ago (Lusa) - O pavilhão de Portugal na Exposição Internacional de Saragoça, Espanha, deverá atingir cerca de 800 mil visitantes até ao final do evento, a 14 de Setembro, mais 200 mil do que a previsão inicial. "Tudo indica que vamos atingir entre 750 mil e 800 mil visitantes", disse à Lusa o comissário da participação portuguesa na Expo 2008, Rolando Borges Martins. O responsável sublinhou, contudo, que a nova previsão leva em conta a "qualidade" das visitas, que irão continuar a desenrolar-se com uma explicação inicial por parte dos assistentes do pavilhão. As previsões de afluência ao espaço português na exposição internacional foram superadas segunda-feira, quando o visitante 600 mil iniciou a visita ao pavilhão, que aborda a relação hídrica com Espanha e os rios transfronteiriços, Tejo, Douro e Guadiana, que são simultaneamente as mais importantes bacias hidrográficas nacionais. Com base na "amostragem significativa" dos inquéritos realizados aos visitantes do pavilhão, Rolando Borges Martins aponta para uma afluência de cerca de 110 mil portugueses, até ao final da Expo. A afluência de espanhóis ao pavilhão português tem sido expressiva: representam 77 por cento do total das visitas, seguidos pelos portugueses (13 por cento), franceses (três por cento) e brasileiros (um por cento), de acordo com inquéritos realizados entre 25 de Junho e 19 de Agosto. A maioria dos visitantes atribuiu, numa escala de um a cinco, a pontuação quatro, correspondente a uma apreciação "muito boa" do espaço português, onde a esmagadora maioria (98 por cento) preferiu a exposição ao restaurante ou à loja. Os visitantes dão nota "muito boa" à arquitectura do pavilhão, bem como às componentes audiovisual e informativa da exposição. Os visitantes da Expo 2008 deverão ultrapassar os cinco milhões até ao final do evento, previu a organização, na altura em que realizou o balanço de dois meses de realização, a 14 de Agosto. No início da Expo, a 14 de Junho, a previsão da organização apontava para 6,5 milhões de visitantes. ACL. Lusa/Fim in http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/2824024b70371e6490c8f8.html Ainda de referir que o autor do projecto é o arquitecto Ricardo Bak Gordon.
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Murça: Exposição sobre «Arquitecturas da Paisagem Vinhateira» O Museu do Douro inaugura a 04 de Setembro, em Murça, a exposição "Arquitecturas da Paisagem Vinhateira", que pretende exaltar o Alto Douro Vinhateiro reconhecido pela UNESCO em 2001. Esta mostra resulta de um projecto de investigação e inventariação promovido pelo Museu do Douro sobre a arquitectura da paisagem vinhateira duriense, apresentando um primeiro inventário que poderá dar origem a uma "Carta da Paisagem". No catálogo que acompanha a exposição estão identificadas, caracterizadas e registadas, fotográfica e cartograficamente, algumas das manchas exemplares de socalcos tradicionais do vasto território duriense. A exposição fica patente na Adega Cooperativa de Murça até 28 de Setembro. Diário Digital / Lusa in http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=4&id_news=346913
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Bolhão: TCN convicta de que o contrato com a Cãmara do Porto será assinado "em breve" 29 de Agosto de 2008, 18:11 Porto, 29 Ago (Lusa) - A TramCroNe (TCN) afirmou-se hoje convicta de que "estão reunidas as condições" para, "em breve", assinar com a Câmara do Porto o contrato para recuperação e exploração do Mercado do Bolhão. "Consideramos que encontramos as soluções, não de arquitectura, mas de carácter legal, contratual, para que possamos cumprir o próximo passo, que é a assinatura do contrato com conforto para todas as partes", afirmou Pedro Neves, da TCN, em declarações à agência Lusa. Segundo o responsável, não foi até agora possível à TCN assinar o contrato porque, na sequência de várias reuniões com o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar), "foram trocadas opiniões que sugeriam alterações ao anteprojecto apresentado". A não assinatura do contrato pela TCN levou, mesmo, a Câmara do Porto em 01 de Agosto dar à empresa holandesa um prazo de 30 dias para o fazer, sob pena de levantar a garantia bancária de 250 mil euros e processar a empresa por incumprimento. "Como não temos garantias de que o nosso anteprojecto possa ser executado, pretendemos que fiquem, pelo menos, garantidas as condições em que toda a gente se sinta confortável, desde as entidades licenciadoras à TCN", disse. De acordo com Pedro Neves, a "cláusula de conforto" que garantiria essas condições tem vindo a ser discutida com a autarquia, já depois do "ultimato" de 01 de Agosto, tendo a câmara vindo a dar "um 'feed back' positivo". "Temos estado em contacto [com a câmara] e acreditamos que as coisas estão a correr bem", disse Pedro Neves, salientando manter "uma relação muito positiva" com a autarquia e garantindo que "não há nenhuma falta de comunicação" entre as partes. "Pelo contrário, estou até muito impressionado com toda a dedicação, energia e espírito de sacrifício que todas as pessoas da câmara, envolvidas neste projecto, têm demonstrado", acrescentou. A agência Lusa tentou contactar o vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, mas Lino Ferreira está de férias e incontactável até 2ª feira. Na opinião de Pedro Neves, as partes estão ainda "dentro do tempo" apontado pela autarquia para assinar o contrato, já que, contados 30 dias úteis desde 01 de Agosto, o prazo termina apenas "no início de Setembro". Para a TCN - a quem, em Janeiro de 2007, foi adjudicada a recuperação e exploração do mercado do Bolhão - o projecto é "uma solução de requalificação com uma componente social, de arquitectura e de capital, com um grande interesse público que tem de ser respeitado". "Não deve haver lugar a especulação imobiliária, temos que estar preparados para arranjar uma solução que, economicamente, defenda o interesse público mas, também, o interesse de investidores privados", sustentou. Defendendo que não se avance, desde já, com uma discussão previsivelmente "infinita" em torno de um conjunto de desenhos e soluções de projecto, a TCN entende que "o importante é defender os princípios" e dar garantias a todas as partes envolvidas. Nesse sentido, diz ter desenvolvido uma "cláusula de conforto", com "objectivos balizados" quer para as entidades fiscalizadoras, quer para a própria TCN, a prosseguir "caso o projecto de base apresentado não possa ser desenvolvido". "Se assinássemos o contrato como está e nos deparássemos, entretanto, com a impossibilidade de o realizar, cairíamos num vazio e numa discussão sem fim à vista", afirmou Pedro Neves. Salientando que o objectivo da "cláusula de conforto" é, precisamente, "tentar antecipar uma discussão que tem algum grau de acontecer", o responsável destaca que o que se pretende é "limar as arestas todas antes de começar" e "garantir, pelo menos, as condições em que toda a gente se sinta confortável". "Temos um edifício doente e com muita gente lá dentro, para o qual tem que se arranjar uma solução", disse, salientando que "não há, até agora, soluções efectivamente alternativas" à apresentada pela TCN. "Arranjar desenhos de arquitectura é fácil", disse Pedro Neves, referindo-se a um anterior projecto do arquitecto Joaquim Massena para reabilitação do mercado. "Mas isto é muito mais do que um concurso de arquitectura", disse. A Câmara do Porto abriu a 21 de Fevereiro de 2006 um concurso público internacional para a concepção, projecto, construção e exploração do Mercado do Bolhão, que veio a ser ganho pela empresa TCN com uma proposta que prevê que a autarquia ceda o edifício em direito de superfície por 50 anos, recebendo um milhão de euros no momento da emissão da licença de construção e uma percentagem dos resultados de exploração a partir do décimo ano. A TCN disse pretender que o mercado do Bolhão mantenha a traça original e que a área comercial tradicional seja complementada com novas lojas, metade das quais de cultura, lazer e restauração, mas o projecto tem sido fortemente contestado por uma denominada Plataforma de Intervenção Cívica. A proposta que a TCN tem para o Bolhão triplica a área actual do edifício, de cinco mil metros quadrados para mais de quinze mil metros, e acrescenta-lhe quatro novos pisos, dos actuais dois para seis - sendo dois para estacionamento subterrâneo, três para comércio e um para habitação. PD. Lusa/Fim in http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/6a56690db01d36bb1e120c.html
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Lisboa | Projecto da Quinta do Mineiro | Broadway Malyan Lisboa. António Costa mostrou-se disponível para ouvir moradores BE pede intervenção da assembleia municipal no processo Os moradores da zona envolvente à Quinta do Mineiro (área das Amoreiras e Rua Artilharia 1), em Lisboa, defendem que a única solução possível para evitar as "consequências negativas e o impacte urbanístico" do futuro empreendimento imobiliário aprovado para os antigos terrenos do Colégio Marista de Lisboa é a câmara municipal desencadear a elaboração de um Plano de Ordenamento (plano de pormenor) para aquele local. Leonor Coutinho, deputada socialista e coordenadora da Pró-Associação de Moradores da Quinta do Mineiro, disse ao DN que espera ainda uma resposta sobre o problema por parte do presidente da autarquia da capital, António Costa, que se disponibilizou para os receber. "Sabemos que será difícil mudar o curso dos acontecimentos, uma vez que o promotor (Gef - Gestão de Fundos Imobiliários) invoca a existência de direitos adquiridos e de lhe terem sido criadas expectativas", disse ainda a ex-secretária de Estado da Habitação. Os moradores dizem que se "desrespeitou o PDM" ao aprovar-se um loteamento "com base em legislação caducada e as posteriores alterações ao documento, depois de terem sido alterados dois artigos do PDM, vieram carregar uma zona densamente povoada, carente de espaços verdes". O projecto de loteamento é da autoria do gabinete de arquitectura Broadway Malyan - ligado aos projectos de recuperação da estação do Rossio - e foi aprovado em Novembro de 2006 (na gestão de Carmona Rodrigues), prevendo o aumento da densidade de construção face ao projecto inicial datado de 2002 (gestão Santana Lopes). A alteração ao projecto inicial traduziu-se no aumento do número de fogos , que passou para 498 (tipologias T2, T3 e T4). Para uma área de 29 mil metros quadrados, o município autorizou 56 mil metros quadrados de construção (sete lotes de oito pisos cada), distribuídos por serviços e comércio (20 351,10 m2); serviços/comércio/habitação (10 499,70 m2) e habitação (25 235 m2). O caso da Quinta do Mineiro faz parte da lista dos 69 processos urbanísticos que a autarquia decidiu reapreciar, após a sindicância. Entretanto, após uma reunião com moradores, o BE vai pedir a intervenção da assembleia municipal no processo. O DN procurou saber junto do vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, se a câmara irá avançar com um plano de pormenor, mas sem sucesso até à hora de fecho. in http://dn.sapo.pt/2008/09/02/cidades/projecto_quinta_mineiro_novo_causa.html
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Boticas - Vila Real | Centro de Artes Nadir Afonso | Louise Braverman
JVS replied to R-L's topic in Arquitectura
Nadir Afonso dá nome a centro cultural 2008-09-03 AGOSTINHO SANTOS O pintor Nadir Afonso vai dar o nome a um novo centro comunitário de Arte em Boticas. As maquetas do empreendimento estão já expostas no edifício da Autarquia e deverá inaugurar em finais de 2009. Chamar-se-á Centro de Artes Nadir Afonso e deverá abrir as portas já no próximo ano em Boticas, terra natal da mãe do pintor. Pretendendo ser um espaço virado para a comunidade e principalmente "um ponto geracional", o centro estará aberto em permanência e com programas diferenciados para os mais diversos escalões etários. Projectado pela arquitecta norte-americana Louise Braverman, de Nova Iorque, o edifício contemplará um amplo salão de exposições, arquivo e escritório, foyer, dois auditórios (interior e exterior), além de uma loja e um espaço expositivo subterrâneo com cobertura ajardinada. Os espaços de exposição subterrâneos proporcionarão condições óptimas de iluminação e conservação dos objectos artísticos. Essas mesmas salas serão isoladas de forma natural, reduzindo os custos de construção e os consumos associados ao aquecimento e arrefecimento dos espaços. Implantado num terreno desnivelado, o Centro de Artes Nadir Afonso contemplará um misto de paisagem e arquitectura num edifício sustentável criado fundamentalmente a pensar no futuro. Um grande painel em azulejo, concebido pelo próprio Nadir Afonso será colocado no exterior do edifício, enquanto o pavimento será em calçada portuguesa, com um padrão geométrico inspirado num obra do pintor. Em virtude da sua localização estratégica, o novo espaço terá um vista privilegiada sobre o vale de Boticas e permitirá um acesso rápido e fácil ao novo nó de auto-estrada. Apesar de ser natural de Chaves, Nadir Afonso está intimamente ligado a Boticas, uma vez que a mãe era natural daquele concelho. Ligado sentimentalmente a este município, o pintor acaba de realizar ali uma mostra individual a que deu o nome de "Nadir Afonso XL". Em exibição esteve um conjunto de acrílicos sobre tela, de diversas fases da sua carreira, mas sobretudo obras de grandes dimensões, o que não é muito comum no seu trabalho. No entanto, nos últimos tempos Nadir Afonso tem optado por grandes formatos (aconteceu já na exposição que realizou na Galeria JN, onde foram expostas duas obras de grandes dimensões) e agora em Boticas apresentou mesmo quatro obras inéditas. in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=1008523 -
Bienal de Arquitectura de Veneza 2008 | Souto Moura e Ângelo de Sousa
JVS replied to JVS's topic in Arquitectura
Espelhos lusos na 11.ª Bienal de Veneza 2008-09-03 A.V. "Um objecto poderoso que é inqualificável", assim define o filósofo José Gil o projecto da representação oficial portuguesa na 11.ª Bienal Internacional de Arquitectura de Veneza, desenvolvido conjuntamente pelo arquitecto Eduardo Souto de Moura e pelo artista Ângelo de Sousa, como o JN noticiou em Julho. Esta dupla, que já anteriormente tinha trabalhado em parceria, concebeu para o espaço do Fondaco Marcello, o pavilhão português situado no Grande Canale, um projecto que, nas palavras de José Gil, "não é edifício nem instalação ou construção escultura" mas sim "algo mais do emblemático". O desafio proposto aos criadores materializou-se na concepção de "Cá fora: Arquitectura desassossegada". A ideia consubstancia-se num conjunto de espelhos, dois deles cobrem a fachada do pavilhão português, oferecendo ao espectador um percurso de movimentos pendulares entre espelhos e reflexos. O projecto, que transforma o espaço numa espécie de "palácio infinito", nas palavras de José Gil, explora a dicotomia "dentro/fora". O filósofo, que em parceria com o arquitecto Joaquim Moreno assumiu a curadoria do programa da representação portuguesa, explicou que a ideia apresentada partiu do tema geral proposto por Aaron Betsky, o director artístico da Bienal de Veneza, que decorre de 14 deste mês a 23 de Novembro sob o título genérico "Lá fora: Arquitectura para lá do edificado". in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=1008513
