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JVS

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  1. Nao sou o unico. in http://complexidadeecontradicao.blogspot.com/
  2. Voces nao veem que ele estah a brincar?!?!:)
  3. Se alguem tiver mais info partilhe. Em principio este topico eh uma noticia.
  4. in http://www.jornalregional.com/?p=cfcd208495d565ef66e7dff9f98764da&distrito=&concelho=&op=noticia&n=751de59ae70079e36f7fb6a6f447ca29
  5. http-~~-//www.barlavento.online.pt/upload/multimedia/1219334668.jpg Auditório do Algarve será construído na primeira fase do Parque do Turismo de Albufeira d.r. Ver Fotos » Futuro auditório de Albufeira «O Parque do Turismo terá que ser executado por fases, por isso a primeira etapa será o Auditório do Algarve, que tem o projecto de arquitectura concluído, já estando a decorrer o concurso do projecto de especialidade», afirmou Desidério Silva. A grande aposta que integra o leque de obras que serão executadas no concelho de Albufeira é o Parque do Turismo, na Quinta da Bolota. Desidério Silva, presidente da Câmara de Albufeira, ambiciona concretizar o projecto, que considera ser muito importante para trazer mais valias ao concelho. O Parque do Turismo já podia estar construído há um bom par de anos, mas «um projecto desta envergadura é um investimento muito elevado», expliocu o presidente da Câmara local. No entanto, o objectivo da infra-estrutura continua a ser o mesmo, conjugar tecnologia, formação e educação, num só espaço. Assim, no mesmo local, vão ser construídos o Auditório do Algarve, o Museu do Turismo e o Pólo de Tecnologias e Turismo. O Auditório do Algarve terá uma sala com capacidade para mil lugares, com «todas as condições para receber qualquer espectáculo», adiantou ao «barlavento» o autarca. Porém, a inovação está no rebater das cadeiras que ficam junto ao palco, para que a sala se torne polivalente. «Podemos receber concertos em que as pessoas assistam de pé, bem como receber iniciativas que necessitem de espaço», justificou Desidério Silva. A construção do Auditório com estas características «parte da vontade de ter uma sala polivalente, para receber os espectáculos mais variados», revelou. Toda a concepção do projecto arquitectónico do Auditório e do Museu do Turismo passou pelas mãos do arquitecto e artista plástico Leonel Moura. No entanto, para o auditório, os detalhes foram acompanhados por outros técnicos, para que a sala tenha o palco à altura ideal, bem como uma boa acústica. A primeira fase do projecto contempla a construção do Auditório do Algarve e o estacionamento, onde serão investidos cerca de dez milhões de euros. «O Auditório e o Museu do Turismo são duas importantes apostas que fazem parte de equipamentos importantes para o desenvolvimento da região algarvia, por isso, fazem parte do Protal», acrescentou o autarca. 22 de Agosto de 2008 | 15:03 ana sofia varela in http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=26490
  6. Projecto de nova biblioteca municipal de Santarém sem verbas para avançar A Câmara de Santarém vai candidatar no Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) o projecto de construção da nova biblioteca municipal no Campo Emílio Infante da Câmara. A construção do arquivo municipal no mesmo local, já está candidatado ao Quadro Comunitário de Apoio III. A informação foi prestada à vereadora independente Luís Mesquita, que quis saber o ponto de situação dos dois processos, ambos lançados pelo anterior executivo, com a informação de que tinham projecto e candidaturas com meios para avançar. O vice-presidente da autarquia, Ramiro Matos (PSD), disse que o projecto da biblioteca terá que ser reavaliado. “O projecto da biblioteca é antigo e alguma legislação foi já ultrapassada o que forçou à alteração do projecto inicial. A alteração produzida pelo arquitecto Guedes de Amorim, responsável pelo projecto, comportava um valor muito elevado”, explicou Ramiro Matos. O vereador referiu que o QCA III não está esgotado em termos de verbas e que existe uma reserva de 5 por cento do total dos fundos para projectos ainda lançados até ao final da sua vigência. Neste caso, salientou, terão de ser as autarquias a assumir 100 por cento do financiamento, para só serem ressarcidas ao final de dois anos. “O ministério da Cultura também nos informou que, neste momento, não dispõe de verbas para financiamento do projecto da biblioteca”, acrescentou. in http://www.omirante.pt/index.asp?idEdicao=51&id=23852&idSeccao=479&Action=noticia
  7. Chiado: vereador teme uma nova tragédia Vereador responsável pelo Urbanismo na Câmara Municipal de Lisboa, o arquitecto Manuel Salgado assumiu o receio de que uma nova tragédia como foi o incêndio no Chiado, há 20 anos atrás, possa voltar a acontecer no coração de Lisboa, caso nada se feito para o impedir. «Há muitos edifícios que estão devolutos e temos um grande receio que se possa dar uma catástrofe na baixa como foi o incêndio do Chiado. Temos que fazer tudo o que está ao nosso alcance para evitar essa situação», afirmou, em declarações à TSF, Manuel Salgado. Embora com a Câmara Municipal de Lisboa apostada na recuperação da zona histórica Baixa-Chiado, o arquitecto reconhece que «este é um projecto a longo prazo, tem que ser um projecto de uma geração, para 20 anos, portanto seria demagógico dizer que estará concluído a curto prazo, mas posso aspirar a que a reabilitação da Baixa e do Chiado em velocidade cruzeiro se atinja no final do próximo ano». Recorde-se que, depois de um incêndio que há 20 anos destruiu 18 edifícios, deixou 20 mil desempregados e 200 a 300 desalojados, além de ter provocado a morte de um sapador bombeiro e de um morador na zona, o processo de recuperação do Chiado tem vindo a prolongar-se no tempo, estando ainda por concluir. IN http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=346399&page=1
  8. Um novo Chiado após o incêndio de há 20 anos Os populares armazéns foram substituídos por um centro comercial e dezenas de lojas e cadeias internacionais. O grande incêndio que destruiu o Chiado em Lisboa foi há 20 anos. O fogo galgou vários quarteirões e deixou em ruínas o «coração» da capital. Hoje o comércio voltou, mas o Chiado está diferente. Quinta-feira, 25 de Agosto de 1988. Às 05:30 era dado o alerta. Um forte incêndio destruía o Chiado. Os bombeiros combateram o fogo durante 12 horas. Duas pessoas morreram e 73 ficaram feridas. Dezoito lojas foram consumidas pelas chamas e mais de 7500 mil metros quadrados arderam. Vários edifícios do século XVIII ficaram destruídos. As verdadeiras causas do incêndio que destruiu parte do «coração» de Lisboa nunca foram apuradas. Vinte anos depois do incêndio, o Chiado é uma zona de contrastes. A requalificação urbana que se fez depois do incêndio permitiu restituir o Chiado aos lisboetas. Nasceram edifícios novos e uma nova estação de Metro. Os armazéns populares foram substituídos por um centro comercial e dezenas de lojas de cadeias internacionais. No Chiado instalaram-se as marcas mais exclusivas da Europa. O Chiado tem a construção mais cara de Lisboa. Em alguns casos o metro quadrado chega a atingir os 4 mil euros. O arquitecto responsável pela requalificação da zona, Siza Vieira, assumiu que o objectivo foi cumprido. A Câmara de Lisboa diz que o Chiado é um exemplo a seguir noutras zonas da cidade e em especial na baixa. in http://www.tvi.iol.pt/informacao/noticia.php?id=984668# Chiado: Siza Vieira diz que recuparação do Chiado está quase concluída O responsável pela reconstrução do Chiado depois do incêndio, Siza Vieira, diz que a missão que lhe foi atribuída ficou quase concluída. Isto porque ainda falta a conclusão de algumas obras na Rua Garrett, no Largo do Carmo e também a saída do Elevador de Santa Justa. A autarquia lisboeta chamou recentemente o arquitecto para que este termine os trabalhos de reconstrução, revelou Siza Vieira. João Soares, antigo presidente da Câmara de Lisboa, recorda um "cenário vazio e sem vida antes do incêndio", no entanto, diz que "depois da tragédia, a autarquia podia ter tido maior controlo sobre o projecto de reabilitação". Maria José Nogueira Pinto, responsável pelo projecto de reabilitação da Baixa-Chiado, afirma que se gerou um clima emocional muito vincado depois do incêndio. A responsável diz também que, "há 20 anos as decisões não tiveram em conta o futuro do coração da cidade". 20 anos volvidos, estas são algumas das reacções ao incêndio que destruiu o Chiado. in http://radioclube.clix.pt/noticias/body.aspx?id=11681 Chiado/incêndio: Comerciantes lamentam a falta do "charme" de antigamente 25 de Agosto de 2008, 13:39 Lisboa, 25 Ago (Lusa) - Ardeu há 20 anos, foi reconstruído por um dos arquitectos portugueses mais prestigiados mas nem por isso manteve o charme de antigamente, pelo menos na opinião de alguns comerciantes do Chiado antes e pós incêndio de 25 de Agosto de 1988. Para António Lemos, da Casa Pereira, e José Manuel Gomes, da Sapataria Hélio, o projecto de reconstrução do Chiado, da responsabilidade do arquitecto Siza Vieira, recuperou a zona mas o espaço perdeu o "charme" de antigamente. António Lemos e João Manuel Gomes são dos poucos comerciantes da zona que se recordam do dia exacto do incêndio que destruiu o Chiado e têm presente as memórias anteriores à tragédia. O Chiado antigo - "que era lindo" - foi consumido pelas chamas e um novo, de serviços e lojas de marca, nasceu das cinzas, com novas caras e novos donos. António Lemos, funcionário da Casa Pereira, é dos poucos que recorda o dia do fogo como o "dia da tragédia". O comerciante chegou à Casa Pereira às 06:30 da manhã, quando as chamas já ameaçavam habitações e comércio. "Era um pandemónio, só se viam chamas. Felizmente que o pior, que se chegou a temer, não aconteceu", recorda, ao mesmo tempo que lamenta o facto de tudo ter mudado "para pior". E se no final dos anos 80 o Chiado já não era o mesmo de há uns tempos atrás, "tudo piorou" desde o incêndio. Para António Lemos, a zona "perdeu habitantes, perdeu vida e perdeu 'glamour'". E apesar de ter ganho em construções reconstruídas, a dificuldade em parquear carros é, segundo António Lemos, o "grande problema" que o Chiado "nunca" vai conseguir ultrapassar. "Quem é que vai comprar casa aqui se custam uma fortuna e não há onde arrumar os carros à noite?", questiona. João Manuel Gomes, empregado da sapataria Hélio é outro dos que recorda o incêndio de 25 de Agosto de 1988. Empregado da extinta sapataria Cinderela, ao 33 da Rua do Carmo - uma das sapatarias da Hélio - pouco passava das 07:30 quando João Gomes chegou ao Chiado. "Quando cheguei já não conseguia passar e, três horas depois, já só se viam chamas enquanto uma nuvem de fumo tapava Lisboa", refere. Apesar da mudança operada no Chiado com o projecto de reconstrução de Siza Vieira, João Gomes não vê que melhorias tenha trazido para a zona. "O Chiado devia ter ficado reservado para as grandes lojas que estão na Avenida da Liberdade. Isso sim, seria devolver a vida e o charme ao Chiado de antigamente", sustenta. "O melhor centro comercial de Lisboa era o Chiado, mas acabaram com ele", remata. Das lojas que resistem na Rua do Carmo e na Rua Garrett pós incêndio contam-se a sapataria Hélio, a Casa da Sorte, a Picadilly, a Livraria Lello e a Portugal, a Luvaria Ulisses, a Casa Pereira, a sapataria Hélio e pouco mais. De resto são lojas novas, de novas marcas que povoam o Chiado pós 25 de Agosto de 1988. Tal como as pessoas, na sua maioria estrangeiros que desconhecem que aquela zona foi devastada por um incêndio há 20 anos. Madalena Gonçalves, que hoje cumpre 24 anos, não tem qualquer memória do incêndio, que há 20 anos consumiu uma das zonas consideradas das mais belas de Lisboa. Do fogo só recorda o que ouve falar em família. Talvez por isso discorde de que o Chiado está mau, porque para si "o Chiado é a zona de Lisboa mais bonita para passear e namorar". CP. Lusa/fim in http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/75a65b37063a54005911c3.html É um «escândalo» o tempo que demorou a recuperar o Chiado «A Baixa não se reanimou com aquilo, a Baixa ganhou zero», afirma o arquitecto Leonel Fadigas A mudança que o Chiado sofreu, depois do incêndio de 1988, é um mau exemplo para o arquitecto Leonel Fadigas, que classifica de «escândalo» o tempo que demorou a reabilitar-se «dois ou três quarteirões». «20 anos a pensar no Chiado é demais. Não foi uma parte da cidade que ardeu, embora tenha sido uma área importante. É um escândalo levar-se 20 anos para fazer aquilo», disse à Lusa o arquitecto paisagista e urbanista, doutorado em Planeamento Urbanístico e Professor da Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa. Mais do que reabilitar, Leonel Fadigas defende que é necessário «regenerar» certas zonas da cidade. «A Colina de Santana, entre a Avenida da Liberdade e a Avenida Almirante Reis é uma zona crítica e das mais esquecidas que precisaria de intervenção. É uma zona de risco, muito degradada e a cidade não tem olhado para ela com atenção», referiu o arquitecto, que foi Director e Presidente da empresa municipal Ambelis, Agência para a Modernização Económica de Lisboa, entretanto extinta. «Temos de intervir na reabilitação dos edifícios e na melhoria das condições de vida da população», disse Leonel Fadigas que faz «uma leitura muito crítica» da reabilitação do Chiado. «Passou demasiado tempo para o que foi feito. Foram renovados meia dúzia de edifícios. A Baixa não se reanimou com aquilo, a Baixa ganhou zero», afirmou. «É fácil reabilitar edifícios como se fez no Chiado. Lá não morava ninguém, não havia problemas com alojamento», defendeu. Como reabilitar a Baixa? Quanto à regeneração urbana da Colina de Santana, o arquitecto salienta que «primeiro é preciso olhar para a zona em termos de estado de degradação física, urbanística e caso social [é uma zona muito envelhecida com estratos sociais de baixos recursos]». Lisboa preocupa Leonel Fadigas. «A cidade tem grandes desafios, e o Chiado ainda é um problema. Substituíram-se uns edifícios por outros. Tem mais vida? Tem mais comércio? Teve um efeito estimulante na zona envolvente? Há mais moradores na Baixa?», questiona. Para o arquitecto, quando se fala de reabilitação da Baixa, é necessário ligar a recuperação física à social, e «não pode esquecer-se a colina de Santana». «É preciso requalificar os edifícios e também as condições de vida da população. São necessárias políticas de habitação associadas para levar gente», salientou. in http://diario.iol.pt/sociedade/chiado-incendio-baixa-fogo/984417-4071.html Chiado atirou decadência pela colina abaixo 25.08.2008 - 08h07 Ana Henriques Quem desce a Rua do Carmo, em Lisboa, repleta de lojas para a classe média, não pode deixar de bater com os olhos nos reclamos fluorescentes à entrada do Rossio. Na esquina de uma das praças mais nobres da cidade há cuecas de homem a dois euros e soutiãs a menos de quatro, num local até há pouco tempo ocupado por uma tabacaria. Tal como lá em cima, no Largo do Chiado, as etiquetas dos preços são o que mais prende a atenção dos transeuntes. E no entanto dificilmente podia ser mais flagrante o contraste das vitrinas da casa Hermès, primorosamente forradas a flores, com as montras do supermercado de lingerie do Rossio. Cá em cima o vestido pérola de costas em V, rematado por uma barra azul, suscita exclamações de espanto. Não é pelo corte, nem pelo tecido. É que custa quase três mil euros. Na Cartier, uns metros abaixo, há colares a 39 mil. Cá em cima, no Chiado, faz hoje 20 anos que um comércio em parte decadente serviu de pasto às chamas, e é também por isso que os preços subiram em flecha. Como os escombros que atulharam as ruas depois do incêndio, também a maioria dos sinais de decadência do Chiado foram atirados colina abaixo. Hoje, perante a crescente dinâmica do Chiado, há quem lamente que as labaredas não tenham resgatado também a Baixa ao seu torpor. O homem que fez renascer o Chiado das cinzas, Siza Vieira, lamenta que a revitalização do centro da cidade continue por acontecer, apesar de todas as promessas: "A recuperação que fiz foi apenas de 22 edifícios, e não do centro histórico. Foi muito pouco. A Baixa devia estar cheia de vida, mas à noite morre". O arquitecto sabe como o seu renascimento faz falta ao Chiado, e acredita que um dia ele sucederá, como já aconteceu em Barcelona e noutras cidades europeias. Sabe também que nem tudo correu bem lá em cima, por muito que o luxo encha o olho a quem passa. "Os preços do Chiado são um entrave tremendo", admite. "As rendas são caríssimas. Não se encontrou um meio jurídico de as controlar". Resultado? "Algumas casas são habitadas permanentemente. Outras pertencem a pessoas de fora de Lisboa", que as deixam vazias grande parte do tempo. O administrador de um banco pagou um milhão de euros por um apartamento num último andar na Rua Garrett. É dos poucos habitantes que não se queixam da falta de estacionamento, porque o edifício tem parque. Mas se quiser um produto de primeira necessidade, terá que descer à Baixa ou subir a Santa Catarina. Neste Chiado renovado não há espaço para mercearias nem para supermercados. Almoça-se nos restaurantes. Jantar nem tanto, que a vida nocturna ainda não passou por aqui. Os horários do comércio são outro problema, aponta Siza: "As lojas fecham quando as pessoas chegam ao Chiado", depois de saírem dos empregos. Já foi pior: hoje é possível encontrar estabelecimentos abertos até às 20h00. A partir dessa hora começam a chegar os sem-abrigo e o local torna-se corredor de passagem, porque todos os caminhos vão dar ao Bairro Alto. Ou melhor, quase todos: um dos bares mais exclusivos de Lisboa, o Silk, nasceu há pouco tempo na fronteira entre o Chiado e o Bairro Alto, no último andar do centro comercial Espaço Chiado. Com menos glamour, o centro comercial Armazéns do Chiado foi, juntamente com a estação de metro, um dos grandes contributos para a revitalização depois do incêndio. Siza Vieira já se conformou, apesar de não terem sido estes os seus planos: "O edifício dos antigos armazéns era para ser todo ele um hotel. Espantou-me na altura não haver uma empresa portuguesa que pegasse na ideia". FNAC é pólo de atracção No centro comercial, pegado ao qual foi construída uma pequena unidade hoteleira, é sobretudo a FNAC que atrai a clientela. "É um dos factores de animação do Chiado", reconhece o arquitecto, secundado pelo professor universitário João Seixas. O investigador fala dos "conteúdos cosmopolitas" que esta multinacional da cultura trouxe para a zona e da operação de reabilitação encabeçada por Siza, "coordenada pelos poderes públicos", para chegar à conclusão de que o renascimento do Chiado é um caso de sucesso. A identidade do local contribuiu para isso: "Apesar da gravidade do incêndio, o Chiado teve músculo para se manter vivo". Mas é este o Chiado que queremos? João Seixas admite riscos: "Um dos maiores é o da turistificação e da banalização". Os centros históricos demasiado virados para agradar ao turista acabam por parecer-se todos muito uns com os outros. É preciso que os governantes da cidade apoiem o comércio tradicional e de proximidade, aquele que pode fazer a diferença. "A prioridade do Chiado deve ser o usufruto dos lisboetas", frisa. Os turistas virão por acréscimo. Há quem veja neste novo Chiado um claro caso de gentrificação, com os seus velhos habitantes a serem substituídos por uma nova camada abastada de residentes e lojistas. "Num espaço com estas características é inevitável", observa João Seixas. "Não vejo mal nenhum nisso". Vinte anos depois das chamas, Siza vai agora completar a reconstrução, ligando um pátio das traseiras da Rua do Carmo ao Convento do Carmo. O elevador do metropolitano para a Rua Ivens também será uma realidade, assegura o arquitecto. "A renovação de toda a zona em seu redor vai conferir ao Chiado o seu papel de zona central, nuclear da cidade". João Seixas também acredita no futuro: "A Baixa é uma Bela Adormecida à espera de que um beijo a desperte". in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1340358&idCanal=59
  9. Convidado para fazer projecto do Museu do Barrocal em Paderne Museu do barrocal em Paderne «Convidei o arquitecto Álvaro Siza Vieira para ser o autor do projecto do museu, que vai construído em Paderne, no coração do Barrocal algarvio», revelou ao «barlavento» Desidério Silva, presidente da Câmara de Albufeira. Será naquele local que serão expostos ao público «muitos utensílios que preservam as tradições e a cultura associadas ao Barrocal e aos tempos antigos», afirmou o autarca. A importância deste projecto resume-se ao «deslocalizar a cultura para uma freguesia que não vive do sol e praia», tendo a função de aumentar o turismo no interior do concelho, acrescentou. «Neste momento, temos todo o processo de museologia definido, devido à recolha de informação feita pela Universidade do Algarve, através de um protocolo que assinámos com a instituição», disse o presidente da Câmara de Albufeira. «A par do futuro Museu do Barrocal, está a reabertura do Castelo e a requalificação da Ribeira de Paderne, onde serão criadas, nas margens, zonas pedonais», salientou ainda Desidério Silva. Na opinião do autarca, os três projectos, prontos no final de 2009, vão ser uma boa combinação para motivar os turistas a visitarem o Barrocal, daquele concelho algarvio. 26 de Agosto de 2008 | 07:13 ana sofia varela in http://barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=26491&tnid=3
  10. Pedrógão Grande: Câmara quer transformar escolas desactivadas em alojamento para turismo rural 26 de Agosto de 2008, 10:00 Leiria, 26 Ago (Lusa) - A Câmara Municipal de Pedrógão Grande pretende transformar dez escolas desactivadas em alojamento para turismo rural, anunciou hoje à Agência Lusa o presidente da autarquia, João Marques. João Marques explicou que "o município dispõe neste momento de uma dezena de estabelecimentos do primeiro ciclo do ensino básico desactivados e que a solução passa por uma oferta ao nível de alojamento". "É possível, em algumas dessas escolas, criar espaços T1 ou mesmo T2", adiantou o autarca, lembrando que "o arquitecto e desenhador da Câmara já estão a trabalhar nesse sentido". Segundo o responsável, este investimento pretende "aumentar a oferta de alojamento existente no concelho", que se limita a "uma residencial e a várias unidades de turismo rural". João Marques destacou o facto dos estabelecimentos de ensino "se situarem em locais isolados e em espaços rurais", e assegurou estar convicto de que o investimento vai "atrair mais turistas ao município". "Temos 800 anos de história, um espectacular vale do Zêzere com os seus afluentes, praias fluviais e queremos aumentar a oferta ao nível do turismo rural", referiu o responsável. João Marques revelou que apenas ficam a salvo desta transformação as três escolas do primeiro ciclo situadas na sede do concelho. "Uma delas é a sede de uma filarmónica, noutra vão ser instalados serviços técnicos da autarquia", esclareceu o presidente da Câmara. Já a "escola Raul Lino vai, por sua vez, ser museu municipal, com uma componente dedicada à escola e uma área ligada aos achados arqueológicos do concelho", acrescentou o autarca. SYR in http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/25c2f5fb86ae0c6b8d5242.html
  11. Garrafas de água dão luz (vídeo) 26-08-2008 17:21:00 A luz produzida por uma garrafa literalmente enfiada no telhado é equivalente a uma lâmpada de 60watts. Se, para evitar os insectos, ainda pendura sacos com água nas entradas e janelas de sua casa, prepare-se para um ‘up-grade’. Colocar garrafas com água no telhado. Foi o que fez o mecânico brasileiro Alfredo Moser em 2002, durante o apagão que assolou a cidade de Uberaba, no estado de Minas Gerais. Percebeu que poderia escapar à escuridão interior – durante o dia solar - pendurando no telhado de casa garrafas plásticas com água. “É uma garrafa de água de dois litros, com água limpa, e duas tampinhas de água sanitária e um potinho de filme de máquina fotográfica para proteger do sol, para não estragar a tampa”, diz o mecânico. A invenção atravessou fronteiras e é atracção no Parque Ecológico Chico Mendes, em São Paulo. Também aguçou a curiosidade da ciência. O engenheiro electrotécnico Clivenor de Araújo Filho da Companhia Energética de Minas mediu a intensidade de luz de cada garrafa. “Esta luminosidade equivale a uma lâmpada entre 40 e 60 watts”, constata. A ideia luminosa do mecânico Alfredo espalhou-lhe pela vizinhança. A dona de casa Geralda Monteiro de Melo tratou logo de instalar as tais lâmpadas de água em casa, até na casa de banho. Na oficina do torneiro mecânico José Marcos de Castro também foi uma solução adoptada. A conta de luz baixou. As lâmpadas estão lá há dois anos e sem nenhuma manutenção. “É só deixar lá. Quando eu chego de manhã, já estão ligadas. À noite, desligam automaticamente”, diz Marcos de Castro. A imagem é curiosa: bicos de garrafas para fora dos telhados no bairro todo. Segundo Moser, esta forma de iluminar permite economizar cerca de 30% de energia na oficina em que trabalha. O sistema pode substituir telhas de fibra em ambientes onde a luz precisa ficar acesa durante todo o dia. Para colocar a garrafa em telhas de amianto, basta fazer um corte e instalar a garrafa, fixando-a depois com massa plástica. Em telhas de barro é preciso fazer uma estrutura de zinco para fixar a peça. Numa peça de 48 m2, por exemplo, são necessárias 12 garrafas. A água, por sua vez, não pode ter nenhuma impureza. "A ideia surgiu quando conversava com um antigo chefe meu, em Brasília. Discutia-mos sobre como conseguir iluminação, caso ocorresse algum acidente. Naquele instante olhei para o lado e vi como a luz que era reflectida de uma garrafa de refrigerante", lembra o mecânico. Dos fóruns de arquitectura consultados pelo Observatório, há quem lamente a garrafa não ser simultaneamente acumulador, outros sugerem que uma telha de vidro faz o mesmo efeito luminoso. É preciso lembrar que tem de ser uma casa sem tecto, apenas com telhado. Outro ‘problema’ referido é o do isolamento em relação às águas pluviais. Mas a ideia geral que emerge entre todos é que é uma solução a estudar e aperfeiçoar. in http://www.observatoriodoalgarve.com/cna/noticias_ver.asp?noticia=24415
  12. Durante o sono.
  13. O que eh que tem de estranho? O Siza apareceu no Publico. O Souto de Moura tb apareceu no DN ou no JN.
  14. Eu nao vou ser advogado do Diabo destes edificios. A vossa opiniao estah dada. Eu aceito. Para mim a discussao estah terminada.
  15. Confesso que nao sou a melhor pessoa para escrever sobre arquitectura. Existem utilizadores mais capazes para isso. Continuo a referir o seguinte. Peco-te que elabores um topico e que reveles a tua eloquencia. Tipos como tu eu conheco dezenas... Se estas aqui para instabilizar o forum mais vales ires embora e gerir melhor o teu tempo.
  16. Fiz exactamente o que tu acabas de escrever. Tem todo o trabalho realizado na FA UTL. Estao lah os ultimos 3 anos mais o estagio. Deixei de fora os 2 anos por serem demasiado criativos.
  17. Os jornalistas sao mesmo...
  18. Nem tudo que parece eh. Ha que conhecer bem o projecto antes de dizer que o edificio nao eh sustentavel.
  19. Eh bom pensar pela propria cabeca e nao estar sempre a citar os arquitectos que estao na moda, os mestres e os deuses do costume. Considero inoportuno e despropositado ler comentarios pouco construtivos de gente que se julga mais inteligente e culta ao escrever comentarios como tu escreves, Gupyna. Nao te fiques com este comentario que discordas ou concordas com o que o kwhyl escreve.... ha que justificar. Deixa de ser leitor e de rires ah socapa e comeca a escrever daquilo que pensas saber para nos rirmos da tua ignorancia ou maravilharmos da tua sabedoria e da tua eloquencia linguistica expressa na escrita...
  20. Quando voces sonham, dentro do Sonho em que lugares voces costumam estar? Eu quando sonho estou numa cidade parecida com Lisboa. Mas nao eh bem Lisboa. Eh uma mistura de varias cidades que se vao metamorfoseando ao longo do tempo. E voces?
  21. Vi nos ultimos dias na TV os Incorruptiveis e o American Psycho.
  22. JVS

    Humor

    in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=421802 :D
  23. Es do sexo feminino?
  24. Jah tenho um esquisso da representacao. Vou comprar a caneta certa, finalizar, tirar a fotocopia final e depois vai ser enviado... soh depois eu coloco aqui.
  25. Porque eh nao procuras outro emprego. Provavelmente vais ganhar mais que um arquitecto da tua idade. Oico historias que na provincia existe trabalho. Porque eh que nao abres um atelier na terra dos teus pais ou dos teus avos? Nao tens amigos ou colegas da faculdade que possas abrir um Laboratorio de Arquitectura e participar em concursos. Sao ideias... e depois podias partilhar estas experiencias.
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