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JVS

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  1. Norman Foster, Richard Rogers, ...
  2. E as fotografias devem ser somente tiradas pelo Fernando Guerra. Para revelar a genialidade do grande Sacro Sacrissimo Deus da Arquitectura Portuguesa Contemporanea... Amen. ;)
  3. http-~~-//m7ml.com/uploads/e0ad80dc87.jpg Na minha opiniao trata-se duma noticia explosiva a nivel religioso e politico. Muito polemico que leva a uma questao: - Como redesenhar um Lugar sagrado tao fragil como Meca? Meca tem vindo a mudar. Perto da Grande Mesquita estah a ser construido um Hotel gigantesco que esmaga a cidade de Meca. Mas qual vai ser o resultado de um projecto coordenado por um ocidental e por uma mulher? Resta saber se Zaha Hadid eh religiosa e de que ramo religioso ela eh. E qual vai ser a reaccao da Al-Qaeda perante esta noticia?
  4. JVS

    Humor

    [ame=" "]YouTube - Portugalex 10/10/2008[/ame] [ame=""]YouTube - Portugalex - 25/11/2008[/ame] [ame=""]YouTube - Portugalex - 26/11/2008[/ame] [ame=""]YouTube - Portugalex - 27/11/2008[/ame] [ame=""]YouTube - Portugalex - 28/11/2008[/ame]
  5. Vi o Blindness. Retracta a destruicao da Civilizacao caso o homem perdesse a visao. Depois ha um ensaio de como funcionaria a sociedade com varias pessoas...separado em camaratas... segundo Saramago... nao funcionaria e levaria ao colapso da sociedade. Depois surgia o conceito Familia Humana que tem semelhancas com a Tribo. Ou seja existe uma transicao da Civilizacao do Todo para a Civilizacao das Partes. O Homem estaria bem consigo mesmo se vivesse em Tribo. E dah para ver que ha profissoes que desapareceriam... na sobrevivencia de cada um de nos soh interessa buscar comida e ter seguranca em relacao aos outros. Outro pormenor neste filme foi como escolher um lider ou como nasce o lider.
  6. Vistas Aereas de Portugal Uma ideia de como as cidades e a paisagem em Portugal se organiza ou nao. Pode-se entender que as cidades mais bem organizadas de Portugal sao Lisboa, Vila Real de Santo Antonio, ...
  7. http-~~-//img136.imageshack.us/img136/6272/nalsy7.png Eis a planta do Novo Aeroporto. http-~~-//farm4.static.flickr.com/3012/2949655614_88f45b898a_o.jpg A Planta do Terminal. http-~~-//farm4.static.flickr.com/3188/2948802551_556d04662c_o.jpg O Projecto. http-~~-//farm4.static.flickr.com/3280/2948802365_e8639d3454_o.jpg Atraves desta imagem podem ver que o aeroporto aposta na intermodalidade. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=555452&page=8 LINKS PDF 1 . http://www.naer.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=202164&att_display=y&att_download=y 2 . http://www.naer.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=202149&att_display=y&att_download=y 3 . http://www.naer.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=202152&att_display=y&att_download=y 4 . http://www.naer.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=202154&att_display=y&att_download=y FILMES 1 . http://www.naer.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=202250&att_display=n&att_download=y 2 . http://www.naer.pt/ngt_server/attachfileu.jsp?look_parentBoui=202284&att_display=n&att_download=y PAGINA http://www.naer.pt/portal/page/portal/NAER2008/Conteudos/?content_detail=201831&cboui=201831
  8. Jacques Derrida e as teses “desconstrucionistas” Carlos Ceia Termo proposto pelo filósofo francês Jacques Derrida, nos anos sessenta, para um método ou processo de análise crítico-filosófica que tem como objectivo imediato a crítica da metafísica ocidental e da sua tendência para o logocentrismo, incluindo a crítica de certos conceitos (o significado e o significante; o sensível e o inteligível; a origem do ser; a presença do centro; o logos, etc.) que tal tradição havia imposto como estáveis. Do ponto de vista da análise textual, a desconstrução (termo que deve traduzir o original francês "déconstruction", evitando a tradução por "desconstrucionismo", porque não representa nenhuma proposta de escola de pensamento, movimento ou estética literária em particular, marcando-se assim a diferença com o movimento a que se chama desconstrutivismo na arquitectura contemporânea) tornou-se sinónima de leitura cerrada de um texto (literário, filosófico, psicanalítico, linguístico ou antropológico) de forma a revelar as suas incompatibilidades e ambiguidades retóricas, demonstrando que é o próprio texto que as assimila e dissimula. A desconstrução começa por ser uma crítica do estruturalismo, tornada pública numa célebre conferência de Derrida na Universidade de Johns Hopkins, nos Estados Unidos, em 1967, com o título “La structure, le signe et le jeu dans le discours des sciences humaines”. Se o estruturalismo pretendia construir um sistema lógico de relações que governaria todos os elementos de um texto, a desconstrução pretendia ser uma crítica do estruturalismo, que não passava apenas de um dos episódios da tradição metafísica ocidental que merecia ser revisto. Partindo do método especulativo de Nietzsche, da fenomenologia de Husserl e da ontologia de Heidegger, Derrida apresenta a tese inicialmente nas obras L’ecriture et la différence (1967) e De la gramatologie (1967) e tem rejeitado desde então qualquer definição estável ou dicionarizável para aquilo que se entende por desconstrução. A própria compreensão da desconstrução como método crítico ou modelo de análise textual nunca foi reconhecida por Derrida. A divulgação das ideias de Derrida nas Universidades de Johns Hopkins e de Yale, nos Estados Unidos, onde o filósofo francês conferenciou, contribuiu para o alargamento da discussão aos estudos literários, impondo-se internacionalmente como um método de análise textual, apesar das reservas de Derrida. A obra colectiva Deconstruction and Criticism (1979), que inclui ensaios programáticos de Jacques Derrida, J. Hillis Miller, Harold Bloom e Geoffrey Hartman, assegurou a obra de referência que faltava para tal divulgação internacional. A desconstrução foi enquadrada no chamado pós-estruturalismo, primeiro movimento de auto-crítica e depois movimento de ruptura com o estruturalismo, e divulgou-se de forma mais insistente nos meios universitários norte-americanos, onde conheceu amplos debates nas décadas de setenta e oitenta, sobretudo. Desconstruir um texto é fazer com que as suas palavras-charneira subvertam as próprias suposições desse texto, reconstituindo os movimentos paradoxais dentro da sua própria linguagem. Derrida fez repensar a forma como a linguagem opera. Desconjuntando os valores de verdade, significado inequívoco e presença, a desconstrução aponta para a possibilidade de escrever não mais como representação de qualquer coisa, mas como a infinitude do seu próprio “jogo”. Desconstruir um texto não é procurar o seu sentido, mas seguir os trilhos em que a escrita ao mesmo tempo se estabelece e transgride os seus próprios termos, produzindo então um desvio [dérive] assemântico de différance. Todo o signo só significa na medida em que se opõe a outro signo, por isso se pode dizer que é essa condição da linguagem que constantemente diferencia e adia os seus componentes que concede significância ao signo. Estas teses foram consolidadas por Roland Barthes numa fase já pós-estruturalista, que começa com o artigo “A morte do autor” (1968) e continua nos livros S/Z (1970) e O Prazer do Texto (1973). A teoria de Barthes aproxima-se da de Derrida: a leitura crítica de um texto literário não objectiva um sentido único mas a descoberta da sua pluralidade de sentidos. O interesse de Derrida no texto literário advém do facto de certos textos transgredirem os limites tradicionais de representação da literatura. A perspectiva do crítico literário em relação à desconstrução é um pouco diferente, pois não está imediatamente preocupado com o facto de certos textos postergarem as categorias da metafísica ocidental mas preocupa-se antes com as propriedades singulares da escrita em si. Quer se seja contra ou a favor de Derrida, há que aceitar que, enquanto método de análise textual, o modelo desconstrucionista que ele propõe funciona efectivamente, obrigando-nos a repensar a forma como o texto é formulado. Se tomarmos em consideração as proposições dissimuladas ou impronunciadas no texto, se revelarmos os buracos negros do texto e os seus suplementos ou contradições internas de maior subtileza, o texto pode significar algo muito diferente daquilo que a princípio parecia querer dizer. Em dadas circunstâncias, um texto pode não querer dizer algo em particular mas várias coisas muito diferentes entre si e em relação ao sentido assumido à partida, eventualmente, pelo autor desse texto. Mostrando os efeitos de différance (o sentido é constantemente diferido e distinguido, inscrevendo-se na cadeia infinita de significados que constitui o texto), marca (nenhum signo é completo em si mesmo, pois remete infinitamente para outro signo através das marcas — conotações, por exemplo — que lhe são inerentes) e disseminação (ou difusão ou propagação dos sentidos num texto, não sendo possível agrupá-los num só nem exercer qualquer espécie de controlo sobre todos os sentidos encontrados ou por encontrar), Derrida mostrou-nos que o texto pode dizer a sua própria história, deixando então entrever um novo texto, que, por sua, está sujeito a idêntico trabalho desconstrucionista, permitindo um retorno dialéctico infinito ao texto. Nesta técnica de leitura, não se valida o antigo pressuposto do New Criticism dos anos 40 e 50 de que o sentido está contido no texto e pode ser controlado, pois ele coexiste e participa no jogo linguístico, que não pode nunca garantir o absolutismo (ou presença) de um sentido (ou interpretação) em relação a outros sentidos (interpretações). A intenção do autor fica sempre dissolvida no jogo diferencial/protelador (jogo da différance) dos significantes. A proposta de desconstrução do texto introduzida por Derrida foi particularmente bem recebida nos Estados Unidos, como se disse atrás. A chamada Escola de Yale, onde Derrida ensinou, revelou nos anos 70 alguns dos principais teóricos da literatura de hoje: Paul de Man, Harold Bloom, J. Hillis Miller e Geoffrey Hartman. A Escola de Yale desenvolveu não só a filosofia desconstrucionista mas também os estudos freudianos aplicados à literatura. Duas obras iniciais marcaram a actividade e afirmação dos críticos de Yale: Blindness and Insight (1971), de Paul de Man, e The Anxiety of Influence (1973), de Harold Bloom. Paul de Man, que contribuiu decisivamente para um novo rumo para a desconstrução de Derrida, toma o texto literário como um conjunto de potenciais oposições internas que hão-de conduzir irremediavelmente a uma aporia ou impasse; nesse momento, o texto obriga a uma tomada de decisão crítica perante as duas leituras opostas e, quase paradoxalmente, uma leitura desconstrucionista será aquela que não deixar que tal decisão penda para qualquer dos lados. Um outro livro de Paul de Man, Allegories of Reading (1979), dá melhor conta desta engrenagem técnica, assumindo que toda a leitura é necessariamente retórica, por isso sujeita a diferentes interpretações. Estudando a linguagem simbólica romântica, de Man conclui que o figurativo não é um exclusivo da linguagem poética mas de toda a linguagem, que é, por definição, alegórica, portanto, irrepresentável estruturalmente. A tese de Harold Bloom em The Anxiety of Influence resume-se a uma polémica perspectiva que prevê que um poeta ou escritor age sempre em função de um modelo literário que lhe é anterior, um grande “precursor”, que ele tem que “enfrentar”, para resolver a angústia dessa influência, a qual, em termos radicalmente freudianos, exige igualmente a substituição do próprio modelo inspirador ou “pai”. Desta forma, também não existem interpretações desubjectivadas, mas sim tergiversações ou misreadings de leituras anteriores. Em Saving the Text - Literature/Derrida/Philosophy (1981), Geoffrey Hartman procurou fazer vingar a desconstrução de Derrida, explorando as potencialidades das leituras cerradas no estilo derridiano, destancando o(s) livro(s) inqualificável(eis) e intraduzível(eis): Glas, que considera um acontecimento ímpar na história literária. Contudo, as leituras que noutras obras faz de Wordsworth ou Shakespeare, por exemplo, revelam que Hartman não perdeu totalmente de vista uma forma de abordagem textual mais directamente interpretativa do que desconstrucionista. J. Hillis Miller, que só na década de 80 publicará um livro de referência como Fiction and Repetition: Seven English Novels (1982), divergiu do dogma estruturalista da possibilidade de um conhecimento sistemático do texto. Miller usou recorrentemente a noção de abyss structure (ou mise en abyme) para mostrar como a linguagem está permanentemente sujeita aos jogos linguísticos. Além disso, a desconstrução não é tanto um método de análise literária, mas algo que o texto já fez a si próprio. O texto já está de alguma forma desconstruído quando o vamos ler. Resta ao crítico descobrir e usar a engrenagem retórica que o texto esconde. Alguns críticos derridianos defendem que a desconstrução é uma associação entre interpretação e semiótica, para determinar como é que um texto significa, mais do que uma prática hermenêutica que vise determinar o que é que significa. Mais recentemente, em The Linguistics Moment - From Wordsworth to Stevens (1985), Hillis Miller tentou distanciar-se de certas aproximações da desconstrução à hermenêutica, considerando a prática desconstrucionista ou interpretação retórica como uma prática crítica, que não se identifica nem com uma hermenêutica nem com uma poética. Depois de Gadamer e na esteira de Paul de Man, Paul Ricoeur e William V. Spanos, editor de uma das mais radicais revistas pós-estruturalistas, boundary 2, tem-se descrito igualmente a desconstrução como uma hermenêutica negativa, isto é, um projecto que não vise restaurar o sentido de um texto perdido na história, mas antes recorrer a conceitos modernos para abalar ou questionar criticamente tal sentido histórico. Ricoeur, um filósofo fenomenologista que virá a ter grande influência na mais recente teoria literária — autor de La Métaphore vive (1975), Temps et récit, 3 vols. (1983-85) e Soi-même: Comme un autre (1990); em tradução portuguesa, destacamos: O Conflito das Interpretações: Ensaios de Hermenêutica (1ªed., 1969) e Do Texto à Acção: Ensaios de Hermenêutica II (1986) —, reclama uma hermenêutica que não mais se reduza à idolatração deste autor ou daquele texto. A relação do que se entende por pós-estruturalismo com a questão da interpretação textual está, pois, longe de ser mais consensual do que antes, durante as discussões no seio do New Criticism norte-americano e do estruturalismo francês sobre o valor da interpretação na teoria literária. in http://www.jornaldeangola.com/artigo.php?ID=96179&Seccao=cultura
  9. O presidente do Governo adjudicou, por 945 mil euros, as obras de ampliação do Museu da Graciosa, um empreendimento com um prazo de execução de dez meses. Nos termos de um despacho de Carlos César, a intervenção, integrada na política do Governo de defesa e salvaguarda do património arquitectónico e cultural, foi entregue à Empresa Edifer Construções. As obras a desenvolver no Museu da Graciosa, no quadro de um projecto de arquitectura de Mariana Godinho, permitirá a ampliação das respectivas instalações de 376 para 549 metros quadrados. A área útil a acrescentar às actuais instalações do museu, que comportarás espaços de acolhimento – recepção/posto de turismo, cafetaria e loja – administrativos, de exposição temporária e permanente e salas de reserva e de Serviço Educativo, foi planeada para conviver com o edifício pré-existente, que albergará uma zona de exposição e interpretação de lagares e colecções etnográficas vigadas à vitivinicultura. A cultura da vinha, enquanto actividade tradicional da economia graciosense, continuará a constituir o centro privilegiado do projecto museográfico da instituição, que abriu em 1983 como Casa Etnográfica. in http://www.azoresdigital.com/ler.php?id=10239
  10. Pirataria: Associação Portuguesa de Software apreendeu 1,8 milhões de euros de material pirateado 20 de Novembro de 2008, 17:40 Lisboa, 20 Nov (Lusa) - A Associação Portuguesa de Software apreendeu no primeiro semestre deste ano 1,8 milhões de euros em material pirateado e está já a levar a cabo outra acção contra a pirataria informática, avança o organismo num comunicado hoje divulgado. Dados da Assoft relativos à luta contra a pirataria nos primeiros seis meses de 2008 revelam que os sectores onde se registaram mais incumprimentos foram a Arqueologia, Arquitectura, Construção, Consultoria, Escolas de Condução, Estúdios, Gráficas, Imprensa e Publicidade. Entre Janeiro e Junho deste ano, a Assoft levou a cabo mais de mil acções de fiscalização em empresas, estabelecimentos comerciais e agentes económicos espalhados um pouco por todo o país. As novas acções de fiscalização irão decorrer até ao final do mês e abrangem mais de 70 mil empresas e organizações, "com o objectivo de reforçar a consciencialização sobre a necessidade de legalização do software utilizado nos seus respectivos equipamentos informáticos e de telecomunicações". JRS. Lusa/fim. in http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/443432c3aa5c165210119f.html
  11. Prédio do Rato pode ir a tribunal Promotores admitem processar os 11 vereadores que chumbaram construção polémica 2008-11-21 RICARDO PAZ BARROSO O projecto de um prédio no Largo do Rato, Lisboa, foi aprovado em 2005, mas a maioria dos actuais vereadores da Câmara recusa agora a licença de construção. O promotor diz ter direitos adquiridos e vai levar o caso à Justiça. Os administradores da Artepura, Investimentos Imobiliários, Paulo Nabais e Diogo Jardim, revelaram ontem, ao JN, a intenção de vir a processar a Câmara de Lisboa por esta recusar a respectiva licença de construção de um prédio, do qual são promotores, no gaveto formado pelas ruas do Salitre e Alexandre Herculano, frente ao Largo do Rato - cujo projecto de arquitectura foi aprovado em 2005, no mandato de Santana Lopes. Além da Câmara, também cada um dos 11 vereadores que indeferiram a referida licença de construção poderá ser alvo de processos cíveis, ao abrigo do Regime da Responsabilidade Civil Extracontratual do Estado (Lei 67/2007), em que os representantes do Estado são solidários com os danos resultantes do exercício da função administrativa. A "gota de água" foi o segundo chumbo consecutivo da licença de construção do prédio no Largo do Rato, a 12 de Novembro, "sem fundamentação técnica ou jurídica que suporte a decisão camarária", segundo Paulo Nabais. O primeiro chumbo foi a 29 de Junho, numa reunião camarária em que o presidente do Executivo, António Costa (PS), reforçou a doutrina de que "este Executivo não vai colocar em causa decisões anteriores, a não ser por nulidade do projecto". Apenas o PS, com seis votos, foi favorável à emissão da licença de construção. A Artepura aguarda agora a notificação do segundo chumbo, e respectiva fundamentação técnica, para proceder aos processos judiciais, que tanto vão dar entrada num tribunal administrativo como no tribunal cível. Os dois administradores acreditam que, "tal como no primeiro chumbo, as justificações são de ordem estética, mas esse tipo de apreciação foi feito aquando do projecto de arquitectura", assinado pelos arquitectos Frederico Valsassina e Aires Mateus. Este é mais um passo num processo que tem estado carregado de polémica. Aprovado em 2005, o projecto foi alvo de contestação em 2008, em que até foi dito que o Chafariz do Largo do Rato seria demolido, motivando uma petição com quatro mil assinaturas. Seguiram-se os dois chumbos. "Sabemos que vamos gastar muito tempo e dinheiro com as acções judiciais e até vamos sofrer retaliações por causa disso. Achámos que não tínhamos de fazer barulho, mas isto é muito grave", diz Diogo Jardim. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=1047818
  12. Outra cidade existe debaixo da antiga Expo Admirável mundo desconhecido no subsolo do Parque das Nações abriu-se ao público e o JN esteve lá 2008-11-23 NUNO MIGUEL ROPIO São 6,5 quilómetros de uma outra cidade desconhecida no subsolo do Parque das Nações, em Lisboa, sem a qual a que existe à superfície não poderia funcionar. Trata-se de um verdadeiro complexo logístico, único em todo o país. Desde o abastecimento de água quente até à recolha de lixo, que tanto pode ser o orgânico como o reciclável, vários são os serviços de manutenção urbana que existem na, que se pode denominar, 'cidade sombra' da zona oriental de Lisboa. Ao longo da Avenida D.João II e Alameda dos Oceanos, a Galeria Técnica do Parque das Nações conta já com uma década de existência - nasceu com a Exposição Mundial dos Oceanos (Expo'98) -, sendo um dos ex-libris da área e dos equipamentos mais visitados por técnicos internacionais nas áreas da engenharia e arquitectura de espaços urbanos. Concebida quando ainda o Parque das Nações não passava de uma zona industrial, especializada no sector dos combustíveis, a cidade subterrânea permite gerir de uma forma muito mais eficaz qualquer problema que surja relativamente ao fornecimento de um dos serviços que ali estão concentrados. Ou seja, em casos de ruptura nas condutas de água ou de problemas no abastecimento de electricidade não há necessidade de destruir o pavimento para os resolver e facilmente um técnico os pode detectar. "O projecto foi desenvolvido com um objectivo de servir uma população de 25 mil habitantes e estamos longe de atingir esse limite", explicou, ontem, ao JN, Carlos Barbosa, administrador da Parque Expo - Gestão Urbana do Parque das Nações. "A maioria das famílias não é composta por uma média de três pessoas mas por menos. Depois, muita da habitação que estava prevista deu lugar a serviços. Não há por isso necessidade de readaptação", frisou, durante uma visita técnica às galerias subterrâneas. Segundo o dirigente, esta foi a primeira vez que o complexo, com 3,05 metros de altura por 4,25 de largura, se abriu ao público em geral. A organização da iniciativa coube à secção regional da Ordem dos Arquitectos, no âmbito das comemorações dos 10 anos sobre a Expo'98. Para uma família residente no Parque das Nações, viver sobre esta galeria significa contar com alguns privilégios - que para outros poderiam significar uma dor de cabeça - como, por exemplo, não ter um simples caixote do lixo ou um esquentador. No primeiro caso, todos os resíduos são simplesmente aspirados por um sistema centralizado. A matéria orgânica é colocada num alçapão, existente em cada fogo. Dali só sairá após accionado o sistema central de sucção, que ocorre duas vezes ao dia. Já os restantes resíduos reclicáveis são colocados em idênticos alçapões na entrada de cada edifício, sofrendo o mesmo processo de sucção. Monitorizado ao longo de 24 horas, o complexo fornece ainda água quente (não há perigo de ninguém ficar com o banho a meio), água fria para refrigeração e água para consumo e para rega. Contam-se ainda entre as várias condutas redes eléctricas e de telecomunicações em fibra óptica. De fora desta cidade ficaram os esgotos, tendo em conta que uma ruptura poderia colocar em risco o funcionamento. "Com a simples subida das marés poderia ocorrer um congestionamento das condutas e provocar um extravase para dentro do túnel", sustentou Carlos Barbosa. Neste universo um único senão. A força de sucção do lixo é tão grande que destrói o vidro colocado nas condutas pelos habitantes. Depois de percorrer os vários quilómetros de condutas, aquele material está reduzido a pó e pouco interessa às empresas de transformação de vidro. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=1048631
  13. Outra cidade existe debaixo da antiga Expo Admirável mundo desconhecido no subsolo do Parque das Nações abriu-se ao público e o JN esteve lá 2008-11-23 NUNO MIGUEL ROPIO São 6,5 quilómetros de uma outra cidade desconhecida no subsolo do Parque das Nações, em Lisboa, sem a qual a que existe à superfície não poderia funcionar. Trata-se de um verdadeiro complexo logístico, único em todo o país. Desde o abastecimento de água quente até à recolha de lixo, que tanto pode ser o orgânico como o reciclável, vários são os serviços de manutenção urbana que existem na, que se pode denominar, 'cidade sombra' da zona oriental de Lisboa. Ao longo da Avenida D.João II e Alameda dos Oceanos, a Galeria Técnica do Parque das Nações conta já com uma década de existência - nasceu com a Exposição Mundial dos Oceanos (Expo'98) -, sendo um dos ex-libris da área e dos equipamentos mais visitados por técnicos internacionais nas áreas da engenharia e arquitectura de espaços urbanos. Concebida quando ainda o Parque das Nações não passava de uma zona industrial, especializada no sector dos combustíveis, a cidade subterrânea permite gerir de uma forma muito mais eficaz qualquer problema que surja relativamente ao fornecimento de um dos serviços que ali estão concentrados. Ou seja, em casos de ruptura nas condutas de água ou de problemas no abastecimento de electricidade não há necessidade de destruir o pavimento para os resolver e facilmente um técnico os pode detectar. "O projecto foi desenvolvido com um objectivo de servir uma população de 25 mil habitantes e estamos longe de atingir esse limite", explicou, ontem, ao JN, Carlos Barbosa, administrador da Parque Expo - Gestão Urbana do Parque das Nações. "A maioria das famílias não é composta por uma média de três pessoas mas por menos. Depois, muita da habitação que estava prevista deu lugar a serviços. Não há por isso necessidade de readaptação", frisou, durante uma visita técnica às galerias subterrâneas. Segundo o dirigente, esta foi a primeira vez que o complexo, com 3,05 metros de altura por 4,25 de largura, se abriu ao público em geral. A organização da iniciativa coube à secção regional da Ordem dos Arquitectos, no âmbito das comemorações dos 10 anos sobre a Expo'98. Para uma família residente no Parque das Nações, viver sobre esta galeria significa contar com alguns privilégios - que para outros poderiam significar uma dor de cabeça - como, por exemplo, não ter um simples caixote do lixo ou um esquentador. No primeiro caso, todos os resíduos são simplesmente aspirados por um sistema centralizado. A matéria orgânica é colocada num alçapão, existente em cada fogo. Dali só sairá após accionado o sistema central de sucção, que ocorre duas vezes ao dia. Já os restantes resíduos reclicáveis são colocados em idênticos alçapões na entrada de cada edifício, sofrendo o mesmo processo de sucção. Monitorizado ao longo de 24 horas, o complexo fornece ainda água quente (não há perigo de ninguém ficar com o banho a meio), água fria para refrigeração e água para consumo e para rega. Contam-se ainda entre as várias condutas redes eléctricas e de telecomunicações em fibra óptica. De fora desta cidade ficaram os esgotos, tendo em conta que uma ruptura poderia colocar em risco o funcionamento. "Com a simples subida das marés poderia ocorrer um congestionamento das condutas e provocar um extravase para dentro do túnel", sustentou Carlos Barbosa. Neste universo um único senão. A força de sucção do lixo é tão grande que destrói o vidro colocado nas condutas pelos habitantes. Depois de percorrer os vários quilómetros de condutas, aquele material está reduzido a pó e pouco interessa às empresas de transformação de vidro. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=1048631
  14. Futuro da Matinha está para breve PAULA SANCHEZ PAULO VAZ HENRIQUES Lisboa. Terrenos de antiga fábrica com novos usos A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT) já tem em "fase conclusiva" a apreciação do Plano de Pormenor da Matinha, disse ontem ao DN o presidente da câmara de Lisboa, António Costa. O autarca, que falou ao DN após o simulacro de sismo que decorreu nos terrenos da antiga Petroquímica, indicou que além de uma urbanização, o documento prevê o desmantelamento do viaduto da entrada sul do Parque das Nações (na Avenida Marechal Gomes da Costa) e o prolongamento das zonas pedonais até ao rio Tejo, com a eliminação dos armazéns do Porto de Lisboa e a da linha férrea portuária. Para esse efeito, António Costa sublinhou que decorrem negociações também com a Administração do Porto de Lisboa visando a passagem para o domínio da cidade da doca do Poço do Bispo. "O local ideal para a criação da piscina de mar aberto de Lisboa", acentuou. O Plano de Pormenor de Matinha foi desenhado em 2005 pelo gabinete de arquitectura Risco, para a sociedade GESFIMO (do Grupo Espírito Santo), que gere o fundo imobiliário Fimes Oriente, detentor de duas parcelas de terreno da antiga fábrica do gás, cuja aquisição à sociedade Inland, de Luís Filipe Vieira, fora prometida por contrato em 2004. O negócio só se concretizou em 2006. Além de uma urbanização, também a nova catedral de Lisboa será ali instalada, em terrenos cedidos pelo promotor ao Patriarcado, num negócio apadrinhado pelo ex-presidente da câmara Santana Lopes. A participação do arquitecto Manuel Salgado na sociedade Risco, que entrou em diversos negócios imobiliários com o câmara, levou-o a desvincular-se daquele gabinete, após a vitória eleitoral do PS nas eleições autárquicas intercalares de 2007. in http://dn.sapo.pt/2008/11/23/cidades/futuro_matinha_esta_para_breve.html
  15. Fluviário de Mora Only Portuguese Version Situado em Mora, junto ao Parque Ecológico do Gameiro, e inaugurado em 21 de Março de 2007, o Fluviário de Mora compreende 2.300 metros quadrados, nas margens da Ribeira do Raia, e constitui uma espécie de “Oceanário de água doce”. Constituído por um conjunto de aquários e diversos espaços envolventes, o Fluviário permite, através de uma exposição de habitats naturais, aquáticos e terrestres, num percurso entre a nascente e a foz de um rio, observar as diferentes espécies animais e vegetais que vivem nestes meios. Neste percurso estão distribuídos 500 exemplares de 72 espécies de peixes e de outros animais, sendo a primeira estrutura do género na Europa e a terceira em todo o mundo. Diversas espécies exóticas podem ser observadas no Fluviário, sendo as Piranhas Vermelhas as mais afamadas, habitando entre tantas outras como pimpões, achigãs, tainhas, chanchitos, enguias ou trutas, entre as Portuguesas, ou outras como as rãs-seta-venenosas, peixes-gatos, peixes-azuis-cauda-de-lira, peixes-facas, pacus-negros, aruanãs-prateados ou mesmo lontras asiáticas. O projecto arquitectónico do Fluviário de Mora é inclusivamente candidato ao prestigiado Prémio Europeu de Arquitectura, Mies van der Rohe 2007. in http://www.guiadacidade.pt/portugal/?G=monumentos.ver&artid=16416&distritoid=07
  16. Douro | Armazém de envelhecimento da Quinta do Portal | Alvaro Siza Vieira Douro: Siza Vieira desenha armazém de envelhecimento da Quinta do Portal 26 de Novembro de 2008, 12:52 Sabrosa, 25 Nov (Lusa) - A Quinta do Portal, implantada no Douro, inaugura em 2009 um sofisticado armazém de envelhecimento projectado por Siza Vieira que a empresa quer transformar numa catedral para os amantes do vinho e da arquitectura. Apesar de há mais de um século a família Mansilha se dedicar à produção de vinhos, a empresa "Quinta do Portal", que se estende pelos concelhos de Sabrosa e Alijó, foi constituída apenas em 1994, dedicando-se desde então aos vinhos do Porto, do Douro, Moscatel e espumantes. Em 14 anos, a Quinta do Portal conquistou vários prémios nacionais e internacionais e, já este ano, foi eleita pela Revista de Vinhos como "A Empresa do Ano 2007" e galardoada com o "Best of Wine Tourism 2009", na categoria de práticas sustentáveis de enoturismo. Agora, segundo o director-geral, Castro Ribeiro, a empresa quer surpreender o Douro com o armazém de estágio e envelhecimento de vinhos que saiu do "estirador de um dos mais reconhecidos arquitectos portugueses, o Siza Vieira". Com um investimento de quatro milhões de euros, o edifício será inaugurado no primeiro semestre de 2009 e abarca "as três áreas de actividade do quinta, a vinha, vinificação e turismo". "Mais do que um armazém de envelhecimento de vinhos é um complemento ao pólo turístico da Quinta do Portal, onde já abriram as portas a Casa das Pipas e a Casa do Lagar", frisou Castro Ribeiro. Eugénio Branco, accionista principal da Quinta do Portal, conta que a ideia de contactar Siza Vieira surgiu numa prova de vinhos em Berlim. "Estava a conversar com uma arquitecta austríaca e ela disse que era normal fazer turismo arquitectónico para ver as obras dos seus mestres. E o arquitecto Siza Vieira é um grande mestre em Portugal", afirmou o responsável, no decorrer de uma visita ao edifício. Eugénio Branco diz que quer que o armazém se transforme "numa catedral para os amantes do vinho e da arquitectura". "O vinho e a arquitectura são cultura. Com isso queremos atrair o máximo de pessoas ao Douro", sublinhou. O edifício possui uma área de implantação de 2.050 metros quadrados e uma área de construção de 4.722 metros quadrados de betão e aço. Siza elegeu o xisto e a cortiça como materiais de revestimento da estrutura de betão e aço, onde vão ser armazenados os vinhos do Porto e Douro. Gonçalo Campelo, colaborador de Siza Vieira, explicou que uma das grandes preocupações do arquitecto foi a integração harmonização da estrutura na paisagem duriense, recorrendo por isso aos materiais usados no Douro, como o xisto, a pedra com que se fazem os muros de suporte dos socalcos. "Toda a estrutura foi também pensada para dar resposta térmica e de climatização ao objectivo do edifício, nomeadamente o estágio e envelhecimento de vinhos", salientou. O enólogo da Quinta do Portal, Paulo Coutinho, acrescentou que, tal como está desenhado, o armazém permite ter as "condições ideais para um envelhecimento lento e adequado aos moscatéis e todas as categorias de vinho do Porto". O piso zero do edifício tem capacidade para manter em stock, para além dos 16 tonéis já ali armazenados, 1.100 a 2.000 barricas, o que equivale a 640.000 a 800.000 litros. No piso menos um, a capacidade máxima de armazenamento é para 3.040 barricas. "É sem dúvida uma nova maneira de estar no armazenamento e envelhecimento de vinhos", frisou Paulo Coutinho. O ambiente é "limpo e saudável" e há "a garantia de que o envelhecimento está a ser feito nas condições ideais". "Teias de aranha não temos", afirmou o enólogo lembrando a imagem que normalmente se associa às caves de vinho do Porto. O edifício vai possuir ainda um centro de visitas, auditório e sala de provas. As vinhas da Quinta do Portal estendem-se ao longo de quase 100 hectares, reunindo também as quintas dos Muros, Confradeiro e Abelheira. O armazém insere-se num projecto mais amplo da empresa que passa pela reestruturação de vinhas e ampliação da adega. O investimento total rondou os oito milhões de euros. PLI. Lusa/Fim in http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/3320ef24ee12aacec3f353.html
  17. Obras iniciaram em Junho Gare Maritima Internacional do Funchal abre em Dezembro de 2009 Presstur 27-11-2008 (08h30) A nova gare marítima Internacional do Funchal, cujo investimento ascenderá aos 12 milhões e 800 mil euros, suportado pela Administração Portuária da Região Autónoma da Madeira, deverá estar operacional em Dezembro de 2009. Em Janeiro passado, durante a apresentação da Madeira, o Secretária Regional do Turismo da Madeira, Conceição Estudante, tinha avançado que as obras começariam em Abril, prevendo a finalização para 18 meses depois (clique para ver também: Construção da nova gare marítima internacional do Funchal deverá arrancar em Abril). As obras tiveram início em Junho e em Dezembro do próximo ano a nova estrutura estará operacional para acolher “em boas condições” os passageiros dos navios de cruzeiro, no embarque e desembarque e o cumprimento das medidas de segurança internacionais. Em comunicado, a entidade apresentou a futura estrutura, que estará localizada no molhe do cais da Pontinha, como um edifício com uma forma longa e estreita, que pretende marcar a arquitectura do Funchal, “capaz de só por si identificar o respectivo porto”. O terminal tem 170 metros de comprimento e uma área de implantação aproximada de 3.000 metros quadrados com os procedimentos de embarque e desembarque a realizarem-se em circuitos diferentes com a torre de controlo a ter um acesso independente a partir da galeria exterior com acesso a uma área técnica, informa a nota do porto da APRAM. As lojas estarão na zona de embarque embora possam existir algumas no piso térreo que têm acesso pelo exterior. Os cruzeiros são uma das apostas da APRAM e uma das apostas do turismo da região. in http://www.presstur.com/site/news.asp?news=17688
  18. Portimão: aprovado inquérito externo ao licenciamento do Hotel da Rocha A autarquia de Portimão aprovou a realização de um inquérito externo sobre o processo de licenciamento de um hotel na Praia da Rocha que alegadamente teve vários pareceres desfavoráveis, viola o PDM e contraria as indicações da CCDR. A proposta de inquérito – aprovada por unanimidade - foi do vereador da oposição PSD e surge na sequência de uma notícia sobre o assunto avançada esta quarta-feira pelo jornal Público, envolvendo o vice-presidente socialista na autarquia, Luís Carito, entre outros. O jornal escreveu que apesar das contrariedades legais Carito votou o projecto do Hotel da Rocha cujos promotores - grupo RR - tiveram sociedades com o próprio vice-presidente da edilidade. “Várias clínicas e uma empresa de construção”, escreve o Público. Um dos donos do grupo RR é Fernando Rocha, actual presidente do Portimonense e ex vice-presidente eleito pelo PS naquela câmara em 2002 e 2003. Ao jornal Luís Carito garantiu: “Não há aqui nenhum impedimento legal ou falta de ética porque na altura eu não tinha qualquer negócio com os sócios do grupo RR e aprovei o projecto, como todos os vereadores, porque os serviços disseram que ele estava em condições”. O jornal fala ainda de um director de departamento da autarquia que contrariou a posição dos seus subordinados quando os pareceres para aprovação do projecto eram desfavoráveis, e que esse técnico, quatro anos antes, foi um dos responsáveis pela criação do gabinete de arquitectura que elaborou o projecto do hotel. Depois, para poder erguer o hotel, salienta ainda o Público, a câmara “autorizou a demolição do antigo Hotel da Rocha, bem como de cinco pequenas moradias, uma das quais era propriedade de terceiros que nada sabiam”. “Luís Carito votou favoravelmente várias das deliberações camarárias que viabilizaram o projecto e subscreveu, em substituição do vereador do pelouro, diversos despachos relativos ao mesmo processo”, afirma o matutino no fecho na notícia. Perante a notícia o vereador PSD na oposição, Pedro Martins, considera que está “em causa o bom nome da Câmara Municipal de Portimão e de técnicos da autarquia”, pelo que propôs a realização de um inquérito por uma entidade externa. “Considerando que a Inspecção Geral da Administração Local se encontra neste momento em funções inspectivas na Câmara Municipal de Portimão, proponho que seja solicitado a essa mesma entidade a realização do referido inquérito”, propôs igualmente. Redacção/RS 10:19 quinta-feira, 27 novembro 2008 in http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=90176 Local Autarca de Portimão é sócio de dono de hotel que viola PDM 26.11.2008 - 12h47 José António Cerejo Luís Carito tem sociedade com os donos do grupo RR - um dos quais o antecedeu na vice-presidência da câmara - e votou o projecto do hotel. Obra foi aprovada contra pareceres dos serviços técnicos da autarquia. A aprovação da unidade hoteleira que está a ser erguida no lugar do antigo Hotel da Rocha, em Portimão, contou com a participação do vice-presidente da câmara local, Luís Carito, que teve várias clínicas e uma empresa de construção civil em sociedade com os seus promotores. O empreendimento recebeu vários pareceres desfavoráveis por violar o Plano Director Municipal (PDM), mas foi deferido, em Janeiro de 2007, por proposta de um director de departamento da autarquia. Esse técnico, que contrariou a posição dos seus subordinados e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, tinha sido, quatro anos antes, um dos responsáveis pela criação do gabinete de arquitectura que elaborou o projecto. "Não há aqui nenhum impedimento legal ou falta de ética porque na altura eu não tinha qualquer negócio com os sócios do grupo RR e aprovei o projecto, como todos os vereadores, porque os serviços disseram que ele estava em condições", garante Luís Carito - que já foi várias vezes deputado pelo PS e chegou a ser vice-presidente do Instituto da Solidariedade e da Segurança Social em 2001. Confrontado pelo PÚBLICO com os dados do Registo Comercial, o autarca e médico reconheceu, porém, que ainda é sócio da MAR, Médicos Associados da Rocha, uma empresa que tem entre os seus membros os empresários Renato Pereira e Fernando Rocha, donos do grupo RR - detentor da Praitur, que por sua vez é proprietária do Hotel da Rocha. Fernando Rocha, que é também presidente do clube de futebol Portimonense, foi vice-presidente da Câmara de Portimão em 2002 e 2003, eleito na lista do PS, e era administrador da Praitur e da MAR em 2006, quando o projecto do novo Hotel da Rocha entrou na câmara, juntamente com o pedido de licenciamento por ele subscrito. Luís Carito negou, por outro lado, que fosse sócio da Horizonbiz, firma de construção de que Fernando Rocha também é sócio e gerente. Instado a esclarecer se era sócio em 2006, confirmou que fundou a empresa com dois filhos em 2004 e que vendeu a sua quota a Fernando Rocha em 2006, altura em que foi substituído na gerência pelo novo sócio. O autarca tem o seu domicílio legal no edifício Amarilis, um complexo turístico do grupo RR, na Praia da Rocha, onde Fernando Rocha também reside e onde estão instalados os escritórios da Praitur. Para que o novo empreendimento do grupo pudesse ser erguido na Praia da Rocha, a câmara autorizou a demolição do antigo Hotel da Rocha, bem como de cinco pequenas moradias, uma das quais era propriedade de terceiros que nada sabiam. Para que tal fosse possível, a autarquia autorizou também a eliminação da rua em que se situavam aquelas moradias, trocando-a por uma outra parcela do grupo (ver PÚBLICO de 3/11). Luís Carito votou favoravelmente várias das deliberações camarárias que viabilizaram o projecto e subscreveu, em substituição do vereador do pelouro, diversos despachos relativos ao mesmo processo. Director camamário ligado ao projectista Parecer da sua autoria foi fundamental O director do Departamento de Urbanismo da Câmara de Portimão, Agostinho Escudeiro, foi um dos técnicos que estiveram na origem da criação, em 2002, da Dinamarq Algarve, empresa de arquitectura responsável pelos projectos do novo Hotel da Rocha. "Eu conhecia o arquitecto Telmo Barata desde os anos 60 e quando ele quis vir para o Algarve fizemos a sociedade", afirmou ontem o actual director camarário. O capital da sociedade foi então subscrito, em partes iguais, por Telmo Barata, que subscreveu o projecto do novo hotel com Hugo Raposo, e pela mulher de Agostinho Escudeiro, Arlete Jorge. Os dois arquitectos da autarquia que apreciaram o projecto de Barata e Raposo consideraram, em várias informações, que ele violava o PDM e o Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU), em relação à altura (mais dois pisos que o hotel demolido) e aos lugares de estacionamento - mas o director do departamento desvalorizou essas objecções e propôs à câmara a aprovação do processo. "Relativamente ao cumprimento dos artigos 38 do PDM e 59 do RGEU é meu entendimento que, tratando-se de uma requalificação urbana da Praia da Rocha e [como] é mantida a volumetria do edifício principal, e uma vez que a nova proposta vem melhorar as condições definidas nestes artigos, poderá o projecto ser aprovado pela câmara", escreveu Escudeiro em Novembro de 2006. Contactado pelo PÚBLICO, o actual director disse que a mulher vendeu a quota na empresa a Hugo Raposo, quando ele próprio foi convidado para o cargo em 2004 (era chefe de divisão), e que, por isso, não vê qualquer problema em ter apreciado o projecto. "Já não tínhamos qualquer vínculo com a empresa", afirmou. O seu antecessor, Alberto Estêvão, um militante do PS que também presidiu ao Portimonense em 2001, foi condenado em 2006 a três anos de prisão por corrupção passiva nas suas funções camarárias, mas ainda aguarda a sentença do recurso que dirigiu à Relação de Évora. J.A.C. in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1351288
  19. Dez mil pessoas viram projecto de Souto Moura em Veneza Cerca de dez mil pessoas visitaram a intervenção arquitectónica de Eduardo Souto de Moura e Ângelo de Sousa na Bienal de Arquitectura de Veneza, que terminou no dia 23 em Itália, anunciou hoje a Direcção-Geral das Artes. Situado no edifício Fondaco Marcello, junto ao Canal Grande de Veneza, o Pavilhão de Portugal acolheu o projecto «Cá Fora: Arquitectura Desassossegada», assinado pelo arquitecto Souto de Moura e pelo artista plástico Ângelo de Sousa. O edifício foi transformado num imenso jogo de espelhos no interior e no exterior, com os dois artistas portugueses a interpretarem, desta forma, o tema geral da bienal: «Lá fora: Arquitectura para lá do edificado». O espelho exterior reflectia os edifícios vizinhos ao Pavilhão de Portugal, a água e as gôndolas, enquanto que os nove espelhos e colunas colocados no interior obrigavam o visitante a confrontar-se com diferentes escalas e percepções. A participação portuguesa na mostra de arquitectura de Veneza foi comissariada pelo filósofo José Gil e pelo arquitecto Joaquim Manso, e apoiada pelo Ministério da Cultura, através da Direcção-Geral das Artes, com um orçamento de 400 mil euros. A 11ª Exposição Internacional de Arquitectura - Bienal de Veneza decorreu de 14 de Setembro a 23 de Novembro. Segundo a direcção da bienal, cerca de 130 mil as pessoas visitaram os diferentes pavilhões e espaços expositivos do evento italiano. Diário Digital / Lusa in http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=4&id_news=361061&page=1
  20. JVS

    Curiosidades

    http-~~-//semanal.omirante.pt/fotos/367/21789.JPG O presidente da Câmara da Golegã, Veiga Maltez (PS), andava muito entusiasmado com a possibilidade do restaurante Lusitanus, instalado naquela vila, ser contemplado com uma estrela “ou duas”, segundo ele, do famoso Guia Michelin mas as estrelas que vieram para Portugal foram para outras paragens - A Casa da Calçada, em Amarante, e o Il Gallo d'Oro, no Funchal. Resta agora, para salvar a honra da terra, esperar que o pórtico colocado na entrada da terra e desenhado pelo próprio autarca, seja contemplado, no mínimo, com o prémio Pritzker de arquitectura. in http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=367&id=49026&idSeccao=5457&Action=noticia
  21. Media Capital prepara megaconstrução em Sintra Portugal vai ter Cidade da Imagem São 40 hectares que vão acolher as futuras instalações da Cidade da Imagem, em Almargem do Bispo, no concelho de Sintra, um megacomplexo que prevê concentrar todo grupo Media Capital, detentor da NBP e da TVI, à excepção das rádios. Doze estúdios totalmente equipados e seis cidades cenográficas vão funcionar lado a lado com equipamentos sociais como um ginásio e um infantário num projecto que está avaliado em cerca de 50 milhões de euros. A Cidade da Imagem promete ser uma infra-estrutura grandiosa, ao estilo do famoso Projac, no Rio de Janeiro, onde a TV Globo grava todas as suas novelas. Para a NBP, principal empresa de produção de conteúdos para televisão em Portugal e responsável por toda a ficção nacional da TVI, há muito que a construção de novas e mais amplas instalações era uma condição que se impunha à expansão da empresa e dos negócios. Depois de uma prospecção a três terrenos, a produtora, que procurava um 'espaço grande' e num 'raio de 50 quilómetros de Lisboa', optou pelo Casal da Granja, em Almargem do Bispo, no concelho de Sintra. Como afirmou Manuel Polanco, administrador delegado da Media Capital, o objectivo é que, além da Cidade da Imagem e dos estúdios onde serão gravados os programas de ficção, tanto os nacionais como os do canal Cuatro, também da Prisa, Almargem do Bispo acolha ainda a sede da TVI. Na ilha da Madeira, durante o lançamento da novela ‘Flor do Mar, Polanco sublinhou que as datas de arranque e conclusão do projecto estão dependentes da 'evolução da crise mundial'. 'Portugal pode ser um país de atracção de produções oriundas de outros países, não só pelos custos, como pelo clima e know-how', sublinhou. A partir de Janeiro, a NBP vai assumir a designação de Plural Entertainment Portugal. Bernardo Bairrão, administrador da NBP e TVI, vai apostar na diversificação de formatos e na internacionalização da produtora. Até ao final do ano, a empresa prevê apresentar a primeira série para telemóveis e, em 2009, deverá produzir o filme ‘Morangos com Açúcar’. Sob a marca Plural Publicidade, a estrutura irá fazer uma incursão no mercado de produção publicitária porque o objectivo é colocar a facturação da Plural ao nível da da TVI, dentro de dois a três anos, segundo explicou Bernardo Bairrão. A par deste projecto, a TVI continua a investir nas suas infra-estruturas, pois a construção da Cidade da Imagem só deve arrancar em 2010. A estação dirigida por José Eduardo Moniz conta, actualmente, com três estúdios em Queluz de Baixo. O mais recente, o Estúdio 3, foi estreado pelo programa ‘Caia quem Caia’ e está preparado para receber vários décors. Com 600 metros quadrados, o espaço, que nasceu de um antigo armazém, tem palcos rotativos, equipamento digital e de alta definição, e controlo automático de iluminação e som. 'É um estúdio polivalente, onde é possível gravar o ‘Você na TV’ de manhã e o ‘Caia quem Caia’ logo depois de almoço', revela Monteiro Coelho, porta-voz da TVI. O Estúdio 1, o mais antigo da TVI, com 180 metros quadrados, está a sofrer uma remodelação profunda para albergar a redacção do canal de informação TVI 24, que arranca no início de 2009. Já o Estúdio 2 concentra toda a Informação. Blocos de notícias, programas como ‘Cartas na Mesa’ e espaços desportivos são todos filmados neste edifício com 300 metros quadrados. Monteiro Coelho explica que o TVI 24 obrigou a aumentar o número de estúdios. 'Aqui em Queluz tinhamos espaços disponíveis que foram aproveitados. Agora temos mais capacidade para fazer programas de entretenimento.' Contudo, com a construção da cidade cenográfica em Almargem do Bispo, é bem possível que estas infra-estruturas fiquem sem efeito dentro de alguns anos. O futuro detentor do 5.º canal poderá ser um dos interessados na sua aquisição. PLANTA DO PROJECTO Seis cidades cenográficas, 12 estúdios totalmente equipados e respectivas áreas de apoio são algumas das infra-estruturas deste projecto que inclui ainda espaços complementares, desde construção de cenários, armazém de adereços, de guarda-roupa, área de equipamentos técnicos, pós-produção de vídeo e áudio, grafismos, serviços gerais e centrais, serviços de casting, um estúdio para publicidade, diversas áreas sociais (ver entrevista), entre outros. FERNANDO SEARA: 'UM ESPAÇO DE EMPREGO' Cargo: Presidente da Câmara Municipal de Sintra desde 2002 / Idade: 52 anos - A futura cidade cenográfica é um projecto de Potencial Interesse Nacional. Que implicações tem esta designação? - É um projecto que implica apoios do Governo da República para a sua concretização, conforme decorre da lei. - Que significa para a autarquia ter esta mega-instalação no seu concelho? - Um projecto desta dimensão é, ainda mais neste tempo de crise económica-financeira e de emprego, uma grande notícia. Para Portugal e para Sintra. Cidade da Imagem é um espaço de emprego e de atractividade. - Estamos a falar de um terreno com que área? - Estamos a falar de um terreno com mais de 200 hectares, em que serão afectos 40 hectares à Media Capital. E que tem todas as condições para o desenvolvimento deste projecto. - Qual o melhor acesso que liga Almargem do Bispo a Lisboa? - O melhor acesso será, em finais de 2009, a nova A16, que, em termos de acessibilidades e atractividade, vai ser uma verdadeira revolução! - Que vantagens oferece o local à NBP? - As vantagens são inequívocas: investimento e emprego, palavras escassas neste tempo. A NBP EM NÚMEROS 30 POR CENTO DE FACTURAÇÃO Entre 2004 e o valor estimado para este ano, esta é a facturação da NBP que cresceu significativamente em termos globais. 74 PRODUÇÕES NACIONAIS Entre novelas e séries de ficção, a NBP já produziu 74 formatos. Este número inclui as produções actualmente em curso. 1000 HORAS POR ANO É quanto a NBP estima gravar, entre novelas como ‘Flor do Mar’, séries como ‘Morangos com Açúcar’ e os telefilmes ‘Casos da Vida’. 'OBRAS NO TERRENO DEVEM ARRANCAR EM 2010' Administrador da NBP e da TVI anuncia que, além do canal, cidade cenográfica servirá empresas espanholas do Grupo Prisa e, ainda, produtoras nacionais e estrangeiras. - Já existe projecto de arquitectura das futuras instalações? - Existe apenas um estudo prévio. Nesta fase há um conjunto de entidades a consultar e estudos preliminares a realizar antes de se avançar para a elaboração do projecto definitivo de arquitectura. - Que área será ocupada? - A área prevista para a implantação da Cidade da Imagem é de 40 hectares. - Que vantagens encontrou a NBP nos terrenos de Almargem do Bispo? - A NBP visitou e analisou dezenas de terrenos alternativos segundo critérios pré-definidos quanto a localização, proximidade a Lisboa, acessos, relevo do terreno, condições climatéricas e ambientais, custo de aquisição e de construção, etc. Este foi o que mais satisfez todos estes critérios. - Qual a área reservada para os estúdios? E para a sede da TVI? - A área prevista para os estúdios é de 12 mil metros quadrados. A sede da NBP ficará alojada nos edifícios administrativos e, nesta fase, não se encontra prevista a mudança do canal para estes terrenos. - Que equipamentos sociais vão construir? - O projecto prevê a construção de diversas áreas de apoio, nomeadamente restaurantes e cantinas, infantário, biblioteca, ginásio, entre outras, de forma a poder dar boas condições de trabalho às cerca de mil pessoas que se prevê venham a trabalhar neste espaço. Não está prevista a construção de um court de ténis nem de um campo de futebol mas, como referi, ainda não existe um projecto final. - A cidade cenográfica é considerada um projecto de Potencial Interesse Nacional. O que se quer dizer com isto? - A classificação como Projecto de Interesse Nacional representa uma importante garantia da sua exequibilidade e do cumprimento do cronograma previsto para a sua conclusão. - O projecto está orçado em 50 milhões de euros? - Não existe ainda um valor de orçamento, apenas estimativas, que apontam para montantes muito inferiores a 50 milhões de euros. - Quando começaram os contactos com a Câmara Municipal de Sintra? - Os contactos exploratórios com a Câmara Municipal de Sintra, e outras autarquias, iniciaram-se há vários meses. - Está fechado o acordo com a autarquia? - Foi apenas assinado um protocolo de intenções, com vista a ser analisada a viabilidade de construções deste projecto num determinado terreno localizado no concelho de Sintra. - Quando se prevê o arranque das obras? - Ainda não há previsão para o início das obras, pois é preciso cumprir uma fase prévia de elaboração de projectos e obtenção das diversas licenças e autorizações necessárias, que previsivelmente demorarão a ser obtidas. Não se prevê que seja possível iniciar quaisquer trabalhos no terreno antes do início de 2010. - E quando estará a obra terminada? - Não temos previsão. Estima-se que este processo leve, no mínimo, dois anos e meio. - Quando a cidade cenográfica começar a funcionar serão aí gravados os formatos de ficção nacionais e do canal espanhol Cuatro. Estaremos a falar em que volume de produção? - Está previsto que estas infra-estruturas possam também vir a ser utilizadas pelas empresas espanholas do Grupo Prisa, bem como por outras produtoras portuguesas e estrangeiras, mesmo sem qualquer ligação accionista ao Grupo Prisa. PERFIL Licenciado em Gestão, Bernardo Bairrão desenvolveu projectos de família e actividade na banca de investimentos até entrar na administração da TVI, em 1998. Eugénia Ribeiro com S.D. in http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000017-0000-0000-0000-000000000017&contentid=6DF73554-913C-4671-B218-E9F712C173D8
  22. Arquitectura: Francesco Stella vence concurso para reconstrução do Palácio Nacional de Berlim 2008-11-28 15:19:42 Berlim, 28 Nov (Lusa) - Um júri formado de peritos e responsáveis políticos elegeu hoje o escritório italiano de arquitectos Francesco Stella para reconstruir o Palácio Nacional, no centro histórico de Berlim. A decisão do júri foi tomada por unanimidade, anunciaram hoje na capital alemã o ministro de Estado para a Cultura, Bernd Neumann, e o ministro dos Transportes e Construção, Wolfgang Tiefensee. O projecto apresentado por Francesco Stella, arquitecto de Vicenza, "destaca-se por uma inteligente associação entre o velho e o novo, o aproveitamento moderno e a reconstrução do antigo Palácio", disse Neumann aos jornalistas. O Palácio Nacional, que datava do Século XV, sofreu consideráveis danos durante os bombardeamentos da II Guerra Mundial sobre a capital do III Reich. Praticamente reduzido às fachadas, o que restava do edifício, situado no sector soviético (Berlim-Leste), foi mandado dinamitar pelo líder comunista da Alemanha de Leste, Walter Ulbricht, para construir uma praça destinada a grandes comícios. A decisão de reconstruir o Palácio dos reis da Prússia, no local onde entretanto tinha sido construído o edifício da Câmara do Povo (Parlamento) da extinta Alemanha de Leste, o Palácio da República, foi tomada há seis anos pelo Bundestag (Parlamento Federal). Na origem da decisão de demolir o Palácio da República, que gerou grande controvérsia, esteve a constatação de que as estruturas do imponente complexo, construído nos anos setenta por arquitectos suecos, por encomenda do governo comunista, estavam contaminadas com amianto, um material cancerígeno. A demolição do Palácio da República para dar lugar ao novo projecto demorou vários anos, e só ficou concluída esta semana. Os principais problemas foram a remoção do amianto de forma a não prejudicar a saúde pública, e a necessidade de se proceder ao assoreamento do troço do rio Spree, que passa mesmo junto ao edifício, uma complicada operação de engenharia. O novo Palácio Nacional terá de obedecer a rigorosos critérios definidos pelo governo alemão, que exigiu, por exemplo, a reconstrução fidedigna das quatro fachadas do monumental edifício, em estilo Barroco. A demolição do Palácio da República para dar lugar ao palácio prussiano gerou grande controvérsia. Muitos habitantes da parte leste de Berlim acharam que se tratava de uma medida de retaliação política. Recentemente, o presidente do júri que presidiu inicialmente ao concurso para a reconstrução, o arquitecto italiano Vittorio Lampugnani, mudou de ideias e aliou-se aos detractores da decisão. "Sou contra os que acham que a melhor solução, a única solução, é reconstruir o antigo Palácio", afirmou Lampugnani ao semanário Der Spiegel. A adesão dos berlinenses à campanha de fundos para reconstruir o Palácio, que pretendia recolher 80 milhões de Euros, foi reduzida, e até agora só tinham sido registados donativos no valor de 17 milhões de Euros, a maior parte dos quais ainda sob a forma de promessas por concretizar. A reconstrução do Palácio Nacional deverá demorar 15 anos e custará 552 milhões de Euros, grande parte dos quais disponibilizados pelo governo central e pelo Senado (governo regional) de Berlim. Devido a dificuldades financeiras, o ministério federal da construção tenciona criar uma fundação de utilidade pública com a participação da federação alemã (Bund), de Berlim e de futuros utilizadores do Palácio, para que não seja apenas uma instituição a suportar as responsabilidades. Para a última fase do concurso foram seleccionados 30 projectos arquitectónicos, de um total de 85 projectos iniciais. Em princípio, a reconstrução será confiada ao escritório de Francesco Stella, mas o governo federal não está vinculado à decisão do júri e pode considerá-la uma simples recomendação, se assim o entender. No novo Palácio nacional deverá funcionar o Fórum Humboldt, com a colecção de obras de arte pan-europeias dos Museus de Berlim, e uma mostra científica da Universidade Alexander von Humboldt, situada na vizinhança. Além disso, o espaço de 50 mil metros quadrados deverá abrigar um centro de actividades e espectáculos. FA Lusa/fim in http://aeiou.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200811289060943
  23. Pavilhão Carlos Lopes vai acolher Museu do Desporto O presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), António Costa, disse sexta-feira que as obras para a instalação do Museu do Desporto no Pavilhão Carlos Lopes podem iniciar-se «se tudo correr bem», em 2010. «Precisamos de autorização da CML para lançarmos o concurso de arquitectura. Se tudo correr bem as obras poderão ter início em 2010», disse António Costa à margem de uma cerimónia de entrega de verbas a associações desportivas no âmbito de um plano da autarquia de apoio à prática desportiva. «É um projecto muito interessante para a cidade de Lisboa, que permitirá valorizar a sua relação histórica com o desporto e que permitirá dinamizar o Parque Eduardo VII, que é um parque extraordinário da cidade, habitualmente abandonado e por isso tantas vezes inseguro», declarou o presidente da CML. António Costa afirmou que o Pavilhão Carlos Lopes já não tem condições para a realização de qualquer actividade desportiva e que a instalação naquele local do Museu do Desporto vai permitir reabilitá-lo. «Não se trata de um museu estático, mas sim interactivo, quem tem a ver com toda a motricidade e também com os feitos do desporto nacional e internacional», disse António Costa. «O projecto desenvolve-se no interior do Pavilhão, mas também na sua envolvente para dinamizar o conjunto do Parque Eduardo VII e será um óptimo instrumento educativo, do conhecimento do corpo e da motricidade, e que permitirá a todos os visitantes testarem-se e conhecerem-se», acrescentou. Diário Digital / Lusa in http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=361409&page=1
  24. Morreu o arquiteto dinamarquês Joern Utzon, criador da Ópera de Sydney 1 hour ago COPENHAGUE (AFP) — O célebre arquiteto dinamarquês Joern Utzon morreu na madrugada deste sábado, aos 90 anos de idade, vítima de um ataque cardíaco, informou Adrian Carter, diretor do centro Utzon de arquitetura e arte da cidade de Aalborg (norte). A "Opera House" é uma das mais conhecidas e fotografadas arquiteturas do mundo. O prédio foi projetado por Jorn Utzon e construído entre 1959 e 1973 sobre a Baía de Sydney. Além da exuberância exterior, o prédio é conhecido pela beleza interna do teatro e pela excelente acústica. A Opera House possui cerca de 1000 divisões, incluindo cinco teatros, cinco estúdios de ensaio, dois auditórios, quatro restaurantes, seis bares e numerosas lojas de recordações. O maior auditório, conhecido como Concert Hall, tem capacidade para quase 3.000 espectadores sentados Nascido em 9 de abril de 1918 em Copenhague e graduado em arquitetura em 1942 pela Academia de Belas Artes da capital dinamarquesa, Utzon se refugiou na Suécia durante a Segunda Guerra Mundial e depois se instalou na Finlândia, onde trabalhou ao lado do famoso arquiteto Alvar Aalto. Em 1957, ainda desconhecido, foi designado num concurso internacional para projetar a ópera de Sydney, com um teto em forma de velas, levantada na parte oriental do porto. Foi o vencedor do Prêmio Pritzker de arquitetura de 2003. in http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5j_lXa--rSHGpCwrqHLjmf6DLRtlw Morre arquiteto Jorn Utzon, criador da Ópera de Sydney Considerado o maior arquiteto do século XX, dinamarquês sofreu uma parada cardíaca enquanto dormia EFE KOPENHAGUE - O arquiteto dinamarquês Jorn Utzon, criador da Ópera de Sydney, morreu neste sábado, 29, aos 90 anos, de uma parada cardíaca enquanto dormia, segundo fontes familiares. Considerado um dos arquitetos mais importantes do século XX, e ganhador em 2003 do Prêmio Pritzker, chamado por muitos de o "Nobel" da arquitetura, Utzon nasceu em 9 de abril de 1918 em Copenhague, mas se mudou ainda pequeno para Aalborg, ao norte da península da Jutlândia, onde passou sua infância. Em Aalborg foi inaugurado em maio passado um centro de pesquisa dedicado a sua obra, projetado por ele mesmo e por seus filhos Jan e Kim, e que conserva o arquivo pessoal do artista, incluindo obras desconhecidas, rascunhos e desenhos originais. Formado pela Real Academia de Arte de Copenhague, Utzon foi influenciado no início de sua carreira por duas figuras-chave da arquitetura escandinava, o sueco Gunnar Asplund e o finlandês Alvar Aalto. Em 1957 ganhou o concurso internacional para construir a Ópera de Sydney, obra que o tornou mundialmente famoso e que é considerada um dos ícones visuais do século passado. Com um orçamento que tinha disparado e seguidos atrasos em sua construção, Utzon, brigado com as autoridades locais, abandonou Sydney em 1966, jurando que nunca voltaria à cidade, assistindo à construção do interior de sua obra prima ser delegada a outros arquitetos, sem respeitar seus planos originais. No entanto, a passagem do tempo e a insistência do Governo do estado de Nova Gales do Sul, ao qual pertence Sydney, convenceram um idoso Utzon a dirigir há alguns anos um projeto de reforma, que incluía melhoras da acústica e mudanças no interior. A Ópera de Sydney "sintetiza todas suas virtudes como arquiteto e faz com que possamos pensar que o que fazemos pode chegar a estar muito acima do que somos", disse uma vez o arquiteto espanhol Rafael Moneo, que trabalhou quando jovem no estúdio de Utzon na Dinamarca. Utzon tinha voltado a morar na Dinamarca há mais de um ano, depois de ter vivido por várias décadas em Mallorca, na Espanha, na qual viveu durante anos com sua mulher. A presença da natureza como fonte de inspiração e sua capacidade de captar a essência em arquiteturas de outras culturas são os principais traços de sua obra, na qual também se destacam a igreja de Bagsvaerd (Copenhague, 1968-76) e o Parlamento do Kuwait (1972-82). in http://www.estadao.com.br/internacional/not_int285733,0.htm
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