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JVS

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  1. http-~~-//i34.photobucket.com/albums/d130/fred_mendonca/3002414314_de808877cb_b.jpg Porto, 11 Jul (Lusa) - Vila Galé, Montebelo, Nova Caxias, Garden Palace e Pousadas de Portugal são as cinco concorrentes à exploração hoteleira do Palácio dos Arcos, em Oeiras, disse hoje à agência Lusa fonte da câmara local. O Palácio dos Arcos, construído no século XV, situa-se no Centro Histórico da vila de Paço de Arcos, numa "localização privilegiada sobranceira ao rio" e rodeado de "jardins extensos que são o que resta de uma vasta quinta", segundo uma discrição da Câmara Municipal de Oeiras. O imóvel, de cerca de dois mil metros quadrados de área bruta distribuída por três pisos, chegou à posse da Câmara de Oeiras em 1997, após a morte do seu proprietário, o Conde de Arrochella e de Castelo de Paiva. Segundo a Câmara de Oeiras, "o estado de conservação do edifício é preocupante, sendo possível detectar uma série de patologias a necessitar de intervenção urgente". O concurso público lançado pela Câmara de Oeiras prevê a concessão do palácio por 99 anos, a partir da concepção e execução de um projecto de reabilitação e ampliação a aprovar pela autarquia. O concessionário terá ainda de pagar à autarquia, a partir do terceiro ano, uma remuneração mensal mínima de 2.500 euros, que a partir do quinto ano sobe para quatro mil euros. O presidente da Vila Galé, Jorge Rebelo de Almeida, disse hoje à agência Lusa que o grupo apresentou uma proposta de instalação no Palácio dos Arcos de um hotel de "cinco estrelas top". "Se a nossa proposta for a escolhida, será o hotel de referência da Vila Galé", afirmou Rebelo de Almeida, explicando que o projecto do arquitecto Luís António, que tem a poesia como tema de decoração, inclui uma biblioteca e uma sala para apresentação do espólio do Conde de Arrochela. O projecto da Vila Galé prevê a construção de uma nova ala, com piso térreo e dois superiores, e a instalação de um spa, ficando o edifício do palácio reservado à recepção, restaurante, bar, biblioteca, sala de espólio e cinco suites. "Há uma concorrência forte, mas é saudável. Que ganhe o melhor", salientou Rebelo de Almeida, acrescentando que o projecto da Vila Galé prevê o "início da construção ainda no próximo ano". A Vila Galé tem em curso no concelho de Oeiras outro projecto de um hotel de cinco estrelas, no Alto da Boa Viagem, em Caxias, junto ao Estádio Nacional. O Grupo Pestana, outro dos candidatos, aposta na concessão do Palácio dos Arcos para alargar a presença geográfica da marca Pousadas de Portugal. Em comunicado difundido recentemente, o administrador do Grupo Pestana responsável pelos novos projectos e desenvolvimento, José Roquette, referia que o grupo sempre pretendeu ter uma pousada no eixo Lisboa-Cascais, pelo que decidiu apresentar uma proposta para a concessão do Palácio dos Arcos, com base num projecto da autoria do arquitecto David Sinclair. "Os critérios de avaliação das diferentes propostas apresentadas atentam não apenas à proposta financeira como também à qualidade do projecto e capacidade hoteleira dos concorrentes", salienta José Roquette. Para o presidente da Pousadas de Portugal, José Castelão Costa, "o Palácio dos Arcos, com a sua beleza arquitectónica e paisagística, poderá vir a ser uma das mais emblemáticas pousadas no Sul do país". FZ. Lusa/Fim http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/...50a67767c.html
  2. in http://cidadanialx.blogspot.com/
  3. Projecto para Alcântara será alvo de três estudos de impacto ambiental, diz ministro In Público (11/11/2008) «Arrumação de contentores será um dos aspectos a ser alvo de análise, através de um estudo encomendado pela Liscont, referiu no parlamento Nunes da Silva O projecto NovAlcântara vai ser alvo de três estudos de impacte ambiental (EIA), relativos à ligação ferroviária, ao aprofundamento do cais e ao alargamento do terminal de contentores, anunciou ontem o ministro do Ambiente, Nunes Correia, citado pela agência Lusa. Em declarações no Parlamento, o governante explicou que a Rede Ferroviária Nacional ficará encarregue da apresentação de um estudo de impacte ambiental sobre a ligação da Linha de Cascais à Linha de Cintura em túnel, enquanto a Liscont, a empresa do grupo Mota-Engil que detém a concessão do terminal portuário de Alcântara, deverá encomendar um estudo sobre a arrumação dos contentores. O terceiro estudo incidirá sobre o "aprofundamento do cais", referiu Nunes Correia, sem revelar qual a entidade que ficará responsável por ele. O projecto NovAlcântara prevê não só o desnivelamento da linha ferroviária de Cascais e a sua ligação à Linha de Cintura, através da estação de Alcântara-Terra, como o polémico alargamento do terminal de contentores do porto de Lisboa, com um aumento da capacidade de 340 mil para 900 mil contentores por ano. Questionado sobre se estará nas suas mãos o futuro deste projecto, Correia respondeu que a decisão tanto poderá ser "aprovar como rejeitar", dependendo dos resultados dos estudos de impacte ambiental. O ministro lembrou que, segundo as estatísticas, 95 por cento dos EIA "são aprovados, mas com condições". Sobre o avanço de obras na zona do terminal de Alcântara antes da aprovação dos estudos, o ministro esclareceu que algumas intervenções "são possíveis" por não estarem dependentes do estudo, como demolições. Na semana passada o vereador do Ambiente da Câmara de Lisboa, José Sá Fernandes, anunciou que a área dos estudos de impacte ambiental da ligação da Linha de Cascais à de Cintura e das obras no Porto de Lisboa vai ser alargada para abranger todo o Vale de Alcântara e respectivo sistema ecológico. "Nenhuma obra vai avançar sem que esteja concluída a avaliação de impacte ambiental. A única coisa que avança sem isso, no caso do porto de Lisboa, é a demolição de dois edifícios vazios na frente do terminal", afirmou o autarca, acrescentando que serão feitas bacias de retenção de água ao longo do caneiro de Alcântara e uma linha paralela ao caneiro por onde possam ser escoadas as águas pluviais. Segundo Sá Fernandes, o Laboratório Nacional de Engenharia Civil acompanhará os estudos e nenhuma obra avançará sem que esse trabalho esteja concluído. Depois de reuniões com as entidades envolvidas nas obras ferroviárias e portuárias, o autarca disse também estar garantida "a criação de pelo menos quatro aberturas" entre os molhes de contentores, para evitar o surgimento de uma "muralha de aço" entre a cidade e o rio.» in http://cidadanialx.blogspot.com/
  4. IMPLOSÃO DO LARGO DO RATO Não se trata da demolição da sede do partido socialista, no largo do rato. Trata-se de estourar com a escala de um largo que já foi uma grande praça de Lisboa, onde se tem vindo a retirar a utilização e a escala humanas, em favor da circulação automóvel. Para além disso, querem agora proceder nesta praça, à edificação de um grande edifício, na entrada que dá acesso ao Bairro Alto. Depois deste, já não será impedida a demolição de todos os restantes edifícios do Largo do Rato e quem sabe, um dia destes, algum presidente do PS, menos conhecedor destas andanças, terá a ideia de passar a sede do PS a “cinco caves, rés do chão mais sete”. E depois de um PRÉDIO NOVO com a envergadura do que estava a ser aprovado na entrada para o Bairro Alto, que é como quem diz, para o coração da Lisboa Pombalina, a INVASÃO irá proliferar com novas demolições por aí dentro, acabando com a baixa pombalina nos moldes em que se deu cabo da Av. da Liberdade. Bendita seja a decisão da CÂMARA MUNICIPAL ao dar o murro na mesa em reunião de câmara, indeferindo tal aberração. É pena a Ordem dos Arquitectos publicar agora no jornal da Ordem um parecer em que refere ser constitutiva de direitos a aprovação inicial do projecto de arquitectura do dito prédio, quando tem que ser do conhecimento dos “especialistas” que elaboraram esse parecer, e mesmo dos próprios membros da direcção, que são arquitectos como nós e conhecem a versão actual do Dec. Lei 555/99, que disciplina esta matéria, que só a decisão final de licenciamento é constitutiva de direitos de licenciamento. Para ultrapassar isso, apenas é vinculativa uma informação prévia aprovada, que tenha sido integralmente respeitada e dentro do respectivo prazo de validade: - como todos sabem, isso não aconteceu -. Sr. PRESIDENTE ANTÓNIO COSTA: não se deixe influenciar por atitudes oportunistas e interesses camuflados, que com este primeiro “furo no ovo”, abrem a brecha para uma verdadeira IMPLOSÃO DO LARGO DO RATO e por consequência, da baixa pombalina. O que custa à água é abrir o canal que depois já ninguém a para: é o que pretendem com este projecto - CRIAR UMA METODOLOGIA DE IMPLOSÃO DO NOSSO VELHO BURGO. Isto é o oposto do que fazem todos os núcleos urbanos europeus, que já se deixaram destas aberrações há meio século: REABILITAM O ESPAÇO URBANO mantendo a sua escala, valorizando a utilização humana. FJFerreira(arq.) Publicado por Luis Marques da silva IN http://cidadanialx.blogspot.com/
  5. RENDERS Render da futura Torre Vip, situada na zona central do circuito: http-~~-//autosport.clix.pt/users/0/51/e052242e.jpeg E este edificio é o que se ve acima e a direita no render que colocou o fidalgo (a linha verde clara). Acho que pertence ao parque tecnologico a ser criado, mas não tenho a certeza. http-~~-//www.empregosenegocios.com/en2005/uploads/parkalgar_principal.jpg http-~~-//autosport.clix.pt/users/0/51/d7c64dbd.jpeg Traçado do Autódromo. http-~~-//autosport.clix.pt/users/0/51/973a5890.jpeg MAQUETA RENDER http-~~-//www.barlavento.online.pt/upload/multimedia/1198772401.jpg http-~~-//www.autodromodoalgarve.com/img/gal_aia/11.jpg TORRE VIP http-~~-//www.autodromodoalgarve.com/img/gal_aia/5.jpg EDIFICIO DE ENTRADA http-~~-//www.autodromodoalgarve.com/img/gal_aia/3.jpg BOXES http-~~-//www.autodromodoalgarve.com/img/gal_aia/2.jpg http-~~-//www.autodromodoalgarve.com/img/gal_aia/1.jpg BANCADA RECTA http-~~-//www.autodromodoalgarve.com/img/gal_aia/10.jpg MEDIA CENTRE PLANTAS http-~~-//www.motociclismo.pt/images/stories/NOTICIAS/081107_Pista_Algarvexl.jpg OBRA http-~~-//i238.photobucket.com/albums/ff36/AlexCaldeira/img055.jpg http-~~-//i238.photobucket.com/albums/ff36/AlexCaldeira/img051.jpg http-~~-//www.barlavento.online.pt/upload/multimedia/1198771262.jpg http-~~-//www.regiao-sul.pt/images/news/080209_aerea.jpg http-~~-//www.autodromodoalgarve.com/img/gal_constr/apr/01_ABR.jpg http-~~-//www.autodromodoalgarve.com/img/gal_constr/apr/02_ABR.jpg http-~~-//www.autodromodoalgarve.com/img/gal_constr/apr/06_ABR.jpg http-~~-//www.autodromodoalgarve.com/img/gal_constr/apr/14_ABR.jpg http-~~-//www.autodromodoalgarve.com/img/gal_constr/jul/17.jpg http-~~-//www.autodromodoalgarve.com/img/gal_constr/jul/19.jpg http-~~-//i238.photobucket.com/albums/ff36/AlexCaldeira/TorreVIP.jpg http-~~-//i238.photobucket.com/albums/ff36/AlexCaldeira/Paddock2-1.jpg http-~~-//i238.photobucket.com/albums/ff36/AlexCaldeira/BancadaPrincipal.jpg http-~~-//www.autodromodoalgarve.com/img/gal_constr/jun/17.jpg http-~~-//www.autodromodoalgarve.com/sitemedia/photologue/photos/2008/Sep/12/cache/Vista_Geral_Bancada_C_e_D_bigphoto.jpg http-~~-//autosport.aeiou.pt/users/0/51/f9577260.jpeg http-~~-//autosport.aeiou.pt/users/0/51/fbc33119.jpeg
  6. RENDER http-~~-//www.imageshotel.org/images/ImperioCostaAzul/spa%20visto%20do%20mar.jpg IMAGENS http-~~-//i18.photobucket.com/albums/b149/andremiguel/Margem%20Sul/Zimbra/IMG_4200.jpg http-~~-//i18.photobucket.com/albums/b149/andremiguel/Margem%20Sul/Zimbra/IMG_4130.jpg http-~~-//i18.photobucket.com/albums/b149/andremiguel/Margem%20Sul/Zimbra/IMG_4138.jpg http-~~-//i18.photobucket.com/albums/b149/andremiguel/Margem%20Sul/Zimbra/IMG_4281.jpg http-~~-//i18.photobucket.com/albums/b149/andremiguel/Margem%20Sul/Zimbra/IMG_4282.jpg http-~~-//i18.photobucket.com/albums/b149/andremiguel/Margem%20Sul/Zimbra/IMG_4315.jpg http-~~-//i18.photobucket.com/albums/b149/andremiguel/Margem%20Sul/Zimbra/IMG_4316.jpg http-~~-//www.imageshotel.org/images/ImperioCostaAzul/hotel%20spa%20sesimbra%202.jpg http-~~-//www.imageshotel.org/images/ImperioCostaAzul/detalhe%20spa%203.jpg http-~~-//www.imageshotel.org/images/ImperioCostaAzul/praca%20da%20california.png
  7. http-~~-//www.rodrifil.pt/cache/1002420.jpg http-~~-//www.rodrifil.pt/cache/1000722.jpg http-~~-//www.rodrifil.pt/cache/1001937.jpg http-~~-//www.rodrifil.pt/cache/1001943.jpg http-~~-//www.rodrifil.pt/cache/1001945.jpg A empresa Rodrigues & Filipe, S.A., vai desenvolver um novo empreendimento no concelho do Barreiro, com projecto da empresa FESTO – Arquitectura, que tem a particularidade de ser o primeiro empreendimento urbanístico do concelho do Barreiro que recebeu, nos seus edifícios, a classificação “Classe A”, ao nível de Certificação Energética de Edifícios. José Rodrigues, administrador da empresa Rodrigues & Filipe, num breve diálogo com “Rostos” sublinhou que este facto vai ao encontro de objectivos da empresa – “esta foi uma exigência que colocámos a nós próprios”. José Rodrigues, referiu que para a sua empresa serem os promotores do primeiro edifício com classificação energética no concelho do Barreiro – “Significa o alcançar de um objectivo, que está no seu início. Não basta só certificar. Aliás, quando nos propusemos fazer este empreendimento, foi no sentido de certificá-lo com a “Classe A”. Esta foi uma exigência, que colocámos a nós próprios. Mas, acima de tudo, este é um princípio, que vai ter um fim, que esperamos que seja melhor que o princípio: isto é, que no final, tenhamos uma classificação “Classe A”, com a construção efectuada. Esse é o grande objectivo.” Uma zona privilegiada com acessos à nova ponte do Seixal. De referir que o novo empreendimento da empresa Rodrigues & Filipe, com projecto da FESTO – Arquitectura, já está a arrancar no que diz respeito à construção das infra-estruturas. “Esperamos iniciar a sua construção em Junho de 2008. Neste momento já iniciámos a comercialização dos edifícios.” – salientou José Rodrigues. O empreendimento fica localizado, na freguesia de Santo André – Quinta da Lomba - nas proximidades da zona onde está a funcionar a Academia de Futebol do Futebol Clube Barreirense, perto do LIDL. De salientar que o empreendimento urbanístico, ficará situado muito perto da futura ligação de acesso à Ponte Barreiro-Seixal. “É uma zona privilegiada. Já hoje é uma zona privilegiada, pelos seus actuais acessos, mas, naturalmente, mais privilegiada ficará com os novos acessos que estão previstos. Esperemos que sim” – sublinha José Rodrigues. Primeiro Projecto certificado no Concelho da Moita Sentem mais responsabilidades pelo facto de serem a primeira empresa a avançar com um projecto de classificação energético? - perguntámos “Nós enquanto empresa somos uma empresa responsável. Sempre fomos e sempre seremos. Sermos os primeiros a apresentar e ver aprovado um projecto com classificação energética é, sem dúvida, saboroso e aliciante.” Por outro lado, acrescentou – “Não somos os primeiros só, aqui no Barreiro, tivemos a novidade, hoje, que foram aprovados, também, os primeiros projectos, certificados no concelho da Moita, relativo ao projecto «Casas do Campo – Moradias», no Cabeço Verde.” Fonte: Jornal Rostos http://www.rostos.pt/inicio2.asp?mostra=2&cronica=30387 http://www.rodrifil.pt/homepage.aspx?idsessao=f7c04a04-69be-4646-b6ed-46cf345c6bf8&param=6xaQnimFh6ShIR4NKdOwDBr1vaTgcpsmJLBmO9YQpupqETW4nPLeUQ==
  8. Pois... eu acho que neste momento ninguem tem. Nem Portugal nem EUA... portanto...
  9. O Mundo Perfeito de Fernando Guerra na Ordem dos Arquitectos Abre hoje ao público a Exposição Mundo Perfeito, Fotografias de Fernando Guerra, que recolhe cerca de 100 fotografias de obras de quatro dezenas de arquitectos, na sua maioria portugueses.</SPAN> Comissariada pelo arquitecto Luís Urbano, a exposição que esteve originalmente patente na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, e que passou já pelo Departamento de Arquitectura da Universidade de Coimbra, mostra-se agora na Ordem dos Arquitectos de Lisboa. Através das imagens de Fernando Guerra será possível revisitar um alargado conjunto de obras de Álvaro Siza, e igualmente obras de arquitectos como Eduardo Souto de Moura, Alexandre Alves Costa/Sergio Fernandez, Adalberto Dias, Manuel Graça Dias/Egas José Vieira, João Luís Carrilho da Graça, João Mendes Ribeiro, Aires Mateus, ARX Portugal, Carlos Castanheira, Paulo David, Nuno Grande, entre muitos outros. Para o comissário, "quando se tem por objectivo encontrar as melhores imagens para representar a essência e o conceito de um edifício, está-se a responder aos desejos daqueles que o projectaram. Tal como os arquitectos reconstroem um mundo particular em cada projecto, procurando dar um sentido de unicidade a partir das variáveis com que se confrontam - do cliente ao lugar, da geografia ao orçamento, das contingências materiais às limitações estruturais - as fotografias de Fernando Guerra devolvem à arquitectura essa procura da perfeição possível, "intensificando a realidade retratada", reconfigurando o mundo que a rodeia". Exposição Mundo Perfeito - Fotografias de Fernando Guerra De 13 de Novembro a 19 de Dezembro Galeria da Ordem dos Arquitectos Travessa do Carvalho, 21 - Lisboa Dias úteis das 10h às 19h in http://www.universia.pt/servicos_net/informacao/noticia.jsp?noticia=49457
  10. Vi o 007 e adorei o filme. O proximo talvez seja o Blindness. Alguem jah viu?
  11. Vejam a ausencia de vida urbana por entre estas torres em Shanghai. Quando vemos estes arranha ceus deparamos na realidade com espacos sem qualquer nexo.
  12. JVS

    Curiosidades

    Jah eh o terceiro post igual neste forum.
  13. E o artigo jah foi publicado.
  14. http://s43.radikal.ru/i099/0808/ec/7b548004374e.jpg
  15. Um edificio amarelo em Nova Iorque.
  16. Se calhar vou a essa tambem... talvez...
  17. Ricardo Pina: o arquitecto por detrás do circuito do Autódromo Internacional do Algarve Era um normal arquitecto de província até que o desafio lhe foi lançado. Hoje, tenta regressar à normalidade depois de sete anos de noites sem dormir, prazos e orçamentos por cumprir e de uma longa jornada a descobrir como desenhar um dos melhores autódromos do mundo. Desenhava moradias e prédios de habitação, quando o amigo Paulo Pinheiro lhe lançou o desafio de fazer os primeiros estudos de um circuito de velocidade. Hoje, sete anos depois, Ricardo Pina conta com o autódromo mais moderno da Europa no currículo e tenta enquadrar-se no dia-a-dia de um arquitecto de província. «Estive muito tempo concentrado no projecto e agora deparo-me com uma realidade de mercado menos favorável e com um conjunto de clientes que pensam que só fazemos projectos grandes», conta o arquitecto ao «barlavento». O ateliê, em Lagoa, volta agora à normalidade depois de ter estado quase desactivado. É que os últimos anos têm sido quase sempre passados na moradia onde Ricardo Pina concentrou a equipa que concebeu o projecto. Todos os dias, juntava-se a Jorge Guerreiro, Paulo Simões e Pascoal Santos, numa casa velha em Pêra, para tentar desenhar a maior obra em que qualquer um deles alguma vez esteve envolvido. «Não foi só a dimensão do projecto a dar-nos trabalho, foi essencialmente o programa funcional, que é extraordinário», refere. Como «não se ensina na escola como desenhar um autódromo», a equipa teve que visitar vários circuitos na Europa para colher experiências. A própria experiência de Ricardo Pina como piloto de motos todo-o-terreno – foi um dos algarvios a fazer-se ao Dakar na equipa SPEDakar – contribuiu para a grande missão. «Todos diziam que podia ser perigoso fazer um circuito com relevo, com tantas subidas e descidas e curvas cegas, mas eu sempre disse que era possível, pois no todo-o-terreno é bem pior», recorda. Houve muitas noites sem dormir para cumprir prazos e muitos ajustes ao projecto original para cumprir calendário e orçamento. Ainda assim, é com orgulho que Ricardo Pina ouve as reacções positivas à pista. «Para nós, o melhor será se, ao longo dos anos, as pessoas continuarem a achá-lo uma boa obra». Para já, o rótulo de melhor e mais emocionante autódromo do mundo é cada vez mais popular. 8 de Novembro de 2008 | 08:32 joão tiago in http://www.barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=28243
  18. in http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?contentid=61FA16D6-C84D-4668-9541-2E3B25C15AE4&channelid=00000017-0000-0000-0000-000000000017
  19. Economia : INAUGURAÇÃO DO FORUM BARREIRO: “O Barreiro Novo é Possível!”, referiu o Presidente da CMB em 2008/11/5 19:30:00 Ontem, dia 4 de Novembro, foi inaugurado, no Campo das Cordoarias, o Forum Barreiro, cujo promotor é a empresa internacional Multi Development. Presente na iniciativa, o Presidente da Câmara Municipal considera que a abertura do Centro Comercial foi o primeiro passo visível da estratégia de construção do “Barreiro Novo”. No discurso, Carlos Humberto de Carvalho referiu que a cerimónia assinala “muito mais que a inauguração de um centro comercial. Assinalamos, em primeiro lugar, o renascimento de um Barreiro em que comércio tradicional e grande superfície coabitarão e crescerão apoiados entre si”. O autarca recordou também a requalificação da Avenida Alfredo da Silva e construção do novo Mercado Municipal 1º de Maio que será “mais um motor de desenvolvimento, mais um motor no reforço e na revitalização do centro da cidade e do Concelho”. Carlos Humberto de Carvalho acredita que, principalmente, a inauguração do Centro Comercial assinala o “desenvolvimento de uma cidade e de um Concelho que se constroem, dia a dia, com o esforço do Município, das populações, das empresas, das instituições e dos investidores. Sem a Multi, sem a Polícia de Segurança Pública, sem a Quimiparque, sem os comerciantes que decidiram investir no Barreiro, sem as populações que suportaram - e continuam a suportar - todos os incómodos causados pelas intervenções em curso, sem as centenas de trabalhadores que, dia e noite, durante meses, deram novo rosto ao Barreiro e sem a dedicação dos trabalhadores das autarquias, que muito para lá de quaisquer horários deram um contributo inestimável para que tudo isto seja possível, não estaríamos onde estamos”. Com o contributo de todas estas entidades, o Barreiro pode ser aquilo que se pretende que seja: um Concelho “onde seja bom viver e trabalhar”, acredita o Presidente da CMB. O autarca lembrou que o “Barreiro cresce e renova-se diariamente. A nova Avenida Alfredo da Silva será um eixo central ligando o Fórum à frente ribeirinha na Rua Miguel Pais, abrindo o centro ao Barreiro Velho e contribuindo para a construção de um grande espaço de encontro. E crescendo o Barreiro crescem, paralelamente, as responsabilidades de todos na sua gestão, no seu futuro, no seu caminho”. Neste sentido, o Presidente da CMB realçou a importância da participação, construção de opiniões e organizações das populações. “Um Barreiro Novo terá de ser, forçosamente, um Barreiro social e culturalmente mais forte, com mais emprego, com mais oportunidades e com mais qualidade de vida. Só assim lançaremos os desafios e estaremos em condições de potenciar todas as vantagens e virtudes que os mesmos comportem”, referiu Carlos Humberto de Carvalho, salientando as alterações decorrentes do plano estratégico para o Território da Quimiparque e da construção da Terceira Travessia do Tejo com valências rodo-ferroviárias no corredor central Barreiro-Lisboa. “Em 2005, quando tomámos posse, tínhamos em mãos um centro comercial. Hoje, três anos volvidos, do centro comercial fizemos um novo centro do Barreiro. Devemo-lo a muita gente. Agradeço, agradecemos, a todos!”, colmatou o Presidente da CMB. Benno Van Veggel, Director Geral da Multi Development para o Sul da Europa, acredita que o Forum Barreiro será “um pólo de atracção e desenvolvimento da cidade”, devido, entre outros factores, à criação de emprego (cerca de 1000 postos de trabalho directos e 2000 indirectos). Benno Van Veggel recordou as responsabilidades assumidas pela Multi na construção do novo Mercado 1º de Maio e na reconversão das áreas envolventes e da Avenida Alfredo da Silva. Por outro lado, salientou que a solução arquitectónica do Forum foi concebida para funcionar como um prolongamento da cidade. “O Forum será um complemento e uma âncora do comércio tradicional e servirá os barreirenses que até agora fizeram compras noutros concelhos”, realçou Benno Van Veggel. O responsável da Multi Development está confiante que o Forum Barreiro será um Centro Comercial de sucesso e um novo pólo de encontro e convívio do Barreiro. James Preston, director da empresa investidora Rockspring – Property Investment Managers, referiu que “é com entusiasmo que olhamos para o investimento no Forum Barreiro”, acreditando que o Centro poderá contribuir para o progresso da cidade. A cerimónia oficial de inauguração terminou com a bênção do Forum pelo Bispo de Setúbal, D. Gilberto dos Reis, e o descerramento da placa por Benno Van Veggel e Carlos Humberto de Carvalho. Ritmo, cor e luz fizeram parte do espectáculo inaugural do Centro, que contou com a presença dos internacionais WOK – Ritmo Avassalador. Um espectáculo pirotécnico marcou a abertura do Centro ao público, às 21h00. O Forum Barreiro, cuja gestão ficará a cargo da Multi Mall Management, representa um investimento de 72 milhões de euros. Possui uma área bruta locável de 17.500 m2 e tem como espaços “âncora” um supermercado Pingo Doce, quatro salas de cinema, loja C&A, Sportzone e Worten. Com um total de 108 lojas (entre as quais 12 restaurantes), cerca de 30% das lojas são de comerciantes locais. O Forum Barreiro possui um parque de estacionamento subterrâneo com capacidade para cerca de 700 veículos. O conceito do Forum Barreiro foi projectado de forma a integrar-se na arquitectura e história da cidade, respeitando os traços e a cultura do Barreiro. in http://www.orio.pt/modules/news/article.php?storyid=3253
  20. http-~~-//www.leiriaeconomica.com/fotos/outros/Nova%20Alcobaca%20-%20Planta%20do%20Loteamento.jpg Grupo Imovia investe 120 milhões num complexo imobiliário em Alcobaça 5 Nov. Célia Marques O Grupo Imovia vai investir 120 milhões de euros num complexo imobiliário em Alcobaça. O projecto Nova Alcobaça, apresentado no âmbito do Salão Imobiliário de Lisboa, pretende criar uma cidade dentro da cidade histórica e envolve uma área de intervenção superior a 280 mil metros quadrados, segundo informação veiculada ao Leiria Económica. O empreendimento apresenta uma oferta imobiliária composta por condomínios, moradias e edifícios, englobando ainda áreas comerciais e de serviços, onde se inclui um centro de escritórios com três pisos acima do solo - com uma área total de três mil metros quadrados - um hotel para séniores com 54 quartos e dez suites, e ainda um kid’s club. Na componente habitacional, o projecto contempla moradias unifamiliares isoladas e em grupo e apartamentos com tipologias de T0 a T5, num total de cerca de mil fogos. Projecto inclui infra-estruturas como pavilhão multiusos e campos de ténis O projecto caracteriza-se ainda pela presença de espaços verdes e de lazer, prevendo infra-estruturas como pavilhão multiusos/gimnodesportivo com instalações para ginásio e healthclub, campos de ténis, ciclovias e academia de golfe com driving range e putting green. Numa área de intervenção superior a 280 mil metros quadrados, o projecto envolve uma área total de construção de 169 mil metros quadrados, destinando perto de 48 mil metros quadrados a espaços verdes e de utilização colectiva. Empreendimento concluído dentro de seis anos A construção das infra-estruturas teve início em Abril deste ano, estando prevista a sua conclusão no último trimestre de 2009. O projecto, na sua globalidade, deverá estar concluído dentro de seis anos. A construção das infra-estruturas foi adjudicada à Leirislena e CME, estando a construção e promoção dos lotes a cargo, «em princípio» de empresas do Grupo Imovia, nomeadamente a Socobre. Quanto ao projecto de arquitectura, envolveu diversos gabinetes de arquitectura, como o de Miguel Arruda, Paula Fragoso, Tetractys, Victor Alberto e Planarq. in http://www.leiriaeconomica.com/item3289.htm
  21. Arquitectura: Exposição sobre Peter Zumthor encerrou com 16.100 visitantes 2008-11-06 13:44:55 Lisboa, 06 Nov (Lusa) - A exposição retrospectiva sobre o trabalho do arquitecto suíço Peter Zumthor foi visitada por 16.100 pessoas desde a inauguração, a 06 de Setembro, na LXFactory, em Lisboa, organizada pela Bienal ExperimentaDesign. De acordo com a organização, a exposição "Peter Zumthor: Edifícios e Projectos 1986-2007", que encerrou a 02 de Novembro, recebeu uma média de 277 pessoas por dia. Esta primeira grande retrospectiva do arquitecto suíço - que teve estreia internacional em Lisboa - ocupou cerca de 3.000 metros quadrados com um percurso criativo desde os anos 80 até à actualidade, mostrando a relação de Peter Zumthor com o tempo, os lugares, os ambientes e os habitantes dos seus projectos. Estreada em 2007 no centro de arte Kunsthaus Bregenz (KUB), na Áustria (edifício concebido pelo criador em 1997) entrou pela primeira vez, por Lisboa, no circuito internacional, numa itinerância que inclui futuramente também Moscovo e Texas. A exposição foi visitada na LXFactory por 1540 alunos, de 35 escolas diferentes de vários pontos do país, sobretudo de Lisboa e Porto, além de visitas de turmas de faculdades de arquitectura que puderam conhecer em pormenor 29 projectos criados por Peter Zumthor, 12 deles apresentados através de instalações com filmes que replicam em tempo e escala real. Esta exposição marcou o relançamento da Bienal ExperimentaDesign Lisboa, "It´s About Time", que decorrerá em 2009, depois de uma interrupção por falta de apoio financeiro. Suspensa em 2007 por falta de apoios de um dos parceiros, a Câmara Municipal de Lisboa (CML), que entretanto voltou a financiar o projecto, a ExperimentaDesign, organizada por Guta Moura Guedes, passou a realizar-se alternadamente em Lisboa e Amesterdão, onde se realizou a edição de 2008. AG. Lusa/Fim in http://aeiou.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200811068979241
  22. Arquitectura: Faculdade cria novo doutoramento em património e urbanismo de origem portuguesa no mundo 2008-11-06 14:33:51 Lisboa, 06 Nov. (Lusa) - A Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa vai criar um doutoramento em Património urbano de origem portuguesa no mundo, disse à Lusa o responsável pela instituição. Manuel Teixeira pretende que o doutoramento se torne num fórum de discussão do tema, também porque professores e alunos devem vir de todo o mundo. "A última coisa que se deseja é que este seja um curso de portugueses a falar para portugueses", sublinhou, porque este doutoramento será também um "veículo para implementar estas trocas". A Faculdade de Arquitectura realiza até sexta-feira um colóquio internacional sobre o tema do património urbano e arquitectónico dos países de língua portuguesa, acompanhado de uma exposição de cartografia sobre várias cidades espalhadas pelo mundo. Segundo Manuel Teixeira, o objectivo do encontro é "fazer uma panorâmica sobre o estado da arte da investigação do património urbano e arquitectónico de origem portuguesa em cada um dos países e regiões presentes". O professor de arquitectura e investigador deposita grandes esperanças no doutoramento que a sua faculdade vai implementar: "Espero que tudo se comece a articular numa rede que se vá solidificando". A exposição "O Urbanismo Português no Mundo", composta por 32 reproduções - em grande formato, 1.50 x 2.40 metros - de cartografia de núcleos urbanos de origem portuguesa construídos em Portugal, África, Brasil, Índia e Oriente, ficará patente para além do colóquio. "A grande dimensão destas imagens vai ajudar a chamar a atenção para este tema", garante Manuel Teixeira. A participação no colóquio, que decorre nas instalações da faculdade, no Pólo Universitário da Ajuda, em Lisboa, bem como a exposição, é aberta ao público. CMJ. Lusa/Fim in http://aeiou.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200811068980092
  23. http-~~-//pt.uefa.com/multimediafiles/photo/uefa/keytopics/70/65/96/706596_biglandscape.jpg O novo edifício administrativo da UEFA, em Nyon, na Suíça, cuja construção estará concluída na Primavera de 2010, vai dar grande atenção às questões energéticas. O edifício, desenhado pela firma de arquitectos Bassi & Carella, vai ser construído num espaço de terreno oposto à actual Casa do Futebol Europeu, em Nyon, e possibilitará à UEFA juntar vários dos seus membros do "staff", que neste momento se encontram sedeados em diferentes locais. Forma e aparência As escolha do local e a forma e aparência planeadas para o edifício de escritórios da UEFA revela preocupações relativas à boa utilização energética. A sua forma redonda, o pátio a céu aberto e a reduzida e regular largura potenciam ao máximo a utilização da luz natural. Esta luz solar é filtrada directamente, o que, consequentemente, reduz a necessidade do uso de energia para arrefecer o edifício no Verão e, em contraste, pode ser utilizada para aquecê-lo no edifício no Inverno. As cortinas apenas serão colocadas dentro do edifício, de forma a evitar o brilho. De acordo com as normas O objectivo é que este novo edifício vá de encontro às normas da Minergie (baixo consumo de energia) e da Minergie Eco (construções amigas do ambiente). Todas estas considerações têm por base o desejo de fornecer energia ao edifício através da sua arquitectura. A utilização de sistemas de produção de energia ecologicamente sustentável é essencial, pelo que o uso de energias renováveis como a luz solar é uma parte fundamental do projecto. Sistema de ventilação Um sistema de ventilação mecânico em contacto directo com o ar exterior possibilitará ao ar natural ser utilizado o mais possível para ventilar o edifício. Todas as instalações eléctricas têm por base soluções que permitem um reduzido consumo de energia. A arquitectura do novo edifício de escritórios é tranquila, sólida e transparente. De forma a centrar-se no essencial, a linguagem arquitectónica será restringida ao mínimo. O edifício procura ser uma espécie de união com o ambiente onde se encontra inserido, através da sua arquitectura, construção e métodos de produção de energia utilizados. in http://pt.uefa.com/uefa/keytopics/kind=64/newsid=771795.html
  24. Alcântara: três estudos de impacte ambiental Anúncio foi feito esta segunda-feira pelo ministro do Ambiente, Francisco Nunes Correia O ministro do Ambiente, Francisco Nunes Correia, anunciou esta segunda-feira que o projecto NovAlcântara vai ser alvo de três estudos de impacte ambiental (EIA), nomeadamente quanto à ligação ferroviária, o aprofundamento do cais e o terminal de contentores, escreve a Lusa. Em declarações no Parlamento, o ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional anunciou que a REFER ficará encarregue da apresentação de um EIA sobre a ligação da Linha de Cascais à Linha de Cintura em túnel, enquanto a Liscont deverá encomendar um estudo sobre a arrumação de contentores. Contentores: «Obras não avançam sem avaliação ambiental» Alcântara: nova polémica em torno do terminal O ministro, que falava aos jornalistas à saída do debate na especialidade do Orçamento de Estado, na Assembleia da República, referiu ainda que um terceiro EIA incidirá ainda sobre o «aprofundamento do cais», sem revelar qual a entidade que ficará responsável por esta questão. Questionado sobre se estará nas suas mãos o futuro do projecto NovAlcântara, Nunes Correia respondeu que a decisão tanto poderá ser «aprovar como rejeitar», lembrando que tal «depende» do estudo de impacte ambiental. O ministro lembrou que, segundo as estatísticas, 95 por cento dos EIA «são aprovados, mas com condições». Algumas intervenções «são possíveis» Sobre o avanço de obras na zona do terminal de Alcântara antes da aprovação dos respectivos estudos de impacte ambiental, o ministro esclareceu que algumas intervenções «são possíveis» por não estarem dependentes do estudo, como demolições. Entre outros planos, o projecto NovAlcântara prevê o desnivelamento da linha ferroviária de Cascais e a sua ligação à linha de Cintura através da estação de Alcântara-Terra e o polémico alargamento do terminal de contentores do Porto de Lisboa (com um aumento da capacidade de 340.000 para 900.000 contentores por ano). Na semana passada, o vereador do Ambiente da Câmara de Lisboa, José Sá Fernandes, anunciou que a área dos estudos de impacte ambiental da ligação da Linha de Cascais à de Cintura e das obras no Porto de Lisboa vai ser alargada para abranger todo o Vale de Alcântara. «Isto é uma reviravolta na maneira de olhar a cidade», disse Sá Fernandes, sublinhando que com as garantias dadas em reuniões que manteve com a Administração do Porto de Lisboa (APL), Refer e Liscont (concessionária do terminal de contentores) vai ser estudado todo o sistema ecológico do Vale de Alcântara. «Finalmente vamos tratar o vale de Alcântara como um sistema», afirmou, acrescentando que serão feitas bacias de retenção de água ao longo do caneiro de Alcântara e uma linha paralela ao caneiro por onde possam escoar as águas pluviais. Sá Fernandes acrescentou ainda que o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) acompanhará os estudos e que nenhuma obra avançará sem esse trabalho concluído. «Nenhuma obra vai avançar sem que esteja concluída a avaliação de impacte ambiental. A única coisa que avança sem isso, no caso do Porto de Lisboa, é a demolição de dois edifícios vazios na frente do terminal», afirmou. in http://diario.iol.pt/ambiente/contentores-alcantara-ambiente-ministro-estudos-lisboa/1011648-4070.html
  25. «A Cidade no século XXI» arrancou em Lisboa Peter Hall tem as redes de comunicação de «alta velocidade» como fundamentais Começou esta quinta-feira em Lisboa o ciclo de conferências «A Cidade no século XXI». O alcance do tema proposto pela Parque Expo: a utopia realizável que será a «redenção das cidades». No Pavilhão de Portugal, em zona simbólica da nova capital como a Expo 98, ficam abertos os debates lançados pelos seis conferencistas convidados a indicarem «os percursos de reflexão» sobre as cidades. A sessão de estreia foi dada por Peter Hall, arquitecto inglês com um currículo louvável; e não apenas no plano académico. «The Future of the European City in the 21st Century» antecipa problemas que daqui a poucas décadas serão o presente das cidades. Vertentes demográficas e sociológicas como o envelhecimento das populações ou as disparidades sociais não ficam de fora dos «parâmetros básicos» que é preciso prever. Cidades que vão ganhando em conhecimento na mesma proporção em que perdem mão-de-obra e em que a comunicação electrónica vai ganhando o posto de regra, em que os serviços já não são apenas uma produção, mas objecto de consumo, exigem redes de comunicações adequadas, onde Peter Hall coloca em destaque a rede europeia de comboio de alta velocidade. O arquitecto inglês não tem dúvidas em apontar o (futuro) terminal de Lisboa a ligar a capital portuguesa a Madrid ou o (também futuro) túnel dos Pirenéus a ligar a rede de alta velocidade espanhola à francesa como passos regeneradores para as cidades como aconteceu com os exemplos referidos de Londres e Barcelona. Em direcção a uma «tecnologia ubíqua» O crescimento de «regiões de mega-cidades» ligadas por uma rede de comunicações mais ecológica é para o arquitecto inglês um futuro próximo na Europa - se não, pelo menos desejado - e a realização de mega-empreendimentos (como a Expo 98, frisou) passos a dar. Assim como a criatividade e a expressão artística podem ser catalisadores de uma regeneração e/ou reconversão para o turismo. Estas são «receitas para o sucesso» das cidades, que «não podem ter sucesso sem ligações comunicacionais». Dentro delas inclusive, como acontece em Saragoça depois da recente Expo 2008: a «digital mile» deixou o centro da cidade espanhola ligado ao parque da exposição via «wireless» caminhando para uma «tecnologia ubíqua». Mas as dúvidas não desaparecem todas. Esta «policentria» a nível europeu pode implicar uma «monocentria» a nível local; ou seja, um desenvolvimento para acompanhar as exigências transfonteiriças pode implicar um distanciamento em relação ao resto do país. Hall questiona se Budapeste e Praga dos anos 2000 poderão ser Lisboa e Madrid dos anos 1990. Na próxima terça-feira novas perguntas e mais respostas sobre as cidades do século XXI vão ter lugar. Sempre no Pavilhão de Portugal até ao final do mês, sempre às 18h00. Fique com o programa das próximas cinco conferências: Luís Vassalo Rosa: «Cidades, Comunidades e Invenções do Futuro - Realidades e Utopias», dia 11 Guy Burgel: «La Revanche des Villes: un defi pour le XXIéme siècle», dia 13 Manuel Graça Dias: «Da Cidade que deixará de ser viária», dia 18 Christian Wichmann Matthiessen: «The European Metropolitan Competition Perspective: Challenges and Strategies in a cross-border region: Copenhagen - Malmö», dia 20 António Mega Ferreira: «A Condição Urbana», dia 25 in http://diario.iol.pt/ambiente/peter-hall-lisboa-conferencias-expo-98-cidades-alta-velocidade/1010575-4070.html O que sabemos que aconteceu; o que procuramos saber para fazer o que vai acontecer. Foi com esta duplicidade que Luís Vassalo Rosa lançou a segunda conferência do ciclo «A Cidade no século XXI» no Parque das Nações, em Lisboa. Com «Cidades, Comunidades e Invenções do Futuro - Realidades e Utopias», o arquitecto expôs o que frisou ser a sua reflexão sobre um percurso europeu desde os primórdios da humanidade para perspectivar o que deverá ser feito no futuro. O «mau», a evitar, o «bom», a (re)encontrar. Novamente dois pólos de uma dualidade, como o próprio os nomeou, como são também dois os patamares que, pela sua análise, têm marcado inelutavelmente a evolução das cidades: o seu apogeu e o seu declínio. Novamente dois princípios cíclicos são a mesma base onde assenta uma evolução vista do presente e de onde deve(m) partir a(s) cidade(s) futura(s): são as realidades; são as utopias. A realidade está na «recorrência dos ciclos longos da história ocidental», está no «fractal urbano» que desagrega, difunde, que esgota o seu apogeu e abre o espaço para o declínio; o único espaço à disposição se não se intervir. Esta é a realidade que se segue ao apogeu que se atingiu presentemente com as cidades que temos. Este é o declínio ambiental, social, económico, demográfico, natural, a que se chega - e chegou. E que é preciso contrariar: é esta é a utopia. A utopia da cidade sustentável atingida antes de iniciar a curva descendente. Reabilitação urbana... e humana O que sabemos que aconteceu é o «mau». É a «cidade genérica» a «cidade difusa», são as «megalópoles»; em suma, «é a cidade de hoje». Cidades onde a ocupação do espaço é ignorada, onde o espaço público é deixado em função de blocos que se enchem de pessoas nas periferias do centro. O «bom» que procuramos deve ser a «idoneidade urbana», o «construir integrado com a natureza, com a sustentabilidade no horizonte tendo consciência do recurso escasso que é a cidade». É «a reabilitação urbana» - e humana - a utopia atingível pela cidade do séc. XXI. Vassalo Rosa indica o caminho de «contrariar a periferia com cidades compactas e polarizadas levando o homem para o centro da cidade». O arquitecto aponta para uma «cidade composta, inclusiva, sustentável e criativa». Esse é o caminho para evitar uma «ruptura». O apogeu, como que já lá vai; o declínio, como que já sabemos que está já aí. No fundo, como sintetizou sem espaço para desvios, «a grande utopia é o Homem». A próxima conferência do ciclo «A Cidade no século XXI» é na próxima quinta-feira. Fique com o restante programa das sessões, sempre às 18h00, no Pavilhão de Portugal: Guy Burgel: «La Revanche des Villes: un defi pour le XXIéme siècle», dia 13 Manuel Graça Dias: «Da Cidade que deixará de ser viária», dia 18 Christian Wichmann Matthiessen: «The European Metropolitan Competition Perspective: Challenges and Strategies in a cross-border region: Copenhagen - Malmö», dia 20 António Mega Ferreira: «A Condição Urbana», dia 25 in http://diario.iol.pt/ambiente/luis-vassalo-rosa-vassalo-rosa-a-cidade-no-seculo-xxi-conferencia-pavilhao-de-portugal-cidade/1012113-4070.html
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