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O Espaço Guimarães é um conjunto comercial desenvolvido em parceria entre a Bouygues Imobiliária e a Multi Development. Dando resposta às necessidades e lacunas comerciais existentes na zona, este conjunto comercial incorpora um centro comercial com cerca de 40.200 m2 de ABL e um Retail Center com sensivelmente 6.800 m2 de ABL. O conjunto comercial situa-se no oeste de Guimarães, na freguesia de Silvares, em direcção a Vila Nova de Famalicão abrangendo dessa forma, uma vasta área geográfica. Próximo da intersecção de duas auto-estradas da região: a A7 (Vila Nova da Famalicão / Guimarães) e a A11 (Braga/Guimarães), assim como das estradas nacionais 206 e 310, o que lhe confere uma excelente visibilidade e acessos. O Espaço Guimarães vem dinamizar, diversificar e reforçar a oferta comercial nessa zona. Localização: EN 206 Quinta do Ardão - Silvares ABL Total: 47.000 m2 Centro Comercial ABL: 40.200 m2 ABL Hipermercado: 15.000 m2 ABL Retail Center : 6800 m2 Estacionamento: 1960 lugares (3 pisos cobertos e 1 em superfície) Arquitectura: Broadway Malyan Entrega: 2009 Promoção: Bouygues Imobiliária SA Multi Development Comercialização: Bouygues Imobiliária SA Multi Development http://www.bouygues-imobiliaria.pt/i...nto:View&id=26 http://www.multi-development.com:8080/web/P0415.nsf
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Chaves | Sede da Fundação Nadir Afonso | Álvaro Siza Vieira
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Projecto da Fundação Nadir Afonso pronto até ao final do ano O projecto da Fundação Nadir Afonso deverá ficar concluído até ao final do ano. E, até finais de Agosto, será apresentada a candidatura para o financiamento da obra, projectada pelo arquitecto Siza Vieira. As datas foram avançadas pelo presidente da Câmara Municipal de Chaves, João Batista, durante o colóquio que teve lugar na sexta-feira da semana passada, no novo auditório do Centro Cultural, a propósito da Bienal de Arte a decorrer na ci-dade. “Hoje mesmo a Câmara esteve reunida com o arquitecto Siza Vieira, tendo ficado assente que até ao final do ano todas as peças do projecto ficarão concluídas”, adiantou o autarca, que respondia, assim, às questões colocadas sobre o assunto pelo jornalista Carlos Magno, que moderou o debate e que lamentou o facto de Nadir ser mais conhecido no estrangeiro que no próprio país. Outra das oradoras, Cristina Azevedo, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte, referiu, aliás, que a Fundação Nadir Afonso poderá ser um elemento âncora no desenvolvimento da cidade. Além de um espaço destinado à exposição permanente do mestre, a Fundação prevê também um outro para acolher exposições temporárias, uma zona de conferências e um auditório. De resto, no colóquio, que contou também com a presença do empresário Belmiro de Azevedo e do ex-secretário de Estado da Cultura, Mário Vieira de Carvalho, (em substituição da ex-ministra da mesma pasta, Isabel Pires de Lima), todos os oradores vincaram que a arte e a cultura já não é vista como um “peso” para a economia, mas antes um factor de promover a criação de emprego, gerar riqueza e fixar população. Belmiro de Azevedo primou pelo bom humor. “Convidarem-me para um debate destes foi uma cilada encomendada pelo Governo. É que enquanto estou aqui ocupado, não os estou a chatear”. Por: Margarida Luzio, Sem. Transmontano, 2008-07-07 In Diário de Trás-os-Montes via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=668294 http-~~-//imageshack-france.com/out.php/i170365_244226442309bb064916o.jpg -
Casino Chaves abre dia 19 e aposta no Interface Norte-Galiza Sala de máquinas com 322 slot-machines e sala mista com máquinas e jogos bancados – duas bancas francesas, três black-jack, quatro roletas americanas, um póquer sem descarte, um ponto e banca e dois Poker Texas Hold’em - constituem alguns dos principais atractivos do Casino Chaves, que a Solverde abre no próximo dia 19 do corrente mês de Janeiro. Vocacionado também para a animação, a nova unidade do grupo Solverde conta ainda com o restaurante e sala de espectáculos “Península”, que prevê uma programação variada, quer através da exibição de espectáculos diários quer com a realização de concertos com conceituados artistas nacionais e internacionais. Apresentando uma capacidade para seiscentas pessoas, aquela sala está dotada dos mais modernos equipamentos e tecnologias, estando assim apta para acolher quaisquer tipos de concertos e de eventos de natureza musical, cultural ou recreativa, e garantindo as melhores condições de conforto. Os frequentadores do Casino Chaves encontrarão ainda excelentes estruturas de apoio, entre os quais três bares, o “Gran Via”, na sala das máquinas, o “Black Tie”, na zona dos jogos bancados, e o “Plaza”, no hall, podendo neste último desfrutar da mais atractiva programação musical. A abertura do Casino, situado junto à saída da A24 para Chaves, precede assim a inauguração do complexo turístico, com um hotel de quatro estrelas, num investimento global de 40 milhões de euros, que prevê a criação de 220 postos de trabalho directos. Com esta nova aposta, a Solverde alarga a sua área de influência aos mercados do interior norte do País e da Galiza. Grupo Solverde Vocacionada para a área turística a Solverde foi fundada em 1972 por Manuel Violas, liderando um grupo de investidores da região de Espinho. Actualmente, sob a liderança dos irmãos Manuel Violas e Celeste Violas, a empresa detém a Norte o Casino Espinho, o Hotel Apartamento Solverde e o Hotel Solverde SPA & Wellness Center, e a Sul, os Casinos de Vilamoura, Monte Gordo e Hotel Algarve Casino, na Praia da Rocha. Com uma moderna política de gestão e de rendibilização de oportunidades e de investimento, a Solverde mereceu já o reconhecimento do Governo, que lhe atribuíu já por duas vezes, mercê de todo esforço efectuado em prol do sector, a “Medalha de Mérito Turístico em Ouro”. Registe-se ainda que os Casinos Solverde deixaram de ser há muito espaços quase exclusivamente vocacionados para o jogo, para se tornarem numa valência essencialmente virada para os sectores de animação e de cultura, não só porque se tornaram áreas abertas às mais variadas manifestações de natureza cultural, como também porque ali passaram a exibir-se espectáculos que dignificam a música e os artistas portugueses e estrangeiros. Chaves - Primeiro-Ministro inaugura sábado Hotel Casino que custou 50 milhões de euros O complexo turístico Hotel Casino Chaves, que o primeiro-ministro inaugura sábado, representou um investimento do grupo Solverde de 50 milhões de euros e criou 230 postos de trabalho directos José Sócrates vai assistir a um jantar de gala na sala Península do hotel/casino, onde decorrerá um espectáculo com Rui Veloso, Ana Moura e Paulo Gonzo. O complexo turístico da Solverde, que fica situado junto à saída da Auto-estrada 24 (A24) para Chaves, a apenas oito quilómetros de Espanha, representa um dos maiores investimentos privados efectuado no Alto Tâmega. O grande objectivo da Solverde foi, segundo a fonte da empresa, «alargar a sua área de influência aos mercados do interior norte de Portugal e da Galiza», já que o empreendimento do género mais próximo situa-se na Póvoa de Varzim. O casino abriu portas em Janeiro, com sala de máquinas com 322 slot-machines e sala mista com máquinas e jogos bancados - duas bancas francesas, três black-jack, quatro roletas americanas, um póquer sem descarte, um ponto e banca e dois poker Texas hold'em, quatro bares e uma sala de espectáculos, com capacidade para 600 pessoas. Os jogos bancados são os mais procurados pelos jogadores, muitos provenientes da vizinha Espanha. A unidade hoteleira de quatro estrelas abriu em Junho, com 72 quartos e seis suites, distribuídos por três pisos aos quais se chega através de dois elevadores. Possui ainda dois restaurantes, seis salas de reuniões e um business center. Implementado numa área ajardinada de 340 mil metros quadrados, o hotel está dotado de todas as facilidades tecnológicas, apresentando uma forte aposta no lazer e no bem-estar através de um health club, com piscinas interior e exterior, campos de squash e futebol, circuito de manutenção, driving range e putting green. Vocacionada para a área turística a Solverde foi fundada, em 1972, por Manuel Violas, liderando um grupo de investidores da região de Espinho. Actualmente, sob a liderança dos irmãos Manuel e Celeste Violas, a empresa detém a Norte o Casino Espinho, o Hotel Apartamento Solverde e o Hotel Solverde SPA & Wellness Center, e a Sul, os Casinos de Vilamoura, Monte Gordo e Hotel Algarve Casino, na Praia da Rocha. RENDERS http-~~-//www.solverde.pt/conteudos/Casino_Chaves_280.jpg OBRAS http-~~-//i145.photobucket.com/albums/r235/fer_mars/Villfafila/DSC00780.jpg http-~~-//i145.photobucket.com/albums/r235/fer_mars/Valencia/17.jpg
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Polo de Negocios de Braga Apresentação O Pólo de Negócios de Braga é um empreendimento destinado a escritórios e espaços comerciais. Foi projectado para ser um edifício vanguardista e sustentável energeticamente com Certificação Energética Classe A, assegurando a qualidade do ar interior bem como um eficiente consumo energético. Dispõe de uma ampla superfície vidrada nas fachadas e acabamentos de nível superior. Apetente para as empresas se instalarem ou relocalizarem em espaços mais modernos e com uma maior facilidade de uso, destacando, a este nível, melhores performances quando comparados com a oferta dos edifícios actualmente existente na cidade de Braga. Com aproximadamente 10.000m2 de comércio, 12.000m2 de serviços e 700 lugares de estacionamento em parque subterrâneo, beneficia de excelentes acessibilidades sendo servido pelas variantes de Lamaçães e Circular de Braga. Insere-se numa zona intensamente comercial e de grande visibilidade próxima do futuro Laboratório Internacional de Nanotecnologia. http-~~-//polodenegociosdebraga.com/images/imag1.jpg http-~~-//polodenegociosdebraga.com/images/imag2.jpg http-~~-//polodenegociosdebraga.com/images/imag4.jpg http-~~-//polodenegociosdebraga.com/images/imag6.jpg via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=763324
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NOTICIAS “Primeira pedra lançada no Verão Depois do Grupo Escala Braga ter sido escolhido para parceiro privado, o novo Hospital de Braga está agora mais perto da concretização. O lançamento da primeira pedra está a ser programado para o Verão e deverá contar com as presenças do primeiro ministro e da ministra da Saúde. A conclusão do processo de selecção do parceiro privado para a ‘Concepção, Projecto, Construção, Financiamento, Conservação e Exploração do Hospital de Braga em regime de parceria público-privada” marcou o início de uma nova fase na já longa caminhada para a construção do novo hospital de Braga, que, como é público, será erguido em Gualtar, junto à Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho. Depois da opção pela proposta mais rápida (que prevê a construção do hospital em 27 meses), a tutela ultima agora a negociação da minuta do contrato a assinar com o Grupo Escala Braga, liderado pela José de Mello Saúde. Entretanto, o ‘Correio do Minho’ está em condições de avançar que já há movimentações no terreno no sentido de que o primeiro ministro, José Sócrates, e a ministra da Saúde, Ana Jorge, possam vir a Braga até meados do Verão para a cerimónia de lançamento da primeira pedra do novo hospital. A proposta da José Mello Saúde (que surge no quadro do consórcio estabelecido com a Somague e a Edifer) além do rápido prazo para a conclusão da obra, teve ainda o mérito de se situar abaixo do custo público comparável. De acordo com o despacho conjunto dos Ministérios das Finanças e da Administração Pública e da Saúde — publicado em Diário da República na passada sexta-feira — verifica-se que a proposta do Escala Braga “evoluiu de uma situação em que o valor actualizado líquido dos pagamentos do Estado (VAL) era inferior ao Custo Público Comparável em cerca de 167.223 milhares de euros, ou seja em cerca de 14 %, para a existência de uma poupança potencial de cerca de 33 %”. Com efeito, “o VAL associado à proposta do concorrente Agrupamento Escala Braga ascende, no final da fase de negociação competitiva, a 794.519 mil euros, ou seja, é inferior ao custo público comparável em cerca de menos 391.785 milhares de euros. Estes valores encontram-se actuali-zados a preços de Janeiro de 2006” — frisa o referido despacho. Temos assim que o parceiro privada vai investir quase 800 mil euros, enquanto que ao Estado caberá despender cerca de 214 mil euros (as verbas não incluem IVA).” IN “Correio do Minho” "São Marcos prepara programa comemorativo de cinco séculos Magalhães Costa O lançamento da primeira pedra do Novo Hospital de Braga deverá ocorrer durante o terceiro trimestre deste ano, de acordo com a convicção de Lino Mesquita Machado, presidente do Conselho de Administração do Hospital de São Marcos. Aquele responsável considerou esse acto como uma "prenda" para o São Marcos que, este ano, comemora os 500 anos de existência, depois de fundado, em 1508, pelo Arcebispo D. Diogo de Sousa, e cuja efeméride será assinalada, no próximo dia 27 deste mês, com uma eucaristia, presidida por D. Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz de Braga, na Sé Catedral. Recorde-se que, no início deste ano, o consórcio Escala, composto por José de Mello Saúde, Somague e Edifer, foi o vencedor do concurso internacional para a construção e a exploração da unidade hospitalar, através de uma parceria público-privada que deverá estar concluída em 2010. Na apresentação do programa dos 500 anos do Hospital de São Marcos, Lino Mesquita Machado disse, na oportunidade, que o hospital bracarense "está de boa saúde", quer do ponto de vista financeiro quer de ordem assistencial. Questionado sobre o futuro do São Marcos - após a conclusão do Novo Hospital de Braga -, escusou-se, de momento, a traçar qualquer cenário, remetendo tal tarefa para a Santa Casa da Misericórdia de braga, a entidade proprietária do edifício hospitalar. Bernardo Reis, Provedor da Misericórdia de Braga, admitiu, hipoteticamente, a transferência de alguns serviços do São Marcos para a Santa Casa, através de eventuais negociações com o hospital bracarenses e com o próprio Ministério da Saúde. "Neste momento, não temos ainda um projecto definido para o espaço do São Marcos, mas é nossa intenção privilegiar instituições, como a nossa, ligadas á saúde e á assistência social", disse. Relativamente ao programa dos 500 anos do Hospital São Marcos, o mesmo tem início no dia 27 do corrente, com o Dia do Hospital. Em Setembro, será a vez da inauguração de uma exposição alusiva ao hospital bracarense e o encerramento marcado para 20 de Novembro. " IN "JN" Novo hospital avança este ano Denisa Sousa O novo hospital de Braga "terá obra no terreno ainda este ano", assim que o Governo fechar as negociações do contrato com o vencedor do concurso (Escala Braga, do Grupo Melo) e o Tribunal de Contas o validar. A garantia foi deixada pelo secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Manuel Pizarro, que, ontem, nas comemorações dos 500 anos do Hospital de S. Marcos fez questão de sublinhar que "Braga será um dos grandes centros dos serviços de Saúde em Portugal", combinando academia e investigação com a melhor resposta assistencial. A união entre a Escola de Ciências da Saúde, Instituto Ibérico de Nanotecnologias e o futuro hospital, cuja construção está aprazada para 2010, devem ser, considera, "motivo de exaltação por parte da comunidade" e a oportunidade perfeita para a convergência num plano comum das entidades que participaram na cerimónia Administração Regional de Saúde do Norte, Universidade do Minho, Santa Casa da Misericórdia e Câmara Municipal de Braga. Apontando o "elevadíssimo nível tecnológico e humano" do S. Marcos, Manuel Pizarro não deixou de mencionar a premência de uma mudança almejada há duas décadas. O presidente do Conselho de Administração, Lino Mesquita, deu conta dos números da mudança, dos investimentos avultados e remodelações nos últimos três anos, mas não se esqueceu de "repreender" os "profetas da desgraça" e os "padrinhos de ocasião que aparecem à luz do dia querendo ocupar o espaço dos que realmente têm feito algo" pela celeridade do processo do novo hospital. Num discurso optimista, o responsável frisou que "todos devem continuar a acreditar nas virtualidades do serviço público, permanecendo vigilantes para que tudo continue a ser o que tem sido", "independentemente do modelo de gestão". Já o Presidente da Câmara de Braga, Mesquita Machado, considera "assegurado um futuro risonho" que fará esquecer os "acidentes burocráticos" que atrasaram a construção do futuro hospital. JN, 29/04/2008 Sócrates garante hospital em 2011 Um sonho com 24 anos foi concretizado este domingo com a assinatura do contrato de construção e gestão do novo Hospital de Braga, em cerimónia presidida pelo primeiro-ministro, José Sócrates, na sua deslocação ao Minho. "Espero não me reformar sem que este hospital esteja construído", a vontade determinada do primeiro-ministro, José Sócrates, ontem manifestada, em Braga, durante a cerimónia da assinatura do contrato de construção e gestão do futuro Hospital Central e Universitário, cujas obras se iniciam em Janeiro de 2009, prevendo-se a sua entrada em funcionamento em 2011. O chefe do Governo reagiu, assim, ao gracejo feito por Mesquita Machado, presidente da Câmara de Braga, ao relembrar que a decisão e anúncio para a construção do novo Hospital de Braga remonta a uma época anterior à entrada de José Sócrates na vida política (aconteceu em 1987). Ou seja, um processo que levou 24 anos, com impasses, atrasos, indecisões, e só agora concretizado após a parceria público privada com o consórcio "Escala Braga". José Sócrates defendeu um hospital que "seja referência" no Sistema Nacional de Saúde (SNS), ao mesmo tempo que enalteceu a sua vertente universitária, no domínio da Investigação e das Ciências da Saúde, em parceria com a Universidade do Minho. "Queremos construir um dos hospitais mais modernos do país", sustentou. A ministra da Saúde, Ana Jorge, disse que o novo Hospital de Braga vai representar "um salto qualitativo" na gestão e eficiência dos serviços de cuidados de saúde, revelando, na oportunidade, a importância futura da nova unidade hospitalar na área da cirurgia do ambulatório e hospital de dia. Por outro lado, aludiu às novas especialidades médicas consideradas "de ponta" ao nível da medicina moderna, tais como, entre outras, Radioterapia, Quimioterapia, Medicina Nuclear e Cardiologia Pediátrica. O hospital, que servirá uma população aproximada de um milhão de pessoas (distritos de Braga e de Viana do Castelo) terá, como o JN avançou ontem, uma capacidade de 704 camas, nove salas do Operatório, três do Ambulatório e 59 gabinetes de Consulta Externa. A José de Mello Saúde, um dos parceiros do consórcio "Escala Braga" considerou esta parceria público-privada "um compromisso de longo prazo e uma grande responsabilidade perante o país. De resto, o contrato assinado entre o Estado e o consórcio "Escala Braga" tem uma duração de 30 anos e uma gestão durante 10 anos, estando a construção do novo hospital orçado em 794 milhões de euros. "O contrato que acordámos, após uma negociação detalhada, coloca-nos perante metas exigentes de qualidade e de eficiência. Estamos seguros de que só será bem sucedido se existir uma efectiva parceria entre o operador privado e o Estado", disse Salvador de Mello, presidente do Conselho de Administração da José de Mello Saúde. JN MAQUETA http-~~-//www.norigem.pt/imagens/esc_0500_03_1.jpg
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http://mventura.provider.pt/_uploads/images/_79_ecb92a63206b2aae6561a701cf0bba7d.jpg O render do projecto da Imocom para a cidade do Porto.
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OBRA http-~~-//i8.photobucket.com/albums/a45/herrmando2/Boavista2/DSC_0025.jpg http-~~-//i8.photobucket.com/albums/a45/herrmando2/Boavista2/DSC_0024.jpg VIA: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=659344
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Manuel Ventura & Associados Arquitectos - http://www.mventura.com/
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Tipo de Intervenção Comércio . Serviços Designação Edifício de Comércio e Serviços Localização Zona Norte Área - Cliente Dynamic Force, Lda Projecto 2008
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Inicio do Topico de Projectos de Portugal. LISTA DE PROJECTOS Nao colocados mas que podem ser vistos nos seguintes links: Braga | Ideia Atlântico Pombal | Urbanização das cegonhas
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[ame=" "]YouTube - GI JOE movie trailer (extended) 2009[/ame] Este filme parece ser surreal.
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Nanotecnologia com 25 milhões em equipamentos Instituto Ibérico Internacional deverá estarem "pleno funcionamento" no último trimestre de 2010 00h30m MAGALHÃES COSTA JN A abertura de concursos para equipamentos e o recrutamento de investigadores são as fases que se seguem do futuro Instituto Ibérico Internacional de Nanotecnologia, com funcionamento previsto até ao final deste ano. O Instituto Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL) prepara-se para avançar com a segunda fase do projecto em construção em terrenos da Rodovia, em Braga. Depois do arranque dos trabalhos, em meados de Julho de 2008, consubstanciados nas demolições, fundações, estruturas de betão e cobertura, agora é a vez da abertura dos concursos para a aquisição de equipamentos, cujo investimento ascende a cerca de 25 milhões de euros. Paulo Freitas, director-geral adjunto do INL, admitiu que os primeiros concursos ocorram ainda durante este mês, num processo que se prolonga até finais do mês de Fevereiro. "Está-se a ultimar os concursos de acordo com o calendário definido, apesar desta fase do projecto incidir ainda na construção das estruturas laboratoriais, cujos trabalhos deverão estar concluídos até finais de Março ou princípios de Abril", disse. De acordo com aquele responsável, a prioridade centra-se na aquisição de equipamentos para os primeiros laboratórios previstos para funcionar no final deste ano, tendo o INL estabelecido como áreas prioritárias a "investigação em nanomedicina", "monotorização e segurança do ambiente e controle de qualidade de alimentos" e "nanotecnologia aplicada". Por outro lado, Paulo Freitas acrescentou que o recrutamento de investigadores - já em curso - vai entrar numa "fase de aceleração", devido a protocolos já estabelecidos com vários laboratórios e centros de investigação europeus. "Pretendemos ter uma comunidade técnica e científica de valor internacional", frisou. O INL conta já, nesta fase, com sete investigadores, além de 18 jovens doutorados que fazem formação em instituições portugueses e espanholas. Recordando que o INL irá ter um número aproximado de 200 investigadores, num universo de 400 funcionários, parte dos investigadores poderão ainda serem provenientes de outros pólos mundiais, nomeadamente de países da América do Norte, América Latina e até da Ásia, ao abrigo de uma cooperação internacional. Paulo Freitas referiu que o INL estará em "pleno funcionamento" somente em finais de 2010, prevendo que a sua autonomia financeira aconteça dentro de um prazo de cinco anos. Ocupando cerca de 47 mil metros quadrados do antigo espaço da Bracalândia - disponibilizado pela Câmara Municipal de Braga - o INL tem um custo estimado de 70 milhões de euros, co-financiado por fundos inter-regionais em 35 milhões de euros. Os principais espaços científicos estão divididos pelas áreas da "Mircro e Nanofabricação Central", "Recursos centrais de Biologia e Bioquímica" e "Laboratório Central de Caracterização Estrutural e Interface". O INL resulta de esforços conjuntos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Portugal) e do Secretariado-Geral da Política Científica e Tecnológica, do lado espanhol. in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=606187&page=2
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Empreitada de reabilitação vai arrancar na Madalena Requalificação vai ajudar a fixar população, um dos objectivos do plano traçado pelo vereador Manuel Salgado O quarteirão da igreja da Madalena e o adjacente vão ser os primeiros a sofrer obras de reabilitação, servindo de exemplo para o que se quer fazer na Baixa-Chiado, segundo a estratégia definida pelo vereador Manuel Salgado. De acordo com o responsável, a escolha enquadra-se numa proposta dos vereadores PSD, aceite pelo presidente da Câmara, em Abril, para que a Autarquia escolhesse dois quarteirões na Baixa e os reabilitasse, ajudando no processo de fixação da população. O plano de revitalização da Baixa-Chiado tem intervenções estimadas em 702,9 milhões de euros até 2020. Entre as propostas aprovadas está a elaboração de um plano de pormenor para uma área de 44,4 hectares, que abrange S. Nicolau, Madalena, Santa Justa e Mártires. "A reabilitação é sempre bem--vinda, mas espero que seja bem feita e não mais uma santanada", começou por dizer Jorge Ferreira, presidente da Junta de Freguesia da Madalena, recordando a mega-empreitada que houve na sua freguesia, durante o mandato de Pedro Santana Lopes, que levou ao fecho de um troço da Rua da Madalena por mais de um ano. Anos depois, pouco mudou na Rua da Madalena, assegurou ao JN. Algumas fachadas foram pintadas e fizeram-se algumas obras interiores que não colhem os elogios de Jorge Ferreira. "Fizeram novas paredes e portas e quando as pessoas quiseram passar com os móveis já não cabiam. Noutros prédios reabilitados, há tectos caídos", criticou o autarca. E dá mais maus exemplos "Na esquina com a Rua de S. Julião, está um prédio que sofreu um incêndio em 1988 e ali ficou a carcaça". "Mais abaixo, está outro que tem apenas as paredes e é habitualmente frequentado por sem-abrigo e toxicodependentes", frisou. Não há estacionamento "É a força do hábito que me traz por cá. Isto está feio. Morei na Baixa durante anos, mas depois mudei-me para Campo de Ourique. De dia, há movimento, mas à noite mete medo. Acho que me sentiria uma ave rara", comentou Idália Silva, abordada pelo JN À saída da igreja da Madalena. Trazer para esta zona da Baixa novos moradores não vai ser tarefa fácil. "O carro, hoje, é uma peça fundamental. Se não têm onde estacionar, não escolhem morar aqui", alegou, por sua vez, Vítor Armando, dono de uma loja de electricidade na zona a reabilitar. Para António Manuel, presidente da Junta de S. Nicolau, área abrangida pelo plano, a revitalização só terá sustentabilidade se conseguir fixar gente. Para isso, têm de ser "criadas bolsas de estacionamento e elevadores nos prédios que vão ser intervencionados, muitos dos quais com cinco andares. As pessoas têm de ter conforto", frisou. Na sua freguesia, o autarca apresentou como prioritárioos dois quarteirões junto à Rua do Ouro. A área de intervenção do plano de pormenor, a elaborar em parceria com o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR), corresponde à zona central do Plano de reconstrução de Lisboa elaborado após o terramoto de 1755. Outra das propostas aprovadas pelo Executivo defendia a suspensão do Plano Director Municipal para avançar com a instalação de um museu do Banco de Portugal na igreja de São Julião, a construção de um elevador para o Castelo a partir da Rua dos Fanqueiros, a instalação do Museu do Design e Moda na antiga sede do banco Nacional Ultramarino e a instalação de um jardim nos terraços do quartel da GNR no Carmo. Fonte: JN
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Terreiro do Paço poderá vir a ser aliviado de automóveis para dar mais espaço aos peões 01.05.2008 Executivo municipal lamentou que o Governo não tenha informado a câmara das propostas para a zona de Alcântara que anunciou com pompa A retirada do trânsito individual das laterais do Terreiro e Paço e a alteração da circulação automóvel entre o rio e o arco da Rua Augusta poderá em breve ser colocada em discussão pública pela Câmara de Lisboa. A proposta do vereador Manuel Salgado foi ontem apresentada ao executivo municipal, mas a oposição acusou a maioria socialista de tentar fazer passar medidas importantes para a cidade sem discutir eventuais alternativas. A sessão camarária iniciou-se com a apresentação de um estudo preliminar que prevê, numa primeira fase, que apenas os transportes públicos circulem nas laterais do Terreiro do Paço. O tráfego, a partir do Cais do Sodré, deverá circular em duas vias na Ribeira das Naus, junto ao rio, enquanto do lado do Campo das Cebolas, a circulação se fará pelas ruas dos Bacalhoeiros e do Arsenal, na direcção da Praça do Município. Se a proposta avançar, o Terreiro do Paço transformar-se-á numa espécie de rotunda, possibilitando a criação de "uma grande praça pedonal" junto ao Tejo. Segundo Mendes dos Reis, do gabinete do vereador do Urbanismo e Planeamento Estratégico, a medida levaria a "uma redução imediata" de cerca de 25 por cento do atravessamento automóvel da Baixa lisboeta. Manuel Salgado afirmou, por outro lado, que o trânsito na Avenida da Liberdade aumentou com a abertura do túnel que liga as Amoreiras ao Marquês de Pombal. O autarca adiantou que o Plano de Urbanização da Avenida da Liberdade depende de uma redução da circulação automóvel na zona, e dos inerentes níveis de poluição atmosférica, de forma a poder revitalizar-se o uso habitacional naquele eixo da cidade. As alterações previstas visam ainda articular a rede viária urbana com a futura terceira travessia do Tejo. A vereadora Helena Roseta defendeu que a proposta deve ser discutida pelo executivo e ir mais longe, retirando toda a circulação junto ao Tejo, de modo a "libertar a vista do Terreiro do Paço para o rio". A eleita pelos Cidadãos por Lisboa alertou ainda para a necessidade de se acautelar o facto de o túnel do metropolitano, em situações extremas de maré baixa, "criar uma poça" de água e lodos, com os consequentes maus cheiros para uma zona privilegiada da cidade. O vereador Ruben de Carvalho criticou os socialistas por quererem avançar com uma proposta apresentada "em quatro slides" e que "a câmara não estudou, não discutiu, não aprovou". A oposição lamentou em bloco que o Governo tenha anunciado intervenções ferroviárias e portuárias para Alcântara sem informar a câmara. O presidente do município, António Costa, confirmou desconhecer a proposta governamental para Alcântara. O autarca do PS garantiu que o estudo para o Terreiro do Paço será discutido antes da discussão pública e que, "enquanto não houver uma variante à Baixa, não se pode eliminar a circulação" junto ao Tejo. O executivo aprovou, por unanimidade, uma proposta de António Costa para que a assembleia municipal crie uma Comissão para a Promoção de Boas Práticas. Na sequência do resultado da sindicância aos serviços de urbanismo, pretende-se que uma das medidas contra a corrupção seja a criação de uma comissão, de três personalidades, que acompanhe a actividade camarária na área do urbanismo, permutas e planos. Fonte: Público Oposição contesta o facto do estudo não ter sido debatido em Câmara O vereador do Urbanismo na Câmara de Lisboa , Manuel Salgado, apresentou ontem um estudo preliminar que visa retirar o trânsito das laterais do Terreiro do Paço, apostando em criar ali uma "grande praça pedonal". O estudo prevê que os automóveis vindos do Cais do Sodré atravessem a praça na zona sul, junto ao rio, e os que vêm de Santa Apolónia passem a norte, junto do arco da Rua Augusta. O presidente António Costa manifestou a vontade de eliminar completamente a circulação de transporte individual do Terreiro do Paço, mas sublinhou que "a circular ribeirinha tem muita utilização" e não é viável retirar o trânsito "enquanto não houver uma variante" a montante da Baixa, que desvie os carros. Costa afirmou que o estudo - que será sujeito a discussão pública, embora ainda sem data para o fazer - visa essencialmente retirar o trânsito das laterais, permitindo alargar os passeios e criar ali "uma grande praça pedonal". Manuel Salgado explicou que se trata de "uma solução evolutiva para o trânsito ser reduzido", criando uma "grande giração, um anel em torno do Terreiro do Paço". Os dois sentidos de trânsito cruzar-se-ão no Campo das Cebolas, a Leste. O vereador sustentou ainda que a retirada de parte dos carros é essencial para reduzir os níveis de poluição e ruído, que actualmente "contra-indicam a Baixa como zona residencial". Entre a oposição ouviram-se críticas a António Costa por pretender apresentar o plano a discussão pública "em nome da Câmara Municipal", insurgindo-se contra o facto de nada ter sido discutido entre os vereadores. Ruben de Carvalho, do PCP, afirmou que "a Câmara não conhece, não aprovou", defendendo que "só deve ser posto a discussão pública um projecto que tenha tido a intervenção de toda a Câmara". Já o independente e ex-presidente Carmona Rodrigues apontou o carácter "demasiado sintetizado" do projecto apresentado, questionando sobre se o aterro que o Metropolitano fez frente ao Cais das Colunas ficará visível e acima do nível da maré baixa, o que resultaria numa "poça" sem escoamento de água naquele local. Manuel Salgado retorquiu que, tanto quanto sabe, o Metropolitano garantiu que "o aterro seria retirado tanto quanto possível, de modo a garantir a estabilidade do túnel". Fonte: JN via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=618102
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Afinal eram 3 topicos.:)
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Friday, November 2, 2007 Foster + Partners: new Camp Nou Stadium for FC Barcelona To celebrate the 50th anniversary of the stadium, the club issued and international tender for architects to develop a project for re-modelling the stadium. The aim of the project was to turn the stadium into an integrated and highly visible urban environment. Whilst not aiming for a substantial increase in seating capacity, proposals must accommodate a minimum of 50% of seats to be under cover. On September 18, 2007, British architect Lord Foster has been chosen by the Catalan club to "restructure" the 98,000-seater stadium at a cost of €250m. The stadium will be given a complete facelift, with a mosaic of multi colored tiles in blue and scarlet, the football team colors, and red and yellow, those of Catalonia's flag. Construction work will begin in 2009 and is due to be completed by the start of the 2011-2012 season. Identity The architectural proposal described here places a strong emphasis on giving the stadium a vital and distinctive presence within the urban fabric it is situated. The stadium will become well known not just for its distinctive appearance from within its seating bowl but also its dramatic new external architecture. The design of the stadium’s exterior façade will allow for the stadium to transform itself between day and night and also between non-match days and match days. The stadium’s volume is enveloped within a mosaic veil of colored tiles. The tiles are a mixture of colored polycarbonate panels and colored glass panels. These give the stadium a distinctive outer skin which will make a visual matrix of color, shade and reflections. At night the stadium will be energized by lights built into the façade to become a beacon to attract fans and respond to the excitement of the match itself. This appearance can be expected to place the stadium as a “must-see” venue for both football fans and architecture admirers who visit the city of Barcelona. It should be expected that the external image of the stadium will become a recognized brand for FC Barcelona. Side Enclosure The mosaic screen wrapping around he sides of the stadium is composed of an array of coloured polycarbonate panel tiles which embody the colors of FC Barcelona. The panels are fixed to a diagrid cable net which is tensioned between the roof level above he seating bowl and the ground. The accumulated effect of the screen will provide rain protection to the naturally ventilated spaces within the stadium including the public concourse areas. From outside the stadium the mosaic tiles will create a vibrant effect of colors and reflections. From inside the stadium the tiles will filter the different components of the club colors into the various internal spaces. External Facade Animated Lighting Effect Integrated within the colored tiles of the side enclosure are special lighting elements which mean that the entire external façade can be used for animated lighting displays. The entire stadium enclosure will work as a giant screen which can project moving full-color images to the stadium surround. Such images can range from low-key ambient displays to vibrant and more detailed displays on event-nights. The roof The roof over the stadium carries an extension of the stadium’s external mosaic over the stadium seating bowl. The colors of the Club will also be seen in the soffit of the roof. The density of the colors reduces towards the inside edge of the roof where it blends into the sky. The roof enclosure is a lightweight translucent enclosure composed of colored polycarbonate panels fixed to the top surface of the cable net structure. Visually, the roof provides an architecturally lightweight presence above to the stadium. The roof is supported by an efficient two-way pre-stressed cable net system spanning across the large dimensions of the Camp Nou’s seating bowl. Construction The remodeled stadium is designed such that its can be built with minimal disruption FC Barcelona normal football activity. The following are the main strategic objectives for the construction methodology: • Avoid disruption to normal FC Barcelona’s football activity. All matches can be played as usual. • The stadium’s overall spectator seating capacity suffers no reduction during the works. • The new services road tunnel around the stadium is built around the outside of the existing stadium without affecting the existing structure. • Primary new vertical circulation cores to the enlarged Upper Tier are built around the outside of the existing stadium. • Roof construction can progress throughout the football seasons. Work would take place during the time between programmed matches and the work made safe and secure prior to each match. • No temporary towers are required on the arena or over the seating bowl for the roof construction. • The existing roof over the Tribuna can remain in position until the new stadium roof is completed over the west stand. • The stadium remains open to visitors at all times. The stadium tour route may be diverted at some times according to works phasing. Access In terms access and circulation, the most dramatic change that will be enjoyed by spectators arriving at the remodelled stadium will be for those accessing the upper tier. Instead of long ramps or stairs, all spectators will travel up to the upper concourse level by mechanical escalators from ground level. Six escalator groups are distributed around the stadium set within the new band of superstructure around the Camp Nou. Spectators using these escalators will be able to enjoy views over the stadium surrounding as they rise up effortlessly the stadium’s new upper concourse level. Disabled spectators will have the use of lifts up to the upper tier. General match day amenities The remodelled stadium offers a dramatic amenity improvement for all spectators. The general public spectators will benefit from a huge increase in the numbers of toilets available inside the stadium. On the newly expanded concourses all spectators will have access to a much increased number of food and beverage outlets which should be able to offer a wider choice for customers. All such outlets will also have queuing areas provide to avoid congestion of the concourse circulation. The quality of environment on the concourse is dramatically improved. Natural daylight is encouraged into the circulation spaces to create a more agreeable ambience. in http://futurestructures.blogspot.com/search?updated-min=2007-01-01T00%3A00%3A00-08%3A00&updated-max=2008-01-01T00%3A00%3A00-08%3A00&max-results=4
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Revolução do século no centro da cidade 2008-12-26 PEDRO FONTES DA COSTA O centro de Anadia vai sofrer uma revolução e dentro de ano e meio estará "irreconhecível". A Câmara diz que a altura não poderia ser melhor para a regeneração do centro da cidade, avaliada em mais de três milhões de euros. "Não podemos deixar escapar esta oportunidade, sob pena do dinheiro do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) ir parar a outros municípios, afirmou Litério Marques, presidente da Câmara de Anadia, na apresentação do projecto de regeneração do centro urbano. Avaliado em mais de três milhões de euros, inicia-se nas proximidades da Escola Secundária e só termina junto ao antigo mercado. Litério Marques defende que é necessário aumentar o núcleo da cidade de uma forma harmoniosa para que se conquiste um ar citadino, sublinhando que "é necessário criar aquilo que não existe". O edil explica que será feita a requalificação urbanística e paisagística da área a nascente dos Paços do Concelho, a reformulação da rede viária e correcção do traçado, através da construção de uma nova rotunda a nascente do antigo mercado". Destaca ainda a reformulação da iluminação pública e dos circuitos pedonais. A maior grandiosidade do projecto, do arquitecto Rui Rosmaninho, localiza-se nas traseiras dos Paços do Concelho, onde será construída uma "incubadora de serviços de proximidade", que se destina a funcionar como centro de serviços multifuncionais com o intuito de centralizar serviços de atendimento ao público e de fomentar a proximidade do cidadão. Um pouco abaixo, será construído o "Domus Café", onde se pretende conciliar a área de café com um espaço cultural, com ligação à internet e ligação à Biblioteca Municipal. O antigo mercado desaparecerá para dar lugar a uma praça pública e a espaços verdes que materializam uma zona de convívio, cultura e lazer que escondem um parque subterrâneo para 160 viaturas. O autarca de Anadia diz só esperar pelo visto do Tribunal de Contas para avançar com a obra, independentemente de ser ou não comparticipada pelo QREN. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Aveiro&Concelho=Anadia&Option=Interior&content_id=1063448
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Museu judaico está em fase de "estudo" 2008-12-27 TELMA ROQUE A Comunidade Israelita de Lisboa está a "estudar" a possibilidade de instalação de um museu judaico em Alfama, num espaço cedido pela Câmara, mas o projecto poderá não avançar a breve prazo. Em causa estão os elevados custos da obra. Há pouco mais de uma semana, António Costa, presidente da Câmara de Lisboa, anunciou, na cerimónia de apresentação do Plano de Actividades para 2009, que a autarquia tinha adquirido um imóvel em Alfama, para que aí pudesse ser instalado um museu judaico, um sonho há muito acalentado pela Comunidade Israelita de Lisboa. Contudo, os custos e a actual conjuntura económica podem adiar a realização da obra. "Ainda nada está decidido. É uma obra que envolve custos. A Comunidade há muito que gostaria de ter um museu, mas é prematuro falar sobre o assunto. A situação (económica) não é favorável", frisou ao JN Esther Mucznik, responsável da Comunidade Israelita de Lisboa. O espólio, muito rico em quantidade e variedade, garante Esther Mucznik, está catalogado e guardado em diversos locais. Em 2003, foram feitas obras profundas de restauro na Sinagoga Shaaré Tikvá, mas foi posta de parte o projecto de construir um núcleo museológico na traseira lateral do templo devido à exiguidade que o espaço oferecia. Já na altura Esther Mucznik sublinhava que construir um museu no templo centenário daria apenas a possibilidade de contar a história dos últimos 200 anos da presença judaica em Portugal. A Comunidade pretende ir mais longe e quer exibir espólio que mostre mil anos de história. Será um museu que percorrerá as origens, a longa batalha pelo seu reconhecimento, o trabalho em prol dos refugiados da Segunda Guerra Mundial, a vivência religiosa e histórias individuais de homens, mulheres e rabinos. A centenária sinagoga Shaaré Tikvá (Portas de Esperança), situada na Rua Alexandre Herculano, ao Rato, está classificada como Imóvel de Interesse Público e foi a primeira Sinagoga construída de raiz em Portugal. Foi inaugurada em 1904, segundo um projecto do conceituado arquitecto Miguel Ventura Terra, com o apoio de Joaquim Bensaúde, historiador e presidente honorário da Comunidade Israelita de Lisboa. A construção da sinagoga teve que incluir um muro exterior, para que o templo, não católico, não pudesse ser visto a partir da via pública. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=1063777
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Estranho ... quando o RBD era director a revista AeV era uma das revistas mais vendidas no mercado de revistas de arquitectura... quando ele saiu eh que a revista comecou a definhar... Eu deixei de a comprar quando vi um projecto de um colega meu que tinha tido negativa publicado nessa revista. Desde essa altura que deixei de a comprar... Durou 10 anos... nada mal.
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Costa Alentejana | Casa Barreira Antunes | Aires Mateus
JVS replied to Arq.to's topic in Arquitectura
E nao precisa de usar tintas... basta usar cal. Mas em regioes urbanas o branco eh desaconselhado... sao os alvos preferidos para os pintor de arte urbana darem um arranjo da sua graca.... -
Amadora | Dolce Vita Tejo Amadora | RTKL+Promontório Arquitectos
JVS replied to JAG's topic in Arquitectura
Kidzania parece nome de Republica da Asia Central.
