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JVS

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  1. Oh Ark ateh parece que foste corrido do atelier por causa de uma gaja boa. Podias contar a historia. Seria interessante.:foto:
  2. Irra...
  3. Nao eh assim que se faz Ark... tens de ser mais atencioso, mais meigo, mais simpatico... ela eh uma pessoa sensivel, tens de dar umas rosas, convida-la a ver o Mamma Mia, ir a um restaurante de comida vegetariana... essas coisas...... Margarida: O que o ark quer eh amor vindo de ti... nao sejas tao mazinha para ele da-lhe uma oportunidade...
  4. Ui a Jamila......
  5. [ame=" "]YouTube - American Psycho - (Paul Allen Scene)[/ame] Adoro esta cena deste filme...
  6. Siza, Souto de Moura, Aires Mateus, Carrilho da Graca, Tavora, Tainha, Graca Dias,... e o tal que ninguem admite existir... Taveira. O Bem e o Mal da Arquitectura Portuguesa. Pode nao existir Teatro nem Cinema Portugues mas existe Arquitectura Portuguesa. Pelo menos os Arquitectos dao algum caracter a este Pais.
  7. Como eh que fizeste?
  8. Fotografias da Obra retiradas daqui.
  9. REFERENCIA http-~~-//upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/5/53/Oval_pavilion_by_Vladimir_Shukhov_1896.jpg/450px-Oval_pavilion_by_Vladimir_Shukhov_1896.jpg DADOS Khan Shatyry 150m. under construction start: 2006 completed: quarter 3-4, 2008 Official Site: www.khanshatyry.com Architect: Foster & Partners www.fosterandpartners.com info from Wikipedia: [ame]http://en.wikipedia.org/wiki/Khan_Shatyry[/ame] Khan Shatyry (Royal Marquee) is a giant transparent tent currently under construction in Astana, capital city of Kazakhstan. The architectural project was unveiled by the President of Kazakhstan Nursultan Nazarbayev on 9 December 2006. The 150m-high (500ft) tent has a 200m elliptical base covering 100,000 square meters.[1] Underneath the tent, an area larger than 10 football stadiums, will be an urban-scale internal park, shopping and entertainment venue with squares and cobbled streets, a boating river, shopping centre, minigolf and indoor beach resort. It is being made from ETFE suspended on a network of cables strung from a central spire. The transparent material allows sunlight through which, in conjunction with air heating and cooling systems maintain an internal temperature between 15-30°C in the main space and 19-24°C in the retail units, while outside the temperature varies between -35 to +35°C across the year. This will be the second project designed by UK architect Norman Foster (of Foster and Partners, collaborating architects are Linea, Gultekin and UMO[1]), who has recently built a giant glass pyramid in Astana. The construction of the tent-city, expected to take a year(probably a bit more), will be carried out by the Turkish company Sembol. IN http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=511231
  10. Machado de Castro reabre com criptopórtico Museu deverá voltar a funcionar em pleno nesta Primavera 2009-01-24 CARINA FONSECA O criptopórtico romano disputou todas as atenções, esta sexta-feira, na reabertura parcial do Museu Nacional Machado de Castro, em Coimbra. Na Primavera, já estará a funcionar em pleno, anunciou a secretária de Estado da Cultura. O Museu Nacional Machado de Castro começou a ser devolvido ao público com a abertura do criptopórtico, pela primeira vez, na sua totalidade. Recorde-se que o projecto de ampliação e requalificação, da autoria do arquitecto Gonçalo Byrne, obrigou ao encerramento do espaço durante cerca de dois anos. A estrutura romana, com 2000 anos, foi alvo de intervenções que, além de terem permitido alargar o espaço visitável, levaram à descoberta, por exemplo, de uma cloaca (rede de esgotos romana), no sector sul, como explicou o arqueólogo Ricardo Silva. Mais: possibilitaram a reconstituição, em formato 3D, do antigo fórum, da época do imperador Cláudio. Os dois pisos que compõem o criptopórtico voltaram a ser percorridos no dia em que a secretária de Estado da Cultura, Paula Fernandes dos Santos, deu como certa a abertura integral do museu nesta Primavera. Uma notícia recebida com agrado pelo vereador da Cultura da Câmara de Coimbra, Mário Nunes. "É um património que tem estado encerrado por necessidades de reconstrução e modernização, e vai passar a estar aberto a toda a população", disse, na visita ao criptopórtico, convicto de que "o museu é de importância mundial". Antes da intervenção da secretária de Estado, o presidente da Câmara, Carlos Encarnação, já havia sublinhado que o espaço museológico "é um bem precioso demais para não estar aberto". in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Coimbra&Concelho=Coimbra&Option=Interior&content_id=1076993 Museus: Devem ser pólos de atracção do turismo cultural e reforçar relação com o meio e as pessoas - Sec. Estado da Cultura 2009-01-23 Coimbra, 23 Jan (Lusa) -- A secretária de Estado da Cultura exortou hoje, em Coimbra, os museus a assumirem-se como pólos de atracção do turismo cultural, além de reforçarem a relação com o meio onde se inserem e com as pessoas. Paula Fernandes dos Santos, que participava na sessão de abertura oficial da primeira fase de requalificação do Museu Nacional de Machado de Castro, salientou que o turismo cultural é o sector que actualmente apresenta taxas de crescimento mais elevadas. Na sua perspectiva, "os investimentos não acabam com a requalificação das paredes e dos telhados", pois é preciso ter um projecto para cada museu, que seja um "elemento dinamizador da vida da cidade e um pólo de atracção para o turismo cultural". Nesse sentido, recordou o esforço que o Ministério da Cultura tem vindo a fazer para requalificar vários museus nacionais, dotando-os de um conjunto de valências novas, que respondem a outros desafios, de reforçar a relação com o meu envolvente e de atracção de visitantes. O director do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC), Manuel Bairrão Oleiro, que igualmente participou na sessão, salientou que o Machado de Castro é "um museu novo", que terá de se assumir como "uma âncora do turismo cultural", articulando a sua acção com a da Câmara Municipal e da Universidade de Coimbra. "Com essa articulação, a Alta de Coimbra só tem a ganhar", salientou o responsável, acrescentando que o criptopórtico romano, onde está implantado no museu, "é uma estrutura única na Península Ibérica". Manuel Bairrão Oleiro referiu ainda que a colecção de escultura do Machado de Castro "é porventura a melhor dos museus nacionais" e "a de joalharia é importantíssima". "É o primeiro dia de uma nova etapa de um museu de referência a nível nacional. É o primeiro dia de uma nova vida. Um ponto de encontro entre o museu e a contemporaneidade", afirmou a sua directora, Ana Alcoforado. O Museu Nacional de Machado de Castro, em Coimbra, reabriu hoje parcialmente ao público, após dois anos de requalificação e ampliação. A sua abertura integral ocorrerá em 2010, com a inauguração do seu auditório, na Igreja de S. João de Almedina. O projecto de requalificação e ampliação daquele espaço museológico e arqueológico, da autoria do arquitecto Gonçalo Byrne, prevê que ao longo de 2009 seja executado o projecto museológico, com vista à reabertura gradual da totalidade dos espaços expositivos. A abertura parcial do museu compreendeu a disponibilização ao público do criptopórtico romano e da galeria de exposições temporárias, onde foram inauguradas "De forum a museu", que evoca o processo de remodelação do Machado de Castro, e ficará patente até à sua reabertura integral, e uma exposição de fotografia de crianças que ao longo dos dois anos acompanharam as mutações do museu -- "O Nosso Museu. Olhares Travessos dos Mini-Repórteres". O criptopórtico romano, pela primeira vez, poderá ser apreciado em toda a sua monumentalidade. O público poderá passear pelas extensas galerias, tal como o terão feito os romanos para aproveitar a sua frescura em dias de calor. Os trabalhos arqueológicos aí realizados vão permitir reconstituir virtualmente, e pela primeira vez, o que foi o antigo fórum da época de Cláudio, com dois pisos e uma área de implantação de cerca de 2.800 metros quadrados, edificado para superar o declive da zona onde foi implantado o Fórum de Aeminium, em meados do século I A.C.. A requalificação do Museu Nacional de Machado de Castro, iniciada em Outubro de 2006, custou 11 milhões de euros e englobou novas edificações em zonas anexas, onde antigamente existiam casas de habitação, que ao longo dos anos foram sendo expropriadas para desenvolver trabalhos arqueológicos e aprofundar o conhecimento do Fórum claudiano e malha urbana envolvente. O novo espaço edificado, que duplicará a área do museu, albergará galerias de exposições, as reservas, uma cafetaria-restaurante panorâmica, com acesso independente, e os serviços administrativos, estes ligados por uma passagem sob uma rua. FF. in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1076340
  11. NOTICIAS Lote do Jardins do Mondego está a ocupar a zona verde Tribunal deu ontem como provado que o lote com o prédio de habitação está parcialmente implantado numa zona classificada como de uso público O lote 1 do loteamento Jardins do Mondego está parcialmente em zona verde de uso público. Este facto - que pode abrir caminho à decisão da respectiva demolição - foi ontem dado como provado pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra (TAFC) no âmbito da acção que decorre há mais de dois anos naquele tribunal. Durante a manhã de ontem foram ouvidos os peritos, para quem é claro que o lote ocupa a zona verde, «mas não é rigoroso afirmar quanto». A necessidade de interpretar o Plano Director Municipal (elaborado numa escala 1:10 000) foi assumida pelos técnicos (engenheiros e arquitectos) uma vez que não existem referências exactas. É claro, para eles, que existe um corredor verde a ligar o Botânico ao Parque Verde e que terá aproximadamente 50 metros de largura entre o edifício onde estão as Finanças e o loteamento do Jardins do Mondego. O lote em causa está, numa das zonas, a 32 metros do referido edifício. O arquitecto Gonçalo Byrne, autor do projecto de loteamento, lembrou que tendo em conta a escala do PDM um pequeno traço pode significar uma diferença de 10 metros pelo que disse estar «totalmente convencido» (quando fez o projecto e agora) que cumpriu com o PDM. A decisão, proferida ao final da tarde, foi ao encontro da tese do Ministério Público, contrariando a pretensão quer dos promotores do loteamento quer da própria Câmara de Coimbra. Agora que a matéria de facto está dada como provada (a acção inclui ainda o Lote 18 mas esse estacionamento subterrâneo está indiscutivelmente na área verde) cabe às partes alegarem a legalidade, ou não, dos factos. O tribunal terá depois de receber as alegações escritas e decidir se a presença de um edifício de habitação e de uma cave para um estacionamento público é, à luz do PDM de Coimbra, compatível com a definição de zona verde. Se o colectivo do TAFC decidir pela ilegalidade destes dois lotes, em última análise, o promotor poderá mesmo ser forçado a demolir o prédio e a cave em causa, sendo que outra hipótese é a autarquia alterar o PDM. Recorde-se que a aprovação do Lote 1 é do tempo da gestão de Manuel Machado, quando João Silva liderava a área do Urbanismo. O lote 18 já foi aprovado na gestão de Carlos Encarnação. in http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=482&Itemid=135 Urbanização Jardins Mondego em zona verde Tribunal reitera parecer de peritos. A confirmar-sea violação do PDM, os lotes ilegais podem ir abaixo 2009-01-29 NELSON MORAIS O Tribunal Administrativo de Coimbra concluiu esta quarta-feira que o lote 1 da urbanização Jardins do Mondego, de sete andares, foi construído sobre zona verde. A situação em que também está o lote 18, de estacionamento. Este lote nunca ofereceu dúvidas, às partes em litígio, de que fora licenciado e construído em terrenos que o Plano Director Municipal (PDM) classifica como zona verde, junto à 1ª Repartição de Finanças de Coimbra. Pelo contrário, o lote 1 exigiu peritagens técnicas (no topo norte da urbanização). E, ontem, um colectivo de juízes confirmou o que defendera, por unanimidade, um grupo de cinco peritos: "O lote 1 está parcialmente implantado em zona verde de uso público V 1, ainda que não seja possível afirmar com rigor quanto". Saem derrotados a Câmara, a empresa Promovest e o arquitecto Gonçalo Byrne (autor do projecto de loteamento), que defenderam a tese contrária. Se, entretanto, o colectivo de juízes, presidido por Helena Canelas, vier a considerar que a ocupação da zona verde constitui violação do PDM, o procurador do Ministério Público (MP) João Garcia deverá requerer a demolição dos dois lotes. Segundo o PDM, a zona verde ocupada pelo lote 1 (licenciado pela Câmara no tempo em que esta era presidida por Manuel Machado) e pelo lote 18 (licenciado quando o município já era liderado por Carlos Encarnação) constitui um corredor verde, com cerca de 50 metros de largura, de ligação entre o Jardim Botânico e o Parque Verde do Mondego. Na fase do julgamento que se segue, as partes vão debater-se com interpretações diversas do PDM. João Garcia deverá alegar que as suas zonas verdes não permitem habitação nem parques de estacionamento, a não ser mediante a aprovação de plano de pormenor, o que não sucedeu. Já os advogados da Promovest (dona da urbanização, com capitais da CGD e BCP) deverão invocar outra excepção, além do plano de pormenor, que permitia a construção em zona verde: a realização de "outros estudos de conjunto", que teria tido lugar. No artigo 39º do PDM, refere-se, de facto, essa excepção. Porém, o preâmbulo da resolução do Conselho de Ministros que ratificou o PDM, em 1994, adianta que o mesmo só pode ser alterado por planos de pormenor e planos de urbanização. "Não existe, assim, a figura de 'estudos de conjunto'", estabelece. A urbanização em causa foi um dos empreendimentos que esteve na origem de um inquérito-crime, sobre relações cruzadas entre a Câmara de Coimbra, a Académica e construtores civis. O empresário Emídio Mendes era o promotor daquela urbanização e José Eduardo Simões era director municipal do urbanismo (a quem cabia licenciar e fiscalizar obras particulares) e presidente da Académica. Além de ter sido construída em zona verde, a mesma urbanização chegou a ter um andar a mais em cada lote, que violavam PDM. O Ministério Público não avançou com uma acção, porque os andares ilegais acabaram por ser demolidos, por ordem da Câmara, que, entretanto, José Eduardo Simões abandonou. Este engenheiro, que ainda preside à Académica, está acusado, pelo MP, de uma dezena de crimes de corrupção passiva. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Coimbra&Concelho=Coimbra&Option=Interior&content_id=1123110 Os dados em anexo encontram-se aqui.
  12. «Os mistérios de Deus e de S. Paulo» no Entroncamento No âmbito das Comemorações do 70º Aniversário da Criação da Paróquia da Sagrada Família do Entroncamento (diocese de Santarém), com o apoio do Município, a Paróquia vai inaugurar, no dia 2 de Fevereiro de 2009, na Galeria Municipal do Entroncamento, a Exposição de Pintura do Arquitecto Luiz Cunha, "Os mistérios de Deus e de S. Paulo", acompanhando também a celebração do Bimilenário do ano Paulino. “O Arquitecto Luiz Cunha mostra-nos obras reveladoras do seu espírito, enraizadas na nossa tradição iconográfica tanto popular como erudita, surpreendendo-nos com marcas de actualidade pelo seu tratamento formal mas também por elementos da cultura e da vida contemporânea que as integram” – sublinha um comunicado enviado à Agência ECCLESIA. A inauguração será pelas 17 horas e estará patente ao público, nos dias de semana das 15.30 às 17.30 horas e nos fins-de-semana das 15 às 18 horas. Decorrerá, ainda, a "Exposição Viva", pelas 15.30 horas, nos dias 7 e 10 de Fevereiro, com explicações detalhadas apresentadas pelo Pe. António Vicente. A exposição decorre entre o dia 2 a 15 de Fevereiro de 2009. Em paralelo, no Espaço do Palco do Centro Cultural, decorrerá uma exposição de trabalhos realizados pelas crianças e pelos jovens da Catequese e do Centro Social Paroquial, fazendo presente nesta comemoração as vivências da comunidade paroquial ao longo dos tempos. Nacional | Agência Ecclesia| 27/01/2009 | 15:28 | 1375 Caracteres | 271 | Diocese de Santarém in http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=68677&seccaoid=3&tipoid=18
  13. Plano para o Parque Mayer vai abri-lo à cidade LUÍSA BOTINAS Operação urbanística. No Verão a proposta de Plano de Pormenor para o Parque Mayer e edifícios da Universidade de Lisboa na Rua da Escola Politécnica deverá entrar em fase de discussão pública. Ontem a sua elaboração foi aprovada pelo executivo municipal. Oposição questionou a viabilidade financeira O tempo começou a contar. Ontem a Câmara de Lisboa aprovou os termos de referência (as linhas com que o arquitecto se cose) para a elaboração do Plano de Pormenor do Parque Mayer. Manuel Aires Mateus, o arquitecto vencedor do concurso de ideias promovido no ano passado pela autarquia da capital, tem agora 180 dias para elaborar uma proposta preliminar e posteriormente o plano de pormenor na sua versão definitiva. "Vamos abrir o Parque Mayer à cidade", disse ao DN. Feitas as contas, o documento estará pronto para discussão pública no Verão. "É uma abordagem muito contida", disse a vereadora Helena Roseta a propósito das ideias que ontem foram apresentadas durante a reunião pública do executivo municipal. "Apesar de tudo, as coisas correram como deve ser. Foi feito um concurso de ideias, apurou-se um número restrito de propostas e destas foi escolhida a vencedora. Para o Capitólio, os procedimentos foram igualmente transparentes já que a solução encontrada também saiu de um concurso", sublinhou a representante do movimento Cidadãos por Lisboa. Helena Roseta aproveitou a oportunidade para lembrar que "durante anos o Parque Mayer foi um sorvedouro de dinheiros públicos", referindo-se, por exemplo, aos 2,5 milhões de euros em honorários que a autarquia pagou ao arquitecto Frank Gehry pelos estudos que elaborou e que acabaram por não ser aproveitados. Sublinhe-se a propósito que Manuel Aires Mateus deverá receber 150 mil euros pelo trabalho. Este conhecido projectista que também é responsável, em co-autoria, com Frederico Valsassina pelo projecto do edifício do Largo do Rato, aponta a abertura do recinto do Parque Mayer à cidade como um dos aspectos estruturantes da solução que apresentou. "A criação de novas ligações do Parque Mayer à Rua do Salitre e à Praça de Alegria fazem dele mais um pedaço de cidade, apesar de este espaço continuar a ser uma zona recatada", sublinhou. O Plano de Pormenor que abrange além do Parque Mayer os edifícios da Universidade de Lisboa (Museus da Politécnica e Jardim Botânico) prevê a construção de um hotel com 100 quartos, atrás do edifício do Capitólio, um teatro com cena à italiana e capacidade até 600 espectadores e a possibilidade de remodelação do Variedades. "A revista terá sempre lugar neste novo Parque Mayer", disse ao DN Aires Mateus que destacou igualmente a extensão do coberto vegetal como um factor determinante para a articulação do Parque Mayer com o Jardim Botânico.| in http://dn.sapo.pt/2009/01/29/cidades/plano_para_o_parque_mayer_abrilo_a_c.html Elevador do Parque Mayer ao Botânico 2009-01-29 NUNO MIGUEL ROPIO A futura Praça do Capitólio, no Parque Mayer, em Lisboa, pode ligar-se ao Jardim Botânico por um conjunto de elevadores e de escadas rolantes, que permitirão uma fácil mobilidade entre as duas estruturas aliviando a irregularidade da encosta. Concebido pelo gabinete de arquitectos Aires Mateus e Associados, vencedor do concurso público para a requalificação do Parque Mayer, em Lisboa, o projecto é apenas uma das obras que irão integrar o Plano de Pormenor daquela área e que terá de ficar concluído dentro de um ano. O arranque para a elaboração do plano e a abertura de um período de sugestões foi ontem aprovado pela Câmara de Lisboa, tendo toda a oposição levantando várias dúvidas quanto à execução financeira de todo o projecto. De acordo com os termos apresentados, mais de 20 mil metros quadrados serão destinados ao lazer, comércio, serviços e restauração, estando reservados outros dois mil metros para equipamentos culturais. Ao JN, Aires Mateus adiantou que os teatros 'Maria Vitória' e 'ABC' desaparecerão, para melhor usufruto do espaço, existindo a possibilidade de remodelar o que resta do 'Variedades'. "Mas se houver essa remodelação será profunda, readaptando o espaço às actuais exigências", explicou o arquitecto, adiantando que o estacionamento e a circulação automóvel desaparecerãp do recinto, permitindo-se apenas o acesso a cargas e descargas. A vereadora do PSD, Margarida Saavedra, a voz mais crítica do novo plano, defendeu que o projecto poderá criar grandes problemas financeiros ao município, propondo que este seja realizado de forma faseada. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Lisboa&Concelho=Lisboa&Option=Interior&content_id=1123107 Parque Mayer: Autarquia aprova elaboração de plano de pormenor 2009-01-28 22:08:10 Lisboa, 28 Jan (Lusa) - A Câmara de Lisboa aprovou hoje o início da elaboração do plano de pormenor para o Parque Mayer, com os vereadores da oposição a levantarem dúvidas quanto à viabilidade financeira do projecto do arquitecto Aires Mateus. Perante as críticas, o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado (PS), garantiu que a autarquia avaliou a viabilidade financeira do projecto. O arquitecto Aires Mateus, que venceu o concurso lançado pela autarquia, apresentou o projecto durante a reunião pública do executivo municipal. A vereadora social-democrata Margarida Saavedra argumentou que a autarquia está avançar para um plano sem que esteja "suficientemente acautelada a viabilidade financeira" do projecto. Margarida Saavedra questionou a possibilidade de o plano ser concretizado de forma faseada e referiu a importância de ser introduzido um sistema de aproveitamento de água da chuva. A vereadora do movimento Cidadãos por Lisboa Helena Roseta afirmou que a "solução é muito contida em termos de construção, como não podia deixar de ser, mas coloca problemas de viabilidade financeira". Helena Roseta considerou que a realização de concurso foi um "método correcto" e sublinhou que o Parque Mayer tem sido um "sorvedouro de dinheiros públicos", recordando que o arquitecto Frank Ghery, a quem a autarquia encomendou inicialmente o projecto, sem concurso, recebeu 2,5 milhões de euros em honorários. O vereador comunista Carlos Moura chamou a atenção para a integração de património do Estado, nomeadamente a área do Jardim Botânico e dos Museus da Politécnica, sem que "aquilo que se pretende fazer neste património esteja claramente espelhado". Carlos Moura alertou para a ausência de "avaliação de parâmetros ambientais e geofísicos", naquela que é uma "zona sensível da cidade", e referiu ainda que a autarquia deve acautelar o futuro dos restaurantes e do teatro ainda em funcionamento. Segundo os termos de referência do plano, a que a Lusa teve acesso, na área geográfica do Parque Mayer, deverá existir uma unidade hoteleira com 100 quartos e um teatro com cena à italiana e capacidade até 600 espectadores ou a possibilidade de remodelação do teatro "Variedades". Está ainda previsto um espaço com cerca de 2.000 metros quadrados para usos culturais e uma área total que ronda os 20.000 metros quadrados para comércio serviços, restauração e lazer. Nas áreas dos Museus da Politécnica e Jardim Botânico é admitida a possibilidade de remodelação ou substituição por novos edifícios "para uma unidade hoteleira vocacionada para investigado e professores estrangeiros convidados, e outros usos (cultura, recreio e comércio)", em conformidade com a Universidade de Lisboa. A reabilitação do edifício dos museus para fins científicos e museológicos, com exposições permanentes e temporárias, e a recuperação do Picadeiro para espaço de exposições, eventos culturais ou encontros científicos. A reabilitação dos edifícios do Observatório Astronómico e da Matemática aplicada para áreas de serviço e apoio aos museus e a remodelação do edifício "Sala de Conselho" está igualmente prevista. ACL/SO. Lusa/fim in http://aeiou.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200901289262735
  14. 2009-01-29 15:59:59 Ribeira das Naus interdita a trânsito a partir de 15 de Fevereiro Avenida sofrerá obras durante quatro a cinco meses Na Avenida Ribeira das Naus, entre o Cais do Sodré e o Terreiro do Paço, em Lisboa, vai ser proibido circular a partir do dia 15 de Fevereiro, por motivo de obras. A explicação foi avançada pelo arquitecto Manuel Salgado e vice-presidente da autarquia de Lisboa que avançou que a alteração do trânsito vai durar entre «quatro a cinco meses». Segundo refere a Renascença, o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, adiantou que as alterações irão ser benéficas para a população. O autarca frisou ainda que vai melhorar «a acessibilidade à Baixa», assim como «a qualidade do ar na Baixa, mas não tornamos a Baixa inacessível». in http://www.fabricadeconteudos.com/?lop=artigo&op=c9f0f895fb98ab9159f51fd0297e236d&id=c970d2e501966677c6f59f3ca29a3fc3
  15. sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009 Bolhão: Movimento cívico critica Câmara por adiar obras O Movimento Cívico e Estudantil do Porto (MCEP) e a Associação de Feiras e Mercados da Região Norte criticaram hoje a autarquia portuense por adiar para 2010 as obras de recuperação do Mercado do Bolhão. «É uma desresponsabilização da Câmara do Porto em relação ao Mercado do Bolhão porque irá provocar a desertificação do espaço», disse em conferência de imprensa Miguel Jeri, do Movimento Cívico e Estudantil. Os representantes das duas estruturas consideram que «o adiamento não promove a vitalidade do Bolhão», defendendo, por isso, o início imediato das obras executando um projecto do arquitecto Joaquim Massena, aprovado em 1998, que é da Câmara do Porto e respeita o património. «Não faz qualquer sentido mandar elaborar um outro projecto quando existe um que mantém a traça arquitectónica do edifício e respeita os interesses dos comerciantes», acrescentou Miguel Jeri. Segundo este responsável, o programa preliminar apresentado pela Câmara do Porto visa «a privatização e a descaracterização do Mercado do Bolhão». As duas estruturas anunciaram por isso a intenção de solicitar «reuniões de trabalho» com o primeiro-ministro, Governo Civil, responsável do IGESPAR/Norte e com os partidos com assento parlamentar. «O objectivo é evitar que o mercado se transforme num shopping», frisou Miguel Jeri. A Câmara do Porto anunciou em Dezembro a assinatura de um protocolo com o Ministério da Cultura para a reabilitação do Mercado do Bolhão, que será integralmente financiada com verbas públicas e europeias. O projecto de reabilitação será elaborado pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) com base num programa preliminar definido pela autarquia, que assumirá depois os custos da reabilitação. Há cerca de uma semana, o vereador Lino Ferreira anunciou que o objectivo da Câmara do Porto é transformar o Bolhão num mercado tradicional «ao nível dos melhores da Europa», com restaurantes também eles tradicionais e animado com iniciativas lúdico-culturais. A ideia é «não restringir o Bolhão ao conceito de frescos», transformando-o antes num centro de convívio e animação e «num pólo dinamizador da sua envolvente da recuperação da Baixa do Porto», afirmou o autarca, em conferência de imprensa. Lino Ferreira assegurou que a Câmara do Porto sempre quis seguir esta linha de actuação para o Bolhão, reiterando assim a recusa do risco de se desvirtuar o emblemático mercado. «Nunca ninguém quis alterar, pela parte da câmara, aquilo que é a história do Bolhão», sustentou. Esta solução foi apresentada quatro meses depois de a autarquia ter decidido anular a adjudicação da empreitada de reabilitação do Bolhão. O processo começou em Fevereiro de 2006, quando a Câmara do Porto abriu concurso público internacional para a concepção, projecto, construção e exploração do mercado. O concurso foi ganho pela TCN, mas o atraso na assinatura do contrato levou a autarquia a anular a adjudicação. Diário Digital / Lusa in http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=370850&page=3 Movimento cívico critica adiamento de obras 30 | 01 | 2009 16.41H O Movimento Cívico e Estudantil do Porto (MCEP) e a Associação de Feiras e Mercados da Região Norte criticaram hoje a autarquia portuense por adiar para 2010 as obras de recuperação do Mercado do Bolhão. Destak/Lusa | destak@destak.pt "É uma desresponsabilização da Câmara do Porto em relação ao Mercado do Bolhão porque irá provocar a desertificação do espaço", disse em conferência de imprensa Miguel Jeri, do Movimento Cívico e Estudantil. Os representantes das duas estruturas consideram que "o adiamento não promove a vitalidade do Bolhão", defendendo, por isso, o início imediato das obras executando um projecto do arquitecto Joaquim Massena, aprovado em 1998, que é da Câmara do Porto e respeita o património. "Não faz qualquer sentido mandar elaborar um outro projecto quando existe um que mantém a traça arquitectónica do edifício e respeita os interesses dos comerciantes", acrescentou Miguel Jeri. Segundo este responsável, o programa preliminar apresentado pela Câmara do Porto visa "a privatização e a descaracterização do Mercado do Bolhão". As duas estruturas anunciaram por isso a intenção de solicitar "reuniões de trabalho" com o primeiro-ministro, Governo Civil, responsável do IGESPAR/Norte e com os partidos com assento parlamentar. "O objectivo é evitar que o mercado se transforme num shopping", frisou Miguel Jeri. A Câmara do Porto anunciou em Dezembro a assinatura de um protocolo com o Ministério da Cultura para a reabilitação do Mercado do Bolhão, que será integralmente financiada com verbas públicas e europeias. O projecto de reabilitação será elaborado pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) com base num programa preliminar definido pela autarquia, que assumirá depois os custos da reabilitação. Há cerca de uma semana, o vereador Lino Ferreira anunciou que o objectivo da Câmara do Porto é transformar o Bolhão num mercado tradicional "ao nível dos melhores da Europa", com restaurantes também eles tradicionais e animado com iniciativas lúdico-culturais. A ideia é "não restringir o Bolhão ao conceito de frescos", transformando-o antes num centro de convívio e animação e "num pólo dinamizador da sua envolvente da recuperação da Baixa do Porto", afirmou o autarca, em conferência de imprensa. Lino Ferreira assegurou que a Câmara do Porto sempre quis seguir esta linha de actuação para o Bolhão, reiterando assim a recusa do risco de se desvirtuar o emblemático mercado. "Nunca ninguém quis alterar, pela parte da câmara, aquilo que é a história do Bolhão", sustentou. Esta solução foi apresentada quatro meses depois de a autarquia ter decidido anular a adjudicação da empreitada de reabilitação do Bolhão. O processo começou em Fevereiro de 2006, quando a Câmara do Porto abriu concurso público internacional para a concepção, projecto, construção e exploração do mercado. O concurso foi ganho pela TCN, mas o atraso na assinatura do contrato levou a autarquia a anular a adjudicação. in http://www.destak.pt/artigos.php?art=20570
  16. Será mais um edifício construído sob o conceito do grupo Mateus “Residencial & Resort” onde terá como principal característica a sua inserção na envolvente. Os volumes do edifício desdobram-se e articulam-se em função da rua e do declive do terreno dando um maior equilíbrio ao espaço onde se insere. O sentido de conjunto levou-nos a optar pela relação volumétrica entre os corpos que compõem o edifício, onde a diferença de alturas entre o volume superior e o volume inferior permitem uma boa transição formal ao longo do declive do terreno. O edifício está dotado das melhores condições funcionais e espaciais, bem como de acessibilidade, onde se pretendeu dar uma nova imagem ao conjunto transpondo um claro sentido de modernidade. Todas as habitações terão um forte relacionamento com o exterior através das várias varandas e terraços que compõem o edifício. Estas permitirão aos moradores desfrutar do horizonte visual e do conjunto edificado que claramente está voltado para a piscina e zonas comuns. via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=794432
  17. Sopa da Pedra Aí vem o craque... do investimento Cristiano Ronaldo escolheu o Ribatejo, concretamente Santo Estêvão, em Benavente, para construir mais uma das suas casas em Portugal. Desta feita, uma mansão de luxo com a assinatura do arquitecto Souto Moura que lhe vai custar 6,1 milhões de euros. Com direito a piscina interior, janelas panorâmicas para a lezíria, mega-garagem para o craque lá guardar alguns dos carros da sua colecção, e ainda sete quartos para toda a família (ver pág. 15). Um luxo que se vem juntar à sua moradia principal em Manchester, que lhe custou 5 milhões de euros, ao apartamento de luxo que tem no Parque das Nações, à vivenda que tem em Sintra na Quinta da Beloura e à casa que comprou para a sua família, no Funchal, e que lhe custou cerca de 325 mil euros. E o craque português ainda planeia construir um resort de sete estrelas em Porto Santo, um projecto onde já investiu 8 milhões de euros na compra de 80 mil metros quadrados de terrenos. Como se vê, não à crise que lhe bata à porta. in http://www.oribatejo.pt/?lop=conteudo&op=f4b9ec30ad9f68f89b29639786cb62ef&id=7afc9374d6b7704b122a9b28b8031b0f&drops%5Bdrop_edicao%5D=182&drops%5Bdrop_edicao%5D=182 Cristiano Ronaldo está a construir mansão em Benavente O melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo, vai construir uma mansão de 6,1 milhões de euros na herdade da Mata do Duque, em Santo Estêvão, em Benavente. O projecto vai ter a assinatura do conceituado arquitecto Souto Moura e já tem a luz verde da Câmara de Benavente para avançar. Esta mansão vai ter dois pisos, ligados por uma rampa, uma piscina interior que se prolonga até ao exterior, sete quartos, jacuzzi e uma garagem com capacidade para cinco carros. Vai ser construída em betão armado em 2100 metros quadrados e terá janelas e varandas envidraçadas, com linhas rectas e estética contemporânea. O número sete vai assumir um papel preponderante por toda a casa, segundo escreveu o próprio Ronaldo no site da Gestifute. Algumas obras já começaram no terreno segundo nos adiantou uma fonte da empresa que gere o empreendimento, a Benim Imobiliária, que também é proprietária dos campos de golfe Ribagolfe e Vila Nova de Santo Estêvão. Falta ainda escolher a construtora ou construtoras que vão executar o projecto de Souto Moura, que apesar de inovador e arrojado teve que respeitar algumas regras estipuladas pelo próprio regulamento do emprrendimento. Para poder construir casa na Mata do Duque, os projectistas da casa de Cristiano Ronaldo tiveran que obedecer a algumas regras: a casa não pode ter mais que dois pisos, não pode haver abate de sobreiros, não ter muros e recorrer a fossas ecológicas. Também as estradas de acesso têm que permanecer em terra batida e sem iluminação. Os portões do empreendimento fecham às 21 horas, ficando depois as entradas controladas por seguranças. Cristiano Ronaldo comprou este terreno em 2006 e queria ter tudo pronto no prazo de um ano. Mas teve problemas. Primeiro queria construir a casa num sítio onde era preciso abater sobreiros. Depois trocou de terreno e teve que esperar nove meses para que fosse autorizada a construção. Ronaldo chegou ainda a vir várias vezes a Santo Estêvão onde contactou com vários populares da terra que até aproveitaram o momento para tirar fotografias com o craque e pedir os autógrafos da praxe. A casa vai estar rodeada por uma paisagem única. O empreendimento Mata do Duque é um conjunto de quintas organizadas numa única propriedade em que cada parcela de terreno que é vendida não pode ter menos de 2 hectares. A propriedade de Cristiano Ronaldo terá custado cerca de 200 mil euros. Cada metro quadrado da Mata do Duque custa cerca entre 10 a 15 euros. Os responsáveis do empreendimento referem que esta zona já foi escolhida por outros famosos da área do futebol e da música aqui construírem casa, para além de médicos e jovens casais que aqui têm a sua residência. in http://www.oribatejo.pt/?lop=conteudo&op=6c4b761a28b734fe93831e3fb400ce87&id=9426edcb04ba15a57df6d674f1c74db9&drops[drop_edicao]=182
  18. Aveiro: Aprovado projecto para a maior intervenção urbana de sempre Foi aprovado o projecto a maior intervenção desde sempre. Do Rossio até junto ao antigo estádio Mário Duarte, uma nova imagem vai tornar a área mais atractiva para viver, visitar, trabalhar e estudar Foi aprovado o projecto para criação do “Parque da Sustentabilidade” proposto pela Câmara de Aveiro ao Concurso das Parcerias para a Regeneração no âmbito do PO Centro/QREN, segundo informação obtida pela autarquia na passada sexta-feira. A aprovação vem viabilizar, assim, uma intervenção de requalificação urbana que atravessa o centro da cidade, desde o Rossio até à Rua das Pombas, junto ao velho estádio Mário Duarte, que deverá concretizar-se nos próximos três anos com um orçamento de 14 milhões de euros. Esta é a segunda versão do projecto, sendo que a diferença em relação à primeira é a exclusão do Bairro de Santiago - por não ser permitida a integração de bairros sociais na operação -, o alargamento ao Bairro do Alboi, o aumento do orçamento e a entrada de financiadores. A aprovação final do projecto, na semana passada, abre portas a uma intervenção significativa, tratando-se do mais elevado investimento em requalificação urbana de iniciativa municipal realizado em Aveiro. A informação apurada pelo Diário de Aveiro foi confirmada pelo assessor da presidência para a “Operacionalização do Desenvolvimento Estratégico”, António Soares, satisfeito com a aprovação. “Esta é a prova cabal da capacidade do Executivo e dos técnicos autárquicos em prepararem projectos ‘ganhadores’ no âmbito do QREN”, disse. Para o presidente da Câmara, Élio Maia, trata-se de uma forma de “valorizar a capacidade empreendedora e inovadora dos aveirenses”, adiantando o autarca que “oportunamente o projecto será apresentado de uma forma mais pormenorizada e com a presença de todos os parceiros, a quem se agradece o envolvimento neste projecto tão importante para o futuro de Aveiro”. No terreno, os extremos da área de intervenção são uma ponte pedonal no Rossio, para viabilizar fluxo para o centro histórico da cidade, nomeadamente a Praça do Peixe, e a Rua das Pombas, no extremo Norte do Bairro de Santiago. O corredor atravessa várias zonas, requalificando o Bairro do Alboi, Baixa de Santo António, Parque Infante D. Pedro, zona do Estádio Mário Duarte e Rua das Pombas - numa área total de 20 hectares. O limite do Parque, junto ao bairro de Santiago, irá acolher um conjunto de equipamentos, nomeadamente, as instalações da entidade gestora, a “Casa da Comunidade Sustentável” - edifício emblemático do projecto, novas instalações para a Junta de Freguesia da Glória, cujo projecto de arquitectura se encontra praticamente pronto, assim como sedes de associações e um auditório. O objectivo principal do Programa de Acção é o de promover, numa intervenção integrada, o aparecimento de um novo espaço cuja imagem e futura identidade se encontre directamente associada ao conceito da Sustentabilidade Urbana, no sentido em que as intervenções propostas procuram inovar nas soluções de desenvolvimento económico, ambiental e social e de tornar a área definida mais atractiva para viver, visitar, trabalhar e estudar. (Ver artigo completo na edição em papel) João Peixinho in http://www.diarioaveiro.pt/main.php?srvacr=pages_13&mode=public&template=frontoffice&layout=layout&id_page=5695
  19. O futuro Fórum Municipal Luísa Todi São precisos mais de quatro milhões de euros para revitalizar a maior e mais carismática sala de espectáculos do Concelho. Modernidade e funcionalidade serão características do futuro espaço cultural. O interior do Fórum Municipal há muito que está totalmente desmantelado, depois de retiradas as cadeiras, e desmantelado o palco e camarins. O projecto de arquitectura beneficiou de alterações que vão tornar o futuro edifício num recinto mais funcional face ao traçado original, respeitando a legislação em vigor para as salas de espectáculo. De acordo com o orgão oficial da Câmara de Setúbal, será no rés-do-chão que se encontrarão as alterações mais significativas: “Em vez de uma, passam a existir três entradas, sendo que as portas principais transitam para o alçado poente, onde existirá uma mini-praceta, permitindo um acesso mais directo à plateia, ao estilo das salas mais modernas”. Ainda no rés-do-chão, será montado um espaço recreativo para crianças, equipado com consolas e outros materiais lúdicos, onde os mais novos poderão permanecer durante os espectáculos. O piso 1 passará a corresponder à plateia e palco. A Câmara refere que o elevador externo de acesso ao segundo balcão ficará instalado no alçado poente, junto da Rua do Regimento de Infantaria 11. “Também nesta fachada, as típicas riscas verticais brancas da coluna central desaparecem, dado lugar, em toda a extensão da coluna, a uma parede de vidro.” Na Rua Padre Joaquim Silvestre Serrão está o alçado nascente onde, segundo o projecto, passará a existir uma porta de acesso directo ao palco para a instalação de equipamentos, permitindo manobras de camiões TIR. “Grande novidade será a disposição das sala polivalente, localizada no topo do edifício,” garante a entidade proprietária do imóvel, que assegura uma vista panorâmica para o rio. Esta sala, a construir de raiz e equipada com um bar, destina-se à realização de pequenos espectáculos, com capacidade para cerca de uma centena de pessoas. in http://www.osetubalense.pt/noticia.asp?idEdicao=278&id=10015&idSeccao=2285&Action=noticia A remodelação do Fórum Municipal Luísa Todi resulta da necessidade de proceder a profundas alterações no edifício, por um lado, para travar o processo de degradação do imóvel, por outro, para modernizar este equipamento cultural, aumentando-lhe as valências e as capacidades de uso. A intervenção, além da substituição de materiais e equipamentos, regista como principais intervenções a ampliação do palco e a instalação de uma sala polivalente, uma biblioteca e ciber-café e um elevador panorâmico, o que implica o acrescento de estruturas edificadas ao imóvel, construído no final da década de 50. A ampliação do palco é feita de forma a obter 12 metros de profundidade (mais cinco do que a actual), com a demolição da empena nascente. Associado a este aumento, prevê-se o acrescento da teia e de todos os dispositivos de cena nomeadamente a chaminé de contrapesos, bem como a construção de novos camarins, aproveitando a área de gaveto formada pela ampliação do palco e a caixa de escadas existente. Foi adoptada uma solução arquitectónica de respeito pela traça, acoplando à fachada novos elementos neutros em vidro e marcando a zona de ampliação do palco com elementos e linhas diagonais. A marcação é propositada uma vez que esta intervenção evidencia um ponto de viragem na vida e funcionalidade do Fórum. Na cobertura da teia do palco será construída uma sala polivalente, com acesso a um terraço. No topo oposto, a área do actual foyer do 2.º balcão dará lugar a uma biblioteca e ciber-café com incidência em publicações sobre as artes do espectáculo. A instalação de um elevador panorâmico e respectivos patamares envidraçados na fachada poente é, talvez, a intervenção de maior significado visual, do exterior, a que se associa a pintura do edifício com a possibilidade de substituição das chapas de fibrocimento por placas de madeira. Em termos de estrutura, será ainda colocada uma nova cobertura na área ocupada pelo auditório e zonas adjacentes. A reestruturação do Fórum observa uma estratégia de melhoria das condições do auditório a nível de conforto, audição e segurança do espectador. Desse modo, funcionará ar condicionado e há lugar a uma renovação do foyer, incluindo a área do bar, e das instalações sanitárias, ao nível de redes de águas e esgotos, equipamentos e azulejos. Para aumento da segurança, serão colocadas portas e cortina corta-fogo e portas com barras anti-pânico. De assinalar ainda a eliminação das barreiras arquitectónicas com a construção de uma rampa de acesso ao edifício e auditório e instalações sanitárias para pessoas com mobilidade reduzida. O amento do conforto para assistência aos espectáculos de diferentes géneros previstos para o recinto passa igualmente pela substituição das poltronas e da alcatifa. O Fórum Municipal Luísa Todi, como o descreve o arquitecto municipal Sérgio Dias, autor do projecto de remodelação previsto, constitui-se por um grande auditório com uma lotação de cerca de 1000 lugares distribuídos por plateia, tribuna e 2º balcão. As áreas de foyer e de circulação são amplas e revestidas com materiais nobres. A zona do palco é constituída por camarins distribuídos em altura aproveitando o generoso pé direito do palco e da teia. Quanto ao palco propriamente dito verifica-se uma desproporção entre largura e profundidade o que provoca restrições de ordem cénica. No extremo oposto do palco localiza-se a cabina de projecção, sala de operadores e escadas de acesso ao 2º balcão. Este 2º balcão tem um foyer e instalações sanitárias próprias. A fim de evitar a progressiva degradação enquanto edifício e sala de espectáculo, a Câmara Municipal decidiu-se pela respectiva aquisição nos finais da década de 80, passando aquele espaço a designar-se Fórum Municipal Luisa Todi. Desde então o TAS-Teatro Animação de Setúbal, companhia de teatro ali residente apresenta anualmente uma temporada de teatro. As sessões de cinema são regulares. Muitas das iniciativas de carácter cultural da cidade continuam a decorrem neste espaço. O passar dos anos deixou a sua marca sobretudo no que diz respeito aos equipamentos de som, de iluminação de cena e de ar condicionado, alguns dos quais se apresentam hoje ineficazes ou estão mesmo ultrapassados. A legislação que rege actualmente rege o funcionamento das salas de espectáculos tem vindo a ser alterada, fazendo implementar novas especificações e exigências quer quanto ao nível do conforto quer quanto à segurança do espectador. in http://www.mun-setubal.pt/diversos/Campanha_Forum_Luisa_Todi/projecto_remodelacao.asp
  20. Arquitectura paisagística para o Jardim Constantino Palha A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira lançou concursos para projectos de arquitectura paisagística no Jardim Municipal Constantino Palha e Bairro dos Avieiros, cuja qualificação será apoiada por fundos comunitários. Estas acções integram-se no programa que a autarquia entregou ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), no âmbito das "Parcerias para a Regeneração Urbana - Programas Integrados de Valorização de Frentes Ribeirinhas e Marítimas" (POLIS XXI), destinada à requalificação ribeirinha da cidade. O objectivo principal da remodelação do Jardim Municipal Constantino Palha é torná-lo um “local âncora na vivência da população vila-franquense”, englobando a “melhoria dos espaços, requalificação dos equipamentos e do mobiliário urbano, assim como a introdução de novos elementos inovadores e actuais”, refere um comunicado divulgado pela câmara presidida por Maria da Luz Rosinha (PS). Quanto à qualificação paisagística do Bairro dos Avieiros, o projecto deverá “contribuir para a afirmação do corredor ribeirinho que se pretende prolongar para norte, até ao novo Parque Urbano a construir após a ponte de Vila Franca”. O programa de acção desta iniciativa prevê a qualificação do rio, entre o Campo do Cevadeiro e o futuro Parque Urbano de Vila Franca de Xira, de forma a “criar espaços de qualidade pública e o desenvolvimento económico, social e cultural”. A apresentação de propostas para este concurso público tem a data limite de 2 de Março. in http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=376&id=50753&idSeccao=5611&Action=noticia
  21. Câmara avança com requalificação da vila do Nordeste Regional | 2009-01-30 10:29 A primeira fase do projecto será lançada a concurso na próxima semana. Intervenção faseada no centro da vila prevê novos arruamentos, zonas de estacionamento e novos loteamentos, bem como a criação de uma praça A Câmara Municipal do Nordeste lança concurso público, na próxima semana, para a execução da primeira fase do projecto de requalificação da vila do Nordeste, previsto no Plano de Pormenor, em discussão pública até 16 de Fevereiro. A execução de um parque de estacionamento e a abertura de um novo arruamento na frente do complexo de piscinas em execução são as intervenções previstas na primeira fase do projecto, a par da implantação de linhas telefónicas e da iluminação da nova via, bem como da Avenida D. Manuel I (na Rua Dª Maria do Rosário também estão previstas algumas intervenções). A segunda fase do projecto, a adjudicar mais tarde, inclui a requalificação de uma zona considerável do Largo do Jogo da Choca, com a criação da Praça dos Sete Ventos, nome que lhe foi atribuído em fase de projecto, por ser uma zona muito exposta. A praça, arquitectada por João Sequeira Mendes, abre-se a partir da Rua António Alves de Oliveira na direcção do mar, albergando edifícios destinados a comércio e serviços, e ainda outros edifícios de cariz misto, com a função de habitação e comércio. No Largo do Jogo da Choca, está também reservado o espaço para construção do Tribunal de Nordeste, que aguarda orientações do Ministério da Justiça. O projecto da praça prevê a construção de um parque de estacionamento subterrâneo para veículos ligeiros e um terminal de autocarros. No Plano de Pormenor da Vila de Nordeste, estão também definidas novas zonas de loteamento habitacional, nos terrenos que ladeiam a variante ao viaduto, sem colidir com os terrenos de zona agrícola e respectivos acessos. Segundo a autarquia, a nova zona urbana “vem responder a antigas aspirações de construção de habitações por proprietários destes terrenos” e definir áreas específicas de loteamento. O instrumento de ordenamento do território (abrangendo a área entre as traseiras da Igreja Matriz - Largo do Jogo da Choca - e a zona das Amoreiras), apresentado na noite de quarta-feira à população, tem como objectivo “ordenar e atribuir novas funções e estética urbanística a uma zona privilegiada do coração da vila, em continuidade com a Praça da República, sem desvirtuar a arquitectura dos edifícios e a história da actual praça, da Igreja Matriz e da própria Rua António Alves de Oliveira”, explica a Câmara Municipal de Nordeste em nota do gabinete de imprensa. Paula Gouveia in http://www.acorianooriental.pt/noticias/view/179255 A Câmara Municipal de Nordeste apresentou ontem em sessão pública o Plano de Pormenor da Vila do Nordeste, um documento moderno e ambicioso que dará nova funcionalidade e embelezamento urbanístico a uma parte considerável do centro histórico da sede do concelho. O projecto apresentado pela autarquia contempla toda a área entre as traseiras da Igreja Matriz (Largo do Jogo da Choca) e a zona das Amoreiras. O objectivo da autarquia é ordenar e atribuir novas funções e estética urbanística a esta zona privilegiada do coração da vila, em continuidade com e Praça da República, sem desvirtuar a arquitectura dos edifícios e a história da actual praça, da Igreja Matriz e da própria Rua António Alves de Oliveira. De ressalvar, que embora o novo projecto de requalificação tenha um cariz vincadamente urbano está em harmonia com a memória cultural de todo o centro histórico da sede do concelho, propósito desde sempre acautelado pela autarquia, e cujo Plano de Pormenor vem salvaguardar para projectos e obras futuras em toda a zona abrangida. O Plano de Pormenor da Vila do Nordeste inclui três fases de grandes obras, uma primeira, e a avançar muito em breve (o concurso publico é lançado já na primeira semana de Fevereiro), que contempla a abertura de novo arruamento na frente no complexo de piscinas em execução, um parque de estacionamento, iluminação do novo arruamento e da Avenida D. Manuel I, e implantação de linhas telefónicas. A iluminação estende-se também à Matriz, e a Rua Dª Maria do Rosário terá igualmente algumas intervenções. Depois desta fase de infra-estruturas proceder-se-á à grande requalificação de uma zona considerável do Largo do Jogo da Choca, com a implementação da Praça dos Sete Ventos, nome que lhe foi atribuído em fase de projecção por ser uma zona muito exposta. A praça, arquitectada por João Sequeira Mendes, abre-se a partir da Rua António Alves de Oliveira na direcção do mar. Ponto de convergência social, a praça albergará edifícios destinados a comércio e serviços, e ainda outros edifícios de cariz misto com a função de habitação e comércio. A implantação da Praça dos Sete Ventos integra ainda um parque de estacionamento subterrâneo para veículos ligeiros e também terminal de autocarros. No Largo do Jogo da Choca está também salvaguardado o espaço para construção do Tribunal de Nordeste, que, como é público, aguarda orientações do Ministério da Justiça. O Plano de Pormenor da Vila do Nordeste define também novas zonas de loteamento habitacional nos terrenos que ladeiam a Variante ao Viaduto. Sem colidir com os terrenos de zona agrícola e respectivos acessos ali existentes. Esta nova zona urbana vem responder a antigas aspirações de construção de habitações por proprietários destes terrenos e, por outro lado, definir áreas específicas de loteamento nesta área de expansão da Vila. O Plano de Pormenor está disponível para consulta até dia 16 de Fevereiro, devendo as pessoas interessadas em o consultar dirigir-se à Divisão de Obras e Urbanismo da Câmara Municipal do Nordeste. Fonte: Gabinete de Imprensa (Link) in http://www.azoresdigital.com/ler.php?id=10505
  22. http-~~-//i34.photobucket.com/albums/d130/fred_mendonca/vivaci_beja.jpg in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=624343&page=2 VIVACI Beja comercializado a mais de 50% - Obras arrancam jé este Outono Centro comercial representa um investimento de 30 milhões de euros e a criação de 1500 postos de trabalho directos e indirectos. Abre em 2010. O Grupo FDO, através da FDO Imobiliária, vai iniciar em breve a construção do centro comercial VIVACI Beja. Representando um investimento de 30 milhões de euros, o centro comercial permitirá a criação de 1500 postos de trabalho directos e indirectos. O novo espaço comercial, que surgirá no Baixo Alentejo em 2010, conta já com uma taxa de comercialização de 55 por cento, tendo assegurada a presença de insígnias como Modelo, Worten, Sportzone, Max Mat, Modalfa, Zippy, Book it, Loop, quatro salas de cinemas Vivacine, entre outras lojas de renome internacional. Com uma área bruta de construção (ABC) de cerca de 50 mil metros quadrados e uma área bruta locável (ABL) de 21.300 metros quadrados, o VIVACI Beja terá cerca de 100 lojas, um multiplex de cinemas, um supermercado, zonas de lazer, restaurantes, e mais de 800 lugares de estacionamento coberto. O projecto de arquitectura é da responsabilidade da Promontório Arquitectos e a comercialização do espaço foi entregue à Jones Lang La Salle, líderes de mercado na área do retail em Portugal. O centro comercial está situado na Estrada das Apolinárias, na zona nordeste da cidade, próximo da rotunda do IP8 – principal via de acesso ao centro da cidade. Sustentável do ponto de vista sócio-económico e urbanístico, o VIVACI Beja apresenta-se como um centro comercial moderno, adequado à cidade e à sua respectiva área de influência Fundado em 1980, o Grupo FDO tem como principais áreas de negócio os sectores da Construção Civil e Obras Públicas, Promoção Imobiliária, Centros Comerciais, Hotelaria, Serviços, Parques de Estacionamento, Ambiente e Energia. O crescimento bem visível reflecte-se na presença além fronteiras, com sucursais em França, Espanha, Angola, Marrocos e Polónia. Em 2007, o Grupo FDO apostou numa marca própria, “VIVACI – Centros Comerciais”, para a construção de vários centros comerciais em Portugal. Centro do Sul in http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=624343&page=2
  23. As minas de sal-gema deverão albergar um hotel singular, a 240 metros de profundidade. O Município de Loulé é parceiro, mas ainda faltam investidores. Esta sexta-feira foi assinado um protocolo entre o Município de Loulé e a empresa que detém a concessão da exploração mineira da Mina da Campina de Cima, a CUF, que visa a construção de infra-estruturas ligadas ao turismo. O projecto Turismo Mineiro na Mina da Campina de Cima vai albergar uma empresa de armazenagem de documentos; um parque temático; um museu do sal; uma unidade hoteleira e um centro de bem-estar. A unidade hoteleira será singular, na medida em que existem apenas dois hotéis em todo o Mundo em minas, na Austrália e na Polónia, e apenas em território polaco a mina é de sal e se pode encontrar um centro de tratamento e reabilitação. “Nem sempre é fácil achar projectos com poder de atracção de investimentos, mas este é um. As actividades tradicionais estão em crise e o aspecto turístico dá viabilidade para contornar o problema”, afirma José Faria, presidente da CCDR Algarve. Ainda não há datas para o início das obras porque ainda nenhum investidor se chegou à frente, mas Seruca Emídio, presidente do município louletano, reconhece que o projecto “tem potencial” e confia que “em breve haverá interessados para o financiamento”. O Grupo Lágrimas, é, por enquanto, o mais viável de garantir a concessão hoteleira, mas há mais interessados. O investimento total que deverá rondar os 10 milhões de euros, um valor que será candidato aos fundos comunitários do PROVERE - uma inciativa do QREN. O Município de Loulé vai ficar encarregue das obras do enquadramento urbano e dos acessos rodoviários do projecto. A Mina da Campina de Cima permite a exploração de sal-gema e conta com 38 quilómetros de galerias, configurando o maior espaço subterrâneo visitável em Portugal. in http://www.observatoriodoalgarve.com...?noticia=27089 via http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=789210
  24. Património: Siza Vieira defende "permanente" manutenção dos centros históricos (C/VÍDEO) 2009-01-31 20:51:10 Évora, 31 Jan (Lusa) - O arquitecto Álvaro Siza Vieira alertou hoje em Évora para o abandono de alguns centros históricos, defendendo que, para permanecerem vivos, devem ter um trabalho de recuperação acompanhado por um "permanente cuidado" de manutenção. "O trabalho de recuperação [dos centros históricos] tem de ser transformado em trabalho de manutenção, porque senão recupera-se e depois [degrada-se] outra vez", disse Siza Vieira. O arquitecto falava à agência Lusa durante uma visita ao centro histórico de Évora, classificado Património Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO). Siza Viera deslocou-se à cidade alentejana para participar na conferência "Ganhar Évora como cidade de cultura", organizada pela CDU. Os centros históricos só permanecem vivos com "um permanente cuidado de manutenção que envolva toda a população", afirmou Álvaro Siza Vieira, considerando também "importante" a continuação de actividade nessas áreas. Como exemplo, Siza Vieira disse ter sido informado durante a visita, guiada por elementos da CDU, de que a Câmara de Évora deslocou "uma parte dos serviços" para fora do centro histórico, o que lhe mereceu críticas. "É preocupante porque atrás disso saem outras coisas", disse, acrescentando que "retirar as actividades dos centros históricos" implica "uma tendência de abandono". Por outro lado, o arquitecto apontou como solução para a degradação do património edificado a promoção de "boas condições nos edifícios existentes, mantendo a estrutura da cidade e os seus elementos belíssimos". O tráfego automóvel nos centros históricos é outro dos aspectos que Siza Vieira critica, defendendo que não se deve "criar todas as facilidades para o trânsito de privados". Em Londres, lembrou, "paga-se e bem para entrar na parte central da cidade", o que "é dissuasor de exagero no uso do automóvel". No caso de Évora, o arquitecto, responsável pelo projecto do bairro da Malagueira (1977-1997), na periferia da cidade, defendeu que os parques de estacionamento devem continuar fora do centro histórico, junto às muralhas. SYM/RRL. Lusa/Fim in http://aeiou.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200901319274340 Arquitectura: Siza Vieira destaca "prestígio" do prémio do Instituto Real dos Arquitectos Britânicos (C/VÍDEO) Ontem Évora, 31 Jan (Lusa) - O arquitecto Álvaro Siza Vieira mostrou-se hoje satisfeito pela Medalha de Ouro Real de 2009, do Instituto Real dos Arquitectos Britânicos, que vai receber em Fevereiro, destacando tratar-se de um prémio de "muito prestígio". Questionado hoje pela Lusa, Siza Vieira disse encarar com "satisfação" este prémio, brincando com o facto do galardão estar ligado à Rainha Isabel II: "Não sei muito bem o que vou dizer à rainha, mas também são cinco minutos...". O arquitecto falava em Évora, após um passeio pelo centro histórico da cidade alentejana, onde se deslocou para participar na conferência "Ganhar Évora como cidade de cultura", organizada pela coligação política CDU. Álvaro Siza Vieira é o arquitecto português mais prestigiado internacionalmente, tendo concebido projectos em numerosos países e obtido prémios importantes. O Prémio Pritzker (1992), considerado o Nobel da Arquitectura, três prémios Secil (1996,2000 e 2006) ou Prémio Wolf, categoria de Artes (2001), são algumas das dinstinções que já granjeou. No próximo dia 26 de Fevereiro, em Londres, Siza Vieira vai receber, pela sua contribuição para a arquitectura internacional, a Medalha de Ouro Real de 2009, atribuída pelo Instituto Real dos Arquitectos Britânicos, em nome da Rainha Isabel II. O prémio é atribuído em reconhecimento do trabalho feito ao longo da vida, sendo normalmente atribuído a pessoas com uma longa carreira. "É um prémio que tem muito prestígio e que me vai obrigar a uma deslocação a Inglaterra e a passar por todos os aspectos do protocolo", afirmou hoje à agência Lusa. Em Outubro passado, quando o Instituto Real dos Arquitectos Britânicos anunciou o galardoado deste ano, Álvaro Siza Vieira foi descrito como um "arquitecto completo", cujos edifícios "nunca são previsíveis nem comuns". Álvaro Siza Vieira defendeu hoje que "os edifícios dependem de onde estão e para o que são", pelo que "há uma parte da definição da arquitectura que é exterior" aos arquitectos, cabendo a estes "entender e interpretar" esse factor, assim como "o aspecto humano". "Um edifício em Berlim não pode ser como um edifício em Évora. Eu julgo que não é uma questão minha, é uma característica da própria arquitectura", disse. O arquitecto disse entender esta visão como "um aspecto básico e geral da arquitectura", apesar da existência de uma "tendência de globalização, de internacionalização, em que se corre o risco da perda de identidade das diferentes cidades e paisagens". A abertura de Siza Vieira a novos arquitectos, a boa relação com os seus colegas de profissão e o facto de continuar a acompanhar pessoalmente todos os projectos do seu gabinete também foram louvados pelo Instituto Real dos Arquitectos Britânicos. A Medalha de Ouro Real é atribuída todos os anos desde 1848 e no passado distinguiu conhecidos arquitectos como Le Corbusier (1953), Renzo Piano (1989), Frank Gehry (2000) e Jean Nouvel (2001). Das centenas de obras que Álvaro Siza Vieira já projectou, em Portugal e no estrangeiro, algumas das mais emblemáticas são o Pavilhão de Portugal para a Expo98, a Casa de Chá da Boa Nova (Matosinhos), a Igreja de Santa Maria (Marco de Canaveses), Museu de Arte Contemporânea em Serralves (Porto), Boujour Tristesse (Berlim, Alemanha) e mais recentemente a sede da Fundação Iberê Camargo (Porto Alegre, Brasil). RRL/SYM/BM. Lusa/Fim in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1125376
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