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Christian de Portzamparc ganhou projecto para humanizar Bruxelas Humanizar o bairro europeu de Bruxelas é o desafio que tem pela frente o arquitecto francês Christian de Portzamparc. O projecto da equipa de Portzamparc, que ganhou o concurso público da cidade de Bruxelas, prevê um eléctrico na rua de la Loi, onde hoje só passam carros. Respeito das mais elevadas normas ambientais e a criação de espaços verdes são outras das linhas mestras do projecto, cuja conclusão está prevista para dentro de 15 anos. O bairro das instituições europeias é considerado um fracasso urbanístico dos anos 60 e 70. Parlamento Europeu, Conselho Europeu e Comissão Europeia situam-se todos no mesmo bairro, mas situam-se também próximo de uma das artérias mais movimentadas da capital belga. in http://www.euronews.net/pt/article/05/03/2009/urban-facelift-to-beautify-brussels/
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Porto | Reabilitação da Rua Miguel Bombarda | Filipe Oliveira Dias
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Miguel Bombarda reabilitada atrai mais jovens HELDER ROBALO Porto. A 'Rua das Galerias' é amanhã inaugurada oficialmente e o autor deste projecto acredita que ajudará a trazer mais jovens para a Baixa de uma cidade que perdeu cem mil pessoas em 30 anos Ministro da Cultura convidado para o dia da inauguração A reabilitada Rua Miguel Bombarda pode contribuir para, em conjunto com a recuperação de ruas e habitações na Baixa do Porto, atrair mais jovens para a cidade. Esta é a convicção do arquitecto Filipe Oliveira Dias, autor do projecto de reabilitação da "Rua das Galerias". O sonho do galerista Fernando Santos, elaborado sob a égide do Circuito Cultural da Miguel Bombarda, surgiu em 1998. O objectivo era, e é ainda, ali colocar galerias de arte e comércio alternativo, dinamizar uma rua que esteve quase ao abandono. O plano esteve parado até 2008, quando o executivo portuense, pela Empresa Municipal de Gestão de Obras Públicas (GOP), avançou com a obra. Os moradores, lojistas e galeristas aplaudem. "A rua ficou muito bonita", afiança Maria Rosa Baldaia, dona, com o marido, de uma loja de restauro e venda de móveis antigos. "Este espaço existe aqui desde 1961", diz, acrescentando que a loja só saiu dali nos meses das obras. Filipe Oliveira Dias diz que "era importante concretizar a aspiração de fazer nascer uma cidade nova nesta zona", numa altura em que "a juventude está a regressar ao centro do Porto". A empreitada implicou a reformulação de todas as infra-estruturas existentes, incluindo a iluminação pública e implicou um investimento municipal superior a meio milhão de euros. Maria Alice, moradora há 35 anos nesta artéria, só não gosta "dos bancos e da iluminação, porque está muito virada para a rua e na zona junto às casas fica escuro". Sandra Mendes crê que estas obras podem "trazer melhorias e mais segurança" e até "gostava que a cidade tivesse mais obras deste género". Filipe Oliveira Dias recorda que "nos últimos 30 anos o Porto perdeu mais de 100 mil habitantes para as cidades fronteira". "Depois, a especulação imobiliária tornou quase impossível a jovens casais adquirir casa no centro das cidades", diz o arquitecto que acredita que é preciso criar "formas de acolher novas profissões, novas artes e, assim, mais juventude". A reabilitação do troço entre a rua de Adolfo Casais Monteiro e a Boa Nova é mais um passo na tentativa de revitalizar o Porto. O troço, pedonal, faz parte da ligação do percurso do Romântico a Cedofeita e ao Jardim da Cordoaria. "Um conjunto apreciável de área pedonal", diz Filipe Oliveira Dias. O arquitecto adianta que a rua "é um museu vivo", onde existem sete desenhos constituídos por placas de betão pigmentado. O artista portuense Ângelo de Sousa integrou ainda, no pavimento, várias caras, em baixo-relevo, esculpidas em granito. "A ideia foi que as pessoas fossem encontrando expressões ao longo do percurso", explica o arquitecto. Sendo esta uma zona pedonal, "os miúdos podem andar na rua, correr de uma galeria para outra sem o risco de serem atropelados". "Está pensado, entre os galeristas, arranjar-se peças de xadrez para os miúdos jogarem num dos tabuleiros da rua", acrescenta Filipe Oliveira Dias. Concluídos os trabalhos a 25 de Fevereiro, a Câmara do Porto irá inaugurar amanhã, oficialmente, a já chamada "Rua das Galerias". Uma cerimónia para a qual Rui Rio convidou o ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro. in http://dn.sapo.pt/2009/03/06/cidades/miguel_bombarda_reabilitada_atrai_ma.html -
Um exemplo de construção ecológica Nova sede da Quercus vai mostrar que é possível edificar com respeito pelo ambiente Mostrar que é possível construir com respeito pelo ambiente, fazendo o aproveitamento máximo de todos os recursos naturais e reciclando a maioria dos resíduos produzidos, é o objectivo principal do Edifício Verde, a próxima sede nacional da Quercus, refere a Lusa. O projecto, apresentado hoje no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, irá ocupar a antiga estação de comboios de Sacavém e, como explicou à Lusa o presidente da Associação Nacional de Conservação da Natureza (Quercus), pretende ser um espaço demonstrativo de construção sustentável. "Num momento em que se fala muito da necessidade de economia de recursos, economia de energia e economia também do próprio funcionamento dos espaços, o projecto Edifico Verde tem um grande objectivo na área da demonstração de que é possível nós termos menores consumos de energia no funcionamento dos edifícios", explicou Hélder Spínola. De acordo com o presidente da associação ambientalista, o respeito pelo ambiente passa pela utilização de materiais viáveis do ponto de vista económico, mas ao mesmo tempo que reduzam a pegada ecológica com custos ambientais mais baixos, e passa igualmente por uma escolha "muito criteriosa" das soluções a aplicar para reduzir o consumo de água, reaproveitar águas residuais ou fazer uma "gestão adequada" dos resíduos produzidos. Em termos ambientais, o objectivo é que o edifício seja "autónomo em termos energéticos e ter um aproveitamento da água utilizada para fins não potáveis. "Pretende-se também reutilizar ou reciclar mais de 90 por cento dos resíduos que são ali produzidos, quer do ponto de vista de desenvolvimento da obra, quer do ponto de vista do funcionamento do edifício", adiantou Hélder Spínola. Das contas que a Quercus já fez, o projecto poderá custar perto de um milhão de euros, valor a repartir pelos vários parceiros que a associação ambientalista espera conseguir envolver na obra. Para já, o edifício, a antiga estação de comboios, foi cedido pela Refer, o projecto de arquitectura foi desenvolvido pela ARX Portugal Arquitectos e nas mãos do Grupo SGS Portugal ficou a responsabilidade da certificação da sustentabilidade da construção da futura sede da Quercus, não havendo ainda empresa que assuma as obras de reconstrução. in http://diario.iol.pt/ambiente/quercus-ambiente-ecologia-construcao-edificio-reciclagem/1046534-4070.html
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Lisboa, 02 Mar (Lusa) - Os moradores da rua Mateus Vicente, em Lisboa, insistem na ilegalidade da construção da nova sede da Cofina, apesar da câmara ter levantado o embargo à obra, e admitem recorrer aos tribunais se as outras instâncias falharem. As denúncias arrastam-se desde meados do ano passado e motivaram várias reuniões entre os habitantes das ruas Mateus Vicente e José Maria Nicolau e os responsáveis da autarquia sobre o prédio, na zona de Benfica. A câmara municipal decidiu suspender as obras após uma recomendação da Comissão Municipal de Urbanismo que considerou que o edifício violava as regras urbanísticas e prejudicava a qualidade de vida e segurança dos habitantes vizinhos. Na semana passada, o vereador Manuel Salgado anunciou que as obras podiam prosseguir e que não havia motivo para suspender o licenciamento, desde que fossem feitas alterações como a redução da volumetria e melhoria da relação do edifício com a envolvente, através da redução da construção anteriormente licenciada e do tratamento da cobertura com elementos vegetais. Mas para Renata Lajas, representante dos moradores, estas soluções não passam de uma operação de cosmética que não resolve os problemas, além de subsistirem dúvidas quanto à legalidade daquela construção, que já motivou uma queixa à Provedoria de Justiça. "A questão não se prende só com as alterações. É preciso saber se esta obra aprovada em 2004 e licenciada em 2008 é legal. Há muitas zonas cinzentas" e "até o processo inicial de 1989, relativo ao conjunto de lotes onde este edifício se insere, desapareceu", contou à Lusa. Para Renata Lajas, este documento é imprescindível "para saber o que poderia ser, ou não, construído ali". A mesma responsável salientou que os pareceres técnico e jurídico que sustentaram a decisão de Manuel Salgado "não são conclusivos". O parecer técnico refere, por exemplo, que não existe "possibilidade de confirmar a validade dos cálculos apresentados pelos moradores", por não poderem analisar os antecedentes do processo e admite que pode ter sido autorizado um índice de ocupação superior ao previsto no PGUCL - Plano Geral de Urbanização da Cidade de Lisboa. Os moradores consideram que, apesar das alterações propostas, o impacto deste edifício sobre os outros prédios mantém-se inalterado pois limita-se ao embelezamento da cobertura e ao encurtamento da laje em cinco metros. Num esclarecimento enviado à Agência Lusa, os moradores afirmam que "o vereador faz tábua rasa das leis e regulamentos urbanísticos e coloca ainda em causa elementares condições de segurança, como por exemplo o facto de muitos moradores não terem qualquer opção de saída em caso de incêndio ou outra calamidade, pois há fracções que só têm janelas para o edifício da Cofina, o que impossibilita o socorro e o acesso a essas fracções". Na queixa enviada à Provedoria de Justiça, os moradores requerem a revogação da licença e alvará desta construção, alegando que viola o Plano Director Municipal (PDM) quanto aos índices e área de construção permitida, entre outras irregularidades. "Pensávamos que a câmara iria reconhecer este erro e retroceder. Agora vamos aguardar uma resposta da Provedoria e, se for necessário, vamos recorrer aos tribunais", assegurou Renata Lajas. O projecto de arquitectura foi aprovado em 6 de Maio de 2004, por despacho da vereadora Maria Eduarda Napoleão, e veio a ser licenciado pelo actual executivo, com os votos contra dos vereadores do PCP e dos "Cidadãos por Lisboa" e abstenções do movimento "Lisboa com Carmona" e do PSD. RCR. in http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Moradores-insistem-na-ilegalidade-do-edificio-da-Cofina-e-admitem-recorrer-aos-tribunais.rtp&article=205837&visual=3&layout=10&tm=5
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Centro de Artes e Espectáculos na avenida da Europa 01h02m TERESA CARDOSO A Câmara Municipal de Viseu aprovou por maioria, a entrega ao arquitecto portuense Filipe Oliveira Dias do projecto de concepção do Centro de Artes e Espectáculos. Orçado em 12 milhões de euros - montante que não inclui o terreno que pertence ao município - o equipamento será implantado numa parcela de seis mil m2 entre o Tribunal Judicial e a Portugal Telecom, incluindo o espaço do antigo armazém da CP. O projecto deverá ficar pronto até Setembro, altura prevista para o lançamento da obra no terreno. O CAE estará a funcionar dois anos depois. Durante a fase de elaboração, o documento será sujeito à apreciação de todos os agentes culturais do concelho. "Primeiro será o esboço, a seguir o anteprojecto. Queremos que a obra final seja o resultado de um consenso alargado", avisa Fernando Ruas, presidente da CMV. Nas próximas semanas, serão igualmente lançadas as bases para a constituição da equipa que irá trabalhar no futuro CAE. "Ao mesmo tempo que a obra avança, os elementos que nele irão trabalhar começarão a obter a formação adequada. Tudo para que quando concluído, o equipamento possa abrir imediatamente sem quaisquer problemas", explica Ruas. O autarca não avança, para já, a fórmula de gestão do CAE: se assentará numa empresa municipal, na própria câmara ou numa entidades externa. O CAE será concebido para receber grandes espectáculos, ficando o Viriato para outros de menor dimensão e o pavilhão multiusos para eventos desportivos e outros. O novo equipamento terá condições para espectáculos de ar livre. Será igualmente dotado de estacionamentos de utilidade múltipla. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Viseu&Concelho=Viseu&Option=Interior&content_id=1162418
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Low cost obrigam aeroporto de Faro a modernizar-se (com imagens) Aerogare algarvia vai mudar e muito, nos próximos quatro anos. Investimento de 130 milhões vai aumentar fluxo de passageiros, criar novas áreas comerciais e quer mostrar um Algarve mais moderno. O passageiro do aeroporto de Faro mudou na última década e, com ele, surgiram novos hábitos. A culpa é das companhias low cost (baixo custo), que puseram um ponto final ao viajante charter, que chegava em grupos organizados, o que se está a reflectir na capacidade de resposta. De acordo com o director do aeroporto de Faro António Correia Mendes, a aerogare deixou, por isso, de estar «adequada» ao novo tipo de tráfego, o que vai levar a ANA Aeroportos de Portugal a investir 130 milhões de euros até 2013. O aumento da capacidade de processamento de passageiros e de movimentos/hora será uma das principais inovações, o que vai obrigar a trabalhos na pista, na aerogare e até nos acessos rodoviários. Dos actuais 22 movimentos/hora e das 22 posições de estacionamento, o aeroporto algarvio passará a contar com uma pista com capacidade para 30 movimentos horários e 33 estacionamentos para aeronaves, respondendo às exigências das low cost, que permanecem no solo o menor tempo possível. Em termos de fluxo, a capacidade passará de 2400 para 3000 passageiros/hora. Estas inovações serão acompanhadas por uma melhoria das condições de segurança. «O aeroporto cumpre os requisitos de segurança operacional, mas vamos aumentá-la com a instalação de um ILS (sistema de aterragem por instrumentos) na pista 10. Já temos um na pista 28, que representa 80 por cento dos movimentos», explicou Correia Mendes. Segundo o responsável, «na prática, até 2013, irá surgir um aeroporto quase novo», inovações que se traduzirão na criação de um novo layout e na ampliação dos espaços públicos. A revolução das zonas comerciais será outra das grandes apostas do projecto que terá o cunho do gabinete de arquitectura Chapman Taylor, autor do Terminal 5 do movimentado aeroporto britânico de Heathrow. Do plano consta igualmente a expansão área de não aviação do aeroporto para Norte, criando novas áreas públicas e de restauração. Em termos funcionais, haverá o uso de iluminação natural na maior parte dos espaços, ao contrário do que actualmente sucede. A pensar no «boom» de utilização dos rent-a-car por parte do passageiro low cost, serão redesenhados os acessos rodoviários ao aeroporto, com ramais específicos para as áreas de partida e chegada. Ao mesmo tempo, haverá uma remodelação dos estacionamentos. 3 de Março de 2009 | 14:33 Filipe Antunes http://barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=30933&tnid=2 «Novo aeroporto» pronto em 2013 O projecto de expansão e remodelação do aeroporto de Faro estará totalmente concluído em Setembro de 2013, mas as obras vão desenvolver-se em duas fases. A primeira, cuja contratualização da obra foi assinada na passada semana, visa a ampliação das áreas operacionais e começará já em Março. As obras da segunda fase – onde se inclui a renovação do terminal e dos acessos – será contratualizada até ao final de 2010 e os trabalhos terão início em Janeiro de 2011. No total, serão investidos 130 milhões de euros e, segundo as contas do ministro das Obras Públicas Mário Lino, igualmente presente na apresentação do projecto de reformulação do aeroporto, «serão criados cerca de 300 empregos directos». De acordo com o presidente do conselho de administração da ANA Aeroportos de Portugal, Guilhermino Rodrigues, o plano de desenvolvimento vai deixar o aeroporto de Faro «preparado para os novos padrões de procura», ao aumentar a capacidade de 6 para 8 milhões de passageiros anuais. Ao mesmo tempo, garantiu que a ANA, o Turismo de Portugal e a Entidade Regional de Turismo do Algarve (ERTA) continuarão a assumir a partilha de risco para a abertura de novas rotas aéreas. 3 de Março de 2009 | 14:53 Filipe Antunes http://barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=30934&tnid=2 Aeroporto de Faro investe 130 milhões em obras de ampliação Aeroporto de Faro O Aeroporto Internacional de Faro (AIF) vai investir, nos próximos quatro anos, 130 milhões de euros para concretizar o processo de expansão. A obra vai ampliar a actual capacidade do aeroporto de seis para nove milhões de passageiros e o lançamento da primeira empreitada foi esta manhã assinado pelo ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações Mário Lino. O plano ambiciona também melhorar o processamento dos cerca de 6,7 milhões de passageiros previstos para o ano 2011 e os 8,5 milhões esperados para o ano 2020, com uma capacidade de resposta para 30 aeronaves por hora. A expansão vai incidir em territórios da freguesia do Montenegro e parte da freguesia de Almancil e as diversas empreitadas serão executadas entre Abril de 2009 e Julho de 2012. Depois de concluídos os trabalhos, prevê-se a melhoria das condições de segurança na aproximação e aterragem de aeronaves com infra-estruturas para ILS (Instrument Landing System - Sistema de Aterragem por Instrumentos), com uma terraplenagem na envolvente da cabeceira da pista 10 e o reperfilamento do limite Sul do aeroporto. Está igualmente em projecto a ampliação das plataformas de estacionamento de aeronaves, permitindo gerir melhor os compassos de espera dos voos, e a construção de caminhos de circulação de aeronaves. Em declarações ao barlavento.online, o director do aeroporto de Faro António Correia Mendes disse que este investimento «terá como horizonte o ano de 2025», altura em deverá ser atingida a marca de nove milhões de passageiros anuais. A pensar no turista residencial britânico – que representa 30 a 40 por cento do tráfego do aeroporto de Faro – Correia Mendes já fez saber que pretende lançar, nos próximos meses, um conjunto de serviços personalizados, onde se incluem processamentos rápidos e parqueamentos próprios. Até Dezembro do ano passado, o aeroporto de Faro foi o que mais sofreu os efeitos da crise financeira, em consequência da sua dependência relativamente aos principais mercados emissores europeus, nomeadamente o Reino Unido. Além de um clima económico menos favorável, os britânicos viram a libra esterlina posicionar-se praticamente em paridade com o euro, reduzindo o poder de compra dos turistas ingleses no estrangeiro. 18 de Fevereiro de 2009 | 08:13 Filipe Antunes IN http://barlavento.online.pt/index.php/noticia?id=30678&tnid=2
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Os responsáveis da Associação Unidos do Parque da Ponte receberam, ontem de manhã, as chaves da nova sede. “Uma pequena obra de arquitectura”, como lhe chamou o presidente da Câmara Municipal de Braga, que desejou, em “dia de festa”, que a associação “cresça ainda mais”. A autarquia e a associação assinaram um protocolo, que impõe as obrigações das duas partes, que será submetido a aprovação na reunião do executivo da próxima quinta-feira. “A Associação Unidos do Parque da Ponte é ‘inquilina’ do parque há muitos anos”, lembrou Mesquita Machado, admitindo que “a nova sede não é um barraco, tem mão de arquitecto e, por isso, demorou mais um bocadinho”. O autarca espera que os associados passem ali os tempos livres, alertando para o facto de ser necessário vedar alguns espaços durante as obras de requalificação do Parque da Ponte. “Vão ficar privados do espaço durante algum tempo por causa das obras, mas lá para o Verão vamos ter todas as obras concluídas”, garantiu Mesquita Machado. No âmbito da remodelação ao Parque da Ponte, o autarca informou que “há uma série de empreitadas que já foram adjudicadas, al gumas iniciadas e outras estão em fase de iniciação”. As obras, avaliadas em um milhão e 700 mil euros, são “um esforço do município para transformar o espaço mais atraente e agradável”. E justificou: “este parque foi feito noutros tempos e com uma filosofia que já não se adapta às reais e actuais necessidades das pessoas que gostam e querem usufruir deste local”. Mesquita Machado adiantou, ainda, que nesta requalificação vão ser introduzidas novas valências para dar mais dignidade ao parque. Parque infantil, bar/restaurante, repavimentação, videovigilância, remodelação da iluminação são apenas algumas das empreitadas previstas. “Temos 800 árvores identificadas, mas não vão ficar todas. A ideia é transformar este espaço num parque biológico, fazendo a identificação unidade a unidade”, revelou um dos arquitectos responsáveis do projecto de requalificação, Sérgio Borges. O jardim de S. João, também vai ser requalificado. “Vamos retomar o desenho do jardim do século XIX, mantendo apenas a capela, o coreto e o cruzeiro. Esta será a última empreitada”, confidenciou o arquitecto, admitindo que se trata de uma “obra bastante complexa”. IN http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=2539
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Arquitectos portugueses na Berlim que nasce e renasce Siza Vieira projectou um edifício para Berlim, Pedro Domingos vai fazer a embaixada portuguesa e uma vintena de arquitectos mostra hoje a sua obra na capital alemã. Cavaco quer mostrar como os nossos projectistas sabem "preparar o futuro". Chama-se "Bom dia tristeza" o prédio que Siza Vieira concebeu para a capital alemã. Fê-lo para uma zona de edifícios cinzentos que, entretanto, foram mudando de cor. O de Siza não, e um dia alguém pintou nele "bonjour tristesse". Ganhou nome e redobrou a fama. Depois de Siza, muitos outros arquitectos nacionais começaram a desenhar para o estrangeiro. Da Mongólia à Suiça, da Coreia do Sul a Espanha ou Itália, na República Checa e em quase todos os países que falam português - Timor incluído - há obra desenhada em Portugal. Berlim vai, aliás, ter um novo edifício com desenho made in Portugal: a futura embaixada - pensada por Pedro Domingos para um terreno comprado há vários anos por cinco milhões de euros. A obra deverá começar no próximo ano. Construída e reconstruída várias vezes, a "cidade laboratório da arquitectura", como a consideram alguns dos arquitectos que integram a comitiva presidencial da visita de Estado que está a decorrer (ouvir depoimentos recolhidos pelo Expresso ), Berlim vai poder ver, até dia 9 de Abril, a exposição "Portugal fora de Portugal", uma mostra da arquitectura contemporânea nacional. Numa galeria central, num espaço com 200 metros quadrados, a Ordem dos Arquitectos organizou uma exposição de desenhos, projectos e maquetas em que estão representados duas dezenas de arquitectos. Siza Vieira, Souto Moura, Gonçalo Byrne, Graça Dias, Pedro Reis, Pedro Domingos, Inês Lobo e os Ayres Mateus são alguns dos autores presentes. Cavaco Silva - que inaugura a exposição hoje, dia 4, ao fim da tarde - apostou nesta iniciativa e fez-se acompanhar de Siza Vieira, Carrilho da Graça, Ana Tostões, João Rodeia (presidente da Ordem dos Arquitectos) e de Pedro Domingos. A todos o Expresso pediu um depoimento sobre Berlim e a importância de mostrar a arquitectura portuguesa na capital alemã. Economia, dia 1 O negócio ontem assinado pelo Grupo Pestana, para construção de um hotel em Berlim (um investimento de 25 milhões de euros) foi o primeiro a realizar-se durante a visita do Presidente da República a Berlim. Embora a embaixada seja fortemente económica (com 34 empresários, contando com os dirigentes das associações representadas), o ministro Manuel Pinho só deverá chegar esta tarde. Cavaco, porém, tem insistido no combate ao proteccionismo económico, e deverá voltar a fazê-lo hoje, um dia marcado essencialmente por iniciativas ligadas à Economia. É verdade que o dia começa com uma visita ao Bundestag (criado em 1949 e sucessor do Reichstag que Hitler mandou incendiar em 1933. Em 1999 recebeu uma profunda alteração da autoria do arquitecto britânico Norman Foster), mas a partir daí a Economia marca a agenda. Primeiro uma apresentação sobre a actividade das empresas representadas na comitiva, depois o encerramento de um encontro empresarial sobre Investimento e Cooperação e, logo após o almoço, uma visita ao Centro Comercial Alexa, da Sonae. Depois será o lançamento da campanha promocional de Portugal e a inauguração da exposição sobre arquitectura portuguesa contemporânea. Antes do concerto de fado, por Katia Guerreiro, ainda haverá mais uma apresentação sobre as indústrias do Turismo e da Energia em Portugal. No dia seguinte a comitiva parte para Munique e os contactos comerciais e industrias deverão intensificar-se. in http://aeiou.expresso.pt/arquitectos_portugueses_na_berlim_que_nasce_e_renasce=f500887 ver video - http://aeiou.expresso.pt/fotogaleria_berlim_o_laboratorio_da_arquitectura=f500815 Berlim, 04 Março (Lusa) - O Presidente da República inaugurou hoje, em Berlim, a exposição de arquitectura "Portugal Fora de Portugal", que reúne exclusivamente projectos de autores portugueses construídos em 15 países do mundo. A exposição estará patente ao público no Aedes Architekturforum, no centro da capital alemã, até 09 de Abril. Acompanhavam Cavaco Silva, que está a efectuar a primeira visita de Estado à Alemanha, o Ministro da Cultura, José António Ribeiro, o arquitecto Siza Vieira e o cineasta Manoel de Oliveira, entre outras individualidades. Na opinião do curador, arquitecto Ricardo Carvalho, o elo comum da exposiçáo, para além da nacionalidade portuguesa dos autores, "é o enorme pragmatismo com que abordam contingências, e a sua capacidade po«etica e lírica". Trata-se na opinião do arquitecto português que orientou a mostra, de uma "associação muito eficaz, e que nem sempre acontece na chamada arquitectura comercial". Os projectos apresentados são de Aires Mateus, Álvaro Siza Vieira, Jun Saung Kim, ARX Portugal, Atelier do Corvo, Barbini Arquitectos, Gonçalo Byrne, Inês Lobo e Pedro Domingos. Carrilho da Graça, João Mendes Ribeiro, José Adrião, Manuel Graça Dias é Egas José Vieira, Pedro Reis, Promotório Arquitectos Obol XI, Lojas, Risco, Sami Arquitectos, Souto de Moura e Vilela & Gordon completam o leque de arquitectos ou gabinetes de arquitectura representados na mostra. As obras têm a particularidade de terem sido edificadas fora de Portugal, em Angola, na Bélgica, Brasil, China, Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Cabo Verde, Coreia, Timor-Leste, Suiça, Espanha, República Checa e Hungria. Uma das maquetas apresentada na mostra é a do edifício da futura Embaixada de Portugal em Berlim, a edificar no centro da cidade, provavelmente a partir de 2010. Segundo o catálogo, a exposição destina-se a "sublinhar a grande importância e a influência da arquitectura portuguesa no contexto internacional". Com estas obras de arquitectos lusos de renome além-fronteiras, pretende-se "chamar a atenção para a vitalidade, o modernismo das formas e a divulgação internacional dos projectos", diz-se no catálogo. in http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Cavaco-Silva-inaugura-em-Berlim-exposicao-de-arquitectura-portuguesa.rtp&article=206309&visual=3&layout=10&tm=7 PR: Cavaco Silva termina segundo dia de visita à Alemanha Quarta-Feira, 04 Março de 2009 O Presidente da República português terminou hoje o segundo dia de visita de Estado à República Federal de Alemanha deixando Berlim rumo a Munique. Numa visita com a agenda bastante preenchida e com a relação económica entre os dois países como tema predominante, Cavaco Silva começou a sua visita na terça-feira com a ida ao Palácio Presidencial onde foi recebido pelo Presidente da República Federal da Alemanha. Depois da tradicional mas sempre bonita cerimónia militar onde se pode ouvir os hinos nacionais e ver a revista às Forças em Parada, os dois presidentes fizeram uma declaração conjunta onde os elogios à relação de amizade entre os dois países foi bastante marcado. Cavaco Silva agradeceu a forma como ele e a sua esposa tem sido recebidos na Alemanha e lembrou que esta visita ocorre vinte anos de pois da queda do Muro de Berlim que "marcou uma nova era". O presidente da República disse que "neste tempo de crise precisamos do exemplo da lição de Berlim" onde a esperança e luta venceu as adversidades. Cavaco lembrou que o desemprego é uma "chaga que parece espalhar-se por todos os países" e que "precisamos de mais Europa" para ultrapassar os problemas. Cavaco Silva referiu ainda que é preciso ultrapassar os problemas institucionais e pôr em prática o Tratado de Lisboa. Depois do encontro entre os dois presidentes, Cavaco Silva e a vasta comitiva seguiu para o Memorial às vítimas da Guerra e da Tirania, num dos momentos de carga emocional mais elevada desta visita. A Câmara Municipal de Berlim foi o próximo destino onde Cavaco Silva e a Maria Cavaco Silva foram recebidos pelo Burgomestre de Berlim Klaus Wowereit. Sem tempo para respirar, Cavaco Silva deslocou-se para o Hall of Arms onde se encontrou com o Presidente da Câmara de Representantes de Berlim Walter Momper que convidou o presidente português a assinar o Livro de Honra. Depois do discurso do Burgomestre, Cavaco Silva referiu que não consegue esconder "a emoção que o regresso a Berlim" lhe proporciona. Elogiando a cidade bela sua beleza arquitectónica e pela força que demonstrou na história, Cavaco lembrou que a queda do Muro de Berlim mudou "o mundo" e proporcionou o nascimento de "uma nova Europa". Depois deste encontro Cavaco Silva passou a célebre Porta de Bradenburgo, de Ocidente para Oriente. Ainda no primeiro dia de visita oficial, Cavaco Silva inaugurou uma exposição sobre o cineasta Manoel de Oliveira que estará patente até ao final de Março Akademie der Kunste e onde estiveram presentes os Embaixador de Portugal em Berlim e o Presidente da Fundação de Serralves. Cavaco Silva manifestou a felicidade por estar em Berlim a inaugurar uma exposição de um dos maiores nomes das artes em Portugal. O presidente da República encontrou-se ainda durante a tarde com a Chanceler Ângela Merkel onde, depois revelou, Cavaco abordou a questão difícil da empresa Qimonda e aprofundou as relações entre os dois países. O dia acabou com o reencontro entre os dois presidentes dos dois países num jantar no Palácio Presidencial. Promover Portugal O segundo dia de visita começou com a ida de Cavaco Silva ao Parlamento alemão onde foi recebido pelo presidente do Bendestag, Norbert Lammert. Refira-se que enquanto Cavaco Silva teve este encontro e visitou o edifício do Parlamento acompanhado pelo Presidente do Grupo de Amizade Alemanha-Portugal, a Primeira Dama de Portugal deslocou-se à Escola Europeia de Berlim, onde esteve em contacto com dezenas de alunos de Português. Visivelmente satisfeita por encontrar ali tantas crianças que desejam aprender português, Maria Cavaco Silva lembrou que a língua portuguesa une milhões de pessoas em vários continentes. Neste dia, Cavaco Silva esteve presente no Encontro Empresarial "Portugal-Alemanha: Investimento e Cooperação" onde procedeu ao seu encerramento e almoçou na Residência do Embaixador de Portugal em Berlim, José Caetano da Costa Pereira. O presidente da República visitou ainda o Centro Comercial Alexa onde assistiu ao lançamento da Campanha Promocional de Portugal. Entre outras iniciativas bem portuguesas, Cavaco Silva parou no quiosque Café de Portugal da Delta Cafés onde teve oportunidade de matar saudades de Portugal ao comer um tradicional pastel de nata. O Emigrante / Mundo Português falou com o responsável da Delta Cafés Portugal presente neste evento que se mostrou muito satisfeito pela presença do Senhor Presidente da República e por poder contribuir para a promoção de Portugal. Depois Cavaco Silva inaugurou mais uma exposição: "Portugal fora de Portugal: Exposição de Arquitectura Portuguesa Contemporânea". Cavaco Silva terminou o dia com um jantar de Promoção de Portugal seguido de um concerto da fadista Kátia Guerreiro. Terminou assim a visita a Berlim. Cavaco Silva e toda a comitiva onde estão integrados o Ministro dos Negócios Estrangeiros Luís Amado, o Ministro da Economia e Inovação, Manuel Pinho, o Ministro da Cultura, José Pinto Ribeiro. Refira-se que o Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, António Braga chegou hoje a Berlim e juntou-se à comitiva nesta visita de estado. O terceiro dia da visita já será em Munique onde, entre outras coisas, Cavaco Silva irá encontrar-se com o Ministro Presidente do Estado da Baviera e irá visitar a sede da Siemens. Ana Rita Almeida na Alemanha in
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Bélgica: Calatrava inaugura no Verão estação de comboios em Liège Bruxelas, 04 Mar (Lusa) - O arquitecto espanhol Santiago Calatrava anunciou hoje que inaugura no Verão a estação de comboios da cidade belga de Liège, um dos seus projectos "mais ambiciosos e complexos". Bruxelas, 04 Mar (Lusa) - O arquitecto espanhol Santiago Calatrava anunciou hoje que inaugura no Verão a estação de comboios da cidade belga de Liège, um dos seus projectos "mais ambiciosos e complexos". Com uma superfície coberta de 32 mil metros quadrados, a estação passará a ser "a maior da Europa", afirmou Calatrava, que trabalha neste projecto há 11 anos. A estação está operacional desde Junho de 2008 apesar de a obra não estar concluída e sofreu várias modificações em relação ao projecto inicial "para melhorar o seu acesso e infra-estruturas", explicou o arquitecto espanhol durante uma visita a Liège. Calatrava mostrou-se "muito satisfeito" com o andamento das obras e afirmou que as novas instalações "colocarão Liège entre as grandes metrópoles do século XXI". A cidade belga é um dos principias nós da rede europeia de alta velocidade que comunica com a Grã-Bretanha, França, Bélgica e Alemanha. Além de melhorar as ligações para o exterior, a estação dotará a cidade "de uma abertura interior", pondo em comunicação com uma passagem dois bairros separados pelas vias do comboio. A "transparência" é a principal característica estética desta construção, com uma gigantesca estrutura arqueada de vidro e aço, e que se eleva até 145 metros acima das cinco plataformas e das nove vias. Depois da sua visita a Liège, o arquitecto espanhol viajou para Bruxelas para receber um galardão outorgado pela Confederação da Construção e pela feira imobiliária Batibow em reconhecimento pela sua carreira. Nesta altura, está a trabalhar no seu projecto para um terminal de transportes na "zona zero" de Manhattan. Calatrava tem uma enorme experiência em construções semelhantes: a estação do aeroporto de Lyon-Satolas, Stadelhofen em Zurique ou a estação do Oriente em Lisboa. Inaugurada há 10 anos, por ocasião da Expo 98, a Gare do Oriente é uma das maiores do mundo e vai ser agora ampliada pelo seu autor, para receber a ligação de alta velocidade. Apesar das críticas ao conforto do espaço, que o arquitecto agora promete corrigir, o interface de transporte da Gare do Oriente foi considerado, em 2001, o mais seguro da Europa, pela revista "Pró Teste", órgão oficial da DECO. A Estação do Oriente recebeu o Prémio Brunel Madrid 98, que destaca as melhores realizações na área da arquitectura, engenharia e construção ferroviária e premeia projectos de design ferroviário. Apesar de defender que a Gare do Oriente precisará de poucas alterações, porque os principais conceitos já existem e funcionam, Calatrava confessava em Maio, em entrevista à agência Lusa em Nova Iorque, que detectou pequenas falhas e adianta que as autoridades portuguesas lhe pediram mais conforto. "Temos oportunidade de aprender com os erros do passado e corrigi-los. Principalmente, tornando a estação mais confortável", comentou. Segundo Calatrava, a estação de Lisboa "é das maiores do mundo, recebe cerca de 75 milhões de passageiros por ano, número comparável ao da Estação Grand Central, em Nova Iorque". Com o TGV e o "shuttle" para o novo aeroporto, sublinha o arquitecto, o Parque das Nações ficará ainda mais movimentado. "Prevê-se um total de mais de 90 milhões de utilizadores. Temos de arranjar forma de facilmente apanharem o comboio, de entrarem e saírem da estação sem complicações. A orientação dentro da estação dever ser fácil", refere, acrescentando que, no aspecto da orientação, a estação de Lisboa é um bom exemplo: "Em cima apanham-se os comboios, em baixo está o metro. E no meio, ao nível do chão, está-se praticamente na rua." Em Dezembro, a vereadora da Câmara Municipal de Lisboa Helena Roseta criticou "a falta de estudos de impacte ambiental das obras de ampliação da estação do Oriente para acolher a Alta Velocidade" e a atribuição do projecto ao Arquitecto Santiago Calatrava, autor da Gare do Oriente original, "sem um concurso público internacional". TM/PAP/AH/MHC. Lusa/Fim inhttp://aeiou.expresso.pt/belgica_calatrava_inaugura_no_verao__estacao_de_comboios_em_liege=f501135
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Vi o Milk no Sabado. E no proximo espero ver o Watchmen.
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Pagamento da Segurança Social dos Trabalhadores Independentes (para 2008): Os profissionais independentes descontam mensalmente para a segurança social de acordo com a tabela abaixo (e de acordo com o escalão por eles escolhido): Quanto se desconta para a Seg. Social? Escalão escolhido: (base de incidência) Prestação mensal a pagar Esquema obrigatório (25,4%) em euros Esquema alargado (32%) em euros 1º (1,5 smn) € 639 162,31 204,48 2º (2 smn) € 852 216,41 272,64 3º (2,5 smn) € 1065 270,51 340,80 4º (3 smn) € 1278 324,61 408,96 5º (4 smn) € 1704 432,82 545,28 6º (5 smn) € 2130 541,02 681,60 7º (6 smn) € 2556 649,22 817,92 8º (8 smn) € 3408 865,63 1090,56 9º (10 smn) € 4260 1082,04 1363,20 10º (12 smn) € 5112 1298,45 1635,84 NOTA: (smn) = salário mínimo nacional (€ 426 em 2008). O esquema alargado proporciona ao profissional independente mais regalias sociais do que o esquema obrigatório. Para rendimentos inferiores a 18 vezes o salário mínimo nacional (€ 7254) Nos casos em que os trabalhadores independentes aufiram, da actividade exercida por conta própria, em determinado ano civil, rendimento ilíquido inferior a 18 vezes o valor da retribuição mínima mensal, podem os mesmos requerer que lhes seja considerado, como base de incidência, o valor do duodécimo daquele rendimento, com o limite mínimo de 50% da retribuição mínima mensal, nos termos e com os efeitos seguintes: a) O requerimento, devidamente instruído por documento fiscal, é apresentado, anualmente, nos meses de Setembro e Outubro, reportando-se os respectivos efeitos ao ano civil subsequente; Tratando-se de situação de enquadramento, o requerimento, ainda que não possa ser instruído por documento fiscal, é apresentado no prazo fixado para a declaração do exercício de actividade e os seus efeitos reportam-se ao ano civil em que o enquadramento tem lugar. Pré-visualizar in http://www.cjeronimo.pt/epages/Store.sf/pt_PT/?ObjectPath=/Shops/cjeronimo/Categories/%22Informa%C3%A7%C3%B5es%20%C3%9Ateis%22/%22Pagamento%20da%20Seguran%C3%A7a%20Social%20dos%20Trabalhadores%20Independentes%20(para%202008)%3A%22
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Como farias isto? Como eh que as faculdades e a Ordem respondem ao mundo do trabalho?
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A Independente e a Moderna jah fecharam. A Lusofona e a Lusiada podiam era colocar um numero clausulos tal como as publicas.
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Estah a dar uma reportagem sobre isto e segundo um perito existem 500 vagas. Imaginem uma pessoa tem 4,5 anos de experiencia em Julho tira o curso... serah que ainda vamos a tempo? O curso dura quanto tempo?
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Foi a censura.
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Reportagem fotografica em anexo.
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Reportagem fotografica em anexo.
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Autoria do arquitecto José Paradela Hotel passa a oferecer mais 150 camas O Hotel Jardim Atlântico é uma unidade de quatro estrelas que acaba de surgir no mercado madeirense. Com 72 quartos duplos e duas junior suites, perfazendo uma oferta de 150 novas camas, oferece uma oferta moderna, confortável e capaz de surpreender os seus hóspedes. A unidade está localizada no coração da zona turística e comercial do Lido. Fica na Estrada Monumental, no cruzamento de acesso ao Lido. A nível de infra-estruturas e serviços, dispõe de um restaurante, dois bares, um dos quais de apoio à piscina de água doce exterior aquecida, ginásio, um amplo solário, uma sala de conferências e estacionamento para os hóspedes. Todos os quartos apresentam uma decoração sóbria e de bom gosto e encontram-se equipados com frigorífico, cafeteira eléctrica, telefone, ar condicionado, televisão por cabo com um LCD elegantemente embutido na parede, casa de banho com banheira, chuveiro e secador de cabelo, varanda e vidros duplos para garantir um maior conforto dos hóspedes. As junior suites acrescentam a este leque de equipamentos e facilidades uma sala de estar separada e uma kitchenet totalmente equipada. Os hóspedes podem ainda alugar um cofre ou requerer um serviço de aluguer de viaturas, um serviço de “baby-sitting”ou o serviço de lavandaria, disponíveis mediante solicitação. A unidade é da autoria do arquitecto José Paradela e foi construída pela Concreto Plano. in http://www.jornaldamadeira.pt/not2008.php?Seccao=11&id=116925&sdata=2009-02-22
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segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009 | 12:30 Imprimir Enviar por Email Coimbra: Convento histórico ameaçado por estacionamento O Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar) decidiu autorizar a continuação das obras de um parque de estacionamento subterrâneo, em Coimbra, mesmo depois de terem sido encontradas ruínas de um dos primeiros grandes conventos da Ordem Dominicana em Portugal. A entidade argumenta que os achados não têm condições para ser preservados, embora reconheça o seu valor, não só por causa da importância patrimonial, mas pela sua relevância para a história da cidade, no período medieval. O problema são «as condições e o contexto» em que se encontram, explicou o subdirector do Igespar, João Cunha Ribeiro. De acordo com a edição desta segunda-feira do Público, os vestígios do antigo Convento de S. Domingos, datado do século XIII, encontram-se a «oito metros de profundidade», «abaixo do nível freático do rio Mondego» e numa zona central da cidade, com «diversos edifícios já construídos». Uma «intervenção de preservação seria despropositada pelos riscos e custos que implicaria», defendeu o responsável. A decisão, contudo, é questionada por professores universitários e investigadores, para quem o registo científico dos vestígios, antes do seu desmantelamento, é «insuficiente». De acordo com Lurdes Craveiro, professora do Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, «uma parte da cidade e da sua história vai perder-se, por causo de um parque de estacionamento». Para o arquitecto Walter Rossa, pelo seu lado, «valia a pena parar» a construção do parque de estacionamento «durante mais tempo», para que os achados fossem «verdadeiramente estudados». Mas, para Cunha Ribeiro, «não seria possível continuar a exploração arqueológica sem provocar impactos extraordinários na zona envolvente». in http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=4&id_news=374661 Decisão é contestada por professores e investigadores Igespar autoriza parque de estacionamento sobre vestígios de convento medieval 23.02.2009 - 08h34 André Jegundo Foi um dos primeiros grandes conventos da Ordem Dominicana em Portugal mas a sua localização exacta em Coimbra só foi confirmada há cerca de um ano, com o início da construção de um estacionamento subterrâneo. A obra teve que parar mas agora, depois de vários meses de escavações arqueológicas, o Igespar decidiu que os achados não têm condições para ser preservados e deu luz verde ao desmantelamento. A decisão é, porém, questionada por professores universitários e investigadores. O valor da descoberta arqueológica é reconhecido pelo próprio Igespar (o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico), não só por causa da relevância patrimonial dos vestígios mas também pelo que podem dizer sobre a história da cidade no período medieval. O problema, sustenta o subdirector do Igespar, João Cunha Ribeiro, são as “condições e o contexto” em que os vestígios do antigo Convento de S. Domingos, datado do séc. XIII, se encontram: a “oito metros de profundidade”, “abaixo do nível freático do rio Mondego” e numa zona central da cidade com “diversos edifícios já construídos”. “Chegou-se a um ponto em que não era possível continuar. Uma intervenção de preservação daqueles vestígios seria despropositada pelos riscos e custos que implicaria. E, portanto, face a estas condições, entendemos que era necessário tomar uma decisão. Deu-se autorização para a obra continuar”, afirma o responsável pela área de arqueologia do Igespar. Medidas “insuficientes” Por ordem deste instituto, os vestígios arqueológicos serão alvo de um registo científico antes de serem desmantelados e várias amostras dos sedimentos que envolvem os achados vão ser preservadas para análises laboratoriais. Medidas “insuficientes”, na opinião de Maria de Lurdes Craveiro, professora do Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (UC), que defende que “uma parte da cidade e da sua história vai-se perder por causa de um parque de estacionamento”. “Lamento profundamente esta decisão. Estes achados são importantes não apenas por que se trata de um convento medieval mas pelo facto de contarem uma parte importante da história de Coimbra”, diz. Maria Conceição Lopes, docente no Instituto de Arqueologia da UC, reconhece que a escavação arqueológica exigiria “meios logísticos e financeiros muito grandes” que precisam de ser “bem avaliados”, mas sustenta que o “debate prévio” que deveria existir é se a cidade precisa de “mais um parque de estacionamento numa zona em que já existem vários”. Devido à “importância dos achados”, João Cunha Ribeiro revela que, no decorrer do processo, foi avaliada a possibilidade de os vestígios serem classificados, uma hipótese que não mereceu concordância da Direcção Regional de Cultura do Centro e que o próprio Igespar considerou “despropositada” pelos riscos e custos que implicaria. Contudo, defende Walter Rossa, docente no departamento de arquitectura da UC, a classificação dos vestígios “não era a única opção possível”. Para este arquitecto, com uma tese de doutoramento sobre a evolução do espaço urbano de Coimbra, “valia a pena parar a obra durante mais tempo” para que os achados fossem “verdadeiramente estudados”. Porém, para João Cunha Ribeiro, “não seria possível continuar a exploração arqueológica sem provocar impactos extraordinários na zona envolvente”. “Provavelmente seria necessário abrir uma cratera no centro da cidade e demolir edifícios para pôr a descoberto estruturas como o claustro ou a igreja. Seria do domínio do absurdo.” in http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1366353&idCanal=14
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Lisboa | Reabilitação do Parque Mayer | Manuel Aires Mateus
JVS replied to Márcio Ferreira's topic in Arquitectura
Bragaparques: Quatro anos depois da permuta, só Parque Mayer tem fim à vista 2009-02-23 Quatro anos depois da permuta de terrenos da Feira Popular com os do Parque Mayer só estes últimos vêem luz ao fundo do túnel pois deverão ter concluído o tão esperado plano de pormenor dentro de um ano. Apesar das dúvidas dos vereadores da oposição quanto à viabilidade financeira do projecto para o Parque Mayer, nas mãos do arquitecto Aires Mateus, a Câmara aprovou no final de Janeiro a elaboração do Plano de Pormenor. Segundo as linhas orientadoras traçadas pela autarquia, o Plano englobará uma unidade hoteleira com 100 quartos e um teatro com cena à italiana e capacidade até 600 espectadores ou a possibilidade de remodelação do "Variedades". Está ainda previsto um espaço com cerca de dois mil metros quadrados para usos culturais e uma área total que ronda os 20 mil metros quadrados para comércio, serviços, restauração e lazer. Nas áreas dos Museus da Politécnica e Jardim Botânico é admitida a possibilidade de remodelação ou substituição por novos edifícios para uma unidade hoteleira vocacionada para investigadores e professores estrangeiros convidados, e outros usos, em conformidade com a Universidade de Lisboa. O projecto será suportado pelas contrapartidas do Casino de Lisboa bem como pela exploração das áreas comerciais previstas. " espera de projecto está a área antigamente ocupada pela Feira Popular, em Entrecampos, que deverá igualmente ser alvo de um Plano de Pormenor. A permuta dos terrenos municipais da Feira Popular pelos do Parque Mayer (pertencentes à Bragaparques) esteve no centro do processo por corrupção movido pelo vereador Sá Fernandes contra Domingos Névoa, administrador da Bragaparques, que hoje chegou ao fim. Em causa estava a acção popular interposta por José Sá Fernandes, quando o actual vereador era ainda candidato do Bloco de Esquerda às eleições autárquicas, contestando o negócio. O negócio ocorreu em 2005, quando a Câmara Municipal de Lisboa comprou o Parque Mayer à Bragaparques - que tinha comprado o espaço por 11 milhões de euros - por 54 milhões de euros, cedendo metade dos terrenos da Feira Popular à empresa. Por sua vez, a Bragaparques acabou por comprar o restante espaço da Feira Popular por 62 milhões numa hasta pública em que invocou o direito de preferência. A Câmara de Lisboa recuou na sua posição original quanto ao negócio da permuta de terrenos, passando a dar razão à acção popular interposta por Sá Fernandes e defendendo a nulidade do negócio. A autarquia defende agora que a permuta é nula porque a operação de loteamento que a antecedeu violou o Plano Director Municipal (PDM). Alega ainda que o direito de preferência que a Bragaparques exerceu na hasta pública dos restantes terrenos da Feira Popular não existiu. A factura do negócio de permuta de terrenos do Parque Mayer e da Feira Popular já custou à autarquia dezenas de milhões de euros, entre taxas que ficaram por receber, investimento em projectos e indemnizações. in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Policia/Interior.aspx?content_id=1152591 -
Bom Sucesso - Design Resort, Leisure, Golf e SPA Fevereiro 25th, 2009 · Sem Comentários Conclusão das primeiras casas marca a abertura do projecto ao turismo “O Empreendimento Bom Sucesso é hoje uma demonstração efectiva de um cluster criativo de que Óbidos se está a transformar”, palavras do presidente da Câmara Municipal de Óbidos na apresentação das primeiras moradias concluídas do Bom Sucesso - Design Resort, Leisure, Golf & SPA. É um empreendimento turístico projectado por 23 arquitectos de renome nacional e internacional, localizado sobre a margem da Lagoa de Óbidos e que apresentou na passada quinta-feira as primeiras casas concluídas. Complementando a abertura do Campo de Golf, inaugurado a 27 de Setembro, o Bom Sucesso inicia uma nova e importante etapa do projecto com a abertura ao turismo. As moradias que foram apresentadas são projectos dos arquitectos Luís Pessanha Moreira, Madalena Cardoso Menezes e Francisco Teixeira Bastos e Nuno Graça Moura, fazem parte de um conjunto de moradias turísticas em banda que partilham de uma grande área de jardim e piscina comum e integram as Holiday Design Villas, cuja gestão foi entregue à empresa internacional de gestão turística T3. Todas as moradias têm coberturas vegetais, pátios e espaço de jardim privativo e estão completamente mobiladas e equipadas. Este conjunto de casas tem um, dois ou três quartos. No conjunto de casas concluídas destaca-se também o Lote 13, da autoria do arquitecto Álvaro de Siza Vieira. Neste caso trata-se de uma moradia individual privada, com uma grande área de jardim e piscina privativa. Trata-se de moradia de 4 quartos com um projecto arquitectónico de enorme qualidade. Estão em fase de conclusão os equipamentos de lazer que irão complementar a oferta turística do projecto em conjunto com a zona comercial, projectada pelo arquitecto Siza Vieira e que irá assegurar aos utilizadores do Bom Sucesso todo o conforto. Reconhecido como projecto de interesse nacional (PIN), o Bom Sucesso - Design Resort, Leisure, Golf & SPA insere-se num terreno de 156 hectares, e contempla, além de um aldeamento turístico com 601 moradias - 340 isoladas e 261 em banda -, também a construção de um hotel de cinco estrelas e SPA, campo de futebol profissional relvado, clubes de ténis e de remo, mergulho e vela, piscinas, lago de pesca desportiva, zona comercial e heliporto, entre outros. Dos serviços que este empreendimento turístico irá ter, destaque para um supermercado gourmet, cabeleireiro/estética,lavandaria/limpeza/doméstica/engraxadoria, tabacaria, posto de médico, parafarmácia, agência bancária (BES), restaurante, loja de decoração, loja de desporto (golfe, ténis e pesca), shuttle permanente do empreendimento, aluguer de bicicletas e segurança 24 horas. As primeiras 50 casas concluídas estão todas mobiladas e fazem parte das moradias em “regime turístico”, que podem a partir de agora ser alugadas aos turistas. Da primeira fase do aldeamento turístico Bom Sucesso fazem parte 601 unidades de alojamento, 540 das quais já comercializadas. Segundo Paulo Graça Moura, Presidente da Acordo SGPS, “este é um momento que aguardávamos com expectativa por sentir que estamos a cumprir mais uma promessa de um empreendimento que até agora oferecemos sob a forma de projecto e de um conjunto de intenções, e que finalmente se converte em realidade. Estamos certos da sua qualidade, o Campo de Golfe até agora o único equipamento aberto ao público, tem tido uma enorme receptividad, pelo que seguramente as Holiday Design Villas irão ter também uma enorme aceitação pelo mercado”. Neste dia foi ainda assinado um protocolo para a cultura com a Câmara Municipal de Óbidos e a Acordo SGPS, que visa a criação de dois cartões para que os cidadãos e turistas do empreendimento Bom Sucesso possam usufruir descontos nos acontecimentos culturais que decorrem durante o ano em Óbidos. O Município de Óbidos comprometeu-se a continuar a organizar os eventos culturais e a empresa assegurou apoiar os mesmos. Telmo Faria, presidente da Autarquia lembrou que são mais de 300 eventos anuais que decorrem em Óbidos, com destaque para o Festival de Chocolate, Mercado Medieval, Vila Natal, Festival de Ópera, entre outros. Marlene Sousa http://www.jornaldascaldas.com/index.php/2009/02/25/bom-sucesso-design-resort-leisure-golf-e-spa/
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Pousada de Viseu, a maior Pousada de Portugal Esta nova unidade, com um investimento de 15 milhões de Euros, apresenta, entre outras novidades, o primeiro SPA Pousadas de Portugal, piscina interior e espaços particularmente concebidos para reuniões e eventos. Estão, assim, reunidas as condições ideais para uma estada perfeita de lazer ou negócios no centro histórico de Viseu. Com um total de 84 quartos e suites, o SPA da Pousada de Viseu é o primeiro espaço de lazer das Pousadas de Portugal, com uma piscina exterior e interior aquecida, sauna, banho turco, duche tropical, fonte de gelo, salas de massagens, sala de relaxamento, jacuzzi e ginásio. Um ambiente de tranquilidade e relaxamento que permitirá usufruir de excelentes momentos de descontracção que contribuirão, certamente, para o bem estar de quem os experimente. "Este é um projecto especial para o ano 2009 do Grupo Pestana pelo facto de ser a maior Pousada de Portugal e contemplar novidades como o SPA e piscina interior. Por outro lado, é o primeiro projecto de raiz do Grupo Pestana Pousadas em Portugal. É um marco histórico no novo conceito das Pousadas de Portugal”, realça Castelão Costa, Presidente do Grupo Pestana Pousadas. Localizada a poucos minutos a pé do Rossio, do Centro Histórico e do Museu Grão Vasco a Pousada de Viseu mantém a sua fachada majestosa e imponente, encimada por três estátuas – Fé, Esperança e Caridade. A imponência histórica do edifício conjuga-se com interiores modernos, completamente remodelados, proporcionando um conforto total. Um projecto assinado pelo arquitecto Gonçalo Byrne, também responsável pelo projecto de decoração de interiores. A Pousada de Viseu dispõe, ainda, de condições únicas para a realização de eventos e reuniões, como casamentos, apresentações, jantares de gala, cocktails, acções de formação, apresentações de produto, congressos e programas de incentivo. A Pousada dispõe de um Claustro interior coberto com capacidade para cerca de 500 pessoas e Salas de Reuniões com acesso ao terraço para cerca de 150 pessoas em plateia. A Sala de estar com lareira é ideal para os dias frios que se fazem sentir no Inverno. Para além desta sala existe também um espaço reservado a fumadores. Para os apreciadores de golfe e hipismo, encontra-se a 18 km um campo de golfe e centro hípico. Como é inevitavel a gastronomia regional faz parte integrante do conjunto de serviços Pousadas. No Restaurante Dão Lafões e no Restaurante Viriato, com acesso directo ao exterior, é possível degustar os melhores pratos da região. Para começar petiscos regionais como truta de escabeche ou frigideira de enchidos da beira com broa frita. De entrada presunto serrano com pêra em vinho e queijo da serra e mil folhas de morcela e maçã. Nos peixes a destacar a Açorda de Bacalhau com Camarão e os Filetes de Polvo com migras de broa e feijão-frade. Para os apreciadores de carne fica como sugestão as costeletas de cordeiro grelhadas com arroz de feijão malandro e lombo de novilho em pau de louro com molho de queijo da serra. Para terminar com toda a doçura a tarte de feijão estaladiça com sorvete de limão e tulipa de canela com arroz doce e abacaxi. Estas são apenas algumas das iguarias que podem ser degustadas a partir de agora na Pousada de Viseu. Todos os domingos ao almoço haverá um buffet regional destinado quer a hospedes da Pousada quer a clientes que não estejam alojados. A 80 km da Serra da Estrela, 96 km de Coimbra, 80 km Aveiro, 130 km do Porto e a 290 km de Lisboa, a Pousada de Viseu encontra-se na localização perfeita para desfrutar de todo um valioso património no interior centro de Portugal, rico em cultura e gastronomia. in http://hardmusica.pt/noticia_detalhe.php?cd_noticia=1038
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Arquitectos questionam modelo de parceria público-privada 2009-02-25 A Ordem dos Arquitectos (OA) questionou hoje a parceria público-privada (PPP) proposta para a Terceira Travessia sobre o Tejo, considerando que seria mais prudente elaborar o projecto de execução fora deste modelo. "Seria mais cauteloso fazer o projecto de execução fora deste pacote de PPP que inclui projecto de execução, construção e exploração. O consórcio que ganhar vai apresentar o melhor preço possível no mais curto prazo possível, por isso pode haver tendência para acelerar determinadas questões de ordem técnica que são muito específicas", observou João Costa Ribeiro, membro da direcção da Ordem dos Arquitectos. "Por exemplo, a questão do património é muito difícil de gerir através de uma PPP", acrescentou, revelando "cepticismo" quanto à resolução destes problemas na fase de projecto de execução se este processo for feito de "forma muito fechada". O arquitecto adiantou que a Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável, embora condicionada, hoje divulgada, acautela algumas questões anteriormente criticadas pela Ordem, como o enquadramento urbano e o paisagismo, mas não salvaguarda outras como a da continuidade urbana. A DIA aponta também outros problemas como o aumento do número de automóveis e do nível de ruído e a degradação da qualidade do ar, mas "não explica como serão resolvidos", sublinhou João Costa Ribeiro. A Terceira Travessia do Tejo terá duas vias para a alta velocidade, duas vias para a rede convencional e duas vias com três faixas cada uma para o tráfego rodoviário e representa um investimento de 1,7 mil milhões de euros. A OA emitiu, em Dezembro, na fase de consulta pública, um parecer em que afirmava que o Estudo de Impacte Ambiental (EIA) do projecto não tem em conta "as implicações sobre o espaço público urbano edificado". Entre as falhas apontadas ao EIA está o facto de o trabalho não avaliar a transformação da Avenida do Santo Condestável, em Chelas, numa via rápida e "ignorar as implicações que os pilares da ponte e os viadutos de acesso terão na frente ribeirinha". in http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1153841
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Acessos a condomínio ocupam ruas 2009-02-26 INÊS SCHRECK Os acessos às garagens dos edifícios Palácio da Enseada, em Matosinhos-Sul, ocupam parte da via na Avenida da República e na Rua Heróis de França. A obra cumpre o plano aprovado em 2005, mas a Câmara admite que foi mal pensado. A construção do conjunto de seis blocos que compõem o empreendimento "Palácio da Enseada", a ser edificado no quarteirão da antiga Gist-Brocades, implicou a elaboração de um Plano de Pormenor. Foi visto e revisto por todas as entidades competentes e aprovado em Julho de 2005, ainda no mandato de Narciso Miranda. Mas ninguém "reparou" ou se preocupou com o facto dos acessos às garagens daquele condomínio de luxo ocuparem parte da via pública, prejudicando o estacionamento numa zona de acesso às praias, sempre muito congestionada. "Alguma coisa está errada", denunciou, ao JN, um morador da Avenida da República, indignado com o que está a acontecer na zona mais nobre do concelho de Matosinhos. Do lado da Avenida da República, os muretes que delimitam os acessos às garagens subterrâneas ocupam cerca de dois metros da via, o que significa toda a largura do passeio e o espaço até aqui destinado a estacionamento. Resultado? "Daquele lado, a rua mantém as duas faixas de rodagem ascendentes, mas deixará de ter estacionamento", afirmou, ao JN, o presidente da Câmara. Avisado para o problema, Guilherme Pinto mandou verificar a obra e "os serviços concluíram que está a ser cumprido o Plano de Pormenor". Sem querer criticar o seu antecessor, o autarca admite que "teria tomado outras opções". Uma hipótese seria fazer o acesso ao estacionamento pela frente do edifício, para onde está prevista uma área verde comum. Do lado da Rua Heróis de França, o problema é o mesmo. As duas rampas de acesso às garagens que estão a ser construídas ocupam grande parte da via, já de si estreita. Resultado? Menos lugares de estacionamento. Guilherme Pinto adiantou que, não satisfeito com o esclarecimento dos serviços municipais, decidiu pedir um parecer jurídico para saber o que a Câmara pode fazer para corrigir a situação. Ainda não está concluído, mas o autarca admite que, em princípio, nada poderá ser feito. O Plano de Pormenor da Gist-Brocades (antiga fábrica de fermentos holandesa que ocupava o quarteirão) foi desenhado pelo arquitecto Alcino Soutinho. Em 2005, Narciso Miranda considerou-o "um orgulho" pela área que destina aos espaços verdes e pela redução do índice de ocupação da zona e Guilherme Pinto, então vereador do Ambiente, previa que viesse a ser um "ex-líbris" da cidade. O plano recebeu o voto contra da CDU e a abstenção do PSD. in http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&Concelho=Matosinhos&Option=Interior&content_id=1154091
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Siza Vieira recebe hoje medalha da Rainha Isabel II
JVS replied to nunomiguelneto's topic in Arquitectura
Líder do PCP felicita Siza Vieira Jerónimo de Sousa escreveu ao arquitecto, felicitando-o por ter sido premiado com a "Royal Gold Medal for Architecture 2009". 16:26 Quinta-feira, 26 de Fev de 2009 Jerónimo de Sousa transmitiu ao arquitecto Siza Vieira, premiado com a "Royal Gold Medal for Architecture 2009", as suas felicitações. Na mensagem onde o secretário-geral dos comunistas felicita o arquitecto português em nome do PCP e em seu nome, Jerónimo de Sousa elogia Siza Vieira pelo "seu trabalho inspirado e criador". O líder dos comunistas considera que a obra de Siza "honra a cultura portuguesa, prestigia o país e constitui um valioso contributo para um mundo mais justo e mais belo". in http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/499816
